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terça-feira, 24 de julho de 2012

Ministra foi designada para abrir as portas ao aborto no Brasil, alerta psicanalista: o avanço das políticas em favor dos homossexuais, a tirania do Conselho Federal de Psicologia e o kit gay

 

FÉ EM JESUS

Numa entrevista exclusiva ao Portal Fé em Jesus, o psicanalista, escritor e conferencista Heitor de Paola disse que a presidente Dilma mentiu na campanha eleitoral ao dizer que defendia a manutenção da legislação atual sobre o assunto.

23/07/2012 04:07 por Redação

"Ela afirmou que, uma vez eleita, não tomaria a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto. Dilma não tomou pessoalmente a iniciativa, mas designou a socióloga Eleonora Menicucci para Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres", disse De Paola.

Ontem, o Portal Fé em Jesus denunciou que a ministra Menicucci e uma assessora viajaram este mês a Nova York, às custas do contribuinte, apenas para participar das comemorações dos 30 anos do CEDAW (veja aqui), um dos comitês de Direitos Humanos da ONU que oficialmente é responsável por cobrar dos países membros o cumprimento de políticas em favor das mulheres. No entanto, na prática, o Comitê opera em favor da descriminalização do aborto nestes países, como o Brasil.

Veja abaixo a entrevista com o psicanalista, membro da International Psychoanalytical Association e Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, e Membro do Board of Directors da Drug Watch International. Heitor de Paola possui trabalhos publicados no Brasil e exterior.

Na entrevista, ele também aborda o avanço das políticas em favor dos homossexuais, a tirania do Conselho Federal de Psicologia e o kit gay.

Fé em Jesus - Em recente audiência pública na Câmara dos Deputados, a psicóloga Marisa Lobo, acusada por ativistas homossexuais de propor a "cura gay" voltou a ser hostilizada por criticar resoluções do Conselho Federal de Psicologia que proíbem estes profissionais de atender quem deseja mudar sua orientação sexual. Como o senhor avalia essa polêmica? O senhor acredita que alguém pode receber tratamento para deixar de sentir atração pelo mesmo sexo?

Heitor de Paola - Tenho que dividir a resposta em duas. Em primeiro lugar a própria existência desses conselhos profissionais que foram fundados com a expressa função de orientar profissionais de sua área, avaliar processos de natureza ética e autorizar novas técnicas é questionável. O que se dizia pretender era a melhor organização da profissão, mas na verdade durante alguns anos funcionaram como guardiões de reserva de mercado. Desde a tão decantada ‘redemocratização’ estão totalmente politizados, transformaram-se em Sindicatos. Aqui no Rio, p. ex. o Sindicato dos Médicos está esvaziado por falta de filiados em número suficiente para sua manutenção e sobrevivem da famigerada contribuição sindical obrigatória. Mas a inscrição no CRM é obrigatória por lei, são entidades ricas e que assumiram as funções sindicais com uma política de orientação revolucionária. Inscreveram-se, portanto, como ONGs ativistas. É óbvio que o CFP extrapola de suas funções e opera, neste caso, como parte do movimento gaysista de imposição de normas de conduta. Este pessoal tem um medo danado de que algum homossexual deixe de sê-lo, o que evidenciaria que toda sua cantilena de ‘minorias perseguidas’, descriminação social e ‘opção sexual’ se mostre mentirosa. Alguém já se perguntou por que os heterossexuais não se preocupam com estas coisas? Por que não existem movimentos hetero nem estes querem impor suas preferências a ninguém? Por que ninguém procura tratamento para se tornar homossexual?

Quanto ao problema da homossexualidade é mais complexo. Devo esclarecer que não trabalho com o conceito de ‘doença mental’, derivado da psiquiatria, neste sentido não uso termos como ‘cura’.

A homossexualidade não é uma opção nem orientação sexual, é uma inversão do impulso sexual e uma manifestação de um delírio alucinatório que faz com que uma pessoa de um sexo se sinta, delirantemente, como do outro. É alucinatória porque o indivíduo, em graus variáveis, se enxerga possuindo um corpo diferente do seu corpo real.

A idéia de que existam homossexuais geneticamente formados é uma falácia. Todos os seres humanos possuem dois pares de cromossomos sexuais: X e Y. Se na fecundação se originar um ser XX é fêmea, se for XY é macho. Não existem variações possíveis, com exceção de anomalias como o hermafroditismo em que a pessoa nasce com órgãos sexuais dos dois sexos, mesmo assim eles costumam optar por um, opção às vezes muito sofrida. Mas isto foge à discussão.

É interessante ressaltar que os gays, tão ciosos de sua condição de minoria ‘normal’ não admitindo o epíteto de condição patológica, não hesitam em criar, eles mesmos, uma nova condição psicopatológica para os que têm outras preferências: homofobia. Fobia, termo técnico da psiquiatria, é usado por eles com o significado de aversão, mas deriva da palavra grega para medo.

Fé em Jesus - A mesma psicóloga foi notificada, desta vez pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, a remover das suas páginas e perfis na rede social qualquer menção ao fato de ela ser cristã. Alega o CRP/PR que a dra. Marisa Lobo faz "proselitismo" ao declarar sua fé em Cristo. Um parece da OAB/PR considerou a notificação "descabida", além de inconstitucional por ferir a liberdade de expressão religiosa. Um profissional declarar a sua fé em alguma crença pode ser considerado uma infração?

Heitor de Paola - Obviamente a OAB deu um parecer correto. A psicóloga Marisa Lobo deveria processar o CRP-PR – e também o CFP. Se não o fizer, estas estupidezes anticonstitucionais nunca vão parar. Ninguém pode ser impedido de declarar sua fé - ou falta de – em nenhum local, em nenhuma circunstância e sob nenhuma alegação. E se for declaração de ateísmo, pode? Aposto que sim! Note-se o viés revolucionário com a intervenção inaceitável na liberdade individual.

Eu iria ainda mais longe: ao tornar pública sua crença ela está deixando claro o que será encontrado por quem procurá-la, o que é consoante com a verdadeira ética e permite o direito de livre escolha dos seus eventuais pacientes. Isto é inaceitável para quem esconde quem realmente é, pois seus pacientes se arriscam a ‘comprar gato por lebre’.

Os psicólogos competentes estão em seus trabalhos clínicos ou aplicados e não têm tempo para participar destas assembleias ‘populares’ permanentes dos Conselhos, que, então, ficam nas mãos de incompetentes. Esta vem sendo a situação nos Conselhos de todas as profissões técnicas.

Como a psicóloga é a mesma e os temas estão relacionados, é claro que CFP/CRP parece partir do princípio que o grande obstáculo à homossexualidade são as crenças religiosas. Apenas parece, porque sabem que ninguém é obrigado a seguir os Mandamentos Bíblicos. Mas há uma coisa à qual as religiões são poderosos obstáculos: à total dominação cultural revolucionária. A homossexualidade, aqui, não passa de cortina de fumaça para atacar as religiões.

Fé em Jesus - Ainda em relação aos homossexuais, num de seus últimos congressos, a ABGLT exortou seus participantes a lutar para que os brasileiros aprendam desde criança a declarar sua homossexualidade além de encarar com naturalidade a chamada "diversidade". O assunto trouxe à lembrança o famigerado Kit Gay. O senhor acredita numa "infância gay"? Como o senhor avalia a política dos ativistas gays lançada sobre alunos das redes públicas de ensino?

Heitor de Paola - Como já disse na primeira pergunta, ninguém nasce gay, nasce homem ou mulher com sexo geneticamente definido. A palavra sexo é, portanto, abominada e substituída por ‘gênero’. Ora, gênero é uma qualidade literária variável de um idioma para outro. P., ex., muitas palavras que são do gênero masculino em Português são femininas em Alemão. E é exatamente por isto que querem substituir sexo – que é geneticamente determinado e imutável – por gênero: um termo vago e variável. O kit gay e a tentativa de influenciar crianças são uma aberração abominável, típica de administração revolucionária.

Fé em Jesus - Em relação a mais nova onda abortista no país, como o senhor avalia o financiamento, pelo Ministério da Saúde, de convênios e viagens que têm como objetivo o aprendizado de técnicas do chamado "aborto seguro" e estudos sobre a despenalização do aborto, conforme recentemente denunciado por movimentos pela Vida e pela Frente Parlamentar Evangélica?

Heitor de Paola - O aborto pode ser seguro para quem? Certamente não para o feto que será trucidado! E nem para a mãe e provavelmente para o pai. Estes aborteiros, em função de seu materialismo, só pensam em termos de manipulação física. As conseqüências psicológicas para a mãe, segundo minha experiência na clínica – minha e de ouvir colegas – são devastadoras. Há algum tempo publiquei o relato de uma audiência pública em que uma centena de mulheres de olhos esbugalhados gritava histericamente: “Abaixo o Feto”! (http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=309) Nem em Congressos Nazistas jamais se viu coisa igual! Eles tinham algum pejo de gritar em público o que decidiam em reuniões de gabinete e praticavam em segredo.

Há total coerência com a ideologia comunista deste governo o financiamento público e os projetos para despenalizar o aborto e, não se surpreendam: logo virá a despenalização da eutanásia e da manipulação genética desenfreada, primeiramente a voluntária – como já é na Holanda – e depois imposta por lei. Pouco se fala, mas foi Salvador Allende, comunista, amigo íntimo de Fidel Castro, fundador da OLAS (Organización Latino Americana de Solidariedad), e não um nazista, que introduziu no nosso Continente a idéia de eugenia já na sua tese de término do curso médico sobre higiene mental e delinqüência, mais tarde como Ministro de Salubridad do presidente Pedro Aguirre Cerda (1938-41) quando redigiu um projeto de lei em favor da esterilização de doentes mentais aos moldes nazistas. Existem relatos não confirmados de algumas clínicas, melhor seria dizer antros abortistas, que não se desfazem dos fetos abortados, mas vendem para laboratórios de manipulação genética. Se for verdade é o comércio mais macabro desde os campos de concentração nazistas!

Há um outro ponto controverso em relação ao aborto: a questão de quando começa a vida? Na fecundação? Aos três meses? Ao nascimento? No meu entender a vida começou uma única vez e durante a fecundação ela apenas flui de dois seres- de duas células vivas (gametas), espermatozoide e óvulo, cada um com 23 cromossomos - para formar um novo. O que se inicia na fecundação é um novo ser que já é humano por possuir 23 pares de cromossomos (46), característica exclusiva do organismo humano que já está presente na primeira célula diploide (células que se organizam em pares de cromossomos), o zigoto. Dela jamais evoluirá outra coisa que o embrião humano – inicialmente por uma divisão chamada mitose (formam-se duas células com o mesmo número de cromossomos). Os gametas por serem células haploides (possuem a metade dos cromossomos) fenecem se não houver o encontro.

As leis da genética não são discutíveis ou modificáveis pela lei civil. Portanto, geneticamente falando, o aborto em qualquer tempo é um homicídio. O que a lei civil pode determinar é a partir de qual momento o ser humano pode ser considerado uma pessoa, com direitos e deveres. Consequentemente é uma falácia afirmar que algum tribunal possa decidir em que momento da gestação o embrião ou feto passa a ser considerado um ser humano. Já o é desde o zigoto. É um ser humano no primeiro estágio evolutivo que só terminará com a morte. Esta noção é importante também para as ideias eugênicas e de eutanásia ‘caridosa’.

Fé em Jesus - Em que pese a então candidata Dilma Rousseff ter negado, durante a campanha, que faria ações em favor da descriminalização do aborto, o tema parece não ter saído da agenda governamental. O governo diz uma coisa, mas realiza outra?

Heitor de Paola - Sem dúvida! A mentirosa declaração da Dilma candidata foi: "Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto. Eleita Presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família”. Dilma não tomou pessoalmente a iniciativa, mas designou a socióloga Eleonora Menicucci para Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres. A nova Ministra, que também integra o grupo de estudo sobre o aborto, fez apologia do mesmo, relatou ter-se submetido pessoalmente duas vezes a esta prática e afirmou que levaria para o governo sua militância pelos “direitos sexuais e reprodutivos das mulheres” expressão eufemística para abrir espaço ao direito ao aborto. Ela também declarou ter participado na Colômbia de um curso de autocapacitação para que pessoas não médicas pudessem praticar o aborto pela técnica da aspiração manual intrauterina.

Uma escolha entre Satã e Belzebu

 

JULIO SEVERO

24 de julho de 2012

Exclusivo: Alan Keyes refuta a ideia de “enfrentar o mal com o mal" apoiando Romney

Alan Keyes

Recentemente escutei um amigo ecoar o sentimento expresso por John Rocker, ex-jogador de beisebol pelo Atlanta Braves, em uma entrevista ao WND: “Preferia votar no próprio demônio do que em Barack Obama”. As pessoas dizem isso para deixar claro o quanto abominam Obama e todos os seus feitos. Mas infelizmente, para eles e para os EUA, esse ódio veemente por Obama na verdade os coloca exatamente onde o demônio os quer. O Pai da Mentira ri de satisfação. Ele exulta triunfante vendo que o ódio deles a uma das suas manifestações os manipulou para apoiar o seu sucesso em outra forma.

Barack Obama

Lamento profundamente ver que milhões de americanos estão se deixando levar por essa armadilha diabólica. Como tentei mostrar em 2008, o menor de dois males ainda é mal. Não importa o resultado das eleições, as pessoas que se contentam em escolher entre Satã e Belzebu deixaram claro sua intenção de deixar tudo ir para o inferno. Além do mais, a natureza dessa escolha é tão clara para eles que eles praticamente se vangloriam do ódio ardente que os leva a fazê-la. Com essa arrogância prática, eles se tornam cúmplices soberbos e voluntários do próprio mal que dizem odiar.

Estou moralmente certo de que esse foi o motivo pelo qual Cristo alertou seus discípulos para que fizessem da busca pela perfeição de Deus o padrão de todas as suas ações, em vez do ódio e do mal. Ele julgou que seria melhor fracassar na busca de alcançar esse padrão do que ser bem sucedido em abandonar a própria vida à mercê do demônio. Ele pensou que seria melhor fracassar aos olhos do mundo, mas entregar seu espírito nas mãos de Deus (como ele próprio o faz na cruz) do que tirar a sorte com Seu inimigo.

Tudo isso me veio à mente esta semana enquanto lia as excelentes meias-verdades da coluna de David Limbaugh sobre a destruição internacional dos EUA executada por Obama. Alguns leitores sem dúvida se lembram de que eu alertei as pessoas para essa destruição logo após a suposta inauguração de Obama. Eles provavelmente estarão se perguntando por que eu as chamei de “meias-verdades”. A razão é simples. Na época eu já era adepto das verdades evidentes que são a fundação da república constitucional americana. Desde 2004 (quando aceitei o convite do Partido Republicano de Illinois para ser seu adversário por uma vaga no senado americano), quanto mais aprendi sobre Barack Obama, mais claro ficou para mim que, durante toda a sua vida e principalmente na sua carreira política, ele demonstrou por meio de gestos e ações a sua rejeição a essas verdades. Em razão disso, sou um opositor inflexível de Obama.

Mas não posso ignorar que o fato de Obama ter abandonado os princípios da Declaração de Independência americana é apenas um exemplo da apostasia que agora existe nos elementos elitistas que controlam ambos os chamados partidos majoritários dos EUA, assim como as instituições de vários setores da vida americana. Em muitos artigos nos últimos anos, compartilhei os fatos e os argumentos que fundamentam essa conclusão. (Veja, por exemplo, “Abandoning the Republic-a threat to Civil Peace” [O Abandono da República — Uma Ameaça à Paz Civil] e a série de artigos no meu blog intitulada “Without Representation” [Sem Representantes]). Acontecimentos recentes confirmam isso, desde a manipulada escolha do Partido Republicado pelo socialista disfarçado Mitt Romney como provável candidato até a previsível sabotagem cripto-socialista do presidente da Suprema Corte americana, John Roberts. (Ele sacrificou a razão, o caráter e a lógica do governo constitucionalmente limitado para fazer a enganosa alegação de que o governo americano é dotado deum poder inerentemente ilimitado de cobrança de impostos.)

Considerando que essa elite dominante abandonou a visão da autonomia constitucional, tão essencial para a identidade nacional dos EUA, reconhecer os trabalhos intencionalmente destrutivos de Obama é admitir apenas metade (e talvez a metade mais fatal) da ameaça que enfrentamos. Em todos os assuntos de fundamental importância para o futuro da República dos EUA, Mitt Romney, como governador de Massachusetts, fez coisas que Obama no âmbito nacional ainda está tentando fazer sob crescente oposição. Logicamente, as únicas pessoas que deveriam apoiar Romney são os que adotaram as metas de Obama, mas se ressentem com seu fracasso em cumpri-las. Eles querem substituir sua incompetência desajeitada e mais diretamente socialista pelo método mais atraente e dissimulado de Romney para alcançar o mesmo fim. Além do mais, eles sabem por experiência própria que podem contar com o seu rótulo de republicano para obrigar os adeptos mais fieis do Partido Republicano a empregar todos os seus esforços para defender e desculpar para a luta de Romney para seguir a agenda da elite socialista. Sua eleição, portanto, irá ajudar a frustrar e neutralizar a forte oposição que, de outra forma, iria continuar a crescer.

Mitt Romney

Conheço muitas pessoas que se opõem fortemente a Obama porque ele está nos levando em direção a uma “ilha da fantasia” elitista e totalitária localizada nas profundezas do inferno. No entanto, essas mesmas pessoas estão dispostas retirá-lo do leme apenas para colocar no lugar alguém cuja única proeza é um histórico que promete uma viagem mais estável, por águas mais calmas, para o mesmo destino. Em que mundo torto de desespero existencial isso faz sentido?

Quando penso nisso, dou-me conta de por que a geração que fundou os EUA recusou o caminho da ilusão ateia que enganou a primeira república francesa e gerou a violência e a voraz tirania de Napoleão. Pessoas que colocam sua confiança em Deus não precisam aceitar a escolha do demônio, de enfrentar o mal com o mal. Se o Reino de Deus está com eles, sempre há uma escolha melhor por perto. Muitos americanos oram e declaram acreditar que o Reino de Deus está próximo. Mas no seu dever soberano como cidadãos, eles propõem abandonar a própria fé. A fé foi o que lhes possibilitou a autonomia.  Ela pode fazer por eles a mesma coisa novamente, até mesmo neste tempo, mas somente se eles se lembrarem disso a tempo. Quanto à escolha entre Obama e Romney, qualquer uma delas é a escolha do demônio. O mal será o único resultado dessa escolha.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “A choice between Satan and Beelzebub

Fonte: www.juliosevero.com

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Você decide: quem será o salvador do Brasil?

Entrevista com Jorge Scala, autor do livro “Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte da família”

 

ZENIT

Entrevista com Jorge Scala

Por Thácio Siqueira

BRASILIA, terça-feira, 31 de janeiro de 2012 (ZENIT.org).- O livro “Ideologia de Gênero: neototalitarismo e a morte da família”, cuja versão em português esteve aos cuidados da editora Katechesis, é um livro do advogado pró-vida, argentino, Jorge Scala, lançado no Brasil em Outubro do ano passado. Zenit entrevistou o autor, que nos explicou brevemente o significado do seu livro e os perigos desta ideologia nas nossas sociedades.

Por que um livro sobre a ideologia de gênero?

A razão é simples: a ONU criou uma Agência do Gênero. Essa agência se dedica a controlar que todos os organismos e programas da ONU incluam o gênero. Por sua vez, a União Européia e o Banco Mundial condicionam os empréstimos para o desenvolvimento dos países pobres, por cláusulas da difusão de Gênero. Finalmente, se incorporou o gênero no sistema educacional dos nossos países. Dado tudo isto, é necessário investigar o que é o gênero.

O que significa dizer que a ideologia de gênero é uma ideologia e não uma teoria ou uma descoberta científica?

Uma teoria é uma hipótese verificada experimentalmente. Uma ideologia é um corpo fechado de idéias, que parte de um pressuposto básico falso – que por isto deve impor-se evitando toda análise racional -, e então vão surgindo as conseqüências lógicas desse princípio falso. As ideologias se impõem utilizando o sistema educacional formal (escola e universidade) e não formal (meios de propaganda), como fizeram os nazistas e os marxistas.

O que é, então, a ideologia do gênero? Como você a descreveria para nossos leitores?

Seu fundamento principal e falso é este: o sexo seria o aspecto biológico do ser humano, e o gênero seria a construção social ou cultural do sexo. Ou seja, que cada um seria absolutamente livre, sem condicionamento algum, nem sequer o biológico -, para determinar seu próprio gênero, dando-lhe o conteúdo que quiser e mudando de gênero quantas vezes quiser.

Agora, se isso fosse verdade, não haveria diferenças entre homem e mulher – exceto as biológicas -; qualquer tipo de união entre os sexos seria social e moralmente boas, e todas seriam matrimônio; cada  tipo de matrimônio levaria a um novo tipo de família; o aborto seria um direito humano inalienável da mulher, já que somente ela é que fica grávida; etc. Tudo isso é tão absurdo, que só pode ser imposto com uma espécie de "lavagem cerebral" global.

Você, em seu livro, a chama de “ideologia totalitária”. Há alguma relação com as ideologias totalitárias que a humanidade tem experimentado na história? Ou é um passo para chegar a estas situações de políticas totalitárias?

O gênero destrói a estrutura antropológica íntima do ser humano, por tanto quem fique à mercê dessa ideologia o fará “voluntariamente”. Não é mais do que uma ferramenta de poder global que, se imposta, levará a um regime totalitário – ainda quando haja eleições e partidos políticos como na Alemanha nazista -. Em contraste, nas outras ideologias conhecidas, o Estado dominava - ou domina como na Coréia do Norte ou em Cuba - pela força bruta.

Parece uma ideologia que entra nos países pelo aspecto legal e jurisdicional. Não será a falta de reconhecer uma lei natural, e a adoção do positivismo, os alicerces deste totalitarismo?

O problema parece mais profundo e complexo. O ethos é aquilo que um povo estima o que está bem e o que está mal, desde as profundezas do seu coração, não importando o que digam as leis e até mesmo o que cada um faça na própria vida. O problema é que o Ocidente perdeu o seu ethos comum, até 30 ou 40 anos atrás, era o cristianismo. O liberalismo fez que muitas pessoas acreditassem que a moral fosse um assunto privado de cada pessoa. Então, para alguns, é bom mentir, roubar, matar e fornicar - em certas circunstâncias -; e como todas as opiniões são iguais, a única maneira de viver em sociedade é que as leis “imponham” um certo ethos, que deve ser aceito por todos, sob certas penalidades. Por isso, nos nossos parlamentos promove-se todos os tipos de leis de gênero. Busca-se com elas que – junto com a educação -, formem o novo ethos dos nossos povos. E se o gênero se converte em ethos, o sistema totalitário funcionará plenamente.

A teoria do gênero é totalitária, mas não vemos ninguém perdendo as suas vidas. Então, por que ter medo de algo que não passa de leis e de idéias? Não é melhor respeitar a opinião de cada um?

Em 2010 a Espanha reformou a sua lei do aborto conforme a ideologia do gênero, considerando-o "direito humano" essencial da mulher. Naquele ano houve 113.031 abortos na Espanha. Essa "lei" e essa "idéia" mataram - só na Espanha e só nesse ano -, muitas pessoas. Não é pra ter medo da ideologia do gênero, mas é necessário enfrentá-la no campo das idéias, que é onde ela pode ser vencida mais facilmente.

Sempre é necessário respeitar as pessoas - independentemente dos seus pensamentos-. No entanto, as opiniões não se respeitam: se discernem. O livro ajudará o leitor a fazer seu próprio discernimento sobre o gênero.

Qual é, então, as conseqüências para nossos filhos, para a próxima geração?

Eu respondo com um fato real. Dei uma palestra sobre esta ideologia, a todos os professores de uma cidade de 7.000 habitantes, numa área rural da minha província. Gente simples e trabalhadora. Ao concluí-la, uma professora comentou em voz alta: 'Agora eu entendo porque há alguns dias atrás meu filho de 7 anos me perguntou: mamãe eu sou menino ou menina ...? As pessoas formadas e maduras estão imunes dessa ideologia, mas se a permitirmos penetrar nas crianças desde tenra idade - cinema, rádio, TV, escola, revistas -, em muitos casos, teremos que lamentar com o tempo tragédias de todo tipo.

"Onde haja um homem – mulher ou varão - , sua inteligência buscará a verdade, sua vontade tentará amar e autodirigir-se para o bem ", é o que você afirma no seu livro. Qual seria a melhor maneira de combater esta e outras ideologias semelhantes que tendem a penetrar nas Constituições e leis dos países? É a formação de homens e mulheres verdadeiros? O que significa um homem ou uma mulher verdadeiros?

Ante todas as idéias insalubres ou absurdas que giram pelo mundo atual, o mais importante não são outras idéias que as combatam; Mas sim, testemunhas da verdade. Mulheres e homens sinceros, de carne e osso. A mulher é a mãe, ou seja: o amor incondicional e que sempre está presente. O varão é o pai, ou seja: a autoridade, o amor que põe limites e condições, para tirar o melhor de si de cada um. Ambos amores são necessários para chegar à maturidade humana. Conhecer um homem e uma mulher assim, é a melhor "vacina" contra a ideologia do gênero.

Todo o dinheiro da venda desse livro no Brasil é revertido para o movimento Pró-vida do Brasil. O livro é distribuído no Brasil pelo Prof Felipe Nery (proffnery@hotmail.com)

Jorge Scala - Argentino. Advogado. Professor de Bioética na Universidad Libre Internacional de las Américas. Professor honorário da Universidad Ricardo Palma. Prêmio Thomas More do Instituto Tomas Moro. Prêmio João Paulo II à defesa da vida da Universidad Fasta. Autor e co-autor de vários livros. Deu mais de 600 palestras em 17 países.

 

ENTRE EM AÇÃO! PÁGINA OFICIAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO NO FACEBOOK LANÇA CAMPANHA DE VÍDEOS! MILHARES ESTÃO CURTINDO!

 

BLOG DO ALUIZIIO AMORIM

Segunda-feira, Julho 23, 2012

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

O Exército Brasileiro tem página no Facebook e lançou uma campanha que envolve e desperta o interesse dos interanautas, consistindo no seguinte:

- Por que você curte a página do Facebook do Exércio Brasileiro (oficial)?

Envie um vídeo de 30 segundos respondendo à pergunta formulada acima. Os melhores vídeos serão publicados na mais nova campnha de mídias sociais do Exército Brasileiro. Acesse o link: www.exercito.gov.br/campanhamidiassociais e conheça o regulamento para participar.
Mais de 80 mil já curtiram a página e mais de 12 mil falam sobre o Exército Brasil.

Vale a pena participar, ainda mais que as ferramentas para edição de vídeo estão aí à vontade na internet. 

Já que muitos às vezes gastam tempo produzindo vídeos até mesmo sem sentido, está aí a oportunidade para que os internautas utilizem seus conhecimentos em produção e edição de vídeos abordando um assunto da mais alta importância para todos nós: o EXÉRCITO BRASILEIRO, o que garante a soberania e segurança nacional e, portanto garante a nossa liberdade!

Mãos à obra, galera!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Governo Federal investe em aborto e deixa mães terem seus filhos em cadeiras de hospital

 

PORTA FIDEI

23 segunda-feira jul 2012

Posted by portadafe in Igreja, Moral, Notícias

O site padrepauloricardo.org denunciou nas últimas semanas o avanço da agenda abortista no Brasil, por meio de normas técnicas e reformas no Código Penal. A situação é demasiadamente grave, e por isso, requer nossa máxima atenção. Até porque, o que está em jogo não é somente a soberania do país perante a ingerência das multinacionais estrangeiras – financiadoras do controle da natalidade no mundo – mas a vida de milhões de crianças que serão ceifadas, em decorrência dessa política genocida que se pretende aplicar nesta Terra de Santa Cruz.

Assim como ressaltou o Padre Paulo Ricardo na aula ao vivo da última terça, a aprovação da política de redução de danos para casos de abortos clandestinos é muitíssimo pior que a legalização desse crime. Através dessa norma, o governo passa a se comportar como o principal promotor do assassinato intra-uterino. A proposta, de acordo com o que noticiou a grande mídia, resume-se à distribuição de cartilhas às mulheres já decididas a abortar, com indicações de “cuidados de proteção pré-aborto”. Em suma, a norma funciona como um manual para bandidos que desejam cometer crimes sem se machucar. Todavia, para o senhor secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, “isso não é um crime, o crime é o ato em si”.

O discurso de Magalhães, como demonstrou, recentemente, o padre Luis Carlos Lodi – presidente do Pró-vida de Anápolis – é pura falácia. Conforme o Código Penal vigente comete crime não só quem o pratica, mas também quem o incentiva (art. 29, CP). Portanto, a norma técnica em questão se enquadra perfeitamente nos delitos tipificados pela lei como “incitação ao crime” (art. 286, CP) ou “apologia ao crime” (art. 287, CP).

Acordo entre o Governo Federal e a FIOCRUZ para estudos sobre a legalização do aborto. Dinheiro público investido na defesa da morte

Ademais, sabe-se que o Governo Federal, desde outubro de 2010, mantém um convênio com a Fundação Oswaldo Cruz para um projeto intitulado “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o aborto no Brasil”. Com um subsídio de 80 mil reais, vindo dos cofres públicos, a FIOCRUZ produziu um documentário chamado “Fim do Silêncio” no qual mulheres que já abortaram depõem a favor da legalização do procedimento. O material, segundo seus produtores, foi elaborado para distribuição em instituições públicas como escolas e universidades. Segue-se a isso o fato de que há certo tempo, o governo também tem financiado viagens ao exterior para pesquisas no ramo. Além disso, a nomeação da Sra. Eleonora Menicucci – que se autointitula a avó do aborto – para Secretaria de Políticas para Mulher é nada mais que um ato pró-abortismo.

O médico anestesista Madson Vidal publicou uma foto no Twitter mostrando uma gestante deitada em duas cadeiras por falta de leito na maternidade Escola Januário Cicco, no último dia 16, no RN

Assusta, por conseguinte, que enquanto o Governo investe naquilo que os abortistas chamam de aborto “seguro”, mulheres grávidas sofrem com a precariedade das maternidades públicas do país. O Portal de Notícias UOL publicou nesta sexta-feira uma denúncia grave a respeito da trágica situação dos hospitais públicos do Rio Grande do Norte. De acordo com o portal, as condições são tão problemáticas, que algumas mulheres tiveram de dar à luz deitadas em cadeiras por causa da superlotação. Mas o problema não se restringe ao estado nordestino; é algo que ocorre em todo o país, como bem relatou a Sra. Maria Angélica, da Sociedade Divulgadora Espírita Auta de Souza, durante a Subcomissão Permanente da Mulher, realizada em Brasília no mês de março. Na ocasião, Maria Angélica questionou as senadoras feministas o porquê de elas não falarem claramente que o interesse delas era legalizar o aborto.

Cabe a pergunta: um governo que negligencia a situação calamitosa dos hospitais públicos e os cuidados com as gestantes, realmente está preocupado com a saúde feminina, ao investir maciçamente na legalização do aborto? Acaso um Estado que tem um dos piores sistemas de saúde pública do mundo pode se dar o direito de cuidar das mulheres que querem abortar como caso de “saúde pública”? É claro que tudo se trata de um alinhamento às indicações dos conglomerados norte-americanos que financiam o aborto desde a década de 1930. Um panorama objetivo de todas essas ações pró-aborto pode ser encontrado no livro “IPPF: a multinacional da morte”, do advogado argentino Jorge Scala.

É urgente a nossa ação contra esses desmandos dos grupos abortistas em nosso país. Não podemos nos calar perante toda a mortandade que se seguirá caso essa política esdrúxula seja aplicada. Sigamos as orientações da nota do Regional Sul I da CNBB, exigindo a imediata demissão da Sra. Eleonora Menicucci da Secretaria de políticas para mulher e do Sr. Helvécio Magalhães da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, além do rompimento dos convênios do Governo Federal com os grupos de pesquisa para legalização do aborto no Brasil.

Não nos calemos, façamos valer a nossa fé!

Leia também: Governo Federal gasta dinheiro público para celebrar aniversário de Comitê pró-aborto – O Possível e o Extraordinário

VOCAÇÃO POLÍTICA PUSILÂNIME DOS BRASILEIROS CUSTARÁ CARO: SEU PREÇO É A LIBERDADE!

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

Segunda-feira, Julho 23, 2012

 

Eduardo Paes, ex-PSDB hoje ao lado de Lula e Cabral, foi expoente da CPI do mensalão, fato que não deixa dúvidas sobre o oportunismo não só dos políticos brasileiros, mas de 99,9% da população do Brasil. Essa vocação pusilânime custará caro, por que seu preço é a liberdade.

Esta reportagem do site da revista Veja dá a medida exata do que são os políticos brasileiros e também os eleitores. É pelo adesismo descarado de ex-oposicionistas que o Brasil vai caminhando silencioso para um Estado autoritário e de viés comunista. Claro que não será o comunismo de outrora no que respeita ao seu aspecto formal, mas será sem dúvida um regime comunista tão ou mais feroz que o soviético, porquanto irá aos poucos solapando as liberdades, sobretudo a liberdade individual, por meio de uma doutrinação legitimada pelo pensamento politicamente correto. 

O comunismo do século XXI será, por isso mesmo, muito mais poderoso do que no passado, pois aprisionará corações e mentes. 

Lula é apenas um instrumento desse novo comunismo, como é Chávez na Venezuela ou o índio cocaleiro na Bolívia e a Cristina Kirchner na Argentina. 

Eduardo Paes, Gustavo Freut e tipos análogos são trânsfugas vulgares da política. Não têm substância cerebral para aquilatar o que estão fazendo. É gente, acreditem, completamente ignorante no que respeita à política e o que está se passando no contexto mundial da atualidade. Comumente, confundem politicagem paroquial com política no seu sentido verdadeiro. Aliás, se eu pedir que um desses Paes e Fruets me dêem um conceito de política aposto tudo que não terão condições de fazê-lo. 

Eis a reportagem de Veja que transcrevo:

A crise do mensalão, que abalou e colocou em risco a continuidade do governo Lula em 2005, assumiu proporções tão grandes que o Palácio do Planalto não foi capaz de manter as rédeas sobre a investigação feita no Congresso em três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI). Foi nessa época, especialmente sob os holofotes da CPI dos Correios, que um grupo de parlamentares de oposição ganhou projeção nacional pelo rigor e pela artilharia contra a gestão petista. Sete anos depois, às vésperas do início do julgamento do maior esquema de corrupção já montado por um governo, alguns deles estão de mãos dadas com o PT em busca de votos.

Um dos melhores exemplos é o ex-tucano Eduardo Paes (PMDB), que resolveu pegar carona na popularidade de Lula para se eleger prefeito do Rio de Janeiro. Na época, Paes integrava a linha de frente da oposição nas investigações da CPI dos Correios. Chegou a sugerir a volta dos caras-pintadas às ruas, a exemplo das manifestações pelo impeachment de Fernando Collor de Melo.

"Está na hora de os caras-pintadas da UNE (União Nacional dos Estudantes), que recebem recursos vultosos, deixarem de fazer passeatas vagas, como se o atual governo não tivesse relação com a corrupção", afirmou o então deputado de oposição Eduardo Paes, no ápice da crise de 2005.

Passado o escândalo e garantidos os dividendos políticos da sua exposição, o ex-tucano preferiu tomar outro rumo: aliou-se ao próprio Lula, em 2008, com o objetivo de disputar a prefeitura do Rio. No caminho de conversão ao lulismo, filiou-se ao PMDB pelas mãos do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Conveniência - A CPI também projetou no cenário político outro deputado tucano: o paranaense Gustavo Fruet, sub-relator da comissão. A ascensão foi tamanha que Fruet chegou a ser candidato à presidência da Câmara respaldado pelo chamado "grupo dos éticos" da Casa. Derrotado, ganhou respeito no seu partido e ocupou o cargo de líder da minoria no Congresso até o final de 2010, quando tentou um voo mais alto: o Senado Federal. Ficou em terceiro lugar, mas saiu das urnas com mais de 2,5 milhões de votos - 200 000 votos a menos que Roberto Requião (PMDB).

Gustavo Freut: bênção de Lula.

Sem mandato, Fruet encolheu no PSDB e não conseguiu maioria interna para encabeçar uma chapa à prefeitura de Curitiba. Decidiu, então, mudar de campo político, aderiu ao PDT e não resistiu à tentação de disputar as eleições com o PT a tiracolo.

Em maio, o ex-tucano viajou de Curitiba para São Paulo para receber pessoalmente a benção de Lula. Na saída do encontro, repetiu o discurso de Eduardo Paes: “Na ocasião, assumi a postura que o momento exigia. Fui contundente na investigação, mas nunca entrei em desqualificação pessoal do presidente”.

A mudança de lado é usada diariamente pelos adversários de Fruet para tentar desqualificar sua candidatura. "Cada um é guardião da sua história. Exerci com total lealdade e dedicação o trabalho que fiz lá. Muito do que está sendo utilizado hoje no processo teve por base o trabalho da CPI", diz ele. "A gente tem de ter capacidade de preservar as posições", defende-se.

Fruet afirma que sua aliança com o PT foi costurada com figuras que não tiveram relação com o mensalão, como o casal de ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Comunicações).

Serraglio: na base do governista.

Relator - Apontado em 2005 como um peemedebista "independente", o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR) recebeu uma das tarefas mais árduas no turbilhão do mensalão: a relatoria da CPI dos Correios, cujo manancial de documentos e revelações poderia fazer com que o mandato do ex-presidente Lula terminasse mais cedo.

Na época, parte do PMDB ainda não havia aderido ao governo petista. Hoje, Serraglio se vê confortável na base de apoio à presidente Dilma Rousseff - a quem ele vê como mais rigorosa do que Lula no combate à corrupção. O peemedebista trata com naturalidade a guinada de parlamentares que, após atacar enfaticamente o PT durante o mensalão, agora são entusiastas do petismo: "Não sei se é oportunismo. Eles se tornaram peças importantes polticamente, porque foram valorizados pela própria CPI, e a população identificou a luta deles contra a corrupção", analisa.

A mudança de postura dos antigos algozes do PT faz parte de um processo mais amplo: o do esvaziamento da oposição no Brasil. Em 2005, o governo podia contar com pouco mais da metade do Congresso Nacional. Hoje, a oposição controla apenas 17% da Câmara e 19% do Senado, menos de um terço do Congresso, número insuficiente, por exemplo, para abrir uma CPI.

Do site da revistaVeja

Matthias Rath: Movimento da VIDA (18.6.2011) LEGENDADO PT

 

Publicado em 15/04/2012 por VictorMendes002

(Dr. Matthias Rath foi um lutador contra o Cartel Farmaceutico. Em suas muitas palestras principalmente na Europa, ele expõe a agenda do mal por trás das atividades do "lucro do complexo industrial da doença". Por isso ele foi atacado e perseguido ferozmente. Ele é uma "persona non grata" na Indústria multi-bilionária que como método "não previne, não cura, apenas trata as doenças".)

Dr. Rath nasceu em Stuttgart, na Alemanha, em 1955. Depois de se formar na escola de medicina, trabalhou como médico e pesquisador na Clínica Universitária de Hamburgo, na Alemanha e do Centro Alemão do Coração em Berlim. Sua pesquisa centrou-se nas causas da arteriosclerose e doença cardiovascular.

Em 1987, Dr. Rath descobriu a ligação entre a deficiência de vitamina C e um novo factor de risco para doença cardíaca: lipoproteína.

Após a publicação desses resultados da pesquisa no jornal "Arteriosclerose" da Associação Americana do Coração, Dr. Rath aceitou um convite para se juntar ao duas vezes prêmio Nobel Linus Pauling. Em 1990 ele foi para os Estados Unidos para se tornar o primeiro diretor de Pesquisa Cardiovascular do Instituto Linus Pauling em Palo Alto, Califórnia.

Dr. Rath trabalhou junto com o Prémio Nobel em várias áreas de pesquisa nutricional. Os dois cientistas se tornaram íntimos amigos pessoais que compartilhavam valores humanistas comuns, incluindo a sua determinação pela paz e pela justiça.

Em 1994, pouco antes de sua morte, Linus Pauling declarou: "Não há qualquer dúvida em minha mente que eu estava pensando sobre o Dr. Rath como meu sucessor."

Hoje o Dr. Rath lidera um instituto de pesquisa e desenvolvimento em Medicina nutricional e Celular. Seu instituto está realizando pesquisa básica e estudos clínicos para documentar cientificamente os benefícios á saúde dos micronutrientes na luta contra uma infinidade de doenças.

Dr. Rath é o fundador do conceito científico de Medicina Celular, a introdução sistemática em medicina clínica do conhecimento bioquímico do papel de micronutrientes como biocatalisadores em uma infinidade de reações metabólicas no nível celular.

Aplicando este conhecimento científico na luta contra as doenças, ele e sua equipe de pesquisa identificaram os seguintes problemas de saúde comuns como sendo principalmente causados por deficiências crônicas de micronutrientes:

- Arteriosclerose (a causa de doença cardíaca coronária e acidente vascular cerebral)
- Alta Pressão Arterial
- Insuficiência Cardíaca
- Batimento Irregular do Coração
- Problemas circulatórios em Diabéticos
- osteoporose
- Muitas formas de câncer
- Imuno-deficiências como uma condição prévia para uma variedade de doenças infecciosas, incluindo a SIDA (AIDS).

Referências:
http://www4.dr-rath-foundation.org
http://www.drrathresearch.org/

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www.NOVACOMUNIDADE.org - O MODELO COOPERATIVO FAMILIAR
www.MDDVTM.org - MOVIMENTO DE DEMOCRACIA DIRECTA VTM

"Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento."
(Carlos Bernardo González Pecotche)

"Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição."
(Simón Bolivar)

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50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria


MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR MICHAEL CARL | 23 JULHO 2012
NOTÍCIAS FALTANTES - PERSEGUIÇÃO ANTICRISTÃ


O país se transformou em um campo de extermínio; muçulmanos declaram “convertam-se ou morram”

perseguiçãoNigériaCinquenta membros de uma igreja no norte da Nigéria foram queimados vivos na casa do pastor.

O ataque, realizado por homens armados, foi apenas o primeiro de uma onda de violência que se espalhou por 12 vilas e deixou mais de 100 mortos no estado nigeriano de Plateau, região que anteriormente estava fora da área de atuação do grupo islâmico terrorista Boko Haram e é a terra natal da etnia fula, majoritariamente islâmica.

Apesar disso, o Boko Haram assumiu responsabilidade pelos ataques e prometeu mais violência.

O porta-voz americano da Missão Portas Abertas, Jerry Dykstra, alerta que a recente onda de ataques está rapidamente se transformando em um funesto campo de batalha religioso, onde o Boko Haram declara que os cristãos devem se converter... ou morrer.

“A Nigéria está se transformando em um campo de extermínio para os cristãos. Centenas deles já foram brutalmente assassinados pelo Boko Haram, incluindo mulheres e crianças”, explica Dykstra. “Ainda esta semana o grupo afirmou que todos os cristãos deveriam buscar o islamismo ou ‘nunca teriam paz novamente’. O objetivo deles é transformar toda a Nigéria em um país governado e dominado pela lei islâmica da sharia”.

Os líderes da Igreja de Cristo da Nigéria relatam que todas as igrejas da denominação foram totalmente queimadas durante a destruição em 12 cidades.

O estado de Plateau é a terra natal dos fulas, grupo nômade e majoritariamente muçulmano, originalmente apontados pelas autoridades de segurança nigerianas como responsáveis pelo ataque.

Segundo uma reportagem local, o consultor criminal nigeriano Innocent Chukwuni teria dito que a logística sugere que o Boko Haram não poderia ter agido sozinho.

“Não acredito que o Boko Haram teria condições de atacar essas vilas tão de repente. Não conseguiriam sem apoio e cooperação local”, ponderou Chukwoma, segundo a reportagem.

O porta-voz dos fulas negou responsabilidade e não respondeu sobre a possível aliança com o Boko Haram.

A analista da Heritage Foundation na África, Morgan Roach, não acredita no envolvimento do Boko Haram devido ao histórico de violência dos fulas.

“Ataques a povoados cristãos não são novidade no estado de Plateau, uma vez que se sabe que os fulas já atacaram comunidades cristãs no passado”, sustenta Roach.

Ela afirma que, como o estado de Plateau é fora do território do Boko Haram, ela tende a concordar com as autoridades nigerianas. Ela também acredita que as queimas de igrejas são um desvio dos métodos do grupo terrorista, tipicamente mais avançados.

“Caso eles sejam responsáveis, isso seria um desvio das suas táticas anteriores, que tendem a ser mais sofisticadas”, questiona Roach.

“Acredito que convém fazer duas perguntas: O Boko Haram está tentando tirar vantagem da instabilidade de Plateau e se aliar aos fulas? Talvez, mas é preciso mais provas”, opina. “Se for confirmada a ligação do incidente ao Boko Haram, seria um caso preocupante para a segurança do país”.

Mas Michael Rubin, analista de Oriente Médio e Terrorismo do Instituto Empresarial Americano, diz acreditar que o Boko Haram é responsável pelos ataques.

“Ninguém iria se surpreender se o campo de ação do Boko Haram estiver se expandindo. Os jihadistas não podem ser aplacados; são expansionistas”, declara.

Roach teme pelas consequências caso o Boko Haram esteja realmente avançando sobre Plateau e sobre o território fula.

“Será que eles estão buscando expandir sua influência para outras partes do território? Provavelmente", constata Roach. “Certamente iria ao encontro do seu objetivo maior de criar um estado muçulmano”.

Dykstra acredita que a maior prioridade da Nigéria é proteger seus cidadãos cristãos e reforçar a segurança nacional.

“O governo nigeriano precisa se posicionar e proteger os fieis cristãos”, defende. “O Departamento de Estado Americano precisa reconhecer que o que está acontecendo na Nigéria não é apenas devido à pobreza e à injustiça”.

Dykstra estava se referindo a uma reportagem da Reuters de 11 de julho sobre um relatório sobre a Nigéria elaborado pelo Conselho Mundial das Igrejas.

“A pobreza, a desigualdade e a injustiça estão ameaçando desencadear um conflito sectário na Nigéria, explicou uma força-tarefa cristã-muçulmana na quarta-feira”, dizia a Reuters, citando o relatório. “O relatório identificou dezenas de problemas distintos, cuja resolução poderia contribuir para a paz de maneira geral”.

Ainda citando o relatório do CMI, a Reuters prosseguia: “A disparidade de riqueza entre os estados produtores de petróleo do sul e os países pobres em recursos do norte é um dos principais fatores para as tensões regionais, como são também as disputas por terra, como a falta de terra de pasto reconhecida para os pastores de gado do grupo nômade fula”.

O relatório também cita o príncipe Bola Ajibola, ex-ministro da justiça, dizendo, “Na Nigéria, três coisas são entrelaçadas: religião, política e etnia; e as três são ofuscadas pela corrupção, a pobreza e a insegurança”.

Dykstra questiona as conclusões do relatório, inclusive a afirmação que joga a culpa em “missionários bem financiados tanto do islamismo quanto do cristianismo” por aumentar as tensões.

“É ridículo”, critica.

Dykstra ressalta também que os cristãos precisam orar pelos seus irmãos e irmãs perseguidos.

Rubin alerta que terríveis consequências irão se seguir se o governo da Nigéria não colocar um fim na guerra civil auto-anunciada Boko Haram.

“Se não for contra-atacado e derrotado, o Boko Haram pode transformar a Nigéria no maior estado falido do mundo”, lamenta.


Tradução: Luis Gustavo Gentil

Do WND: “50 Christians burned to death in pastor's home

www.juliosevero.com

Apresentação do livro Crise e Utopia - O Dilema da Thomas More, de Martim Vasques da Cunha (Vide Editorial)

 

Palestra de Graça Salgueiro no CIRCAPE: O avanço do comunismo na América Latina e suas conseqüências catastróficas na sociedade

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR GRAÇA SALGUEIRO | 23 JULHO 2012
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO

Palestra-CIRCAPE-13.06-1No dia 13 de junho passado, fui convidada pelo Círculo Católico de Pernambuco (CIRCAPE) para proferir uma palestra cujo título foi “O avanço do comunismo na América Latina e suas conseqüências catastróficas na sociedade”.

Foi um encontro muito agradável e surpreendente, pois naquele dia chovia a cântaros em Recife e imaginei que poucas pessoas se disporiam a sair de suas casas, à noite, com toda aquela chuva, para ouvir uma palestra sobre um tema que não se discute muito por absoluta falta de interesse no que se passa ao nosso redor. Entretanto, e apesar desse inconveniente, para minha surpresa o auditório estava com quase cem pessoas e no debate que se seguiu depois, pude constatar com alegria que tratava-se de pessoas inteligentes e com conhecimento do tema.

Palestra-CIRCAPEUm dos temas abordados foi sobre a “Comissão da Verdade”, no qual pude fazer uma reflexão sobre o projeto de destruir e desmoralizar as Forças Armadas do continente, que remonta aos anos 2004-2006. Nessa reflexão comentei que tal comissão afirma que “não tem caráter punitivo nem força de lei” mas que isto era apenas para calar a voz dos militares e civis que se posicionaram contra e que, mais adiante, encontrariam uma maneira de colocar adendos, ressalvas ou outro artifício jurídico para punir os militares - mesmo não podendo tirá-los da Lei da Anistia por determinação do STF -, com julgamentos e prisões como já ocorre na Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia.

Pois bem, não levou muito tempo para que minha reflexão se mostrasse totalmente correta, pois ontem o jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria onde consta que o Coronel Lício Maciel, herói da guerrilha do Araguaia, agora está sendo acusado de “seqüestrador” de um terrorista daquela guerrilha, e que crime de “seqüestro qualificado” prevê de dois a oito anos de prisão. Quer dizer, não podendo “desanistiá-los”, inventam-se outros tipos de crimes que são inafiançáveis e imprescritíveis, segundo o nosso ordenamento jurídico, conquanto que seu objetivo de destruí-los completamente seja alcançado. Proximamente escreverei sobre este fato asqueroso e injustificável contra o Coronel Lício Maciel.

Abaixo as cinco partes em um único player.

Os números da educação

 

BLOG DO ÁLVARO DIAS

23 de julho de 2012 - 11:03 Política

38% dos que possuem curso superior são analfabetos funcionais, mas as crianças desenvolvem a habilidade de colocar camisinha com a boca e mexer direitinho com a mão limpinha no pintinho

 

Pelo FACEBOOK:

Francisco Razzo

Sem pudor nenhum, eis o Guia do Professor do livro "Mamãe como eu Nasci? Menino Gosta de Boneca?". E ais que vamos construindo um país de futuros semi-letrados que pelo menos desenvolvem a habilidade de colocar camisinha com a boca e mexer direitinho com a mão limpinha no pintinho.

GUIA PARA PROFESSORES: como trabalhar os livros 'Mamãe, como eu Nasci?' e 'Menino Brinca de Boneca?'

Morte e mistério à sombra de Cachoeira: ele e outros arquivos que se cuidem!

 

A VERDADE SUFOCADA

Isto É - 23/07/2012

Assassinato de agente federal, morte de escrivão e desaparecimento de delegado lançam mais controvérsias ao caso do bicheiro

Izabelle Torres e Claudio Dantas Sequeira

O caso do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, aos poucos vem ganhando os contornos de uma trama policial complexa e com vítimas reais. Desde que foi deflagrada no final de fevereiro, a Operação Monte Carlo é cercada de sinais que podem indicar uma violenta reação. Há registros de ameaças a juízes e procuradores, desaparecimento de integrantes do esquema e até mortes de policiais. O enredo atingiu seu ápice na terça-feira 17, com o assassinato do agente da Polícia Federal Wilton Tapajós.

Ele foi executado com dois tiros na nuca quando visitava o túmulo dos pais num cemitério em Brasília, a menos de dois quilômetros da Superintendência da PF, onde estava lotado. O último grande trabalho de Tapajós tinha sido justamente o monitoramento da quadrilha de Cachoeira. Alguns dos relatórios produzidos pelo agente foram fundamentais para flagrar as negociações entre Lenine Araújo e Valmir José da Rocha, operadores do esquema, com policiais de Goiás. Os dois suspeitos, Araújo e Rocha, estão soltos.

Fontes da Polícia Civil confirmaram à ISTOÉ que uma das linhas de investigação do assassinato apura a relação de Tapajós com Idalberto Matias, o Dadá, araponga que era o principal operador de Cachoeira para ações de espionagem. Dadá ficou preso por três meses e ganhou a liberdade em junho. No início das investigações da Monte Carlo, conforme apurou ISTOÉ, Tapajós morou durante algumas semanas no condomínio Santos Dumont, da Aeronáutica, localizado próximo à cidade-satélite de Santa Maria, no entorno de Brasília. Dadá, que voltou a operar desde que foi solto, mantinha em Santa Maria parte de sua base de operações.

A associação da morte de Tapajós com o caso Cachoeira preocupa o governo. Na quinta-feira 19, em reunião com a cúpula da Polícia Civil do DF, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu “cautela” para evitar especulações antes que a investigação seja concluída. Seguindo essa orientação, a superintendente da PF em Brasília, Silvana Borges, alegou que ainda é cedo para classificar o crime como queima de arquivo. “Só as investigações vão mostrar quem são os responsáveis e se a morte de Tapajós tem relação com a Monte Carlo”, disse. Os acontecimentos, porém, não colaboram com a prudência policial. No mesmo dia em que amigos e policiais enterravam Tapajós, um escrivão que trabalhou com ele foi encontrado morto em casa. Fernando Sturi Lima, 34 anos, teria se suicidado com um tiro na cabeça.

As duas mortes se somaram ao desaparecimento do delegado da Polícia Civil de Goiás Hylo Marques Pereira, suspeito de ser informante do grupo de Cachoeira. O sumiço foi denunciado na semana passada pela família de Pereira, visto pela última vez no sábado 14, em frente a um hotel em Goiânia. No local, foi encontrado o carro do policial com uma nota escrita à mão com seu nome, dois números de telefone e um destino: São Paulo. ISTOÉ ligou para o celular, mas caiu na caixa postal. No telefone fixo, ninguém atendeu. Ao depor na Assembleia Legislativa de Goiás, no início de julho, o delegado admitiu conhecer Lenine Araújo, o contador de Cachoeira flagrado por Tapajós. A Polícia Civil goiana abriu uma investigação sobre o desaparecimento de Pereira. Não foi descartada a hipótese de que o delegado tenha se escondido para não ser morto. Pereira não é o primeiro do esquema de Cachoeira a desaparecer. O contador Geovani Pereira da Silva está foragido desde fevereiro e não compareceu nem sequer para prestar depoimento na 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás.

Ameaças de morte também rondam juízes e procuradores do caso. O juiz federal Paulo Augusto Moreira Leite, que iniciou as investigações e deu as primeiras ordens de prisão contra integrantes do grupo, pediu afastamento do caso em junho. Temendo por sua vida e de sua família, decidiu passar uma temporada no Exterior com a mulher e os filhos. A decisão de abandonar as investigações foi decorrente do que chamou de “periculosidade da quadrilha”. A onda de assassinatos e desaparecimentos levou a direção do Complexo Penitenciário da Papuda a transferir Carlinhos Cachoeira para o Pavilhão de Segurança Máxima (PSM). Os presidiários que vão para esse setor geralmente não retornam mais para a cela comum, porque correm risco de morte.

Um tiro na nuca da nação

 

A VERDADE SUFOCADA

Guilherme Fiuza
O Globo - 21/07/2012

Carlinhos Cachoeira disse que vai à CPI quando quiser, porque a CPI é dele. Quase simultaneamente, um dos agentes federais que o investigaram é executado num cemitério, enquanto visitava o túmulo dos pais. Al Pacino e Marlon Brando não precisam entrar em cena para o país entender que há uma gangue atentando contra o Estado brasileiro. Em qualquer lugar supostamente civilizado, os dois tiros profissionais na nuca e na têmpora do policial Wilton Tapajós poriam sob suspeita, imediatamente, os investigados pela Operação Monte Carlo - alvos do agente assassinado. Mas no Brasil progressista é diferente.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, se pronunciou sobre o crime. Declarou que "é leviano" fazer qualquer ligação entre a execução do policial federal e a operação da qual ele fazia parte. E mais não disse. Tapajós foi enterrado no lugar onde foi morto. Se fosse filme de máfia, iam dizer que esses roteiristas exageram. No enterro, alguém de bom-senso poderia ter soprado ao ouvido do ministro: dizer que é leviano suspeitar dos investigados pela vítima, excelência, é uma leviandade.

Mas ninguém fez isso, e nem poderia. O ministro da Justiça não foi ao enterro. Wilton Tapajós era subordinado ao seu ministério, atuava na principal investigação da Polícia Federal e foi executado em plena capital da República, mas José Eduardo Cardozo devia estar com a agenda cheia. (Talvez seja mais fácil desvendar o crime do que a agenda do ministro.) Por outro lado, o advogado de Cachoeira, investigado pelo agente assassinado, é antecessor de Cardozo no cargo de xerife do governo popular. Seria leviano contrariar o companheiro Thomaz Bastos.

Assim como o consultor Fernando Pimentel (ministro vegetativo do Desenvolvimento) e Fernando Haddad (o príncipe do Enem), Cardozo é militante político de Dilma Rousseff e ministro nas horas vagas. O projeto de permanência petista no poder é a prioridade de todos eles, daí os resultados nulos de suas pastas. Cardozo anunciara que ia se aposentar da política, e em seguida virou ministro. Lançou então seu ambicioso plano de espalhar UPPs pelo país e se aposentou (da função de cumpri-lo). Deixou de lado o abacaxi do plano nacional de segurança, que não dá voto a ninguém, e foi fazer política, que ninguém é de ferro. Para bater boca com a oposição e acusá-la de politizar a operação da PF, por exemplo, o ministro não se sente leviano.

Carlinhos Cachoeira era comparsa da Delta, a construtora queridinha do PAC. O bicheiro mandava e desmandava no Dnit, órgão que, além de acobertar as jogadas da Delta, intermediava doações para campanhas políticas, segundo seu ex-diretor Luiz Antonio Pagot. Entre essas campanhas estava a de Dilma Rousseff, da qual Cardozo fazia parte. O policial federal assassinado estava entre os homens que começaram a desmontar o esquema Cachoeira-Delta, e seus tentáculos palacianos. O mínimo que qualquer autoridade responsável deveria dizer é que um caçador da máfia foi eliminado de forma mafiosa. Mas o falante ministro da Justiça preferiu ficar neutro, como se a vítima fosse o sorveteiro da esquina. Haja neutralidade.

Montar golpes contra o Estado brasileiro é, cada vez mais, um crime que compensa. Especialmente se o golpe é montado dentro do próprio Estado, com os padrinhos certos. Exemplo: às vésperas do julgamento do mensalão, um conhecido agente do valerioduto acaba de ser inocentado, candidamente, à luz do dia.

Graças a uma providencial decisão do Tribunal de Contas da União - contrariando parecer técnico anterior do próprio TCU -, Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil que permitiu repasses milionários à agência de Marcos Valério, não deve mais nada a ninguém. Os famosos contratos fantasmas de publicidade, que permitiram o escoamento sistemático de dinheiro público para o caixa do PT, acabam de ser, por assim dizer, legalizados. Nesse ritmo, o Brasil ainda descobrirá que Lula tinha razão: o mensalão não existiu (e Marcos Valério se sacrificou por este país).

O melhor de tudo é que uma lavagem de reputação como essa acontece tranquilamente, sem nem uma vaia da arquibancada. No mesmo embalo ético, Delúbio Soares já mandou seu advogado gritar que ele é inocente e jamais subornou ninguém. O máximo que fez foi operar um pouquinho no caixa dois, o que, como já declarou o próprio Lula, todo mundo faz. Nesse clima geral de compreensão e tolerância, o ministro do Supremo Tribunal Federal que passou a vida advogando para o PT já dá sinais de que não vai se declarar impedido de julgar o mensalão. O Brasil progressista há de confiar no seu voto.

Esses ventos indulgentes naturalmente batem na cela de Cachoeira, que se enche de otimismo e fala grosso com a CPI. Se o esquema de Marcos Valério está repleto de inocentes, seria leviano deixar o bicheiro de fora dessa festa.

GUILHERME FIUZA é jornalista.

A menos-valia


 

VANGUARDA POPULAR

ESCRITO POR OPERÁRIO SINDICALIZADO

Marx nos ensina, e todos sabem, que toda a fonte de valor é o trabalho. Ou seja, se uma pessoa achar por acaso numa caverna um pedaço de ouro, ele não terá valor, porque não tem trabalho algum agregado. Inversamente, se um sujeito passar 30 anos cavando um buraco, será um buraco incrivelmente caro, porque tem MUITO trabalho agregado. Não creio que haja dúvidas quanto a isso. Só cães raivosos da burguesia ousariam negar tão óbvio princípio.

Todos sabem também que o lucro da burguesia é ROUBADO dos trabalhadores, a quem só sobra o suficiente para a subsistência. Os trabalhadores produzem tudo, mas só recebem parte do que produzem, enquanto a burguesia vilmente se locupleta. Essa é a mais-valia, o trabalho não pago do proletário.

Bom, essa é a situação de lucro. Mas há uma situação inversa. Digamos que os empresários num certo país são muito burros. Se eles forem muito burros, só farão investimentos errados que acarretarão sempre em prejuízo. Porém os trabalhadores continuarão a receber o salário integral, mesmo que o empregador incorra em prejuízo.

Essa situação excepcional é a MENOS-VALIA, onde os trabalhadores recebem MAIS do que produziram.

Nesse país onde os empresários são idiotas, portanto, não há a exploração dos proletários pelos burgueses, mas dos burgueses pelos proletários. Então, à medida que os burgueses fazem investimentos errados e são explorados pelos seus próprios empregados, sua consciência de classe desperta e os patrões começam a se organizar para fazer a revolução capitalista.

Então, a primeira pergunta que os comunistas e demais pessoas preocupadas com o bem-estar do próximo devem fazer é: será que os empresários do meu país são burros ou inteligentes? Se são burros, haverá a revolução capitalista e tudo será triste. Porém, se são inteligentes, haverá a revolução socialista e tudo será lindo.

Pois eis que chegamos à conclusão óbvia, que o leitor provavelmente já auferiu à esta altura: para que tenhamos empresários inteligentes, o governo precisa investir em educação. Se não houver investimentos em educação, todos serão estúpidos e não saberão fazer projeções de mercado, os empregados não serão explorados e não haverá a conscientização do proletariado nem a revolução comunista.

Artigo Revolucionário publicado em maio de 2006 no Jornal Opinião Popular, o jornal do POVO.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".