Isto é que é, de fato e de direito, PT. Uma CORJA para muito além do imaginável.
Me recuso a publicar a matéria, quem quiser ler está aqui.
Um trecho:
"Ainda não está garantido que cada um dos sete quiosques a serem construídos na Praia de Camburi, em Vitória, vai custar R$ 1.142.857,00, como foi estimado. Esse valor pode ser ainda maior: os R$ 8 milhões previstos pelo município para o projeto podem receber um reajuste de até R$ 25%, um aditivo contratual de valor previsto na lei federal de licitações. Com isso cada estabelecimento custaria R$ 285.714,25 a mais, o que resultaria num preço final de R$ 1.428.571,40."
Sempre lembrando que este mesmo prefeito petista, JOÃO COSER, é aquele em cuja gestão foi parido o "APRENDA NESTE MANUAL COMO USAR CRACK E COCAÍNA".
Claro, PT e FARC são amigos, portanto você está estranhando o que? E ninguém gosta mais de dinheiro sem suor que socialista/comunista.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
‘Um novo Espírito Santo’: Aquele onde a corrupção veste toga
Clique AQUI para ler mais
A Editora Capital Cultural está lançando livro (Um novo Espírito Santo — onde a corrupção veste toga) de dois combatentes jornalistas, Rogério Medeiros e Stenka do Amaral Calado, bastante conhecidos no meio jornalístico do Rio e S. Paulo, e, a partir de 2002, pelas suas análises, reportagens e editoriais no jornal online capixaba Século Diário (www.seculodiario.com.br).
Rogério e Stenka sintetizam no livro a cobertura diária dos repórteres sobre o escândalo da Operação Naufrágio, ação do Ministério Público do Espírito Santo contra nepotismo, enriquecimento ilícito e corrupção no Judiciário do estado. Houve dezenas de envolvidos, mas apenas seis prisões, graças à intervenção do governador do ES, que o Século Diário – e o livro - denunciam também. O caso é emblemático da nossa necessidade de lutar por um Judiciário limpo, em todos os estados do Brasil.
Esta cobertura, com textos brilhantes dos jornalistas, resulta agora no livro Um novo Espírito Santo - Onde a Corrupção Veste Toga, com lançamento nacional na quarta-feira dia 4 de agosto, às 18:30 horas, no lobby do Museu da República, no bairro do Catete (em frente ao metrô).
A história de um naufrágio
A “Operação Naufrágio” foi uma ação conjunta da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) lançada com o fim de desbaratar uma quadrilha que transformara o Tribunal de Justiça do Espírito Santo em balcão de negócios. Os obstáculos para a cobertura da imprensa ganharam ainda mais dramaticidade pelo envolvimento, no esquema de corrupção, não de um suspeito, mas de praticamente toda uma corporação, o Judiciário local, com as exceções de praxe. E ainda mais devido ao envolvimento de ninguém menos que o chefe do Executivo estadual no período das investigações, o governador Paulo Hartung, empenhado na desconstrução do escândalo através da interferência na mídia capixaba.
Foi com muito esforço e disposição para lutar pelo direito de informar e opinar que os jornalistas de Século Diário enfrentaram as dificuldades, com a produção de mais de 500 textos nos 436 dias de investigações. Média superior a uma matéria por dia, contra média próxima de zero da mídia corporativa (jornais e tevês locais).
O trabalho aqui reunido reflete o esforço desses profissionais e detalha os fatos que eles levantaram. Mostra não só os bastidores das investigações, mas também o modus operandi do esquema montado pelo governador para dominar as instituições. Ele próprio chamou de arranjo institucional, e criou até slogan na propaganda oficial, “um novo Espírito Santo”.
Para os jornalistas de Século Diário, esta foi a obra do governo Hartung que deu forma e conteúdo ao novo Espírito Santo da publicidade oficial.
"DESDE LA HERMANA CÁRCEL"
VIVERDENOVO
QUINTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO DE 2010
Cavaleiro: abaixo está a diferença entre um homem e um sociopata. Homens não negam que fazem m***a, assumem. E prestam-se a falar para os jovens a estupidez que é, enquanto jovem, achar que se sabe de alguma coisa. Sociopatas vivem a vida como se nunca tivessem saído da juventude. Como diz a Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, "socipatas estão sempre e exclusivamente atrás de poder, status e diversão, custe o que custar". Não se assustem com a semelhança entre isto que ela disse com "os fins justificam os meios" dos esquerdopatas. Não é mera coincidência.
Por Alejandro Peña Esclusa
"Carta aos jovens
Queridos jovens:
Ao completar um mes de prisão injusta, senti o desejo de comunicar-me com vocês, convencido de que estas palavras lhes possam ser úteis. A maior aspiração de todo ser humano – especialmente intensa na juventude – é alcançar a felicidade, que na minha experiência pessoal, se alcança de forma misteriosa.
Como nosso corpo é animal, mas nossa alma é angelical, existem tendências que se contrapõem dentro de nós. A parte animal nos induz a buscar a felicidade nos aspectos materiais: prazeres, dinheiro, satisfação egoísta, etc. Esta foi a opção que escolhí na juventude.
A Venezuela era um país pujante, havia estabilidade política e dinheiro em abundância. Todo profissional de nível superior tinha seu futuro assegurado. Após graduar-me na Universidade Simón Bolivar, montei minha propria empresa. Tinha dinheiro, propriedades, carro e até um aviãozinho no fim de poucos anos.
Dediquei-me ao trabalho, ao esporte (ganhando prêmios para a Venezuela em diversos campeonatos de artes marciais), festas, viagens de recreio, desfrutando a vida. Entretanto, não era feliz como aparentava. Havia um grande vazio dentro de mim. Não me sentia bem vendo tanta pobreza e tantas diferenças sociais ao redor. E compreendi que o modelo democrático venezuelano era insustentável, se não se faziam mudanças fundamentais.
A Venezuela desmoronava moral e economicamente, não obstante a aparente riqueza produzida pela venda do petróleo. Esta percepção ganhou evidência em Fevereiro de 1983, quando se efetuou a primeira desvalorização da moeda (Bolívar), no dia que ficou conhecido como "Sexta feira negra".
Completando 30 anos – depois de uma crise existencial resultante daquelas reflexões – cometí o que qualquer um consideraria uma loucura: vendí tudo quanto possuia e resolví dedicar-me à política. Comecei a elaborar um projeto capaz de converter a Venezuela numa potência industrial. Estudei as experiências históricas dos EUA, Alemanha e Japão e o exitoso Plano Marshall de reconstrução da Europa depois da Segunda Guerra Mundial.
Estava convencido de que o bem estar que tinha observado nos EUA, Europa e outros países que conhecera como viajante, não podia ser propriedade exclusiva de outras nações. Se elas puderam alcançar o desenvolvimento, o que nos impedia?
Confesso que durante os primeiros anos de atividade política foram difíceis e plenos de incompreensão. Mas comecei a experimentar, ainda levemente, um sentimento de plenitude que nunca sentira antes e que me animou a prosseguir. O sentimento de plenitude foi crescendo com o passar do tempo, acompanhando o exercício intelectual e os primeiros ganhos políticos incipientes.
Felizmente encontrei uma mulher maravilhosa que compartia minha "loucura" pela Venezuela. Casamos e tivemos 3 filhas. Há pouco completamos 20 anos de matrimônio estável, muito frutifero e cheio de amor. Este apoio foi fundamental para perseverar com firmeza em meu caminho.
Quando o senhor Chávez chegou ao poder em 1998, eu tinha 44 anos. Estava maduro politica e intelectualmente, pronto para enfrentar seu projeto castro comunista como venho fazendo. E sem modéstia, tive tanto sucesso, que Chávez, sem opção, me encarcerou, para freiar minhas iniciativas. Mas não conseguiu.
Paradoxalmente, os últimos doze anos, cheios de problemas, foram os mais felizes da minha vida, sem renegar os anos anteriores. O que me enche de tristeza é ver meu país que se destrói no meio desta tragédia. A felicidade persiste, no sentido de que não vivo para a satisfação pessoal, mas para beneficiar a minha pátria, a minha família e aos meus amigos.
É nisto que consiste a verdadeira felicidade: esquecer-se de si mesmo (pois somos todos seres mortais) e entregar-se a uma causa transcendente, servindo aos outros e construindo o bem comum. Com isto não entendo censurar os prazeres que a vida proporciona e sim afirmar que a diversão ganha outro sentido, mais humano e mais verdadeiro, quando estão alinhadas a uma causa superior.
A Venezuela onde vocês vivem é muito diferente daquela dos meus anos de juventude. Atualmente se vêem problemas, sente-se o descontentamento e desânimo generalizado e pior, o futuro parece duvidoso. Por outro lado, a Venezuela de hoje lhes dá a oportunidade de assumir maiores desafios e responsabilidades. De preocupar-se com assuntos transcendentes, lutar pelo futuro das pessoas queridas e de todos os compatriotas. Nos dias correntes é possível orientar suas vidas pelo conteúdo angelical de suas almas, em vez de dedicar-se à satisfação da parte animal.
No princípio desta carta, comentei que a felicidade se consegue de modo misterioso. E exemplifico isto com minha situação atual. Poderia estar triste e ressentido pela prisão injusta, pelas acusações de um delito horroroso que não cometí. Mas sinto o contrário. Sinto o orgulho de ser útil a minha pátria e contente por ter atuado no caminho da retidão patriótica. Sou um homem feliz e plenamente realizado.
Esta, queridos jovens, é a lição que desejo transmitir: a felicidade se encontra quando a vida está orientada para um fim superior. Sejam felizes construindo o bem. Amem sem limitações, mas de modo ordenado. Respeitem e busquem o bem estar de suas parcerias, mais que o seu proprio bem estar. Riam às gargalhadas enquanto se dedicam ao próximo. Estudem muito, pelo prazer de aprender. Sejam valentes, mas não temerários. Desfrutem a vida com alegria e cumpram a vocação que Deus colocou no coração de cada um.
Para encerrar, quero enviar uma mensagem de esperança e otimismo. A triste situação política que nosso país vive é temporária. Logo se abrirão novos caminhos para os venezulanos. Tenham fé em Deus e confiança na patria que os viu nascer. Prometo que o futuro será melhor. Ânimo! Esperança! Sem medo!
Alejandro Peña Esclusa, prisioneiro político.
Presidente de Uno-América (www.unoamérica.org) e de "Fuerza Solidaria" (www.fuerzasolidaria.org)
Tradução: A. Montenegro
QUINTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO DE 2010
Cavaleiro: abaixo está a diferença entre um homem e um sociopata. Homens não negam que fazem m***a, assumem. E prestam-se a falar para os jovens a estupidez que é, enquanto jovem, achar que se sabe de alguma coisa. Sociopatas vivem a vida como se nunca tivessem saído da juventude. Como diz a Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, "socipatas estão sempre e exclusivamente atrás de poder, status e diversão, custe o que custar". Não se assustem com a semelhança entre isto que ela disse com "os fins justificam os meios" dos esquerdopatas. Não é mera coincidência.
Por Alejandro Peña Esclusa
"Carta aos jovens
Queridos jovens:
Ao completar um mes de prisão injusta, senti o desejo de comunicar-me com vocês, convencido de que estas palavras lhes possam ser úteis. A maior aspiração de todo ser humano – especialmente intensa na juventude – é alcançar a felicidade, que na minha experiência pessoal, se alcança de forma misteriosa.
Como nosso corpo é animal, mas nossa alma é angelical, existem tendências que se contrapõem dentro de nós. A parte animal nos induz a buscar a felicidade nos aspectos materiais: prazeres, dinheiro, satisfação egoísta, etc. Esta foi a opção que escolhí na juventude.
A Venezuela era um país pujante, havia estabilidade política e dinheiro em abundância. Todo profissional de nível superior tinha seu futuro assegurado. Após graduar-me na Universidade Simón Bolivar, montei minha propria empresa. Tinha dinheiro, propriedades, carro e até um aviãozinho no fim de poucos anos.
Dediquei-me ao trabalho, ao esporte (ganhando prêmios para a Venezuela em diversos campeonatos de artes marciais), festas, viagens de recreio, desfrutando a vida. Entretanto, não era feliz como aparentava. Havia um grande vazio dentro de mim. Não me sentia bem vendo tanta pobreza e tantas diferenças sociais ao redor. E compreendi que o modelo democrático venezuelano era insustentável, se não se faziam mudanças fundamentais.
A Venezuela desmoronava moral e economicamente, não obstante a aparente riqueza produzida pela venda do petróleo. Esta percepção ganhou evidência em Fevereiro de 1983, quando se efetuou a primeira desvalorização da moeda (Bolívar), no dia que ficou conhecido como "Sexta feira negra".
Completando 30 anos – depois de uma crise existencial resultante daquelas reflexões – cometí o que qualquer um consideraria uma loucura: vendí tudo quanto possuia e resolví dedicar-me à política. Comecei a elaborar um projeto capaz de converter a Venezuela numa potência industrial. Estudei as experiências históricas dos EUA, Alemanha e Japão e o exitoso Plano Marshall de reconstrução da Europa depois da Segunda Guerra Mundial.
Estava convencido de que o bem estar que tinha observado nos EUA, Europa e outros países que conhecera como viajante, não podia ser propriedade exclusiva de outras nações. Se elas puderam alcançar o desenvolvimento, o que nos impedia?
Confesso que durante os primeiros anos de atividade política foram difíceis e plenos de incompreensão. Mas comecei a experimentar, ainda levemente, um sentimento de plenitude que nunca sentira antes e que me animou a prosseguir. O sentimento de plenitude foi crescendo com o passar do tempo, acompanhando o exercício intelectual e os primeiros ganhos políticos incipientes.
Felizmente encontrei uma mulher maravilhosa que compartia minha "loucura" pela Venezuela. Casamos e tivemos 3 filhas. Há pouco completamos 20 anos de matrimônio estável, muito frutifero e cheio de amor. Este apoio foi fundamental para perseverar com firmeza em meu caminho.
Quando o senhor Chávez chegou ao poder em 1998, eu tinha 44 anos. Estava maduro politica e intelectualmente, pronto para enfrentar seu projeto castro comunista como venho fazendo. E sem modéstia, tive tanto sucesso, que Chávez, sem opção, me encarcerou, para freiar minhas iniciativas. Mas não conseguiu.
Paradoxalmente, os últimos doze anos, cheios de problemas, foram os mais felizes da minha vida, sem renegar os anos anteriores. O que me enche de tristeza é ver meu país que se destrói no meio desta tragédia. A felicidade persiste, no sentido de que não vivo para a satisfação pessoal, mas para beneficiar a minha pátria, a minha família e aos meus amigos.
É nisto que consiste a verdadeira felicidade: esquecer-se de si mesmo (pois somos todos seres mortais) e entregar-se a uma causa transcendente, servindo aos outros e construindo o bem comum. Com isto não entendo censurar os prazeres que a vida proporciona e sim afirmar que a diversão ganha outro sentido, mais humano e mais verdadeiro, quando estão alinhadas a uma causa superior.
A Venezuela onde vocês vivem é muito diferente daquela dos meus anos de juventude. Atualmente se vêem problemas, sente-se o descontentamento e desânimo generalizado e pior, o futuro parece duvidoso. Por outro lado, a Venezuela de hoje lhes dá a oportunidade de assumir maiores desafios e responsabilidades. De preocupar-se com assuntos transcendentes, lutar pelo futuro das pessoas queridas e de todos os compatriotas. Nos dias correntes é possível orientar suas vidas pelo conteúdo angelical de suas almas, em vez de dedicar-se à satisfação da parte animal.
No princípio desta carta, comentei que a felicidade se consegue de modo misterioso. E exemplifico isto com minha situação atual. Poderia estar triste e ressentido pela prisão injusta, pelas acusações de um delito horroroso que não cometí. Mas sinto o contrário. Sinto o orgulho de ser útil a minha pátria e contente por ter atuado no caminho da retidão patriótica. Sou um homem feliz e plenamente realizado.
Esta, queridos jovens, é a lição que desejo transmitir: a felicidade se encontra quando a vida está orientada para um fim superior. Sejam felizes construindo o bem. Amem sem limitações, mas de modo ordenado. Respeitem e busquem o bem estar de suas parcerias, mais que o seu proprio bem estar. Riam às gargalhadas enquanto se dedicam ao próximo. Estudem muito, pelo prazer de aprender. Sejam valentes, mas não temerários. Desfrutem a vida com alegria e cumpram a vocação que Deus colocou no coração de cada um.
Para encerrar, quero enviar uma mensagem de esperança e otimismo. A triste situação política que nosso país vive é temporária. Logo se abrirão novos caminhos para os venezulanos. Tenham fé em Deus e confiança na patria que os viu nascer. Prometo que o futuro será melhor. Ânimo! Esperança! Sem medo!
Alejandro Peña Esclusa, prisioneiro político.
Presidente de Uno-América (www.unoamérica.org) e de "Fuerza Solidaria" (www.fuerzasolidaria.org)
Tradução: A. Montenegro
Explosão de carro-bomba atinge rádio e deixa feridos na Colômbia
G1
12/08/2010 09h20 - Atualizado em 12/08/2010 10h12
Presidente classificou como 'ato terrorista'. Explosão atingiu dezenas de edifícios, inclusive a sede da rádio Caracol
"Até o momento as pesquisas que fizeram a equipe antibomba (indicam que) se trata de um veículo que foi explodido, estamos olhando as características, estamos verificando toda a identificação dele e o que sobraram dos restos", disse o comandante da polícia metropolitana de Bogotá, general César Augusto Pinzón.
As autoridades militares e a polícia não responsabilizaram de imediato nenhum grupo armado pela explosão do carro-bomba e nem especificaram o possível objetivo do ataque. O impacto da explosão destruiu vidros e janelas, que caíram na rua da parte alta dos edifícios, enquanto autoridades isolavam o local.
12/08/2010 09h20 - Atualizado em 12/08/2010 10h12
Presidente classificou como 'ato terrorista'. Explosão atingiu dezenas de edifícios, inclusive a sede da rádio Caracol
A explosão de um carro-bomba atingiu nesta quinta-feira (12) uma região no norte da capital colombiana, Bogotá, causando ferimentos em pelo menos quatro pessoas e danos em dezenas de edifícios, informou a polícia, que não registrou mortes no incidente.
A explosão afetou dezenas de escritórios particulares, inclusive a sede da estação de rádio Caracol, e obrigou a saída de pessoas dos edifícios. O presidente Juan Manuel Santos, que tomou posse há cinco dias, disse que foi "um ato terrorista". "Não vamos nos assustar ou intimidar. Não vamos cair nesta armadilha. Combateremos o terrorismo com tudo o que temos", disse Santos.
"Até o momento as pesquisas que fizeram a equipe antibomba (indicam que) se trata de um veículo que foi explodido, estamos olhando as características, estamos verificando toda a identificação dele e o que sobraram dos restos", disse o comandante da polícia metropolitana de Bogotá, general César Augusto Pinzón.Polícia investiga explosão no norte de Bogotá, nesta quinta-feira (Foto: Eitan Abramovich/AFP )
As autoridades militares e a polícia não responsabilizaram de imediato nenhum grupo armado pela explosão do carro-bomba e nem especificaram o possível objetivo do ataque. O impacto da explosão destruiu vidros e janelas, que caíram na rua da parte alta dos edifícios, enquanto autoridades isolavam o local.
A Colômbia vive um conflito interno de mais de quatro décadas e meia, no qual a guerrilha esquerdista e grupos formados por antigos paramilitares de ultradireita enfrentam as Forças Armadas do Estado.
"Foi um momento muito assustador, de muita confusão. O impacto foi forte", disse a jornalista da Rádio Caracol Martha Patricia Castellanos, que se encontrava na redação da emissora no momento da explosão.
* Com informações da France Presse
Jane Bürgermeister enfrenta possível prisão na Áustria
A NOVA ORDEM MUNDIAL
MONDAY, 9 AUGUST 2010

Jane Bürgermeister, ex-repórter para várias revistas importantes como Nature, Jornal de Medicina Britânico, entre outras, e autora da acusação em abril de 2009 contra a Baxter e OMS por manipularem a pandemia de gripe suína, corre o risco de ter seus direitos civis removidos ou até mesmo ser presa pela polícia Austríaca amanhã, dia 12 de agosto.
Jane é um exemplo de coragem, colocando sua reputação em perigo ao ir contra os grandes poderosos da nova ordem mundial: a ONU, OMS, governo americano e a indústria farmacêutica. Devemos a ela grande parte das informações que tivemos acesso sobre a farsa da pandemia. Jane também foi uma das primeiras pessoas a investigar a morte e possível assassinato do Presidente da Polônia, que também reportamos aqui a alguns meses atrás.
O governo austríaco forjou denúncias criminais contra Jane, que deverá se apresentar a corte autríaca para ser ouvida em relação sobre ser posta em tutela judicial.
Enquanto isso, Jane tem tido graves atritos com o mantenedor de seu antigo site, o www.theflucase.com, onde Johan Niklasson postou uma matéria intitulada "A lista dos 10.000", incitando violência e o assassinato das 10.000 pessoas no topo da pirâmide iluminatti. Jane acredita que este post, o qual ela repudiou expressamente, tem como objetivo associá-la ao terrorismo.
No vídeo abaixo, infelizmente apenas em inglês, Jane explica sua situação. Jane alega que está sendo perseguida pois os governos pretendem criarmais falsas pandemias e vacinações. Também informa que mais vacinações estão por vir, com novas tecnologias que afetam o sistema neurológico de forma a incapacitar os seres humanos de sentirem emoções como medo e raiva.
MONDAY, 9 AUGUST 2010

Jane Bürgermeister, ex-repórter para várias revistas importantes como Nature, Jornal de Medicina Britânico, entre outras, e autora da acusação em abril de 2009 contra a Baxter e OMS por manipularem a pandemia de gripe suína, corre o risco de ter seus direitos civis removidos ou até mesmo ser presa pela polícia Austríaca amanhã, dia 12 de agosto.
Jane é um exemplo de coragem, colocando sua reputação em perigo ao ir contra os grandes poderosos da nova ordem mundial: a ONU, OMS, governo americano e a indústria farmacêutica. Devemos a ela grande parte das informações que tivemos acesso sobre a farsa da pandemia. Jane também foi uma das primeiras pessoas a investigar a morte e possível assassinato do Presidente da Polônia, que também reportamos aqui a alguns meses atrás.
O governo austríaco forjou denúncias criminais contra Jane, que deverá se apresentar a corte autríaca para ser ouvida em relação sobre ser posta em tutela judicial.
Enquanto isso, Jane tem tido graves atritos com o mantenedor de seu antigo site, o www.theflucase.com, onde Johan Niklasson postou uma matéria intitulada "A lista dos 10.000", incitando violência e o assassinato das 10.000 pessoas no topo da pirâmide iluminatti. Jane acredita que este post, o qual ela repudiou expressamente, tem como objetivo associá-la ao terrorismo.
No vídeo abaixo, infelizmente apenas em inglês, Jane explica sua situação. Jane alega que está sendo perseguida pois os governos pretendem criarmais falsas pandemias e vacinações. Também informa que mais vacinações estão por vir, com novas tecnologias que afetam o sistema neurológico de forma a incapacitar os seres humanos de sentirem emoções como medo e raiva.
Jane também chama a atenção para uma crescente opressão sobre aqueles que criticam políticas governamentais, pandemias artificiais, inúteis campanhas de vacinação, entre outros. Alguns exemplos são o jornalista investigativo Rafal Gawronski, que passou 45 dias na prisão sem mesmo ter sido sentenciado por qualquer crime. Rafal reportou os fatos por trás do misterioso "incedente" que levou a morte do presidente da polônia. Natascha Koch, Rainer Hoffmann e Christine Persch são outros bloggers que enfrentaram ou enfrentam perseguição, detenção e prisão na Áustria e na Alemanha nas últimas semanas.
A Jane é uma verdade heroína, que infelizmente vem sido atacada de todas as formas em seu país de origem. Ajudem a divulgar estas informações, pois temos que apoiá-la neste momento em que precisa de nossa ajuda.
Eu creio não ter sido vítima ainda da ação do governo brasileiro por não residir no país. Eu venho tentando desde abril obter junto às autoridades da saúde os contratos com os laboratórios farmacêuticos e as estatísticas de efeitos adversos. Até agora tive respostas evasiva ou negativa aos meus pedidos. Estou em contato com outros bloggers que também são advogados para entrar com uma denúncia no ministério público para obter estas informações, que deveriam desde o princípio serem públicas.
Aos meus leitores, me perdoem por ter ficado tanto tempo sem postar.
Fontes:
Atual blog de Jane Bürgermeister
A Jane é uma verdade heroína, que infelizmente vem sido atacada de todas as formas em seu país de origem. Ajudem a divulgar estas informações, pois temos que apoiá-la neste momento em que precisa de nossa ajuda.
Eu creio não ter sido vítima ainda da ação do governo brasileiro por não residir no país. Eu venho tentando desde abril obter junto às autoridades da saúde os contratos com os laboratórios farmacêuticos e as estatísticas de efeitos adversos. Até agora tive respostas evasiva ou negativa aos meus pedidos. Estou em contato com outros bloggers que também são advogados para entrar com uma denúncia no ministério público para obter estas informações, que deveriam desde o princípio serem públicas.
Aos meus leitores, me perdoem por ter ficado tanto tempo sem postar.
Fontes:
Atual blog de Jane Bürgermeister
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Trecho do livro "Diagnóstico de Nosso Tempo", de Karl Mannheim - ESTRATÉGIA DO GRUPO NAZISTA.
Fonte: http://www.lucianopires.com.br/idealbb/view.asp?topicID=7793
Karl Mannheim foi um sociólogo judeu nascido na Hungria, que faleceu em 1947. Em 1944 escreveu um livro chamado "Diagnosis Of Our Time", que foi lançado no Brasil em 1973, com o título “Diagnóstico de Nosso Tempo”.
O que você vai ler a seguir é um capítulo chamado “Estratégia do Grupo Nazista”. Leia e reflita a respeito do processo criado pelos nazistas. Talvez você encontre similaridades com o que anda acontecendo em alguns países latino americanos.
Estratégia do Grupo Nazista
Hitler inventou um novo método a que se pode dar o nome de estratégia do grupo nazista. O ponto capital da estratégia psicológica de Hitler é jamais encarar o individuo como pessoa,mas sempre como membro de um grupo social.O que Hitler faz por instinto está acorde com os descobrimentos da moderna Sociologia, ou seja, de que o homem é mais facilmente influenciado através dos vínculos do grupo; o que é mais importante ainda, as reações dele variam conforme o grupo particular a que pertence. O homem porta-se diferentemente na família, no clube, no exército, em seus negócios, ou como um cidadão em geral.
O grande Duque de Marlborough era comandante do exército, em seus negócios e, no entanto, em casa vivia controlado pela esposa.
Cada grupo aparentemente possui suas próprias tradições , proibições e formas de expressão peculiares e enquanto se conserva intacto apóia e orienta o comportamento de seus membros.
1. Desorganização Sistemática da Sociedade
Hitler sabia instintivamente que enquanto as pessoas se sentem abrigadas em seus próprios grupos sociais, ficam imunes à influência dele. O artifício oculto da estratégia de Hitler, por conseguinte, consiste em romper a resistência do espírito individual por meio da desorganização dos grupos aos quais esses indivíduos pertencem. Ele sabe que um homem sem laços com o grupo é como um caranguejo sem a carapaça. Essa desorganização, tal como sua tática de guerra-relâmpago, tem de ser rápida e violenta simultaneamente; mesmo assim, porém, seu efeito só será duradouro se conseguir formar imediatamente novos grupos que fomentem o gênero de comportamento aprovado pelo seu partido.
Assim, há duas fases principais na estratégia do grupo de Hitler: a decomposição dos grupos tradicionais da sociedade civilizada e uma rápida reconstrução baseada em um padrão de grupos inteiramente novo. No trabalho de desintegração inicial ele pode, está claro, confiar em grande parte na ausência de planificação de nossa vida econômica. Por exemplo, essa ausência é responsável pela condição mais desmoralizante de todas, o desemprego crônico. Porém, quando essa desintegração espontânea não avançou o suficiente para atender aos fins de Hitler, ele aplica seus próprios métodos. São diversos os métodos de que dispõe para lidar com a família, a Igreja, os partidos políticos e as nações. Os elementos dessa técnica ele os aprendeu com os comunistas, mas os pormenores foram por ele elaborados durantes sua própria luta na selva política da Alemanha da década de 1920. Aprendeu como dissolver comícios de massa, como desmoralizar adeptos de outros partidos, como fingir que cooperava com grupos rivais para, a seguir, quando o momento era julgado oportuno, provocar sua queda. Tudo o que ele fez ultimamente foi transferir essa estratégia do grupo para o campo da política exterior.
Considere-se o caso de nações. Nisso, sua primeira regra parece ser de nunca empregar a força antes de haver esgotado as possibilidades de desmoralização. Ele sabe que os grupos, especialmente nações inteiras, com uma sólida vida de grupo e moral intacto, reagem desassombradamente a ameaças ostensivas e a ataques diretos; tornam-se mais unidos do que antes. Essa saudável vida de grupo é o segredo da inquebrantável resistência britânica e explica a hesitação de Hitler para atacar este país. Quando ele consegue encontrar traidores e colaboracionistas dentro dos grupos, recorre à técnica de penetração no grupo. Manda emissários como turistas e sob outros disfarces para conquistar para seu lado os adversários do regime existente e os desajustados e fracassados sociais. Tendo organizado os agentes de massa dum movimento subterrâneo, procura isolar a nação do mundo exterior. Flanqueamento, envolvimento e isolamento total são as principais etapas desse processo. A essa altura, a vitima acha-se inteiramente à sua mercê; Hitler, contudo, ainda evita o ataque direto e prefere o sistema de desmoralização total vinda de dentro. Na tensão que então impera, são difundidos boatos, insuflados temores, jogados grupos rivais uns contra os outros e afinal é ministrada a assaz conhecida mistura nazista de ameaças e promessas. Tais são os métodos que ele empregou na Áustria, Tcheco-Eslováquia, Romênia, Bulgária e outros países. Os documentos secretos apreendidos na incursão da Lofoten, na Noruega, mostram claramente como são sistemáticos esses métodos: as instruções do exército nazista previam toda fonte possível de resistência e indicavam as contramedidas.
2. Efeitos sobre o individuo
Nessa fase, a desmoralização e a decomposição dos grupos sociais principiam a produzir efeitos no individuo. E, o que é pior, em vastos números de indivíduos simultaneamente. A explicação psicológica desse fato é simplesmente a seguinte: o homem entregue a si mesmo não pode oferecer resistência. Como os vínculos com seu grupo é que lhe dão apoio, segurança e reconhecimento, para nada dizer dos valiosos laços de amizade e confiança, a dissolução deles deixa-o inerme. Ele se comporta como uma criança que se extraviou ou que perdeu a pessoa amada; por isso sente-se inseguro, disposto a apegar-se a quem quer que se apresente.
Além de tudo isso, os métodos modernos de guerra total ou de propaganda total não dão tempo ao homem para se recobrar nem oportunidade para congregar-se em torno de um chefe e correr o risco de resistir. Particularmente em nações pequenas, surge do dia para a noite um quase completo caos social e anarquia. Isso tem influencia considerável sobre o individuo e seu ulterior comportamento. O fato é que a desintegração do grupo tende a ser seguida dum colapso da consciência moral do individuo. Ele se vê tentado a pensar mais ou menos assim: “Afinal de contas, tudo em que eu acreditava até agora talvez estivesse errado. Pode ser que a vida não passe de uma luta pela sobrevivência e pela supremacia. A escolha que tenho é entre tornar-me um mártir ou aderir à nova ordem; quiçá eu possa chegar a ser um membro destacado dela. Ademais, se eu não aderir hoje, amanhã talvez seja demasiado tarde”. É nessa disposição de espírito que as pessoas se permitem engolir afirmações como a feita pelo Ministro da Justiça nazista:
“Antigamente estávamos acostumados a dizer: “ Isto está certo ou errado?” Hoje devemos colocar a questão nestes termos: “ Que diria o Führer? ” É para este tipo de raciocínio que o cínico oportunismo de Hitler apela, e ao qual é endereçado o seu evangelho de violência e lei do mais forte.
Tem sido bastante ressaltado o papel desempenhado pelo medo, pelo ódio, pela insegurança e pela desconfiança no regime nazista. De minha parte, quero acrescentar a este rol o elemento de desespero. No fundo de todas as reações nazistas, encontra-se o desespero. O mundo deles é um em que todos se sentem traídos, isolados e não mais confiam no próximo.
3. “A Nova Ordem”
Tendo reduzido a comunidade ao pânico e ao desespero, Hitler inicia então o segundo movimento de sua estratégia.
Procura reconstruir uma nova ordem seguindo duas linhas distintas. Uma destina-se a escravizar as massas, a outra a entrincheirar sua liderança e o terrorismo de seu Partido.
Para aquela, adota uma organização militar baseada no modelo prussiano: aplica-a a tudo, à organização da juventude, da indústria, dos trabalhadores e da opinião. Uma vez mais, explora o medo, o ódio e o terrorismo, pois é muito mais fácil encontrar um escoadouro para o sentimento de hostilidade dos grupos do que mobilizar suas energias construtivas. Daí o uso de “ raças” e de indivíduos como bodes expiatórios. As supostas inferioridade e perversidade dos judeus são transformadas em desculpa para que se lhes cuspa nos rostos, bata-se neles ou matem-nos a sangue frio. O sistema do bode expiatório não só ajuda a libertar a comunidade de seu sentimento de culpa, mas impede que a hostilidade se volte contra o chefe quando a insatisfação é despertada.
Está claro, o bode expiatório não precisa ser forçosamente um produto interno. Os chefes de todos os países que se opõem ao nazismo podem ser apontados como alvo para a hostilidade no lugar de Hitler. E assim o vemos acusando Churchill de todos os pecados de sua própria cartilha.
4. Formação dos Novos Líderes
A organização militar e a supressão, todavia, por si sós não bastariam. Hitler sabe que para esse tipo de sociedade sobreviver é mister algo mais dinâmico do que arregimentação; por isso, criou centros de fermentação emocional de que as unidades das tropas de assalto constituem o modelo. Elas provém diretamente dos bandos militares posteriores à I Guerra Mundial, que desde o começo ameaçaram e tentaram dissolver a sociedade civil. Mas sua organização e mentalidade deveram muito também aos primeiros grupos de Juventude Alemã em sua fase Wandervogel.
O fim secreto desses grupos é perpetuar a atitude psicológica da adolescência; isso explica muito do que aparece peculiar ao Estado nazista. Assim como é possível tornar a influência da família tão dominadora que a mentalidade de seus membros permaneça retardada e imatura, também o é utilizar artifícios do grupo para manter e difundir uma infantilidade irrestrita na sociedade em geral. Nas escolas de líderes (Führers) em que eles treinam a liderança, tudo é feito para produzir uma mescla bizarra de emotividade infantil e submissão cega. Os nazistas sabem que seu tipo de líder só pode florescer em grupos do tipo bando. É sobretudo a esses auditórios com um desenvolvimento emocional artificialmente tolhido que atraem os gritos histéricos de Hitler. Quando Churchill diz: “ Nada tenho a oferecer além de sangue, suor, labuta e lágrimas” ele está apelando para uma nação de adultos.
A finalidade capital dessa análise é chamar a atenção para a necessidade da criação de uma contra-estratégia. Em remediar os efeitos desintegradores da civilização industrial em nossa família e na vida da comunidade. Mas elas tem de fazer mais do que se protegerem contra o contágio. O que há de verdadeiramente promissor no novo método do grupo é que pode ser empregado com fins construtivos. Hitler apenas malbaratou e deturpou uma potencialidade até então negligenciada: as forças criadoras da existência em grupo. A ocasião para a melhor utilização dos métodos coletivos chegará quando nos defrontarmos com o problema de reorganizar o mundo segundo novos traços e com a tarefa de recondicionar a mentalidade Nazista.
Karl Mannheim foi um sociólogo judeu nascido na Hungria, que faleceu em 1947. Em 1944 escreveu um livro chamado "Diagnosis Of Our Time", que foi lançado no Brasil em 1973, com o título “Diagnóstico de Nosso Tempo”.
O que você vai ler a seguir é um capítulo chamado “Estratégia do Grupo Nazista”. Leia e reflita a respeito do processo criado pelos nazistas. Talvez você encontre similaridades com o que anda acontecendo em alguns países latino americanos.
Estratégia do Grupo Nazista
Hitler inventou um novo método a que se pode dar o nome de estratégia do grupo nazista. O ponto capital da estratégia psicológica de Hitler é jamais encarar o individuo como pessoa,mas sempre como membro de um grupo social.O que Hitler faz por instinto está acorde com os descobrimentos da moderna Sociologia, ou seja, de que o homem é mais facilmente influenciado através dos vínculos do grupo; o que é mais importante ainda, as reações dele variam conforme o grupo particular a que pertence. O homem porta-se diferentemente na família, no clube, no exército, em seus negócios, ou como um cidadão em geral.
O grande Duque de Marlborough era comandante do exército, em seus negócios e, no entanto, em casa vivia controlado pela esposa.
Cada grupo aparentemente possui suas próprias tradições , proibições e formas de expressão peculiares e enquanto se conserva intacto apóia e orienta o comportamento de seus membros.
1. Desorganização Sistemática da Sociedade
Hitler sabia instintivamente que enquanto as pessoas se sentem abrigadas em seus próprios grupos sociais, ficam imunes à influência dele. O artifício oculto da estratégia de Hitler, por conseguinte, consiste em romper a resistência do espírito individual por meio da desorganização dos grupos aos quais esses indivíduos pertencem. Ele sabe que um homem sem laços com o grupo é como um caranguejo sem a carapaça. Essa desorganização, tal como sua tática de guerra-relâmpago, tem de ser rápida e violenta simultaneamente; mesmo assim, porém, seu efeito só será duradouro se conseguir formar imediatamente novos grupos que fomentem o gênero de comportamento aprovado pelo seu partido.
Assim, há duas fases principais na estratégia do grupo de Hitler: a decomposição dos grupos tradicionais da sociedade civilizada e uma rápida reconstrução baseada em um padrão de grupos inteiramente novo. No trabalho de desintegração inicial ele pode, está claro, confiar em grande parte na ausência de planificação de nossa vida econômica. Por exemplo, essa ausência é responsável pela condição mais desmoralizante de todas, o desemprego crônico. Porém, quando essa desintegração espontânea não avançou o suficiente para atender aos fins de Hitler, ele aplica seus próprios métodos. São diversos os métodos de que dispõe para lidar com a família, a Igreja, os partidos políticos e as nações. Os elementos dessa técnica ele os aprendeu com os comunistas, mas os pormenores foram por ele elaborados durantes sua própria luta na selva política da Alemanha da década de 1920. Aprendeu como dissolver comícios de massa, como desmoralizar adeptos de outros partidos, como fingir que cooperava com grupos rivais para, a seguir, quando o momento era julgado oportuno, provocar sua queda. Tudo o que ele fez ultimamente foi transferir essa estratégia do grupo para o campo da política exterior.
Considere-se o caso de nações. Nisso, sua primeira regra parece ser de nunca empregar a força antes de haver esgotado as possibilidades de desmoralização. Ele sabe que os grupos, especialmente nações inteiras, com uma sólida vida de grupo e moral intacto, reagem desassombradamente a ameaças ostensivas e a ataques diretos; tornam-se mais unidos do que antes. Essa saudável vida de grupo é o segredo da inquebrantável resistência britânica e explica a hesitação de Hitler para atacar este país. Quando ele consegue encontrar traidores e colaboracionistas dentro dos grupos, recorre à técnica de penetração no grupo. Manda emissários como turistas e sob outros disfarces para conquistar para seu lado os adversários do regime existente e os desajustados e fracassados sociais. Tendo organizado os agentes de massa dum movimento subterrâneo, procura isolar a nação do mundo exterior. Flanqueamento, envolvimento e isolamento total são as principais etapas desse processo. A essa altura, a vitima acha-se inteiramente à sua mercê; Hitler, contudo, ainda evita o ataque direto e prefere o sistema de desmoralização total vinda de dentro. Na tensão que então impera, são difundidos boatos, insuflados temores, jogados grupos rivais uns contra os outros e afinal é ministrada a assaz conhecida mistura nazista de ameaças e promessas. Tais são os métodos que ele empregou na Áustria, Tcheco-Eslováquia, Romênia, Bulgária e outros países. Os documentos secretos apreendidos na incursão da Lofoten, na Noruega, mostram claramente como são sistemáticos esses métodos: as instruções do exército nazista previam toda fonte possível de resistência e indicavam as contramedidas.
2. Efeitos sobre o individuo
Nessa fase, a desmoralização e a decomposição dos grupos sociais principiam a produzir efeitos no individuo. E, o que é pior, em vastos números de indivíduos simultaneamente. A explicação psicológica desse fato é simplesmente a seguinte: o homem entregue a si mesmo não pode oferecer resistência. Como os vínculos com seu grupo é que lhe dão apoio, segurança e reconhecimento, para nada dizer dos valiosos laços de amizade e confiança, a dissolução deles deixa-o inerme. Ele se comporta como uma criança que se extraviou ou que perdeu a pessoa amada; por isso sente-se inseguro, disposto a apegar-se a quem quer que se apresente.
Além de tudo isso, os métodos modernos de guerra total ou de propaganda total não dão tempo ao homem para se recobrar nem oportunidade para congregar-se em torno de um chefe e correr o risco de resistir. Particularmente em nações pequenas, surge do dia para a noite um quase completo caos social e anarquia. Isso tem influencia considerável sobre o individuo e seu ulterior comportamento. O fato é que a desintegração do grupo tende a ser seguida dum colapso da consciência moral do individuo. Ele se vê tentado a pensar mais ou menos assim: “Afinal de contas, tudo em que eu acreditava até agora talvez estivesse errado. Pode ser que a vida não passe de uma luta pela sobrevivência e pela supremacia. A escolha que tenho é entre tornar-me um mártir ou aderir à nova ordem; quiçá eu possa chegar a ser um membro destacado dela. Ademais, se eu não aderir hoje, amanhã talvez seja demasiado tarde”. É nessa disposição de espírito que as pessoas se permitem engolir afirmações como a feita pelo Ministro da Justiça nazista:
“Antigamente estávamos acostumados a dizer: “ Isto está certo ou errado?” Hoje devemos colocar a questão nestes termos: “ Que diria o Führer? ” É para este tipo de raciocínio que o cínico oportunismo de Hitler apela, e ao qual é endereçado o seu evangelho de violência e lei do mais forte.
Tem sido bastante ressaltado o papel desempenhado pelo medo, pelo ódio, pela insegurança e pela desconfiança no regime nazista. De minha parte, quero acrescentar a este rol o elemento de desespero. No fundo de todas as reações nazistas, encontra-se o desespero. O mundo deles é um em que todos se sentem traídos, isolados e não mais confiam no próximo.
3. “A Nova Ordem”
Tendo reduzido a comunidade ao pânico e ao desespero, Hitler inicia então o segundo movimento de sua estratégia.
Procura reconstruir uma nova ordem seguindo duas linhas distintas. Uma destina-se a escravizar as massas, a outra a entrincheirar sua liderança e o terrorismo de seu Partido.
Para aquela, adota uma organização militar baseada no modelo prussiano: aplica-a a tudo, à organização da juventude, da indústria, dos trabalhadores e da opinião. Uma vez mais, explora o medo, o ódio e o terrorismo, pois é muito mais fácil encontrar um escoadouro para o sentimento de hostilidade dos grupos do que mobilizar suas energias construtivas. Daí o uso de “ raças” e de indivíduos como bodes expiatórios. As supostas inferioridade e perversidade dos judeus são transformadas em desculpa para que se lhes cuspa nos rostos, bata-se neles ou matem-nos a sangue frio. O sistema do bode expiatório não só ajuda a libertar a comunidade de seu sentimento de culpa, mas impede que a hostilidade se volte contra o chefe quando a insatisfação é despertada.
Está claro, o bode expiatório não precisa ser forçosamente um produto interno. Os chefes de todos os países que se opõem ao nazismo podem ser apontados como alvo para a hostilidade no lugar de Hitler. E assim o vemos acusando Churchill de todos os pecados de sua própria cartilha.
4. Formação dos Novos Líderes
A organização militar e a supressão, todavia, por si sós não bastariam. Hitler sabe que para esse tipo de sociedade sobreviver é mister algo mais dinâmico do que arregimentação; por isso, criou centros de fermentação emocional de que as unidades das tropas de assalto constituem o modelo. Elas provém diretamente dos bandos militares posteriores à I Guerra Mundial, que desde o começo ameaçaram e tentaram dissolver a sociedade civil. Mas sua organização e mentalidade deveram muito também aos primeiros grupos de Juventude Alemã em sua fase Wandervogel.
O fim secreto desses grupos é perpetuar a atitude psicológica da adolescência; isso explica muito do que aparece peculiar ao Estado nazista. Assim como é possível tornar a influência da família tão dominadora que a mentalidade de seus membros permaneça retardada e imatura, também o é utilizar artifícios do grupo para manter e difundir uma infantilidade irrestrita na sociedade em geral. Nas escolas de líderes (Führers) em que eles treinam a liderança, tudo é feito para produzir uma mescla bizarra de emotividade infantil e submissão cega. Os nazistas sabem que seu tipo de líder só pode florescer em grupos do tipo bando. É sobretudo a esses auditórios com um desenvolvimento emocional artificialmente tolhido que atraem os gritos histéricos de Hitler. Quando Churchill diz: “ Nada tenho a oferecer além de sangue, suor, labuta e lágrimas” ele está apelando para uma nação de adultos.
A finalidade capital dessa análise é chamar a atenção para a necessidade da criação de uma contra-estratégia. Em remediar os efeitos desintegradores da civilização industrial em nossa família e na vida da comunidade. Mas elas tem de fazer mais do que se protegerem contra o contágio. O que há de verdadeiramente promissor no novo método do grupo é que pode ser empregado com fins construtivos. Hitler apenas malbaratou e deturpou uma potencialidade até então negligenciada: as forças criadoras da existência em grupo. A ocasião para a melhor utilização dos métodos coletivos chegará quando nos defrontarmos com o problema de reorganizar o mundo segundo novos traços e com a tarefa de recondicionar a mentalidade Nazista.
Los acuerdos de Santos y Chávez - acho que o beiçudo dançou. Vejam o que prometeu logo abaixo, mas não nos empolguemos. Promessa de sociopata e nada é quase a mesma coisa.
UNOAMERICA
Miércoles, 11 de Agosto de 2010
Politica Colombia y Venezuela restablecieron relaciones diplomáticas, a pesar de las contradicciones de Chávez
Miércoles, 11 de Agosto de 2010
Politica Colombia y Venezuela restablecieron relaciones diplomáticas, a pesar de las contradicciones de Chávez
| Chávez y Santos en la Quinta de San Pedro Alejandrino - Santa Marta, Colombia |
Los Presidentes de Colombia y Venezuela, restablecieron las relaciones diplomáticas ayer en la Quinta de San Pedro Alejandrino, destacando cinco puntos que serán el eje de esta “reconciliación”. El primero referente al pago a los exportadores colombianos, el segundo un mecanismo de intercambio comercial, el tercero relacionado con los proyectos productivos que contemplen un importante espacio social, el cuarto con obras de infraestructura y salida comercial de Venezuela por territorio colombiano y el quinto, la no presencia de grupos terroristas en territorio venezolano.
"El resultado ha sido muy positivo, hemos decidido que los dos países restablecen sus relaciones diplomáticas y relanzan una hoja de ruta para que todos los aspecto de la relaciones se puedan analizar. Estamos identificados el presidente Chávez y yo en la necesidad básica de anteponer las necesidades de nuestro pueblo por encima de una conveniencia personal", dijo el nuevo Presidente de Colombia; Juan Manuel Santos.
Por su parte, Chávez se comprometió a no tolerar la presencia de las FARC en su territorio, promesa a la que Santos contesto "En materia de seguridad el presidente Chávez ha dicho en todas las formas que no va a permitir la presencia de grupos al margen de la ley en su territorio es un paso importante para que las relaciones se mantengan sobre bases firmes".
La promesa de Chávez no representa credibilidad, ya que hay pruebas contundentes de presencia de este grupo terrorista en Venezuela, además del apoyo abierto que promulga el mandatario venezolano por las FARC, recordando que ha rendido tributo a Raúl Reyes, a Manuel Marulanda Vélez, incluso con plazas y bibliotecas que llevan su nombre, sin olvidar la petición que hizo a los gobiernos del continente y a la Unión Europea de retirar de la lista de grupos terroristas a las FARC y al ELN.
En medio de contradicciones, Chávez negó en una entrevista haber apoyado las causas de estos terroristas y discutió con un periodista colombiano cuando éste le preguntó por el minuto de silencio por Raúl Reyes, diciéndole que todo era mentira y que contextualizara los momentos en los que el había hecho algunas declaraciones. (ver video)
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
SEGURANÇA: Parece um conto de terror mas não é. Esta é a realidade em que vivemos no Espírito Santo.
BLOG DO SERGIO CAMILO - MEU CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL
Cavaleiro: este é o ÚNICO candidato no ESPÍRITO SANTO a levantar esta bandeira: O PODER PÚBLICO, O CRACK E A COCAÍNA. Leiam e vão entender. Então, campanha aberta:
Cliquem AQUI e conheçam a pessoa.
Agora vamos ao que ele escreveu.
Caros amigos do Espírito Santo, quero compartilhar com vocês meu ponto de vista sobre segurança, que pode ser resumido em uma frase:
- Sem segurança, nada mais adianta.
Vamos analisar juntos esta minha opinião?
Digamos que uma família seja rica, todos gozam de muito boa saúde, estudaram muito e possuem grande conhecimento. Moram em uma grande e bela casa, os filhos são estudiosos, inteligentes e afetuosos. Não possuem vícios nem traumas e todos convivem bem, todos se sentem amados e respeitados. Uma família realmente quase realizada e feliz, porém...
...esta família mora em uma região onde o Estado falta em um de seus deveres, a segurança.
Nesta região, a Prefeitura Municipal da capital disponibiliza recursos públicos para uma entidade que distribue em bares e restaurantes manuais que ensinam as pessoas a usarem crack e cocaína, além de diversas ferramentas e materiais para usarem crack e cocaína, depois de aprenderem como se faz. A Secretaria de Segurança Estadual desta região sabe que 70% (setenta por cento) dos assassinatos ocorridos estão relacionados ao uso e tráfico de entorpecentes, principalmente o crack, mas mesmo assim não impede a distribuição deste “KIT CRACK/COCAÍNA”. Esta Secretaria de Segurança afirma que mesmo conseguindo reduzir em apenas 0,3% (vou repetir, 0,3%) os assassinatos de um ano para o outro, vai continuar seguindo o “mesmo caminho”. Ou seja, esta Secretaria não está nem um pouco assustada com a redução praticamente nula do crime mais hediondo. E, pior, nesta região, o número de mortes foi aproximadamente DUAS VEZES MAIOR que o número de mortos no IRAQUE no mesmo período, proporcionalmente ao número de habitantes.
Como eu já disse, esta família, que tem tudo que as pessoas buscam, mora nesta região.
Qual a possibilidade de se ser feliz em uma região como esta, mesmo para esta família? E as outras famílias não tão abençoadas desta região, como se sentiriam?
O nome desta região é ESPÍRITO SANTO, o nosso estado, e os eventos relatados aconteceram ano passado, ou seja, em 2009. Está tudo registrado na mídia regional e internacional.
(cliquem AQUI para baixar as matérias jornalísticas e as Leis Municipais sobre o assunto (compactadas em format .RAR) ou AQUI para baixar uma por uma (em formato .PDF).
Entendem o que me levou a ser candidato a DEPUTADO ESTADUAL (Sérgio Camilo, número 44100)?
É para brigar contra este atual estado de coisas que lancei minha candidatura. Pois como já perceberam, eu considero a SEGURANÇA não um dos princípios básicos do Estado, mas O PRÍNCÍPIO BÁSICO POR EXCELÊNCIA E POR DEFINIÇÃO. Por isto que digo:
- Sem Segurança, nada mais adianta.
Em breve mais notícias escandalosas sobre o atual estado de coisas no Espírito Santo.
Enviem e-mails, façam perguntas, críticas, sugestões e, principalmente falem-me sobre seus problemas, preocupações e pontos de vista.
Cavaleiro: este é o ÚNICO candidato no ESPÍRITO SANTO a levantar esta bandeira: O PODER PÚBLICO, O CRACK E A COCAÍNA. Leiam e vão entender. Então, campanha aberta:
SÉRGIO CAMILO - 44100 - DEPUTADO ESTADUAL/ES
Cliquem AQUI e conheçam a pessoa.
Agora vamos ao que ele escreveu.
Caros amigos do Espírito Santo, quero compartilhar com vocês meu ponto de vista sobre segurança, que pode ser resumido em uma frase:
- Sem segurança, nada mais adianta.
Vamos analisar juntos esta minha opinião?
Digamos que uma família seja rica, todos gozam de muito boa saúde, estudaram muito e possuem grande conhecimento. Moram em uma grande e bela casa, os filhos são estudiosos, inteligentes e afetuosos. Não possuem vícios nem traumas e todos convivem bem, todos se sentem amados e respeitados. Uma família realmente quase realizada e feliz, porém...
...esta família mora em uma região onde o Estado falta em um de seus deveres, a segurança.
Nesta região, a Prefeitura Municipal da capital disponibiliza recursos públicos para uma entidade que distribue em bares e restaurantes manuais que ensinam as pessoas a usarem crack e cocaína, além de diversas ferramentas e materiais para usarem crack e cocaína, depois de aprenderem como se faz. A Secretaria de Segurança Estadual desta região sabe que 70% (setenta por cento) dos assassinatos ocorridos estão relacionados ao uso e tráfico de entorpecentes, principalmente o crack, mas mesmo assim não impede a distribuição deste “KIT CRACK/COCAÍNA”. Esta Secretaria de Segurança afirma que mesmo conseguindo reduzir em apenas 0,3% (vou repetir, 0,3%) os assassinatos de um ano para o outro, vai continuar seguindo o “mesmo caminho”. Ou seja, esta Secretaria não está nem um pouco assustada com a redução praticamente nula do crime mais hediondo. E, pior, nesta região, o número de mortes foi aproximadamente DUAS VEZES MAIOR que o número de mortos no IRAQUE no mesmo período, proporcionalmente ao número de habitantes.
Como eu já disse, esta família, que tem tudo que as pessoas buscam, mora nesta região.
Qual a possibilidade de se ser feliz em uma região como esta, mesmo para esta família? E as outras famílias não tão abençoadas desta região, como se sentiriam?
O nome desta região é ESPÍRITO SANTO, o nosso estado, e os eventos relatados aconteceram ano passado, ou seja, em 2009. Está tudo registrado na mídia regional e internacional.
(cliquem AQUI para baixar as matérias jornalísticas e as Leis Municipais sobre o assunto (compactadas em format .RAR) ou AQUI para baixar uma por uma (em formato .PDF).
Entendem o que me levou a ser candidato a DEPUTADO ESTADUAL (Sérgio Camilo, número 44100)?
É para brigar contra este atual estado de coisas que lancei minha candidatura. Pois como já perceberam, eu considero a SEGURANÇA não um dos princípios básicos do Estado, mas O PRÍNCÍPIO BÁSICO POR EXCELÊNCIA E POR DEFINIÇÃO. Por isto que digo:
- Sem Segurança, nada mais adianta.
Em breve mais notícias escandalosas sobre o atual estado de coisas no Espírito Santo.
Enviem e-mails, façam perguntas, críticas, sugestões e, principalmente falem-me sobre seus problemas, preocupações e pontos de vista.
SÉRGIO CAMILO - 44100
Candidato a Deputado Estadual
Partido Republicano Progressista
Até breve, Presidente Uribe!
Cliquem aqui para verem o artigo da GRAÇA SALGUEIRO sobre a despedida de Álvaro Uribe da Presidência da Colômbia, com vídeos e tudo mais.
Apelo do bispo emérito de Anápolis
VERTEBRAL
Caros irmãos no Episcopado,
Suportem-me, que o menor dos irmãos lhes possa dirigir uma palavrinha amiga, mas angustiada de quem se prepara, temeroso, para partir.
Pelo amor de Deus! Estamos diante de uma situação humanamente irreversível. A América Latina, outrora “Continente da Esperança”, como a saudava João Paulo II, hoje mergulha na ante-câmara do terrorismo vermelho, aliás, como prenunciava aos pastorinhos de Fátima a Senhora do Rosário.
Podem parecer, a essa altura, resquícios de uma idade de trevas, mas tudo acontece como se ouviu em dezembro de 1917 (“a Rússia comunista espalhará seus erros pelo mundo, com perseguições à Igreja, etc.”). Assusta-me a corrupção dentro da Igreja, o desmantelamento dos seminários, a maçonização de Cúrias e Movimentos.
Horroriza-me a frieza com que olhamos tal estado de coisas. Somos pastores ou cães voltados contra as ovelhas? Somos ou não, alem disso, cúmplices de uma política atéia empenhada em apagar os últimos traços da nossa vida cristã?
Perdoem-me, mas não poderia deixar de falar, sem me sentir infiel à minha consciência e à minha Igreja.
Parabéns a Dom Luiz Gonzaga Bergonzini e a Dom Henrique Soares da Costa.
In Xto et Matre,
Dom Manoel Pestana Filho
Bispo Emérito de Anápolis
--
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"
Caros irmãos no Episcopado,
Suportem-me, que o menor dos irmãos lhes possa dirigir uma palavrinha amiga, mas angustiada de quem se prepara, temeroso, para partir.
Pelo amor de Deus! Estamos diante de uma situação humanamente irreversível. A América Latina, outrora “Continente da Esperança”, como a saudava João Paulo II, hoje mergulha na ante-câmara do terrorismo vermelho, aliás, como prenunciava aos pastorinhos de Fátima a Senhora do Rosário.
Podem parecer, a essa altura, resquícios de uma idade de trevas, mas tudo acontece como se ouviu em dezembro de 1917 (“a Rússia comunista espalhará seus erros pelo mundo, com perseguições à Igreja, etc.”). Assusta-me a corrupção dentro da Igreja, o desmantelamento dos seminários, a maçonização de Cúrias e Movimentos.
Horroriza-me a frieza com que olhamos tal estado de coisas. Somos pastores ou cães voltados contra as ovelhas? Somos ou não, alem disso, cúmplices de uma política atéia empenhada em apagar os últimos traços da nossa vida cristã?
Perdoem-me, mas não poderia deixar de falar, sem me sentir infiel à minha consciência e à minha Igreja.
Parabéns a Dom Luiz Gonzaga Bergonzini e a Dom Henrique Soares da Costa.
In Xto et Matre,
Dom Manoel Pestana Filho
Bispo Emérito de Anápolis
--
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"
Neurônio multiplicador
AUGUSTO NUNES
11/08/2010 às 15:14 \ Sanatório Geral
11/08/2010 às 15:14 \ Sanatório Geral
“O Brasil investia menos de R$ 300 milhões em saneamento no país inteiro. Hoje, aqui no Rio, numa favela, a da Rocinha, nós investimos mais de R$ 270 milhões”.
Dilma Rousseff, na entrevista ao Jornal Nacional, mostrando que consegue transformar R$ 80 milhões – valor previsto, e ainda não investido, em obras de saneamento na Rocinha – em R$ 270 milhões sem ficar ruborizada.
A Paz no Brasil depende da Paz no Campo
BLOG DO DOM BERTRAND
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Nelson Ramos Barretto
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Limitar a propriedade é limitar o Brasil – Faça sua parte
A Paz no Brasil depende da Paz no Campo. Faça sua parte!
Nelson Ramos Barretto
A Campanha Paz no Campo, através de seu boletim Sem Medo da Verdade, convida a todos a defenderem o Brasil de mais esta agressão: limitação da propriedade…
Estaremos caminhando rumo à cubanização? Estaremos nos assemelhando à Venezuela de Chávez?
Por que limitar a propriedade, se o Estado é o maior “latifundiário”? Limitando a propriedade, estaremos limitando o incentivo ao trabalho e à produção.
Limitando a propriedade, estaremos nos transformando em escravos do Estado. Qual a distância disso para o comunismo? Nenhuma!
Por isso, esse blog se solidariza com a importante atuação de Paz no Campo, e convida a todos seus leitores a participarem da campanha de apelo aos bispos da CNBB, alguns dos quais infelizmente são os impulsionadores desse pulo no escuro rumo à comunistização do Brasil.
Faça sua parte! e reaja!
Mensagem aos participantes da Paz no Campo
Encontramo-nos diante de violenta investida contra a propriedade rural.
A esquerda voltou sua artilharia contra o direito de propriedade ao propor limites ao tamanho da terra. O que passar dos limites sugeridos por eles seria simplesmente expropriado!
A proposta é a mais radical já apresentada por grupos da esquerda. São 54 entidades, incluindo Contag e MST – o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo – que se mobilizam para:
1) Coleta de assinaturas para uma Proposta de Emenda Constitucional pela limitação da propriedade rural.
2) Convocação para um Plebiscito pelo Limite da Propriedade da Terraque ocorrerá entre os dias 01 e 07 de setembro e
3) Dia Nacional de Mobilização pelo Limite da Propriedade da Terra, que será realizado no dia 12 de agosto, em memória da “mártir” Margarida Alves, camponesa morta em 1983
Os organizadores da campanha dizem contar “com o apoio oficial da CNBB e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil”. (Clique aqui e veja no site dos organizadores da campanha)
Foi com medidas populistas deste naipe que Chávez chegou ao poder na Venezuela e vem implantando a ditadura comunista “bolivariana”.
Para que isso não aconteça no Brasil, teremos de agir rapidamente.
Para que isso não aconteça no Brasil, teremos de agir rapidamente.
Dom Cristiano Krapf, bispo de Jequié (BA), em carta aos seus colegas de Episcopado denunciou tal plebiscito como contrário aos interesses do País:
“Um plebiscito para dividir fazendas?” (Clique aqui e veja no site da CNBB o documento de D. Cristiano)
Em recente reunião da CNBB em Brasília, quando foi apresentado para votação um documento de apoio ao PNDH-3, vários bispos se opuseram à iniciativa, denunciando o documento como inspirado no governo Chávez.
Vamos, pois escrever aos Bispos para que eles esclareçam à opinião pública que a absurda Campanha do Plebiscito pelo Limite da Propriedade da Terra não conta com o apoio do Episcopado Nacional.
Prezado amigo, se V., eu e todos os brasileiros que desejam a manutenção de nossos direitos não lutarmos hoje, amanhã será tarde demais para lamentar.
Contamos, pois, com sua participação e mobilização ao convidar e insistir para que seus amigos façam o mesmo.
Atenciosamente
Nelson Ramos Barretto
Coordenador da Paz no Campo
Uribe: o Churchill da América do Sul
HEITOR DE PAOLA
Armando Ribas
As recentes declarações do presidente Uribe a respeito do plano da UNASUL, para o restabelecimento das relações entre a Colômbia e a Venezuela, o coloca como o Churchill da América do Sul.
Como se recordará, Chamberlain e Deladier concorreram à reunião de Munique, com Hitler, onde entregaram a Checoslováquia às hostes nazistas. Ao regresso de Chamberlain à Inglaterra, Churchill fez a seguinte declaração pública: “Perderam a honra para evitar a guerra, e agora terão a guerra sem a honra”. Suas palavras foram lamentavelmente proféticas, e com o tempo, Hitler violando o tal acordo invadiu a Polônia em conivência com Stalin, de conformidade com o pacto Ribbentrop-Molotov para repartir a Europa.
O fato da aproximação do final do seu mandato, de conformidade com a lei colombiana, não obstante seu reconhecimento popular, coloca a Uribe na situação inversa à que enfrentara Winston Churchill em 1939. Naquela oportunidade Churchill estava longe de ser popular e tanto que, segundo lembro, não o publicavam no Financial Times. Portanto, o fracasso da falácia de Munique permitiu que os “spitfires” aparecessem como dissera Churchill: “Nunca antes, tantos deveram tanto a tão poucos”.
As palavras de Uribe são contundentes e, desde meu ponto de vista, testemunhas da realidade que enfrentamos, à qual denominara em alguma oportunidade como “a paz quente”. Assim disse Uribe, referindo-se ao suposto acordo para se discutir na Cúpula da UNASUL: “Se querem ajudar a que se recupere o problema guerrilheiro, que então digam à guerrilha que está lá (na Venezuela) que se desmobilize, que os fiscais da Colômbia vão até eles e os trazem aqui, submetidos a todas as garantias”. E com mais razão ainda, o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, advertiu que apresentará “um arsenal de provas contra a Venezuela”.
Esperemos que a reversão situacional à qual me referi, não implique em que o acesso ao poder do presidente Santos se constitua no Chamberlain desta nova Munique da América, reconhecida como a Cúpula da UNASUL. Como disse antes, a América Latina, talvez em maior extensão que o resto do denominado mundo Ocidental, vive em suas entranhas a Paz Quente. Quer dizer, o enfrentamento entre a liberdade como expressão do Rule of Law (os limites do poder e o respeito pelos direitos individuais), e o que denominei o “obscurantismo da razão”, expressado na ideologia marxista e hoje vivendo sob o disfarce da demagogia supostamente democrática. (Olocracia, segundo Polibio). Isto é, a substituição do direito divino das leis pelo direito divino dos povos, ou seja, a “razão de Estado”.
Como disse muito bem Vladimir Bukovsky recentemente no CATO: “A guerra fria foi uma confrontação entre a democracia liberal e o socialismo totalitário. Foi uma batalha ideológica, uma guerra de idéias. E uma guerra que nunca ganhamos”. Podemos dizer que a Paz Quente, independentemente do atual enfrentamento entre a Colômbia e a Venezuela, essa guerra centra-se não entre os Estados mas dentro de cada Estado. Ou seja, que o verdadeiro risco enfrentam os povos dos distintos Estados, e essa realidade parece óbvia hoje na Colômbia, pois a liberdade enfrenta as FARC e na Venezuela enfrenta a Chávez. Quer dizer, a luta não é pela suposta dominação mundial, senão por alcançar o poder político absoluto interno. Em outras palavras, uma Cuba continental.
O fracasso na recente reunião da UNASUL para conseguir um acordo que superasse o conflito entre a Colômbia e a Venezuela, mostra às claras a natureza do entrevero. O que se pode fazer para evitar um enfrentamento, quando é óbvio que a ideologia totalitária de Chávez condiz com a das FARC? E o que a Colômbia pode fazer, quando tem em suas fronteiras um amigo de seu inimigo? Certamente toda a tentativa da Colômbia de que Chávez não apóie as FARC, que são seus aliados ideológicos, é um sonho de uma noite de verão. E não esqueçamos que o movimento 26 de Julho que impera em Cuba por mais de 51 anos, é o reflexo sinistro das FARC colombianas. E assim como parece que o mundo pretende ignorar os crimes de Fidel Castro e seu irmão (Raúl), não é difícil conceber que se está fazendo o mesmo com a guerrilha colombiana.
É evidente que o “politicamente correto” se encontra na esquerda, em nome dos direitos do povo, não obstante que na prática esse discurso se constitui na opressão dos povos em seu próprio nome, tal como disse o Padre Félix Varela. No continente, é óbvio que Lula também está mais perto de Chávez e Castro do que de Uribe. Portanto, independentemente de seus logros no Brasil sua ideologia continua sendo supostamente aquela que o levou ao poder, e que agora se amplia com seu apoio à candidata guerrilheira Dilma Rousseff.
Foi assim que se manifestou, dizendo que o enfrentamento entre a Colômbia e a Venezuela não era real senão verbal, e portanto está disposto a falar com Santos e Chávez. Aparentemente houve uma desaprovação pela ausência de Kirchner, porém, acaso cabe alguma dúvida de qual lado se encontra o governo argentino entre Chávez e Uribe?
Certamente já sabemos, por mais que a Srª Clinton o ignore, de qual lado se encontra o presidente do Equador. E recentemente tivemos uma má notícia a respeito do Chile nesta guerra psicológica. Segundo as pesquisas, a popularidade do presidente Piñera caiu para 45%. Diz-se que é por causa da situação econômica, porém se é assim, o que se ignora é que a reavaliação do peso, de 52% entre 2001 e 2010, não foi culpa do atual presidente. Desde meu ponto de vista, é provável que sua posição na luta continental algo ambígua, dado suas origens, pode ter causado uma certa decepção entre seus partidários.
Em geral, pretende-se ignorar as últimas notícias referentes às guerrilhas das FARC dispersas pelo continente e que estimam-se em uns 15.000 homens. Tanto é assim, que o presidente eleito da Colômbia parece encaminhado a fazer o papel de Chamberlain em Munique. Assim, ao menos soam suas palavras, que tal como chegaram a meus ouvidos, dizem: “que respeita Uribe e que vai cuidar do seu legado, porém que não vai comprar suas brigas”. Primeiro, não está claro qual é o legado que vai cuidar, e não suas brigas, quando a realidade é que Uribe não gerou suas brigas com as FARC, senão que é o povo da Colômbia quem as sofre, nem tampouco o fato evidente de que Chávez apóia seu inimigo.
E por último, qual é a posição dos Estados Unidos? Já vimos que na Segunda Guerra Mundial foi necessário esperar por Pearl Harbor. Por outra parte, a guerra contra o terrorismo começou com o atentado de 11 de setembro. Porém, o terrorismo não se esgota no mundo muçulmano, senão que aflora em nossas terras da mão do obscurantismo da razão, engendrado pelo totalitarismo marxista prevalecente.
Que mal lhes pese, não há dúvidas de que a liberdade no mundo através da história dependeu da Casa Branca, não obstante os erros de política que podemos lamentar. Creio que está na hora de que se dêem conta de quem são os que estão contra a liberdade em nosso continente, e me pergunto qual é o fato que poderá determinar que tomem alguma decisão a respeito.
Fonte: Diario las Américas. (Miami).
Tradução: Graça Salgueiro
Armando Ribas
As recentes declarações do presidente Uribe a respeito do plano da UNASUL, para o restabelecimento das relações entre a Colômbia e a Venezuela, o coloca como o Churchill da América do Sul.
Como se recordará, Chamberlain e Deladier concorreram à reunião de Munique, com Hitler, onde entregaram a Checoslováquia às hostes nazistas. Ao regresso de Chamberlain à Inglaterra, Churchill fez a seguinte declaração pública: “Perderam a honra para evitar a guerra, e agora terão a guerra sem a honra”. Suas palavras foram lamentavelmente proféticas, e com o tempo, Hitler violando o tal acordo invadiu a Polônia em conivência com Stalin, de conformidade com o pacto Ribbentrop-Molotov para repartir a Europa.
O fato da aproximação do final do seu mandato, de conformidade com a lei colombiana, não obstante seu reconhecimento popular, coloca a Uribe na situação inversa à que enfrentara Winston Churchill em 1939. Naquela oportunidade Churchill estava longe de ser popular e tanto que, segundo lembro, não o publicavam no Financial Times. Portanto, o fracasso da falácia de Munique permitiu que os “spitfires” aparecessem como dissera Churchill: “Nunca antes, tantos deveram tanto a tão poucos”.
As palavras de Uribe são contundentes e, desde meu ponto de vista, testemunhas da realidade que enfrentamos, à qual denominara em alguma oportunidade como “a paz quente”. Assim disse Uribe, referindo-se ao suposto acordo para se discutir na Cúpula da UNASUL: “Se querem ajudar a que se recupere o problema guerrilheiro, que então digam à guerrilha que está lá (na Venezuela) que se desmobilize, que os fiscais da Colômbia vão até eles e os trazem aqui, submetidos a todas as garantias”. E com mais razão ainda, o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, advertiu que apresentará “um arsenal de provas contra a Venezuela”.
Esperemos que a reversão situacional à qual me referi, não implique em que o acesso ao poder do presidente Santos se constitua no Chamberlain desta nova Munique da América, reconhecida como a Cúpula da UNASUL. Como disse antes, a América Latina, talvez em maior extensão que o resto do denominado mundo Ocidental, vive em suas entranhas a Paz Quente. Quer dizer, o enfrentamento entre a liberdade como expressão do Rule of Law (os limites do poder e o respeito pelos direitos individuais), e o que denominei o “obscurantismo da razão”, expressado na ideologia marxista e hoje vivendo sob o disfarce da demagogia supostamente democrática. (Olocracia, segundo Polibio). Isto é, a substituição do direito divino das leis pelo direito divino dos povos, ou seja, a “razão de Estado”.
Como disse muito bem Vladimir Bukovsky recentemente no CATO: “A guerra fria foi uma confrontação entre a democracia liberal e o socialismo totalitário. Foi uma batalha ideológica, uma guerra de idéias. E uma guerra que nunca ganhamos”. Podemos dizer que a Paz Quente, independentemente do atual enfrentamento entre a Colômbia e a Venezuela, essa guerra centra-se não entre os Estados mas dentro de cada Estado. Ou seja, que o verdadeiro risco enfrentam os povos dos distintos Estados, e essa realidade parece óbvia hoje na Colômbia, pois a liberdade enfrenta as FARC e na Venezuela enfrenta a Chávez. Quer dizer, a luta não é pela suposta dominação mundial, senão por alcançar o poder político absoluto interno. Em outras palavras, uma Cuba continental.
O fracasso na recente reunião da UNASUL para conseguir um acordo que superasse o conflito entre a Colômbia e a Venezuela, mostra às claras a natureza do entrevero. O que se pode fazer para evitar um enfrentamento, quando é óbvio que a ideologia totalitária de Chávez condiz com a das FARC? E o que a Colômbia pode fazer, quando tem em suas fronteiras um amigo de seu inimigo? Certamente toda a tentativa da Colômbia de que Chávez não apóie as FARC, que são seus aliados ideológicos, é um sonho de uma noite de verão. E não esqueçamos que o movimento 26 de Julho que impera em Cuba por mais de 51 anos, é o reflexo sinistro das FARC colombianas. E assim como parece que o mundo pretende ignorar os crimes de Fidel Castro e seu irmão (Raúl), não é difícil conceber que se está fazendo o mesmo com a guerrilha colombiana.
É evidente que o “politicamente correto” se encontra na esquerda, em nome dos direitos do povo, não obstante que na prática esse discurso se constitui na opressão dos povos em seu próprio nome, tal como disse o Padre Félix Varela. No continente, é óbvio que Lula também está mais perto de Chávez e Castro do que de Uribe. Portanto, independentemente de seus logros no Brasil sua ideologia continua sendo supostamente aquela que o levou ao poder, e que agora se amplia com seu apoio à candidata guerrilheira Dilma Rousseff.
Foi assim que se manifestou, dizendo que o enfrentamento entre a Colômbia e a Venezuela não era real senão verbal, e portanto está disposto a falar com Santos e Chávez. Aparentemente houve uma desaprovação pela ausência de Kirchner, porém, acaso cabe alguma dúvida de qual lado se encontra o governo argentino entre Chávez e Uribe?
Certamente já sabemos, por mais que a Srª Clinton o ignore, de qual lado se encontra o presidente do Equador. E recentemente tivemos uma má notícia a respeito do Chile nesta guerra psicológica. Segundo as pesquisas, a popularidade do presidente Piñera caiu para 45%. Diz-se que é por causa da situação econômica, porém se é assim, o que se ignora é que a reavaliação do peso, de 52% entre 2001 e 2010, não foi culpa do atual presidente. Desde meu ponto de vista, é provável que sua posição na luta continental algo ambígua, dado suas origens, pode ter causado uma certa decepção entre seus partidários.
Em geral, pretende-se ignorar as últimas notícias referentes às guerrilhas das FARC dispersas pelo continente e que estimam-se em uns 15.000 homens. Tanto é assim, que o presidente eleito da Colômbia parece encaminhado a fazer o papel de Chamberlain em Munique. Assim, ao menos soam suas palavras, que tal como chegaram a meus ouvidos, dizem: “que respeita Uribe e que vai cuidar do seu legado, porém que não vai comprar suas brigas”. Primeiro, não está claro qual é o legado que vai cuidar, e não suas brigas, quando a realidade é que Uribe não gerou suas brigas com as FARC, senão que é o povo da Colômbia quem as sofre, nem tampouco o fato evidente de que Chávez apóia seu inimigo.
E por último, qual é a posição dos Estados Unidos? Já vimos que na Segunda Guerra Mundial foi necessário esperar por Pearl Harbor. Por outra parte, a guerra contra o terrorismo começou com o atentado de 11 de setembro. Porém, o terrorismo não se esgota no mundo muçulmano, senão que aflora em nossas terras da mão do obscurantismo da razão, engendrado pelo totalitarismo marxista prevalecente.
Que mal lhes pese, não há dúvidas de que a liberdade no mundo através da história dependeu da Casa Branca, não obstante os erros de política que podemos lamentar. Creio que está na hora de que se dêem conta de quem são os que estão contra a liberdade em nosso continente, e me pergunto qual é o fato que poderá determinar que tomem alguma decisão a respeito.
Fonte: Diario las Américas. (Miami).
Tradução: Graça Salgueiro
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".

