Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A proposta pouco modesta da Universidade do Havaí: Pornografia Infantil Terapêutica

DEXTRA
QUARTA-FEIRA, 8 DE DEZEMBRO DE 2010


Rob Taylor: News Real Blog, 4 de dezembro de 2010

Tradução e links*: Dextra
Outro dia a [revista esquerdista] Salon publicou um artigo* sobre um estudo "científico"* que fazia a afirmação espantosa de que nós podemos reduzir os casos de estupros de crianças permitindo que os degenerados vejam pornografia infantil. Para seu crédito, Tracy Clark-Flory surpreendeu todos os defensores das crianças ao quase discordadar desta pseudo-ciência pútrida:
O estudo certamente levanta algumas interessantes questões filosóficas sobre autorizar materiais condenáveis para previnir crimes na vida real - mas tem falhas fundamentais. Dignas de nota: A pesquisa de Diamond encontra uma correlação entre pornografia infantil e abuso sexual, o que não é o mesmo que causabilidade; e no caso checo, a pornografia em geral (incluindo a pornografia infantil) era legalizada, não apenas a infantil. Também é digno de nota que a queda observada é do abuso sexual infantil registrado. 
Como eu disse, quase. Ela provavelmente perderia sua preciosa posição na Salon, se ela de fato apontasse que este estudo não é nada além de uma manipulação de dados ao modo de Kinsey, destinada a ajudar a causa dos pornógrafos infantis. Logo, a crítica morna dela é bem-vinda e apreciada.


O que ela não apontou em sua crítica acanhada foi que a pornografia infantil é em si mesmo um crime de abuso sexual. As imagens e vídeos sobre os quais estamos falando são provas da exploração de crianças do tipo mais horrível e degradante. Muitas pessoas não compreendem o que de fato a pornografia infantil envolve e assim a vêem como o menor de dois males, em comparação com parte do sacrifício  geral dos mais indefesos entre nós.
Isto me traz à face maliciosa acima. O Jovem senhor sorridente da fotografia é um pornógrafo infantil chamado James Philips Edwards , sobre quem escrevi em um blog, há cerca de um ano. O homem de 60 anos foi pego se filmando enquanto drogava meninas de até quatro anos com refrigerantes e sorvetes com sedativos misturados. Aí ele as deixava nuas da cintura para baixo e estuprava com o dedo algumas ou simplemente filmava os genitais de outras. Em pelo menos um vídeo ele foi visto cuspindo no rosto de uma criança inconsciente.
E há pessoas afirmando que estes filmagens deveriam ser distribuídas aos pedófilos como uma ferramenta de terapia?

Uma dupla de pedófilos conhecidos por atuarem na comunidade de predadores sexuais da internete, chamados Jeff Brisson e Harold Spurling, foram morar juntos em uma casa no Connecticut, onde consta que eles começaram a ter um relacionamento um com o outro. Durante seu "romance", eles foram pegos molestando um garoto de 14 anos. O garoto disse que a dupla mostrou a ele pornografia infantil envolvendo crianças de até cinco anos de idade, mas a polícia descobriu, estarrecida, que os dois tinham descido ainda mais. Um vizinho deixou eles tomarem conta de sua filha de três meses.
Brisson tinha se filmado estuprando a criança. A dupla, na verdade, tinha se filmado estuprando várias crianças.
É claro que, neste caso, o acesso à pornografia infantil não só não parou a dupla, mas eles a usaram como um instrumento em seus crimes. Mas o que é mais importante, o estudo produzido pela Universidade do Havaí sugere que, se tornássemos o estupro filmado do bebê disponível a outras pessoas, nós poderíamos reduzir as agressões às crianças, que é uma teoria que ignora convenientemente o quanto seria traumático para as vítimas descobrirem um dia que as filmagens de seus estupros estavam sendo distribuídas a tarados como acessórios de masturbação "terapéutica".

Recentemente, um cidadão canadense chamado Kenneth Robert Klassen foi condenado a 11 anos de prisão, quando as autoridades candadenses descobriram que ele estava participando de "turismo sexual" em países de terceiro mundo, algo que recentemente virou crime no Canadá. Klassen viajava para lugares como o Camboja, onde ele subornava meninas novas com dinheiro e presentes em troca de sexo, que ele, é claro, sempre filmava. As crianças famintas tinham pouca excolha além de aceitar, já que muitas eram levadas a ele por proxenetas. As autoridades canadenses descobriram que ele tinha 65 DVDs contendo pornografia infantil e bestialidade. Eles tinham títulos como "Cabaço" e "Abuso de Crianças" e traziam imagens não só deles mas também de seus companheiros atacando meninas de até sete anos.
De acordo com o pesquisador da Universidade do Havaí Milton Diamond, nós deveríamos tornar estes filmes disponíveis aos pedófilos em prol do "bem de todos."
Mas onde exatamente, eu me pergunto, está a consideração pelas vítimas desta depravação? Ninguém sustenta que deveríamos tornar filmes de assassinatos reais disponíveis a assassinos em série para saciar sua sede se sangue, e na verdade, nós compreenderíamos que, em casos como estes, os assassinos seriam estimulados pelas imagens. Nós sabems que ficar exibindo ininterruptamente imagens de 11 de setembro em Guantânamo não vai dar aos jihadistas a sua quota de jihadismo. Mas vamos acreditar que mostrar vídeos de agressões sexuais a agressores sexuais vai fazê-los atacarem menos as crianças?
Tracy Clark-Flory se pergunta, em seguida, se uma pornografia infantil virtual poderia ser usada como uma tentativa de diminuir a perversidade desta proposta pouco modesta. Mas há uma grande quantidade de filmes e sites pornográficos que trazem adultos com aparências (às vezes muito) jovem. Durante a última eleição para presidente,  eu postei um artigo em um de meus sites cobrando a Esquerda por sua hipocrisia, quando ela lançou alguns ataques extremamente baixos contra uma atriz de filmes adultos que disse que votaria em McCain. Eu fui (talvez com razão) levado à esta tarefa por outros que chamaram atenção para a atriz em questão, que era especializada em fazer filmes em que ela represnetava garotas menores de idade, algo de que eu não sabia, não sendo um especialista em pornografia de internete. Embora eu mantenha minha crítica contra a Esquerda, naquele caso, meus olhos se abriram para o quanto a pornografia tinha se tornado imprópria e degradante, desde que eu, pela última vez, folheei furtivamente um exemplar daplayboy, furtado da  gaveta de meias de um parente mais velho.
Mas a pornografia de hoje não é degradante o bastante para saciar os pedófilos, de acordo com Milton Diamond.
Se a tese dele estivesse correta, então os pedófilos poderiam simplesmente assistir pornografia de estilo "bareley legal"* [quase ilegal] e nunca irem presos. Mas não é o caso. Apesar de uma ampla variedade de imagens repulsivas e legais e de filmes que circulam livremente na internete, os molestadores de crianças ainda buscam não só material ilegal, mas vítimas com as quais possam realizar as fantasias doentias retratadas na pornografia infantil.
Pouco antes de eu sentar para escrever isto, um amigo me mandou a um link para uma história sobre um criminoso sexual já condenado chamado Eugene Melendres Ramos. Em 2003 ele atacou uma menina de 7 anos e foi condenado por atentado com a intenção de cometer estupro, sodomia e coito oral. Solto recentemente, Ramos atacou uma menina de 2 anos em uma loja de departamentos, enquanto a tia e a avó da criança faziam compras com ela. Quando a criança se separou por instantes dos adultos:
A avó da menina entrou em um corredor e achou a menina "dominada pelo suspeito", diz Musgrove. Ramos tinha tirado a calça e a fralda da menina e a estava molestando, disse o tentente.
Será que vamos acreditar mesmo que se Eugene Ramos tivesse acesso aos filmes sado-masoquistas de  James Philips Edwards ele poderia ter vivido uma vida normal e sem crimes? Será que nos tornamos uma cultura tão estúpida que ainda temos dúvidas de que os tarados ainda estuprariam crianças depois de se masturbarem vendo as imagens de crianças sendo estupradas?
Todos os pornógrafos infantis que eu listei acima continuaram a molestar e atacar crianças, mesmo depois de criarem grandes quantidades de pornografia infantil à qual tinham acesso ilimitado. Mas eu aposto que estes casos nunca chegarão aos dados de um estudo conduzido por Milton Diamond.


Rob Taylor escreve no Greenville Dragnet

 ***

Nós: Agora que a homofilia já foi "normalizada" e é vista como natural pela sociedade como um todo, é inevitável que chegue a vez da pedofilia, também. Vão começar a surgir estudos "científicos" propondo uma reavaliação do problema, lançando "novas luzes" sobre o assunto. Vão começar a surgir pedófilos dizendo que já "nasceram assim" e que a descriminação da sociedade é uma monstrusidade contra eles. Vão aparecer ativistas sugerindo que a pedofilia deixe de ser um caso de polícia e seja encarada como uma questão médica, como foi feito com a homofilia e estão fazendo atualmente com as drogas.

E aos poucos vamos "mudar nossa percepção sobre o assunto" e abrir caminho para que a próxima geração tolere e a subsequente aceite com naturalidade a coisa. Se isto acontecer, daqui a umas duas gerações, a pedofilia estará tão "normalizada" quanto a homofilia, hoje. A naturalização da pedofilia é a próxima fronteira da revolução sexual.

Dilma cria hardcore lulista para enterrar de vez o país

PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
2 dezembro 2010

Hardcore dilmista

Ao invés de buscar se redimir de todo o mal nomeando homens bons para o seu ministério, a presidenta usurpadora, indevidamente eleita para o cargo presidencial, está nomeando as criaturas mais abomináveis da era Lula para compor o seu hardcore. Em vez de escolher dentre os experts e notáveis do bem, como por exemplo, o Paulo Renato para a educação, O João Sayad para a Cultura, o Marcelo Itagiba para a Polícia Federal, o Ricardo Sérgio para o Banco do Brasil, o Felipe Reichstul para a Petrobras, etc, ela está mantendo quase a mesma equipe do desgoverno lulista, num flagrante desrespeito ao eleitor que votou pela renovação e pela mudança.
M. Leitão
A bela e perspicaz jornalista Míriam Leitão foi a primeira a denunciar a atitude errônea de Dilma ao indicar os componentes do governo Lula ao invés de nomear homens bons para o seu governo

Essa atitude vil da sacerdotisa-mor do comunismo tupiniquim é o primeiro ato maldito do seu governo contra os homens de bens da nação. Fosse ela minimamente bem intencionada teria consultado FHC e José Serra para receber boas indicações para a composição do seu governo, mas como alertou a sagaz virago Míriam Leitão, Dilma quer acabar de enterrar o Brasil colocando no seu hardcore governamental os mesmos ministros da turma do usurpador apedeuta noviunhento.  Que tristeza!
MÍDIA SEM MÁSCARA

"Sua devoção à liberdade religiosa é pura hipocrisia!" O deputado austríaco Ewald Stadler fala ao embaixador turco em seu país o que todo cidadão ocidental deveria dizer a quem, em nome do "multiculturalismo", faz vistas grossas ao empreendimento islamofascista, que por meio do terrorismo e da estratégia imigratória e demográfica, visa impor a sharia (lei islâmica) em países democráticos e estabelecidos há séculos sobre os padrões culturais e morais judaico-cristãos.

Stadler ainda compara as penas impostas a qualquer pessoa que possa violar as leis turcas, com a "tolerância romântica" dos politicamente corretos do Ocidente.

Julian Assange, um agente da KGB

PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
9 dezembro 2010
Não passa um dia sem que a mídia venal, liberal e comunista não eleve a nefasta figura do fundador do site terrorista WikiLeaks ao patamar de herói. Essa esquerda é assim mesmo: celebra a glória de bandidos, terroristas, sequestradores e invasores de terra e detrata sordidamente a imagem de grandes personalidades da Nação, de jornalistas isentos, de empresarios que dão emprego a quem goste de trabalhar e não vagabundar e outros tantos que, decente e eticamente labutam diariamente, até o limite de suas forças, a fim de tornar o Brazil uma grande Nação, e não este bananal de 3º. mundo que o apedeuta nos transformou. Não é à toa que o próprio apedeuta tenha saído em defesa do sr. Assange.



Dentro dessa lógica, não é de se estranhar que a nova “darling” dos bolchevistas internacionais seja este terrorista vazador de informações – em tese – sigilosas, o sr. Julian Assange. Sua missão clara e cristalina é criar um embaraço internacional, que resultará numa cizânia entre os líderes das nações do mundo livre, com o objetivo de estremecer as relações diplomáticas e facilitar o caminho da tomada comunista de poder em diversas nações do globo. Com a desconfiança mútua, as nações ocidentais deixarão de atender ao apelo dos povos que estiverem em perigo, o que, paulatinamente, aumentará o ressentimento e o isolamento dos países. Repetimos: este é o objetivo do sr. Assange.

Justiça seja feita, dos propalados documentos “Top Secret” apresentados pelo WikiLeaks, pouco há de sério, que justifique o medo e apreensão dos líderes. O que existe é muita fofoca. Mas não se pode deixar de considerar que estes são apenas a “entrada” no menú de vazamentos documentais, e que verdadeiro perigo está naquilo que o sr. Assange esconde e guarda na manga, para ser mostrado de acordo com suas conveniências.

Mesmo assim, não acreditamos que este senhor possa apresentar algo de útil ou perigoso. Pois não parece que ele tenha informações realmente significativas, por exemplo, sobre o esquema de financiamento cubano às esquerdas latino-americanas. Se tem, onde estão? E o que dizer das relações FARC-PT, amplamente conhecidas? Por acaso ele teria documentos que atestassem definitivamente aquilo que todos sabem? Ou as minutas secretas do Foro de São Paulo?

Caso esteja de posse de tais documentos, por quê não os apresenta? A resposta é simples: porque seus vazamentos visam também, e sobretudo, manter essas relações em segredo, envoltas nas sombras do silêncio cúmplice do qual se alimenta e fortalece o marxismo internacional. Eis a verdade da qual Julian Assange não pode se esconder.

“Só ataco o terrorismo se o MST não for lesado”, diz governo

IPCO
6, dezembro, 2010


O MST faz verdadeiro terrorismo por todas as partes, mas o governo prefere não "criminalizá-lo"
Edson Carlos de Oliveira
De acordo com a Folha de S. Paulo (30/11), o governo brasileiro tem resistido à pressão da diplomacia americana para tipificar o terrorismo em sua legislação.
Segundo o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o governo tem um conceito diferente dos EUA sobre terrorismo. Para o presidente Lula, uma tipificação poderia enquadrar e criminalizar “movimentos sociais” como o MST.
O Brasil é visto como leniente no combate ao terror pelo governo americano, que se preocupa com a Tríplice Fronteira. O GSI informa que não há nada de “anormal” na região. Só nos resta saber se a constatação dessa “normalidade” tem presente o conceito americano ou petista de terrorismo, já que ambos são diferentes.

Quase metade dos alunos brasileiros de 15 anos não atinge nível básico de leitura no Pisa

UOL EDUCAÇÃO
09/12/2010 - 10h01

Cavaleiro: e ainda estão achando bom? Os mapas mostram o motivo. Alguém imagina a quantidade de informação que recebe um aluno em um país em desenvolvimento ou já desenvolvido? Aqui ensinamos apenas a ler mais ou menos, o suficiente para que o cidadão possa votar na maquininha e eleger o PT. Enquanto que a geração de meu pai, EDUCADA DURANTE O GOVERNO MILITAR, um aluno pobre de Mecânica com 15 anos fabricava ferramentas, como uma furadeira manual, que ele guardou e até hoje, 50 anos depois, continua funcionando.



Ana Okada
Em São Paulo


Apesar de o país ter atingido a média de 412 pontos em leitura no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) 2009 - o que equivale ao nível 2 de proficiência - 49,6% dos 20 mil brasileiros avaliados estão em níveis de proficiência menores. O nível 2 é considerado como básico ou moderado pelo exame.
O objetivo de instrução de leitura definido pelo Pisa é o de "entendimento, uso, reflexão sobre e interesse por textos escritos, para que se possa obter resultados, para que seja possível desenvolver conhecimentos e potenciais e para participar da sociedade".

Dos 31 países que participaram da avaliação mas não são membros da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), 18 também atingiram média de proficiência 2. Dos membros da OCDE, somente México, Chile e Turquia também tiveram média em leitura 2. O exame avaliou, ao todo, 470 mil estudantes de 15 anos de 65 países em literatura, matemática e ciências.

Em leitura, as notas dos países foram separadas em 7 conceitos:
 
  • 1b, 1a (baixo);
  • 2 e 3 (moderado);
  • 4 (forte);
  • 5 e 6 (melhores).

Considerando a primeira nota de leitura do país no exame - em 2000 o Brasil obteve 396 - tivemos um avanço de 16 pontos. Ainda assim, dentre os 65 avaliados, estamos na 53º posição. O maior avanço de notas entre as disciplinas avaliadas - leitura, matemática e ciências - ocorreu em matemática, com 52 pontos (foi de 334, em 2000, para 386 em 2009). O crescimento brasileiro na década (33 pontos) foi o terceiro melhor entre os países participantes desde 2000.
Para o membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) Mozart Neves Ramos, é preciso acelerar esses avanços. “O Brasil melhorou, não podemos deixar de reconhecer. Mas essa melhora tem sido lenta. O Brasil foi um dos que mais cresceram na década, mas a gente estava na rabeira”, comparou Ramos, que é também conselheiro do Movimento Todos pela Educação.

O que o estudante do nível 2 sabe
No nível 2, o estudante "começa a demonstrar conhecimentos de leitura que lhe possibilitam a participar efetivamente e produtivamente da vida". Algumas tarefas deste nível pedem do estudante que localize uma ou mais informações, que talvez devam ser inferidas e talvez devam ser determinadas de acordo com as condições.

Outras tarefas pedem reconhecimento da ideia principal do texto, entendimento de relações ou construção de significado por uma parte limitada do texto, quando a informação não é a mais importante e o leitor precisa fazer pequenas deduções. Tarefas desse nível talvez peçam comparação ou contraste de um aspecto específico do texto.

Tarefas que exijam reflexão pedem que os leitores façam comparação entre diversas conexões entre o texto e o conhecimento exterior, baseado em experiências pessoais. Segundo o Pisa, o aluno que não atingiu esse nível terá dificuldades nas tarefas descritas acima.

O que é o Pisa
O Pisa busca medir o conhecimento e a habilidade em leitura, matemática e ciências de estudantes com 15 anos de idade tanto de países membro da OCDE quanto de países parceiros. Essa é a quarta edição do exame, que é corrigido pela TRI (Teoria de Resposta ao Item). O método é utilizado também na correção do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio): quanto mais distante o resultado ficar da média estipulada, melhor (ou pior) será a nota.

A avaliação já foi aplicada nos anos de 2000, 2003 e 2006. Os dados divulgados hoje foram baseados em avaliações feitas em 2009, com 470 mil estudantes de 65 países. A cada ano é dada uma ênfase para uma disciplina: neste ano, foi a vez de leitura.

Dentre os países membros da OCDE, estão Alemanha, Grécia, Chile, Coreia do Sul, México, Holanda e Polônia, dentre outros. Dentre os países parceiros, estão Argentina, Brasil, China, Peru, Qatar e Sérvia, dentre outros.

Deputado Jair Bolsonaro denuncia iniciativa que promove a promiscuidade e o homossexualismo entre crianças do primário

PROFESSOR FELIPE AQUINO
segunda-feira, dezembro 6, 2010



Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ)
BRASILIA, 03 Dez. 10 / 06:28 pm (ACI).- Em um recente pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados o parlamentar Jair Bolsonaro (PP-RJ) repudiou um projeto da Comissão de Direitos Humanos e Minorias de promover um kit com dois DVDs contendo filmetes que promovem o homossexualismo entrecrianças de 7 e 10 anos da rede pública de ensino. O deputado Bolsonaro denunciou a iniciativa que tenta impor a cerca de 6.000 escolas do governo, os filmes com o suposto objetivo de “combater a homofobia”, mas que são um estímulo à promiscuidade. Nestes, o comportamento de um rapaz que se declara homossexual na frente da turma e o romance de duas meninas lésbicas de 13 anos são postos como modelo para as crianças.

Na primeira das histórias homossexuais, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto, de nome Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro urinar e encontra um colega seu. Enquanto ele urina, Ricardo dá uma olhada para o lado e se apaixona pelo garoto. Em outro episódio, este garoto, chamado Ricardo, quando atende à chamada do professor na escola, fica constrangido, pois não quer ser chamado de Ricardo, e sim de “Bianca”. Na outra história o comportamento de duas meninas lésbicas de aproximadamente 13 anos de idade é posto como exemplar para as outras, e a comissão ainda discutiu a profundidade que a língua de uma menina deve entrar na boca da outra ao realizar o beijo lésbico para o filme que está em licitação.

“Para mim, em 20 anos de congresso é o maior escândalo que eu tomei conhecimento até hoje”, denunciou o deputado Bolsonaro.

Na semana passada reunidos na comissão de direitos humanos e minorias, em conjunto com a comissão de educação, estando presente o Sr. André Lázaro, secretário de educação continuada, alfabetização e diversidade do MEC em uma platéia repleta de representantes de grupos pró-homossexuais, foram tomadas decisões que segundo o deputado carioca “esta casa (a Câmara dos Deputados), não está sabendo. E a maioria dos integrantes da Comissão de educação também não está sabendo”.

“Atenção pais, no próximo ano os seus filhos vão receber na escola um kit. Este kit tem um título: combate à homofobia. Mas na verdade este kit é um estímulo ao homossexualismo. É um incentivo à promiscuidade”, denunciou Bolsonaro.

Referindo-se ao primeiro filme no qual um menino se apaixona por outro após vê-lo urinando no banheiro, o deputado conta que na produção pró-gay “este filme no final da a seguinte lição de moral: este comportamento do Ricardo (ou da “Bianca”) passa ser um comportamento exemplar para os demais alunos”. Sobre o filmete das meninas lésbicas o deputado afirma que “a grande discussão da nossa comissão de direitos humanos e minorias (da qual este membro da câmara sente asco) é a profundidade da língua que uma menina tinha que entrar na boca da outra menina. Dá para continuar discutindo este assunto? Dá nojo!”

“Estes gays, lésbicas querem que nós, a maioria, encubemos como exemplo de comportamento a sua promiscuidade!”, afirmou o parlamentar brasileiro energicamente.

O deputado denunciou ainda os membros da Comissão de direitos humanos e minorias que querem excluí-lo da mencionada comissão por ser supostamente, “um elemento anti-democrático”.

“Isto é uma vergonha. (…) Esta história de homofobia, é uma história de cobertura!”, afirmou o deputado denunciando o projeto que visa promover a ideologia de gênero, o homossexualismo e a promiscuidade entre crianças do primário com a desculpa de combater a homofobia no Brasil.

DEDO DO DIABO

VIVERDENOVO
QUINTA-FEIRA, 9 DE DEZEMBRO DE 2010

Por Arlindo Montenegro

Se fossem reunidos em uma biblioteca, somariam milhares de volumes aos que se poderiam juntar os discursos e artigos em revistas, jornais, blogs, filmes e documentários. Todos firmados por cientistas, pesquisadores, jornalistas investigadores, que demonstram, sem conversa de pescador, a conspiração que clubes e seitas secretas desenvolvem geração após geração.

Embora farta, a documentação que identifica o dedo do diabo na formulação da nova ordem mundial, permanece nas sombras, permanece como que inacessível ou desconhecida, quando não ignorada pelos que formulam nossas políticas crioulas. Menos ainda nas escolas superiores entre economistas, sociólogos, psicólogos, jornalistas, biólogos, químicos – que obrigatoriamente, por dever de ofício, deveriam botar a boca no trombone.

Esta nova ordem, presente nas políticas domésticas, pretende deixar ao estado a resolução de todos os problemas, como se os "eleitos" fossem os donos de uma verdade inalcançável para as pessoas, impedidas de tomar iniciativas individuais, impedidas de resolver suas proprias vidas, que só poderiam ser melhoradas no bojo de um projeto coletivista, sob direção do estado. E fora disto, silêncio! Seria obedecer cegamente à autoridade única, dependente de uma autoridade mundial ditadora das permissões, comportamentos e alcance em cada território pátrio.

Os nomes das famílias de controladores e suas seitas secretas e mais ou menos conhecidas, são familiares - Bush, Harriman, Rotschild, Morgan, Warburg, Forbes, Stimson, Norton, Aldrich, Ford, Collins, Russel, Fremann, Krupp - e muitos outros que trabalham incansavelmente para a rendição de todos os países, para que acabem se abra mão da soberania e das liberdades individuais, transferindo o poder para a Onu e um exército mundial.

Os clubes onde todos circulam, Bildeberger (reunião de pouco mais de cem famílias "de sangue azul" e banqueiros), Maçonaria (espalhada pelo mundo em várias lojas, filiações e práticas), Rhodes Scholar (que recruta estudantes de várias partes do mundo para iniciação como Illuminati e aprender como implantar um governo mundial), todos participantes do CFR, Skull & Bones, Trilateral, Onu e outros clubes, que já contam com nomes árabes, russos, chineses e japoneses, antes excluídos – são clubes sem Deus e sem pátria.

A família Bush (Skull & Bones) se relacionava com a família Bin Laden, ambos fazendo parte de uma empresa de investimentos internacionais. Os Skull & Bones, atuam desde os anos 1800, controlando a economia das mega empresas, em associação com os britânicos Rotschild. Estiveram presentes na fundação da empresa privada FDR (Banco da Reserva Federal) que alguns historiadores consideram um golpe de estado nos EUA, submetendo o governo aos banqueiros.

Estas realidades e manobras que levaram a tantas guerras, são mantidas há séculos fora do domínio público. Do mesmo modo como se mantêm secretos os movimentos dos nossos governantes que obedecem, dependem, auxiliam e servem aos poderosos interesses dos que controlam mais da metade da economia mundial, presentes em todos os países, "credores" de todos os países, desde que a moeda do FDR foi aceita como padrão entre as nações, substituindo o lastro ouro que media o valor real das moedas e economias nacionais.

Os que têm acesso à informação e formação superior, são os responsáveis pela formação da opinião, a partir das escolas. No aprendizado doméstico e básico, são plantadas as sementes do condicionamento das pessoas, para pensar e agir. São plantadas as sementes da maneira como cada pessoa vai conceber o mundo e atuar durante a vida. As políticas e práticas na escola, passam para a família. Pode-se então concluir que são a fonte do caos.

Se os acadêmicos e políticos que formulam os projetos educacionais, informam de modo parcial, se os veículos de mídia entucham as mentes com mentiras deliberadas, os cérebros se viciam, as funções se atrofiam e chegamos à situação em que as capacidades de pensar, interpretar textos, aprender matemáticas e ciências. O país, refém de um sistema educacional degenerado, de baixa qualidade, insuficiente para desenvolver e multiplicar cérebros avançados.

É neste cenário que surgem diretores de escola, como se noticiou, no CEU – Centro de Educação Unificado – do Capão Redondo, SP, pedindo para que as mães "não levassem adiante a denúncia" contra um professor pedófilo que atacava crianças de 11 anos. É neste cenário que proliferam as drogas. É neste cenário que o papai noel consumista substitui a comemoração do nascimento de Jesus Cristo. É assim que chegam ao poder pessoas que não medem a consequência dos atos, por ignorância ou por fanatismo, resultados da carência educacional, do saber superior.

O dedo do diabo está traçando uma história mentirosa. É bom saber para superar o tormento de cada dia, para persistir na tentativa de abraçar e defender os valores que alicerçam uma civilização, consciente de que o homem carrega uma essência ainda desconhecida, mas presente em cada ação que aproxima amorosamente, em cada gesto de proteção e preservação, em cada mão estendida para ajudar ao outro, em cada gesto e palavra amorosa.

Ideli, a nova "chefa" da mulher do homem das FARC no Brasil

REINALDO AZEVEDO



Há algumas indicações de certo modo engraçadas no ministério de Dilma Rousseff. O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) vai assumir a Previdência Social. O que ele tem a ver com a área? Ele próprio já confessou que não entende do riscado. Pode até ser que se venha a ter um ministro incompetente, mas ele promete, como se nota, ser sincero.
Santa Catarina, por alguma razão inexplicada — e, creio, inexplicável —, virou o estado  do fabuloso Ministério da Pesca. O titular da pasta é aquele ministro de aparelho nos dentes, como é mesmo, Google? Ah, o veterinário Altemir Gregolin. Será substituído pela professora Ideli Salvatti, senadora até o fim deste ano, que concorreu ao governo de Santa Catarina e foi derrotada. Considerando que Ideli virou a cara do enterro da CPI do Mensalão, é uma compensação até pequena. Duvido que saiba distinguir uma tilápia de um pirarucu.
Milagre
Cristo multiplicou os pães e os peixes. O milagre do Ministério da Pesca foi outro: a multiplicação de pescadores. O governo perdeu o controle sobre o pagamento do “defeso”, a bolsa paga para que o companheiro pescador não pratique a atividade no período da desova e coisa e tal — ou quando algum evento atrapalha a atividade. Quem cuida do pagamento é o Ministério do Trabalho, mas é o da Pesca que acompanha a área  “a nível social”, compreendem?.
Como tudo nestepaiz, também essa relação é mediada por sindicatos, associações e petistas a quatro. Morou na beira de praia ou de rio, é pescador. Gente que, a exemplo de Ideli Salvati, não distinguiria uma tainha de um mamute até compra canoa velha — é sério — pra declarar seus vínculos com a atividade… Em áreas turísticas, motoristas de táxi, caseiros, funcionários de pousadas, piscineiros, biscateiros de praia, todos viram pescadores!
Ah, sim: Ideli será chefe de Angela Maria Slongo, a mulher do terrorista Olivério Medina (FARC), também professora e também lotada no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma. A mulher trabalha em Brasília. Chefe e subordinada poderiam caçar sapo à beira do lago Paranoá. 
Por Reinaldo Azevedo

Libertação tardia

MÍDIA SEM MÁSCARA


O apelo revolucionário de Karl Marx, bem como o de seus sucessores, resume-se na proposta mais cínica que algum celerado já fez a seus irmãos humanos: "Matem e morram por algo que inventei, mas que eu mesmo não sei dizer o que é."

Quando me mostraram um vídeo em que Carlos Vereza, no programa do Jô Soares, falava o diabo do governo, julguei que se tratava de uma explosão emocional inconsequente, fútil. O que me levou a essa conclusão foi o fato de que o ator, por baixo de suas acusações aos ocupantes do poder, tentava salvar a honra do discurso esquerdista que, precisamente, os havia colocado lá.
"Aí está - pensei - mais um brasileiro que odeia as consequências sem deixar de amar as causas."
Agora, lendo o seu blog (http://carlosverezablog.blogspot.com/2010/11/forcas-armadas-acordem.html), percebo que Vereza evoluiu muito desde aquele primeiro protesto. Está sinceramente angustiado com o estado de coisas e não cessa de colocar em revisão suas velhas crenças, com notável coragem moral, em busca de uma explicação e de um remédio.
O horror que a barbárie petista lhe inspira faz com que chegue até a aceitar a conveniência de uma intervenção militar saneadora - ideia que ninguém pode alimentar sem primeiro ter se libertado de todo preconceito antidireitista e, especialmente, da visão estereotipada e caluniosa do golpe de 1964, que se consolidou na opinião pública como fruto de uma das mais vastas, obstinadas e irrespondidas campanhas difamatórias que o mundo já conheceu.
Quando um intelectual com raízes esquerdistas tão fundas chega a esse ponto, é que seu desespero ante a feiura indescritível do panorama político-cultural já expulsou da sua mente os últimos resíduos daquele sentimento de dívida moral que a máquina de dominação esquerdista sabe com tão ardilosa astúcia infundir, preventivamente, na alma de seus adeptos e simpatizantes, para aprisioná-los numa rede de escrúpulos paralisantes em caso de perda do entusiasmo revolucionário.
Esses fantasmas sempre podem ser expulsos, mas o custo emocional do exorcismo é ainda mais elevado que o do isolamento social, das chacotas, dos insultos, das amizades perdidas, do boicote profissional e demais sanções que a engenhoca infernal do Partido, montada para reinar soberanamente sobre a intimidade mais secreta das consciências, faz desabar sobre o infeliz que, de repente ou pouco a pouco, comece a enxergar a maldade do esquema em que colaborou por anos a fio.
A primeira tentação é a de acusar esse esquema de "incoerência", condená-lo como infiel a seus próprios princípios, sem perceber que a mescla indissolúvel da política e do crime, das belas palavras com os atos mais hediondos e escabrosos, longe de ser traição ou desvio, é ela própria um dos princípios orientadores da estratégia revolucionária desde o tempo de Karl Marx, que considerava a extinção violenta de povos inteiros um preço modesto para o advento de um sistema social do qual se contentava com ter nada mais que uma idéia muito geral e vaga. O apelo revolucionário de Karl Marx, bem como o de seus sucessores, resume-se na proposta mais cínica que algum celerado já fez a seus irmãos humanos: "Matem e morram por algo que inventei, mas que eu mesmo não sei dizer o que é."
Se perguntamos como foi que promessa tão evanescente logrou seduzir e escravizar tantos milhões de pessoas cultas, a melhor resposta ainda é a do ex-militante Douglas Hyde em seu livro Dedication and Leadership, de 1966: o partido não domina as almas dos militantes pelo que lhes dá, mas pelo que lhes toma.
Quanto mais você lhe oferece dedicação, esforço, dinheiro e até a renúncia à sua dignidade pessoal, mais se sente devedor, porque deu ao movimento revolucionário sua alma, seu coração, toda a sua substância espiritual, e, ante a mera hipótese de sair dele, se sente só, desprezível, um cadáver moral. Para libertar-se dessa obsessão, é preciso uma espécie de virilidade intelectual que vai se tornando mais rara que a virilidade física.
De longe, aprecio o esforço interior de Carlos Vereza, sabendo que seu despertar veio tarde demais.

True Outspeak - 6 de dezembro de 2010




CanalMSM | 7 de dezembro de 2010 
Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 6 de dezembro de 2010.


Canal do programa: http://www.blogtalkradio.com/olavo

O menino que queria ser padre converteu-se ao PT e virou sacristão de missa negra

AUGUSTO NUNES
08/12/2010 às 20:02 \ Direto ao Ponto


Poucas ramificações da nação dos ressentidos são tão detestáveis quanto a tribo dos ex-radicais convertidos ao polo oposto. Há o ex-stalinista que exige a forca para todos os comunistas, o ex-padre que sonha com a incineração de todas as igrejas, o ex-fumante que não admite menos que a prisão perpétua para todos os tabagistas, o ex-alcoólatra que discursa em praça pública contra a presença de licor em bombom ─ e há o ex-seminarista que faz questão de cometer todos os pecados, do pecadilho da futrica aos sete pecados capitais. É o caso de Gilberto Carvalho.
Nascido em Londrina em janeiro de 1951, casado pela segunda vez, pai de cinco filhos, o secretário de Lula e futuro secretário-geral da Presidência da República saiu ao encontro de Deus aos 12 anos, quando se internou no seminário da Ordem dos Palotinos. Achou que estava no caminho certo aos 13, ao rezar pela derrubada do governo João Goulart na Marcha da Família com Deus pela Liberdade e ver suas preces prontamente atendidas pelos generais de 1964. A procura incluiu dois anos de reclusão voluntária (trajando batina de noviço), uma temporada num seminário em Curitiba e estudos de teologia.
Terminou em 1978, quando conheceu Lula, deu por encontrado o seu senhor, abdicou dos valores cristãos, converteu-se à seita do PT e passou a colecionar motivos para ser reprovado no Dia do Juízo Final. Os mais recentes estão na entrevista publicada pelo Estadão deste 4 de dezembro, que começa com o elogio da vassalagem. “Ele é duro, muito duro”, disse com voz de coroinha culpado ao comentar o convívio com Lula. “Às vezes fico com pena dos ministros que recebem certos telefonemas dele. Fico com pena de mim mesmo. Acho que fui o cara que mais apanhou nestes oito anos aqui”.
Pelo tom animado, Gilberto Carvalho acha que o suplício purifica, sobretudo quando infligido pessoalmente pelo salvador da pátria. De Lula ele sempre aceita tudo, do pito de sinhozinho à bronca de botequim. Sempre cumpriu com dedicação de jesuíta e discrição de comparsa todas as missões que lhe foram confiadas. No fim da entrevista, por exemplo, atendeu a outra encomenda do chefe que não esquece as duas derrotas no primeiro turno: ressuscitar uma das várias infâmias forjadas para vingar-se do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
A chance para a execução do serviço sujo apareceu quando a conversa estacionou no escândalo do mensalão. “Lula quer fazer, fora da Presidência, uma análise detalhada do que foi, de fato, aquele processo”, fantasiou. “Quando fala em farsa do mensalão é porque está convencido de que nunca foi dado dinheiro para alguém votar com o governo”, preparou-se para o golpe baixo a mão miúda de avarento: “Lula sempre disse: ‘Quem comprou voto foi Fernando Henrique na reeleição’”.
A resposta de FHC, publicada nesta quarta-feira pelo Estadão e reproduzida pela seção Feira Livre, desmonta a farsa mais uma vez. Mas o texto é sublinhado pela elegância que um Gilberto Carvalho não merece. Fernando Henrique dispensou-se de escancarar ao menos um dos muitos itens sombrios do alentado prontuário. Poderia ter lembrado, por exemplo, que o entrevistado se tornou, em janeiro de  2001, secretário de Governo do prefeito de Santo André, e estava no cargo quando Celso Daniel foi assassinado um ano depois.
Há pouco mais de um mês, a denúncia do Ministério Público aceita pela juíza Ana Lúcia Xavier Goldman acusou o ex-seminarista de ter integrado a quadrilha que, acampada na prefeitura, tungou dos cofres públicos pelo menos R$ 5,3 milhões. “Gilberto Carvalho concorreu de qualquer maneira para a prática dos atos de improbidade administrativa na medida em que transportava o dinheiro (propina) arrecadado em Santo André para o Partido dos Trabalhadores”, diz a denúncia, que o acusa de repassar o dinheiro a José Dirceu, então presidente do PT.
O secretário do presidente divide o banco dos réus com Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de mandante do assassinato de Celso Daniel, o ex-secretário de Transportes Klinger Luiz de Oliveira Souza e o empresário Ronan Maria Pinto.”O valor arrecadado era encaminhado por Ronan ao requerido Sérgio e chegava, em parte, nas mãos de Gilberto Carvalho, que se incumbia de transportar os valores para o Partido dos Trabalhadores”, sustenta a denúncia. “A responsabilidade de Klinger e Gilberto Carvalho decorre da sua participação efetiva na quadrilha e na destinação final dos recursos.”
Somada às gravações das conversas em que os quadrilheiros procuram impedir o esclarecimento do assassinato de Celso Daniel, a denúncia confirma a real vocação de Gilberto Carvalho. O menino que queria ser padre, quem diria, virou sacristão de missa negra.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Denúncia: Guerra do tráfico é reação ao apoio do governo Cabral às milícias

QUE VERDADE É ESTA?
Posted by Maxwell Palheta on quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Por: Dep. Garotinho


31012008 - Assinatura de convênio de segurança - O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, durante o evento de assinatura de convênio de segurança. Foto: Luiza ReisMais uma vez o governador Sérgio Cabral e seu secretário José Mariano Beltrame montaram uma “operação abafa” para esconder da população o que está motivando essa onda assustadora de ataques por todo o Grande Rio. E o pior a imprensa aceitou mais uma vez fazer parte da farsa.

Os ataques do tráfico não estão reagindo à UPPs, como dizem Cabral e Beltrame. O tráfico está desafiando as autoridades numa reação ao avanço das milícias com o apoio do governo Cabral. Vocês vão ficar estarrecidos com o que vou contar agora.
Nestas últimas horas tenho conversado com vários delegados e oficiais da PM e tomei conhecimento da verdade, que está sendo escondida do povo. Analisem algumas situações e vejam a lógica. 

O Comando Vermelho se uniu ao Terceiro Comando para conter o avanço das milícias. Nem tem a menor lógica, vários meses depois da instalação das UPPs, só agora os bandidos reagirem. Primeiro continuam faturando com a venda de drogas, segundo, e principal, as comunidades onde foram instaladas UPPs não representavam nem 2% do faturamento das duas facções. Todo mundo sabe que a maior parte do faturamento do tráfico vem do Complexo da Maré, do Complexo do Alemão e da Penha, do Jacarezinho, da Rocinha, além das comunidades da Zona Oeste, onde o tráfico continua a todo o vapor. 

Outro fato que contraria a lógica é a transferência de bandidos para presídios federais fora do estado. Se dizem que a ordem veio justamente de lá, mandar mais 8 para Rondônia ou Paraná resolveria o que? O detalhe é observando a lista dos “chefões” presos fora do Rio vocês não vão encontrar um preso no governo Cabral. Todos foram presos no governo de Rosinha ou no meu governo. Podem conferir. No governo Cabral não foi preso um único “chefe” do tráfico. 

E onde entram as milícias? Um levantamento feito em 2007 apontava que 10% das comunidades do Rio de Janeiro eram dominadas pelas milícias. Reportagem de O Globo, publicada agora no dia 6 de novembro mostra que das 250 maiores comunidades do Rio, portanto as mais lucrativas, 105 são dominadas pelas milícias, 55 pelo Comando Vermelho, 35 pelo Terceiro Comando e 31 pela ADA. Hoje as milícias, somando as mais de mil comunidades da cidade do Rio, segundo a polícia já dominam 40%. 
Cabral e Beltrame, no início do governo acham que as milíciassão um mal menor. Por isso a polícia investiu contra traficantes para limpar algumas áreas e permitir a entrada das milícias. Foi um erro estratégico que está saindo muito caro. Uma estupidez. Reparem que a única milícia que Cabral combateu foi a “Liga da Justiça” de Natalino e Jerominho, mas era por motivos políticos. 

Os policiais com quem conversei confirmam que o setor de Inteligência tem os informes de que a ordem do tráfico é continuar a onda de ataques e foram interceptadas comunicações que mostram que a ação é contras as milícias. O tráfico está mandando um recado a Cabral e Beltrame contra o avanço das milícias. Essa é a verdade que está sendo escondida da população a sete chaves, com a conivência da mídia. 

A onda de arrastões começou há dois meses, os ataques incendiando carros e ônibus só tiveram início do fim-de-semana para cá. Traficantes receberam informações, que a polícia estava se preparando para depois de passarem as eleições, investir contra as quadrilhas de algumas comunidades permitindo a entrada das milícias. O tráfico resolveu se antecipar e retaliar o governo e dar o recado de que não vai deixar barato. Podem se preparar que a coisa é muito séria.
 

Parem de enganar as pessoas e de querer usar uma guerra que está aterrorizando toda a população, para insistir na farsa da propaganda da “pacificação”. O que estamos assistindo é assustador. Ainda mais por se saber que foi deflagrada no Rio mais uma guerra sangrenta. O tráfico está dando retaliando o governo pelo apoio que vem dando às milícias e avisando que vai enfrentar os milicianos. Essa é a verdade. O resto é cortina de fumaça pra esconder o desastre da política de segurança de Cabral, que facilitou a vida das milícias e agora colhe os frutos da sua irresponsabilidade. 

Em tempo: Para tentar dar veracidade à versão da reação às UPPs chegaram ao ridículo de mostrar um bilhete, que segundo a mídia "foi deixado no ônibus incendiado em Vicente de Carvalho", onde tinha uma frase atacando as UPPs. Agora me expliquem como um ônibus é devorado pelas chamas, mas o "papelzinho" nem foi chamuscado? Me poupem!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".