Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

DILMA NO TÚMULO DE TANCREDO: FINALMENTE, O LOBO EM PELE DE CORDEIRO

BLOG REINALDO AZEVEDO

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Cavaleiro do Templo: depois dos três artigos anteriores, é fichinha entender o que o Reinaldo nos mostra abaixo, não é mesmo? O que o PT é capaz de fazer para não largar o poder transcende o inimaginável, mas não assusta mais pois agora sabemos quem são!!!



A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tenta desesperadamente chamar a atenção. A iniciativa mais recente, de fato, é de lascar. Em seu périplo mineiro, decidiu botar flores no túmulo de Tancredo Neves. Segundo ela, o presidente Lula realizou o sonho do mineiro eleito presidente, mas que não chegou a tomar posse. Pouco importa de que lado se esteja da peleja, pouco importa a torcida, o fato é que o gesto é de uma impostura fabulosa.
A oposição divulgou uma nota em que acusou Dilma de “encenação” e “prática eleitoreira”. É um pouco mais: trata-se de uma farsa, porém exercida com método.

O PT combateu ferozmente Tancredo Neves e se negou a participar da votação no Colégio Eleitoral, que era, àquela altura, o único caminho possível para evitar a eleição de um presidente ainda indicado pelo Regime Militar. Sem a união do PMDB com o grupo de dissidentes do PDS — Frente Liberal, que seria o núcleo do futuro Partido da Frente Liberal (PFL) —, Paulo Maluf teria sido eleito presidente da República.


ATENÇÃO! Não é que o PT tenha apenas de oposto oficialmente à participação no Colégio e pronto! Ele expulsou 3 de seus então 8 deputados que contrariaram a orientação e decidiram votar em Tancredo: Beth Mendes, José Eudes e Airton Soares. Isto mesmo: expulsou, botou na rua, não quis mais saber, jogo-os aos leões. Foram tachados de “traidores”. Por quê? Porque, segundo os petistas, tudo não teria passado de uma tramóia para fazer a transição negociada. Tramóia? A emenda das Diretas tinha sido derrotada pelo Congresso.


Este é o PT. Construiu-se depredando reputações, dizendo um “não” sistemático a todas as tentativas honestas — as atrapalhadas e as boas, tanto fazia — de melhorar o Brasil que não estivessem sob o seu controle e sob o seu comando.

E vejam que coisa fabulosa: José Sarney, indicado pela Frente Liberal para ser o vice de Tancredo, acabou assumindo a Presidência. Os petistas lhe fizeram oposição ferrenha — num momento em que, vá lá, ele estava do lado que fazia avançar a democracia. O PT só se uniu a Sarney em 2002, quando ele estava de volta a seu nicho original, o coronelismo mais atrasado, ecoando o patrimonialismo mais primitivo.

Não foi só o Colégio Eleitoral que o PT sabotou não:

- tachou a Constituinte e a Constituição de tramóia das elites; o partido se negou a homologar o texto numa solenidade simbólica de adesão do Congresso á Carta Magna. Lula esteve entre os parlamentares constituintes mais relapsos. Dizia abertamente que aquilo não servia pra nada; que era a Casa dos 300 picaretas;

- quando Collor renunciou, e Itamar Franco assumiu a Presidência, o país chegara a uma espécie de grau zero da legalidade. O PT se negou a participar do governo porque as pesquisas indicavam que Lula era o favorito para sucedê-lo. Cumpria, pois, ficar na oposição, malhando o governo;

- o PT expulsou Luíza Erundina, que aceitou ser ministra do presidente Itamar Franco;

- o PT se opôs ferrenhamente ao Plano Real e sustentava que ele era contra os trabalhadores;

- o PT se opôs ao programa de reestruturação de bancos —  para o partido, nada além de mamata para banqueiros. O Proer é a base da solidez do sistema bancário brasileiro, que resistiu muito bem à crise global;

- o PT se opôs ao programa de reestruturação dos bancos estaduais, fonte permanente de desastres para os estados;

- o PT se opôs às privatizações, que retiraram o país da taba;

- o PT se opôs às reformas constitucionais, parte delas apresentada pelo próprio partido em 2003;

- o PT recorreu ao Supremo contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que Palocci passou a considerar “inegociável ” e “intocável” só a partir de 1º de janeiro de 2003;

- hoje, o PT sabota o programa de reestruturação da educação e da saúde em São Paulo.

Volto a Tancredo


A homenagem a Tancredo, com 25 anos de atraso, é a expressão de um método, além de ser ato do mais rasteiro eleitoralismo. O partido, costumo dizer, instituiu o presente eterno na política. Pouco importa o que tenha feito, sempre estará a defender o seu ato mais recente, como se a história não existisse. Sim, partidos podem mudar de rumo. O Trabalhista, da Inglaterra, dizia-se marxista e socializante. Antes da ascensão de Tony Blair, houve por bem rever os seus conceitos. Não chegou a ser um mea-culpa. Foi uma revisão: “Estamos errados; não podemos mais pensar isso”. E mudaram seus estatutos e sua prática.

O PT não revê coisa nenhuma. Sua teoria é outra e já foi exemplarmente exposta por Lula. Trata-se, como ele revelou numa entrevista concedida ainda em 2003, da Teoria da Bravata. Ele acha normal que um partido defenda uma coisa quando está na oposição e o seu oposto quando está na situação.

Essa postura é de tal sorte escandalosa que, no debate sobre a reforma da Previdência que Lula decidiu fazer em 2003 (depois de tê-la atacado severamente no governo FHC), os deputados federais do partido defendiam a proposta para os servidores da União, mas os deputados estaduais de São Paulo se opunham a texto idêntico para os funcionários do Estado. Afinal, o partido era governo no Brasil, mas era oposição em São Paulo.

Para ficar na zoologia dilmística, vemos agora a petista posar (Emir Sader escreveria “pousar”) de cordeiro no túmulo de Tancredo, embora o partido tenha sido o lobo de todos os que lutaram, antes dele, para fazer um país melhor.

Papa Pio XII - "Decretum Contra Communismum". Terceiro da série de artigos que mostram com quem estamos lidando "nêsti paíz"...

MONTFORT ASSOCIAÇÃO CULTURAL


  Para citar este texto:

Papa Pio XII - "Decretum Contra Communismum" 
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=decretos&artigo=anticomunismo〈=bra 
Online, 09/04/2010 às 16:24h


A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.



Decreto do Santo Ofício de 1949


Q. 1 Utrum licitum sit, partibus communistarum nomen dare vel eisdem favorem praestare.
[Acaso é lícito dar o nome ou prestar favor aos partidos comunistas?]

R. Negative: Communismum enim est materialisticus et antichristianus; communistarum autem duces, etsi verbis quandoque profitentur se religionem non oppugnare, se tamen, sive doctrina sive actione, Deo veraeque religioni et Ecclesia Christi sere infensos esse ostendunt.


Q. 2 Utrum licitum sit edere, propagare vel legere libros, periodica, diaria vel folia, qual doctrine vel actioni communistarum patrocinantur, vel in eis scribere.

[Acaso é lícito publicar, propagar ou ler livros, diários ou folhas que defendam a ação ou a doutrina dos comunistas, ou escrever nelas?]

R. Negative: Prohibentur enim ipso iure


Q. 3 Utrum Christifideles, qui actus, de quibus in n.1 et 2, scienter et libere posuerint, ad sacramenta admitti possint.

[Se os cristãos que realizarem concientemente e livremente, as ações conforme os n°s 1 e 2 podem ser admitidos aos sacramentos?]

R. Negative, secundum ordinaria principia de sacramentis denegandis iis, Qui non sunt dispositi


Q. 4 Utrum Christifideles, Qui communistarum doctrinam materialisticam et anti Christianam profitentur, et in primis, Qui eam defendunt vel propagant, ipso facto, tamquan apostatae a fide catholica, incurrant in excommunicationem speciali modo Sedi Apostolicae reservatam.

[Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, "ipso facto" caem em excomunhão ("speciali modo") reservada à Sé Apostólica?]

R. Affirmative



Comentários

Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.
Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente.

Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.

Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.

Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.

"Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI).

Socialismo é Comunismo, são apenas dois nomes diferentes para a mesma coisa. Quem diz o contrário está mentindo ou não sabe que macaco é um mamífero.

Cavaleiro do Templo:

Continuando o artigo anterior, agora vamos mostrar que o SOCIALISMO PETISTA exposto pelo vídeo feito pelo próprio PT não é nada mais do que COMUNISMO puro e simples.

Vou postar uma foto:






Agora vamos em frente.

Direto do SITE do PC do B, temos o "Curso Básico Nacional de Formação Política do Partido Comunista Brasileiro" e vejamos um trecho da página 6:

"...Para os Partidos Comunistas, é exatamente a superação do capitalismo pela passagem à primeira etapa do comunismo – o socialismo – que existe como muito mais do que uma possibilidade..."


Lembram o que nos fala o vídeo SOCIALISMO PETISTA sobre  Capitalismo x Socialismo? 




É EXATAMENTE A MESMA COISA!

SUPERAÇÃO DO CAPITALISMO PELO SOCIALISMO E, COMPLEMENTANDO (obrigado PC do B pela informação),

ESTA É A PRIMEIRA ETAPA DO COMUNISMO! 


Mas não precisávamos, de fato, desta informação.

Karl Marx, o SATANISTA, já disse isto, vejam aqui, sempre prestando atenção às fontes dos artigos, ok?


Avisem aos seus amigos
SOCIALISTAS/COMUNISTAS
onde eles estão metidos.

Falem para seus amigos que
PETISTAS são COMUNISTAS!

O Socialismo e a Religião - V. I. Lenin - 3 de Dezembro de 1905

Cavaleiro do Templo:

Muito tem sido falado sobre o PNDH-3. As pessoas estão assustadas e perguntam:

- MAS DE ONDE O PT TIROU ISTO (neste caso específico, falo do ataque à religião)?

Resposta: tirou dos livros socialistas/comunistas que ensinam como se faz uma revolução.

O autor do texto abaixo é ninguém menos que LENIN. Daí alguém pode dizer:

- MAS O QUE O PT TEM A VER COM ISTO, O PT NÃO É SOCIALISTA!

Antes de dar razão a esta afirmação, que é falsa (ou mentira deslavada de alguém querendo te enganar), veja logo abaixo o vídeo produzido pelo próprio PT para o seu Terceiro Congresso. Logo de cara a afirmação:





O PT SEMPRE FOI SOCIALISTA!

...UM CONCEITO (SOCIALISMO PETISTA) QUE ESTÁ PRESENTE  DESDE A CRIAÇÃO DO PARTIDO HÁ 27 ANOS...

Se você vai a igrejas, templos, cultos, etc. cristãos e nunca viu o que vai ver abaixo saindo da boca dos padres, pastores, bispos, etc., então é muito provável que eles quisessem você bem burrinho, além de não terem nenhum interesse em te mostrar onde está o mal objetivo. Em resumo, não é um pastor de almas. É muito provavelmente um cara que trabalha para o dono frigorífico ou sócio do mesmo. O frigorífico que vai te abater, aos seus filhos, amigos, vizinhos, todos nós.

Vejam o vídeo, leiam o texto e entendam o que é a Teologia (melhor dizendo, a demonologia) da Libertação, braço satânico desta visão deturpada do mundo. E baixem o livro/pesquisa "ERA KARL MARX UM SATANISTA?" para finalizar o pacote de informações sobre as forças e intenções por trás desta demência moral, espiritual e social chamada SOCIALISMO/COMUNISMO.  






PRESTEM BASTANTE ATENÇÃO NA FONTE DO ARTIGO, O SITE




O Socialismo e a Religião

V. I. Lenin

3 de Dezembro de 1905


A unidade desta luta realmente revolucionária da classe oprimida pela criação do paraíso na terra é mais importante para nós do que a unidade de opiniões dos proletários sobre o paraíso do céu.



Primeira Edição: publicado no jornal Nóvaia Jizn, nº 28, 3 de dezembro de 1905.
Fonte: Revista "Textos Digital" de Agosto 2006 - Partido da Causa Operária.
Tradução de: ........
HTML de: Fernando A. S. Araújo.
Direitos de Reprodução: A cópia ou distribuição deste documento é livre e indefinidamente garantida nos termos da GNU Free Documentation License.

A sociedade contemporânea assenta toda na exploração das amplas massas da classe operária por uma minoria insignificante da população, pertencente às classes dos proprietários agrários e dos capitalistas. Esta sociedade é escravista, pois os operários “livres”, que trabalham toda a vida para o capital, só “têm direito” aos meios de subsistência que são necessários para manter os escravos que produzem o lucro, para assegurar e perpetuar a escravidão capitalista.

A exploração econômica dos operários causa e gera inevitavelmente todos os tipos de opressão política, de humilhação social, de embrutecimento e obscurecimento da vida espiritual e moral das massas. Os operários podem alcançar uma maior ou menor liberdade política para lutarem pela sua libertação econômica, mas nenhuma liberdade livrá-los-á da miséria, do desemprego e da opressão enquanto não for derrubado o poder do capital. A religião é uma das formas de opressão espiritual que pesa em toda a parte sobre as massas populares, esmagadas pelo seu perpétuo trabalho para outros, pela miséria e pelo isolamento. A impotência das classes exploradas na luta contra os exploradores gera tão inevitavelmente a fé numa vida melhor além-túmulo como a impotência dos selvagens na luta contra a natureza gera a fé em deuses, diabos, milagres etc. Àquele que toda a vida trabalha e passa miséria a religião ensina a humildade e a paciência na vida terrena, consolando-o com a esperança da recompensa celeste. E àqueles que vivem do trabalho alheio a religião ensina a beneficência na vida terrena, propondo-lhes uma justificação muito barata para toda a sua existência de exploradores e vendendo-lhes a preço módico bilhetes para a felicidade celestial. A religião é o ópio do povo. A religião é uma espécie de má aguardente espiritual na qual os escravos do capital afogam a sua imagem humana, as suas reivindicações de uma vida minimamente digna do homem.

Mas o escravo que tem consciência da sua escravidão e ergueu-se para a luta pela sua libertação já semideixou de ser escravo. O operário consciente moderno, formado pela grande indústria fabril, educado pela vida urbana, afasta de si com desprezo os preconceitos religiosos, deixa o céu à disposição dos padres e dos beatos burgueses, conquistando para si uma vida melhor aqui, na terra. O proletariado moderno coloca-se ao lado do socialismo, que integra a ciência na luta contra o nevoeiro religioso e liberta os operários da fé na vida de além-túmulo por meio da sua união para uma verdadeira luta por uma melhor vida terrena.

A religião deve ser declarada um assunto privado — com estas palavras exprime-se habitualmente a atitude dos socialistas em relação à religião. Mas é preciso definir com precisão o significado destas palavras para que elas não possam causar nenhum mal-entendido. Exigimos que a religião seja um assunto privado em relação ao Estado, mas não podemos de modo nenhum considerar a religião um assunto privado em relação ao nosso próprio partido. O Estado não deve ter nada a ver com a religião, as sociedades religiosas não devem estar ligadas ao poder de Estado. Cada um deve ser absolutamente livre de professar qualquer religião que queira ou de não aceitar nenhuma religião, isto é, de ser ateu, coisa que todo o socialista geralmente é. São absolutamente inadmissíveis quaisquer diferenças entre os cidadãos quanto aos seus direitos de acordo com as crenças religiosas. Deve mesmo ser abolida qualquer referência a uma ou outra religião dos cidadãos em documentos oficiais. Não deve haver quaisquer donativos a uma igreja de Estado, quaisquer donativos de somas do Estado a sociedades eclesiásticas e religiosas, que devem tornar-se associações absolutamente livres e independentes do poder de cidadãos que pensam da mesma maneira. Só a satisfação até o fim destas reivindicações pode acabar com o passado vergonhoso e maldito em que a igreja se encontrava numa dependência servil em relação ao Estado e em que os cidadãos russos se encontravam numa dependência servil em relação à igreja de Estado, em que existiam e eram aplicadas leis medievais e inquisitoriais (que ainda hoje permanecem nos nossos códigos e regulamentos penais) que perseguiam pessoas pela sua crença ou descrença, que violentavam a consciência do homem, que ligavam lugarzinhos oficiais e rendimentos oficiais à distribuição de uma ou de outra droga pela igreja de Estado. Completa separação da igreja e do Estado — tal é a reivindicação que o proletariado socialista apresenta ao Estado atual e à igreja atual.

A revolução russa deve realizar esta reivindicação como parte integrante necessária da liberdade política. Neste aspecto a revolução russa está colocada numa posição particularmente vantajosa, porque a abominável burocracia da autocracia policial-feudal causou o descontentamento, a agitação e a indignação mesmo entre o clero. Por mais embrutecido, por mais ignorante que fosse o clero ortodoxo russo, até ele foi agora acordado pelo estrondo da queda da velha ordem medieval na Rússia. Até ele adere à reivindicação de liberdade, protesta contra a burocracia e o arbítrio dos funcionários, contra a fiscalização policial imposta aos “servidores de Deus”. Nós, socialistas, devemos apoiar este movimento, levando até o fim as reivindicações dos membros honestos e sinceros do clero, agarrando-lhes na palavra sobre a liberdade, exigindo deles que rompam decididamente todos os laços entre a religião e a política. Ou sois sinceros, e então deveis ser favoráveis à completa separação da igreja e do Estado e da escola e da igreja, a que a religião seja completa e incondicionalmente declarada um assunto privado. Ou não aceitais estas reivindicações conseqüentes de liberdade, e então quer dizer que sois ainda prisioneiros das tradições da Inquisição, então quer dizer que ainda vos agarrais aos lugarzinhos oficiais e aos rendimentos oficiais, então quer dizer que não acreditais na força espiritual da vossa arma, continuais a receber subornos do poder de Estado, então os operários conscientes de toda a Rússia declarar-vos-ão uma guerra implacável.

Em relação ao partido do proletariado socialista a religião não é um assunto privado. O nosso partido é uma associação de combatentes conscientes e de vanguarda pela libertação da classe operária. Essa associação não pode e não deve ter uma atitude indiferente em relação à inconsciência, à ignorância ou ao obscurantismo sob a forma de crenças religiosas. Reivindicamos a completa separação da igreja e do Estado para lutar contra o nevoeiro religioso com armas puramente ideológicas e só ideológicas, com a nossa imprensa, com a nossa palavra. Mas nós fundamos a nossa associação, o POSDR, entre outras coisas precisamente para essa luta contra qualquer entontecimento religioso dos operários. E para nós a luta ideológica não é um assunto privado mas um assunto de todo o partido, de todo o proletariado.

Se assim é, por que é que não declaramos no nosso programa que somos ateus? por que é que não proibimos os cristãos e os que acreditam em Deus de entrar para o nosso partido?

A resposta a esta questão deve esclarecer a importantíssima diferença na maneira burguesa-democrática e social-democrata de colocar a questão da religião.

O nosso programa assenta todo numa concepção do mundo científica, a saber, a concepção do mundo materialista. A explicação do nosso programa inclui por isso necessariamente também a explicação das verdadeiras raízes históricas e econômicas do nevoeiro religioso. A nossa propaganda inclui também necessariamente a propaganda do ateísmo; a edição da correspondente literatura científica, que o poder de Estado autocrático-feudal rigorosamente proibia e perseguia até agora, deve agora constituir um dos ramos do nosso trabalho partidário. Teremos agora, provavelmente, de seguir o conselho que Engels uma vez deu aos socialistas alemães: traduzir e difundir maciçamente a literatura iluminista e ateísta francesa do século XVIII. (1*)

Mas ao fazê-lo não devemos em caso nenhum cair num modo abstrato e idealista de colocar a questão religiosa “a partir da razão”, fora da luta de classes, como não poucas vezes é feito pelos democratas radicais pertencentes à burguesia. Seria um absurdo pensar que, numa sociedade baseada na opressão e embrutecimento infindáveis das massas operárias, pode-se, puramente por meio da propaganda, dissipar os preconceitos religiosos. Seria estreiteza burguesa esquecer que o jugo da religião sobre a humanidade é apenas produto e reflexo do jugo econômico que existe dentro da sociedade. Não é com nenhum livro e nem com nenhuma propaganda que pode-se esclarecer o proletariado se não o esclarecer a sua própria luta contra as forças negras do capitalismo. A unidade desta luta realmente revolucionária da classe oprimida pela criação do paraíso na terra é mais importante para nós do que a unidade de opiniões dos proletários sobre o paraíso do céu.

É por isso que não declaramos nem devemos declarar o nosso ateísmo no nosso programa; é por isso que não proibimos nem devemos proibir aos proletários que conservaram estes ou aqueles vestígios dos velhos preconceitos que aproximem-se do nosso partido. Sempre defenderemos a concepção do mundo científica, é-nos necessário lutar contra a inconseqüência de quaisquer “cristãos”, mas isto não significa de modo nenhum que deva-se avançar a questão religiosa para primeiro lugar, que de maneira nenhuma lhe pertence, que se deva admitir a dispersão das forças da luta realmente revolucionária, econômica e política, por causa de opiniões ou delírios de terceira ordem que perdem rapidamente todo o significado político e são rapidamente deitados para a arrecadação dos trastes velhos pelo próprio curso do desenvolvimento econômico.

A burguesia reacionária preocupou-se em toda parte e começa agora também a preocupar-se no nosso país em atiçar a hostilidade religiosa, para desviar para esse lado a atenção das massas das questões econômicas e políticas realmente importantes e fundamentais, que o proletariado de toda a Rússia, que se une na sua luta revolucionária, está agora a resolver na prática. Esta política reacionária de dispersão das forças proletárias, que hoje se exprime principalmente nos pogroms das centúrias negras, talvez pense amanhã em quaisquer formas mais sutis. Nós, em qualquer caso, opor-nos-emos a ela com uma propaganda, tranqüila, conseqüente e paciente, isenta de todo o avivamento de divergências de segunda ordem, da solidariedade proletária e da concepção do mundo científica.

O proletariado revolucionário conseguirá que a religião se torne realmente um assunto privado para o Estado. E neste regime político, depurado do bolor medieval, o proletariado travará uma luta ampla e aberta pela eliminação da escravidão econômica, verdadeira fonte do entontecimento religioso da humanidade.

DIREITOS HUMANOS? ONDE?

ViVerdeNovo

SEXTA-FEIRA, 9 DE ABRIL DE 2010

Por Arlindo Montenegro

O ilustre Sr. Vanucchi, defendeu no Senado seu famigerado Projeto Nacional de Direitos Humanos, elaborado por uma equipe internacional e avaliado por 12 mil militantes, como obra de arte para substituir a Constituição Brasileira. Uma obra de arte que enterra o moribundo estado democrático de direito no Brasil.

Com um doce e inocente discurso pautado na "novilíngua gramscista", o Sr. Vanucchi, omitiu aos sábios do Senado, que o modelo jurídico do documento tem raízes nas diretivas dos encontros do Foro de São Paulo, para unificar procedimentos que garantam o poder aos partidos ditatoriais, disfarçados de democratas, em toda a América Latina, tendo como modelo a "democracia e a liberdade" do "avançado" modelo ditatorial castro-cubano. 

Onde se encontram as ruas 19 e 21 em Havana, há um parque em homenagem a Vitor Hugo, o escritor francês cujo romance "Os miseráveis" é conhecido mundialmente. Naquela praça está um monumento memorial de uma greve de fome, em que 60 irlandeses morreram, protestando contra as políticas da corôa britânica. No memorial, uma placa inaugurada em 18 de Agosto de 1981, com as palavras do Coma'ndante Fidel Castro:

“La tozudez, la intransigencia, la crueldad, la insensibilidad ante la comunidad internacional del Gobierno Británico, frente al problema de los patriotas irlandeses en huelga de hambre hasta la muerte, recuerdan a Torquemada y la barbarie de la inquisición en plena edad media.(...) ¡Es hora de poner fin, mediante la denuncia y la presión de la comunidad mundial, a esa repugnante atrocidad!”

O que foi dito e feito ontem para enganar os visitantes estrangeiros, não vale mais hoje. Os 200 prisioneiros políticos, o pedreiro que morreu em greve de fome, que o Presidente Lula, em defesa da ditadura cubana, comparou aos presos comuns de São Paulo, não são vítimas da "intransigência, crueldade, insensibilidade" dos irmãos Castro, diante da comunidade e das leis internacionais, diante do mesmos cubanos.

Esta é a mesma linguagem do Sr. Vanucchi! Lula, Vanucchi e toda a corte comunista, desprezam a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a União Européia e o Departamento de Estado Norte Americano. Nosso pretenso estadista, age como os governantes argentinos, que aplaudiam e ouviam os ensinamentos do visitante Fidel Castro em Março de 2003, enquanto o mundo condenava as prisões e execuções da "Primavera Negra" em Cuba.

Esta insensibilidade e inversão de valores percorre hoje quase a totalidade da América Latina – Brasil, Argentina, Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Uruguai. Enquanto os russos estão armando e ocupando espaços neste continente, no dia 7 de Abril, Putin foi à Polônia, reconhecendo formalmente o Genocídio de Katyn. Pela primeira vez, um crime perpetrado sob ordens de Stalin e até pouco atribuído pelos russos aos nazistas é assumido, em sua real dimensão e verdade histórica.

O Congresso Polonês, após examinar documentos liberados por Gorbachov, em 1990, meio século depois, declarou que a matança de Katyn era "um crime de guerra, com traços de genocídio". Mais de vinte mil oficiais poloneses e civís, cada um com um tiro na nuca, foram assassinados pela KGB soviética e enterrados em valas comuns. O crime foi negado e atribuído aos nazistas durante meio século. 

Há um filme do diretor polonês Andrzej Wajda, de 2007, que agora está sendo exibido pela tv russa. Quando foi lançado, poucas salas se atreveram a exibí-lo. Pode ser visto integralmente abaixo : 



Entre nós, circulou o anúncio de um documetário sobre o atentado a bomba, que vitimou o então jovem Orlando Lovecchio, que passava em frente ao Consulado Norte Americano em São Paulo. Mas como a nova ordem brasileira impede a exposição de verdades históricas que comprometam seus “heróis” e fecha a boca dos "dissidentes" locais, o documentário segue desconhecido. 

O mesmo acontece com os livros: somente são editados os que mostram como heróis os que desejavam a guerra civil e que chegaram ao poder, graças aos mecanismos democráticos preservados pelos militares que ocuparam temporariamente o poder. Quem sabe? Talvez daqui a 50 anos a história verdadeira seja publicada.

A guerra assimétrica que os militares esmagaram é ensinada como ditadura violenta, são ditos responsáveis por torturas, generalizando para as Instituições as práticas de alguns, práticas insanas, até hoje presentes em delegacias de polícia e na justiça particular entre os humanos traficantes das drogas fornecidas pelas Farc, membros do Foro de São Paulo que dá as cartas aos Vanucchi, Lula, Dilma e outros "humanos" comunistas.

Por enquanto ficamos com os vícios de linguagem, com as formas de violência e com o analfabetismo funcional que esmaga a inteligência e a memória desta nação. Ficamos com os revanchismos, os personalismos e o endeusamento de Guevara, Castro, Chavez, Farc e dos mais violentos ditadores, que executam no paredón dos “direitos humanos” o que resta de liberdade e dignidade em tantas nações reféns dos comunistas.

Se alguém tá desesperado por qualquer coisa (já que não informadas as causas), o MST pode fazer o que quiser

INSTITUTO PLÍNIO CORRÊA DE OLIVEIRA

 8, abril, 2010

Cavaleiro do Templo: quando a palavra SOCIOPATA aparece junto com PT, PSDB e demais esquerdopatas muita gente acha exagero. Até quando continuarão pensando assim? Até quando chamaremmos o assassino confesso de 137 pessoas que roubou duas caneta de ladrão de canetas? Vejam abaixo:

O título (original: Desde que o bandido esteja com fome,…) pode parecer exagero. Mas segundo o Min. Paulo Vannuchi, acontece o seguinte:



Pairando a hipoteca social sobre a propriedade, havendo grilagens, havendo a fome, o desepero, Direitos Humanos jamais poderá caracterizar MST ou qualquer movimento social de criminoso.
Comento:

1 – O que ele quer dizer com “hipoteca social”? Se não é bem definido, pode abrir margem a qualquer abuso. Bastará o governo dizer que uma propriedade é necessária para o bem social, e estará dito. Exatamente como o Governo Lula fez com Roraima e está fazendo com Mato Grosso do Sul.

2 – Desde quando o MST invadiu por causa de fome e desespero? A tristemente famosa invasão da Aracruz, foi efeito de fome?

3 – O que é para o Sr. Ministro uma coisa criminosa? Na lógica comunista, criminoso é tudo aquilo que vai contra as metas do partido. Se precisar invadir, tal invasão será boa e virtuosa, se for feita com vistas a alcançar as metas comunistas.  

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A ideologia de Ridley Scott


A ideologia de Ridley Scott

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 7 de abril de 2010

http://www.olavodecarvalho.org/semana/100407dc.html





Como limpar a imagem da utopia (modernidade) e restaurar a credibilidade da promessa? Só atribuindo os crimes da modernidade a “resíduos” de épocas anteriores, como se meros resíduos pudessem ser mais letais do que a substância ativa.


Quem vê o filme de Ridley Scott, The Kingdom of Heaven, sai do cinema com a impressão de que o cristianismo medieval foi apenas uma ideologia sanguinária de fanáticos, tiranos e ladrões. Nesse quadro, as virtudes do “perfeito cavaleiro” Balian não poderiam ter nascido dos valores religiosos que historicamente criaram a ética de cavalaria personificada nelas, mas aparecem antes como a antítese desses valores e de todo o cristianismo: Balian, duque de Ibelin, só é moralmente superior aos brutamontes ávidos de riqueza e poder que o cercam porque, em pleno ano de 1194, encarna os ideais da democracia iluminista do século XVIII e o multiculturalismo do século XXI. A Jerusalém que ele quer e defende – a mesma com que sonham aqueles dois outros primores de bondade, o rei leproso e o comandante muçulmano Saladino – é substancialmente a da ONU: um território neutro, supranacional e supra-religioso, onde uma legislação laica assegura a paz entre os diversos grupos de crentes, reduzindo o significado espiritual da cidade a uma questão de “diferenças culturais” que não devem se sobrepor aos interesses superiores da ordem pública. Tal é o “reino de Deus na Terra” como o entendem o duque de Ibelin e o diretor do filme.
Praticamente toda a visão que a modernidade tem da História – pelo menos aquela que se transmite nas escolas e na midia – é constituída de anacronismos, mas raramente eles foram levados ao extremo de fazer de um cavaleiro medieval uma aparição antecipada de Voltaire e Bill Clinton.

A percepção invertida do tempo, à qual o indiscutível talento cinematográfico de Ridley Scott dá feições de realidade verossímil, é a base mesma da mentalidade revolucionária cujo megafone supremo, desde o advento das comunicações de massa, é a indústria do show business. O arremedo de “vida intelectual” que viceja entre astros e estrelas desse ramo multibilionário da economia é o terreno mais propício para aquilo que Willi Münzenberg chamava de “criação de coelhos”: a disseminação de absurdidades politicamente úteis entre tagarelas vaidosos que as transmutam em grandes espetáculos para a completa imbecilização do povo e a glória dos projetos de poder em pauta no momento.
Não é por acaso que, em contrapartida, as belas qualidades morais do general banido Maximus, no filme anterior de Scott, The Gladiador, não precisassem ser explicadas por nenhum deslocamento histórico de sete, oito ou nove séculos, mas aparecessem diretamente como expressões do culto romano dos antepassados. Não somente Scott nada tem contra a religião estatal de Roma, mas esta é, a rigor, a fórmula ancestral do multiculturalismo laico hoje em dia apregoado como remédio universal contra a violência e a guerra (escrevi um livro inteiro sobre isso, não escrevi?).

Também não é coincidência que, em The Kingdom of Heaven, embora as duas grandes religiões em disputa sejam ambas estigmatizadas verbalmente como causas de todos os males, só uma delas seja mostrada na tela como autora de crimes. Claro, para o multiculturalismo, todas as religiões são iguais, mas umas são mais iguais que as outras: é preciso tomar todo o cuidado para não ofender a sensibilidade muçulmana. Caso contrário, como seria possível alegar a sanha homicida da Al-Qaeda e do Hamas como prova da periculosidade das religiões em geral e, como remédio, buscar a extinção, não de todas elas, mas de uma em particular, que por coincidência, por mera coincidência, não é o islamismo e sim o cristianismo? O fato de que este seja o maior fornecedor de vítimas para a violência islâmica e de que não lhe ofereça outra reação senão melosos apelos à paz mundial não afeta em nada a lógica multiculturalista, na qual os feitos de Bin-Laden, os homens-bomba ou o regime de terror de Saddam Hussein provam de maneira inequívoca a maldade da Santa Inquisição e a necessidade imperiosa de banir da sociedade decente os últimos sinais visíveis da fé cristã. A ânsia louca de dar alguma aparência de razoabilidade às conclusões práticas dessa silogística infernal levou o governo dos EUA a classificar como terroristas os grupos cristãos que, sem jamais ter matado um mosquito por isso, acreditam dever preparar-se para o fim do mundo acumulando alimentos e armas; ao mesmo tempo, o uso da palavra “terroristas” para qualificar os autores de atentados homicidas contra milhares de americanos é proibido oficialmente como ofensivo – quase tão ofensivo quanto dizer “Merry Christmas” em vez de “Happy Holidays” ou rezar o Pai Nosso em público, coisa que em várias cidades dos EUA pode dar cadeia exatamente como no Irã ou na Arábia Saudita. Mais ainda, tal como o estrangulamento repressivo da religião nacional, o favorecimento ao inimigo estrangeiro não fica só em palavras: os criminosos protegidos com desvelo paternal contra o termo que mais precisamente os qualifica são retirados das prisões militares para ser levados a julgamento em tribunais civis, com todos os direitos de cidadãos americanos. É a ideologia de The Kingdom of Heaven em ação: quando a obstinação diabólica de levar a mentira às suas últimas conseqüências se torna uma política de Estado, já não é mais possível distinguir entre a ordem pública e a alucinação psicótica.

Mas não é sem motivo que o cristianismo se tornou o bode expiatório da modernidade. No século XVIII, centenas de guias iluminados prometeram que, com a extinção da fé cristã, uma nova era de paz e tolerância se espalharia sobre a Terra. No tempo decorrido desde então, os movimentos políticos ateístas e os Estados laicos já mataram, em guerras e ditaduras, não menos de 250 milhões de pessoas – 1.250 vezes mais do que a famigerada Inquisição espanhola matara em quatro séculos –, e instituíram, mesmo nas chamadas democracias, sistemas de controle social mais opressivos do que o mais rígido inquisidor ou o mais ambicioso tirano da antigüidade poderiam ter desejado. O sonho utópico da modernidade revelou-se um pesadelo sangrento que em dois séculos ultrapassou, em horror e misérias, todos os males que o “fanatismo religioso” possa ter produzido ao longo de toda a história anterior. Como limpar a imagem da utopia e restaurar a credibilidade da promessa? Só atribuindo os crimes da modernidade a “resíduos” de épocas anteriores, como se meros resíduos pudessem ser mais letais do que a substância ativa. Que esse argumento implique fazer de Stalin um dos doze Apóstolos, de Mao Dzedong um novo São Luís e de Hitler um papa da Renascença é algo que não desencoraja no mais mínimo que seja o raciocinador iluminista: não há limites para o absurdo, quando se aposta nele a salvação da humanidade.

O Esdrúxulo Encontro

INSTITUTO PLÍNIO CORRÊA DE OLIVEIRA

7, abril, 2010


Intitulada “Via sacra”, uma breve notícia na coluna da Mônica Bérgamo (“Folha de S. Paulo”, 30-3-10) diz muito em poucas linhas. Mas suscita indagações. Em estilo “curto e grosso”, a renomada jornalista escreve:
“A ministra Dilma Rousseff, que já disse que ‘aborto é uma questão de saúde pública’ para defender a legalização, vai se encontrar com bispos católicos, depois da Páscoa, para discutir o tema. O vereador Gabriel Chalita (PSB-SP), que tenta se lançar ao Senado com apoio do PT, é um dos interlocutores da reunião. Os cardeais de São Paulo, dom Odilo Scherer, e do Rio, dom Orani Tempesta, estão entre os 50 clérigos convidados”.

Também procurando ser “curto e grosso”, comento: A ministra é  favorável ao aborto. A Igreja Católica é categoricamente contrária ao aborto. O novo “Programa Nacional de Direitos Humanos” (PNDH-3), assinado por Dilma Roussef, defende a legalização do aborto “considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”. Também julga a matança dos inocentes um “direito humano” e — exatamente como a ministra — “uma questão de saúde pública”.

A Igreja Católica sempre considera o aborto como uma evidente violação do 5º Mandamento da Lei de Deus (“Não Matarás”). De acordo com o Catecismo, o aborto é um pecado gravíssimo que brada aos Céus e clama a Deus por vingança. Portanto, o encontro “com bispos católicos” seria uma reunião entre quem defende a morte do nascituro no seio materno e aqueles que devem defender “o valor sagrado da vida humana desde o seu início até o seu termo” — conforme afirmou o Papa João Paulo II em sua encíclica Evangelium vitae (1995).

Ainda na mesma encíclica o Papa condena nos seguintes termos quem defende a “legalização do aborto”: “Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão e proclamada pela Igreja”.

Então, qual a razão de um encontro com uma Ministra que defende o aborto com pastores cuja missão natural é defender de todos os modos e sem exceção a vida humana inocente?

Entre várias suposições possíveis de se fazer, trago à baila duas. Imaginem que ambos os lados adotem a política do “ceder para não perder” — o governo se comprometeria a fazer alguns recuos, enquanto os pastores se comprometeriam a não atacar por inteiro o aborto.


Ou um outro acordo: a ministra cederia na questão do aborto, retirando-o do PNDH-3, em troca de os pastores não atacarem as outras inúmeras aberrações contidas no Programa.  Por exemplo, a sovietização de nossos campos através de uma Reforma Agrária (e Urbana) radical, bafejada por órgãos da CNBB a reboque dos quais atua o MST.

Terá esse encontro o desfecho merecedor da reprovação feita por Churchill à política entreguista de Chamberlain em relação aos nazistas: “Tínheis a escolher entre a vergonha e a guerra: escolhestes a vergonha e tereis a guerra”? Quem viver, verá!

Rezemos para que o esdrúxulo encontro não traga como resultado uma vergonhosa derrota dos defensores naturais da ortodoxia e da moral, por terem preferido ceder em vez de lutar. E seja, pelo contrário, o de lutar para vencer.

_________

Autor: Paulo Roberto Campos
E-mail: prccampos@terra.com.br

Ratifiquem o acordo com a Colômbia

DIÁRIO DO COMÉRCIO

24/3/2010 - 19h46

Edward Schumacher-Matos




É hora de os Estados Unidos ratificarem o acordo de livre comércio com a Colômbia.
Eles deveriam fazer isso em benefício dos empregos norte-americanos e do notável avanço dos direitos humanos e da democracia na Colômbia.

Durante quase 40 anos, este país sul-americano tem lutado uma dura guerra contra as drogas e pagado caro em contagem de corpos. Mesmo assim, nós, colombianos, não conseguimos ratificar um simples acordo de livre comércio quatro anos depois dele ter sido negociado.

Os colombianos estão, legitimamente, começando a perder as esperanças. "É hora de dizer se vamos seguir com esse acordo ou não", disse recentemente Luis Guillermo Plata, ministro da Indústria  e do Comércio da Colômbia, após Ron Kirk, representante especial do comércio dos EUA, ter se recusado, durante uma  audiência no Congresso, a especificar o que mais os Estados Unidos desejam da Colômbia antes que o governo Obama busque a ratificação.

Podia-se imaginar que Washington tivesse aprendido com o enorme ressentimento que criou no Afeganistão,  depois de apoiar a luta do país contra os soviéticos e em seguida ter ido embora do país.

O acordo com a Colômbia pode ser ainda mais frustrante, já que é tão claramente a favor dos interesses dos EUA. A Colômbia, procurando garantir confiança aos investidores, deseja tornar permanente o amplo acesso de suas exportações nos Estados Unidos. Há quase 20 anos ela tem preferências temporárias por causa da guerra às drogas. Os exportadores norte-americanos ficariam com a maior parte do que é novo no acordo – acesso favorável ao mercado colombiano para ter mais competitividade do que, por exemplo, os exportadores de grãos argentinos e de produtos chineses.

O presidente Obama defendeu uma campanha pró-exportação norte-americana para recuperar os empregos perdidos. Contudo, o tratado com a Colômbia – como outros acordos pendentes com a Coreia do Sul e o Panamá e a resolução sobre o tráfego de caminhões do México – está sendo adiado por causa da oposição equivocada dos sindicatos e de seus aliados no Congresso. Obama está esperando o momento certo para passar por cima deles politicamente. Após uma pequena movimentação durante o governo de George W. Bush, a espera tem sido longa demais.

Os adversários do acordo com a Colômbia citam violações aos direitos humanos e, especificamente, o assassinato de líderes sindicais, como uma razão para bloqueá-lo. Grupos como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch se uniram com os  sindicatos norte-americanos e colombianos, embora o acordo comercial não tenha nada a ver com os direitos humanos.

Aliás, ao restringir o crescimento econômico da Colômbia, os críticos do tratado estão prejudicando os pobres e os trabalhadores num momento em que milhões de pessoas foram transferidas pela violência aqui e o desemprego seja o mais alto da América do Sul. Os grupos dos direitos humanos também estão negando ao governo a arrecadação que ele precisa para garantir os serviços e a segurança, o primeiro direito humano.
Isso já é enganador o suficiente, mas há algo ainda pior. A acusação deles sobre a situação sindical na Colômbia simplesmente é falsa. Não existem assassinatos sistemáticos de membros ou líderes de sindicatos.

E não há nenhuma campanha organizada contra eles por parte do governo ou de mais alguém.

Alguns membros dos sindicatos foram assassinados – 28 no ano passado, segundo o governo, o que é  menos do que os 205 em 2001 – mas um estudo imparcial de dois pesquisadores da Universidade de Los Andes, em Bogotá, Daniel Mejia e Maria José Uribe, mostra que a taxa de homicídio entre os colombianos em geral no ano de 2008 era seis vezes maior do que entre os membros de sindicatos. Utilizando os números dos próprios sindicatos, a taxa de homicídio entre os seus filiados era de seis em 100 mil, ou praticamente a mesma da taxa de homicídio geral nos Estados Unidos.

Isso parece inacreditável, mas é verdade: os membros dos sindicatos na Colômbia são de classe média e não vivem nem trabalham na zona rural ou nas favelas perigosas, onde ocorre a maior parte da violência relacionada à guerrilha e ao tráfico de drogas. E até mesmo essa violência está diminuindo.

A violência política envolvendo sindicatos era alta nos anos 90, mas, como Mejia e Uribe mostraram, entre 2000 e 2008 não houve relação entre o volume  de atividade sindical – de negociações salariais a protestos de rua – e o número de assassinatos de membros de sindicatos. Isso se afina com a revelação das unidades  de investigação e dos tribunais que, em 334 condenações desde 2000, a motivação geralmente tinha a ver com assalto ou paixão. A real questão  aqui é ideológica: os sindicatos não gostam de livre comércio.
Ao aceitar a decisão judicial de não lhe permitir concorrer a um terceiro mandato em maio, o popular presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, deu um exemplo de democracia. Obama e o Congresso dos EUA precisam agora dar seu exemplo e reconhecer a Colômbia como um parceiro comercial valioso.

Edward Schumacher-Matos é colombiano e colunista do The Washington Post

Tradução: Rodrigo Garcia

Mercenários do Ministério da Saúde tomam conta da internet

A NOVA ORDEM MUNDIAL

FRIDAY, 2 APRIL 2010

O ministério da saúde contratou dezenas de pessoas para invadirem blogs e redes sociais tais como orkut e facebook, com o intuito de divulgar as desinformações do ministério da saúde e tentar desmentir quaisquer verdades que sejam ditas on-line. Alguns deles assinam como representantes do ministério da saúde, como esta fernanda.scavacini@saude.gov.br, e outros tentam se passar como pessoas comuns.

Em maio de 2009 o Ministério da Saúde já havia contratado 8 pessoas especialmente para "responder boatos na internet sobre a gripe suína" em cerca de 400 blogs e redes sociais como orkut e twitter. Mais recentemente eu lí uma notícia de que mais pessoas haviam sido recrutadas para despejar desinformação na internet, mas n
ão consegui achar mais a fonte de tal notícia. Se voce souber, por favor informe através dos comentários.

Update: Todos os meus posts foram excluídos da comunidade "Gripe suína - A - Swine Flu" (neste neste tópico) e o meu usuário do orkut foi impedido de postar nesta comunidade. Mais uma prova de que existe um controle para que informação genuína e comprovada n
ão chegue a população. Colabore e ajude a divulgar estas informações nesta comunidade.
Update 2: Perguntei com meu outro perfil porque o ministério mantém alguém monitorando esta comunidade e censurando posts. N
ão deu outra, meu outro usuário teve removido seus posts e bloqueado de postar na comunidade. A seguir ele respondeu a alguem que havia perguntado o porque de ter deletado e banido da comunidade:

"Sim...cheguei a pedir para ele parar com essa historia. Mas não adiantou." Desnecessário dizer que nao houve pedido algum. 

Mais uma prova de quem está por trás desta comunidade.

Na página inicial da comunidade diz "O MINISTÉRIO DA SAÚDE APÓIA A COMUNIDADE". Deveriam mudar para "O MINISTÉRIO DA SAÚDE ESTÁ MONITORANDO E CENSURANDO ESTA COMUNIDADE".

Um destes é o Flávio. Sem nenhuma informação em seu perfil, ele fica praticamente 24hs no orkut expalhando desinforma
çao de forma arrogante e tentando caracterizar qualquer informação genuína como conspiração, sem jamais olhar para as evidencias. Ele ficam incansavelmente copiando e colando notas do G1 e da Globo sobre boatos irresponsáveis em relação a gripe suína.

Mas enfim, hoje este dito "Flávio" conseguiu se superar. Vejam abaixo parte do post do orkut:

"Pandemia ou não? Não faz diferença para nós.
Não importa se a OMS errou ou acertou decretando pandemia. Não faz diferença pra nós.
Se é pandemina, se não é...se a OMS decretou errado ou não, Se ele estão sendo investigados ou não, Não Faz Diferença nenhuma pra gente. Ano passado morreram mais de 2.000 pessoas. E essa historia se ser pandemia ou não simplesmente não importa. O fato é que temos uma doença que em muitos casos pode ser grave, com muitas internaçoes e a melhor maneira de se previnir é através da vacinaçao."

Minha resposta:
Caro mercenário do ministério da saúde, voce pare de distorcer a verdade, por favor. Como nao importa? Porque gastar 2 bilhões de reais com uma vacina inútil para uma pandemia inexistente ao invés de melhor as condicoes de higiene para milhões de brasileiros com este mesmo dinheiro???  Importa sim meu caro, nao tente distorcer a realidade aqui. A doença é branda e se as pessoas tivessem um sistema imunológico preparado, provavelmente teríamos uma pequena percentagem dos casos que estamos vendo. 

Estudos recentes mostraram que mais de 50% da população tem deficiência em vitamina D. Se estes 2 bilhões fossem voltados para combater esta epidemia de deficiência de vitamina D, evitaríamos nao só a gripe suína, mas a gripe normal, osteoporose, doenças de coração, diabetes, entre muitas outras.
 

Sua lógica é fraca e sem sentido, apenas pessoas ignorantes ouvem o que voce diz e ficam quietas.
 Além do mais, como mercenário do ministério da saúde, entao voce admite que o vírus foi criado em laboratório e a OMS manipulou o critério do nivel de pandemia. Nao que precise de mais evidencias, mas é interessante que agora voce mudou sua tática, ao invés de negar, voce tenta justificar como aceitável.

Falência dos EUA agora é certa

FIM DOS TEMPOS.NET

Quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010

Porter Stansberry
Silverbearcafe

Tradução: Revelatti

É um daqueles números inacreditáveis e enormes nos quais você realmente terá que pensar neles por enquanto … Dentro dos próximos 12 meses, o Tesouro Americano terá de refinanciar US$ 2 trilhões em dívida de curto prazo. E isso sem contar as despesas adicionais do défice, que são estimadas em cerca de US$ 1,5 trilhões. Coloque os dois números juntos. Então pergunte a si mesmo, como no mundo pode tomar emprestado do Tesouro 3,5 trilhões de dólares em apenas um ano? Isso é um montante equivalente a quase 30% do nosso PIB inteiro. E nós somos a maior economia do mundo. De onde virá o dinheiro?

Como é que vamos acabar com tanta dívida de curto prazo? Como a maioria das entidades que têm uma dívida muito grande – os devedores do subprime, GM, Fannie, ou GE – O Tesouro Americano tentou minimizar sua carga de juros em empréstimos para curtos períodos de tempo e então “capota” os empréstimos quando eles vencem. Como dizem em Wall Street, “uma dívida rolando não recolhe nenhum musgo.” O que eles querem dizer é, contanto que você possa estender a dívida, você não tem nenhum problema. Infelizmente, isso leva pessoas a tomar quantidades cada vez maiores de dívida … e os prazos são cada vez mais curtos … em vez menores taxas de juros. Mais cedo ou mais tarde, os credores irão acordar e se perguntar: Quais são as chances que eu tenho de ser realmente restituído? E é aí que começa o problema. As taxas de juros sobem drasticamente. Custos de financiamento sobem. A festa acabou. Falência é o próximo resultado.

Quando os governos vão à falência é chamado de “o padrão”. Especuladores de moeda corrente descobriram como prever exatamente quando um país estaria padrão. Dois economistas conhecidos – Alan Greenspan e Pablo Guidotti – publicaram a fórmula secreta em um trabalho acadêmico em 1999. É por isso que a fórmula é chamada regra Guidotti-Greenspan. A regra estabelece: Para evitar um padrão, os países devem manter reservas em divisas pelo menos igual a 100% dos seus vencimentos a curto prazo da dívida externa. A empresa mundial de gestão de dinheiro, PIMCO, explica a regra da seguinte forma: “O valor de referência mínimo de reserva equivalente a pelo menos 100% da dívida externa de curto prazo é conhecida como regra Guidotti-Greenspan. Greenspan-Guidotti é talvez o único conceito de adequação de reserva que tem a maioria dos adeptos e suporte empírico.

O princípio subjacente a esta regra é simples. Se você não consegue saldar todas as suas dívidas externas nos próximos 12 meses, você está em risco terrível de crédito. Os especuladores estão indo segmentar os seus títulos e sua moeda, o que torna impossível refinanciar suas dívidas. “O padrão” é garantido.

Assim qual é a posição da América na escala Guidotti-Greenspan? É um padrão garantido. Os EUA detém ouro, petróleo e moeda estrangeira na reserva. Os EUA tem 8.133,5 toneladas de ouro (é o maior detentor do mundo). Isto é 16.267.000 em libras. Em valores correntes de dólares, vale cerca de US$ 300 bilhões. A reserva estratégica de petróleo dos EUA mostra uma posição de total atual de 725 milhões de barris. Dólar a preço corrente, que é aproximadamente US$ 58 bilhões de dólares no valor do petróleo. E de acordo com o FMI, os EUA têm US$ 136 bilhões em reservas de moeda estrangeira. Então, somando tudo … têm-se cerca de US$ 500 bilhões de reservas. Nossas dívidas estrangeiras de curto prazo são muito maiores.

De acordo com o Tesouro dos EUA, o valor é de US$ 2 trilhões em dívida com vencimento nos próximos 12 meses. Então, olhando apenas a dívida de curto prazo, sabemos que o Tesouro terá de financiar pelo menos US$ 2 trilhões em dívida com vencimento nos próximos 12 meses. Isso não pode causar uma crise se ainda estivéssemos financiamento nossa dívida pública interna. Mas, desde 1985, somos um devedor líquido para o mundo. Hoje, estrangeiros são donos de 44% de todas as nossas dívidas, o que significa que devemos para credores estrangeiros, pelo menos, US$ 880 bilhões de dólares nos próximos 12 meses – uma quantidade muito maior que nossas reservas.

Tenha em mente, este só cobre as nossas dívidas existentes. O Escritório de Administração e Orçamento está prevendo um déficit orçamentário de US$ 1,5 trilhões durante o próximo ano. Isso coloca as nossas necessidades de financiamento total da ordem de US$ 3,5 trilhão nos próximos 12 meses.

Então … de onde virá o dinheiro? O total de poupança doméstica dos EUA são de apenas cerca de US$ 600 bilhões anualmente. Mesmo se todos nós colocarmos cada centavo das nossas economias na dívida do Tesouro Americano, ainda estaremos devendo quase US$ 3 trilhões à curto prazo. Isso é um requisito de financiamento anual equivalente a cerca de 40% do PIB. Onde está o dinheiro? De nossos credores estrangeiros? Não de acordo com Guidotti-Greenspan. E não de acordo com o bancos centrais da India e da Russia, que pararam de comprar títulos do Tesouro e começaram a comprar grandes quantidades de ouro. A India comprou 200 toneladas neste mês. Fontes dizem que na Rússia, o Banco Central não vai dobrar suas reservas de ouro.

Então, de onde virá o dinheiro? Da imprensa (casa da moeda). O Federal Reserve já monetizou quase US$ 2 trilhões em dívida do Tesouro e dívida hipotecária. Isto enfraquece o valor do dólar e desvaloriza os nossos laços existentes do Tesouro. Mais cedo ou mais tarde, os nossos credores terão de enfrentar uma escolha difícil: manter os nossos laços e continuar a ver o valor diminui lentamente, ou tentar escapar ao ouro e ver o valor de suas ligações com os EUA despencar.

Uma coisa que eles não vão fazer é comprar mais da nossa dívida. Quais serão os próximos bancos centrais que irão abandonar o dólar? Brasil, Coréia e Chile. Estes são os três maiores bancos centrais que possuem a menor quantidade de ouro. Não chegam à 1% do total de suas reservas em ouro.

Eu examinei essas questões com muito mais detalhes na edição mais recente do meu boletim, Investimento Porter Stansberry Assessor, que publicou sexta-feira passada. Coincidentemente, o New York Times repetiu nossos avisos – quase palavra por palavra – no seu jornal hoje. (Eles não mencionaram Guidotti-Greenspan, entretanto … Porque é um verdadeiro segredo dos especuladores internacionais.)

Fonte: Prisonplanet – The Bankruptcy of the United States is Now Certain

Para um internauta que não tenho o contato mas que enviou um comentário elogiando o artigo "Pedofilia e Igreja - tem homossexuais aí? E agora com a PLC 122, como vai ficar?"

Amigo, não mencionarei seu nome, ok?

Antes de publicar seu comentário peço que entre em contato, gostaria de te fazer uma sugestão. Não publicarei seu comentário pois lá tem seu nome mas não seu contato. Se tivesse, te mandaria um e-mail sobre o assunto. Se infelizmente não ler este artigo, não poderei publicar teu comentário elogioso, que agradeço de coração.

Motivo de tudo isto: acho que uma pequeniníssima correção poderia ser feita no comentário. Para o bem de absolutamente todos, ok?

Meu e-mail está aí ao lado em "Contato".

Abraços

Cavaleiro do Templo

Celente prediz revolução, rebeliões por comida e por causa de imposto até 2012

FIM DOS TEMPO.NET


Prognosticador de tendências, conhecido pela sua precisão no passado, diz que a América deixará de ser uma nação desenvolvida dentro de 4 anos, a crise será "pior do que a grande depressão"

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com

13 de novembro de 2008

"...Será que ele é um teórico conspirador?"

O homem que previu o impacto do mercado acionário em 1987, e da queda da União Soviética está agora com uma previsão de revolução na América, distúrbios alimentares e rebeliões fiscais - tudo dentro de quatro anos, enquanto adverte que colocar comida na  será uma preocupação mais premente do que comprar presentes de natal em 2012.


Gerald Celente, the CEO of Trends Research Institute é conhecido pela sua acurácia em predizer eventos futuros e econômicos no mundo, fato que irá nos dar um calafrio na espinha, devido ao que ele disse a FOX  esta semana.

Celente diz que a América em 2012 se tornará uma nação subdesenvolvida, que haverá uma revolução acentuada por revoltas de comida, rebeliões para ocupação de propriedades alheias, revoltas fiscais e marchas trabalhistas, e que em feriados e festas as pessoas irão querer comida ao invés de presentes.

Nós iremos ver o fim do varejo de natal, iremos ver uma mudança fundamental tomar o lugar, colocar comida na mesa irá ser mais importante do que colocar presentes em árvore de natal, disse Celeste. acrescentando que a situação irá ser "pior do que a grande depressão".

A América irá passar por uma transição pela qual ninguém está preparado, disse Celeste. Lembrando que as pessoas se recusam a aceitar que a América está entrando em recessão, e ainda destaca que o grande problema está nessa negação, e que isso atrapalha para que todos estejam prontos para a real dimensão da crise.

Celente, previu com sucesso a crise monetária da Ásia em 1997, o colapso do subprime hipotecário, e desvalorização acentuada do dólar nos EUA, disse a UPI em novembro do ano passado que o ano seguinte seria conhecido como “O Pânico de 2008” , acrescentando que “gigantes iriam levar um tombo para a morte”, que é exatamente o que temos assistido com o colapso da Lehman Brothers, Bear Stearns e outros. Ele também disse que acabaria por ser o dólar desvalorizado em mais de 90 por cento.

A consequência daquilo que iríamos ver desdobrar ao longo do ano iria levar a uma redução dos padrões de vida, Celente predisse um ano atrás, que está sendo corroborado pelos dados de quedas das vendas à varejo.

A perspectiva de uma revolução era um conceito que foi ecoado pelo Ministério britânico da Defesa no relatório do ano passado, que previa que dentro de 30 anos, o crescente fosso entre os super ricos e a classe média junto com uma subclasse urbana significaria uma ameaça a ordem social. “As classes médias do “mundo” poderiam se unir, utilizando o acesso aos conhecimentos, competências e recursos para modelar processos transnacionais no interesse de sua classe", e que" As classes médias poderiam se tornar uma classe revolucionária. "

Numa recente entrevista separada, Celente foi mais longe sobre o tema da revolução na América.

"Haverá uma revolução neste país", disse ele. Não virá já, mas passará do nível aceitável, e o que foi o catalisador para isso: a posse de Washington DC em pleno dia em Wall Street neste incruento golpe. E isso vai acontecer pois as condições para isso continuam a agravar-se. "

"A primeira coisa a fazer é organizar as revoltas contra impostos. Isso vai ocorrer em grande quantidade porque as pessoas não têm dinheiro para pagar mais imposto escola, propriedade fiscal, qualquer tipo de imposto. Nós iremos começar a ver estes tipos de protestos começarem a desenvolver-se. "

“Vai ser muito sombrio, muito triste. Iremos ver muitas pessoas sem abrigo, coisa nunca vista antes.  nas cidades estão brotando por todo o país e nós iremos ver muito mais.

“Iremos começar a ver grandes áreas com imóveis vagos, e também desabrigados que habitarão estes imóveis. Irá ser um panorama que os americanos não estão acostumados a ver. Isto virá com um grande choque e existirá uma grande quantidade de crimes. E a criminalidade irá ser bem pior do que antes, pois na Grande Depressão de 1929, as mentes das pessoas não eram tão corrompidas com estas drogas modernas, drogas vendidas sem médica, metanfetamina, ou qualquer coisas parecidas com isso. Então teremos uma enorme subclasse de pessoas desesperadas com suas mentes quimicamente transtornadas além da compreensão humana. O blog George Washington compilou uma lista das citações que comprovam a exatidão de Celente,com relação aos seus prognósticos.

“Quando a CNN quer saber sobre as Grandes Tendências, ela pede a Gerald Celente”
— CNN Headline News

"Uma rede de 25 peritos cuja gama de especialidades iria rivalizar com muitas faculdades universitárias".
- The Economist

"Gerald Celente tem um talento pra pegar o espírito certo".
— USA Today

"Não existe um prognosticador de tendência melhor do que Gerald Celente. O homem sabe o que ele está falando. "
- CNBC

Aqueles que levam a sério as suas previsões.... Trends Research Institute."
- O Wall Street Journal

“Gerald Celente está sempre a frente da curva das tendências, e sinistramente sobre a marca....ele é um dos mais precisos prognosticadores que temos”
— The Atlanta Journal-Constitution

“O Sr. Celente dá pistas e direções no mundo social, econômico e empresarial para clientes corporativos.
— The New York Times

"O Sr. Celente é um cara muito inteligente. Nós somos capazes de aprender sobre as tendências a partir de uma autoridade "
— 48 Hours, CBS News

"Gerald Celente possui um sólido histórico. Ele previu tudo, desde o colapso bolsista de 1987 e o desaparecimento da União Soviética para o “marketing verde” e a redução corporativa ".
— The Detroit News

“Gerald Celente, previu o impacto no mercado acionário de 1987, “marketing verde”, e o crescimento rápido dos cafés gourmets”
— Chicago Tribune

“The Trends Research Institute é o Padrão e Pobre da Cultura Popular”
— The Los Angeles Times

“Se Nostradamus estivesse  hoje, ele faria um páreo duro com Gerald Celente”
— New York Post

Então aí está – será que ele é um teórico conspirador? O preço de se ignorar seus avisos serão muito maiores do que os custos de preparação para o futuro agora. Armazenar comida e ouro são duas coisas para se começar a fazer. ( opinião do autor, mas não do site fimdostempos., toda comida que for armazenada e guardada perecerá, e muito menos guardar-se ouro irá adiantar, pois será implementado a marca da besta)
Prison Planet

CRÉDITO:  RÁPIDA - FIMDOSTEMPOS.NET

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".