Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 22 de março de 2012

A rotina das cobras

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 22 MARÇO 2012
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

Computado o total das ações violentas que, partindo de Cuba, se alastraram não só por este continente, mas pela África e pela Ásia, a resposta dos militares à agressão cubana foi quase sempre tardia e moderada.

Se há uma lição que a História ensina, documenta e prova acima de qualquer dúvida razoável, é a seguinte: sempre que os comunistas acusam alguém de alguma coisa, é porque fizeram, estão fazendo ou planejam fazer logo em seguida algo de muito pior. Acobertar crimes sob afetações histriônicas de amor à justiça é, há mais de um século, imutável procedimento padrão do movimento mais assassino e mais mentiroso que já existiu no mundo.

Só para dar um exemplo incruento: o Partido dos Trabalhadores ganhou a confiança do eleitorado por sua luta feroz contra os políticos corruptos, ao mesmo tempo que ia preparando, para colocá-lo em ação tão logo chegasse ao poder, o maior esquema de corrupção de todos os tempos, perto do qual a totalidade dos feitos de seus antecessores se reduz às proporções do roubo de um cacho de bananas numa barraca de feira.

Mas nem todos os episódios desse tipo são comédias de Terceiro Mundo. Nos anos 30 do século passado, o governo de Moscou promoveu por toda parte uma vasta e emocionante campanha contra as ambições imperialistas de Adolf Hitler, ao mesmo tempo que, por baixo do pano, as fomentava com dinheiro, assistência técnica e ajuda militar, no intuito de usar as tropas alemãs como ponta-de-lança para a ocupação soviética da Europa.

Os exemplos poderiam multiplicar-se ilimitadamente. Em todos os casos, a regra é a máxima atribuída a Lênin: "Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz." Se o acusado realmente cometeu crimes, ótimo: desviarão a atenção dos crimes maiores do acusador. Se é inocente, melhor ainda. 

Durante os célebres Processos de Moscou, onde o amor ao Partido levava os réus a confessar crimes que não haviam cometido, Bertolt Brecht, ídolo literário maior do movimento comunista, proclamou: "Se eram inocentes, tanto mais mereciam ser fuzilados." Não foi mera efusão de servilismo histriônico. A declaração obscena mostra a profunda compreensão que o dramaturgo tinha da premeditação maquiavélica por trás daquela absurdidade judicial. 

Como o bem e o mal, na perspectiva marxista, não existem objetivamente e se resumem à resistência ou apoio oferecidos às ordens do Partido, a inocência do réu é tão boa quanto a culpa, caso sirva à propaganda revolucionária – mas às vezes é muito mais rentável. 

Condenar o culpado dá aos comunistas o ar de justiceiros, mas condenar o inocente é impor a vontade do Partido como um decreto divino, revogando a moral vigente e colocando o povo de joelhos ante uma nova autoridade, misteriosa e incompreensível. O efeito é devastador. 

Isso não se aplica somente aos Processos de Moscou. Perseguir o general Augusto Pinochet por delitos arquiconhecidos dá algum prestígio moral, mas condenar o coronel Luís Alfonso Plazas a trinta anos de prisão, por um crime que todo mundo sabe jamais ter acontecido, é uma operação de magia psicológica que destrói, junto com o inimigo, as bases culturais e morais da sua existência. Na presente "Comissão da Verdade", os crimes do acusado são reais, mas menores do que os do acusador. 

A onda de terrorismo guerrilheiro na América Latina data do início dos anos 60, e já tinha um belo currículo de realizações macabras quando, em reação, os golpes militares começaram a espoucar. Computado o total das ações violentas que, partindo de Cuba, se alastraram não só por este continente, mas pela África e pela Ásia, a resposta dos militares à agressão cubana foi quase sempre tardia e moderada, sem contar o fato de que, pelo menos no Brasil, veio desacompanhada de qualquer guerra publicitária comparável à dos comunistas.

Sob esse aspecto, a vantagem ainda está do lado dos comunistas. Os delitos dos militares chamam a atenção porque uma rede de ONGs bilionárias, secundada pela militância esquerdista que domina as redações, não permite que sejam esquecidos.

Nenhuma máquina de publicidade, no entanto, se ocupa de explorar em proveito da "direita" as vítimas produzidas pela Conferência Tricontinental de 1966, pela OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade, 1967) ou, hoje, pelo Foro de São Paulo. 

Numa disputa travada com tão escandalosa desproporção de recursos, a verdade não tem a menor chance. 

Na tão propalada ânsia de restaurar os fatos históricos, ninguém se lembra sequer de averiguar a participação de brasileiros nas ações criminosas empreendidas pelo governo de Fidel Castro em três continentes. 

Encobrindo esse detalhe, fugindo ao cotejo dos números, trocando os efeitos pelas causas e partindo do pressuposto  de que os crimes praticados a serviço de Cuba estão acima do julgamento humano, a “Comissão da Verdade” é, de alto a baixo, mais uma farsa publicitária montada segundo o modelo comunista de sempre. Seu objetivo não é o mero “revanchismo”, como ingenuamente o pensam os militares: é habituar o povo a conformar-se com um novo padrão de justiça, no qual, a priori e sem possibilidade de discussão, um lado tem todos os direitos e o outro não tem nenhum. A única coisa estranha, nessa reencenação, é que suas vítimas ainda procedam como se esperassem, dos julgadores, alguma idoneidade e senso de equilíbrio, sentindo-se surpreendidas e chocadas quando a igualdade perante a lei lhes é negada – tanto quanto os cristãos se sentem repentinamente traídos quando o governo Dilma volta atrás no compromisso anti-abortista de campanha.

Não há nada de surpreendente em que as cobras venenosas piquem. Surpreendente é que alguém ainda se surpreenda com isso.

Publicado no Diário do Comércio.

Contra o narcoterror vermelho não basta apenas a contra-guerrilha

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR CEL. LUIS ALBERTO VILLAMARÍN PULIDO | 21 MARÇO 2012
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO

A ação militar é fundamental, porém demanda o mesmo compromisso dos demais entes estatais.

Nota da tradutora:

O vídeo abaixo ilustra o fato citado pelo autor do texto onde pode-se ver o estado em que ficou a igreja. Neste atentado, o padre chamou as pessoas idosas, mulheres e crianças a fim de se protegerem do brutal enfrentamento entre as FARC e as AUC pela posse do território que, como bem salienta o autor, é um corredor muito cobiçado pela sua posição geoestratégica banhado por dois oceanos. As imagens são chocantes, pois os terroristas das FARC, que dizem lutar com e pelo povo, não titubearam em jogar um cilindro-bomba dentro da igreja provocando esse massacre. Nos jornais da época dizia-se que “havia pedaços de corpos grudados nas paredes”, e a maioria era crianças...

 


Presidente Santos: o Chocó necessita muito mais do que um batalhão de contra-guerrilhas

O problema de desordem pública do Chocó não é novo, em que pese ser um estado abençoado com riqueza ecológica sem par no planeta, minerais, costas virgens, privilegiada posição geoestratégica e mil bondades mais. Entretanto, governado desde sempre por castas corruptas e ineficientes, mais de 90% de sua população vive em condições infra-humanas e como um vergonhoso apêndice de sucessivos e incompetentes governos centrais.

A fronteira com o Panamá, a posse de costas sobre os oceanos Pacífico e Atlântico, a mineração ilegal, a ausência de presença estatal e a pobreza crescente, converteram-se no caldo de cultura para incubar desde sempre delinqüentes de todos os tipos, situação que aumentou com o narcotráfico, o contrabando de armas, a passagem de dinheiro das máfias e carregamentos de drogas, e a ambição geoestratégica das FARC e das auto-defesas ilegais para instalar seus domínios em terras de ninguém.

Assim, hoje as FARC, o ELN, os Rastrojos, os traficantes de seres humanos para os Estados Unidos, os contrabandistas, os prófugos da justiça, etc., encontraram neste paraíso terrenal um território apto para se esconder e delinqüir ante o olhar impávido dos donos do poder na capital, com a circunstância agravante de que, com escassas exceções, a comunidade chocoana tem carecido de líderes honestos e com visão estratégica que a impulsionem para adiante.

O dantesco episódio da morte de mais de 150 pessoas na igreja de Bojayá [1], produto da guerra particular e sem quartel entre as FARC e as AUC, é apenas um reflexo do que sucede lá. Devido à ausência de Estado no desenvolvimento das tendências do Plano Estratégico para a tomada do poder mediante a combinação de todas as formas de luta, o Partido Comunista e as FARC infiltraram empobrecidas comunidades no selvático estado e criaram espécies de repúblicas independentes, nas quais com o conto chinês da paz pretende-se desconhecer a institucionalidade, a autoridade oficial e evitar a presença militar ou policial.

Por óbvias razões, os comissários políticos do narcoterror promoveram todo tipo de manifestações públicas dessas comunidades e as fizeram parte ativa da guerra jurídica contra o estamento militar, enquanto a solícita Frente Internacional das FARC procuraram ações internacionais de ordem política, diplomática e propagandística, direcionadas a legitimar a rebelião camuflada e evidentemente deslegitimar o Estado e suas Forças Militares.

Por desgraça, e do mesmo modo que ocorreu em outras regiões do país que padecem situações semelhantes de abandono e carência de ação estatal, os governos de turno - sem exceção - desde 1968 em diante que apareceram os primeiros brotos de terrorismo comunista em Chocó, além de seus antecessores que nunca se preocuparam com essa região, recorreram à solução facilitadora de enviar as tropas para combater os grupos armados ilegais, sem que simultaneamente com elas fossem programas concretos de desenvolvimento com objetivos a médio e longo prazo.

Reiteramos, pela enésima vez e não cessaremos de fazê-lo, à falta de visão político-estratégica dos governantes de turno frente a esta rica região, soma-se a ignorância crescente de governantes, ministros, legisladores e juízes colombianos frente ao Plano Estratégico das FARC. De maneira incrível passaram quase cinco décadas de terrorismo comunista contra a Colômbia, e ainda os politiqueiros de turno, os honoráveis magistrados, os experts ministros, os sábios diretores de departamentos administrativos e essa elite de sabichões que pululam na Colômbia, acreditam que a solução para este problema é unicamente militar.

Finalmente, com bom critério mas sem examinar a fundo os demais componentes do complexo conflito, os comandos militares afirmaram que estamos no fim do fim, que o problema se resolve em dois anos, que as mortes dos principais cabeças conduzirão à rendição dos demais bandidos, etc.

Também temos insistido desde há mais de 20 anos em múltiplos escritos, cenários acadêmicos, meios de comunicação e trabalhos investigativos, que o problema do narcoterror comunista se soluciona com ações integrais de Estado. Que a ação militar é fundamental, porém que ela demanda o mesmo compromisso dos demais entes estatais, quer dizer, que assim como os soldados dão até suas vidas por um soldo miserável, os funcionários públicos devem trabalhar para o que os elegeram e não para seus bolsos, suas prebendas ou suas conveniências politiqueiras.

Nessa ordem de idéias, requer-se um presidente que elabore com sua equipe de trabalho uma estratégia integral convertida em política de Estado, não em conjuntura de quatriênio, na qual se fixem objetivos concretos, dos quais não se pode ficar com o pé atrás em todos os campos da administração, para que regiões como o Chocó se harmonizem com o desenvolvimento do resto do país, para que os comunistas não encontrem incautos prontos para se juntar à guerrilha, para que os narcos não tenham mão de obra e para que os politiqueiros não roubem mais.

Construir estradas dignas que unam o Chocó com Antioquia, o Valle e o Velho Caldas e - por que não? -, construir o canal inter-oceânico na fronteira com o Panamá, redundariam em fontes de emprego, projetos de eco-turismo, agricultura, criação de gado, pesca e muito mais.

De posse destas ações chegaria o desenvolvimento social e econômico em todos os sentidos, pois os ministérios em seu conjunto imersos dentro de um esquema político-estratégico, participariam com efetividade em programas de longo fôlego, não em conjunturas demagógicas como o recente conselho de governo em Quibdó.

O refinamento do Plano Estratégico das FARC feito por Cano e Iván Márquez uniu em um só conjunto de trabalho os Blocos Caribe e norte-ocidental, que se articulam com o Comando Conjunto sul-ocidental para fazer presença geoestratégica sobre litorais e fronteiras, com vistas a construir milícias bolivarianas e células do Partido Comunista Clandestino nas regiões Pacífica e Caribe. E Chocó está no meio desse esquema.

Tal situação merece respostas estratégicas de Estado a longo prazo, não a manipulação oportunista da situação levando tropas para enfrentar os bandidos com as armas, enquanto os politiqueiros corruptos de Quibdó e os acomodados de Bogotá continuam felizes a custa do sangue de colombianos de ambos os lados.

A ação militar contra o narcoterror comunista é necessária mas não única nem definitiva. O Chocó necessita de força pública mas também estratégia integral do Estado, investigação exaustiva a todos os que governaram esse empobrecido estado e soluções políticas, sociais, econômicas e psicossociais para educar as novas gerações em um entorno diferente ao delito com o qual têm convivido por décadas, devido à inoperância dos demagogos que governaram a Colômbia.

Por essas razões, não basta instalar um batalhão no Chocó. A solução é mais profunda. Do contrário, será mais do mesmo e o que é mais dramático, como em outras partes do território nacional, o Exército acabará com a carga da irresponsabilidade político-administrativa dos governos nacional, estadual e municipal. Simples assim.

Tradução: Graça Salgueiro

49 - Parresía: A difamação contra Pio XII

Dois são presos por incitar crimes de ódio e intolerância pela internet

 

ESTADÃO

Criminosos também fizeram referência de apoio ao atirador da escola de Realengo

22 de março de 2012 | 9h 21

Solange Spigliatti

São Paulo, 22 - Duas pessoas foram presas nesta quinta-feira, 22, acusadas usarem a internet para espalhar mensagens de apologia de crimes graves e da violência, principalmente contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus, além da incitação do abuso sexual de menores, segundo a Polícia Federal.

A Operação Intolerância prendeu Emerson Eduardo Rodrigues e Marcelo Valle Silveira Mello, moradores de Curitiba e Brasília, respectivamente. Eles foram presos preventivamente por supostamente serem os responsáveis pelo site silviokoerick.org.

A página foi amplamente denunciada por internautas brasileiros ao Ministério Público. E, com quase 70 mil denúncias registradas na ONG SaferNet, bateu recorde de participação pública no controle da internet nacional.

Agentes da PF também vão aos mandados de busca e apreensão para examinar as casas e locais de trabalho dos suspeitos em busca de provas.

Entre os conteúdos publicados pelos criminosos, havia referências positivas ao atirador Wellington, que em 2011 atacou a tiros uma escola em Realengo, no Rio, matando diversas crianças, bem como à suposta incapacidade da Polícia Federal em os localizar e deter.

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 21 de março de 2012

Líder muçulmano diz: Destruam todas as igrejas

 

JULIO SEVERO

22 de março de 2012

Obama silencia enquanto o grão-mufti da Arábia Saudita mira no Cristianismo

Se o papa pedisse a destruição de todas as mesquitas na Europa, a gritaria seria cataclísmica. Especialistas iriam atacar a Igreja Católica sem dó nem piedade, a Casa Branca prontamente iria apresentar uma declaração de profunda preocupação, e manifestantes no Oriente Médio matariam uns aos outros em sua revolta. Mas quando o líder mais influente no mundo muçulmano lança uma fatwa (decreto islâmico) para destruir as igrejas cristãs, o silêncio é ensurdecedor.

No dia 12 de março, o xeique Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região”. A decisão veio em resposta a uma dúvida de uma delegação do Kuwait sobre a legislação proposta para evitar a construção de igrejas no emirado. O mufti baseou sua decisão em uma história de que em seu leito de morte, Maomé declarou: “Não deve haver duas religiões na Península [árabe]”. Essa passagem tem sido muito usada para justificar a intolerância no reino saudita. Igrejas sempre foram proibidas na Arábia Saudita, e até recentemente judeus não eram sequer permitidos no país. Aqueles que desejam adorar da maneira de sua escolha devem fazê-lo escondido, em privado, e mesmo assim a polícia da moral é conhecida por aparecer inesperadamente e interromper a adoração.

Esse líder islâmico não é um pequeno imam radical tentando atiçar seus seguidores com discursos de ódio excessivo. A decisão tomada foi uma decisão pensada, determinada e específica de um dos mais importantes líderes do mundo muçulmano. A decisão não apenas cria uma obrigação religiosa para aqueles sobre os quais o mufti tem autoridade direta, como é também um sinal para outros no mundo muçulmano de que destruir igrejas é não só permitido, mas obrigatório.

O governo de Obama ignora esses tipos de provocações por sua conta e risco. A Casa Branca colocou a aproximação internacional aos muçulmanos como prioridade de sua política externa num esforço para promover a imagem dos Estados Unidos como uma nação amiga do islamismo. Isso está sendo feito à custa da defesa dos direitos humanos e liberdades religiosas dos grupos minoritários no Oriente Médio. A região é uma encruzilhada crucial. Radicais islâmicos estão liderando a maré política contra a velha ordem autoritária e secularista. Eles estão testando as águas na sua relação com o mundo exterior, à procura de sinais do quão longe eles podem ir ao impor a sua visão radical de uma teocracia baseada na lei islâmica. Ignorar as declarações provocativas, como a do mufti, envia um sinal para esses grupos de que eles podem se engajar em um tipo de fanatismo e violência anticristã, sem consequências.

A campanha do sr. Obama para se aproximar do mundo muçulmano não conseguiu gerar a boa vontade que ele esperava. Em parte, isso foi porque ele sentiu que era melhor favorecer o preconceito do que impor respeito. Quando os membros da elite islâmica pedem o equivalente religioso da limpeza étnica, o líder do mundo livre deve responder, ou arriscar legitimar a opressão que se segue. Os Estados Unidos não deveriam se curvar aos mandos extremistas do grão-mufti, não importa quão desesperada a Casa Branca esteja para que ele goste dos americanos.

Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo do Washington Times: Destroy all churches

Fonte: www.juliosevero.com

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Grupo islâmico ameaça WND

Radicais da “Primavera Árabe” Islâmica Recebem Apoio do Governo dos EUA

Muçulmanos anunciam plano para ‘erradicar’ o Cristianismo na Nigéria

Obama ajuda o estabelecimento do califado islâmico

Muçulmanos são os líderes mundiais em perseguição aos cristãos

BBC confessa: Zombaremos de Jesus, mas nunca de Maomé

Como as potências ocidentais ajudam na perseguição aos cristãos

Cristãos Palestinos São Perseguidos

Nosso Mundo: Os cristãos esquecidos do Oriente

Sudão: uma lição de genocídio anticristão

Imam quer nascimento de Maomé como feriado nacional nos EUA

Tentáculos do islamismo aos poucos envolvendo a Europa?

Controle da natalidade no mundo ocidental ajudando no crescimento explosivo do islamismo

Fitna: a ameaça do islamismo radical

Denominação esquerdista ajuda revolução islâmica

“Santa” incoerência!

Trailer de “Obsessão — a guerra do islamismo radical contra o Ocidente”

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

“Justiça” retira do YouTube vídeo sobre islamização da Europa

Brasil sofre primeiro ataque terrorista de inspiração islâmica

Muçulmanos suicidas perdem para evangélicos e judeus suicidas

O Doloroso Segredo dos Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo

A religião verdadeiramente perseguida no mundo hoje é o cristianismo! Ou: de corajosos e covardes

Filho de elevado líder de grupo terrorista palestino se converte para Jesus Cristo

Suicídio do Ocidente: bispo holandês pede que cristãos rezem para Alá

Evangélicos e ruralistas podem selar casamento

 

CARTA CAPITAL

21.03.2012 16:59

Um antigo flerte entre as duas bancadas mais representativas do Congresso está prestes a virar casamento. Evangélicos e ruralistas estão perto, muito perto de lançar uma frente conjunta para votar dois dos projetos mais sensíveis aos interesse do governo – e também dos setores que representam: a Lei Geral da Copa e o novo Código Florestal.

Deputado federal João Campos, da Frente Parlamentar Evangélica, se reunirá ainda hoje com Moreira Mendes da bancada ruralista. Foto: Luiz Alves/Agência Câmara

Juntas, as duas bancadas podem reunir 170 votos, o que representa 33% do parlamento. É quase o dobro da bancada do PT (85 deputados), a maior da Casa. A fidelidade à bancada, quando o assunto é pauta, é maior até mesmo do que ao partido. O que pode significar um esfacelamento ainda maior da base do governo.

“O governo terá de se preocupar”, afirma o e João Campos (PSDB-GO), expoente do grupo evangélico que costura com o colega Moreira Mendes (PSD-RO), representante do agronegócio.

Em entrevista a CartaCapital, Campos explica que uma conversa preliminar foi firmada na sexta-feira 16 e que Moreira Mendes foi receptivo. Um novo encontro estava marcado para  quarta-feira 21. A votação dos projetos que podem mudar as regras da Copa e do plantio no Brasil tem provocado um levante de congressistas contra as propostas apoiadas pelo governo. A bancada evangélica abomina a ideia de se liberar a venda de bebida alcoólica nos estádios durante os jogos. Um acordo firmado com a Fifa, em que se compromete a permitir a venda de álcool,  deixa  o governo de mãos atadas nessa votação – já que um dos patrocinadores do Mundial é justamente uma marca de cerveja. Mesmo assim, no último texto aprovado, a decisão sobre a liberação passava para a mão dos estados.

Já os ruralistas se opõem a itens do novo Código Florestal aprovado no Senado e ambicionam retornar para a primeira versão aprovada na Câmara na primeira derrota da presidenta Dilma Rousseff na Casa, em 2011. Para o governo, no entanto, o projeto sancionado pelos senadores é o texto mais próximo de um consenso entre ruralistas e ambientalistas.

A Conferência sobre o meio ambiente Rio+20, que será sediada pelo país neste ano, aumenta a pressão para aprovar um código que agrade os defensores da natureza.  Dilma ameaça, inclusive, vetar a versão final.

Que beleza!!! UnB quebra o sigilo do voto da urna eletrônica

 

CONVERGÊNCIA DIGITAL


:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital ::

22/03/2012

Um grupo da Universidade de Brasília conseguiu quebrar a segurança da urna eletrônica, nos testes promovidos esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral. Eles conseguiram recuperar a sequência dos votos, - o que, ao menos em tese, permite violar o sigilo das opções de cada eleitor.

Formado por professores e alunos da Faculdade de Ciências da Computação, o grupo 1, dos 9 inscritos para os testes, teve sucesso em desfazer o embaralhamento dos votos e, assim, extrair uma lista que indica quem votou em quem.

“Conseguimos recuperar 474 de 475 votos de uma eleição na ordem em que foram inseridos na urna”, revela o coordenador do grupo, o professor Diego Freitas Aranha, doutor em criptografia pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Originalmente o plano de teste previa a recuperação de 20 votos, mas o próprio TSE desafiou o grupo a resgatar 82% dos votos de uma fictícia sessão eleitoral com 580 inscritos - percentual que equivale à média de comparecimento nas eleições brasileiras.

O professor Diego Aranha ressalta, no entanto, que a tarefa de violar completamente o sigilo do voto ainda está incompleta. “Precisamos da lista externa de votação para chegar ao nome dos eleitores”, afirma.

Como explica o coordenador do grupo, até aqui a equipe conseguiu determinar que o primeiro eleitor votou no candidato X, o segundo no candidato Y, e assim sucessivamente. Com a relação da votação - aquela que fica com os mesários - seria possível associar cada eleitor, pelo nome, ao votado.

A exemplo das edições anteriores dos testes, o tempo limitado de acesso à urna eletrônica - três dias, entre 20 e 22/3 - impediu avanços ainda mais significativos na quebra da segurança do sistema eletrônico de votação.

Diferentemente das versões anteriores dos testes do TSE, desta vez o tribunal permitiu acesso ao código fonte da urna - ainda que com restrições durante a fase de preparação dos exames, que antes de iniciados passam pelo crivo da Justiça eleitoral.

Apesar de festejar o sucesso na experiência, o grupo ainda não pode revelar os detalhes do feito - o TSE exigiu um compromisso de que apenas informações preliminares fossem divulgadas antes do relatório final com as considerações do próprio tribunal.

Além do professor Diego Aranha, o grupo é formado por Marcelo Monte Karam, André de Miranda e Felipe Brant Sacarel.

Maconha é muito mais perigosa do que parece

JOVEM PAN
21/03/12 - 21h20
Publicado Por: Alessandra Jarussi

Dr. Anthony Wong

A Tropa dos Lanternas Verdes podia ser tudo, menos ATEÍSTA.. Que furo, hein?!?



Enviado por  em 22/03/2012

Link do trecho do filme: http://vimeo.com/user3460652/lanternasverdes (observação: assista-o logo abaixo)

OS LANTERNAS VERDES DETONARAM UM BICHO TRANSUNIVERSAL QUE COMIA SABEM O QUE? ALMAS.

Então, galera, os defensores do Universo SABIAM e LUTAVAM contra aquele que é o Mal Objetivo, neste caso o devorador de almas chamado PARALLAX

Aqui no Brasil temos, então, a Tropa do Parallax (Cognitiva). Vou voltar a este assunto em breve. 8-)

Além do mais tem isto (http://pt.wikipedia.org/wiki/Abin_Sur):

"O ESPÍRITO de Sur apareceria ainda para ajudar Jordan contra o Lorde da Morte, o demônio Nekron. Jordan conseguira fazer com que os membros falecidos da Tropa dos Lanternas Verdes detivessem o demônio por tempo suficiente até os Guardiões chegarem a Krona e selarem o portal usado pelo inimigo. Antes do portal ser fechado, Sur ajuda seu sucessor a escapar e lhe diz que tem orgulho dele. Abin Sur mais tarde sacrifica sua alma para ajudar o Monstro do Pântano a resgatar a filha criança Tefé Holland do Inferno, quando fora raptada pelo demônio Nergal.

O ESPÍRITO de Abin Sur tenta ainda ajudar Kyle Rayner em Green Lantern Annual vol. 3 #7 (1998). Depois é revelado que parte de sua alma estava a ser torturada no Inferno enquanto a forma etérea dele acompanhava Hal Jordan quando o ex-Lanterna assumira a identidade do Espectro. Finalmente sua alma se libertaria do Inferno e ajudaria Hal Jordan em vários dilemas metafísicos que o acometeriam desde então. Abin Sur teria ainda reencarnado e renascido como a ungariana Lagzia, filha de seus velhos amigos Ruch Ehr e Munni Jah."



A Tropa dos Lanternas Verdes podia ser tudo, menos ATEÍSTA.. Que furo, hein?!? from cavaleirodotemplo on Vimeo.

Projeto de Código Florestal arrasa agricultura e prepara conflitos sem fim. Quando os “vermelhos” agem como “verdes”

 

VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO

quarta-feira, 21 de março de 2012

 

Um panorama que pode desaparecer

Em 17/03/2012, “O Estado de S.Paulo” publicou o artigo do jornalista Rodrigo Lara Mesquita “Código Florestal, utopia ou loucura?” com relevantes informações e comentários das consequências funestas da atual versão do projeto de Código Florestal.

Sublinhamos a continuação alguns de suas principais afirmações, reveladoras de um estudo de fundo sério e consciencioso.

No artigo, o leitor pode apalpar como sob manto “verde” no projeto estão passando algumas das mais radicais utopias “vermelhas” que há tempo estariam sepultadas não fosse o trabalho de certo ambientalismo fanatizado.

Só um indivíduo socialmente irresponsável seria contra a possibilidade de o Brasil reverter, num período de tempo plausível, os erros graves cometidos no seu processo de ocupação territorial.

Querer resolver esses problemas numa patada, com um golpe de força, é ignorar o processo histórico, suas circunstâncias e criar um ambiente propício para toda ordem de conflitos.

A versão do Senado para o Código Florestal prevê a recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) em todas as propriedades rurais.

O delírio miserabilista dos utopistas tornar-se-á realidade?

Quem defende esse dispositivo está praticamente condenando à morte 4,5 milhões de pequenos agricultores, responsáveis por mais da metade da produção de alimentos no País, e colocando uma bomba no colo da presidente Dilma Rousseff.

E está fazendo isso premido por argumentos e campanhas que muitas vezes se sustentammais por argumentos emocionais do que racionais; não é possível reverter 500 anos de um processo econômico com um decreto.

No final do século passado, foram consideradas APPs as faixas marginais dos rios, as encostas de morros e outras situações. Mas a ocupação desses locais já ocorrera, ao longo dos nossos 500 anos de História.

Os principais exemplos são as pastagens nas montanhas de Minas Gerais, como ocorre nos Alpes e nos Andes; os vinhedos e macieiras em encostas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, como em grande parte da Europa; o café em altitude em São Paulo e Minas Gerais, como na Colômbia; os bananais no Vale do Ribeira, como no Equador; e a ocupação de várzeas e terras férteis à margem de rios com plantios de arroz, irrigação, criação de búfalos e outras atividades, como no Nilo, no Mekong, etc.

Na versão aprovada na Câmara dos Deputados, as atividades agropecuárias tradicionais, desenvolvidas até 2008 em APPs, seriam consolidadas, com a proibição de abertura de novas áreas.

Mas o Senado impôs mais uma condição: os agricultores devem arrancar cultivos e pomares, retirar o gado e recuperar a vegetação nativa em faixas de 15 até 500 metros de cada lado dos rios e riachos.

"Uma patada, um golpe de força, cria ambiente para toda ordem de conflitos"

Ao longo do Rio São Francisco ou de rios de Mato Grosso, por exemplo, isso pode representar aperda de mais da metade das áreas produtivas.

Para quem tem diversos riachos na propriedade pode inviabilizar toda a produção. É também o caso dos projetos de irrigação, instalados ao lado dos rios.

A proposta, portanto, é de que o Estado imponha essa perda agrícola e ainda transfira o ônus para os agricultores: uma utopia ou loucura,dependendo da sua perspectiva.

Segundo fontes do Ministério do Meio Ambiente, a agricultura perderia 33 milhões de hectares. Para outras fontes, isso representaria arrancar cultivos, pomares e pastagens de 60 milhões de hectares.

Quanto menor a propriedade rural, pior a sua situação. Os pequenos utilizam a totalidade das terras para produzir e sobreviver.

De acordo com a Lei n.º 8.629/93, pequenas propriedades são imóveis entre um e quatro módulos fiscais (MFs), cuja dimensão é definida pelo Incra para cada município.
Em parte do Brasil, o Senado propõe que essa perda de terras produtivas se limite ao máximo de 20% da propriedade com menos de quatro MFs.

Ora, ao longo dos rios estão os terrenos mais férteis. Na maioria dos casos, esses 20% de terras férteis garantem 50% a 80% da renda do produtor.

Miséria da produção agrícola cubana não pode ser o futuro do Brasil!

Um estudo da Embrapa Gestão Territorial verificou, com base no Incra e no Censo Agropecuário do IBGE de 2006, que os imóveis com até quatro MFs correspondem a 89% dos estabelecimentos agropecuários do País, ocupam 11% do território e contribuem com 50% da produção agropecuária.

Eles serão duramente atingidos por essa medida, cujo alcance social e econômico o Ministério do Meio Ambiente e o governo não dimensionaram, muito menos o Senado.
Como impor indiscriminadamente a recomposição com vegetação nativa de áreas produtivas, se elas foram ocupadas em conformidade com a lei de seu tempo?

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, já prevê uma enxurrada de ações judiciais. Se não é uma enorme irresponsabilidade defender tal medida, é uma tentativa de passar a borracha na nossa História e em alguns casos levar a fatura para quem não tem nenhuma responsabilidade sobre esse passado.

Áreas de preservação permanente devem ser recuperadas quando e onde for pertinente, e todos os esforços nesse sentido são bem-vindos.

Mas exigir a mesma faixa de vegetação para um riacho que corre dois meses na caatinga, ou desce encachoeirado as serras do Espírito Santo, ou escoa quase imperceptível pela pampa gaúcha, ou forma um pequeno igarapé na Amazônia é ignorar a diversidade do meio ambiente. Cada bioma pede critérios específicos.

O Código Florestal pode fazer o que a reforma agrária não conseguiu:
quebrar a classe dos proprietários rurais e iniciar uma era de "conflitos sem fim"

Os Estados devem participar da avaliação e do esforço para recompor as APPs de forma adequada, considerando a ocupação das terras, as tecnologias empregadas, a situação de conservação dos solos e das águas e, mais do que tudo, a história de como isso ocorreu, num processo secular.

A regularização das atividades econômicas produtivas até 2008 em APPs dará segurança jurídica ao homem do campo.

O princípio da precaução sugere que o governo avalie a situação das APPs e só depois proponha sua recuperação, por meio de critérios técnicos, lá onde for necessário, de forma adequada e no tempo possível.

Forçar a recomposição como regra absoluta pode quebrar a agricultura e os agricultores, além de abalar profundamente um dos setores mais desenvolvido e dinâmico da economia do Brasil.

Vale lembrar de novo que o objetivo das leis é apoiar a sociedade, e não controlar a sociedade. São dinâmicas, evoluem com ela, contribuindo para a formação do arcabouço institucional.

Quando as estruturas legais se chocam com as estruturas sociais, elas criam as condições para conflitos sem fim.

A Igreja acreditava que a Terra era quadrada?



Enviado por  em 20/03/2012
A Igreja acreditava que a terra era quadrada?

Coisas que seu professor de história provavelmente não te ensinou.

Acesse www.santaigreja.com. Siga-nos no Twitter @santaigreja

As derrotas da Dilma Rousseff



Enviado por  em 22/03/2012
As duras derrotas legislativas sofridas ontem por Dilma Rousseff mostram que a governabilidade está a perigo. A base aliada virou base rebelada. O viés autoritário e irrealista da presidentes mostrou que ela conduz as questões políticas da pior forma. Assim seu governo acabará mal

O caso de Vitória/ES citado por Luiz Mott: mas um caso fabricado pelo decano da agenda gay

FOLHA VITÓRIA

Nesta matéria, citada por Luiz Mott (GGB - Grupo Gay da Bahia) em seu último vídeo como mais um caso de homossexual morto por causa do ódio desta condição, pode-se perceber perfeitamente - e pela milioinésima vez - como a agnda gay faz para existir. Mentindo, mentindo e mentindo. Lembremos que é o GGB que fabrica (sim, fabrica) os "dados da homofobia" para o Governo Federal.

Bullying: Pais de menino que se matou após ofensas dizem que pediram transferência de colégio

TV Vitória
Redação Folha Vitória
23/2/2012 às 20h30 - Atualizado em 24/2/2012 às 18h23


Reprodução TV VitóriaOs pais do menino que se matou depois de ser vítima de bullying em uma escola de Vitória na última sexta-feira (17) afirmam que já tinham pedido a transferência dele para outra unidade de ensino. Tudo aconteceu depois que o estudante foi humilhado, empurrado e xingado pelos colegas.
A família alega que os abusos já tinham sido comunicados à direção da escola. "Eu não tinha denunciado a situação desse meu filho, mas de outro. O Conselho Tutelar também sabia. Eu pedi o remanejamento dos meus três filhos, mas disponibilizaram vagas em escolas diferentes", lamentou a mãe, Joselia Ferreira de Jesus.  


"Essa mãe falou conosco da situação dos três filhos e nós disponibilizamos três escolas, mas ela não efetivou a transferência", argumentou a secretária de Educação, Vânia Carvalho de Araújo.
O Caso
Na sexta-feira, véspera de Carnaval, Roliver de Jesus foi para a escola em clima de festa, mas acabou se tornando alvo de piadas. Uma colega do menino disse que crianças e adolescentes fizeram uma roda ao redor do menino, que foi humilhado e empurrado.
"Eles o chamaram de gay, bicha, gordinho... Às vezes ele ia embora chorando", comentou.
A vítima deixou uma carta pedindo desculpas pelo suicídio e dizendo que não entendia porque era alvo de tantas humilhações. O menino se enforcou com o cinto da mãe e foi encontrado já desacordado pelo pai. Roliver chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
Na escola onde Roliver estudava, outras estudantes sofrem com a violência psicológica. A mãe de uma aluna contou que a filha de 10 anos é vítima de bullying e que perdeu a conta de quantas vezes levou a situação ao conhecimento da direção. "Eu tenho coragem e falei com a diretora, mas ela não resolveu nada até hoje", acrescentou. 
A imagem que ficou para Karen Raquel Tenente, amiga do estudante, é de um menino alegre e sonhador. Para ela, ainda é difícil acreditar no que aconteceu. "Ele dizia que queria ser um grande artista", finalizou.



wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".