Nova greve geral na Grécia, em rebelião coletiva envolvendo todas as classes sociais, contra os ajustes impostos ao país pelo FMI e pela União Européia. Todos os "sócios" do Tesouro grego não querem perder sua boquinha: os funcionários públicos, os aposentados, os rentistas de forma geral. A Grécia é um caso emblemático porque passou a viver de rendas, endividando-se por muitos anos. A festa acabou porque os credores não querem mais bancar a vida boa da vagabundagem grega. Então a população está fazendo greve geral contra a lei da escassez. Fato interessante e novidadeiro. É como fazer greve contra o nascer do sol, ou contra terremotos. A humanidade precisa novamente aprender a respeitar as leis naturais.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Veja os Caças Líbios na Ilha de Malta Depois que os Pilotos Desertaram
FOLHA
21/02/2011 - 17h44
Pilotos líbios desertam e levam caças para Malta, dizem fontes
DA REUTERS, EM VALLETTA
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIA
Dois pilotos da Força Aérea da Líbia desertaram na segunda-feira e levaram seus caças para Malta, onde disseram às autoridades que haviam recebido ordens para bombardear manifestantes, segundo fontes do governo maltês.Após onda de violência, Líbia fecha espaço aéreo de Trípoli
Religioso sunita lança decreto pedindo assassinato de Gaddafi
Odebrecht trabalha para retirar 187 brasileiros da Líbia
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Odebrecht trabalha para retirar 187 brasileiros da Líbia
As fontes disseram que os aviadores --ambos com a patente de coronel-- decolaram de uma base perto de Trípoli. Eles estão sendo interrogados pela polícia local, e um dos dois pediu asilo político.
| Darrin Zammit Lupi/Reuters | ||
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| Piloto da força aérea líbia caminha perto de jato Mirage que pousou no aeroporto internacional de Malta |
Os dois disseram que decidiram voar para Malta após receberem ordens para atacar manifestantes em Benghazi, segunda maior cidade da Líbia, epicentro dos protestos contra o regime de Muammar Gaddafi.
A polícia maltesa também está interrogando sete passageiros que chegaram da Líbia a bordo de dois helicópteros com matrícula francesa.
Fontes do governo disseram que os helicópteros deixaram a Líbia sem autorização das autoridades locais, e que só um dos sete passageiros -- que afirmam ser cidadãos franceses-- tinha passaporte.
A chancelaria francesa disse que estava analisando o caso.
VIOLÊNCIA
O episódio ocorreu em meio a intensos protestos na Líbia contra Gaddafi e seus 42 anos de governo autoritário. Intensa repressão já deixou ao menos 233 mortos, segundo informou nesta segunda-feira a ONG sediada em Nova York Human Rights Watch. Já a Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) calcula entre 300 e 400 pessoas foram mortas desde o início da rebelião.
| Reuters | ||
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| Manifestantes se reúnem supostamente em Benghazi nessa imagem sem data colocada na rede social Facebook |
A FIDH relatou ainda que manifestantes antirregime assumiram o controle de cidades líbias e que militares estão desertando.
"Muitas cidades foram tomadas, principalmente no leste. Os militares estão debandando", declarou a presidente da FIDH, Souhayr Belhassen, citando principalmente Benghazi, reduto da oposição, e Syrta, cidade natal do coronel de Gaddafi.
A emissora de TV NTV, citando um trabalhador turco, informou que a cidade de Jalu, localizada cerca de 400 quilômetros ao sul de Benghazi, também foi controlada pelos opositores do regime.
"O controle está totalmente nas mãos da população. Não há forças de segurança, não há polícia. Estamos sujeitos à vontade e ao controle do povo", relatou Mustafa Karaoglu, que trabalha na cidade --de cerca de 3.500 habitantes--, onde um grupo de trabalhadores estrangeiros se mantém reclusos em seus locais de trabalho.
Benghazi, onde os protestos começaram na semana passada após a prisão de um advogado de direitos humanos e onde dezenas de pessoas foram mortas por forças de segurança, está efetivamente sob controle dos manifestantes, de acordo com alguns moradores da localidade.
BOMBARDEIOS
O governo de Gaddafi voltou a reprimir duramente os manifestantes que pedem sua renúncia e atacou, com aviões militares que dispararam munição real, multidões que se reuniram na capital da Líbia, Trípoli, para protestar, informou nesta segunda-feira a emissora de TV árabe Al Jazeera. Segundo especialistas, a ação poderia significar que o regime do ditador está perto do fim.
A informação foi passada por um cidadão líbio, Soula al Balaazi --que se diz um ativista da oposição--, que afirmou à TV por telefone que aviões de guerra da força aérea do país bombardeou "alguns locais de Trípoli".
No entanto, não foi possível confirmar a informação de forma independente.
Um analista da consultoria Control Risks, com sede em Londres, disse que o uso de aviões militares contra seu próprio povo indica que o fim pode estar próximo para Gaddafi.
"Isso realmente parecem ser atos derradeiros, desesperados. Se você está bombeando sua própria capital, é realmente difícil ver como você pode sobreviver", afirmou Julien Barnes-Dacey, analista da consultoria para o Oriente Médio.
"Na Líbia, mais do que em qualquer outro país da região, há um prospecto de violência grave e conflito aberto."
A história brasileira recauchutada
MINISTÁRIO DO PLANEJAMENTO
Autor(es): Guilherme Fiuza
Época - 21/02/2011
O Brasil está construindo um novo passado. É aquele descrito por Dilma Rousseff – no tempo em que ela falava – como a nova inauguração da pátria: o momento em que o operário chega ao Planalto e liberta os brasileiros das elites egoístas. Se a história do grito de “independência ou morte” colou, a fábula petista não tem por que não funcionar também. E, enquanto o país se distrai com a falsa polêmica do salário mínimo, os companheiros tomam suas providências para copidescar a memória nacional.
Lula, a lenda viva, esteve no Rio de Janeiro a passeio. “Vim rever amigos”, declarou o ex-presidente. Os primeiros “amigos” que encontrou foram o presidente do IBGE e um economista da Fundação Getulio Vargas. Como se sabe, o Brasil não estranha mais nada. Mesmo assim, fica a pergunta: que reunião é essa?
O que faz um ex-presidente da República, recém-desencarnado, em reunião privada com o presidente do IBGE, que serviu a seu governo e serve ao da sua sucessora? “É para ficar informado de coisas que tenho que me informar”, disse Lula. O que seria isso? Luiz Inácio da Silva, pessoa física, é cliente do IBGE? Ou foi recebido na condição de mito onisciente? Ou será que o presidente do IBGE presta consultoria a curiosos?
Completando o cozido institucional, figurava na reunião um representante da FGV – que produziu papers em série, com dados do IBGE, sobre as maravilhas estatísticas do Brasil pós-2003 (o ano zero). A redução da pobreza começou com o Plano Real, em 1994, mas os cortes da FGV não acham muita graça na pré-história do lulismo. Com essa amizade toda, nada mais natural que um papo amistoso numa tarde morna do Rio. Até porque o IBGE e a FGV precisavam mesmo se encontrar para informar Lula de que ele é o cara.
Não que ele não soubesse disso. A questão é como imprimir o outdoor, da melhor forma, na história oficial. Para isso, vem aí o Instituto Lula da Silva, uma espécie de templo da verdade petista. Ali repousará todo o aparato acadêmico e estatístico cortado sob medida para o chefe – um grande quadro impressionista da revolução que devolveu o Brasil aos brasileiros. E os números não mentem (especialmente quando bem adestrados).
Virão estudos, um banho de verniz científico para o lulismo, abrindo caminho para farta colheita de votos
O Instituto Lula promete ser mais lucrativo que a butique Che Guevara. Vai chover milionário culpado querendo lavar sua reputação nas barbas do gladiador dos pobres. Virão seminários, estudos, livros, um banho de verniz científico para o lulismo – abrindo caminho para farta colheita de votos, cargos e negócios para os correligionários do bem. O instituto ainda não tem logomarca, mas o charuto de Delúbio Soares seria o símbolo perfeito.
A disseminação da verdade petista vai muito bem, obrigado. Adolescentes e jovens voltam da escola e da universidade explicando como foi que Lula reinseriu o Brasil no mundo. Se você diz a eles que num dado momento, depois de Cristo e antes de Lula, o país tirou sua moeda do lixo, deixou de rasgar contratos e saiu do anedotário internacional, eles te olham atravessado. Não foi isso que o professor bonzinho disse a eles. O professor é legal, você é reacionário.
A nova verdade é tão bem assimilada que até o ministro da Fazenda pode fantasiar livremente. Ninguém liga. Ao ser reempossado no ministério, Guido Mantega deu uma palestra com slides. A exposição do economista continha trechos poéticos como “graças à Nova Política Econômica e Social iniciada no governo Lula” o Brasil vai se desenvolver em patamares mais elevados. Em planilhas criativas, o ministro relacionava o PAC com o aumento do PIB – o que levaria qualquer estudante de economia à reprovação sumária (a não ser que o professor fosse um amigo da FGV).
Se o ministro da Fazenda pode chutar à vontade, ninguém haverá de se importar com um ou outro retoque na história oficial. O filho do Brasil perdeu o Oscar, mas jogando em casa ele ganha todas.
Autor(es): Guilherme Fiuza
Época - 21/02/2011
O Brasil está construindo um novo passado. É aquele descrito por Dilma Rousseff – no tempo em que ela falava – como a nova inauguração da pátria: o momento em que o operário chega ao Planalto e liberta os brasileiros das elites egoístas. Se a história do grito de “independência ou morte” colou, a fábula petista não tem por que não funcionar também. E, enquanto o país se distrai com a falsa polêmica do salário mínimo, os companheiros tomam suas providências para copidescar a memória nacional.
Lula, a lenda viva, esteve no Rio de Janeiro a passeio. “Vim rever amigos”, declarou o ex-presidente. Os primeiros “amigos” que encontrou foram o presidente do IBGE e um economista da Fundação Getulio Vargas. Como se sabe, o Brasil não estranha mais nada. Mesmo assim, fica a pergunta: que reunião é essa?
O que faz um ex-presidente da República, recém-desencarnado, em reunião privada com o presidente do IBGE, que serviu a seu governo e serve ao da sua sucessora? “É para ficar informado de coisas que tenho que me informar”, disse Lula. O que seria isso? Luiz Inácio da Silva, pessoa física, é cliente do IBGE? Ou foi recebido na condição de mito onisciente? Ou será que o presidente do IBGE presta consultoria a curiosos?
Completando o cozido institucional, figurava na reunião um representante da FGV – que produziu papers em série, com dados do IBGE, sobre as maravilhas estatísticas do Brasil pós-2003 (o ano zero). A redução da pobreza começou com o Plano Real, em 1994, mas os cortes da FGV não acham muita graça na pré-história do lulismo. Com essa amizade toda, nada mais natural que um papo amistoso numa tarde morna do Rio. Até porque o IBGE e a FGV precisavam mesmo se encontrar para informar Lula de que ele é o cara.
Não que ele não soubesse disso. A questão é como imprimir o outdoor, da melhor forma, na história oficial. Para isso, vem aí o Instituto Lula da Silva, uma espécie de templo da verdade petista. Ali repousará todo o aparato acadêmico e estatístico cortado sob medida para o chefe – um grande quadro impressionista da revolução que devolveu o Brasil aos brasileiros. E os números não mentem (especialmente quando bem adestrados).
Virão estudos, um banho de verniz científico para o lulismo, abrindo caminho para farta colheita de votos
O Instituto Lula promete ser mais lucrativo que a butique Che Guevara. Vai chover milionário culpado querendo lavar sua reputação nas barbas do gladiador dos pobres. Virão seminários, estudos, livros, um banho de verniz científico para o lulismo – abrindo caminho para farta colheita de votos, cargos e negócios para os correligionários do bem. O instituto ainda não tem logomarca, mas o charuto de Delúbio Soares seria o símbolo perfeito.
A disseminação da verdade petista vai muito bem, obrigado. Adolescentes e jovens voltam da escola e da universidade explicando como foi que Lula reinseriu o Brasil no mundo. Se você diz a eles que num dado momento, depois de Cristo e antes de Lula, o país tirou sua moeda do lixo, deixou de rasgar contratos e saiu do anedotário internacional, eles te olham atravessado. Não foi isso que o professor bonzinho disse a eles. O professor é legal, você é reacionário.
A nova verdade é tão bem assimilada que até o ministro da Fazenda pode fantasiar livremente. Ninguém liga. Ao ser reempossado no ministério, Guido Mantega deu uma palestra com slides. A exposição do economista continha trechos poéticos como “graças à Nova Política Econômica e Social iniciada no governo Lula” o Brasil vai se desenvolver em patamares mais elevados. Em planilhas criativas, o ministro relacionava o PAC com o aumento do PIB – o que levaria qualquer estudante de economia à reprovação sumária (a não ser que o professor fosse um amigo da FGV).
Se o ministro da Fazenda pode chutar à vontade, ninguém haverá de se importar com um ou outro retoque na história oficial. O filho do Brasil perdeu o Oscar, mas jogando em casa ele ganha todas.
O pai e a mãe são os melhores mestres — O lar a melhor sala de aula
IPCO
22, fevereiro, 2011

Para essa formação da personalidade dos filhos, exigi-se dos pais uma obra de longo fôlego — que se deve iniciar deste a mais tenra infância —, dando o bom exemplo e incutindo nos pequenos o apreço pelos princípios morais e religiosos. É difícil? Sim, mas nada de grande se faz sem dificuldade. Os pais sempre serão auxiliados com graças sobrenaturais se pedirem a Deus e à Sua Mãe Santíssima. Ela, que tão bem cuidou do Menino Jesus, não cuidará especialmente dos filhos de seu Divino Filho?
22, fevereiro, 2011

Neste livro L´Église et l´Education Sexuelle”, adquirido num sebo, há uma dedicatória. Sua data? “Natal de 1961”. Pelas palavras usadas, percebe-se a delicadeza que se deve ter ao tratar com os filhos de questões relacionadas à “educação sexual”. Eis a dedicatória: “À Luciana, ofereço este pequeno livro que eu achei precioso como um conselheiro sábio e consciencioso para quando chegar o momento oportuno de observar, falar e agir junto aos nossos pequeninos”.
Paulo R. Campos – Blog da Familia
A fim de dar continuidade ao que temos tratado (graves danos causados às crianças pela pseudo “educação sexual”nas escolas), um amigo sugeriu-me que expusesse como tal educação deveria ser posta em prática. Isto porque há pais, até de famílias católicas, que, devido à vida moderna e ao caos doutrinário de nossos dias, encontram-se numa “orfandade religiosa” — segundo expressão do amigo —, e “não conhecem o ensinamento católico sobre educação sexual”.
Respondi-lhe com a mesma frase que empreguei tempos atrás, quando leitores deste blog pediram-me para tratar do problema da “educação sexual”: “Sou incompetente para expor a respeito de tema tão delicado”. Mas, neste final de semana, andei escarafunchando o tema, dei uma espiada em alguns documentos concernentes à doutrina social da Igreja e encontrei um livro que li quase num só fôlego: “L´Église et l´Education Sexuelle” (Editado pela Association du Mariage Chrétien). O livro é bem antigo (1929), o que me agrada especialmente em se tratando de matéria religiosa, pois muito anterior ao período em que “a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus” — conforme expressão de Paulo VI.
Tendo feito a leitura desse livro, resolvi aventurar-me a escrever algo a respeito, sem pretender entrar em detalhes, mas apenas sobre algumas considerações de ordem geral. Peço aos leitores que me retifiquem ou enviem complementações para eventual publicação em nosso blog, o que poderia servir para ajudar outros pais de família — outros “órfãos” de religião…
Então vamos lá. Para início de conversa, tal “educação sexual” não compete ao Estado nem aos colégios. Estes devem respeitar o princípio da subsidiariedade. Ou seja, não podem interferir na instituição familiar naquilo que compete aos pais. Poderiam, isto sim, auxiliar na formação religiosa e moral dos estudantes, mas cabe em primeiríssimo lugar aos pais a educação da prole, particularmente nesta delicada questão. Afinal de contas os filhos pertencem ao Estado ou aos pais?
O Estado, que fracassa em tantas coisas que lhe são próprias, como ousa se intrometer no sagrado recinto de um lar? Pior ainda quando se mete a tratar de“educação sexual”, segundo um programa que nada tem de verdadeira educação, mas sim de uma “iniciação sexual” — em muitos colégios, ensinando até perversões sexuais— e feita coletivamente numa classe com alunos de ambos os sexos, cada um deles com diferentes capacidades de entendimento e maturidade.
Antes de tudo, os pais devem ajudar seus pequenos não propriamente na “educação sexual”, mas na “educação para a pureza”. Segundo São Francisco de Sales, “A castidade é o lírio das virtudes, e torna o homem quase iguais aos anjos; nada é belo senão pela pureza, e a pureza dos homens chama-se castidade”. Assim, para citar alguns exemplos, os pais devem atuar incentivando nobres e elevados sentimentos nos filhos, mostrando-lhes a beleza da virtude da virgindade e da castidade e incutindo-lhes o horror ao pecado. Mais tarde, falar da finalidade do casamento, que é a formação da família e a procriação tendo em vista a glória de Deus, Criador de todas as coisas. Depois, calmamente, de modo simples e sem entrar em detalhes inúteis — em muitos casos, basta meia-palavra, pois o próprio instinto humano percebe o resto —, falar que as relações sexuais apenas são lícitas em função da conservação e perpetuação da espécie humana; que fora do matrimônio, monogâmico e indissolúvel, tais relações constituem ofensa a Deus, um grave pecado etc.
Mas para fazer tal abordagem, os pais, observando atentamente seus filhos, devem saber esperar o momento oportuno. Antecipar a hora poderia surtir um efeito contrário: poderia despertar a curiosidade infantil, levando a imaginar o que não se deve, a tirar conclusões nefastas, ou mesmo incitar ao pecado. Um momento que alguns pais já comprovaram ser muito adequado é na época do aprendizado do catecismo, por exemplo, quando se explicar os 10 Mandamentos da Lei de Deus. Também por ocasião da Primeira Confissão ou da Primeira Comunhão.
Com que idade? Não sei precisar — pois depende muito de cada criança, que têm seu grau próprio de precocidade —, mas geralmente na idade da puberdade. Entretanto,melhor que ninguém — por um desígnio e uma graça de Deus — os pais conhecem as necessidades dos filhos, e têm o bom senso para discernir exatamente em que idade, quando e em que circunstâncias levantar o assunto. Por vezes, por um discernimento especial, conseguem inclusive descobrir que tipo de pergunta ronda pelas cabecinhas infantis.
Especialistas em moral familiar recomendam não tratar com meninos ou meninas explicitamente sobre questões sexuais sem levar em consideração os princípios morais. E, mesmo assim, nunca em conjunto — preferencialmente, cabe ao pai tratar com o filho e a mãe com a filha —, sempre com a devida prudência e com toda discrição, tendo em vista a modéstia e o pudor natural das crianças. Para tudo há seu tempo e os pais precisam respeitar e esperar a ocasião propícia para abordar tão delicada questão, levando em consideração o temperamento e a maturação de cada um dos filhos.
Contudo — como bem disse o Padre Antonio Vieira: “Palavras sem exemplo, são tiros sem balas” — mais que tratar de modo teórico, são os bons exemplos e os bons costumes que os pequeninos observam dentro do lar que os levam a amar a pureza: as boas conversas entre os pais; as boas maneiras; a compostura nos modos e a modéstia dos trajes; o ambiente aconchegante da residência; nunca com TV e computador nos quartos das crianças — bons livros podem perfeitamente ocupar esses espaços em seus quartos, que devem estar sempre limpos, arejados, com suas camas bem arrumadas etc. Em vez de videogames, por que não um jogo de xadrez? Em vez de televisão durante as refeições, por que não uma boa conversa em família? É uma ótima ocasião para contar notícias domésticas e procurar se informar como foi o dia dos filhos, no colégio, por exemplo. Neste convívio doméstico, os pais devem aproveitar para ir ensinando o que é certo ou errado; o que é devido e o que é proibido segundo a Lei de Deus.
Nesse sentido, afirmou o Papa Leão XIII: “Persuadam-se todos bem de que, para a boa educação dos meninos, tem a máxima importância a educação doméstica. Se a juventude encontra no lar doméstico as regras da vida virtuosa e uma como que escola prática das virtudes cristãs, segura está em grande parte a salvação da sociedade” (Sapientiae Christianae, Documentos Pontifícios, nº 10, Vozes, Petrópolis, 1946, p. 28).
Além de tudo isso, os pais não podem esquecer igualmente a necessidade da formação nos filhos de um caráter bem temperado e de uma vontade vigorosa. Como sabemos, a inteligência deve governar a vontade e esta a sensibilidade. Estando eles assim educados, ainda que não se tenha tratado de todos os pontos acima, eles próprios, quando chegar o momento em que as paixões humanas desregradas, os apetites da sensualidade, se manifestarem, terão domínio de si e força de vontade suficiente para domar as más inclinações, para recusar as tentações, as más companhias, as amizades perigosas, os convites para o mundo das drogas etc.
Para essa formação da personalidade dos filhos, exigi-se dos pais uma obra de longo fôlego — que se deve iniciar deste a mais tenra infância —, dando o bom exemplo e incutindo nos pequenos o apreço pelos princípios morais e religiosos. É difícil? Sim, mas nada de grande se faz sem dificuldade. Os pais sempre serão auxiliados com graças sobrenaturais se pedirem a Deus e à Sua Mãe Santíssima. Ela, que tão bem cuidou do Menino Jesus, não cuidará especialmente dos filhos de seu Divino Filho? * * *
Encerro com uma possível objeção que alguém poderia levantar: “Casa não é convento para se ficar o tempo inteiro tratando de religião”.
— Claro que não. Estes ensinamentos devem ser ministrados pouco-a-pouco, de acordo com a capacidade de assimilação das crianças. Entre um casinho doméstico e outro, ir tirando lições de vida com base em questões morais. É melhor fazer isso em casa, do que deixar para outros (por ex. as más companhias) fazerem com base em questões imorais. “É melhor prevenir que remediar”… Ademais, tem-se tanto cuidado com a saúde física dos filhos — o que é indispensável —, mas por que não cuidar também da saúde moral deles? (“Mens sana in corpore sano” — “uma mente sã num corpo são” — preceitua a lapidar expressão latina).
Neste esforço dos pais, aplicado à uma primorosa educação de suas crianças, tenho certeza que eles terão grande satisfação e serão imensamente recompensados cumprindo a missão para a qual Deus os destinou — sobretudo a de preservar a inocência dos filhos, preparando-os, assim, para vencerem as dificuldades da vida, para no futuro serem grandes e heróicos homens, outros bons pais, outras boas mães de família, outros melhores mestres de outros pequeninos.
Analista: Brasil pode ter crise semelhante à dos EUA
RADAR ECONÔMICO
21 de fevereiro de 2011 | 12h42
Sílvio Guedes Crespo
O Brasil pode estar caminhando para uma situação semelhante à da crise do “subprime” ocorrida nos Estados Unidos, segundo um artigo publicado no “Financial Times”. O autor, Paul Marshall, é administrador do Eureka Fund, um fundo que investe em projetos de inovação na área de “tecnologia limpa”.
A crise do “subprime” nos EUA, que estourou em 2008, se refere à expansão do crédito para uma categoria da população que não é “prime” (os chamados empréstimos de segunda linha), ou seja, não é de uma classe acostumada a tomar muito dinheiro emprestado e pagar.
Marshall lista alguns argumentos para mostrar que, no Brasil, a “farra do crédito”, nas palavras do autor, é preocupante:
- O crédito no Brasil cresceu 2,4 vezes mais rápido que o PIB (produto interno bruto), ritmo superior a de países emergentes como China (onde o crescimento do crédito foi de 1,2 vez o do PIB), Índia (1,6 vez) e Rússia (duas vezes).
- Os tomadores de empréstimo no Brasil pagam, em média, uma taxa de juros real de 20% a 25% ao ano; e, outros países, essa taxa fica entre 1% e 3%.
- A dívida dos consumidores no Brasil “come” 24% da renda. Nos EUA, quem tem metade desse percentual de comprometimento da renda já é considerado endividado demais.
Empresa Israelense cria purificador de água que purifica até esgoto
direitadadireita | 21 de fevereiro de 2011 |
Uma empresa israelense desenvolveu dispositivos para purificar água de qualquer fonte, mesmo a contaminada, proveniente do esgoto ou da urina. Um desses dispositivos é um tablete de cloro compacto de uso individual, o Sulis Personal Purification Device (PPD), que pode ser encaixado em garrafas comuns, torneiras e tanques. O PPDs trata contaminantes orgânicos, biológicos e químicos; uma unidade pode purificar até 700 litros e tem uma vida útil de seis meses. Outros dois dispositivos, o Sistema de Purificação Sokol 1 e o Sokol Alert, são "travesseiros de água" projetados para tratar grandes quantidades de água -até 11 mil litros cada um, podendo ser facilmente transportados em caminhões basculantes.
"Estamos aptos a fornecer água de alta qualidade em todas as circunstâncias, inclusive grandes catástrofes", diz Yossie Sandac, CEO e co-fundador da WaterSheer. "Em Taiwan, nossos produtos já estavam em campo 48 horas depois de um grave terremoto em 2009", completa.
A Watersheer está se preparando para trabalhar em planos de contingência para as Olimpíadas de 2016 no Brasil. Apenas 0,74% da água do mundo é considerada segura para beber. Cerca de dois bilhões de pessoas em todo o planeta não têm acesso a quantidades suficientes de água potável.
Visite o site da empresa que produz o purificador sulis: http://www.watersheer.com.
"Estamos aptos a fornecer água de alta qualidade em todas as circunstâncias, inclusive grandes catástrofes", diz Yossie Sandac, CEO e co-fundador da WaterSheer. "Em Taiwan, nossos produtos já estavam em campo 48 horas depois de um grave terremoto em 2009", completa.
A Watersheer está se preparando para trabalhar em planos de contingência para as Olimpíadas de 2016 no Brasil. Apenas 0,74% da água do mundo é considerada segura para beber. Cerca de dois bilhões de pessoas em todo o planeta não têm acesso a quantidades suficientes de água potável.
Visite o site da empresa que produz o purificador sulis: http://www.watersheer.com.
Na política do homossexualismo intocável. . .
CONDE LOPPEUX DE LA VILLANUEVA
DOMINGO, FEVEREIRO 20, 2011
Antes de qualquer comentário é preciso esclarecer: uma coisa é a vida pregressa do homossexual e a sua individualidade. Disto, sua conduta não afeta substancialmente a sociedade, uma vez que ele responde particularmente pelos seus atos, sem interferir na vida de terceiros. É a regra da maioria dos homossexuais, que desejam viver suas vidas sem serem incomodados. Outra coisa é o movimento homossexual, com sua concepção perversa e distorcida de transformar a homossexualidade num padrão moral intocável, acima de quaisquer criticas e até com poderes especiais de policiar idéias, pensamentos e opiniões divergentes. Esse movimento ambiciona inverter e jogar de cabeça para baixo as noções éticas e morais de sexualidade e de família, através de uma violenta e histérica chantagem psicológica e mesmo legal contra a grande maioria da sociedade. Na verdade, de forma tendenciosa e proposital, o movimento gay faz uma confusão desonesta entre a rejeição da homossexualidade e o ódio à pessoa do homossexual. Daí a rotulação de criminalizar qualquer indivíduo que seja refratário às suas políticas e reivindicações. Julien Benda dizia que o século XX nos legou, com as ideologias totalitárias, a organização intelectual dos ódios políticos. No século XXI, querem politizar a sexualidade. É a intelectualização dos recalques, taras e ressentimentos sexuais.
Mas o que está por trás do movimento gay? Assistia a uma reportagem de um famoso cantor pop, falando alegremente sobre sua homossexualidade, quando afirmou qual circunstância marcou sua vida: a experiência de ser pai. No entanto, havia algo estranho na sua argumentação. Ele não fez filhos diretamente através de uma mulher e sim pagou por uma inseminação artificial e uma barriga de aluguel. Ou seja, a reprodução de alguns seres humanos não foi realizada através do ato de amor entre homem e mulher e sim por conta de uma manipulação laboratorial. Os filhos, por assim dizer, surgem conforme aos caprichos de um pai incapaz de se relacionar com o sexo oposto. É pior, tanto os filhos como as mães são apenas “objetos”, joguetes de um cidadão psicologicamente impotente de gerar descendência. E a paternidade é apenas um fetiche.
A seguinte pergunta que fica no ar é: por que alguém que tem aversão ao sexo oposto e não deseja, por meios naturais, formar uma família, teria direitos de família? Os socialistas e, em menor caso, os liberais, defendem a agendinha politicamente correta do “casamento gay”, em nome de uma suposta defesa dos direitos do indivíduo. Atualmente as palavras “liberdade” e “direito” andam prostituídas, corrompidas em seu sentido original. O “direito”, por assim dizer, serve justamente para inverter o seu sentido e perverter as instituições. E a “liberdade” se tornou uma reivindicação espúria de milhões de subjetividades neuróticas e problemáticas. Pior, as subjetividades neuróticas também se viraram fontes de direitos!
Os liberais ainda fazem papel de inocentes úteis aos socialistas, quando afirmam que cada deva viver sua vida, contanto que não incomode os outros. Tal lógica parte de dois erros graves de princípio: primeiro, a de que quaisquer ações individuais perversas podem ser aceitas ou intocáveis, com a condição de se não incomodar os vizinhos, já que suas ações não pertencem ao julgamento isento de uma hierarquia de valores. E em contradição a esse relativismo, a de que, como regra absoluta, cada um deva respeitar o que seu vizinho faz. Como é que uma regra pode se fazer superior, se todas as atitudes subjetivas podem ser aceitas? Por que a regra de respeitar absolutamente o vizinho se faria superior se todas as demais atitudes não o são absolutas? Convém dizer que algumas atitudes, embora não criminosas, são moralmente condenáveis. Dentro da cabeça de alguns liberais, se o vizinho quiser se matar, a sociedade tem o dever de respeito esse “direito”. Se o vizinho quiser vender um rim ou o próprio corpo em nome das tais “trocas voluntárias”, ele pode fazê-lo, porque a sociedade nada tem a ver com isso. Percebe-se que o individualismo liberal não consegue nem mesmo sobreviver com a máxima tão apregoada de “não-agressão” de incomodar os vizinhos. O individualismo sem valores éticos preexistentes é destrutivo, tanto para o indivíduo, como para a sociedade. O relativismo metodológico e moral de alguns pensadores e prosadores liberais é um fiasco que vai levar a sociedade e a democracia à ruina.
É paradoxal que o individualismo liberal seja usado justamente para relativizar os direitos do indivíduo e para expandir o Estado e esmagá-lo. Alguns questionam o direito à vida e dizem que o direito está na morte, ora defendendo o suicídio assistido, ora defendendo o aborto. São os chamados “direitos reprodutivos” da mulher, literalmente negando sua potencialidade de gerar filhos. Há liberais que pregam a liberdade de venda de órgãos humanos. Ao destruírem os direitos de personalidade, alguns liberais relativizam os direitos do corpo, transformando-o num objeto de mercadoria e literalmente permitindo a perda do poder de cada indivíduo sobre seu corpo. Enfim, essa devastação dos valores morais e éticos acaba criando uma verdadeira atomização dos indivíduos, incapazes de se reconhecem publicamente no âmbito dos valores. Sem valores comuns na família, nas relações interpessoais e mesmo em toda a sociedade, a solidariedade comum também desaparece.
Alguém poderia alertar a determinadas vertentes liberais de que a liberdade não é o poder de fazer tudo, mas o poder de fazer escolhas éticas e morais, visando buscar finalidades corretas. A verdadeira relação da liberdade está no drama de consciência de saber discernir entre o certo e errado, entre o moral e o imoral, entre a razão e a perversão e escolher e assumir consequências. O problema é que os liberais confundem a defesa dos direitos individuais com a defesa dos caprichos e neuroses individuais. São duas coisas completamente diferentes. Não se pode crer na liberdade de escolha se não há caminhos necessários para que essa liberdade tenha uma bússola, uma diretriz, uma referência para o bem.
Os socialistas, mais do que nunca, perceberam o extremo poder corrosivo do individualismo sem os fundamentos morais que o justificam. Podem diluir as instituições intermediárias da sociedade, que coíbem o poder estatal, para justamente aniquilar os indivíduos e agigantar o poder governamental. Essa política é bem mais velha do que se supõe. Bertrand de Jouvenel, no clássico livro do “O Poder”, fala abertamente sobre esse método. Divida, fragmente, dilua para reinar. Em nome do da proteção do indivíduo, destrua os direitos individuais, relativize e disperse a família e em nome de exigências e reivindicações dispersas, confusas, enfraqueça todos os elementos institucionais intermediários que limitam o poder governamental. A expansão esdrúxula de reinvindicações individuais na política está de mãos dadas com o fortalecimento do poder central e o enfraquecimento das solidariedades voluntárias. E a família é um dos objetos dessa política de destruição.
Os regimes totalitários, como o comunismo e o nazismo, jamais conseguiram destruir os conceitos da família. Poderiam espionar os familiares, obrigar parentes a fazerem dossiês contra amigos ou esposas ou então transformar os filhos em verdadeiras sucursais da polícia política contra os pais. De fato, isso abalava, desestruturava, deformava e destruía muitas famílias. No entanto, a intenção violenta de destruir os laços afetivos acabou por gerar uma reação. O mesmo se aplica à religião. Na destruição de todos os alicerces da liberdade civil, a família e a religião foram armas poderosas de resistência aos totalitarismos. Isso porque as tiranias assumiam de frente o combate à família e à religião e a brutalidade estatal gerava uma força oposta tão violenta quanto. A devastação moral e ética causada pelas delações e traições tinha menos a ver com a existência da família em si, do que com a traição dos valores que inspiravam o universo familiar. E a religião, com seu escopo de moralidade transcendente e superior, dava um sentido e coerência moral e ética, dentro das loucuras e perversões patrocinadas pelo Estado.
Todavia, a democracia liberal está permitindo a destruição dos alicerces tão defendidos nas piores tiranias. A reivindicação do “casamento gay” visa justamente atacar a família nos seus alicerces morais essenciais e mesmo questionar sua existência. Implica a sua relativização e desmoralização no âmbito da formação do indivíduo. Na ladainha dos individualismos liberais e socialistas, a família não é uma instituição comum, consagrada pela natureza e mantida pela tradição moral e religiosa, mas um capricho, que pode ser modificado pela lei do Estado. Tal destruição moral e ética é feita de forma lenta e indolor. E com a cumplicidade ou inercia de quem diz defender os direitos dos indivíduos.
A estupidez ingênua dos defensores da “união civil” ou do “casamento” homossexual é a de que ninguém tem nada a ver com isso. Curiosa inversão de valores. Antigamente, as famílias, a sociedade e o Estado, conjuntamente, tinham a preocupação de consolidar a melhor educação possível e a melhor referência para a formação de cada indivíduo. Esse princípio, na boca de liberais e socialistas, se inverteu. Agora, a família não deve servir aos filhos, mas sim às idiossincrasias de qualquer gente louca. É muita burrice acreditar que isso não gerará efeitos na sociedade.
A família, considerando um chavão muito utilizado, mas válido, é a célula-mater da sociedade. O que sai dela influencia o caráter e a consciência dos indivíduos. Uma boa família, com fortes orientações morais, amorosas e éticas, tende a formar cidadãos honestos, cumpridores de seus deveres e psicologicamente saudáveis. Uma família desorientada é passível, com algumas exceções notáveis, de criar cidadãos desajustados, delinquentes, psicologicamente problemáticos. Os modelos biônicos homossexuais de família implicam justamente destruir seus conceitos morais e éticos saudáveis, transformando a homossexualidade numa referência familiar. É pior, o próprio conceito de família está sendo relativizado. Se a homossexualidade pode ser fonte de direitos de família, o que esperar de outras reivindicações mais histéricas, que também poderão se enquadrar nessa fonte de direitos?
A experiência relatada pelo cantor homossexual que teve filhos gerados por manipulação laboratorial é o retrato cabal da chamada “família gay”. Uma família artificialmente produzida, cujo centro que é a relação amorosa entre homem e mulher e filhos simplesmente não existe. É uma relação impessoal, em que o pai faz de seus filhos meros animaizinhos, meros objetos de estimação. Mais grotesco ainda é um homem gastar milhares de dólares para reproduzir filhos, quando poderia realizar o ato sexual de forma natural e mais envolvente, sem gastar um tostão. Incapaz de amar uma mulher ou encará-la sexualmente, o sujeitinho idealiza a sua prole sem mães. Ou de mães desconhecidas, tal é o desprezo que sente pelas mulheres. Em uma revista de grande circulação, o cantor, perguntado como deseja ser visto pelos seus filhos, afirmou: - “Quero mais é que eles falem a seus amigos: ‘Meu pai é gay e ele é muito legal. Seu pai não é gay. Triste o seu caso’. Quero que eles sintam orgulho em fazer parte de uma família moderna”. Qual seria o “orgulho” de uma criança, filha de pai gay e mães desconhecidas, de pertencer a tal “família moderna”? A ótica do rapazinho pop é bastante perversa.
Pouca gente percebe que a expansão e o incentivo às práticas homossexuais em todos os alicerces da sociedade denota alimentar uma imaturidade no âmbito da sexualidade, no quesito de encarar o universo do sexo oposto. Mas ao que parece, é isso que as políticas estatais desejam: criar pessoas infantilizadas, sexualmente instáveis, fracas demais para se ligarem sexualmente a outra pessoa do sexo oposto, no intento de gerar filhos. Aí precisam transferir a sua capacidade de reprodução aos intermediários, aos laboratórios, a alguma empresa privada qualquer ou quem sabe ao próprio Estado. Qualquer dia não haveremos de nos assustar se o governo quiser financiar a reprodução sexual dos gays, via laboratório. Ou até dos heterossexuais. Com a condição de controlar os direitos de reprodução da espécie humana, abolindo a família.
A impessoalização da reprodução sexual e das relações afetivas, junto com a desagregação dos princípios da família, são questões que nem os regimes totalitários conseguiram subverter totalmente. O relativismo moral e ético enfurnado nas democracias liberais está tendo uma eficácia surpreendente no intento de fazer o serviço completo desses sistemas criminosos. E os socialistas captaram perfeitamente a mensagem, ao usarem o espantalho da “liberdade” para justamente destruir os conceitos, as instituições e as noções básicas morais e éticas da própria liberdade no mundo ocidental. E o preço a se pagar é muito simples e caro: criará uma geração de indivíduos carentes, desqualificados, sem relações amorosas realmente fortes e na falta da figura do pai e da mãe, eternamente dependentes do papai Estado. Ou no mínimo, uma legião de homenzinhos e mulherzinhas frágeis, sexualmente medrosos, cuja compensação será a pederastia, neurotizados por temerem buscar o sexo oposto. O “casamento gay”, substancialmente, é apenas um mero reflexo disso. Coisas piores virão depois do reino do homossexualismo intocável e sacralizado. Esperem pra ver!
DOMINGO, FEVEREIRO 20, 2011
Antes de qualquer comentário é preciso esclarecer: uma coisa é a vida pregressa do homossexual e a sua individualidade. Disto, sua conduta não afeta substancialmente a sociedade, uma vez que ele responde particularmente pelos seus atos, sem interferir na vida de terceiros. É a regra da maioria dos homossexuais, que desejam viver suas vidas sem serem incomodados. Outra coisa é o movimento homossexual, com sua concepção perversa e distorcida de transformar a homossexualidade num padrão moral intocável, acima de quaisquer criticas e até com poderes especiais de policiar idéias, pensamentos e opiniões divergentes. Esse movimento ambiciona inverter e jogar de cabeça para baixo as noções éticas e morais de sexualidade e de família, através de uma violenta e histérica chantagem psicológica e mesmo legal contra a grande maioria da sociedade. Na verdade, de forma tendenciosa e proposital, o movimento gay faz uma confusão desonesta entre a rejeição da homossexualidade e o ódio à pessoa do homossexual. Daí a rotulação de criminalizar qualquer indivíduo que seja refratário às suas políticas e reivindicações. Julien Benda dizia que o século XX nos legou, com as ideologias totalitárias, a organização intelectual dos ódios políticos. No século XXI, querem politizar a sexualidade. É a intelectualização dos recalques, taras e ressentimentos sexuais.
Mas o que está por trás do movimento gay? Assistia a uma reportagem de um famoso cantor pop, falando alegremente sobre sua homossexualidade, quando afirmou qual circunstância marcou sua vida: a experiência de ser pai. No entanto, havia algo estranho na sua argumentação. Ele não fez filhos diretamente através de uma mulher e sim pagou por uma inseminação artificial e uma barriga de aluguel. Ou seja, a reprodução de alguns seres humanos não foi realizada através do ato de amor entre homem e mulher e sim por conta de uma manipulação laboratorial. Os filhos, por assim dizer, surgem conforme aos caprichos de um pai incapaz de se relacionar com o sexo oposto. É pior, tanto os filhos como as mães são apenas “objetos”, joguetes de um cidadão psicologicamente impotente de gerar descendência. E a paternidade é apenas um fetiche.
A seguinte pergunta que fica no ar é: por que alguém que tem aversão ao sexo oposto e não deseja, por meios naturais, formar uma família, teria direitos de família? Os socialistas e, em menor caso, os liberais, defendem a agendinha politicamente correta do “casamento gay”, em nome de uma suposta defesa dos direitos do indivíduo. Atualmente as palavras “liberdade” e “direito” andam prostituídas, corrompidas em seu sentido original. O “direito”, por assim dizer, serve justamente para inverter o seu sentido e perverter as instituições. E a “liberdade” se tornou uma reivindicação espúria de milhões de subjetividades neuróticas e problemáticas. Pior, as subjetividades neuróticas também se viraram fontes de direitos!
Os liberais ainda fazem papel de inocentes úteis aos socialistas, quando afirmam que cada deva viver sua vida, contanto que não incomode os outros. Tal lógica parte de dois erros graves de princípio: primeiro, a de que quaisquer ações individuais perversas podem ser aceitas ou intocáveis, com a condição de se não incomodar os vizinhos, já que suas ações não pertencem ao julgamento isento de uma hierarquia de valores. E em contradição a esse relativismo, a de que, como regra absoluta, cada um deva respeitar o que seu vizinho faz. Como é que uma regra pode se fazer superior, se todas as atitudes subjetivas podem ser aceitas? Por que a regra de respeitar absolutamente o vizinho se faria superior se todas as demais atitudes não o são absolutas? Convém dizer que algumas atitudes, embora não criminosas, são moralmente condenáveis. Dentro da cabeça de alguns liberais, se o vizinho quiser se matar, a sociedade tem o dever de respeito esse “direito”. Se o vizinho quiser vender um rim ou o próprio corpo em nome das tais “trocas voluntárias”, ele pode fazê-lo, porque a sociedade nada tem a ver com isso. Percebe-se que o individualismo liberal não consegue nem mesmo sobreviver com a máxima tão apregoada de “não-agressão” de incomodar os vizinhos. O individualismo sem valores éticos preexistentes é destrutivo, tanto para o indivíduo, como para a sociedade. O relativismo metodológico e moral de alguns pensadores e prosadores liberais é um fiasco que vai levar a sociedade e a democracia à ruina.
É paradoxal que o individualismo liberal seja usado justamente para relativizar os direitos do indivíduo e para expandir o Estado e esmagá-lo. Alguns questionam o direito à vida e dizem que o direito está na morte, ora defendendo o suicídio assistido, ora defendendo o aborto. São os chamados “direitos reprodutivos” da mulher, literalmente negando sua potencialidade de gerar filhos. Há liberais que pregam a liberdade de venda de órgãos humanos. Ao destruírem os direitos de personalidade, alguns liberais relativizam os direitos do corpo, transformando-o num objeto de mercadoria e literalmente permitindo a perda do poder de cada indivíduo sobre seu corpo. Enfim, essa devastação dos valores morais e éticos acaba criando uma verdadeira atomização dos indivíduos, incapazes de se reconhecem publicamente no âmbito dos valores. Sem valores comuns na família, nas relações interpessoais e mesmo em toda a sociedade, a solidariedade comum também desaparece.
Alguém poderia alertar a determinadas vertentes liberais de que a liberdade não é o poder de fazer tudo, mas o poder de fazer escolhas éticas e morais, visando buscar finalidades corretas. A verdadeira relação da liberdade está no drama de consciência de saber discernir entre o certo e errado, entre o moral e o imoral, entre a razão e a perversão e escolher e assumir consequências. O problema é que os liberais confundem a defesa dos direitos individuais com a defesa dos caprichos e neuroses individuais. São duas coisas completamente diferentes. Não se pode crer na liberdade de escolha se não há caminhos necessários para que essa liberdade tenha uma bússola, uma diretriz, uma referência para o bem.
Os socialistas, mais do que nunca, perceberam o extremo poder corrosivo do individualismo sem os fundamentos morais que o justificam. Podem diluir as instituições intermediárias da sociedade, que coíbem o poder estatal, para justamente aniquilar os indivíduos e agigantar o poder governamental. Essa política é bem mais velha do que se supõe. Bertrand de Jouvenel, no clássico livro do “O Poder”, fala abertamente sobre esse método. Divida, fragmente, dilua para reinar. Em nome do da proteção do indivíduo, destrua os direitos individuais, relativize e disperse a família e em nome de exigências e reivindicações dispersas, confusas, enfraqueça todos os elementos institucionais intermediários que limitam o poder governamental. A expansão esdrúxula de reinvindicações individuais na política está de mãos dadas com o fortalecimento do poder central e o enfraquecimento das solidariedades voluntárias. E a família é um dos objetos dessa política de destruição.
Os regimes totalitários, como o comunismo e o nazismo, jamais conseguiram destruir os conceitos da família. Poderiam espionar os familiares, obrigar parentes a fazerem dossiês contra amigos ou esposas ou então transformar os filhos em verdadeiras sucursais da polícia política contra os pais. De fato, isso abalava, desestruturava, deformava e destruía muitas famílias. No entanto, a intenção violenta de destruir os laços afetivos acabou por gerar uma reação. O mesmo se aplica à religião. Na destruição de todos os alicerces da liberdade civil, a família e a religião foram armas poderosas de resistência aos totalitarismos. Isso porque as tiranias assumiam de frente o combate à família e à religião e a brutalidade estatal gerava uma força oposta tão violenta quanto. A devastação moral e ética causada pelas delações e traições tinha menos a ver com a existência da família em si, do que com a traição dos valores que inspiravam o universo familiar. E a religião, com seu escopo de moralidade transcendente e superior, dava um sentido e coerência moral e ética, dentro das loucuras e perversões patrocinadas pelo Estado.
Todavia, a democracia liberal está permitindo a destruição dos alicerces tão defendidos nas piores tiranias. A reivindicação do “casamento gay” visa justamente atacar a família nos seus alicerces morais essenciais e mesmo questionar sua existência. Implica a sua relativização e desmoralização no âmbito da formação do indivíduo. Na ladainha dos individualismos liberais e socialistas, a família não é uma instituição comum, consagrada pela natureza e mantida pela tradição moral e religiosa, mas um capricho, que pode ser modificado pela lei do Estado. Tal destruição moral e ética é feita de forma lenta e indolor. E com a cumplicidade ou inercia de quem diz defender os direitos dos indivíduos.
A estupidez ingênua dos defensores da “união civil” ou do “casamento” homossexual é a de que ninguém tem nada a ver com isso. Curiosa inversão de valores. Antigamente, as famílias, a sociedade e o Estado, conjuntamente, tinham a preocupação de consolidar a melhor educação possível e a melhor referência para a formação de cada indivíduo. Esse princípio, na boca de liberais e socialistas, se inverteu. Agora, a família não deve servir aos filhos, mas sim às idiossincrasias de qualquer gente louca. É muita burrice acreditar que isso não gerará efeitos na sociedade.
A família, considerando um chavão muito utilizado, mas válido, é a célula-mater da sociedade. O que sai dela influencia o caráter e a consciência dos indivíduos. Uma boa família, com fortes orientações morais, amorosas e éticas, tende a formar cidadãos honestos, cumpridores de seus deveres e psicologicamente saudáveis. Uma família desorientada é passível, com algumas exceções notáveis, de criar cidadãos desajustados, delinquentes, psicologicamente problemáticos. Os modelos biônicos homossexuais de família implicam justamente destruir seus conceitos morais e éticos saudáveis, transformando a homossexualidade numa referência familiar. É pior, o próprio conceito de família está sendo relativizado. Se a homossexualidade pode ser fonte de direitos de família, o que esperar de outras reivindicações mais histéricas, que também poderão se enquadrar nessa fonte de direitos?
A experiência relatada pelo cantor homossexual que teve filhos gerados por manipulação laboratorial é o retrato cabal da chamada “família gay”. Uma família artificialmente produzida, cujo centro que é a relação amorosa entre homem e mulher e filhos simplesmente não existe. É uma relação impessoal, em que o pai faz de seus filhos meros animaizinhos, meros objetos de estimação. Mais grotesco ainda é um homem gastar milhares de dólares para reproduzir filhos, quando poderia realizar o ato sexual de forma natural e mais envolvente, sem gastar um tostão. Incapaz de amar uma mulher ou encará-la sexualmente, o sujeitinho idealiza a sua prole sem mães. Ou de mães desconhecidas, tal é o desprezo que sente pelas mulheres. Em uma revista de grande circulação, o cantor, perguntado como deseja ser visto pelos seus filhos, afirmou: - “Quero mais é que eles falem a seus amigos: ‘Meu pai é gay e ele é muito legal. Seu pai não é gay. Triste o seu caso’. Quero que eles sintam orgulho em fazer parte de uma família moderna”. Qual seria o “orgulho” de uma criança, filha de pai gay e mães desconhecidas, de pertencer a tal “família moderna”? A ótica do rapazinho pop é bastante perversa.
Pouca gente percebe que a expansão e o incentivo às práticas homossexuais em todos os alicerces da sociedade denota alimentar uma imaturidade no âmbito da sexualidade, no quesito de encarar o universo do sexo oposto. Mas ao que parece, é isso que as políticas estatais desejam: criar pessoas infantilizadas, sexualmente instáveis, fracas demais para se ligarem sexualmente a outra pessoa do sexo oposto, no intento de gerar filhos. Aí precisam transferir a sua capacidade de reprodução aos intermediários, aos laboratórios, a alguma empresa privada qualquer ou quem sabe ao próprio Estado. Qualquer dia não haveremos de nos assustar se o governo quiser financiar a reprodução sexual dos gays, via laboratório. Ou até dos heterossexuais. Com a condição de controlar os direitos de reprodução da espécie humana, abolindo a família.
A impessoalização da reprodução sexual e das relações afetivas, junto com a desagregação dos princípios da família, são questões que nem os regimes totalitários conseguiram subverter totalmente. O relativismo moral e ético enfurnado nas democracias liberais está tendo uma eficácia surpreendente no intento de fazer o serviço completo desses sistemas criminosos. E os socialistas captaram perfeitamente a mensagem, ao usarem o espantalho da “liberdade” para justamente destruir os conceitos, as instituições e as noções básicas morais e éticas da própria liberdade no mundo ocidental. E o preço a se pagar é muito simples e caro: criará uma geração de indivíduos carentes, desqualificados, sem relações amorosas realmente fortes e na falta da figura do pai e da mãe, eternamente dependentes do papai Estado. Ou no mínimo, uma legião de homenzinhos e mulherzinhas frágeis, sexualmente medrosos, cuja compensação será a pederastia, neurotizados por temerem buscar o sexo oposto. O “casamento gay”, substancialmente, é apenas um mero reflexo disso. Coisas piores virão depois do reino do homossexualismo intocável e sacralizado. Esperem pra ver!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Seja um Fundamentalista!
INTERNAUTAS CRISTÃOS
terça-feira, 18 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Todo cristão, por natureza, é um fundamentalista, ou seja, está alicerçado sobre o firme fundamento da Escritura Sagrada, a Palavra de Deus.
“… edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor.” (Efésios 2:20-21)
1) Fundamentalistas reconhecem que todas as doutrinas são importantes. Se a Bíblia ensina, vale a pena estudar e conhecer. Se Deus disse isto, o mesmo merece nossa cuidadosa atenção.
(2) Fundamentalistas afirmam que algumas doutrinas são mais importantes do que outras. Nem todo ensino da Bíblia é de igual alcance em seus efeitos. Enquanto todos são importantes, alguns estão mais ao centro enquanto outros se encontram na periferia da fé cristã.
(3) Fundamentalistas insistem que algumas doutrinas são tão importantes que são essenciais ao evangelho em si. Negar estas doutrinas é (pelo menos implicitamente) negar o evangelho. Negar o evangelho é transformar o cristianismo em alguma outra religião. Essas doutrinas essenciais estão no miolo, no centro, da fé cristã. Elas são o mínimo irredutível sem o qual não pode existir cristianismo.
(4) Fundamentalistas crêem que comunhão cristã é definida pelo próprio evangelho. Aqueles que negam o evangelho não devem ser reconhecidos como cristãos. Aqueles que negam o evangelho, ao condenar alguma doutrina essencial, não estão aptos para a comunhão cristã. Com tais pessoas, nenhuma comunhão cristã existe. Fingir que podemos desfrutar de comunhão cristã com tais pessoas é tão-somente ser hipócrita. Estender o reconhecimento cristão – particularmente reconhecer como líderes cristãos – a tais pessoas é desprezar o evangelho e enganar o povo de Deus.
(5) Fundamentalistas insistem que irmãos que desprezam o evangelho e enganam o povo de Deus são culpados de grave erro e deveriam ser removidos da posição de liderança cristã. Se tais pessoas não podem ser removidas da liderança, ainda assim os cristãos bíblicos tem a obrigação de não endossar ou apoiar as pessoas, organizações, e atividades que obscurecem a importância do evangelho e enganam o povo cristão, mas ao invés disto reprovar os tais.
Título original: O que é um Fundamentalista (Ideal)?
Autor: Kevin T. Bauder
Fonte: Monergismo
Morre o médico que fez 5 mil abortos antes de se tornar pró-vida
GAZETA DO POVO
Publicado em 22/02/2011
Publicado em 22/02/2011
O ginecologista norte-americano Bernard Nathanson, militante pró-vida, faleceu ontem, aos 84 anos, vítima de câncer. No fim da década de 1960, ele ajudou a fundar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (Naral, na sigla em inglês), que teria um papel decisivo na legalização da interrupção da gravidez nos Estados Unidos, em 1972. No entanto, anos depois, com o surgimento da ultrassonografia, ele passou a usar a tecnologia para acompanhar abortos, mudou suas convicções e reconheceu que o feto era um ser humano – um desses vídeos daria origem ao filme O grito silencioso, de 1985, em que descreve as diversas maneiras de interromper a gravidez. Em seu documentário seguinte, Eclipse da razão, o médico criticou a morte de bebês em estágios avançados da gestação.
Nathanson fez seu último aborto em 1979 e relatou, no livro The hand of God, como passou de diretor da maior clínica de aborto de Nova York – ele diz ter sido responsável por 75 mil abortos, 5 mil dos quais feitos diretamente por ele, incluindo o de um filho seu com uma namorada – a militante pró-vida.
Em outro livro, Aborting America, Nathanson revelou estratégias do movimento pela legalização do aborto, como a falsificação de estatísticas relativas a mortes de mulheres para conseguir maior simpatia da opinião pública.
Em 1997, o médico esteve no Brasil, quando cont ou sua história a participantes de um congresso encerrado pelo Papa João Paulo II no Rio de Janeiro.
Homem e pecuária não aumentam metano no ar ‒ “Comunismo verde” precisa outro pretexto contra o agronegócio
VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mais uma constatação tirada do mundo real vem atrapalhando a já gasta mitologia do aquecimento global antropogênico.
O aumento dos níveis de gás metano na atmosfera antes da Revolução Industrial pode ser atribuído a causas naturais e não à influência humana, mostra um estudo de cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, publicada na revista Nature.
O metano é um dos gases mais acusados de contribuir para o suposto aquecimento global, mas poucos conseguiram estudar o motivo de um aumento anormal de suas concentrações entre a segunda metade do século XVIII e o início do século XIX.
A propaganda ambientalista manipulava esse aumento contra a pecuária e o agronegócio.
Agora, os cientistas apontaram que as causas são naturais, como o aumento das emissões de metano nos pântanos.
O metano está ainda menos presente na atmosfera que o satanizado CO2.
O CO2 constitui o 0,039% da atmosfera e o metano apenas 0,000001745%, sendo que no ar ele tem uma vida média de 7 anos. Ele é o principal elemento presente no gás de cozinha.
Porém, como o metano é um gás estufa 20 vezes mais poderoso que o apedrejado CO2, a pregação catastrofista fez dele um bicho-papão.
Aliás, ocultando os números que mostram sua nula relevância no "aquecimento global antropogênico".
O aumento da presença de metano na atmosfera é pretexto freqüente para o descabelado ambientalismo se opor à criação de gado, ao desenvolvimento da pecuária brasileira e do agronegócio.
Os gases expelidos pelos animais ‒ uma fração apenas do 0,000001745% total de metano na atmosfera ‒ ameaçariam o clima planetário!
Nessa lógica deveriam também pedir a limitação da humanidade, para a qual estão sempre procurando pretextos, e a exigem até sem pretexto algum.
O esclarecedor trabalho sobre a “methane question” publicado em Nature por uma equipe britânica liderada por Joy Singarayer da Universidade de Bristol esvaziou as rumorosas ameaças catastrofistas constatando que o aumento da percentagem de metano não tem a ver com o homem nem com a agropecuária.
William Ruddiman, cientista da Universidade de Virginia, explicou em email a Discovery News ter observado que nos registros dos últimos 800.000 anos, que incluem diversos períodos interglaciares cálidos, apontam uma tendência à diminuição do metano, enquanto que o Holoceno mostra um aumento.
A era do Holoceno começou por volta de 10.000 anos atrás.
Apelando para o princípio tão abusado pelos ambientalistas segundo o qual “a explicação mais simples habitualmente é a melhor”, Ruddiman afirma ironicamente: “o Holoceno não é natural, mas antropogênico”.
É cômico, mas o agroreformismo socialista e o ambientalismo extremado não se incomodam, e continuam insistindo. Mistérios de uma ideologia anti-cristã!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
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| Não é culpado pelo aumento do metano |
Mais uma constatação tirada do mundo real vem atrapalhando a já gasta mitologia do aquecimento global antropogênico.
O aumento dos níveis de gás metano na atmosfera antes da Revolução Industrial pode ser atribuído a causas naturais e não à influência humana, mostra um estudo de cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, publicada na revista Nature.
O metano é um dos gases mais acusados de contribuir para o suposto aquecimento global, mas poucos conseguiram estudar o motivo de um aumento anormal de suas concentrações entre a segunda metade do século XVIII e o início do século XIX.
A propaganda ambientalista manipulava esse aumento contra a pecuária e o agronegócio.
Agora, os cientistas apontaram que as causas são naturais, como o aumento das emissões de metano nos pântanos.
“Comunismo verde” vai precisar de outro pretexto contra o agronegócio
O metano está ainda menos presente na atmosfera que o satanizado CO2.
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| Ato contra Belo Monte: qualquer pretexto serve |
Porém, como o metano é um gás estufa 20 vezes mais poderoso que o apedrejado CO2, a pregação catastrofista fez dele um bicho-papão.
Aliás, ocultando os números que mostram sua nula relevância no "aquecimento global antropogênico".
O aumento da presença de metano na atmosfera é pretexto freqüente para o descabelado ambientalismo se opor à criação de gado, ao desenvolvimento da pecuária brasileira e do agronegócio.
Os gases expelidos pelos animais ‒ uma fração apenas do 0,000001745% total de metano na atmosfera ‒ ameaçariam o clima planetário!
Nessa lógica deveriam também pedir a limitação da humanidade, para a qual estão sempre procurando pretextos, e a exigem até sem pretexto algum.
O esclarecedor trabalho sobre a “methane question” publicado em Nature por uma equipe britânica liderada por Joy Singarayer da Universidade de Bristol esvaziou as rumorosas ameaças catastrofistas constatando que o aumento da percentagem de metano não tem a ver com o homem nem com a agropecuária.
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| Não têm culpa: nem o gado nem os pecuaristas |
A era do Holoceno começou por volta de 10.000 anos atrás.
Apelando para o princípio tão abusado pelos ambientalistas segundo o qual “a explicação mais simples habitualmente é a melhor”, Ruddiman afirma ironicamente: “o Holoceno não é natural, mas antropogênico”.
É cômico, mas o agroreformismo socialista e o ambientalismo extremado não se incomodam, e continuam insistindo. Mistérios de uma ideologia anti-cristã!
Três ex-“bispos” anglicanos abrem onda de conversões ao catolicismo
LUZES DE ESPERANÇA
SEGUNDA-FEIRA, 21 DE FEVEREIRO DE 2011
Três “bispos” anglicanos renunciaram a sua denominação e ingressaram formalmente na Igreja Católica no último dia de 2010 na catedral de Westminster, Londres, noticiou “The Telegraph”.
Eles foram acompanhados na conversão por representantes de 20 paróquias, entre as quais três freiras expulsas do santuário anglicano da padroeira do país, Nossa Senhora de Walsingham, quando anunciaram sua conversão.
Dois dos ex-“bispos” serão ordenados sacerdotes nas próximas semanas.
O gesto foi considerado como a abertura simbólica de um processo de conversão à Igreja Católica que envolverá na primeira fase por volta de 1.000 eclesiásticos, “bispos” e “sacerdotes” e incontáveis fiéis, chocados pela “ordenação” de mulheres e “sagração” de homossexuais na igreja anglicana.
Os novos católicos de tendência tradicionalista entraram na estrutura do Ordinariato criada especialmente para eles.
A multidão apertada na grande catedral aplaudiu quando os ex-“bispos” de Fulham, Ebbsfleet e Richborough, receberam a Santa Comunhão.
A Irmã Wendy Renata disse se sentir “fantástico” após ser recebida na Igreja Católica. “Eu quis isso durante anos. Afinal consegui”, acrescentou.
Aguarda-se que na Páscoa sejam ordenados pelo menos 50 sacerdotes que abandonaram a denominação herética.
Obviamente, há muitas disputas a respeito da propriedade e do uso de antigas igrejas anglicanas que ficaram ou ficarão sem clero e sem fiéis.
SEGUNDA-FEIRA, 21 DE FEVEREIRO DE 2011
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| Cerimônia na catedral de Westminster, Londres |
Eles foram acompanhados na conversão por representantes de 20 paróquias, entre as quais três freiras expulsas do santuário anglicano da padroeira do país, Nossa Senhora de Walsingham, quando anunciaram sua conversão.
Dois dos ex-“bispos” serão ordenados sacerdotes nas próximas semanas.
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| Nossa Senhora de Walsingham, padroeira da Inglaterra |
Os novos católicos de tendência tradicionalista entraram na estrutura do Ordinariato criada especialmente para eles.
A multidão apertada na grande catedral aplaudiu quando os ex-“bispos” de Fulham, Ebbsfleet e Richborough, receberam a Santa Comunhão.
A Irmã Wendy Renata disse se sentir “fantástico” após ser recebida na Igreja Católica. “Eu quis isso durante anos. Afinal consegui”, acrescentou.
Aguarda-se que na Páscoa sejam ordenados pelo menos 50 sacerdotes que abandonaram a denominação herética.
Obviamente, há muitas disputas a respeito da propriedade e do uso de antigas igrejas anglicanas que ficaram ou ficarão sem clero e sem fiéis.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".








