Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Falso Capitalismo e Metacapitalistas




Uploaded by on Dec 28, 2011
Neste vídeo os professores Don Boudreaux, Susan Dudley e Bradley Schiller explicam como as corporações se beneficiam do agigantamento do governo e do aumento das regulamentações, mostrando que essas são as causas do declínio econômico dos Estados Unidos.

Transcrição e tradução de Kalil Gebrim Rodrigues.
Revisão e legendas de Juliano Torres.

Portal Libertarianismo: "Evoluindo Ideias e Indivíduos."
www.libertarianismo.org



Uploaded by on May 3, 2010
Discurso do Professor Olavo de Carvalho na OAB sobre o Brasil perante os conflitos da Nova Ordem Mundial.

Maior revista gay do mundo: nada de compaixão e tolerância para uma ex-lésbica e sua filha

JULIO SEVERO
27 de dezembro de 2011


Julio Severo
The Advocate (O Defensor), a maior revista gay dos Estados Unidos e, em suas próprias palavras, a “Principal Fonte Mundial de Notícias para o Público LGBT”, acabou de colocar os olhos em mim e em LifeSiteNews em sua defesa da ativista lésbica Janet Jenkins.
Revista americana gay The Advocate: zombando de Cristo
A missão de The Advocate, como seu nome em inglês indica, é fazer defesa — da agenda gay e seus militantes. Jenkins quer a filha de sua ex-parceira lésbica Lisa Miller, que renunciou à homossexualidade para viver para Jesus. Independentemente do bem-estar da menina, a infame missão é “resgatá-la” de sua mãe biológica e dá-la a uma lésbica que não tem nenhum parentesco com ela.
O que faria uma lésbica insistir na obtenção da custódia de uma criança à custa de sua mãe biológica? É claro que os leitores gays de The Advocate concordam com qualquer missão gay, contanto que a agenda gay seja no final exaltada. Mas certa comentarista lésbica, que ficou do lado de Jenkins, fez a difícil pergunta:
“A menina tinha cerca de um ano quando elas se separaram e Lisa tem sido a única que tem cuidado da criança por todo esse tempo… Por isso, qualquer pergunta de se ela é uma mãe apta ou inapta não vem ao caso. Compreendo o sofrimento que Jenkins deve sentir pela perda dela, mas que tipo de relacionamento ela poderia chegar a ter nessa altura se Lisa não coopera e é hostil?”
A verdade é que Jenkins pôde ter algum tempo com Isabella, em visitas impostas por tribunais que deixaram a menina traumatizada.
Entretanto, quem mais está fazendo perguntas difíceis? O governo americano, que está ativamente promovendo a agenda gay no mundo inteiro, não quer nada a ver com perguntas difíceis prejudiciais aos interesses gayzistas. E o FBI, para sua própria vergonha, está atrás de uma menina e sua mãe natural, porque uma lésbica, que não tem nenhum parentesco com ela, a quer, custe o que custar.
O custo tem realmente sido alto. Até agora, dois pastores foram presos, porque ajudaram Lisa Miller e sua filha Isabella a fugir dos Estados Unidos. O Rev. Timothy Miller foi preso pelo FBI quando chegou aos EUA vindo de seu trabalho missionário na Nicarágua. Ele foi preso no aeroporto na presença de sua esposa e quatro filhos. Para mostrar compaixão politicamente correta para os interesses e ambições de uma ativista lésbica, o FBI teve de mostrar crueldade para uma família cristã.
Em sua investigação, o FBI decodificou a linguagem alemã da Pensilvânia usada pelos pastores em seus esforços para transferir Lisa Miller e sua filha dos Estados Unidos para o Canadá, em seguida para o México, depois para a Nicarágua e por último para o Equador — conforme foi alegado por The Advocate. (Se o FBI tivesse mostrado tal eficiência para decodificar a “linguagem” dos terroristas islâmicos antes de 2001, o ataque terrorista ao World Trade Center jamais teria ocorrido!) Subsequentemente, outro pastor foi preso. É uma perseguição implacável exclusivamente para atender à agenda gay.
The Advocate, satisfeito com o engajamento do FBI, indicou que LifeSiteNews pode estar envolvido. Ei, publique qualquer artigo defendendo uma ex-lésbica e sua filha, e a Gaystapo dirá que você cometeu um crime contra a agenda gay. E talvez muitos cristãos tenham começado a aceitar a ideia errada de que é crime defender essa indefesa mãe e sua filha, pois enquanto a mídia secular e gay está falando de forma contundente a favor dos “direitos” de Janet Jenkins, a mídia cristã está em grande parte em silêncio.
A propósito, The Advocate também me mencionou, dizendo que eu e outros cristãos somos “antigay”, só porque não aceitamos a agenda gay, e só porque nos opomos à maldade que a agenda gay vem cometendo contra Lisa Miller e sua filha.
The Advocate disse,
“Num artigo editorial de 1 de dezembro de LifeSiteNews intitulado ‘Cowardice: The State and Homosexualist Powers Against a Former Lesbian and Her Daughter’ (Covardia: O poder do Estado e gayzistas contra uma ex-lésbica e sua filha), o ativista brasileiro antigay Julio Severo caracterizou Lisa Miller e sua filha como vítimas numa percebida guerra contra a liberdade religiosa. Jenkins, porém, foi pintada como predadora e cínica ‘ativista lésbica’”.
Se Lisa e sua filha biológica não são vítimas, o que elas são? Opressoras de Jenkins? Pobre Jenkins: o FBI e a imprensa esquerdista de massa estão atacando-a, pois Lisa se recusa a devolver sua filha biológica! Como Lisa é cínica por defender sua filha!
Os desejos de Jenkins são mais importantes do que a maternidade biológica de Lisa, mais importantes do que Jesus Cristo (a quem Lisa e sua filha dedicaram suas vidas) e mais importantes do que o bem-estar moral, espiritual e físico da própria Isabella.
Outro comentarista de The Advocate observou,
“A questão é simples. Isabella não pertence a Jenkins, pois ela não é o pai ou a mãe biológica dela. Nenhum tribunal ou governo tem o direito de forçar esse tipo de custódia. Quanto mais cedo Jenkins compreender isso, melhor”.
Apesar de todos os fatos, a militância cega de The Advocate e seus apoiadores os impede de aceitar realidades básicas, biológicas e outras. Em vez disso, as pessoas são forçadas a aceitar suas realidades antinaturais. E o governo dos EUA e o FBI estão com eles, não com Lisa, comigo ou com LifeSiteNews, para garantir que o antinatural tenha prioridade sobre o natural, por amor ao homossexualismo e sua agenda.
E então? Será que LifeSiteNews deveria virar alvo da monitoração do FBI? Será que eu também deveria virar alvo da monitoração do FBI, por causa do meu artigo que defendeu as oprimidas, não a opressora? “Oh, com certeza!” The Advocate e seu coro gay gritariam. Outros radicais diriam: “Prendam-no!” “Crucifiquem-no” — esse último desejo veio de um gay brasileiro num site homossexual. The Advocate poderia responder: “Oh, nós não somos tão maus assim! O FBI e prisão são suficientes”.
E, realmente, o FBI está fazendo prisões. Kenneth Miller, o segundo pastor preso, estava sob a monitoração do FBI que estava querendo pegar outros contatos religiosos que ajudaram Lisa Miller e sua filha. O FBI está determinado a prender qualquer outro pastor evangélico envolvido na defesa delas. Se tal monitoração do FBI tivesse feito de alvo contatos islâmicos, a turba politicamente correta teria rotulado isso de crime de preconceito. Ao que tudo indica, só gays e muçulmanos têm o direito de protestar contra a interferência governamental nos Estados Unidos politicamente corretos.
Com tal atuação do FBI, como é que os EUA podem ter segurança? Mas o que importa para o governo esquerdista dos EUA e para a mídia esquerdista? O importante é dar segurança para a agenda gay, independente de quão inseguros os inocentes ficarão.
Pastores evangélicos, uma mãe biológica e sua filha: todos podem ficar na mão, menos Jenkins e outros gayzistas, que recebem favores e privilégios do governo e dos meios de comunicação.
Enquanto isso, aqueles que apoiaram Lisa Miller e sua filha, em face de ameaças e prisão, não estão recebendo nenhum apoio midiático e não têm nenhum amigo poderoso como o FBI para ajudá-los. Em vez disso, o apoio escasso deles vem de poucas igrejas.
Igrejas menonitas ligadas ao Pr. Kenneth Miller criaram um site para expressar “solidariedade a Ken enquanto ele enfrenta acusações por escolhas e ações que acreditamos serem corretas. Pela graça de Deus, queríamos fazer as mesmas escolhas que ele fez. Nosso envolvimento com Lisa e Isabella Miller brota de um desejo de obedecer ao nosso Senhor Jesus — obedecer aos Seus mandamentos e exemplo”.
Essa era a resposta cristã adequada nos tempos da tirania nazista e comunista.
Essa é a resposta cristã adequada nestes tempos de tirania gay e politicamente correta.

Marxismo cultural é a nova ameaça à sociedade, diz Pe. Paulo Ricardo

MÍDIA SEM MÁSCARA

“Nós realmente estamos diante de um monstro que está destruindo tudo o que estimamos, tudo o que consideramos precioso e sagrado”, disse o Pe. Paulo Ricardo.

Embora pareça ter morrido com a queda da União Soviética, o marxismo só passou por uma metamorfose, e agora está ameaçando a cultura de muitas nações em todos os níveis, de acordo com um dos padres mais famosos do Brasil.
Numa exclusiva entrevista de vídeo para LifeSiteNews, o Pe. Paulo Ricardo diz para LifeSiteNews que os marxistas invadiram a esfera cultura depois que suas opiniões sobre economia caíram em descrédito, e agora estão buscando subverter todas as instituições da sociedade a partir de dentro.
“Eles querem ter o controle de tudo o que produz a cultura. Portanto, acima de tudo, a Igreja é importante. Mas também as universidades, e as escolas, os jornais, os meios de comunicações e tais. E é claro que na batalha em que estão, eles têm tudo nas mãos agora”, Paulo Ricardo disse para LifeSiteNews. Contudo, acrescentou ele, precisamos compreender que “Deus está conosco”.
De acordo com Paulo Ricardo, o marxismo cultural não só incorpora as premissas de Marx, mas também de Nietzsche e Freud. A meta nada mais é do que destruir a civilização ocidental pelas raízes. Dessa destruição, nos asseguram, surgirá uma utopia.
Entre as instituições visadas para extermínio, disse Paulo Ricardo, está a família.
“Eles acham que a família é opressão. Por isso, logo que há uma família, aí há um homem, que está oprimindo a mulher, e oprimindo os filhos, pois ele está fazendo imposições sobre eles”, disse Paulo Ricardo.
“Por isso, logo que há uma família tradicional, aí há um homem como governante da família e eles acham que devem destruir isso e para se ter uma sociedade igual, eles querem pessoas crescendo num ambiente diferente”.
No Brasil, o país com a maior população católica do mundo, os marxistas têm visado a Igreja, e grande número de padres e bispos adotou uma ideologia que substitui os ensinos espirituais de Cristo por uma imitação marxista conhecida como “teologia da libertação”.
“Agora o que eles estão tentando fazer é alcançar o Cristianismo e mudá-lo de dentro”, disse Paulo Ricardo. “Por isso, eles mantêm as palavras religiosas, mas mudam o conceito interior da palavra”.
“Quando eles falam sobre o reino de Deus, nós como cristãos, quando falamos sobre o reino de Deus, cremos que estamos falando sobre o reino do céu. Por isso, estamos falando sobre algo que não está aqui neste mundo”.
“Pois bem, eles começam dizendo que estão trabalhando aqui para o reino de Deus, e querem produzir o reino aqui neste mundo. Portanto, na realidade o assunto sobre o qual eles estão falando é a sociedade socialista com a qual eles sonham, a utopia que eles pensam vai acontecer, é o reino de Deus”.
“Eles usam as mesmas palavras. Parece algo católico, parece algo cristão, mas ao mesmo tempo percebemos que há algo estranho nisso, pois há alguma coisa faltando, e o que está faltando é tudo o que tem relação com o transcendental, com o céu, com a vida após a morte. Tudo o que eles fazem é aplicar aqui na Terra”.
Essa rejeição das realidades espirituais se junta à exaltação do homem como o “super-homem” de Nietzsche, que pode decidir por si mesmo o bem e o mal, como a serpente prometeu no Jardim do Éden, disse Paulo Ricardo.
Os cidadãos do Brasil e dos Estados Unidos estão desarmados diante do marxismo cultural, disse Paulo Ricardo, pois eles ingenuamente creem que o marxismo morreu com a queda da União Soviética.
“Nós realmente estamos diante de um monstro que está destruindo tudo o que estimamos, tudo o que consideramos precioso e sagrado”, disse ele.
O Pe. Paulo Ricardo é famoso no Brasil por suas explicações claras e firme defesa da fé católica, que ele apresenta em seu programa de TV para a Rede Canção Nova, bem como seu blog, Christo Nihil Praeponere.



Tradução: Julio Severo

Reversão Demográfica Irá Acabar com o Assistencialismo Estatal

JULIO SEVERO
28 de dezembro de 2011


Mark Steyn
Nossa lição hoje vem do Evangelho segundo Lucas. Não, não é sobre a manjedoura, os pastores, os sábios, nada disso, mas o outro nascimento:
“Mas o anjo lhe disse: Não temais, Zacarias;  Porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhes porás o nome de João.”
Esse pedacinho de história bíblica não recebe muita atenção, mas está lá: Lucas 1:13, parte do que chamaríamos de história prévia, se ele fosse um roteirista de Hollywood, e não um estudioso.
Dos quatro evangelhos, apenas dois se deram ao trabalho de contar o nascimento de Cristo, e apenas Lucas começa com a história de duas gestações. Zacarias fica surpreso com sua iminente paternidade: “pois eu sou velho, e minha mulher também está avançada em idade”.
Apesar de tudo, uma senhora de idade e estéril como Isabel concebe, e no sexto mês de gravidez, o anjo visita sua prima Maria e lhe diz que ela, também, irá conceber.
Se você ler o livro de Lucas, o nascimento da virgem parece uma extensão lógica do milagre anterior: a gravidez de uma senhora de idade.
O estudioso/autor não teve dificuldades em aceitar ambos. Para Mateus, o nascimento de Jesus foi um milagre; Lucas nos deixa com a impressão de que todos os nascimentos, toda a vida é de algum modo miraculosa e um presente de Deus.
Nós agora vivemos no mundo de Isabel; não só porque a tecnologia alcançou a divindade e permitiu que mulheres nos seus 50 e 60 anos se tornassem mães, mas também num sentido mais fundamental.
O problema com o avançado ocidente não é que ele está quebrado, mas que está velho e estéril. Isso explica por que ele está quebrado.
Veja por exemplo a Grécia, que se tornou sinônimo de insolvência nacional: “Os EUA estão rumando para o mesmo destino da Grécia se não mudarem nossa atitude”, etc.
Isso quer dizer que a Grécia tem problemas de gastos, de receitas, e algo nesse sentido, certo?
Em um nível superficial, sim. Mas a questão fundamental é bastante primordial: a Grécia tem uma das menores taxas de fertilidade do planeta. Na Grécia, 100 avós têm 42 netos; ou seja, a árvore genealógica está de cabeça para baixo.
Em um Estado social democrata onde os trabalhadores em profissões “de risco” (como, digamos, cabeleireiros) se aposentam aos 50 anos, não há jovens suficientes para pagar a aposentadoria deles de três décadas. E as próximas gerações terão mais problemas ainda.
Veja por outro ângulo: Os bancos são um mecanismo pelo qual as pessoas idosas com capital emprestam para jovens cheios de energia e ideias.
O mundo ocidental inverteu esse conceito. Se 100 velhinhos acumularem milhões de dólares de dívida, será que 42 jovens algum dia conseguirão pagá-la?
Como destacou Angela Merkel em 2009, o estímulo financeiro de Obama para a Alemanha estava fora de cogitação, simplesmente porque os credores internacionais sabiam que não haveria jovens alemães suficientes para quitá-lo.
A Alemanha, a potência econômica do continente europeu, tem a maior proporção de mulheres sem filhos na Europa: Uma em cada três jovens alemãs abrem mão da maternidade em caráter definitivo.
“A população economicamente ativa da Alemanha provavelmente irá cair 30% nas próximas décadas”", afirma Steffen Kroehnert do Instituto de Desenvolvimento Populacional de Berlin. “As áreas rurais estão vendo um declínio populacional em larga escala, e alguns vilarejos irão simplesmente desaparecer”.
Se o problema com o socialismo é, como afirma a Sra. Thatcher, é que mais cedo ou mais tarde acaba o dinheiro dos outros, o ocidente avançou para o próximo nível: Acabaram os outros, ponto final. A Grécia é uma terra de cada vez menos consumidores e trabalhadores, mas cada vez mais aposentados e mais governo. Como é que dá para expandir a economia em um mercado em contração?
O primeiro mundo, assim como Isabel, está estéril. Coletivamente estéril, devo acrescentar.
Individualmente, ele está repleto de milhões de mulheres férteis, mas que infelizmente optam por não terem sequer um filho, ou terem um sob medida aos 39 anos. Na Itália, berço da Igreja Católica, a taxa de natalidade é de 1,2 ou 1,3 por casal, ou metade da taxa de reposição populacional.
Japão, Alemanha e Rússia já estão com crescimento vegetativo em declínio. 50% das mulheres japonesas nascidas na década de 70 não têm filhos. De 1990 a 2000, a porcentagem de mulheres espanholas sem filhos aos 30 anos dobrou, de pouco mais de 30% para quase 60%.
Na Suécia, Finlândia, Áustria, Suíça, Holanda e no Reino Unido, 20% das mulheres de 40 anos não têm filhos. Em uma recente pesquisa de opinião que pedia aos alemães que dissessem o número “ideal” de filhos, 16,6% disseram “nenhum”.
Estamos vivendo no mundo de Zacarias e Isabel, por escolha própria.
Os EUA não estão em uma situação tão perigosa, ainda. Mas o seu encontro com o apocalipse fiscal também tem raízes demográficas: A geração do pós-guerra não teve filhos suficientes para manter a solvência dos sistemas assistencialistas que surgiram na metade do século XX, estruturados com base nas taxas de nascimento daquela época.
A “década do eu [onde as pessoas queriam independência de casamento e filhos]” se transformou em “duas décadas e meia de eu”, e até mais. Os “eus” estão todos ficando velhos, mas não se deram conta de que pode chegar um tempo em que irão precisar de mais alguns “eles” para continuar alimentando o tesouro nacional.
A noção de vida como uma experiência de crescimento pessoal é mais radical do que parece. Durante a maior parte da história humana, as sociedades funcionais privilegiaram o longo prazo. Essa é a razão pela qual milhões de pessoas têm filhos, constroem casas, plantam árvores, abrem negócios, fazem testamentos, constroem belas igrejas em simples aldeias, lutam, e se necessário morrem pelo seu país.
A nação, a sociedade, a comunidade é um pacto entre passado, presente e futuro, no qual os cidadãos, nas palavras de Tom Wolfe no seu artigo The “Me” Decade and the Third Great Awakening: “concebe a si mesma, embora inconscientemente, como parte de um grande rio biológico”.
Boa parte do mundo desenvolvido saiu desse rio. Não é preciso fazer sacrifícios materiais: o Estado toma conta de tudo. Não é preciso ter filhos. E certamente não será preciso morrer pelo rei ou pelo país.
Mas uma sociedade que não tem nada por que morrer, também não tem nada por que viver. Não é mais um rio, mas uma poça estagnada.
Se você acredita em Deus, o argumento utilitário em favor da religião irá parecer insuficiente e simplista: “São narrativas úteis que contamos a nós mesmos”, como escutei uma vez de uma pastora frouxa ao defender sua posição sobre a Bíblia.
Mas se o cristianismo é nada mais do que uma estorinha “útil”, é uma estória perfeitamente bem construída, a começar pela decisão de estabelecer a divindade de Cristo no milagre do Seu nascimento.
Os hiperracionalistas devem pelo menos ser capazes de entender que o “racionalismo” pós-cristão entregou boa parte da cristandade a um modelo de negócio totalmente irracional: um esquema de pirâmide construído em uma pirâmide invertida. Lucas, um homem de fé e um homem de ciência, teria visto aonde isso iria levar.
Tradução: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

Saudação de Natal e Ano Novo politicamente correta

MÍDIA SEM MÁSCARA

Heitor de Paola traduz mensagem de Natal escrita do jeito que o progressista gosta, e comenta alguns “presentes” dados à população brasileira neste fim de ano pela nossa elite política.

Tudo o que eu gostaria de dizer era “Feliz Natal e Próspero Ano Novo”, mas atualmente tudo deve ser revisado pelo Departamento de Regras e Diretrizes Legais. Feito isto, seguindo as regras politicamente corretas, eis o resultado:
De mim (o “desejante”) para você (destinatário que suponho estar desejando):
Aceite, por favor, sem nenhuma obrigação implícita ou explícita de sua parte, meus melhores votos de uma feliz comemoração do solstício de verão (ou inverno, dependendo do seu hemisfério) praticado com as mais saudáveis tradições de sua(s) convicção(ões) religiosa(s), ou práticas seculares de sua escolha e respeitando as demais tradições dos outros ou de sua escolha de não praticar nenhuma tradição religiosa ou secular, dentro de uma maior consciência ambiental, responsabilidade social, idéias politicamente corretas, baixo stress sem dependência química, neutralidade de gênero (o que os antigos incorretamente chamavam de sexo, pois hoje se sabe que isto é de escolha própria).
Desejo sucesso financeiro e realização de seus desejos, sem complicações médicas, para este início do ano 2012 do calendário geralmente aceito, mas com todo respeito para com as demais escolhas de calendários de outras culturas ou seitas, levando em consideração sua raça, crenças, cor, idade, habilidades físicas, fé religiosa, livre escolha de navegador da internet ou sua preferência(s) sexual(ais).
Ao aceitar esta saudação você se compromete com os seguintes termos legais:
- Esta saudação está sujeita a futuros esclarecimentos ou anulação.
- Esta saudação pode ser livremente retransmitida, desde que sem alterações ao original, e deverá reconhecer os direitos autorais do desejante.
- Esta saudação não implica em promessa de parte do desejante de realmente implementar nenhum dos desejos acima referidos.
- Esta saudação não poderá ser acionada juridicamente, tanto quanto nenhuma das restrições contidas neste documento obrigarão aos demais destinatários, e somente será revogada se o desejante livremente assim decidir.
- Esta saudação está garantida nos limites adequados e dependendo de boas notícias de sua parte, pelo período de um ano, ou até o envio de nova saudação de feriados vazada em outros termos, o que ocorrer antes.
- O desejante garante seus desejos somente dentro dos limites destes desejos, e poderá revogá-los a seu exclusivo critério.
Qualquer referência a “Nosso Senhor”, “Papai Noel”, “Nosso Salvador”, “a rena de nariz vermelho” ou quaisquer outros personagens festivos, reais ou fictícios, mortos ou vivos não implicará em endosso destes nomes com respeito a esta saudação, ficando pelo presente documento implicitamente respeitados todos os direitos de propriedade de outros nomes ou imagens reservados às demais partes.

***

Presente de Natal I
O Legislativo não poupa despesas! Depois de fixar o mínimo em R$ 622,73, e ter os centavos cortados pela “presidenta” (sic) para economizar R$ 200 milhões anuais, o presidente do Senado José Sarnento abrirá concurso para contratar 246 novos analistas, técnicos legislativos e policiais no início de 2012. O salário inicial do consultor (ele consulta o quê? para quem?) é de R$ 23.826,57. Os novos servidores (de quê, ou de quem?) custarão R$ 53,3 milhões aos cofres públicos por ano!
Receio que logo surja um "movimento contra a ganância do Legislativo" ou sei lá o quê, sem atentar para o geral: a formação e consolidação da Nova Classe, a Nomenklatura!
Presente de Natal II

Dois dias depois de eu ter escrito meu último artigo, seu Cristovam inova: durante uma reunião na UnB, preparatória da Conferência Rio+20, seu Bruaca, perdão Buarque, defendeu a criação do Tribunal do Futuro!(nothing less!) Sua tarefa seria julgar os governantes mundiais por decisões que possam comprometer o meio ambiente, os recursos naturais da Terra e o bem estar da população. Este Tribunal, diz o gajo referido, seria"constituído por grandes personalidades mundiais".

Saudação de fim de ano do mesmo gajo:
Em seu último pronunciamento do ano, nesta quinta-feira (22), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) desejou a paz como os índios bolivianos, ou sete tipos de paz diferentes. A primeira delas é a paz para frente, o que, para esses índios, simboliza o passado.


Cristovam Buarque deseja a paz como os índios bolivianos

SEX, 23 DE DEZEMBRO DE 2011 03:18   

Em seu último pronunciamento do ano, nesta quinta-feira (22), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) desejou a paz como os índios bolivianos, ou sete tipos de paz diferentes. A primeira delas é a paz para frente, o que, para esses índios, simboliza o passado.

- Dizer que o futuro está à frente é uma arrogância nossa, ocidentais, porque o futuro a gente não conhece. À frente está o passado. Ter paz com o passado é viver sem remorsos - afirmou o parlamentar.

Em seguida, prosseguiu Cristovam Buarque, vem a paz para trás, que é o futuro, ou o que a gente não conhece. Essa paz, explicou o senador, é para que as pessoas não temam o que vem adiante.

Os índios desejam ainda a paz para lado direito, que é a paz com a família, e para a esquerda, que é a paz com vizinhos. O representante do Distrito Federal lembrou que, no mundo globalizado, cada um tem sete bilhões de vizinhos.

Na tradição boliviana há ainda a paz para cima, que simboliza a paz com Deus
 (UÉ, SEU CRISTOVAM, EU PENSEI QUE ALGUÉM, CUJO ANIVERSÁRIO COMEMORAMOS DE HOJE PARA AMANHÃ, TIVESSE DITO ISTO HÁ MAIS DE DOIS MIL ANOS. JÁ OUVIU FALAR EM JESUS CRISTO, SEU CRISTOVAM?) e com os antepassados e a paz para baixo, com a terra por onde a gente caminha.

- Não estamos em paz se destruímos florestas, se poluímos o ar, se degradamos a água - afirmou Cristovam Buarque, antes de desejar a todos o sétimo tipo de paz, que é a paz pra dentro, ou a paz consigo mesmo.(ÊTA PSICOLOGIA DE QUINTA, SÔ!)


Tradução e comentários: Heitor de Paola


Problema para o PCdoB

PROSA & POLÍTICA
Publicado em 28 de dezembro de 2011 às 8:56 hs


Não tomar Coca-Cola, abominar hambúrgueres e jamais pôr os pés na Disneylândia. Dentre os inúmeros sacrifícios que se pedem de um bom combatente anti-imperialista, exigências como estas são coisa de somenos.
O recém-falecido líder norte-coreano Kim Jong-il, a ser enterrado com pompas hoje, não tinha dificuldades em seguir essas regras. Em vez do refrigerante, preferia consumir conhaque francês de primeira qualidade.
Sendo tão firmes os seus compromissos em questões desse tipo, causa surpresa a notícia, divulgada pela mídia japonesa, de que seu filho e sucessor, Kim Jong-un, teria visitado a Disney de Tóquio aos oito anos.
Sabendo-se que o documento utilizado era um passaporte brasileiro, o caso haverá de ter repercussões em nosso país.
Estaria a exigir, sem dúvida, vigoroso protesto do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que há poucos dias emitiu nota de pesar pelo falecimento do ditador.
Segundo a nota, Kim Jong-il “manteve bem altas as bandeiras da luta anti-imperialista” e da “construção de um Estado e de uma economia prósperos e socialistas”. A manifestação obteve apoio do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que, além de disciplinado militante do PC do B, não perde oportunidades na luta para manter as crianças brasileiras imunes à influência americana.
Tendo combatido as comemorações do Halloween, sugerindo sua substituição pelo nacionalíssimo Dia do Saci, não lhe será fácil absorver a notícia de que também nas melhores famílias a Disney oferece atração irresistível -e que as cores brasileiras foram utilizadas nessa expedição turística.
Mas existe outro modo de encarar a embaraçosa questão. Além dos estimados US$ 700 mil anuais em conhaque francês, Kim Jong-il não dispensava outros itens de importação para seu desfrute pes-soal. Filmes de James Bond e desenhos animados do Patolino estavam entre os seus preferidos.
O PCdoB poderia usar a informação para dizer que a Coreia do Norte é um país aberto culturalmente, elogio que faltou à sua nota.
Pensando melhor, talvez essa estratégia fosse equivocada. Quem sabe o melhor seria, em face dessas revelações, voltar atrás no lamento pela morte do ditador. Era frouxo demais em seu combate; precisaria da orientação ideológica mais firme de seus camaradas brasileiros para não cair nos engodos do entretenimento americano.
Manter ou não a nota de pesar a um fã de desenhos animados americanos? Eis um assunto a ser debatido no Comitê Central do PCdoB.

Bate-papo do Blog do Ricardo Gama: mais de 6 mil visualizações em um dia

Pessoal, o player abaixo vai exibir os dois primeiros vídeos do novo sistema de interaçãodo Blog do Ricardo Gama. Para quem não sabe, ele sofreu um atentado medonho, 4 tiros, 3 acima do pescoço mas não largou o osso. Cabra macho é isto aí. Se tivéssemos 100 políticos assim a nos defender este seria um outro país.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Vejam o que fez este padre em plena praça pública.




Uploaded by on Dec 19, 2011
Lift the City a Catholic Eucharistic flash mob
http://www.pequenaobra.com.br/

Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro concede a Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho

ALERJ





Resolução nº
396/2011

Data da promulgação

12/15/2011

Hide details for Texto da Resolução   [ Em Vigor ]Texto da Resolução [ Em Vigor ]

Faço saber que, tendo em vista a aprovação, na Sessão de 15 de dezembro de 2011, do Projeto de Resolução nº. 536, de 2011, de autoria do Deputado Flávio Bolsonaro, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro resolve e eu, Presidente, promulgo a seguinte:

RESOLUÇÃO Nº. 396,
DE 2011
                    CONCEDE A MEDALHA TIRADENTES E O RESPECTIVO DIPLOMA AO FILÓSOFO, ESCRITOR, JORNALISTA E CONFERENCISTA OLAVO LUIZ PIMENTEL DE CARVALHO.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLVE:

Art. 1º Ficam concedidos a Medalha Tiradentes e o respectivo Diploma ao Filósofo, Escritor, Jornalista e Conferencista Olavo Luiz Pimentel de Carvalho.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, em 15 de dezembro de 2011.

DEPUTADO PAULO MELO
Presidente


Projeto resolução nº

536/2011

Mensagem nº


Autoria

FLAVIO BOLSONARO

Data de publicação

12/16/2011

Data Publ. partes vetadas


Tipo de Revogação:

Em Vigor

Revogação:



Regulamentação
Atalho para outros documentos

Ateísmo como conquista da razão é risível, escreve Pondé

SENTIR COM A IGREJA
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Tem coisa mais monótona do que discutir sobre a existência ou não de Deus? Ninguém crê em Deus "por razões lógicas". Isso é papo furado. Ninguém "decide" ter fé.

Tentar provar que Deus existe porque ele seria "uma necessidade da razão" me parece um engodo.

Primeiro porque a razão é risível em suas necessidades, como diria o cético Michel de Montaigne (século 16). A pergunta pela origem de tudo que existe (como numa espécie de aristotelismo aguado) não prova nada. Temos inúmeras necessidades que não são autoevidentes -por exemplo, que o bem deva vencer ao final das coisas.

Muitas vezes o mal vence e pronto. Quase sempre. Por outro lado, é interessante se pensar de onde veio a matéria que explodiu um dia e o lugar onde ela explodiu.

Mas isso nada prova acerca do Deus ocidental. O princípio pode ser uma mecânica estúpida.

Aliás, o chamado argument from evil (argumento a partir do mal) do ateísmo é famoso. Autores grandes como Dostoiévski e Kafka, entre outros, já o frequentaram de forma brilhante.

O argumento basicamente é o seguinte: se Deus é bom, por que o mundo é mau? Alguns já chegaram a supor que Deus seria mesmo mau, como o próprio Kafka.

Duas questões são importantes apontar nesse debate, uma com relação aos crentes, outra aos ateus.

Primeiro os crentes. Uma falácia comum por parte dos crentes é supor que seria impossível você ser uma pessoa razoavelmente moral sem alguma forma de religião. A história prova que ateus e crentes dividem o mesmo lote de miséria moral. Pouco importa ser ou não crente.

Pessoalmente, acho que o acaso decide: o temperamento (o acaso de você ter nascido "assim ou assado") é quase sempre o juiz do comportamento humano e não "valores" religiosos ou éticos seculares (não religiosos).

Portanto, a tentativa de afirmar que, se você é ateu você necessariamente não é "bom", é pura falácia. Tampouco penso que uma religião faça falta para todas as pessoas. Muita gente vive sem crise sem acreditar em coisa nenhuma "do outro mundo". Isso não significa que ela seja sempre feliz (tampouco os religiosos o são), a (in)felicidade depende de inúmeros fatores.

E mais: "crer ou não crer" não é algo que você escolhe, "acontece". Grandes teólogos como Santo Agostinho, Lutero e Calvino diziam que a "fé é uma graça" (simplificando a coisa), alguns receberam o dom e outros não (portanto, ela "acontece", como eu dizia acima, não é você quem escolhe ter ou não). Acho essa ideia bem mais elegante do que esse papo furado acerca das necessidades racionais, sociais, morais ou psíquicas da crença.

Quanto aos ateus, acho risível a ideia de que o ateísmo seja uma "conquista" da razão ou de alguma forma de rigor moral ou "coragem cosmológica".

Nada disso, como já disse antes, e repito, até golfinhos conseguem ser ateus em sua maravilhosa vida aquática. Fiquei ateu quando tinha oito anos.

O ateísmo me parece, entre todas as hipóteses sobre o universo, a mais fácil, simples, rápida e quase fast food theory (teoria fast food).

Não precisamos nos esforçar muito para perceber que podemos talvez um dia descobrir a causa "natural" do universo, ou acabarmos como espécie antes de descobrir qualquer coisa. E who cares se sumirmos um dia?

E mais: é quase evidente que somos uma raça abandonada na face da Terra e a indiferença dos elementos naturais para conosco (sejam eles externos ou internos ao nosso corpo) salta aos olhos.

E mais: a possibilidade de estarmos sozinhos é sempre mais fácil do que acompanhados por um ser maravilhoso, dono do universo e que sabe cada fio do cabelo que você tem na cabeça.

Não há nenhuma evidencia definitiva de que Deus ou que qualquer outra entidade divina exista. O ônus da prova é de quem crê. Além do fato de que os japoneses, caras bem inteligentes, não creem em Jesus na maioria das vezes.

Acho Deus uma hipótese acerca da origem das coisas mais elegante do que a dos golfinhos. Mas, por outro lado, a ideia de que um dia o pó tomou consciência de si mesmo e constatou sua dolorosa solidão cósmica é bela como uma ópera.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".