Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Em evento com Dilma em SP, Haddad é vaiado durante apresentação

BOL
22/12/2011 - 12h12 | da Folha.com

DANIEL RONCAGLIA
DE SÃO PAULO

O ministro Fernando Haddad (Educação), pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, foi vaiado nesta quinta-feira durante evento com a presença da presidente Dilma Rousseff na capital paulista.

Eles participam da celebração de Natal com catadores de lixo e moradores de rua.

O evento acontece na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, tradicionalmente ligado ao PT.

Durante oito anos de seu mandato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da celebração dos catadores. Neste ano, ele não pode comparecer por conta do tratamento contra o câncer na laringe. O último ciclo de quimioterapia foi finalizado no sábado passado.

Lula é o principal cabo eleitoral de Haddad na disputa pela prefeitura. Pesquisa Datafolha divulgada no começo do mês mostra que o ministro petista oscila entre 3% e 4% das intenções de voto. Isso o coloca em sexto ou sétimo lugar na disputa, dependendo do cenário testado pelo instituto.

Durante a apresentação dos catadores, o secretário do Meio Ambiente de São Paulo, Bruno Covas, pré-candidato do PSDB à prefeitura, foi aplaudido por parte da plateia. Apenas o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) recebeu mais aplausos.

Além de Haddad, outros ministros participam do evento, como Alexandre Padilha (Saúde), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Aloízio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Maria do Rosário (Direito Humanos).

Conhecido pela atuação entre moradores de rua e adolescentes infratores, o padre Júlio Lancellotti também é um dos presentes.

INVERSÃO PSICÓTICA: "inegável quadro de favoritismo". Com Haddad em 6º, presidente do PT-SP fala em vitória no 1º turno...

FOLHA
13/12/2011 - 10h29

Participaram três réus do processo do mensalão no STF: o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o ex-deputado Paulo Rocha.

O presidente estadual do PT, Edinho Silva, afirmou que o pré-candidato do partido a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vive "inegável quadro de favoritismo" para a eleição de 2012.

Em texto publicado em seu blog, ele ainda sugeriu que a influência recorde do ex-presidente Lula sobre 48% do eleitorado pode levar o petista a uma vitória no primeiro turno.

Pesquisa Datafolha divulgada no último domingo mostra que Haddad oscila entre 3% e 4% das intenções de voto. Isso o coloca em sexto ou sétimo lugar na disputa, dependendo do cenário testado pelo instituto.

"A pesquisa publicada pelo Datafolha no último domingo traz o inegável quadro de favoritismo do candidato do PT", escreveu Edinho no blog.

"A capacidade de [Lula] influir no voto hoje é muito próxima dos 50% mais 1, ou seja, do necessário para a construção de uma vitória no primeiro turno de um candidato identificado com Lula", afirmou.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, comemorou a rejeição de 35% do eleitorado a José Serra (PSDB), que classificou como o concorrente "com mais chances" no partido rival.

Ontem, a ala majoritária do PT se reuniu para discutir sua estratégia eleitoral em 2012. Participaram três réus do processo do mensalão no STF: o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o ex-deputado Paulo Rocha.

APLAUSOS PARA MARIA CONCHITA ALONSO: "E você é um comunista, Sean Penn!", respondeu ela. "Da segunda vez que o chamei de comunista, disse 'você é um comunista imbecil'", narrou a atriz.

FOLHA
21/12/2011 - 20h16




A venezuelana María Conchita Alonso e o vencedor do Oscar Sean Penn trocaram insultos, com direito a palavras como "porca" e "imbecil", em uma discussão sobre o presidente venezuelano, Hugo Chávez, quando os dois atores se encontraram no aeroporto de Los Angeles.

A atriz de 57 anos, que nasceu em Cuba e foi criada na Venezuela, é uma grande crítica do governo de Chávez, enquanto Penn, vencedor do Oscar de melhor ator por "Sobre Meninos e Lobos" e "Milk", já chamou o presidente venezuelano de "pessoa fascinante" e visitou Caracas diversas vezes.

Alonso contou à rádio WMAL que no domingo, quando estava no Aeroporto Internacional de Los Angeles para esperar a mãe, viu Penn na área de desembarque e decidiu abordá-lo para falar sobre Chávez, porque ela já havia divulgado no passado uma carta aberta criticando o apoio do ator ao presidente venezuelano.

Abdullah Doma/France Presse
Ator Sean Penn chega à cidade de Benghazi, na Líbia, para avaliar necessidades humanitárias
Ator Sean Penn chega à cidade de Benghazi, na Líbia, para avaliar necessidades humanitárias

A atriz, de filmes como "Moscou em Nova York" (1984) e "O Sobrevivente" (1987), relatou que Sean Penn a reconheceu e disse: "Ah, é você (...) Não quero falar com você, você fala mal de mim".

"Não, eu apenas digo a verdade. Que você é amigo de Chávez e diz que ele é um bom homem e isto é mentira. Como pode fazer isto?", rebateu a atriz.

Penn acusou então o irmão da atriz de ter participado no golpe de Estado que afastou por alguns dias Chávez do poder em 2002, "o que é falso", segundo Alonso.

"O tom começou a subir", completou a atriz, que acusou então Penn de apoiar também o presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad, coisa que ele - sempre de acordo com Alonso - negou com veemência.

"Você é uma porca", disse o ator.

"E você é um comunista, Sean Penn!", respondeu ela.

"Da segunda vez que o chamei de comunista, disse 'você é um comunista imbecil'", narrou a atriz.

"Minha mãe estava tão feliz que queria aplaudir".

Mas na entrevista, a atriz latina pediu desculpas por ter ofendido Penn de maneira tão violenta.

"Mas não me desculpo por tê-lo chamado de comunista, porque isto é o que ele é".

Na carta aberta de março de 2010, a atriz e cantora lamenta que Penn "tenha decidido ignorar os fatos" ao mostrar apoio ao "regime" de Hugo Chávez.

"Por ter nascido em Cuba, onde não existe a liberdade de expressão, me surpreende observar como a Venezuela, onde cresci felizmente, está se transformando rapidamente no espelho de Cuba", escreveu Alonso na carta.

Bruxaria mata lá no outro lado do mundo, viu?

Post para os que gostam de interpretar o passado com os olhos de hoje e jogar pedra na Igreja. Falem mal destes aí, falem. Vamos ver se têm coragem.

BBC

Atualizado em 13 de dezembro, 2011 - 08:09 (Brasília) 10:09 GMT

O Ministério do Interior da Arábia Saudita informou nesta terça-eira que uma mulher foi executada por praticar "bruxaria e feitiçaria".

Uma declaração publicada pela agência de notícias estatal da Arábia Saudita informou que Amina bint Abdul Halim bin Salem Nasser foi decapitada na segunda-feira na província de Jawf, norte do país.

O ministério não deu mais detalhes sobre as acusações contra a mulher.

Amina foi a segunda pessoa executada pela acusação de bruxaria na Arábia Saudita em 2011. Um homem sudanês foi executado pela mesma acusação em setembro.

O jornal árabe al-Hayat, baseado em Londres, informou, citando um membro da polícia religiosa, que a mulher tinha cerca de 60 anos e convencia as pessoas que podia curar doenças em troca de dinheiro.

Sebastian Usher, analista regional da BBC, informou que Amina foi presa em abril de 2009.

Anistia Internacional
O grupo de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional, que fez campanha para que outros sauditas sentenciados à morte por acusações de bruxaria sejam inocentados, informou que nunca tinha ouvido falar do caso de Amina até o momento, segundo Usher.

Em 2007, um cidadão egípcio foi decapitado depois de ter sido acusado de usar feitiçaria para provocar a separação de um casal.

Em 2010, um libanês condenado à morte por acusação de bruxaria, foi libertado depois que a Suprema Corte saudita decretou que as ações do homem não causaram danos a ninguém. O homem apresentava um programa de televisão onde ele previa o futuro.

A Anistia Internacional afirma que a Arábia Saudita não define bruxaria como crime que pode ser punido com a pena de morte. No entanto, alguns dos clérigos mais conservadores do país pediram que pessoas que preveem o futuro e curandeiros recebessem as punições mais severas possíveis, pois elas seriam uma ameaça ao islamismo.

Morre Kim Jong Il, baluarte do Socialismo, da Democracia e da Paz no Mundo

VANGUARDA POPULAR
ESCRITO POR EMMANUEL GOLDSTEIN  



CAMARADAS!


Sentimos profundamente a morte do camarada Kim Jong Il, nosso melhor amigo, líder e guia incomparável.


É imensa e irreparável a nossa perda. Para todos nós a vida do camarada Kim simbolizava o futuro feliz e radioso, significava a certeza de outro mundo possível, em que os homens se verão definitivamentef....errados livres da exploração pelo próprio homem.


A morte do camarada Kim é, por isso, uma perda excepcionalmente pesada, não apenas para o bravo povo Norte-Coreano, que, graças ao companheiro Kim, se libertou das cadeias da escravidão capitalista, mas também para os trabalhadores do mundo inteiro, para os maconheiros da USP e para toda a humanidade progressista.
MAS, comunistas, modestos discípulos do grande Kim, o sol da democracia proletária, cabe-nos o dever de saber transformar a nossa dor em energia criadora para prosseguirmos sem desfalecimentos pelo caminho que nos indicou Kim, o Caminho da Servidão Paz Atômica e da libertação dos Povos oprimidos pelo capitalismo, o caminho da vitória do Totalitarismo Socialismo e do Comunismo no mundo inteiro.


A memória gloriosa do grande Kim permanecerá eternamente viva no coração do Povo Brasileiro que, dirigido pelo glorioso Partido VanguardaPopular ©, armado com os sábios ensinamentos recebidos do camarada Kim, luta com vigor crescente pela implantação do socialismo groucho-marxista em nossa Pátria e contra os traidores burgueses que vendem o Brasil aos imperialistas ianques.


Tudo faremos para honrar a sagrada memória do camarada Kim, lutando com maior audácia e firmeza pela causa do Socialismo, da Democracia e da Paz Mundial!


Ódio e morte aos imperialistas norte-americanos! VIVA KIM JONG-IL! 
Centenas choram a morte de Kim Jong-il

Imprensa amiga omite danos causados ao contribuinte por invasores da USP

MÍDIA A MAIS
em 19 de dezembro de 2011


por Redação Mídia@Mais



Imprensa amiga omite lista de danos causados ao contribuinte por invasores da USP
Processo contra invasores de prédio da administração da USP ocupada em março de 2010 é finalizado e alunos são expulsos. Mas a imprensa "golpista" não gosta de mostrar o que eles fizeram ao contribuinte.
Certos alunos de cursos bem conhecidos acreditam que começando a invadir as dependências da USP terão engrossado seu currículo, aperfeiçoando-se para voos maiores na vida revolucionária. Se depender da imprensa brasileira para que seu histórico saia ileso, poderiam chegar um dia até a presidente da República...
Os alunos foram punidos por uma suposta participação na invasão do bloco da sala da assistência social, localizado no Bloco G da universidade, feito por um grupo de alunos moradores do Crusp que reivindicavam, entre outras coisas, a melhoria nas condições de moradia e o aumento do número de vagas no conjunto residencial da universidade.
Quem falou é a Folha, acertou.
O processo foi aberto para apontar responsáveis pelos prejuízos referentes à ocupação. Segundo a Reitoria, a ação dos alunos resultou no extravio de milhares de documentos e de aparelhos eletrônicos, como 17 computadores completos e duas impressoras, entre outros equipamentos. A principal reivindicação do movimento, intitulado Moradia Retomada, é o aumento de vagas no Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo (Crusp). A sala do Bloco G do Coseas continua ocupada pelos alunos, que a transformaram em moradia.
estadao.com chegou um pouquinho mais perto da realidade, mas ainda de forma muito genérica, não entrando nos detalhes sórdidos, ou seja o quê e quanto, importantes para entender a mente dos delinqüentes e poder de fato chamá-los do que são: delinqüentes. Há lá na matéria uns choramingos do Sintusp, mas isso faz parte do teatro uspiano.
Então vamos à lista de danos, divulgada pela Reitoria, por intermédio de sua Assessoria de Imprensa:

Danos causados pela ocupação do Bloco G da COSEAS em 2010:

  • Extravio de cerca de 4 mil prontuários do arquivo ativo da Divisão de Promoção Social, que inclui prontuários de apoio emergencial, bolsa de apoio ao programa de permanência, seleção de moradia e seleção de creche;
  • Extravio de cerca de 300 documentos de trabalho, como fichas de inscrições de filhos de funcionários, alunos e docentes das creches e de processo de seleção de bolsas para crianças da Escola de Aplicação;
  • Extravio de 10 pastas de atendimento de programas de acompanhamento, isto é, relatórios de atendimentos de alunos em situações vulneráveis (programas de violência contra mulher, drogas e saúde mental);
  • Extravio de 17 computadores completos, 2 impressoras a laser e um escâner;
  • Extravio de 9 aparelhos eletrodomésticos (cafeteira, liquidificador, geladeira, fogão, forno microondas) e 2 televisores;
  • Extravio de 13 aparelhos telefônicos;
  • Extravio de 20 talões de tíquetes-refeição destinados a alunos bolsistas;
  • Furto de aproximadamente 12 toneladas de alimentos (64 itens alimentícios).
Ao que se saiba, você leitor é quem pagará por tudo isso pois não há informação de que algum processo cível fora instaurado, mas sim apenas punitivo no âmbito da Universidade.
Após a informação divulgada, na maior cara de pau, afirma a Folha que tudo não passou de uma suposição, dando maior credibilidade ao invasor do que aos responsáveis pela administração da USP. Imagine você leitor um jornalista folheano na responsabilidade de escrever uma matéria sobre o falecimento do ditador cambojano Pol Pot, “supostamente envolvido em processo político que teria causado o possível desaparecimento de cambojanos.”
Dica aos delinqüentes expulsos: batam na porta da Folha, Av. Barão de Limeira, 425, em busca de algo para fazer e, além de ganhar um salário burguês, você ainda ajudará a manter acesa a chama da revolução. Se não tanto, a chama da idiotice “orgânica” mesmo.

Controle de frame: Sou liberal

LUCIANO AYAN


Inicio aqui a série de estratagemas específicos para o controle de frame, conforme praticados pelos esquerdistas.
Para começar, falarei de um que provavelmente você já viu quase todas as vezes em que um esquerdista do perfil progressista (visto em especial nos Estados Unidos, mas presente em todas as culturas) discursando.
Automaticamente, ele se proclama “liberal”. Isso, aliás, se tornou inclusive um costume popular, especialmente nos Estados Unidos.
Entretanto, o liberalismo, originado nas idéias de John Locke e Adam Smith, inclui coisas como liberdade de pensamento, liberdade religiosa, estado de direito, governo limitado, ordem espontânea, propriedade privada e livre mercado.
Quase todos esses itens são negados pelos “liberais” do perfil progressista. Por exemplo, eles querem um governo com muitos poderes, em oposição ao governo limitado. Eles querem regulação do governo no mercado, ao invés do livre mercado. Eles aceitam o discurso de pessoas que invadem terras, ao invés de defender a propriedade privada. Eles querem proibir direitos básicos de religiosos, ao tentar inclusive proibir a prece em locais públicos, ao invés de liberdade religiosa. Eles são os principais proponentes do politicamente correto, visando limitar a liberdade de pensamento, em oposição aos princípios de liberdade de pensamento e consciência. Eles dão privilégios a grupos sociais somente pelo apelo político, ao invés do estado de direito.
Enfim, não há nada relacionado ao liberalismo filosófico nas idéias dos “liberais”.
Sendo assim, por que eles usam o rótulo “liberal”?
A explicação é bem simples e fácil de entender: ao chamarem a si próprios de “liberais”, eles criam um efeito psicológico nos ouvintes de que eles lutariam pela “liberdade” (e, como mostrei, é exatamente o contrário).
Esse efeito psicológico é o suficiente para que eles tomem a dianteira no debate.
Até Ann Coulter, que é conservadora, caiu nesse truque, e aceita chamá-los, de liberais, como pode ser visto no livro lançado por ela em 2004, “How to Talk With a Liberal If You Must”.
Embora as críticas de Coulter sejam ótimas e ela tenha sucesso em refutar com facilidade o discurso esquerdista, ela caiu nesse controle de frame específico deles: aceitar o rótulo auto-imposto por eles de liberais.
E como sair deste truque?
Muito fácil.
Primeiramente, sempre que estiver em um debate com eles, quando utilizarem o rótulo “liberal” para si próprios, esteja pronto a mostrar, de forma breve (para facilitar o entendimento da maioria da platéia) que eles NÃO TEM NADA de liberal.
Assim, minha sugestão é, ao ler “Sou liberal”, responda com “Não, você não é. É o oposto”, e em seguida mostre as diferenças, de forma rápida.
Em seguida, ao invés de chamá-lo de “liberal” chame-o de “esquerdista”. Simples assim.
Esquerdista é o rótulo que compreende todo o sistema de pensamento deles. Eles são a favor do estado inchado, do uso do politicamente correto para implementar controle de consciência, da tolerância ao crime, dos impostos altos, do controle governamental sobre nossas escolhas (inclusive quanto ao direito de usarmos ou não armas), etc.
Chamá-los de “liberais”, inclusive, é um contra-senso, que não tem outra finalidade que não dar vantagem automática em debate.

Onu ameaça cortar ajuda a país pobre que não aderir à agenda gay e abortista

LINK NACIONAL
05 sexta-feira ago 2011

Posted by Cristian Derosa


Onu propõe mão-dubla: Rendam-se ao homossexualismo, matem suas crianças e continuaremos com ajuda humanitária.
O relativismo cultural do respeito às culturas só serve para o terrorismo
As Nações Unidas vem empreendendo esforços para fomentar a causa homossexual e abortista não só no ocidente, mas também a pequenos países africanos sob pena de cortar ajuda internacional. Quando há terrorismo contra judeus ou cristãos, porém, qualquer interferência externa é vista como um ataque “imperialista” contra culturas locais. Parece que o único imperialismo permitido é o da cultura da morte.
A pequena nação africana de Malaui está na primeira linha dos esforços da Onu para impor uma agenda homossexual, já que no país a sodomia é crime. Mas as autoridades do país estão temerosas de perder toda a ajuda ao seu país, um dos mais pobres do continente, se não se renderem às pressões culturais da Onu.
“Enquanto não podemos escapar do fato de que necessitamos de ajuda estrangeira, é um absurdo que estes países estejam nos forçando a abraçar culturas imorais. Somos um estado soberano e merecemos ser tratados como tal, com ou sem ajuda”, disse Hetherwicj M. Ntaba, assessor político do presidente de Malaui.
Veladamente há a ameaça de negar ajuda estrangeira, o que em última estância afetaria os direitos humanos básicos fundamentais dos malauies com o acesso à comida e água.
Novo mecanismo da Onu possibilita modificar leis de qualquer país
Do mesmo modo, as Nações Unidas pressiona os países da América Latina para que liberalizem suas leis sobre o aborto, mediante um novo mecanismo de direitos humanos recém criado pela Onu, chamado Revisão Periódica Universal (UPR, da sigla em inglês).
A União Européia também recomenda aos países da latino-americanos que aprovem leis novas em matéria de “direitos” ao aborto e anticoncepção. A UPR é um mecanismo que permite que delegações discutam de fora leis dos estados soberanos sugerindo diretamente que acatem suas recomendações.
Esperemos sentados, porém, que a organização milionária queira interferir na legislação de países árabes para impor o fim das leis como a chária, que pune cristãos e judeus por crime de conversão e blasfêmia, ou então nas leis de execução de homossexuais em países comunistas.

A renovação do mandato da diretoria do clube dos cafajestes segue em frente disfarçada de ‘reforma ministerial’

AUGUSTO NUNES
19/12/2011 às 21:09 \ Direto ao Ponto


Só depois de gravar o comentário de sexta-feira para o site de VEJA é que me lembrei do post publicado em 19 de março deste ano, e que acaba de voltar ao ar na seção Vale Reprise. Título: O Brasil está fora da zona dos terremotos, mas permanece na rota dos mercadantes. Um dos parágrafos inspirados em Aloízio Mercadante começa assim: “Essa estranha mistura de sabujice e arrogância precisou de dois ou três dias no emprego novo para virar especialista em coisas que ignora profundamente. Bastou-lhe uma ligeira mirada na Região Serrana devastada pelas tempestades, por exemplo, para avisar que isso não se repetirá”. Na semana passada, o ministro da Ciência e Tecnologia disse o contrário com o desembaraço sem remorsos que identifica os irresponsáveis vocacionais. Os falatórios são conflitantes. Mas igualmente cretinos.
Nesta segunda-feira, Dilma Rousseff confirmou que, na Era da Mediocridade, quanto mais bisonho é o desempenho de um ministro maior é a chance de ser promovido. Graças aos desastres acumulados no Ministério da Educação, o companheiro Fernando Haddad virou candidato do PT à prefeitura de São Paulo. Graças à vexatória performance no emprego que ganhou como prêmio de consolação pelo naufrágio na disputa do governo paulista, Mercadante deverá ser premiado pela chefe com o gabinete em que Haddad agiu. A substituição de Tarso Genro pelo Terror dos Estudantes confirmou que, no Brasil de Lula e Dilma, o que está muito ruim sempre pode ficar péssimo. A promoção do Herói da Rendição provará que sempre é possível ir um pouco além do que parece o fundo do poço.
Muitos por vassalagem, outros tantos por cinismo, alguns por estupidez, a maioria dos jornalistas insiste em chamar de “reforma ministerial” a sequência de movimentos desastrados empreendida por Dilma. Começou com a absolvição de Fernando Pimentel, foi em frente com o aviso de que Iriny Lopes seguirá no comando da usina de ideias imbecis disfarçada de Secretaria de Políticas para as Mulheres e deve prosseguir com a transferência de Aloízio Mercadante. O que está em curso nada tem a ver com uma reforma ministerial sem aspas.  É só a renovação do mandato da diretoria do clube dos cafajestes. A turma faz de conta que alguma coisa mudou para que tudo continue igual. Ou fique um pouco pior.

O terrorismo já está entre nós, mas seguimos sem uma lei antiterror. E tudo porque a extrema esquerda seria prejudicada, coitadinha!

REINALDO AZEVEDO
19/12/2011 às 7:05


VEJA volta a exibir na edição desta semana evidências de que o terrorismo islâmico já descobriu o Brasil. Em abril de 2011, isso já tinha ficado evidente. Há casos até de aliciamento de brasileiros pobres por grupos terroristas. E, no entanto, o que é escandaloso, O BRASIL NÃO DISPÕE DE UMA LEI ESPECÍFICA QUE PUNA O CRIME DE TERRORISMO.
Brasil sem leiO Inciso 8 do Artigo 4º da Constituição diz que este país repudia o terrorismo — junto com o racismo, diga-se:
“VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo.
Atenção! O Inciso 43 do Artigo 5º estabelece:
“XLIII - A lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem”.
Muito bem! Fizemos uma lei para punir o racismo, fizemos uma lei para punir a tortura, MAS NÃO FIZEMOS UMA LEI PARA PUNIR O TERRORISMO. Até hoje, meus caros, inexiste a caracterização do que é terrorismo no Brasil - e essa é uma das questões que indispõem o governo americano com o Brasileiro. A propósito: a política externa brasileira -  E ISTO DILMA E ANTONIO PATRIOTA AINDA NÃO MUDARAM E DUVIDO QUE MUDEM - se nega a reconhecer o Hezbollah, o Hamas e as Farc como movimentos terroristas.
Mas por que o Brasil não vota uma lei definindo o terror e estabelecendo as penas?
Em maio de 2009, quando circularam informações sobre Khaled Hussein Ali, que foi, então, identificado na imprensa brasileira como o “libanês K”, que tinha ligações com a  Al Qaeda, eu contei aqui por que o Brasil não tem uma lei antiterror:
“Porque isso criaria dificuldades internas e externas. Sim, senhores! No dia em que uma lei criar punição específica, o primeiro grupo a ser enquadrado é o MST. Mais: quando o Brasil tiver tal texto, terá de parar de flertar com terroristas latino-americanos ou do Oriente Médio, como faz hoje em dia.”
É isto mesmo que vocês entenderam: no dia em que o país tiver uma lei que defina e puna o terrorismo, CONFORME PEDE A CONSTIUIÇÃO, grupos como o MST, a Via Campesina e o Movimento dos Atingidos por Barragens seriam facilmente enquadrados caso não mudassem suas práticas — em 2007, essa útima turma ameaçou abrir as comportas de Tucuruí no seu permanente esforço de “negociação”.
No dia 26 de maio de 2009, diante da evidência de que a Al Qaeda já estava entre nós, o inefável Tarso Genro, então ministro da Justiça, tratou o terrorismo como uma variante de “corrente de opinião”. No dia seguinte, sustentou que o país realmente não precisa tipificar esse tipo de crime porque a legislação comum dá conta do recado — o que é conversa mole. PORQUE A LEI NÃO EXISTE, TODAS AS PESSOAS PRESAS NO BRASIL POR CAUSA DE VÍNCULOS COM MOVIMENTOS TERRORISTAS ESTÃO SOLTAS! O Babalorixá de Banânia, então presidente da República, acusou a interferência de estrangeiros no Brasil (sem dúvida!!!), e o Ministério Público se encarregou de divulgar uma nota um tanto rebarbativa e precipitada, que falava na “ausência de provas”.
Encerrando
É isso aí! Faz-se um pandemônio porque alguém emite uma opinião considerada “errada” — e pouco importa quão estúpida ela seja —, e as “autoridades” permitem que o país seja um campo aberto para a articulação de terroristas.
Às vésperas da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.
PS: Se vocês procurarem nos arquivos, escrevi uma penca de posts sobre o tal libanês em 2009 e o fato de o Brasil não ter uma lei antiterror. Alguns tentaram mangar: “Como esse Reinaldo é paranóico!” Pois é…
Por Reinaldo Azevedo

ESPERANDO 2012

NIVALDO CORDEIRO
22/12/2011

Nenhum cenário para 2012 tem sido pintado com cores favoráveis. O nosso próprio Banco Central reviu para baixo suas previsões, admitindo que o crescimento não será superior a 3,5%, taxa ainda assim para além de otimista, contra os 5% originalmente esperados.

O que temos visto é que todos os governos do mundo estão realizando cortes orçamentários impiedosos, para fazer frente à crise. Não poderia ser diferente, pois a resposta à crise de 2008 foi o oposto, acelerando o dispêndio público. Finalmente os governos − todos eles de perfil social-democrata − viram-se diante da dura realidade da lei da escassez. A promessa keynesiana de burlá-la, ou superá-la, mostrou-se uma falsificação. Do keynesianismo sobraram a inflação ameaçadora e a desordem nas finanças públicas. E a supertributação, essa condição satânica para que se realize a promessa social-democrata de distribuição de renda pela via estatal. The dream is over!

2012 será portanto um ano ruim em matéria econômica e "quente" do ponto de vista político e da mobilização das massas enfurecidas. Quando os cortes orçamentários forem traduzidos em eliminação de renda dos sócios do Tesouro teremos uma fúria grande, como a que se viu na Grécia e que tem se repetido progressivamente na Inglaterra, Itália, Portugal, Espanha e em toda parte. O fato é que as multidões que vagabundeavam à custa do Estado terão que descobrir o caminho do trabalho, a única via ética para que a prosperidade - coletiva e individual - possa ser alcançada.

A ameaça que paira no ar é a eventual chegada ao poder de políticos populistas, assentados em cima do ódio das massas. Hitler chegou ao poder pelo voto assim. O populismo nacionalisteiro está em alta. As tensões aumentam. É claro que mudanças políticas mais radicais demandam tempo mais largo do que o período de um ano. Todavia, penso que em 2012 teremos a definição das tendências e até dos nomes que poderão chegar ao centro de poder nos próximos anos. Os tradicionais partidos que se alternam no poder poderão ser alijados e eventualmente, para sobreviver, terão que dar abrigo às teses mais radicais.

2012 será o ano a marcar a derrocada da social-democracia. Mesmo que nominalmente se mantenha no poder seu programa mais precioso − o da distribuição de renda via Estado − terá que ser abandonado sem dó. Veremos encolher o número de funcionários públicos e de aposentados. A idade de aposentaria elevada. Resta saber se a outra perna da social-democracia, a intervenção econômica via regulação, será também abandonada. Essa regulação está destruindo a pequena empresa e o empreendedorismo em todo o mundo. Ou seja, destruindo a classe média independente do Estado, esteio político do liberalismo econômico. Se isso vier teremos a bases para mudanças profundas no perfil político de longo prazo. O liberalismo terá sua base social.

Por que esperar a desregulação? Porque é a única via que poderá prover empregos e elevação da produtividade de forma rápida. É o caminho mais curto para o retorno da prosperidade, mas para isso é preciso enterrar integralmente o programa social-democrata. Algo fácil de dizer e difícil de realizar.

Feliz 2012! Ainda assim podemos dizer. O programa social-democrata é uma mentira política escorada por uma falsa ética, que premia desocupados e penaliza quem trabalha. Seu abandono envolve reduzir abruptamente o Estado e seus clientes. Haverá choro e ranger de dentes.
HEITOR DE PAOLA



1ª PARTE - UM INTELECTUAL ORGÂNICO EM AÇÃO

HEITOR DE PAOLA

22/12/2011

“Um intelectual orgânico, segundo Gramsci, é aquele consciente de sua posição de classe. A organização da cultura é conseguida através da sua hegemonia, o partido-classe ou Partido Príncipe, o “intelectual coletivo”. Cabe a estes homogeneizar a classe que representam e levá-la à consciência de sua situação de classe, tornando-a de uma classe-em-si para uma classe-para-si. Esta atividade dos intelectuais, na prática precisa criar uma espécie de escola de dirigentes, um grupo de “especialistas” que servem para orientar os demais”

O Eixo do Mal Latino-Americano e Nova Ordem Mundial

Quando escrevi estas palavras jamais imaginei ler na atualidade um texto tão significativo, claro e insofismável de defesa pública do que popularmente se chama “fazer a cabeça”, construir uma falsa consciência, como o op-ed do Senador Cristovam Buarque n”O Globo de 17/12/2011 denominado sugestivamente Consciência em construção[1]. Buarque, por ser extremamente dissimulado, é um dos mais perigosos gramscistas do país. Tendo-se dedicado ao terreno mais fértil para estes “especialistas”, a educação, mudando de partidos ao sabor do momento – pois, o partido-classe não se enquadra necessariamente em nenhum partido político - suas análises deste setor no Brasil encantam a muitos que enxergam nelas apenas as críticas consistentes com o “mal estar da Nação” com a baixíssima qualidade de nosso ensino. Mas, e aí reside seu grande perigo, sempre deixa nas entrelinhas mensagens subliminares baseadas nas recomendações de Gramsci. No texto em questão a mensagem é direta.

Começa falando da Lei que criou o Dia Nacional da Consciência das Mudanças Climáticas (16 de março) afirmando que esta data deve passar

“a ser usada em todo o país para debater a tragédia que nos ameaça por causa da crise ecológica e também buscar soluções para os problemas que enfrentam”.

Note-se que no campo dos debates a inversão revolucionária se dá pela inversão entre premissas e conclusões: estas são apresentadas como se fossem as primeiras. Não é proposto um debate no qual se faça a pergunta: há algum problema com o clima que precise ser debatido? Não, os “especialistas” partem da premissa que existe e que eles sabem quais são! Como disse Al Gore: os problemas do “aquecimento global” já estão comprovados cientificamente e não há mais debate possível.  E isto lá é ciência? Claro que não, é ditadura intelectual marxista, digna de figurar no livro Impostures Intelectuelles, de Alan Sokal & Jean Bricmont.

Como diz Olavo de Carvalho: é “a aceitação quase universal de uma tosca mentira publicitária como teoria científica e expressão fidedigna de um fato incontestável”. Esta crença precede “a etapa seguinte, em que a mentira consolidada se torna premissa legitimadora de uma infinidade de novas mentiras, (e) já não denota simples vulnerabilidade, e sim um estado de corrupção profunda, estrutural.”

Segue Cristovam:

“Imaginemos todos os estudantes brasileiros, debatendo em suas escolas qual o tipo de progresso que estamos realizando, quais os problemas que a humanidade tem adiante e como enfrentá-los, usando esse dia para buscar respostas às perguntas que o mundo apresenta”.

Qual mundo apresenta as perguntas, o mundo todo? Não, a Sub-Comissão do Senado para a cúpula Rio+20 repetindo as falácias dos ambientalistas da ONU e das grandes corporações e suas ONGs, os “exterminadores do futuro” como já denominei [2]. Vejam que, de forma subliminar, se introduz a discussão crítica do imenso desenvolvimento realizado pela civilização ocidental [3] sob a égide da economia de livre mercado, vulgo capitalismo, o ”tipo de progresso que estamos realizando”. Na mesma frase atribui-se a este desenvolvimento a causa dos “problemas que a humanidade tem adiante” e sugere que estes têm que ser “enfrentados”. É óbvio que não se pretende estudar nem investigar fenômenos, mas “fazer cabeças”: partindo de premissas falsificadas, que na verdade já são conclusões, o que se quer é doutrinar os “estudantes brasileiros” na direção que bem quiserem os “especialistas”. No último parágrafo o Senador apresenta a base do terrorismo que deverá ser incutida, por lobotomia dialética, em nossos jovens, a afirmação de Celso Furtado:

“Os homens de minha geração demonstraram que está ao alcance do engenho humano conduzir a humanidade ao suicídio. Espero que a nova geração comprove que também está ao alcance do homem abrir caminho de acesso a um mundo em que prevaleçam a compaixão, a felicidade, a beleza e a solidariedade”.

E acrescenta Buarque:

Esta nova geração só pode ser formada por debates entre os jovens. E o Dia Nacional da Consciência das Mudanças Climáticas poderá ter um importante papel na construção dessa consciência.

Ressalte-se que os objetivos principais são dois: 1- assustar os jovens no sentido de tudo que se fez até aqui leva a Humanidade ao suicídio coletivo e somente se escutarem e seguirem os “especialistas” é que salvarão a Terra da catástrofe iminente, explorando a crendice da juventude de qualquer país, em qualquer época, de que serão eles a construir o “mundo em que prevaleçam a compaixão, a felicidade, a beleza e a solidariedade”. 2- além de assustar é preciso culpar a humanidade passada como causa dos problemas climáticos, inculcando nos jovens também a rebeldia contra seus ascendentes e a forma cruel e indigna que escolheram como meta: o progresso que destrói a natureza. Parte-se, portanto, de uma observação psicológica facilmente observável: na adolescência todos os jovens acreditam que os pais erraram em tudo e eles devem consertar seus erros.

Neste sentido a primeira pergunta, na qual a resposta já está implícita como nas demais, é crucial:

1- Água, como conservá-la? Se não adquirirmos uma consciência da escassez de água potável no mundo e não usarmos esta consciência para encontrar formas de poupar e reciclar a água potável que temos, nossos descendentes vão passar por graves dificuldades em um futuro não muito distante.

A ameaça às futuras gerações põe mais lenha da fogueira do narcisismo próprio das idades imaturas: eu farei com meus filhos melhor que meus pais fizeram comigo e deixarei para meus descendentes um mundo de paz e concórdia. 

Analisando melhor a resposta: não há nenhuma evidência científica que comprove que haverá escassez de água no mundo. Este argumento infelizmente é partilhado por sinceros nacionalistas que acreditam na falácia de que a água será o petróleo do século XXI e que é por isto que as grandes potências olham com cobiça os maiores aqüíferos do mundo (Amazonense e Guarani), localizados aqui no Brasil. O que ninguém explica é como as tais potências vão aproveitar esta água. Mudar-se-ão em peso para Manaus e Foz do Iguaçu? Vão bombear toda a água para aquedutos ou gigantescos navios petroleiros transformados em “aqüeiros”? Isto me lembrar um candidato meio maluco a Vereador em Rio Grande, minha cidade, na década de sessenta, uma espécie de Cacareco local, que, num discurso em Pelotas (que se saiba não havia eleitores que pudessem votar nele lá!) prometeu levar água para salvar o Nordeste (onde também não tinha eleitores, de avião! Não seria mais viável dessalinizar a água do mar, processo usado em Israel há anos?

A próxima pergunta é ainda mais importante:

2- Energia, para quê e como? Este é um problema perceptível por causa do esgotamento do petróleo, mas temos deixado o assunto para os técnicos, esquecendo que ele é também de comportamento pessoal e de política social. Buscamos aumentar a oferta, sem procurar como elevar o Bem-Estar usando menos energia. Os governos lutam desesperadamente por novas hidrelétricas, sem perceber que é possível reduzir o consumo de energia elétrica, nem entender que há outras fontes que já deveriam estar sendo utilizadas extensivamente.

Cristovam sugere aqui claramente que o país – e o mundo, o objetivo da tropa de choque ambientalista transcende fronteiras – que reduzamos o uso de energia elétrica e paralisemos a construção de hidrelétricas e busquemos “outras fontes de energia” as quais, certamente não incluem as eficientíssimas centrais nucleares. Recentemente os painéis solares dos chuveiros da praia de Ipanema mostraram que não servem para nada em dias de sombra, só para encher as burras dos empreiteiros! Todos os banhistas reclamaram. Já abordei no artigo anterior a “maravilhosa” energia eólica. Que fontes alternativas são estas, então? Não se iludam os leitores, o que Cristovam et caterva desejam é levar o mundo para um passado medieval à luz de velas e aquecimento por lareiras. Mas como, se elas também produzem o terrível veneno COpela queima de madeira? Abaixo uma fotografia noturna de satélite da península coreana. Note-se o contraste entre o fulgor das luzes da Coréia do Sul, que aderiu ao progresso, e a escuridão da do Norte, com pequenos trechos iluminados em Pyong Yang e seu entorno, onde reside a elite do Partido Comunista! É possível ver também parte da escuridão chinesa com esparsa iluminação.

 

Modifico a ordem, pois na última pergunta ficam bem claras a sugestão de “decrescecimento”, além do controle total sobre a economia, impedindo o livre mercado de funcionar:

6- Decrescimento com Bem-Estar é possível? Se o crescimento começa a se esgotar, como a Europa mostra, cabe perguntar se é possível melhorar o Bem-Estar com a economia decrescendo. Aumentar a oferta de alguns bens e reduzindo de outros, mesmo que a soma não represente crescimento de um ano para outro.

Como corolário, surgem as 3ª e 4ª perguntas:

3- Crescimento, até quando poderá continuar? A crise européia mostra na prática o que há décadas se discute teoricamente: que não há como a economia da produção material continuar crescendo eternamente. Mais do que um problema financeiro, a crise européia é o resultado do esgotamento de um tipo de civilização que define progresso como sinônimo de crescimento econômico: o progresso medido pela velocidade da utilização dos recursos materiais para servir à voracidade do consumo.

Ora, seu Buarque, você sabe muito bem que a crise européia é realmente “o resultado do esgotamento de um tipo de civilização”, mas não a civilização de consumo, um excelente desenvolvimento real por mais que queiram criticar o “consumismo” – seja lá o que querem dizer, porque até um bebê já nasce consumindo leite e mais tarde papinhas! – mas sim o fracasso do modelo econômico social-democrata – aqui no Brasil dos seus kamaradas tucanos – baseado no welfare state,aumentado exponencialmente pela imigração das antigas colônias, dos países árabes e da Turquia. Os que chegavam queriam, com razão, as mesmas benesses da “pilantropia” estatal custeada pela classe média    

4- Progresso, como redefini-lo? Não é mais lógico nem ético adotar progresso como sinônimo de crescimento econômico, conseguido graças à depredação ambiental, ao aumento da desigualdade, à produção de armas e ao consumismo. Mas ainda não temos um conceito alternativo ainda não se definiu com clareza o que é desenvolvimento sustentável, ainda não se aceita a idéia de que é possível elevar o Bem-Estar mesmo sem Crescimento Econômico.

O grande educador provavelmente esqueceu-se de estudar história: desde os primeiros progressos da Humanidade houve crescimento econômico, utilização da natureza, aumento da desigualdade, produção de armas e aumentou o consumo. Presumindo, só para argumentar, que o primeiro progresso foi a descoberta de como fabricar uma clava. Temos aqui a produção de armas em proporções muito maiores do que na atualidade: passou-se de zero clava a uma clava e rapidamente outras tantas. Certamente quem as possuía depredou a natureza, matando animais para saciar a fome e adquiriu uma força que os demais não tinham, mas queriam ter. Olha aí, seu Cristovam: o início da desigualdade entre os que possuíam clava e os demais, que desejavam ardentemente possuir uma para caçar. Com a inevitável divisão do trabalho, surge o primeiro industrial: o fabricante de clavas! Aumento da produção e venda de clavas: consumismo! Mas não bastava a carne, era preciso cultivar a terra – mais uma depredação da natureza – e inventaram-se os instrumentos rudimentares de agricultura: surgem os primeiros latifundiários, aqueles cuja produção excedia ao consumo próprio e vendia o excedente aos demais. E por aí vai! Entendeu seu Cristovam, ou quer que eu desenhe?

Porém seu Cristovam deseja, com seus compadres, “redefinir com clareza um conceito alternativo de progresso” que chama desenvolvimento sustentável, “ainda não se aceita a idéia de que é possível elevar o Bem-Estar mesmo sem crescimento econômico”, isto é, a lobotomia ainda não terminou e a proposta é querer que alguém acredite no inacreditável. Vai fundo, seu Cristovam, Orwell já provou que é possível fazer as pessoas acreditarem que mentira é verdade, ódio é amor etc.

Quando estudar a falácia do CO2 falarei deste objeto de consumo, o vilão-mor, que todos querem: o automóvel. É o transporte por excelência dos homens livres que, ao invés de se espremerem como sardinha em lata em trens, ônibus ou metrô, andam sós ou com companhia de sua livre escolha, para onde quiserem, escolhendo o caminho que bem entenderem. Seu Cristovam e seus sequazes jamais entenderão porque a primeira coisa que um pobre compra, quando ascende economicamente, é um carro para sua família! Mas não, claro que não, quem entende o que é bom para os pobres não são os próprios, mas os “especialistas” que querem transformar o mundo numa imensa Coréia do Norte.

A 5ª pergunta é sobre indicadores de progresso e começa pelo “decreto” digno de Humpty Dumpty:

Se o progresso não é determinado pela taxa de crescimento econômico é preciso encontrar outros indicadores que meçam o nível de bem-estar

Pronto, está decretado que o progresso não é assim determinado, então lá vem a pérola globalista: o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, que se é inventado pela ONU é sempre um “avanço”. Este índice incluiexpectativa de vida ao nascer, educação e PIB per capita.

Mas este poço de sabedoria não alcança que o aumento da expectativa de vida foi obtido pelos rápidos avanços da medicina com invenções de seres livres, visando lucro, e aumento da quantidade de alimentos graças ao agro-negócio, também visando lucro, e não a alguma decisão dos planejadores estatais. Não houve nenhuma reunião de planejadores para obrigar a indústria de aparelhos médicos, decretando: inventem um tomógrafo computadorizado! A evolução tecnológica – na medicina e no campo – depende do progresso econômico e não de planejamento estatal, capice? [4]








[3] Civilização ocidental não é um conceito geográfico, pois inclui os países do Oriente que aproveitaram a lição da civilização Greco-romana e o incomensurável acervo judaico-cristão. 


[4] É claro que não sou inocente a ponto de acreditar que o Senador não sabe de tudo isto. Certamente sabe, e aí está o grande perigo: ele age de má fé, fingindo inocência!

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".