Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nivaldo Cordeiro em dois artigos imperdíveis: A FONTE DA ORDEM e A ORDEM DA MODERNIDADE


A FONTE DA ORDEM


O duelo entre liberais e conservadores está na agenda porque duas visões da história e da filosofia política aqui se enfrentam para representar a verdade da alma


O magnífico artigo de Olavo de Carvalho (Liberdade e ordem), publicado originalmente no jornal Diário do Comércio, de São Paulo, colocou questões substantivas para debate. Um olhar na história da filosofia política no Ocidente nos últimos cinco séculos vai mostrar que algo de muito errado na esfera política andou acontecendo. Não apenas pelas múltiplas rebeliões e morticínios, mas sobretudo pelo duelo de idéias que ocorreu e continua a ocorrer. Novas idéias erradas substituíram as antigas idéias certas. Desde a Revolução Francesa podemos dizer que as forças da ordem, o Estado, tornaram-se o inimigo de morte de seus próprios cidadãos, pois o Estado foi tomado por uma elite jacobina empenhada em modelar com seus preconceitos a alma humana. O Estado-predador, o grande Leviatã, o devorador de homens teve no século XX um apogeu, que poderá ser superado no século em curso se a humanidade não construir defesas contra sua capacidade de destruição.

O duelo entre liberais e conservadores está na agenda porque duas visões da história e da filosofia política aqui se enfrentam para representar a verdade da alma. Onde estará a verdade? Olavo bem apontou uma das fragilidades teóricas exponenciais dos liberais, que elegeram, desde Hobbes, a liberdade como princípio. Com Locke será eleita a propriedade. O que se viu é que as boas intenções dos liberais naufragaram no decurso histórico. O século XX foi o coveiro do liberalismo clássico não apenas no âmbito da condução dos negócios do Estado, mas também no plano teórico. As idéias de Locke hoje não passam de reminiscências nas cabeças de uns pouco intelectuais que estão situados bem longe do poder, sem chance de voltar a exercê-lo. Mesmo a liberdade econômica é hoje bandeira de economistas influentes que têm emBentham seu inspirador, e não em Locke, como é exemplo a Escola de Chicago e seu consequencialismoético.

A fraqueza teórica dos liberais, mostrada pelo artigo do Olavo, é a causa do seu fracasso histórico na política. Devo dizer que lamento esse fracasso, porque há muito de verdade na filosofia política liberal, especialmente no que concerne à condução das questões econômicas e no cultivo da liberdade como valor em si. São duas descobertas que engrandeceram o viver humano.

Mas o ponto central está em como é constituída a ordem, o fator cronológico e lógico que precede a criação do campo da liberdade política. Olavo escreveu que 
“...essa liberdade é apenas a margem de manobra deixada ao cidadão dentro da rede de relações determinada por uma ordem jurídica estabelecida. O princípio aí fundante é, pois, o de ‘ordem’, não o de “liberdade”. Isso basta para demonstrar que a ‘liberdade’ não é jamais um princípio, mas apenas a decorrência mais ou menos acidental da aplicação de um princípio totalmente diverso”.

Essa lição é a mesma que nos deu Michel Villey no seu grande livro FORMAÇÃO DO PENSAMENTO JURÍDICO MODERNO: “Mas o que é o direito, senão, sobretudo, o pensamento vivo de uma elite organizadora sobre o que deve constituir a ordem?”A questão nos remete diretamente ao problema do direito e do direito natural. Não sem razão Leo Strauss escreveu a obra-prima DIREITO NATURAL E HISTÓRIA exatamente para mostrar o erro teórico liberal desde o nascedouro, desde as primeiras linhas da obra de Hobbes. Para ele, o único antídoto contra os males do totalitarismo é o retorno ao direito natural clássico. A ordem fundante teria que vir de pessoas munidas dos princípios de Platão e de Aristóteles, precisamente por sua superioridade teórica e sua consonância com a verdade da alma.

E quais são esses princípios? Quais as fontes da ordem? A lei natural, acessível ao homem pela verdade revelada e pelo esforço filosófico. Voegelin, ele mesmo autor de uma obra que investigou precisamente esse ponto (ORDEM E HISTÓRIA), escreveu no livro A NOVA CIÊNCIA DA POLÍTICA:

A abertura da alma foi um acontecimento crucial na história da humanidade porque, com a diferenciação da alma como o sensorium da transcendência, tornaram-se visíveis os padrões críticos e teóricos para a interpretação da existência humana na sociedade, bem como a fonte de sua autoridade. Quando a alma se abriu para a realidade transcendente, encontrou uma fonte de ordem superior à da ordem estabelecida da sociedade, assim como uma verdade em oposição crítica à verdade que a sociedade atingira através do simbolismo de sua própria auto-interpretação. Além do mais, a idéia de um Deus universal como medida da alma aberta teve, como corolário lógico, a idéia de uma comunidade universal da humanidade, além da sociedade civil, através da participação de todos os homens namedida comum, entendida quer como o nous aristotélico, quer como o logos estóico ou cristão. O impacto de tais descobertas pode muito bem toldar o fato de que a nova clareza com respeito à estrutura da realidade não alterava essa estrutura”.

Os três autores citados tinham os olhos voltados para as devastadoras experiências totalitárias da primeira metade do século XX. Sabiam que elas podem se repetir, com virulência ainda mais espetacular, em face dos meios de morte à disposição dos Estados. Se uma elite capaz de construir uma ordem justa e segura não estiver no comando dos botões do apocalipse a coisa pode engrossar. Estamos vendo o desenrolar da crise econômica mundial, o esforço do Irã para ter artefatos atômicos, a emergência da China como potência global, ela mesma formada por uma pseudo elite jacobina, completamente hermética à verdade da alma. Se os melhores não estiverem no poder, certamente lá estarão os piores, fato do qual nosso país hoje pode dar um exemplo antológico ao mundo.

A discussão proposta pelo Olavo de Carvalho de forma nenhuma pode ser desconsiderada, assim como a lição nela contida. É desse duelo teórico que depende a continuidade da civilização
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A ORDEM DA MODERNIDADE


Faça um teste, caro leitor: pergunte a todos os seus amigos que fizeram curso superior se leram Bobbio. Digo-lhe: dez em cada dez tiveram que ler e absorver o italiano.

No artigo anterior (A fonte da ordem) foi comentado o relevante problema da filosofia política sobre a origem da ordem, a partir da proposição de Olavo de Carvalho. Investigar esse tema leva inevitavelmente à investigação dos elementos que constituem os tijolos que formam o edifício jurídico-político dos Estados atuais e das diferentes correntes que competem para ter o poder de implantar sua visão de mundo, ou seja, conquistar o poder de Estado.

Desde meados do século XIX que se vê o paulatino triunfo das idéias coletivistas e as sucessivas derrotas do liberaismo clássico. Primeiro o triunfo totalitário em boa parte do território mundial. Depois o triunfo do Estado de bem-estar social, esse comunismo com outro nome. Agora o ataque final com os direitos humanos, via ONU, em busca da ditadura mundial. O liberalismo clássico morreu.

Uma das linhas de investigação muito promissoras para mostrar porque o liberalismo clássico foi suplantadoestá na discussão dos assim chamados direitos humanos e sua relação com os direitos naturaisjusnaturalistas. Tenho escrito bastante sobre o tema porque ele me parece o fio condutor que nos leva a sair do labirinto enevoado do embaralhamento teórico,

Os direitos naturais propostos por Hobbes (assim chamados de primeira geração) têm a mesma base teórica em que Rousseau e demais autores que abraçaram historicismo (sobretudo as correntes marxistas) trabalharam. Portanto, os direitos humanos e os direitos naturais são uma única mesma coisa, desde a semente teórica original. No livro A ERA DOS DIREITOS, de Norberto Bobbio, vários ensaios do autor demonstram sem dificuldade. Bobbio sublinha aquilo que Hobbes sublinhou: “Pelo menos desde o início da era moderna, através da difusão das doutrinas jusnaturalistas, primeiro, e da Declaração dos Direitos do Homem, incluídas nas constituições dos Estados liberais, depois, o problema acompanha o nascimento, o desenvolvimento, a afirmação, numa parte cada vez mais ampla do mundo, do Estado de Direito. Mas é também verdade que somente depois da Segunda Guerra Mundial é que esse problema passou da esfera nacional para a internacional, envolvendo ─ pela primeira vez na história ─ todos os povos”.

Bobbio
 foi preciso. O encanto do seu livro de ensaios é que ele escreve como propagandista erudito da causa e não tem qualquer preocupação em ocultar os fatos. Sente-se seguro de ser um autor consonante o vento dos tempos históricos e políticos.
Sabe-se perfeitamente bem como agente da revolução gramscianaem curso, em escala mundial. Sua obra terá sido a mais importante a moldar o mundo na segunda metade do século XX, especialmente no superlativo aspecto das instituições e dos marcos jurídicos. A metástase dos direitos humanos deve muito ao seu empenho.

Faça um teste, caro leitor: pergunte a todos os seus amigos que fizeram curso superior se leram Bobbio. Digo-lhe: dez em cada dez tiveram que ler e absorver o italiano.

Bobbio
 não tem dúvida em escrever: “O problema grave do nosso tempo, com relação aos direitos do homem, não é mais de fundamentá-los, mas sim, de protegê-los... Com efeito, o problema que temos diante de nós não é filosófico, mas sim, jurídico e, num sentido mais amplo, político. Não se trata de saber quais e quantos são esses direitos, qual é sua natureza e seu fundamento, se são direitos naturais ou históricos, absolutos ou relativos, mas sim qual é o modo mais seguro de garanti-los, para impedir que, apesar das solenes declarações, ele sejam continuamente violados”.
Aqui está a base teórica do famigerado Plano Nacional de Direitos Humanos.

O que quero enfatizar é a derrota teórica e política do liberalismo clássico. Claro, algo do seu núcleo científico permaneceu, especialmente no que se refere a algumas visões da economia, depois que ficou evidente que o planejamento socialista é uma quimera impraticável. Como entre um liberal e um socialista não há, a rigor, diferenciação filosófica, pois ambos partem do jusnaturalismo e da destruição maquinada da filosofia aristotélica, do direito natural clássico, vai triunfar entre os dois precisamente aquele que não tem qualquer restrição moral de cativar as multidões, atendendo seus apetites. Esse é segredo de Polichinelo a explicar a rebelião das massas.

Os liberais clássicos sempre apelam para a razão no seu discurso; os socialistas apelam sempre para o coração, o coitadismo. O liberal clássico afirma a superioridade do mercado para atender as demandas coletivas e a felicidade geral, ainda tem respeito pela realidade objetiva da lei da escassez. O socialista dirá que os problemas do mundo resultam da falta de vontade política para moldar o mundo à perfeição, a fim de atender o apetite das massas. O igualitarismo é o seu mantra. Mas a igualdade é a palavra mágica dos liberais desde a origem, contra a idéia da hierarquia natural que vem dos clássicos.
Noberto Bobbio vai direto ao ponto: “No plano histórico, sustento que a afirmação dos direitos do homem deriva de uma radical inversão de perspectiva, característica do Estado moderno, na representação da relação política, ou seja, na relação Estado/cidadão ou soberano/súditos: relação que é encarada, cada vez mais, do ponto de vista dos direitos do cidadão não mais súditos, e não do ponto de vista dos direitos do soberano, em correspondência com a visão individualista da sociedade, segundo a qual, para compreender a sociedade, é preciso partir de baixo, dos indivíduos que a compõem, em oposição à composição orgânica tradicional, segundo a qual a sociedade como um todo vem antes dos indivíduos... Essa inversão é estritamente ligada à afirmação do que chamei modelo jusnaturalista, contraposto ao seu eterno adversário, que sempre renasce e jamais foi definitivamente derrotado, o modelo aristotélico”.

Para Bobbio, liberalismo e socialismo se opõem ao aristotelismo e comungam das mesmas raízes filosóficas. É essa a visão de Leo Strauss e de Eric Voegelin também. Mas os liberais atuais detestam esse parentesco com os socialistas. Deveriam estudar a história das idéias filosóficas, sobretudo a formação da modernidade, para compreender esses elos.

Os liberais, como Popper, chegam ao cúmulo da auto-enganação, ao associar o direito natural clássico com o totalitarismo, quando a realidade é precisamente o contrário: o totalitarismo deriva diretamente dohistoricismo fundado por Hobbes, apoiado em Epicuro, como bem o demonstrou Leo Strauss.

A ordem política e jurídica na modernidade abandonou sua fonte transcendente e mergulhou fundo na Segunda Realidade, da qual a obra de Cervantes fez a crônica inigualável. A ordem que persistiu desde então é a ordem criada pelo que Bruno Tolentino chamou de “o mundo como Idéia”. A ordem passou a usar a máxima de Protágoras: o homem é a medida de todas as coisas, o homem vitruviano que impera em toda parte, seu símbolo (o pentagrama) está visível em cada esquina. Deu no que deu, um outro mundo possívelfoi criado. Essa é toda a tragédia da modernidade. Já se vão 400 anos de sonambulismo em ciência política.

Wake up Call - documentário imperdível

Carta das FARC para o FORO DE SÃO PAULO em 2007: "Olha, desta vez não poderemos estar presentes, não vai dar para irmos lá..."

As FARC participam do FORO DE SÃO PAULO. Eles tinham um site, fecharam. Mas peguei este e outros documentos. Depois abriram outro site. Fecharam também.

O que vocês vão ler é a troca de beijinhos entre FARC e FORO DE SÃO PAULO. Algumas partes eu mesmo tentei traduzir, deve estar um bela porcaria pois sei pouco de espanhol.

Mostre para seus amigos. É uma infinita troca de amabilidades, o pessoal NARCOTRAFICANETE TERRORISTA SEQUESTRADOR (leia-se FARC) só fica um pouco chateado quando reclamam de alguns "cumpanhêru" que não querem eles mais lá por usarem armas. Então, percebam que a bronca não são os assassinatos, não é o narco-tráfico, não são os sequestros e assassinatos que deixam os mais cagões chateados. É por que as FARC gostam de brincar de mocinho e bandido com armas de verdade. E não é que estes mais cagões nunca quiseram as FARC. As FARC começam a carta dizendo que não poderiam ESTAR NESTE ENCONTRO DO FORO DE SÃO PAULO.

Que candura, que amor pela humanidade a ESQUERDOPATIA tem, não é mesmo? Que se dane se as crianças estão fumando crack e/ou cheirando cocaína das FARC. Que se dane os sequestrados e suas famílias. Que se dane se as FARC matam pessoas comuns com seus atentados. O problema está nas armas. Daí percebe-se o grau de sociopatia desta gente. Digo, desta gente do FORO DE SÃO PAULO.

Ah sim, as FARC dizem o que hoje o PT diz abertamente: FOI O PT QUEM CRIOU O FORO DE SÃO PAULO.

Portanto, o PT deveria ser EXTINTO. No Brasil, a Constituição diz que partidos políticos não podem estar aliados a entidades fora-da-lei.

OS CRIMES DO PT SÃO MUITO, MAS MUITO MAIORES DO QUE ROUBO DE DINHEIRO PÚBLICO.

Leiam vocês mesmos:




       http://www.farcep.org/?node=2,2513,1 (site fora do ar como mencionado)

16 de Enero de 2007


    Saludo (???) Mesa directiva del Foro de Sao Paulo

Compañeros (???)

Mesa directiva del Foro de Sao Paulo.

San Salvador, El Salvador.



Compañeros y compañeras (???) delegados y delegadas al XIII Foro, reciban nuestro cariñoso y bolivariano saludo, muchos éxitos en sus deliberaciones.

Al no podernos hacer presentes en tan importante evento entregamos a ustedes este documento con nuestros puntos de vista, y agradecemos de antemano el tenerlo en cuenta en las deliberaciones.

TRADUÇÃO:

      Por não podermos ESTAR PRESENTES a este evento tão importante, entregamo-lhes este documento com nossos pontos de vista, e agradecemos de antemão ao tê-los em conta em suas deliberações.


Queridos compañeros.

En 1990 ya se veía venir abajo el campo socialista, todas sus estructuras flaqueaban como castillo de naipes, los enemigos del socialismo festejaban a más no poder, se acuñaron teorías como la del fin de la historia, muchos revolucionarios en el mundo observaban atónitos y sin conocer lo que había fallado para que ocurriera semejante catástrofe.

La utopía se esfumaba, la desesperanza se apodero de muchísimos dirigentes que habían dedicado toda su vida a la lucha por conquistar un mundo mejor, idealizándolo con el modelo de socialismo desarrollado de la Unión Soviética. Al derrumbarse ese modelo, para muchos se acabó la motivación de lucha y sólo quedamos unos pocos soñadores que nos mantuvimos y nos seguimos manteniendo en la teoría, en la política y en la realidad de nuevas expresiones de socialismo, lo que ha potenciado la decisión de lucha y ha acelerado el crecimiento y fortalecimiento de ese contingente de soñadores que ve en esa lucha por un mundo mejor, algo realmente posible.

En Asia: China, Vietnam y Corea del Norte, ondeaban sus banderas socialistas sin darle cabida al derrotismo y sin escuchar los cantos de sirena para que abandonaran el sistema que se le oponía al capitalismo.

En América: Cuba quedó sola, navegando en la crisis más profunda que le haya tocado vivir a país alguno, con su comercio que alcanzo niveles de caída que no pocos creyeron imposible de revertir dado el brusco cambio en las fuetes y condiciones de su comercio exterior. El imperialismo creyó equivocadamente que había llegado el momento de acabar con el socialismo en América, aumento su agresión con el bloqueo económico, comercial y financiero, sin importarle la vida de millones de niños y ancianos que sufrirían las consecuencias de tan demencial maniobra.

Es en ese preciso momento que el PT lanza la formidable propuesta de crear el Foro de Sao Paulo, trinchera donde nos pudiéramos encontrar los revolucionarios de diferentes tendencias, de diferentes manifestaciones de lucha y de partidos en el gobierno, concretamente el caso cubano. Esa iniciativa, que encontró rápida acogida, fue una tabla de salvación y una esperanza de que todo no estaba perdido.

TRADUÇÃO:

Neste preciso momento que o PT lança a formidável proposta de criar o FORO DE SÃO PAULO, trincheira onde NÓS poderíamos encontrar  revolucionários de diferentes tendências, de diferentes manifestações de luta e DE PARTIDOS NO GOVERNO, concretamente o caso cubano. Esta iniciativa, que encontrou rápida acolhida, foi uma tábua de salvação e uma esperanza de que nem tudo estava perdido.

 Cuanta razón había, han trascurrido 16 años y el panorama político es hoy totalmente diferente. El otrora imperialismo arrogante y prepotente esta sumido en una profunda crisis que nadie sabe cuando ni como terminará. Las brutales e ilegitimas agresiones contra los pueblos de Afganistán, Irak y Líbano han recibido respuestas inesperadas y cada día sumen en el desconcierto al gobierno norteamericano y sus aliados, que han tenido que cargar con el peso político y social que significan miles de muertos y heridos, así como de una previsible derrota. Duras realidades como el déficit fiscal, el déficit en la balanza comercial, la caída de los halcones: Ruffell, Boltón y Negroponte y la creciente actitud critica del pueblo norteamericano, agudiza aún más la crisis de quienes soñaron y aún sueñan con el poder mundial, creyendo muertas y enterradas las fuerzas que se les pudiesen oponer.

        En América Latina, no hacemos más que reseñar, pues todos conocemos los procesos: Cuba, Venezuela, Bolivia, Nicaragua, Ecuador, Brasil, Uruguay y Argentina, en total ocho países, se orientan por el desarrollo de modelos de gobierno y de sistemas diferentes al tradicional impuesto por el imperialismo yanqui. Los pueblos han optado por el cambio, nada los ha detenido, la amenaza, el chantaje, la compra de votos, los fraudes millonarios, no han sido suficientes para hacer cambiar la opinión de millones que han buscado y siguen buscando una nueva alternativa.


Es en el marco de este escenario político que se ha desarrollado y se sigue desarrollando el Foro de Sao Paulo. De un partido en el gobierno que inicialmente hacía parte del Foro, el Partido Comunista Cubano, hoy son ocho las fuerzas gobernantes que, además de ser fuerzas en el gobierno, fueron fundadoras de éste importante movimiento. Así las cosas, cualquiera pensaría que el haber avanzado en luchados y esperados objetivos, haría del Foro de Sao Paulo un impulsador de la integración de América Latina, en un ariete de las luchas sociales, en un ente solidario con la lucha de los pueblos, en una fuerza capaz de buscar y proponer soluciones políticas a conflictos internos que se presentan como consecuencia de la inequidad, la injusticia y la antidemocracia.

Pero no es así, hay quienes piensan que el haber llegado al gobierno los separa del Foro. Según tal y muy respetable forma de pensar, una cosa es ser oposición y otra ser gobierno, en razón a tener que desarrollar, en algunos casos, políticas que el Foro no comparte, como la política neoliberal. Piensan que la nueva condición los inhibe de participar y quieren un Foro menos dinámico, que no se haga sentir, que no sea propositivo, que no sea luchador por objetivos que fueron y siguen siendo validos. Ante tal situación, otros piensan que se debe acabar el Foro, que lo mejor es darle entierro de tercera y crear un nuevo movimiento.

En las FARC creemos que no son correctas las dos apreciaciones anteriores y, por el contrario, pensamos que los partidos que se encuentran en el Foro y que hacen parte de los gobiernos, tienen el espacio, el justo derecho y la necesidad de plantear en sus países el fortalecimiento del movimiento tal como fue creado: sin exclusiones, sin imposiciones y sin dogmatismos.

TRADUÇÃO:

Nas FARC acreditamos que não estão corretas as apreciações anteriores e, pelo contrário, pensamos que os partidos que se encontram no FORO E QUE FAZEM PARTE DO GOVERNO têm o espaço, o direito e a necessidade de pleitear em seus países o fortalecimento do movimento TAL COMO FOI CRIADO: SEM EXCLUSÕES, SEM IMPOSIÇÕES E SEM DOGMATISMOS.

         Creemos así mismo que se debe buscar el que, esta organización sea más funcional, sea un ente catalizador de las opiniones de los pueblos que siempre están adelante de sus gobernantes, porque son los que sienten como se está ejerciendo el gobierno, si es justo, si es pulcro, si es humano, si ha cumplido con lo que le ha prometido. Tenerle miedo a la crítica que pueda hacer una organización como el Foro de Sao Paulo, es negar su misma esencia como gobierno democrático, amplio y pluralista.

Pensar en crear otra organización echando por la borda 16 años de experiencias, de credibilidad, es despilfarrar la oportunidad de convertir el Foro en un ente coordinar de diferentes partidos, movimientos y organizaciones políticas que respetando las diferencias nos ratificamos en la lucha contra el imperialismo, el neoliberalismo, la solidaridad y la integración de América Latina.

Hacemos un reconocimiento a los compañeros (???) del Grupo de Trabajo por la iniciativa de ayudar en la solución política al conflicto social, político y armado que vive Colombia desde hace 60 años, la declaración de Bogotá es sin duda un documento muy importante que, con el derecho que nos asiste, pedimos sea difundido entre los asistentes al Foro.

En Colombia hay una intervención directa del Imperialismo Yanqui, en la actualidad hay 1.400 oficiales del ejército estadounidense, dirigiendo las operaciones del Plan Colombia, el Plan Patriota y el Plan Victoria. Los Estados Unidos, están instigando y financiando la guerra con el pretexto del narcotráfico y para ello diariamente se están gastando 17.5 millones de dólares para perseguir y liquidar a los luchadores sociales, revolucionarios y bolivarianos. Las fumigaciones están acabando con la flora y la fauna de la amazonía, son miles de toneladas de Glifosato y Paraqua, igual que los experimentos con el Fusariun Oxiporun. Que destruye la mata de coca pero igual acaba toda la flora que haya en el lugar, como son las cuencas hidrográficas, sus cepas se embarcan causándole inmensa pérdida al sistema ecológico.

Creemos oportuno manifestar nuestra inquietud y desagrado por la posición de algunos compañeros que, en forma y bajo responsabilidad personal, públicamente dicen que las FARC no pueden participar en el Foro, por ser una organización alzada en armas. La lucha armada no se ha creado por decreto y tampoco se acaba por decisión similar, es la expresión de un pueblo que ha sufrido la devastación de su población en más de un millón de personas que en estos 60 años han sido asesinadas, es la expresión de los miles de militantes que fueron asesinados del Partido Comunista y de la Unión Patriótica, es la expresión de miles de sindicalistas que han sido asesinados en estos últimos años. A los compañeros que piensan que no podemos participar, fraternalmente los invitamos a que nos acompañen, no en el accionar militar al que las circunstancias nos han obligado, pues sabemos que no la comparten y respetamos sus puntos de vista, los invitamos a participar de la búsqueda de la solución política y para ello los hacemos partícipes de la Plataforma para un gobierno de Reconstrucción y Reconciliación Nacional, aprobada por nuestra 8ª Conferencia realizada en 1993. Con esta Plataforma de 12 Puntos hemos invitado reiteradamente a todos los sectores sociales, económicos y políticos de nuestro país, para que nos sentemos y entre todos construyamos la Nueva Colombia. Al Foro, en su conjunto, lo invitamos a que prosiga en sus importantes pronunciamientos y accionar por la solución política al conflicto social y armado en Colombia, paso importante para alcanzar la paz con justicia social por la que ha luchado y seguirá luchando nuestro pueblo, a la vez que paso necesario para impedir que este conflicto pueda ser utilizado para que el imperialismo intente acciones desestabilizadoras en la región.

Seguimos invitando a todos los partidos políticos, organizaciones sociales, de estudiantes, obreros, intelectuales, campesinos, indígenas y a todo el que este en contra de la injusticia, a buscar una solución política. Invitamos a que nos acompañen en la lucha por el Intercambio Humanitario, con lo que estaremos abriendo las puertas para que centenares de colombianos y colombianas regresen a sus hogares a compartir con sus seres queridos.



Comisión Internacional
Fuerzas Armada Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo, FARC-EP

Montañas de Colombia, enero 7 de 2007”.

Educando mal os jovens: Salvando as crianças de seus pais

Fonte: NEO-ATEÍSMO, UM DELÍRIO




Retirado do livro “A Verdade sobre o Cristianismo” (2007), de Dinesh D’Souza

Parece que os ateus não se contentam em cometer suicídio cultural – querem levar seus filhos com eles. A estratégia ateísta pode ser descrita desta forma: os religiosos geram seus filhos e nós os ensinamos a desprezar as crenças de seus pais. Assim, a secularização da mente de nossos jovens não é, como muitos pensam, a conseqüencia inevitável de um processo de aprendizado e amadurecimento. Pelo contrário, é, em grande parte, orquestrada por professores e mestres para promover idéias anti-religiosas.

Considere um exemplo oportuno dessa estratégia. Nos últimos anos, algumas famílias e conselhos escolares pediram que as escolas públicas ensinassem opções alternativas à evolução darwiniana. Esses esforços desencadearam um grande protesto por parte da comunidade científica e de não-cristãos. Defensores da teoria da evolução acusam os desagradáveis pais e conselhos escolares de retardarem a aquisição de conhecimento científico em nome da religião. O Economist expressou em seu editorial que “o darwinismo tem inimigos principalmente porque não é compatível com uma interpretação literal do livro do Gênesis”.

Isso é possível, mas o darwinismo não tem amigos e defensores, sobretudo, pela mesma razão? Considere a alternativa: os darwinistas estão simplesmente defendendo a ciência. Mas pesquisas mostram que a grande maioria de jovens nos Estados Unidos, hoje, não tem conhecimento científicos, desconhece todos os aspectos da ciência. Quantos jovens que concluíram o ensino secundário poderiam dizer qual é o significado da famosa equação de Einstein? Muitos jovens não fazem idéia do que é fotossíntese nem do que trata a lei de Boyle. Então, por que não existe um movimento político para lutar pelo ensino da fotossíntese? Por que a União Americana de Liberdades Civis (ACLU, sigla em inglês) não está movendo ações em favor da lei de Boyle?

A resposta é clara. Para os defensores do darwinismo, não menos do que para seus críticos, a religião é o problema. Assim como alguns se opõem à teoria da evolução porque acreditam que seja antireligiosa, muitos outros a apóiam pela mesma razão. É por isso que temos o darwinismo, mas não o keplerismo; encontramos darwinistas, mas ninguém se descreve como um einsteiniano. O darwinismo tornou-se uma ideologia.

O movimento bem organizado para promover o darwinismo e excluir alternativas faz parte de um projeto educacional maior em escolas públicas de hoje. Deixarei que os defensores desse projeto o descrevam com suas próprias palavras. “A fé é um dos maiores males do mundo, comparável ao vírus da varíola, mas muito mais difícil de erradicar”, escreve Richard Dawkins. “A religião é capaz de levar as pessoas a uma loucura tão perigosa que, para mim, a fé se assemelha mais a uma espécie de doença mental”. Embora reconheça que muitos acreditam que Deus fala ou responde às orações, Dawkins argumenta que “muitos pacientes de manicômio tem uma fé interior inabalável de que são o próprio Napoleão [...] mas isso não é razão para que o restante de nós acredite neles”.

O colunista Christopher Hitchens, um darwinista entusiástico, escreve: “como vamos saber quantas crianças tiveram sua vida psicológica e fisica irreparavelmente mutilada pela inculcação compulsória da fé?” A religião, ele declara, sempre “espera treinar a mente ainda em formação e indefesa do jovem”. Melancólico, conclui: “Se a instrução religiosa não fosse permitida até a criança chegar à idade da razão, estaríamos vivendo em um mundo muito diferente”.

Se a religião é tão ruim, o que deveria ser feito a seu respeito? A resposta é que deveria ser erradicada. De acordo com Sam Harris, acreditar no Cristianismo é como acreditar na escravidão. “Eu seria o primeiro a admitir que as perspectivas para erradicar a religião em nossa época não parecem boas. Todavia, o mesmo poderia ser dito sobre os esforços para abolir a escravidão no final do século 18″.

Mas como a religião deveria ser eliminada? Nossos educadores ateus têm uma resposta breve: pelo poder da ciência. “Eu, pessoalmente, sinto que o ensino da ciência moderna é corrosivo para a crença religiosa, e sou totalmente a favor disso”, declara o físico Steven Weinberg. Se os cientistas podem destruir a influência da religião sobre os jovens, “então penso que essa pode ser a contribuição mais importante que temos a dar”.

Uma forma pela qual a ciência pode minar a plausibilidade da religião, segundo o biólogo E. O. Wilson, é mostrar que a própria mente é produto da evolução e que a escolha moral livre é uma ilusão. “Se a religião [...] puder ser sistematicamente analisada e explicada como um produto da evolução do cérebro, seu poder como fonte externa de moralidade acabará para sempre”.

Ao abolir todas as verdades transcendentes ou sobrenaturais, a ciência pode se estabelecer como a única fonte de verdade, nosso único acesso à realidade. O objetivo da educação científica, segundo o biólogo Richard Lewontin, “não é fornecer ao público o conhecimento da distância até a estrela mais próxima e do que os genes são feitos”. Pelo contrário, “a questão é fazê-lo rejeitar as explicações irracionais e supersticiosas do mundo, os demônios que existem apenas em sua imaginação, e aceitar um aparato social e intelectual, a ciência, como a única fonte de verdade”.

O que, então, acontece com a religião? O filósofo Daniel Dennett sugere que “nossas tradições religiosas, sem dúvida, deveriam ser preservadas, assim como as línguas, a arte, os trajes, os rituais, os monumentos. Zoológicos agora são vistos mais ou menos como refúgios de segunda classe para espécies ameaçadas de extinção, mas, pelo menos, são refúgios, e o que preservam é insubstituível”.

Como tudo isso pode ser conseguido? A resposta é simples: por meio da doutrinação nas escolas. Richard Dawkins recentemente lançou uma série de DVDs intitulada Growing Up in the Universe [Crescendo no Universo], baseada em suas palestras de Natal para crianças no Instituto Real. As palestras promovem a filosofia de vida secular e naturalista de Dawkins.

Daniel Dennett recomenda que as escolas ensinem religião como um fenômeno puramente natural. Com isso, preconiza que deveria ser ensinada como se fosse falsa. Dennett afirma que a religião é como um esporte ou um câncer, “um fenômeno humano composto de eventos, organismos, objetos, estruturas, padrões”. Ao estudarem a religião baseados na premissa de que não há verdade sobrenatural que lhe seja subjacente, Dennett afirma que os jovens virão a aceitar a religião como uma criação social que não leva a nada além de esperança e aspirações humanas.

Quanto ao ateísmo, Sam Harris argumenta que deveria ser ministrado como uma mera extensão da ciência e da lógica. “O ateísmo não é uma filosofia. Não é nem uma visão do mundo. É simplesmente uma admissão do óbvio [...] O ateísmo nada mais é que barulhos que pessoas racionais fazem quando estão diante de crenças religiosas”.

Eis um exemplo prático de como isso funciona. Em seu famoso programa Cosmos, exibido pelo canal público norte-americano PBS, o astrônomo Carl Sagan desenvolveu o slogan que se tornou sua marca: “O Cosmos é tudo o que existe, ou existiu, ou existirá”. A implicação de Sagan estava clara: o natural é tudo que existe, e simplesmente não há sobrenatural. Isso foi apresentado não como uma afirmação metafísica, mas como a descoberta inquestionável da ciência.

Mas, pelo menos, foi apresentado para adultos, que podiam avaliar os argumentos de Sagan e formar sua opinião. Não demorou muito, e a defesa da doutrina de Sagan surgiu sob a forma de livros infantis. Um deles, The Berenstain Bears’ Nature Guide [Guia da natureza dos ursos Berenstain], mostra os ursos dando um passeio pela floresta. Na página que exibe uma bela cena está estampada em tipos sofisticados a mensagem ideológica: “a natureza é tudo o que EXISTE, ou EXISTIU, ou EXISTIRÁ”.

O efeito de toda essa doutrinação, argumentam os principais defensores do ateísmo, não é que a religião desaparecerá, mas que deixará de ser importante. O escritor Jonathan Rauch chama o processo de “apateísmo”, o que ele define como “um desinteresse por tudo que diga respeito à própria religião, e um desinteresse ainda maior pela religião dos outros”. Rauch argumenta que mesmo muitos que se autodenominam cristãos, hoje, são, na verdade, apateístas. “Não é uma apostasia”, afirma ele. “É um progresso”. Rauch espera testemunhar toda a nossa cultura se transformar nisso.

Se o sobrenatural deixar de se tornar um tema de devoção, o que acontece com o impulso religioso? Alguns educadores argumentam que as crianças deveriam ser ensinadas a ter respeito pela ciência, a qual pode ocupar o lugar da religião como objeto de veneração por excelência. “Deveríamos nos guiar pelo sucesso da fórmula religiosa”, recomendou Carolyn Porco, cientista e pesquisadora do Instituto de CIência Espacial, no Colorado, em uma conferência sobre ciência e religião, em 2006. “Vamos ensinar desde cedo às nossas crianças a história do Universo e sua incrível riqueza e beleza. Ela já é muito mais gloriosa e deslumbrante – e até estimulante – do que qualquer lição apresentada por qualquer escritura ou concepção divina que conheço”.

Sem dúvida, é possível que os pais – principalmente os pais cristãos – queiram se expressar sobre toda essa situação. É por isso que agora os educadores ateus estão levantando a questão sobre se os pais deveriam ter controle sobre o que os filhos aprendem. Dawkins pergunta: “Até onde consideramos as crianças como propriedades de seus pais? Uma coisa é dizer que as pessoas precisam ser livres para acreditar no que desejam, mas devem ser livres para impor suas crenças aos filhos? O que mais precisa ser dito para que a sociedade intervenha? E quanto a criar as crianças para que acreditem em mentiras descaradas? Não é sempre uma forma de abuso infantil classificar as crianças com crenças sobre as quais são pequenas demais para ter refletido?”.

Dennett observa que “algumas crianças são criadas em tal prisão ideológica que voluntariamente se tornam seus próprios carcereiros [...] privando-se de qualquer contato com as idéias libertadores que poderiam muito bem mudar-lhes a mente”. A culpa, ele acrescenta, é dos pais que as educaram. “Os pais não são donos de seus filhos assim como eram os donos de escravos antes, mas são, em vez disso, seus mordomos e guardiões e devem ser cobrados pelos de fora no que se refere ao seu papel de guardiões, o que implica que os de fora têm o direito de interferir”.

O psicólogo Nicholas Humphrey afirmou em palestra recente que, assim como a Anistia Internacional trabalha para libertar presos políticos em todo o mundo, professores e mestres seculares deveriam trabalhar para libertar as crianças da influência nociva da instrução de seus pais religiosos. “Os pais, no que lhes diz respeito, não tem uma licença dada por Deus para aculturar seus filhos em quaisquer caminhos que eles, pessoalmente, tenham escolhido: não têm o direito de limitar os horizontes de conhecimento dos filhos, de criá-los em uma atmosfera de dogma e superstição ou de insistir para que sigam os caminhos retos e limitados da própria fé”.

O filósofo Richard Rorty argumentou que os professores seculares nas universidades devem “preparar as coisas de modo que os alunos que entrarem como fundamentalistas religiosos fanáticos e homofóbicos saiam da faculdade com visões mais parecidas com as nossas”. Rorty observou que os alunos são felizardos por se encontrarem “sob o benevolente herrschaft de pessoas como eu, e ter escapado das garras de seus pais aterradores, viciosos, perigosos”. Afirma ele que os pais que mandam seus filhos para a faculdade deveriam reconhecer que, como professores, “vamos certamente tentar desacreditá-los aos olhos dos filhos, tentar despojar sua comunidade religiosa fundamentalista de dignidade, tentar fazer com que suas visões pareçam estúpidas, em vez de dignas de debate”.

É assim que muitos professores seculares tratam as crenças tradicionais dos alunos. A estratégia não é argumentar com visões religiosas ou provar que estão erradas. Pelo contrário, é sujeitá-las a tal desprezo a ponto de elas serem empurradas para fora dos limites de uma discussão aceitável. Essa estratégia é eficaz porque os jovens que vão para boas faculdades estão extremamente ansiosos por aprender o que significa ser um homem formado em Harvard ou uma mulher formada por Stanford. Assim, seus professores podem facilmente levá-los a pensar de determinado modo simplesmente apresentando os novos pontos de vista como arrojados e iluminados. De igual modo, os professores podem pressionar os alunos a abandonar o que os pais lhe ensinaram apenas rotulando aquelas posições de simplistas e rudimentares.

Uma segunda estratégia bastante usada para promover o ateísmo no campus utiliza o veículo da sexualidade adolescente. “Contra o poder da religião”, um defensor do agnosticismo me respondeu, “empregamos um poder igual, se não maior – o poder dos hormônios”. O ateísmo é promovido como um meio para que os jovens se libertem do constrangimento moral e sejam indulgentes com seus desejos. A religião, nessa estrutura, é descrita como uma forma de repressão sexual.

A história que conta como os jovens passam de uma infância de inocência e devoção religiosa para uma adolescência questionadora, sexualmente liberada e, por fim, cínica agora é a história de muitas famílias na cultura ocidental. Embora em geral seja representada como uma forma de iluminação ou liberação, trata-se igualmente de um ataque de motivação ideológica contra a religião e a moralidade tradicionais, que são excluídas das considerações ou tratadas com presunçoso desdém. O biólogo Kenneth Miller, que testemunhou a favor da evolução em julgamentos, admite que “uma presunção do ateísmo ou do agnosticismo é universal na vida acadêmica [...] As convenções da vida acadêmica, quase universalmente, giram em torno da suposição de que a crença religiosa é algo que as pessoas abandonam à medida que se tornam mais cultas”.

As crianças passam boa parte de seu cotidiano na escola. Os pais investem suas economias em educação acadêmica para confiar sua prole a profissionais que têm a obrigação de educá-la. Não é impressionante que os educadores tenham descoberto uma forma de transformar os pais em instrumentos de sua própria ruína? Não é impressionante que tenham convencido mães e pais cristãos a financiar a destruição de suas próprias crenças e valores? Quem disse que os ateus não eram espertos?

O ADMIRÁVEL NOVO MUNDO

Fonte: TERNUMA - BSB



O ADMIRÁVEL NOVO MUNDO
No passado, a TERRORISTA Estela e “abnegados” malfeitores, agrupados em centenas de organizações terroristas e subversivas decidiram que o COMUNISMO era o melhor para esta inculta terra, e intentaram a tomada do poder. Para isso, aterrorizaram, assaltaram e mataram impunes.

Decorridos mais de 40 anos, ela e seus “cumpanheiros” concluíram que éramos um bando de amebas dominadas. Contudo, aleluia, graças à firme e forte mão do petismo - sindical, aos poucos se desfaz a treva que cobria a sociedade brasileira.

A ignara turba vagava perdida a “deus dará”, até que um dia, a metamorfose ambulante, como um tosco messias, abriu com uma cajadada milagrosa a nossa entorpecida mente e, além da razão, nos brindou com a angelical e simpática Dilma, a PROMETIDA. E a TERRORISTA, ungida pelo SENHOR, nos promete um mundo novo, a “Grande Transformação”, disse, chutando a humildade.

De acordo com os nossos “libertadores”, vivíamos na mais tenebrosa ignorância. E o pior, sem liberdade. Nossa sociedade, segundo os seus cânones era “sem eira nem beira” (não afundava porque M... bóia). Não podíamos ir quanto mais vir. No novo mundo, ao contrário do passado, haverá liberdade de expressão (de medo, de nojo, de raiva, de tristeza?).

Mourejávamos numa falsa democracia, mas graças à firme condução dos nossos mentores, conheceremos uma nova, muito melhor, e com ela um mundo cor – de – rosa. O moralismo tacanho será banido.

Será a extinção de combalidas heranças. Adeus à antiquada propriedade privada, adeus dicotomias sociais, adeus candeeiro, adeus pobreza, adeus ímpios símbolos religiosos, adeus fetos, adeus passado criminoso da ditadura militar, adeus carcomida imprensa, adeus espoliação de índios e negros, adeus morosas ações judiciais, alvíssaras às comunidades que farão o seu papel e alvíssaras ao PNDH - 3 etc.

Homossexuais e lésbicas andarão aos beijos e abraços em plena luz do dia, sem o menor temor, pois antes amavam - se e procriavam às escondidas. A parada gay, um dos mais populares eventos da nova democratura, contará, para a glória de seus assumidos, com bandas militares, e seus trêfegos grupelhos serão entremeados por garbosos soldados, sublinhando o salutar conúbio entre eles e os alegres praticantes do 2º, 3º e do 4º sexo. Mais uma máscula vitória contra o preconceito.

A SACROSSANTA confessa que “amadureci, amadurecemos”, na experiência e no estudo (aprendeu a enriquecer o seu currículo). Ficamos mais abertos, mais permissivos, com menos valores, com menos moral, defeitos que embotam o espírito do cidadão obediente ao Estado. Entretanto, muito mais canalhas.

Ricos e pobres, proprietários e sem - terras saltitarão de mãos dadas. Por decreto, todos são iguais perante o governo, ou quase, os ricos menos iguais, sendo altíssimo demérito possuir bens, sejam moveis ou imóveis. Uma sociedade como a preconizada pela SANTA deve repartir riquezas e terras, com parcimônia, entre os seus acólitos.

Finalmente, a sonhada distribuição de renda. No Diário Oficial, cada família com renda mensal superior a três mil reais, receberá como encargo doar 1/3 para uma família necessitada. No DO constarão os dados e endereço dos beneficiados. A fiscalização será rigorosa.

Os índios ocuparão seu espaço na sociedade. Não sabemos se inclusos na sociedade moderna ou internados nas selvas onde vivenciarão toda a sua saudosa vida natural, e sobreviverão no período da pedra lascada, como os seus ancestrais. Não importa, a segunda será a glória almejada por embevecidos antropólogos e indigenistas, saber que eles perambularão de tanga e ignorantes, por suas imensas áreas indígenas e reservas florestais.

Enterraremos a injustiça social”. Os brancos, em represália às décadas de desmandos contra os negros e outras minorias, receberão ínfimas cotas, nas escolas, nas faculdades, nos empregos públicos, uma vez que é chegada à hora do acerto, um dever de justiça a ser imposto à risca pelo novo desgoverno. Os olhos azuis, conforme ELE, “são os culpados”, por isso suas cotas serão bem menores. 

Aos quilombolas, influente grupo social que vive com um pé no século XXII, caberá pelo menos a metade do território nacional, pelo muito que fizeram e têm feito pela Nação. É mais uma velha dívida resgatada.

Privilegiaremos o nordeste...”, com prejuízo do sul e do sudeste, que sempre viveram no “bem bom”. Assim, aqueles quistos de progresso da opressiva democracia de antanho irão se arrepender de terem progredido mais do que as demais regiões.

No campo externo, seguiremos a política soberana de apoiar os regimes ditatoriais, desde que perturbem a paciência de nossos figadais inimigos, os EUA. Aprendemos, ainda, que outras nações alienígenas estavam de olho na nossa “boutique”, doravante, não. Estaremos de olhos abertos.

Por derradeiro, a sua mensagem final, “não pergunte o que você poderá fazer pelo Estado, mas o que o Estado poderá fazer COM você”.

A “UNGIDA” enunciou outros programas e projetos para a “Grande Transformação” (você em pó de M...), em todos, você é parte primordial, ela precisa da sua conivência, para isso, e muito mais.

Bom proveito, camaradas ou “cumpanheiros”, como queiram.


Brasília, DF, 23 de fevereiro de 2010

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Olavo de Carvalho fala das comparações entre cristianismo e comunismo

Fonte: NEO-ATEÍSMO - UM DELÍRIO





Não deixa de ser curioso que o tal do marxismo, até pelas próprias influências originais de Marx (incluindo Epicuro), tenha se tornado uma escola de mitômanos.
Basicamente, um filósofo marxista, e principalmente um líder marxista, ganha a vida mentindo, e se orgulha disso.

Uma mania européia, que também ocorre no Brasil (via turma do Boff e a Teologia da Libertação), se baseia numa “coisa” chamada marxismo cristão, que no fundo é uma contradição em termos.

Recentemente, um forista do Orkut, marxista, me disse que o marxismo apenas implementa aquilo que os cristãos não fizeram e deveriam ter feito.

Perguntei-lhe o que era tal coisa que os cristãos deveriam fazer e não fizeram. A resposta dele foi: “implantar aquilo que é dito no Sermão do Monte”.

Ele cita,então, o Sermão do Monte: “E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.”

Aqui, é claro, ele confundiu a atitude de um cristão em ser caridoso e generoso, com a atitude dos líderes da revolução em roubar as propriedades e posses de outros para distribuição para o proletariado.

Confundir o Sermão do Monte com o roubo de propriedades feito pelos sistemas marxistas é o primeiro sinal de falta de senso de proporções, característica inerente a esse pessoal discípulo de Lenin.

Outra tentativa dele foi a seguinte citação: “E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.”

Aqui de novo, ele confunde a caridade e o altruísmo, descompromissados, com o roubo forçado de bens, proposto no marxismo.

Até o momento, está claro que marxismo e cristianismo estão em direção praticamente oposta.

Nesse vídeo acima, Olavo de Carvalho brilhantemente comenta sobre as tentativas patéticas de associar comunismo ao cristianismo.

Talvez seja até possível que alguns cristãos do tipo self-service um pouco mais sofisticados (esses são do tipo mais “intelectualizado”, mais acadêmico, mas ainda assim precisarão ignorar mandamentos fundamentais do cristianismo) se associem ao marxismo.

Claro que quando a revolução tomar forma, eles serão os primeiros a ir para o paredão, pois ficarão ressentidos com o novo governo.

Mas é o livre arbítrio deles, não é?

Ação judicial desafia constitucionalidade da lei federal de crimes de ódio

Fonte: JULIO SEVERO
26 de fevereiro de 2010


Peter J. Smith


ANN ARBOR, Michigan, EUA, 3 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma ação judicial federal foi iniciada em tribunal regional federal desafiando a constitucionalidade da nova legislação federal de crimes de ódio. A ação foi feita em favor de vários pastores evangélicos e uma organização pró-família, que declaram que a lei enfraquecerá seu direito de falar livremente contra a homossexualidade.

O Centro Legal Thomas More (CLTM), uma organização legal nacional de interesse público com sede em Ann Arbor, Michigan, entrou com uma ação judicial no tribunal regional federal do distrito leste de Michigan desafiando a lei de crimes de ódio e nomeando o Procurador Geral de Justiça dos EUA, Eric Holder, como acusado.

A “Lei de Prevenção a Crimes de Ódio Matthew Shepard e James Byrd, Jr.” permite que promotores federais introduzam acusações especiais em casos de crimes em que se acha que o perpetrador foi motivado pela real ou percebida “orientação sexual” ou “identidade de gênero” da vítima.

“Essa nova lei federal promove conceitos orwellianos”, disse Robert Muise, jurista sênior de julgamentos do CLTM encarregado do caso. “Essa lei cria uma classe especial de pessoas que são ‘mais iguais do que as outras’ com base em nada mais do que conduta sexual pervertida. E cria ‘crimes de pensamento’ criminalizando certas idéias, convicções e opiniões, e o envolvimento de tais idéias, convicções e opiniões num crime o tornará merecedor de instauração de processos federais.

“Conseqüentemente, as autoridades governamentais estão invocando o poder de decidir quais pensamentos são criminosos sob a lei federal e quais não são”.

O CLTM entrou com a ação legal em favor do Pastor Levon Yuille, Pastor Rene Ouellette, Pastor James Combs, e Gary Glenn, presidente da Associação da Família Americana de Michigan (AFA-Michigan). Os demandantes dizem que a legislação terá efeito intimidatório em seus ministérios e outros cristãos que expressam proibições baseadas na Bíblia contra o estilo de vida homossexual.

Seus advogados argumentam que esse temor não é infundado: um estatuto criminal federal declara que qualquer pessoa que “auxiliar, incitar, aconselhar, mandar, induzir ou buscar” a perpetração de um crime sob a lei estará tão sujeito a processos quanto o real perpetrador. Por isso, dizem eles, os pastores poderão acabar sendo acusados de cúmplices de crimes de ódio, se os promotores julgarem que eles tiveram influência num indivíduo acusado de tal crime.

Além disso, alguns militantes homossexuais parecem estar esperando tal aplicação: Jeff Montgomery, ex-diretor executivo da Fundação Triângulo, que é pró-homossexualismo, disse para o jornal Saginaw News em abril de 2005 que os líderes cristãos que se expressaram contra a homossexualidade “têm de prestar contas como cúmplices desses crimes de ódio”.

“Muitas vezes, é a retórica deles que levou os perpetradores a crer que seus crimes são certos”, disse Montgomery. “Se um criminoso pega uma arma emprestada e então a usa para matar alguém, a lei considera o dono da arma como cúmplice do crime. Assim também é o caso de pessoas que são donas de palavras que incitam à violência”.

Os críticos também desafiaram a premissa da legislação, que dizem eles é supérflua para a instauração de crimes violentos.

“Não há nenhuma necessidade legítima da aplicação legal dessa lei federal”, declarou Richard Thompson, presidente e jurista chefe do CLTM. “Dos 1.38 milhões de crimes violentos registrados nos EUA pelo FBI em 2008, só 243 foram considerados como motivados pela orientação sexual da vítima”.

“O único propósito dessa lei é criminalizar a Bíblia e usar a ameaça de instauração de processos federais e longas sentenças de cadeia para silenciar os cristãos por expressarem suas convicções religiosas com base na Bíblia de que a conduta homossexual é pecado”, disse Thompson.

Os juristas do CLTM, como a Comissão de Direitos Civis dos EUA, também objetam que a lei injustamente exporá indivíduos inocentados de crimes de ódio em seus estados a um segundo julgamento por promotores federais.

Leia aqui
 a ação judicial do CLTM apresentada no tribunal regional federal do distrito leste de Michigan.

Traduzido por Julio Severo: 
www.juliosevero.com

Veja também este artigo original em inglês:
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020313.html

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".