DESARMAMENTO
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
A Igreja militante contra o aborto e o demônio
CATOLICISMO
Esclarecedora entrevista do Pe. Thomas J. Euteneuer relaciona a prática abortiva com a ação diabólica; e aponta certos livros, filmes, jogos, etc, que podem influenciar as almas, deixando-as vulneráveis ao preternatural
Esclarecedora entrevista do Pe. Thomas J. Euteneuer relaciona a prática abortiva com a ação diabólica; e aponta certos livros, filmes, jogos, etc, que podem influenciar as almas, deixando-as vulneráveis ao preternatural
Pe. Euteneuer“Tornei-me exorcista através de meu trabalho na luta contra o aborto. É claro que há uma inteligência demoníaca ‘inspirando’ a promoção do aborto” |
O Pe. Thomas J. Euteneuer é presidente de Human Life International, a primeira e maior organização pró-vida em dimensão internacional. É também exorcista ativo, autorizado a efetuar o antigo rito de exorcismo em várias dioceses dos Estados Unidos. Seu livro O Exorcismo e a Igreja Militante foi publicado em maio de 2010.
O Pe. Euteneuer concedeu esta entrevista ao Sr. Elias Bartel – de Crusade Magazine, órgão oficial da TFP norte-americana —, com autorização para reproduzi-la nas páginas de Catolicismo.
* * *
Crusade — É muito interessante e adequado que o presidente de Human Life International seja também exorcista. O Sr. poderia nos dizer como o fato de ser exorcista ajudou-o na luta contra o aborto?
Pe. Euteneuer — Eu realmente tornei-me exorcista através de meu trabalho contra o aborto. É claro que há uma inteligência demoníaca “inspirando”, pode-se dizer, a poderosa e abrangente promoção do aborto. Ninguém poderia levar avante tal modo de destruição maciça com tão perversa eficiência. Do mesmo modo, dei-me conta do seguinte: quem pratica o aborto abre-se de certo modo para o demoníaco. Com efeito, tenho rezado preces exorcísticas e, conforme o caso, realizado o exorcismo em muitas mulheres afligidas pelo demônio, devido ao contacto direto com o aborto ou com seus promotores. Esse é um dos crescentes modos pelos quais as pessoas se abrem diariamente para o mal, e em nosso trabalho exorcístico constatamos muito essa realidade, infelizmente. Ao confrontar o demônio pelo ministério exorcístico, temos uma percepção de que sua inteligência está “inspirando” a cultura da morte.
Crusade — O Sr. diz que as oportunidades para as pessoas “abrirem-se ao mal” estão crescendo. Há mais possessos hoje do que no passado?
Pe. Euteneuer — Não há dúvida de que os casos de autênticas atividades demoníacas nas pessoas estão crescendo, e por isso há também a necessidade crescente de exorcistas experientes. Fui autorizado a realizar exorcismos em várias dioceses do país, e não existem meios e tempo disponíveis para atender o grande número de pedidos. Há muitas razões para isso, mas a principal é que o oculto está sendo considerado “normal” pela sociedade ocidental, e as pessoas não se dão conta do dano que lhes pode advir seguindo tais fascinações. Por exemplo, os livros e filmes sobre Harry Potter talvez não abram a pessoa para a possessão, mas certamente as farão encarar como normal a “magia”, e levarão muitos jovens a interessar-se pelo ocultismo. Considere que a autora J.K. Rowling vendeu por volta de 400 milhões de livros! O mesmo se dá com os filmes e videogames sobre demonismo, que freqüentemente ajudam a criar uma obsessão nas pessoas de pouca formação, ou emocionalmente vulneráveis. E contra isso não prevalece a catequese católica, que se acha em deficiente estado, além da falta de alerta sobre o mal. Os cristãos parecem ter se esquecido de que devemos, por causa de nossa fé, rejeitar sempre e categoricamente o demônio e suas obras.
Elias Bartel, de Crusade Magazine (esq.), entrevista o Pe. Euteneuer“Casos de atividades demoníacas estão crescendo. A necessidade de exorcistas aumenta, e os que a isto se dedicam não têm tempo para atender os pedidos” |
Crusade — Como o Sr. mencionou antes, constata-se o demoníaco entrando na indústria do entretenimento – por exemplo, através de iniciativas como a série sobre Harry Potter, os tabuleiros Ouija e outras – e infelizmente elas são encontradas em redes de lojas de brinquedos como Toys “R” Us. O Sr. não acha isso muito perigoso?
Pe. Euteneuer — Nós, católicos em geral, tornamo-nos cegos para a idéia de sermos seduzidos pelo mal, o que sempre sucede por estágios, começando pelas coisas mais inocentes e sadias até chegar à escolha do mal mais explícito. É difícil culpar as crianças pela sua fascinação pelo oculto, quando seus pais compram essas coisas! Os pais pensam: “Bem, finalmente ela está lendo!” – como se não importasse o que a criança lê! Eles se defendem, dizendo que ninguém jamais se tornou possesso lendo um livro ou vendo um filme. Talvez isso seja verdade, mas tenho exatamente trabalhado com muitos que se abriram espiritualmente para o oculto através de livros e filmes. Pelo menos em um caso, trabalhei com um jovem que realmente tornou-se possesso por se viciar em videogames satânicos.
Carece de objetividade essa defesa dos livros, alegando que não se ouviu dizer que alguém tenha ficado possesso como resultado de os ler, pois os pais falham na educação dos filhos ao não formá-los na fé e não ensinar-lhes claramente a diferença entre o bem e o mal. Faltando uma boa formação cristã, deixa-se livre o campo para uma abertura ao ocultismo. Todas as sociedades pagãs nos mostram isso. O cristianismo sempre foi um antídoto para o paganismo na sociedade. A despeito do que o povo diz, as crianças ouvem seus pais; e se eles apóiam uma coisa má, a criança torna-se vulnerável a ela. O uso muito difundido dos tabuleiros de Ouija é assustador. Muito pouca gente vê que seu real perigo é ser demoníaco, uma dinamite espiritual com a qual nenhuma criança deveria brincar.
Entrada da sede de Human Life International dirigida pelo Pe. Euteneuer“Os pais falham com relação aos filhos por não formá-los na fé e não ensinar-lhes claramente a diferença entre o bem e o mal. Falta uma boa formação” |
Livro do Pe. Euteneuer — O Exorcismo e a Igreja Militante — publicado em maio de 2010 |
Crusade — Em suas palestras, o Sr. insiste na idéia da Igreja Militante. Poderia explicar as razões disso?
Pe. Euteneuer — Foram-se os dias em que a cultura cristã podia manter-nos junto aos sacramentos, auxiliando-nos a reconhecer a diferença entre o bem e o mal, etc. Em nossos dias, o zeitgeist [espírito da época] lança constantemente em nosso caminho novos ventos, aos quais temos que nos opor, e não é suficiente para isso a nossa fé básica, mesmo que ela seja considerada “boa”. Uma apatia em relação a isso transforma-se em morte espiritual, numa cultura agressivamente atraída pelo oculto. Precisamos agora de uma devoção radical e militante à nossa fé, e de habilidade para defender nossas famílias com o zelo de soldados que estão apaixonados por Cristo. Não é mais possível crer nas intenções de nossos professores, líderes políticos, protótipos – e, infelizmente, até de muitos do nosso clero. Necessitamos de uma postura mais batalhadora nesta época de secularismo militante. Necessitamos de mais oração, jejum, sacramentos, formação sólida na fé. Necessitamos de um engajamento para defender-nos e a todos os que são vulneráveis ao mal, que invade a sociedade como um veneno. O termo Igreja Militante nunca foi mais apropriado para designar como devemos ver nosso papel como católicos na sociedade.
Crusade — Última pergunta, não porém a menos importante: há algo que os ativistas pró-vida devam entender melhor ou focalizar melhor, com relação a este problema?
Pe. Euteneuer — Ressalto este último ponto: apenas uma devoção mais radical à nossa fé nos proporcionará as ferramentas para opor-nos à cultura da morte e a nos tornarmos vitoriosos na batalha pela vida. Nós, sacerdotes, devemos rezar para que os padres e bispos entendam e tomem sobre si um papel mais sério para conduzir a Igreja Militante na batalha. Deus ouvirá e responderá às nossas preces. A Igreja Católica tem recursos espirituais para opor ao ataque do mal disseminado em nossa sociedade, e a Igreja Militante tem que empreender seriamente sua luta pela salvação das almas. Está estabelecida a linha entre os verdadeiros e os falsos católicos, e muitos cristãos sérios estão se dando conta de que a única verdadeira Igreja é a única opção existente para opor-se energicamente aos males de nossa época. É um tempo difícil da História para se viver, mas é um grande tempo para manter-se verdadeiramente católico!
PT e a sua moral demente: o uso sistemático da mentira como arma política.
EAGORA
Eduardo Graeff, Folha de S. Paulo, 20/04/11
Gente que mente
Vou andar com uma cópia do artigo que o senador Walter Pinheiro publicou aqui contra Fernando Henrique Cardoso (“O príncipe e o povo”, 17/4/2011). Vai ser útil quando me perguntarem qual é, afinal, o problema do PT.
O grande problema é a desonestidade. Não falo só da corrupção desenfreada. Pior que isso, para mim, é a desonestidade intelectual: o uso sistemático da mentira como arma política. Este é o pecado original que inspira outros pecados do PT, idiotiza seus quadros, polui sua relação com os aliados, azeda o diálogo com adversários e o indispõe com a liberdade de imprensa.
O ataque do senador petista escancara esse problema. A leitura deturpada de um artigo de FHC (“O papel da oposição”, reproduzido pela Folha.com em 13/4/2011) foi o pretexto do senador para martelar numa velha tecla: FHC não tem “sentimento de povo”!
O PT repete baboseiras como essa desde que escolheu FHC como inimigo. A escolha, como se sabe, deu-se em 1993. FHC pediu apoio ao PT para o Plano Real. Em troca, o PSDB poderia apoiar Lula para presidente em 1994, como apoiara em 1989. O PT preferiu apostar contra o real. O plano deu certo, o PSDB lançou FHC para presidente e ele derrotou Lula no primeiro turno. Imperdoável!
Um erro leva a outros. Do Fundo Social de Emergência à Lei de Responsabilidade Fiscal, o PT se opôs a tudo que representou consolidação da estabilidade e modernização da economia no governo FHC. Como se opôs a tudo que representou inovação das políticas sociais, do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) à Bolsa Escola, que Lula chamou de “Bolsa Esmola”.
A inconsistência das “bravatas” ficou clara quando Lula chegou ao governo e abraçou as políticas de FHC. Isso não impediu Lula de inventar a “herança maldita”. Nem impede o PT de atacar a sua caricatura de Fernando Henrique com tanto mais fúria quanto menos evidentes ficam as diferenças de suas políticas com as do FHC real.
Walter Pinheiro levou esse expediente ao nível do grotesco. Segundo ele, no governo FHC o povo “comia uma vez a cada três dias”. Só foi comer três vezes por dia no governo Lula. Supõe-se que o povo foi votar em 1998 de barriga vazia. Na verdade, reelegeu FHC porque queria manter as conquistas do real. Nos oito anos antes de FHC, o valor real do salário mínimo, roído pela inflação, diminuiu 36%; o valor das aposentadorias do INSS maiores que o mínimo diminuiu 56%. Nos oito anos de FHC, o salário mínimo teve aumento real de 44% e as aposentadorias tiveram aumento real de 21%.
Como se o repertório de mentiras do PT não bastasse, o senador desenterrou uma lorota de Jânio Quadros. Com um toque pessoal: a “arguição” a que o senador se refere, sobre onde fica Sapopemba, nunca ocorreu, porque Jânio fugiu dos debates com FHC. A frase colou pelo jeito histriônico como Jânio pronunciou “Sa-po-pem-ba”. Se ele sabia chegar lá, esqueceu como prefeito. O PT também. As grandes obras da prefeitura petista de São Paulo foram dois túneis malfeitos ligando os bairros ricos das margens do rio Pinheiros. E as palmeiras imperiais na frente do Shopping Iguatemi.
Fino “sentimento de povo”, com efeito.
EDUARDO GRAEFF, 61, é cientista político. Foi secretário-geral da Presidência da República de Fernando Henrique Cardoso.
Blog: www.eagora.org.br .
Eduardo Graeff, Folha de S. Paulo, 20/04/11
Gente que mente
Vou andar com uma cópia do artigo que o senador Walter Pinheiro publicou aqui contra Fernando Henrique Cardoso (“O príncipe e o povo”, 17/4/2011). Vai ser útil quando me perguntarem qual é, afinal, o problema do PT.
O grande problema é a desonestidade. Não falo só da corrupção desenfreada. Pior que isso, para mim, é a desonestidade intelectual: o uso sistemático da mentira como arma política. Este é o pecado original que inspira outros pecados do PT, idiotiza seus quadros, polui sua relação com os aliados, azeda o diálogo com adversários e o indispõe com a liberdade de imprensa.
O ataque do senador petista escancara esse problema. A leitura deturpada de um artigo de FHC (“O papel da oposição”, reproduzido pela Folha.com em 13/4/2011) foi o pretexto do senador para martelar numa velha tecla: FHC não tem “sentimento de povo”!
O PT repete baboseiras como essa desde que escolheu FHC como inimigo. A escolha, como se sabe, deu-se em 1993. FHC pediu apoio ao PT para o Plano Real. Em troca, o PSDB poderia apoiar Lula para presidente em 1994, como apoiara em 1989. O PT preferiu apostar contra o real. O plano deu certo, o PSDB lançou FHC para presidente e ele derrotou Lula no primeiro turno. Imperdoável!
Um erro leva a outros. Do Fundo Social de Emergência à Lei de Responsabilidade Fiscal, o PT se opôs a tudo que representou consolidação da estabilidade e modernização da economia no governo FHC. Como se opôs a tudo que representou inovação das políticas sociais, do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) à Bolsa Escola, que Lula chamou de “Bolsa Esmola”.
A inconsistência das “bravatas” ficou clara quando Lula chegou ao governo e abraçou as políticas de FHC. Isso não impediu Lula de inventar a “herança maldita”. Nem impede o PT de atacar a sua caricatura de Fernando Henrique com tanto mais fúria quanto menos evidentes ficam as diferenças de suas políticas com as do FHC real.
Walter Pinheiro levou esse expediente ao nível do grotesco. Segundo ele, no governo FHC o povo “comia uma vez a cada três dias”. Só foi comer três vezes por dia no governo Lula. Supõe-se que o povo foi votar em 1998 de barriga vazia. Na verdade, reelegeu FHC porque queria manter as conquistas do real. Nos oito anos antes de FHC, o valor real do salário mínimo, roído pela inflação, diminuiu 36%; o valor das aposentadorias do INSS maiores que o mínimo diminuiu 56%. Nos oito anos de FHC, o salário mínimo teve aumento real de 44% e as aposentadorias tiveram aumento real de 21%.
Como se o repertório de mentiras do PT não bastasse, o senador desenterrou uma lorota de Jânio Quadros. Com um toque pessoal: a “arguição” a que o senador se refere, sobre onde fica Sapopemba, nunca ocorreu, porque Jânio fugiu dos debates com FHC. A frase colou pelo jeito histriônico como Jânio pronunciou “Sa-po-pem-ba”. Se ele sabia chegar lá, esqueceu como prefeito. O PT também. As grandes obras da prefeitura petista de São Paulo foram dois túneis malfeitos ligando os bairros ricos das margens do rio Pinheiros. E as palmeiras imperiais na frente do Shopping Iguatemi.
Fino “sentimento de povo”, com efeito.
EDUARDO GRAEFF, 61, é cientista político. Foi secretário-geral da Presidência da República de Fernando Henrique Cardoso.
Blog: www.eagora.org.br .
Acordo do governo é péssimo para a agricultura. Aldo Rebelo pode não acatar.
CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO
terça-feira, 19 de abril de 2011
Na última quinta feira, sobre pressão da presidência e da casa civil, os ministros da agricultura, Wagner Rossi, e do 1/2 Ambiente, Izabella Teixeira, chegaram a um acordo e fecharam a posição do governo sobre o Código Florestal. Tive acesso hoje a alguns itens do acordo.
São 14 e péssimos ou inócuos para a agricultura. Wagner Rossi não conseguir se contrapor aos argumentos dos ambientalistas do MMA. Com a anuência de Rossi o governo decidiu manter a exigência de Reserva Legal para todos os imóveis inclusive os pequenos até quatro módulos, mantém as APPs em topo de morro e de encostas. A unica concessão importante foi a anuência com a redução das APPs para 15 em rio até 10m de largura. A Contag e Aldo Rebelo queriam 7,5 metros.
Os verdes do governo tiraram meia dúzia de bodes da sala, como a inclusão das APPs nas RLs e o reconhecimento da irretroatividade da lei. Ou trouxeram novidades que apenas amaciam e tornam menos desconfortáveis para o produtor se submeter passivamente à lei atual.
Conversei com hoje por telefone com o Deputado Aldo Rebelo sobre esse acordo do governo. Ele me disse que ainda não havia recebido oficialmente nada, mas que teria ainda hoje a noite, uma reunião com os ministros sobre esse assunto. Ele me disse que o objetivo dele era encontrar uma solução para o problema e que se o acordo dos ministros não resolve o problema, ele não tem como acatar e que qualquer discordância entre o relatório dele o o governo será decidida no voto no Congresso Nacional.
É necessário fazer algumas observações sobre esse episódio. Primeiro é preciso ressaltar a incapacidade dos ambientalistas do governo de entenderem o problema. Por mais que a Minstra Izabela não seja uma ongueira profissional ele depende do apoio ou da indiferença das ONGs para se manter no cargo e a turma de estrupícios que a cercam com o o João de Deus Medeiros e o Bráulio Dias, não dão a mínima para a agricultura.
Segundo é impressionante a incapacidade do Ministro da Agricultura, Wagner Rossi, de se contrapor aos estrupícios de Izabela. Rossi não deveria ter aceitado os temos do acordo. Se não tivesse alternativa deveria ter batido de frente, como fez o ex miniistro Stephannes diante do desvairado do Minc. Entregasse o cargo se fosse preciso, mas jamais poderia ter aceitado um acordo tão prejudicial aos produtores. Rossi se mostrou um péssimo representante dos produtores que deveriam pressionar para substitui-lo por alguém mais capaz, mais forte.
O terceiro ponto é o comprometimento do Deputado Aldo Rebelo com a defesa da agricultura nacional. A peregrinação e o desprendimento dele junto aos agricultores durante as audiências públicas da comissão especial o fizeram perceber o drama do produtor, drama que as bestas de Izabela Teixeira jamais enxergarão. Aldo Rebelo, novamente, é a ultima e unica linha de defesa dos produtores rurais. Estou certo de que ele não será tão frouxo como foi Wagner Rossi.
Aldo Rebelo deve apresentar um relatório diferente do acordo do governo. Resta saber o que o governo fará nessa situação.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Na última quinta feira, sobre pressão da presidência e da casa civil, os ministros da agricultura, Wagner Rossi, e do 1/2 Ambiente, Izabella Teixeira, chegaram a um acordo e fecharam a posição do governo sobre o Código Florestal. Tive acesso hoje a alguns itens do acordo.
São 14 e péssimos ou inócuos para a agricultura. Wagner Rossi não conseguir se contrapor aos argumentos dos ambientalistas do MMA. Com a anuência de Rossi o governo decidiu manter a exigência de Reserva Legal para todos os imóveis inclusive os pequenos até quatro módulos, mantém as APPs em topo de morro e de encostas. A unica concessão importante foi a anuência com a redução das APPs para 15 em rio até 10m de largura. A Contag e Aldo Rebelo queriam 7,5 metros.
Os verdes do governo tiraram meia dúzia de bodes da sala, como a inclusão das APPs nas RLs e o reconhecimento da irretroatividade da lei. Ou trouxeram novidades que apenas amaciam e tornam menos desconfortáveis para o produtor se submeter passivamente à lei atual.
Conversei com hoje por telefone com o Deputado Aldo Rebelo sobre esse acordo do governo. Ele me disse que ainda não havia recebido oficialmente nada, mas que teria ainda hoje a noite, uma reunião com os ministros sobre esse assunto. Ele me disse que o objetivo dele era encontrar uma solução para o problema e que se o acordo dos ministros não resolve o problema, ele não tem como acatar e que qualquer discordância entre o relatório dele o o governo será decidida no voto no Congresso Nacional.
É necessário fazer algumas observações sobre esse episódio. Primeiro é preciso ressaltar a incapacidade dos ambientalistas do governo de entenderem o problema. Por mais que a Minstra Izabela não seja uma ongueira profissional ele depende do apoio ou da indiferença das ONGs para se manter no cargo e a turma de estrupícios que a cercam com o o João de Deus Medeiros e o Bráulio Dias, não dão a mínima para a agricultura.
Segundo é impressionante a incapacidade do Ministro da Agricultura, Wagner Rossi, de se contrapor aos estrupícios de Izabela. Rossi não deveria ter aceitado os temos do acordo. Se não tivesse alternativa deveria ter batido de frente, como fez o ex miniistro Stephannes diante do desvairado do Minc. Entregasse o cargo se fosse preciso, mas jamais poderia ter aceitado um acordo tão prejudicial aos produtores. Rossi se mostrou um péssimo representante dos produtores que deveriam pressionar para substitui-lo por alguém mais capaz, mais forte.
O terceiro ponto é o comprometimento do Deputado Aldo Rebelo com a defesa da agricultura nacional. A peregrinação e o desprendimento dele junto aos agricultores durante as audiências públicas da comissão especial o fizeram perceber o drama do produtor, drama que as bestas de Izabela Teixeira jamais enxergarão. Aldo Rebelo, novamente, é a ultima e unica linha de defesa dos produtores rurais. Estou certo de que ele não será tão frouxo como foi Wagner Rossi.
Aldo Rebelo deve apresentar um relatório diferente do acordo do governo. Resta saber o que o governo fará nessa situação.
Transposição: da festa ao abandono
BLOG DO JAMILDO
POSTADO ÀS 20:06 EM 15 DE ABRIL DE 2011

POSTADO ÀS 20:06 EM 15 DE ABRIL DE 2011

Por Terezinha Nunes
No dia 15 de outubro de 2010 o Brasil inteiro viu a festa-acampamento que o presidente Lula, acompanhado da então ministra e já candidata Dilma Rousseff, de governadores, ministros, 150 funcionários federais e 26 jornalistas, entre eles correspondentes no Brasil do The Economist, Der Spiegel, Le Monde e BBC, patrocinou no distrito de Porto da Barra, no município pernambucano de Sertânia, em comemoração às obras da Transposição do Rio São Francisco.
Não era para menos. Enquanto a comitiva se refestelava, saboreando, durante o jantar , camarão, filé, salada, risoto de parmezão e purê de alho poró e assistindo a um show do compositor Maciel Melo, 2.700 operários e centenas de máquinas se movimentavam dia e noite nos dois canteiros de obras de Sertânia: o canteiro 12 – próximo à sede do município – e o 11, em Porto da Barra, onde o Planalto montou o acampamento para o presidente e comitiva.
Neste momento, 17 meses depois que o Brasil conheceu a “Coluna Lula”, uma corruptela da “ Coluna Prestes”, com batizaram alguns órgãos de imprensa, pois o presidente andou com seu séquito por vários estados vendo as obras da transposição, a situação é exatamente oposta.
A festa deu lugar à desolação. Nos dois canteiros de Sertânia, onde o presidente, como está registrado nos jornais da época, pousou para fotografias ao lado de operários e de ministros como Gedel Vieira Lima, não há viv´alma para testemunhar o que aconteceu. Os 2.700 operários foram demitidos, as máquinas desapareceram e , nos dois locais, apenas 20 vigilantes restaram empregados e lá se encontram para evitar depredação.
Em outros canteiros da transposição em Pernambuco e em outros estados do Nordeste, o panorama é o mesmo mas Sertânia virou símbolo da obra pois o presidente, além da festa que promoveu o município a notícia nacional, prometeu, em pronunciamento, inaugurar os dois trechos citados antes de deixar o Governo.
As pessoas que investiram em restaurantes, pousadas, ou construíram casas para alugar aos trabalhadores da obra, vivem reclamando do prejuízo e esperando alguma notícia sobre a continuidade do trabalho. Toda dia um boato se espalha sobre uma nova data mas logo depois é desfeito.
A desmontagem total dos dois acampamentos começou há dois meses e os operários já tomaram outro rumo. Depois de recebida a indenização das construtoras viajaram em busca de outras oportunidades, deixando atrás de si a seca que já castiga o solo árido do município sertanejo e a esperança em dias melhores.
Ninguém mais quer apostar na obra. Até porque, depois de eleita, a presidente Dilma, esqueceu a visita de pré-campanha, e só prometeu concluir a Transnordestina, outra obra iniciada por Lula no sertão. Dilma não deu um pio sobre a Transposição.
Embora o canteiro da Transnordestina que existe em Sertânia também esteja com as obras paralisadas as pessoas nas ruas apostam que a presidente vai dar um jeito de retomar os trabalhos mas a Transposição é um enigma.
A Assembléia Legislativa de Pernambuco criou uma comissão de deputados para tentar conseguir a retomada das obras mas até o momento nada de concreto se conseguiu, além de promessas de empenho.
CURTAS
Mais cara- A Arena da Copa, o estádio que Pernambuco está construindo para 2014, vai custar R$ 680 milhões. Além dos R$ 400 milhões que o Governo do Estado conseguiu, de empréstimo, junto ao BNDES, para a sua construção, as empresas que fazem parte do Consórcio que vai construir e explorar o estádio por mais de 30 anos, acabam de conseguir mais R$ 280 também no BNDES para cobrir a sua parte no empreendimento.
Direita volver – Pelo que está se vendo do PSD, partido fundado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o PT vai receber em sua base o restante da direita brasileira que ainda resistia a aderir ao partido. Kassab levará para junto de Dilma, para se juntar a Sarney, Renan e companhia, entre outros, a senadora Katia Abreu, Afif Domingues e Cláudio Lembo.
Política de centro -Excelente a entrevista do cientista político Túlio Velho Barreto na Algomais deste mês. Ele mostra que a política brasileira, seguindo uma tendência mundial, está rumando para o centro. Deve ser por isso que o PT adotou a política econômica de Fernando Henrique Cardoso e está cada vez mais distante de partidos como PSOL e PSTU, esses verdadeiramente de esquerda. Nas contas de Barreto até o PSB está mais para o centro do que para a esquerda.
IPCO: A verdadeira face do movimento homossexual
IPCO
19, abril, 2011
Cavaleiro: mandei o vídeo de novo para o YouTube, vamos ver se tiram do ar outra vez.
19, abril, 2011
Cavaleiro: mandei o vídeo de novo para o YouTube, vamos ver se tiram do ar outra vez.
Daniel Martins
Conforme já publicamos há alguns dias, o YouTube censurou o vídeo que retrata a verdadeira face do movimento homossexual. Diante de uma campanha pacífica e ordeira da TFP Americana, na Universidade de Brown, no estado de Rhode Island, EUA, o grupo homossexual da universidade se reuniu para gritar insultos, rasgar as faixas da manifestação católica e até cuspir na face de um dos jovens católicos!
O vídeo havia sido retirado sem qualquer explicação do YouTube. No vídeo abaixo, as faces dos homossexuais foram veladas para evitar mais uma censura… Embora o vídeo esteja em inglês, a linguagem de ódio do movimento homossexual contra a causa católica é a mesma. Eles reivindicam a “tolerância” para si, mas não toleram a doutrina ensinada por Deus, e perseguem quem a proclama.
Eis abaixo a explicação que o Sr. John Ritchie, encarregado da caravana da TFP, dá a respeito da censura do You Tube:
Minha opinião é: O YouTube censurou o vídeo de nossa campanha porque esse vídeo é altamente eficiente. Ele prova como os defensores do “casamento” homossexual nos agrediram e tentaram destruir nosso banner.
Ele termina o email pedindo que espalhemos este vídeo, para que o YouTube não reduza ao silêncio os defensores do casamento criado por Deus.
terça-feira, 19 de abril de 2011
"FBI admite que Aeronáutica dos EUA capturou óvni"
ISTO É INDEPENDENTE
Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva
A história causou impacto em todo o mundo. Reportagens, pesquisas científicas, teses acadêmicas, livros, filmes e seriados de televisão foram feitos sobre o que relatou um investigador da Força Aérea dos EUA quando em 1950 sobrevoou a cidade de Roswell, no Novo México: ele afirmou ter se deparado e capturado, com apoio da Aeronáutica americana, um objeto voador não identificado (óvni).
Na semana passada o FBI divulgou um documento mantido sob rigoroso sigilo ao longo de 60 anos e classificado como “prova definitiva” de que esse “disco voador” foi de fato capturado. Nesse documento oficial consta também que peritos do Exército fizeram a necropsia em três seres (estatura de 90 centímetros) que estavam no óvni.
O resultado desse exame não foi revelado.
Cavaleiro: Olha aí os seres dos "ovnis" a aprtir dos 5 minutos e 20 segundos. Exatamente aos 5 minutos e 28 segundos você vai ver o desenho feito por Crowley do "ser" que ele mesmo disse que contatou. Veja se parece com os ETs por aí afora ou não:
Cavaleiro: E aqui o The Iron Mountain Report, que diz, entre outras coisas, que a "comprovação" da existência dos ETs tornaria possível a formação de um governo mundial ou a Nova Ordem Mundial:
Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva
A história causou impacto em todo o mundo. Reportagens, pesquisas científicas, teses acadêmicas, livros, filmes e seriados de televisão foram feitos sobre o que relatou um investigador da Força Aérea dos EUA quando em 1950 sobrevoou a cidade de Roswell, no Novo México: ele afirmou ter se deparado e capturado, com apoio da Aeronáutica americana, um objeto voador não identificado (óvni).
Na semana passada o FBI divulgou um documento mantido sob rigoroso sigilo ao longo de 60 anos e classificado como “prova definitiva” de que esse “disco voador” foi de fato capturado. Nesse documento oficial consta também que peritos do Exército fizeram a necropsia em três seres (estatura de 90 centímetros) que estavam no óvni.
O resultado desse exame não foi revelado.
Cavaleiro: Olha aí os seres dos "ovnis" a aprtir dos 5 minutos e 20 segundos. Exatamente aos 5 minutos e 28 segundos você vai ver o desenho feito por Crowley do "ser" que ele mesmo disse que contatou. Veja se parece com os ETs por aí afora ou não:
Cavaleiro: E aqui o The Iron Mountain Report, que diz, entre outras coisas, que a "comprovação" da existência dos ETs tornaria possível a formação de um governo mundial ou a Nova Ordem Mundial:
La bloguera cariñosa e o presidente Yankee: A visita vergonhosa do ex-presidente Carter a Cuba
NOTALATINA
Trecho, íntegra aqui:
"Em fins de março passado o ex-presidente Jimmy Carter esteve de visita em Havana a convite dos ditadores Castro. Em princípio especulou-se que ele iria advogar pela libertação do judeu-americano Alan Gross, funcionário da USAID que está preso na ilha-cárcere condenado a 15 anos de prisão, por ter fornecido equipamentos eletrônicos à dissidência mas os objetivos eram bem outros. No vídeo abaixo pode-se ver a visita que Carter fez ao Centro Comunitário Judeu em Cuba, onde uma senhora confirma que sua visita“não teve NADA a ver com a libertação de Gross”."
TERÇA-FEIRA, 19 DE ABRIL DE 2011
Trecho, íntegra aqui:
"Em fins de março passado o ex-presidente Jimmy Carter esteve de visita em Havana a convite dos ditadores Castro. Em princípio especulou-se que ele iria advogar pela libertação do judeu-americano Alan Gross, funcionário da USAID que está preso na ilha-cárcere condenado a 15 anos de prisão, por ter fornecido equipamentos eletrônicos à dissidência mas os objetivos eram bem outros. No vídeo abaixo pode-se ver a visita que Carter fez ao Centro Comunitário Judeu em Cuba, onde uma senhora confirma que sua visita“não teve NADA a ver com a libertação de Gross”."
YouTube censura vídeo que mostra a verdadeira face do movimento homossexual
IPCO
1, abril, 2011

1, abril, 2011

250 manifestantes pró-homossexualismo insultam, rasgam faixas e cospem nos valorosos manifestantes da TFP Americana. YouTube censurou o vídeo.
Daniel Martins
Update – 29/03/11: O YouTube retirou nosso vídeo sobre a campanha na Universidade de Brown, sem qualquer explicação. Vamos informá-los assim que tivermos mais notícias.
Assim exprimiu-se o valoroso chefe da Caravana em prol do Matrimônio Tradicional, o Sr. John Ritchie, no site da Ação Estudantil da Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade.
17 jovens estão percorrendo vários estados da região leste do país, distribuindo o folheto 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido.
A acolhida geral da população, conforme nos relatam os jovens, é excepcional. Um dos cartazes tem os dizeres “Buzine se você é a favor do casamento tradicional: 1 homem + 1 mulher”. Às vezes, o barulho das buzinas torna-se ensurdecedor!
Entretanto, nem tudo está tão fácil para a caravana católica. Mal tinham começado a campanha em frente a um dos prédios da Universidade de Brown, no estado de Rhode Island, um grupo de estudantes – alguns portanto a bandeira do movimento homossexual – começou a atrapalhar a campanha, insultar, rasgar a faixa e até cuspir na face de um dos jovens! Não faltaram os gestos obscenos e os gritos: “saiam já daqui, queremos igualdade (sic!!!)”.
Um dos policiais que se apresentaram no local disse: “há alguns dias os homossexuais fizeram uma manifestação aqui, e não toleram que vocês fiquem? Estou de acordo com vocês, vocês têm todo o direito de fazer esta manifestação”.
Os 250 manifestantes ligados ao movimento homossexual e pró-aborto chegaram a tal auge de fúria e agressividade que, quando já era hora de terminar a campanha, os 17 jovens tiveram que sair escoltados pela polícia.
O vídeo do acontecido é simplesmente impressionante. Ele mostra a verdadeira face do movimento homossexual e como a tolerância que eles pregam é um mero jogo semântico. Na verdade, há o desejo de uma ditadura do vício, que não tolera sequer uma manifestação católica pacífica.
O vídeo também mostra a importância dos católicos se manifestarem, pois desmascara o movimento homossexual e alerta a população. É interessante ver no vídeo como os alunos, das janelas das salas de aula, acompanhavam todo o fato com atenção.
E o vídeo? Misteriosamente, o YouTube censurou, e tirou do ar. Explicações? Até agora, nenhuma!
Além disso, os jovens receberam diversas ameaças de alguns dos “filmados”. Seria processados caso não retirassem o vídeo dos demais sites. Isso mostra que os próprios homossexuais perceberam que a máscara caiu, e isso não poderia ter vazado para o grande público.
Mas o mais importante ficou de pé: os católicos começam a acordar e ficar mais firmes em suas posições.
***
Depoimento consolador
Depoimento consolador
No período em que a caravana passava pelo estado de Rhode Island, a imagem milagrosa de Nossa Senhora de Fátima também estava peregrinando nas igrejas da região. Os caravanistas foram venerá-la. Ao final, uma senhora, no estacionamento da igreja, voltou-se para os jovens e perguntou:
- Vocês são da Ação Estudantil da TFP?
- Sim, somos!
- Estou acompanhando seu trajeto pela internet, assistindo aos vídeos e vendo os abusos que vocês suportam, e eu admiro muito o que vocês estão fazendo. O valor de vocês nos torna extremamente felizes. Ah, e amamos as gaitas de fole! Deve ter tido umas 250 pessoas berrando contra vocês na Universidade de Brown, mas eu quero que vocês saibam que há muita mais famílias como a nossa rezando por vocês. Tem muita gente seguindo seu grande estandarte!
- Sim, somos!
- Estou acompanhando seu trajeto pela internet, assistindo aos vídeos e vendo os abusos que vocês suportam, e eu admiro muito o que vocês estão fazendo. O valor de vocês nos torna extremamente felizes. Ah, e amamos as gaitas de fole! Deve ter tido umas 250 pessoas berrando contra vocês na Universidade de Brown, mas eu quero que vocês saibam que há muita mais famílias como a nossa rezando por vocês. Tem muita gente seguindo seu grande estandarte!
E reunindo em torno de si seus filhos, ela continuou:
- Esses homens são os homens verdadeiramente católicos. Eles fazem o que todos os católicos deveriam estar fazendo. Eles são heróis católicos.
Que Nossa Senhora de Fátima os mantenha sempre firmes em defesa da família tradicional e dos princípios perenes da Civilização Cristã!
Material e portal do MEC têm erros de ortografia PUBLICIDADE REYNALDO TUROLLO JR. COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
FOLHA
19/04/2011 - 10h41
Na capa do livro de língua portuguesa, disponível para download no portal, a palavra "lingua" também aparecia sem acento. O arquivo foi tirado do ar momentaneamente e voltou a estar disponível hoje, com a ortografia correta na capa, informou a assessoria do ministério.
O MEC não quis divulgar quem são os responsáveis pelo conteúdo do portal, nem desde quando o erro estava no ar. A assessoria limitou-se a dizer que "o portal está em constante processo de atualização e revisão".
O órgão também não respondeu se os livros com o erro na capa foram impressos. No próprio portal, porém, um texto diz que o material deve chegar a todas as escolas da rede pública do país no início do segundo semestre. O ministério não informou se vai ter de refazer as capas.
PADRONIZAÇÃO
Para o professor Pasquale Cipro Neto, a gravidade de erros de ortografia "depende do território em que eles estão". "É desejável que, em documentos oficiais, a grafia seja a oficial, se não vira bagunça", diz. A questão, para ele, é de padronização.
"Mário de Andrade dizia que não tinha nada contra 'jente' com 'j', desde que todos escrevessem assim", brinca.
A palavra "portuguesa" perdeu o acento circunflexo no acordo ortográfico que entrou em vigor em 18 de dezembro de 1971. Segundo o professor, no entanto, a mudança parece não ter sido "totalmente absorvida".
"Eu comparo as mudanças ortográficas a garrafas pet. Elas levam centenas de anos para serem absorvidas pela natureza." As últimas mudanças na ortografia da língua portuguesa foram implantadas no Brasil por um acordo regulamentado em 29 de setembro de 2008, e passaram a valer em 1º de janeiro de 2009.
O revisor Leonardo Fatore diz que erros de ortografia não devem ser minimizados. Ele trabalhou como examinador de concursos públicos em São Paulo e afirma que, em geral, um terço da nota da redação de um candidato depende da ortografia. "Os erros são contados numericamente. Um erro de ortografia numa redação tem o mesmo peso de um erro de concordância, por exemplo."
19/04/2011 - 10h41
Em página que dá acesso à coleção de livros Explorando o Ensino, voltada para professores da educação básica, o portal do Ministério da Educação na internet grafava, até esta segunda-feira (18), o nome da disciplina "lingua portuguêsa" sem acento agudo em "língua" e com um acento inexistente em "portuguesa". O MEC corrigiu à tarde a grafia das palavras, depois de ser procurado pela reportagem.
Na capa do livro de língua portuguesa, disponível para download no portal, a palavra "lingua" também aparecia sem acento. O arquivo foi tirado do ar momentaneamente e voltou a estar disponível hoje, com a ortografia correta na capa, informou a assessoria do ministério.
O MEC não quis divulgar quem são os responsáveis pelo conteúdo do portal, nem desde quando o erro estava no ar. A assessoria limitou-se a dizer que "o portal está em constante processo de atualização e revisão".
O órgão também não respondeu se os livros com o erro na capa foram impressos. No próprio portal, porém, um texto diz que o material deve chegar a todas as escolas da rede pública do país no início do segundo semestre. O ministério não informou se vai ter de refazer as capas.
PADRONIZAÇÃO
Para o professor Pasquale Cipro Neto, a gravidade de erros de ortografia "depende do território em que eles estão". "É desejável que, em documentos oficiais, a grafia seja a oficial, se não vira bagunça", diz. A questão, para ele, é de padronização.
"Mário de Andrade dizia que não tinha nada contra 'jente' com 'j', desde que todos escrevessem assim", brinca.
A palavra "portuguesa" perdeu o acento circunflexo no acordo ortográfico que entrou em vigor em 18 de dezembro de 1971. Segundo o professor, no entanto, a mudança parece não ter sido "totalmente absorvida".
"Eu comparo as mudanças ortográficas a garrafas pet. Elas levam centenas de anos para serem absorvidas pela natureza." As últimas mudanças na ortografia da língua portuguesa foram implantadas no Brasil por um acordo regulamentado em 29 de setembro de 2008, e passaram a valer em 1º de janeiro de 2009.
O revisor Leonardo Fatore diz que erros de ortografia não devem ser minimizados. Ele trabalhou como examinador de concursos públicos em São Paulo e afirma que, em geral, um terço da nota da redação de um candidato depende da ortografia. "Os erros são contados numericamente. Um erro de ortografia numa redação tem o mesmo peso de um erro de concordância, por exemplo."
A assessoria do MEC não quis informar o peso da ortografia na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
Não foi a primeira vez que documentos do ministério apresentaram erros dessa natureza. Na última edição do exame, o cartão de confirmação de inscrição trazia, na seção "informações importantes", a palavra "extrangeiros" grafada com "x".
DIÁRIO DO COMÉRCIO O homem invisível
DIÁRIO DO COMÉRCIO
Obama seria agora conhecido como aquilo que realmente é: um pequeno vigarista que grandes picaretas colheram na rua para um servicinho sujo porque, malgrado sua absoluta falta de qualidades, tinha o physique du rôle: a cor da pele politicamente oportuna, uma bela voz para ler discursos no teleprompter e, melhor que tudo, a perfeita vulnerabilidade a chantagens em razão de sua falta de documentos e da sua biografia falsificada.
Desde o início da campanha, afirmei que a identidade de Obama, muito mais que suas ideias e propostas, era o ponto digno de atenção, porque a conduta de um homem no poder não depende do que ele diz em favor de si, mas de quem ele realmente é. Ora, as ideias e palavras de Obama foram abundamente alardeadas, debatidas, enaltecidas e esculhambadas, mas querer saber algo da identidade da criatura para além da publicidade oficial tornou-se reprovável, pecaminoso, um tabu na mais plena força do termo.
A grande mídia inteira, a classe política dos dois partidos, os astros e estrelas de Hollywood e batalhões de burocratas zelosos uniram-se para esse fim. Nunca uma blindagem tão forte e uma guarda-de-ferro tão intolerante se ergueram para proteger da curiosidade pública, como se fosse um tesouro sagrado, o passado sujo de um embrulhão.
Esse passado inclui, entre outros mil e um vexames mal encobertos, uma história familiar toda falsa – e onde praticamente nenhuma declaração do personagem confere com os documentos existentes nem com os testemunhos de terceiros; a carreira universitária financiada por um bilionário saudita pró-terrorista, até hoje não se sabe com que propósito; mil e uma relações íntimas com organizações comunistas e radicais; a militância nas hostes de Saul Alinsky, empenhadas em desmantelar a previdência social e o sistema bancário para apressar o advento do socialismo; a inscrição num partido socialista, mil vezes negada em tom de dignidade ofendida, até que apareceu a carteirinha de militante e não se falou mais nisso; a fraude literária dos dois livros que lhe granjearam a fama de grande escritor, e que hoje se sabe terem sido escritos por seu amigo William Ayers; o mistério, tipo "exterminador do futuro", do alistamento militar assinado em 1988 num formulário impresso em 2008; a fortuna gasta com advogados para esconder praticamente todos os documentos pessoais que, bem ao contrário, cada candidato à presidência tem a obrigação de exibir ao público e aliás todos sempre exibiram. E assim por diante.
Como é possível que, com uma biografia tão escandalosamente suspeita, um político seja imunizado pelo establishment inteiro contra qualquer tentativa de descobrir quem ele é? Quem, entre as altas hierarquias de demônios, decretou que o país mais poderoso do mundo tem de aceitar um desconhecido como presidente, reprimindo a tentação de fazer perguntas?
O episódio da certidão de nascimento é só uma onda a mais num tsunami de obscuridades ante o qual o eleitorado só tem o direito de guardar respeitoso silêncio, cabisbaixo e compungido como se a trapaça grosseira fosse um mistério sacral.
Obrigar um povo a suportar isso, sob pena de rotulá-lo de "racista", é com certeza a exigência mais prepotente, a chantagem psicológica mais descarada de todos os tempos.
Porém, uma vez que esse povo aceitou votar na cor da pele sem perguntar o que vinha dentro da embalagem, ele terá de continuar cedendo e cedendo até à abjeção total, pois deu ao homem da raça ungida o direito de lhe impor qualquer exigência danosa e absurda sem deixar de estar, jamais, acima de qualquer suspeita.
O muro de proteção erguido em torno de Obama não foi desmontado depois das eleições. Cresceu e tornou-se mais forte, a guarda-de-ferro mais agressiva, ao ponto de que praticamente nada do que o homem tem feito de maligno e fatal contra seu país chega jamais ao conhecimento do povo que o elegeu.
O bloqueio é completo, o controle do fluxo de informações é tão rígido e intolerante quanto a censura soviética ou nazista, com a diferença de que só vigora na grande mídia, deixando vazar informações na imprensa nanica e no rádio e buscando, segundo os ditames da engenharia social de ponta, não um utópico estrangulamento total mas apenas o domínio eficiente dos resultados estatísticos gerais.
No WorldNetDaily da semana passada, o colunista Craig R. Smith pergunta, perplexo: "Como pode Obama sair-se bem fazendo o que faz, sem que jamais se ouça um pio da grande mídia?"
O preço da gasolina e o débito nacional duplicaram desde que ele subiu à presidência, e nem um só jornal ou canal de TV dá o menor sinal de ter percebido que algo aconteceu. Ele demite 87 mil trabalhadores da indústria de petróleo numa só canetada, e não se ouve um soluço. Ele manda bombardear a Líbia sem a autorização do Congresso, e só o que se vê são louvores ao seu humanitarismo. Três trilhões de dólares da verba de "estímulos" – sim, trilhões, não bilhões – são espalhados sem nome de destinatário, e é como se uma moeda de um quarter tivesse sumido do bolso de um garoto de escola.
O homem dá um calote em milhares de credores legítimos da General Motors, enquanto distribui bilhões a picaretas sindicais seus amigos, e, a crermos no New York Times, na CNN, no Los Angeles Times e similares, ninguém disse um "ai".
Ele destroi a olhos vistos o melhor sistema de saúde do mundo, e a voz de milhões de prejudicados não ressoa na mídia nem como um vago sussurro de descontentamento. Metade do mundo clama para ele devolver seu Prêmio Nobel da Paz, e nada desse grito de revolta chega ao conhecimento do público americano.
Sem a menor sombra de dúvida, Obama foi colocado na presidência com a missão de destruir seu país, mas aqueles que o nomearam não o largaram desamparado na arena. Cercaram-o de todas as proteções necessárias para colocá-lo a salvo não só de críticas, mas até de perguntas. Obama pode fazer o que quiser, por mais obviamente desastroso e maligno que seja. Honni soit qui mal y pense.
Se, apesar disso, alguma informação ainda circula na internet ou no rádio, é só uma prova de que a falsificação perfeita não existe nem precisa existir. Quando Abraham Lincoln disse que não se pode enganar todo mundo o tempo todo, esqueceu-se de acrescentar que isso não é preciso: para obter os efeitos mais devastadores, basta enganar a maioria dos trouxas durante algum tempo – o tempo necessário para que a verdade, quando aparecer, já tenha de tornado apenas uma curiosidade de historiadores.
Quem quer que diante desse fenômeno, ainda imagine que a estrutura real do poder no mundo coincide com a hierarquia formal dos cargos públicos, com a ordem visível dos prestígios ou com as fronteiras geopolíticas convencionais, deve ser considerado um boboca incurável ou um espertalhão com agenda.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
| O episódio da certidão de nascimento é só uma onda a mais num tsunami de obscuridades ante o qual o eleitorado só tem o direito de guardar respeitoso silêncio. |
Olavo de Carvalho - 18/4/2011 - 21h23 |
A controvérsia dos documentos inacessíveis, incognoscíveis e intocáveis de Barack Hussein Obama, que a mídia conseguiu abafar na base das chacotas, da rotulação caluniosa e da intimidação direta, voltou ao primeiro plano graças ao pré-candidato republicano à presidência, Donald Trump.
O bam-bam-bam dos imóveis, além de ter dinheiro suficiente para não se intimidar com o bilhão de dólares da campanha de Obama (a maior verba de propaganda eleitoral da História), ainda conta com um trunfo decisivo: ele tem todos os seus documentos em ordem e sabe exibi-los de modo a espremer o concorrente contra a parede mediante a pergunta irrespondível, hoje espalhada em cartazes por todo o território americano: "Where is the birth certificate"? Se John McCain tivesse feito isso, não só teria vencido as eleições, mas teria jogado a carreira do seu adversário na lata de lixo.
Obama seria agora conhecido como aquilo que realmente é: um pequeno vigarista que grandes picaretas colheram na rua para um servicinho sujo porque, malgrado sua absoluta falta de qualidades, tinha o physique du rôle: a cor da pele politicamente oportuna, uma bela voz para ler discursos no teleprompter e, melhor que tudo, a perfeita vulnerabilidade a chantagens em razão de sua falta de documentos e da sua biografia falsificada.
Jason Reed/Reuters

A grande mídia inteira, a classe política dos dois partidos, os astros e estrelas de Hollywood e batalhões de burocratas zelosos uniram-se para esse fim. Nunca uma blindagem tão forte e uma guarda-de-ferro tão intolerante se ergueram para proteger da curiosidade pública, como se fosse um tesouro sagrado, o passado sujo de um embrulhão.
Esse passado inclui, entre outros mil e um vexames mal encobertos, uma história familiar toda falsa – e onde praticamente nenhuma declaração do personagem confere com os documentos existentes nem com os testemunhos de terceiros; a carreira universitária financiada por um bilionário saudita pró-terrorista, até hoje não se sabe com que propósito; mil e uma relações íntimas com organizações comunistas e radicais; a militância nas hostes de Saul Alinsky, empenhadas em desmantelar a previdência social e o sistema bancário para apressar o advento do socialismo; a inscrição num partido socialista, mil vezes negada em tom de dignidade ofendida, até que apareceu a carteirinha de militante e não se falou mais nisso; a fraude literária dos dois livros que lhe granjearam a fama de grande escritor, e que hoje se sabe terem sido escritos por seu amigo William Ayers; o mistério, tipo "exterminador do futuro", do alistamento militar assinado em 1988 num formulário impresso em 2008; a fortuna gasta com advogados para esconder praticamente todos os documentos pessoais que, bem ao contrário, cada candidato à presidência tem a obrigação de exibir ao público e aliás todos sempre exibiram. E assim por diante.
Como é possível que, com uma biografia tão escandalosamente suspeita, um político seja imunizado pelo establishment inteiro contra qualquer tentativa de descobrir quem ele é? Quem, entre as altas hierarquias de demônios, decretou que o país mais poderoso do mundo tem de aceitar um desconhecido como presidente, reprimindo a tentação de fazer perguntas?
O episódio da certidão de nascimento é só uma onda a mais num tsunami de obscuridades ante o qual o eleitorado só tem o direito de guardar respeitoso silêncio, cabisbaixo e compungido como se a trapaça grosseira fosse um mistério sacral.
Obrigar um povo a suportar isso, sob pena de rotulá-lo de "racista", é com certeza a exigência mais prepotente, a chantagem psicológica mais descarada de todos os tempos.
Porém, uma vez que esse povo aceitou votar na cor da pele sem perguntar o que vinha dentro da embalagem, ele terá de continuar cedendo e cedendo até à abjeção total, pois deu ao homem da raça ungida o direito de lhe impor qualquer exigência danosa e absurda sem deixar de estar, jamais, acima de qualquer suspeita.
O muro de proteção erguido em torno de Obama não foi desmontado depois das eleições. Cresceu e tornou-se mais forte, a guarda-de-ferro mais agressiva, ao ponto de que praticamente nada do que o homem tem feito de maligno e fatal contra seu país chega jamais ao conhecimento do povo que o elegeu.
O bloqueio é completo, o controle do fluxo de informações é tão rígido e intolerante quanto a censura soviética ou nazista, com a diferença de que só vigora na grande mídia, deixando vazar informações na imprensa nanica e no rádio e buscando, segundo os ditames da engenharia social de ponta, não um utópico estrangulamento total mas apenas o domínio eficiente dos resultados estatísticos gerais.
No WorldNetDaily da semana passada, o colunista Craig R. Smith pergunta, perplexo: "Como pode Obama sair-se bem fazendo o que faz, sem que jamais se ouça um pio da grande mídia?"
O preço da gasolina e o débito nacional duplicaram desde que ele subiu à presidência, e nem um só jornal ou canal de TV dá o menor sinal de ter percebido que algo aconteceu. Ele demite 87 mil trabalhadores da indústria de petróleo numa só canetada, e não se ouve um soluço. Ele manda bombardear a Líbia sem a autorização do Congresso, e só o que se vê são louvores ao seu humanitarismo. Três trilhões de dólares da verba de "estímulos" – sim, trilhões, não bilhões – são espalhados sem nome de destinatário, e é como se uma moeda de um quarter tivesse sumido do bolso de um garoto de escola.
O homem dá um calote em milhares de credores legítimos da General Motors, enquanto distribui bilhões a picaretas sindicais seus amigos, e, a crermos no New York Times, na CNN, no Los Angeles Times e similares, ninguém disse um "ai".
Ele destroi a olhos vistos o melhor sistema de saúde do mundo, e a voz de milhões de prejudicados não ressoa na mídia nem como um vago sussurro de descontentamento. Metade do mundo clama para ele devolver seu Prêmio Nobel da Paz, e nada desse grito de revolta chega ao conhecimento do público americano.
Sem a menor sombra de dúvida, Obama foi colocado na presidência com a missão de destruir seu país, mas aqueles que o nomearam não o largaram desamparado na arena. Cercaram-o de todas as proteções necessárias para colocá-lo a salvo não só de críticas, mas até de perguntas. Obama pode fazer o que quiser, por mais obviamente desastroso e maligno que seja. Honni soit qui mal y pense.
Se, apesar disso, alguma informação ainda circula na internet ou no rádio, é só uma prova de que a falsificação perfeita não existe nem precisa existir. Quando Abraham Lincoln disse que não se pode enganar todo mundo o tempo todo, esqueceu-se de acrescentar que isso não é preciso: para obter os efeitos mais devastadores, basta enganar a maioria dos trouxas durante algum tempo – o tempo necessário para que a verdade, quando aparecer, já tenha de tornado apenas uma curiosidade de historiadores.
Quem quer que diante desse fenômeno, ainda imagine que a estrutura real do poder no mundo coincide com a hierarquia formal dos cargos públicos, com a ordem visível dos prestígios ou com as fronteiras geopolíticas convencionais, deve ser considerado um boboca incurável ou um espertalhão com agenda.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
Brasil deixa de aplicar e devolve doação destinada à proteção de florestas
CÂMARA DOS DEPUTADOS
14/04/2011 14:35
14/04/2011 14:35

O relator, Dr. Paulo César, foi favorável ao arquivamento
Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a pedido da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle mostrou que, por ter perdido o prazo de aplicação, o governo brasileiro teve de devolver cerca de 8,4 milhões de dólares (R$ 13,3 milhões) de um total de 352 milhões de dólares (R$ 557,9 milhões) doados ao Brasil para proteção de florestas tropicais.
O pedido de investigação consta da Proposta de Fiscalização Financeira (PFC) 64/08, que teve por objetivo analisar a execução dos recursos provenientes de doações de entidades ou países ao Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7), além de contratos e convênios firmados entre 2002 a 2008.
O TCU concluiu que a maioria dos problemas identificados são sistêmicos e comuns a diversas outras ações governamentais. Assim, o entendimento do TCU foi de que o PPG7 cumpriu seus objetivos, mas o tribunal recomendou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) a adoção de medidas para potencializar o aproveitamento dos recursos ainda disponíveis.
Falhas de planejamento
O TCU constatou falhas de planejamento e de coordenação que levaram à devolução de recursos aos doadores. Também foram constatados atrasos na análise de prestações de contas pelo MMA.
O TCU constatou falhas de planejamento e de coordenação que levaram à devolução de recursos aos doadores. Também foram constatados atrasos na análise de prestações de contas pelo MMA.
“Por outro lado, observou-se que os controles internos dos projetos são, em regra, eficientes na prevenção e detecção de irregularidades, em especial devido ao acompanhamento contínuo realizado pelos doadores”, destacou o relatório.
A comissão concluiu que a proposta cumpriu seu objetivo e a arquivou na quarta-feira, conforme o voto do relator, deputado Dr. Paulo César (PR-RJ).
O PPG7 é financiado por doações dos países integrantes do ex-Grupo dos Sete, da União Europeia e dos Países Baixos, complementadas com contrapartidas do governo brasileiro, dos governos estaduais e de organizações da sociedade civil. Segundo o relatório, em agosto de 2009 as contribuições já contratadas ou empenhadas pelos doadores atingiam aproximadamente 436 milhões de dólares (R$ 691 milhões).
Íntegra da proposta:
Reportagem – Rachel Librelon
Edição – Wilson Silveira
Edição – Wilson Silveira
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".






