Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

“Expatriación de Zelaya salvó a Honduras de una guerra”

Fonte: UNOAMÉRICA
Jueves, 07 de Enero de 2010


General Romeo Vásquez Velásquez, Jefe del Estado Mayor Conjunto de las Fuerzas Armadas de Honduras
Politica

La Unión de Organizaciones Democráticas de América, UnoAmérica, rechazó la persecución política iniciada contra la Junta de Comandantes de las Fuerzas Armadas de Honduras. UnoAmérica afirma que la expatriación de Zelaya era indispensable y obligatoria, para evitar un baño de sangre y para proteger al país de los planes de invasión de Chávez.



Bogotá, 7 de enero.- La Unión de Organizaciones Democráticas de América, UnoAmérica, rechazó la persecución política iniciada contra la Junta de Comandantes de las Fuerzas Armadas de Honduras.

Según una nota publicada hoy en El Heraldo, “El Ministerio Público (MP) interpuso ayer ante la Corte Suprema de Justicia (CSJ) un requerimiento fiscal en contra de la Junta de Comandantes de las Fuerzas Armadas por expatriar al ex presidente Manuel Zelaya el pasado 28 de junio.”


UnoAmérica afirma que la expatriación de Zelaya era indispensable y obligatoria, para evitar un baño de sangre y para proteger al país de los planes de invasión de Chávez.


Dado que Chávez era el autor intelectual de la “cuarta urna”, él conocía perfectamente las implicaciones de esa iniciativa, abiertamente ilegal e inconstitucional. Todas las instituciones nacionales habían rechazado públicamente la legalidad de la “cuarta urna”. Era evidente que Zelaya podía terminar en la cárcel; en cuyo caso, Chávez tenía preparada una invasión con grupos paramilitares armados, a fin de “rescatar” a Zelaya y reponerlo en el poder, para lo cual se necesitaba la presencia del ex mandatario en territorio hondureño. La sorpresiva captura y expatriación inmediata de Zelaya malogró los planes intervencionistas de Chávez.


Ese mismo día, el 28 junio, molesto y desconcertado por lo ocurrido con Zelaya, Chávez hizo lo posible por reformular su plan violento; y así lo confesó abiertamente, al
amenazar públicamente a Honduras, con enviar tropas para derrocar al gobierno de Roberto Micheletti.


El 5 de julio de 2009, Chávez envió a Zelaya al Aeropuerto de Toncontín en un avión venezolano, piloteado por militares venezolanos. Ese día, Chávez estuvo en contacto permanente con los manifestantes cercanos al aeropuerto. De haberse materializado el aterrizaje, se habría desatado la violencia. Afortunadamente, el profesionalismo y la prudencia de las Fuerzas Armadas impidieron una masacre.


A finales de julio de 2009, Chávez quiso organizar una invasión paramilitar a través de la frontera nicaragüense, con el apoyo de Daniel Ortega. La invasión estaría encabezada por Manuel Zelaya, acompañado por el canciller venezolano, Nicolás Maduro.


En esa oportunidad, mercenarios armados provenientes de Colombia y de otros países, viajaron hasta los campamentos fronterizos para reforzar la invasión. Chávez quiso integrar militares venezolanos a la iniciativa guerrerista, pero éstos se negaron a viajar a Nicaragua, lo cual ocasionó varias detenciones por insubordinación. Una vez más, las Fuerzas Armadas de Honduras desactivaron el plan violento de Chávez.


El 1 de septiembre de 2009, UnoAmérica
acusó a Chávez ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) por "hacer apología al delito de rebelión y por promover la guerra en Honduras".


El 21 de septiembre, siempre con el apoyo de Chávez, Zelaya regresó subrepticiamente a Honduras, y trató de instigar de nuevo a la violencia, esta vez desde la Embajada del Brasil; pero los militares hondureños habían tenido suficiente tiempo -tres meses- para desmantelar el proyecto intervencionista de Chávez. A partir de ese momento, la presencia de Zelaya en el país ya no constituía un peligro.


No se puede acusar a los militares hondureños sin tomar en cuenta estos importantísimos asuntos de seguridad de Estado. De no haberse expatriado a Zelaya el 28 de junio de 2009, en menos de 24 horas Chávez habría invadido Honduras con grupos paramilitares, para reponer a Zelaya en la Presidencia, y los hondureños estarían hoy librando una guerra, en lugar de disfrutar la estabilidad y la paz de una democracia plena.


Aunque en el futuro los militares hondureños puedan ser amnistiados, la acusación presentada ayer por el Ministerio Público constituye un muy mal precedente, porque será utilizada por el Foro de Sao Paulo para fundamentar sus acciones ante la Corte Penal Internacional, donde la amnistía no los protegerá.


UnoAmérica considera que, lejos de acusar injustamente a los militares, las instituciones hondureñas deberían estar discutiendo cómo premiarlos, por haber defendido con tanta determinación y con tanta lealtad la democracia y las libertades.

Anistia é irreversível

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
PAULO BROSSARD | 06 JANEIRO 2010


Se há dogmas em matéria jurídica esse é um deles.



A notícia (de que se cogita revogar a lei da anistia) me pareceu esdrúxula. Mais ainda, quando li que a projetada revogação da lei de 1979 teria sido concebida nos altos escalões do governo federal ou quem sabe dos baixos. Sei que contou com a adesão do presidente Luiz Inácio, pelo menos com sua assinatura. E como uma lembrança puxa outra, recordei a figura do saudoso amigo e mestre José Frederico Marques que, em um de seus livros, ensina o que é corrente entre tratadistas: a anistia "é o ato legislativo em que o Estado renuncia ao direito de punir... É verdadeira revogação parcial,
hic et nunc, de lei penal. Por isso é que compete ao Poder Legislativo a sua concessão. Lei penal ela o é, por conseguinte: daí não a poder revogar o Legislativo, depois de tê-la promulgado, porque o veda o art. 141 §§3º e 29º", da Constituição de 1946, aos quais correspondem os incisos 36 e 40 do artigo 5º, da Constituição de 1988.


Se há dogmas em matéria jurídica esse é um deles. A lei penal só retroage quando benéfica ao acusado ou mesmo condenado. Daí sua irrevogabilidade. Os efeitos da lei da anistia se fizeram sentir quando a lei entrou em vigor. O próprio delito é apagado. A revogação da lei de anistia ou que outro nome venha a ter importaria em restabelecer em 2010 o que deixou de existir em 1979. Seria, no mínimo, uma lei retroativa, pela qual voltaria a ser crime o que deixara de sê-lo no século passado. O expediente articulado nos meandros do Planalto, a meu juízo, retrata o que em direito se denomina inepto. Popularmente o vocábulo pode ter um laivo depreciativo. Na terminologia jurídica, significa "não apto" a produzir o efeito almejado. Por isso, não hesito em repetir que o alvitre divulgado é inepto, irremediavelmente inepto.


Em resumo, amigos do governo, mui amigos, criaram-lhe um problema que não existia. É claro que estou a tratar assunto importante com a rapidez de um artigo de jornal. Para terminar, a anistia pode ser mais ou menos justa, mas não é a justiça seu caráter marcante. É a paz. No arco-íris social, com suas contradições, essa me parece ser a nota dominante. Não estou dizendo novidade.


À maneira de
post scriptum, lembro que a oposição, ao tempo encarnada no MDB/PMDB, foi quem levantou a tese da anistia e era natural fosse ela e desde o início falou em anistia recíproca. O setor governista não aceitava a reciprocidade, até que, algumas pessoas mais avisadas se deram conta de que, depois de período tão longo, em que tudo fora permitido, a anistia devia ser mesmo ampla, a ponto de abranger as duas partes em que o país fora dividido. Tive ocasião de dizer isso depois da anistia, quando localizada, em Petrópolis, casa onde a ignomínia da tortura fizera pouso. Ninguém contestou. Está documentado e publicado. Repito agora com a mesma tranquilidade.



Paulo Brossard de Souza Pinto é jurista e ministro aposentado do STF.

O mundo agradece ao sr. Obama

... por devolver malditos terroristas ao "mundo livre".

Leiam aqui e se algum parente de vocês morrer vítima de algum atentado promovido por terroristas libertados de Guantanamo, lembrem-se de apontar o culpado:

BARACK HUSSEIN OBAMA

O SUPOSTO DECRETO DOS DIREITOS HUMANOS PREGA UM GOLPE NA JUSTIÇA E EXTINGUE A PROPRIEDADE PRIVADA NO CAMPO E NAS CIDADES

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 | 6:15


Luiz Inácio Lula da Silva - sim, “O Cara” - resolveu fazer a sua própria Constituição. Ele assinou um decreto que tem o fedor de um golpe de estado branco. E não falta ao texto nem mesmo o AI-5 do lulo-petismo. Está anunciando uma espécie de programa de governo de Dilma Rousseff. Explico com um pouquinho de história.

O Regime Militar instituído em 1964 foi mais explícito e mais modesto. Por intermédio do Ato Institucional nº 4, concedeu ao Congresso - já expurgado dos “indesejáveis” - poderes constituintes e “cobrou” uma nova Constituição, que entrou em vigor em março de 1967. Seu objetivo era institucionalizar os marcos da “revolução”. Em 13 de dezembro do ano seguinte, viria o famigerado AI-5. Juntado à Carta, ele suspendia, a depender da vontade do governo, algumas garantias que ela própria, embora autoritária, assegurava. Lula preferiu fazer a sua “miniconstituinte” por meio de um decreto. Refiro-me àquela estrovenga chamada Programa Nacional dos Direitos Humanos (o nome é pura “novilíngua” orwelliana), consubstanciado no decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. É aquela peça tramada por Dilma Rousseff, Franklin Martins, Paulo Vannuchi e Tarso Genro, sob as bênçãos de Lula, que tenta revogar a Lei da Anistia e que gerou uma crise militar.


Ocorre, meus caros, que esse dado do decreto, acreditem!, está longe de ser a sua pior parte. A íntegra do documento está
aqui. Vazado numa linguagem militante, que manda o saber jurídico às favas em benefício do mais escancarado, chulo e asqueroso proselitismo, o texto busca cantar as glórias do “novo regime” - o lulo-petismo -, tenta institucionalizar a patrulha ideológica no país como matéria de formação da cidadania, extingue o direito de propriedade e, POR QUE NÃO?, NO MELHOR MODELO CHAVISTA, CRIA UM OUTRO PODER ACIMA DA JUSTIÇA. Os direitos humanos, assim, são apenas a aparência civilizada de um claro, óbvio e insofismável esbulho constitucional.

É PRECISO QUE SE DIGA COM CLAREZA: O DECRETO 7.037 É UM CONVITE À INSTITUCIONALIZAÇÃO DE UMA ESPÉCIE DE “ESTADO NOVO LULISTA” - OU DE DITADURA DOS COMPANHEIROS. E NÃO É ASSIM PORQUE EU QUERO. É ASSIM PORQUE ASSIM ESTÁ NO TEXTO.


O decreto tem todas as características da ação solerte, traiçoeira. Foi redigido para enganar, para burlar as regras do estado democrático. Está cheio de cartas na manga, de malandragens, de vigarices intelectuais. Em modestos 6.465 caracteres, quase nada, ele “Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 - e dá outras providências”. Ocorre que tudo deve ser feito de acordo com o que está no “anexo”. E é lá que mora o perigo. Em extensíssimos 185.142 caracteres, a mistificação dá as mãos à ilegalidade para deixar registrado em papel o “golpe lulista”. Muito já se falou sobre a revisão da Lei da Anistia. Não que o documento toque no assunto. Trapaceiro, especifica na “Diretriz 25″:
Modernização da legislação relacionada com promoção do direito à memória e à verdade, fortalecendo a democracia.

Objetivo Estratégico I:
Suprimir do ordenamento jurídico brasileiro eventuais normas remanescentes de períodos de exceção que afrontem os compromissos internacionais e os preceitos constitucionais sobre Direitos Humanos.
Ações Programáticas:

a)Criar grupo de trabalho para acompanhar, discutir e articular, com o Congresso Nacional, iniciativas de legislação propondo:

- revogação de leis remanescentes do· período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos ou tenham dado sustentação a graves violações;


- revisão de propostas legislativas· envolvendo retrocessos na garantia dos Direitos Humanos em geral e no direito à memória e à verdade.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República


Antes, na Diretriz 23, fica claro que os terroristas de esquerda estão fora do alcance do decreto, a saber:

Reconhecimento da memória e da verdade como Direito Humano da cidadania e dever do Estado.

Objetivo Estratégico I:
Promover a apuração e o esclarecimento público das violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política ocorrida no Brasil no período fixado pelo art. 8o do ADCT da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.
Ação Programática:

a)Designar grupo de trabalho composto por representantes da Casa Civil, do Ministério da Justiça, do Ministério da Defesa e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, para elaborar, até abril de 2010, projeto de lei que institua Comissão Nacional da Verdade, composta de forma plural e suprapartidária, com mandato e prazo definidos, para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período mencionado…


AGORA, O QUE AINDA NÃO ESTAVA CLARO


Isso tudo vocês já sabiam. Como sabem que essas duas “diretrizes” violam os incisos XXXVI, XXXVII, XXXIX e XL do Artigo 5º da Constituição, conforme deixei claro no texto
TERRORISTA CAÇA TORTURADOR? EM NOME DO QUÊ? Vamos agora àquilo que quase ninguém sabe (LULA SEMPRE SOUBE DE TUDO) porque, entre a celebração de Natal e de Ano Novo, poucos se lembraram de pôr os olhos naquela porcaria. Leiam com atenção o que se chama de “Objetivo estratégico VI”:

Acesso à Justiça no campo e na cidade.

Ações programáticas:
- a) Assegurar a criação de marco legal para a prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos, garantindo o devido processo legal e a função social da propriedade.

Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades
- b) Propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos.

Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades; Ministério do Desenvolvimento Agrário

- c) Promover o diálogo com o Poder Judiciário para a elaboração de procedimento para o enfrentamento de casos de conflitos fundiários coletivos urbanos e rurais.
Responsáveis: Ministério das Cidades; Ministério da Justiça; Ministério do Desenvolvimento Agrário

- d) Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos.

Responsáveis: Ministério do Desenvolvimento Agrário; Ministério da Justiça


Como se nota, na prática, foram tornados sem efeito tanto o caput como o inciso XXII do Artigo 5º da Constituição, que asseguram o direito de propriedade. Os lulo-petralhas vão argumentar que o inciso seguinte, o XXIII, trata da “função social da propriedade. É verdade. Mas, em nenhum momento, isso implica que os “movimentos sociais” definam o que é e o que não é legal, o que é e o que não é aceitável. O modelo exposto acima, se querem saber, é o que vige hoje no Pará, com seu ciclo interminável de violência. O que o texto faz é criar uma instância que tira das mãos do Judiciário a prerrogativa de restaurar um direito que foi agravado. A rigor, o “manto” dos “direitos humanos” extingue a propriedade. Um juiz não poderia mais determinar que a propriedade invadida fosse devolvida ao dono. A SIMPLES INVASÃO JÁ MUDARIA O STATUS JURÍDICO DA ÁREA.


A má-fé jurídica resta ali evidente. Aquele que tiver a sua propriedade invadida terá de esperar o trabalho de “mediação”, que claramente se sobrepõe à Justiça, tolhendo a sua prerrogativa de determinar a reintegração de posse. É EVIDENTE QUE SE TRATA DE UM ATENTADO À JUSTIÇA E DE UMA VIOLAÇÃO À CONSTITUIÇÃO.


Num trecho chamado “Eixo Orientador II”, lê-se:

No caso do Brasil, por muitos anos o crescimento econômico não levou à distribuição justa de renda e riqueza, mantendo-se elevados índices de desigualdade. As ações de Estado voltadas para a conquista da igualdade socioeconômica requerem ainda políticas permanentes, de longa duração, para que se verifique a plena proteção e promoção dos Direitos Humanos. É necessário que o modelo de desenvolvimento econômico tenha a preocupação de aperfeiçoar os mecanismos de distribuição de renda e de oportunidades para todos os brasileiros, bem como incorpore os valores de preservação ambiental. Os debates sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global, gerados pela preocupação com a maneira com que os países vêm explorando os recursos naturais e direcionando o progresso civilizatório, está na agenda do dia. Esta discussão coloca em questão os investimentos em infraestrutura e modelos de desenvolvimento econômico na área rural, baseados, em grande parte, no agronegócio, sem a preocupação com a potencial violação dos direitos de pequenos e médios agricultores e das populações tradicionais.

O desenvolvimento pode ser garantido se as pessoas forem protagonistas do processo, pressupondo a garantia de acesso de todos os indivíduos aos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais, e incorporando a preocupação com a preservação e a sustentabilidade como eixos estruturantes de proposta renovada de progresso. Esses direitos têm como foco a distribuição da riqueza, dos bens e serviços.


Nunca antes na história destepaiz um “decreto” veio vazado nessa linguagem, com a clara satanização de um setor da economia - o agronegócio (justamente aquele que responde pela saúde econômica do Brasil) - e com essa sociologia de botequim, que repete a tara lulista dos marcos inaugurais. Qualquer pessoa medianamente informada sabe tratar-se de uma mentira cretina. Ao juntar no desfile de sandices a extinção da propriedade com os supostos problemas do aquecimento global, temos o verdadeiro samba-do-esquerdista-doido.


Pervertendo as crianças
Nada escapa ao decreto. As crianças também correm riscos. Leiam outros trechos:

- Estabelecer critérios e indicadores de avaliação de publicações na temática de Direitos Humanos para o monitoramento da escolha de livros didáticos no sistema de ensino.

- Fomentar a realização de estudos, pesquisas e a implementação de projetos de extensão sobre o período do regime 1964-1985, bem como apoiar a produção de material didático, a organização de acervos históricos e a criação de centros de referências.

- Incentivar a inserção da temática dos Direitos Humanos nos programas das escolas de formação inicial e continuada dos membros das Forças Armadas.

- Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos Humanos nas escolas de educação básica e em outras instituições formadoras.


Parece-me que a proposta de patrulha ideológica, inclusive nas escolas militares, está feita. Reparem que o decreto estabelece até parte do conteúdo dos livros didáticos. Ainda não é o extremo da selvageria antidemocrática. No trecho seguinte, vemos os “sovietes” tomando o lugar dos tribunais: “Estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos, especialmente em áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com dificuldades de acesso a serviços públicos.”


Concluindo

Um dos “eixos orientadores” do decreto é o “fortalecimento dos Direitos Humanos como instrumento transversal das políticas públicas e de interação democrática“. Essa conversa de “instrumento transversal” não passa de linguagem pseudo-acadêmica destinada a seduzir incautos. A “transversalidade” é a desculpa costumeira da empulhação de intelectuais mequetrefes para juntar alhos com bugalhos. O decreto que cria a tal Comissão da Verdade (?) mistura no mesmo texto medidas de proteção aos índios, aos gays, às mulheres, aos quilombolas e aos “profissionais do sexo”; pretende orientar a saúde, a educação, a cultura, a produção e a pesca artesanal (!); ataca o agronegócio, critica governos anteriores e canta as próprias glórias; tenta interferir nos livros didáticos, busca desmoralizar a Justiça e acena até com um novo padrão produtivo…


Muito dirão que quase tudo o que há naquela estrovenga depende de projeto de lei e que será o Congresso a dar a palavra final. E daí? O texto não se torna constitucional por isso. Ademais, dados os métodos de cooptação dessa gente, isso não significa uma garantia, mas um risco adicional.


E cumpre reiterar: o tal “decreto dos direitos humanos” (podem gargalhar), peça do mais rombudo revanchismo, passou pela Casa Civil. Dilma já está dizendo a que veio e o que pode vir.


Depois do “filho do Brasil”, eles querem nos oferecer a madrasta.

Entrevista de Roberto Micheletti para a Fox News

Encontrei esta entrevista não muito recente do senhor Roberto Micheletti, presidente interino de Honduras, terra de homens de verdade, para a Fox News. A primeira são dois vídeos, a segunda está completa (não editada ao que parece).

Vejam como se faz, como deve ser contruído um país de verdade.




BOMBA!!! Entrevista al Manuel de Beunza

Fonte: EL VERAZ

Video en el que se entrevista por primera vez desde que desertó, al ex Oficial de la inteligencia cubana, Manuel de Beunza. Revela que Castro es Dueño de alrededor de 270 corporaciones financieras en el extranjero, mientras los cubanos no pueden comer 2 veces al dia.


Para baixá-lo clique aqui.

A TRAGICOMÉDIA ACADÊMICA - CONTOS IMEDIATOS DO TERCEIRO GRAU

Fonte: YURI VIEIRA

Clique aqui para ler, baixar e/ou imprimir mas antes leia o que Olavo de Carvalho falou deste livro escrito pelo Yuri Vieira:


"Prezado Yuri

Andei lendo seus contos. Raras inteligências perceberam tão bem quanto a sua o “vácuo atormentado” da sua geração. Não creio que essa experiência pudesse ser descrita senão pela mistura do engraçado e do tétrico, que você consegue dosar com muita habilidade. O Abominável Homem do Minhocão me deixou num estado indefinido entre o tremor de riso e o tremor de medo. Estou muito satisfeito de ter lido este livro (A Tragicomédia Acadêmica – Contos Imediatos do Terceiro Grau). Muito obrigado. (…)

Um abração e os melhores votos do

Olavo de Carvalho (por email, 1999)"

HONDURAS, UN GRAN TRIUNFO SUBESTIMADO Y AMENAZADO


Clique aqui para baixar e ler em espanhol:


HONDURAS, UN GRAN TRIUNFO SUBESTIMADO Y AMENAZADO

Por Jorge Salaverry

Consultor Internacional
Ex Embajador de Nicaragua en España

Diciembre 2009

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

BOMBA!!! Entrevista al Teniente Coronel Juan Reinaldo Sánchez, escolta personal de Fidel Castro durante 17 años

Fonte: EL VERAZ

No deje de ver esta entrevista al Teniente Coronel Juan Reinaldo Sánchez, escolta personal de Fidel Castro durante 17 años consecutivos. Esta entrevista consta de 10 partes y caben en un CD, no deje de enviarlo a Cuba.






















Ou baixe todos os vídeos:

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pensem nisso

Pensem nisso

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 5 de janeiro de 2010
http://www.olavodecarvalho.org/semana/100105dc.html



As próximas eleições presidenciais vão opor, numa disputa desigual, as armas da política revolucionária às da política "profissional"



Um dos traços constantes da vida brasileira é a coexistência de dois tipos de política heterogêneos e incomunicáveis: de um lado, a política "profissional" cuja única finalidade é o acesso a cargos públicos, compreendidos como posições privilegiadas para a conquista de benefícios pessoais ou grupais (acompanhados ou não de boas intenções de governo); de outro, a política revolucionária, empenhada na conquista do poder total sobre a sociedade e na introdução de mudanças estruturais irreversíveis.

A segunda usa ocasionalmente os intrumentos da primeira, mas sobretudo cria os seus próprios, desconhecidos dela. Os "movimentos sociais", o adestramento de formidáveis massas militantes dispostas a tudo, a ocupação de espaços não só na administração federal mas em todas as áreas estrategicamente vitais e, last not least, a conquista da hegemonia cultural estão entre esses intrumentos, que para o político "profissional" são distantes e até incompreensíveis, tão obsessiva e autocastradora é a sua concentração na mera disputa de cargos eleitorais.


As próximas eleições presidenciais vão opor, numa disputa desigual, as armas da política revolucionária às da política "profissional". Estas últimas consistem apenas no meios usuais de propaganda eleitoral, enquanto as daquela abrangem o domínio sistêmico de todos os meios diponíveis de ação sobre a sociedade: o político "profissional" tem a seu favor apenas os eleitores, que se manifestam uma vez a cada quatro anos e depois o esquecem ou passam a odiá-lo. O revolucionário tem a vasta militância organizada, devotada a uma luta diária e constante, pronta a matar e morrer por aquele que personifica as suas aspirações.


Nas últimas décadas a expansão maciça da política revolucionária colocou os políticos "profissionais" numa posição de impotência quase absoluta, que reduz a praticamente nada as vantagens de uma eventual vitória nas eleições.


Se eleito, o Sr. Jose Serra terá de comandar uma máquina estatal dominada de alto a baixo pelos seus adversários, a começar pelos oito juízes lulistas do Supremo Tribunal Federal. O PT e seus partidos aliados comandam, além disso, uma rede de organizações militantes com alguns milhões de membros devotos, prontos a ocupar as ruas gritando slogans contra o novo presidente ao primeiro chamado de seus líderes. Comandam também o operariado de todas as indústrias estratégicas e a rede de acampamentos do MST espalhados ao longo de todas as principais rodovias federais e estaduais: podem paralisar o país inteiro da noite para o dia. Reinam, ademais sobre um ambiente psicossocial inteiramente seduzido pelos seus estereótipos e palavras de ordem, a que nem mesmo seus mais enfezados inimigos ousam se opor frontalmente.


Somente a política revolucionária entende o que é o poder na sua acepção substantiva. O velho tipo do político "profissional" entende apenas a disputa de cargos, confunde o mandato legal com a posse efetiva do poder. Sem militância, sem ocupação de espaços, sem guerra cultural, não há domínio do poder. Fernando Collor de Mello pagou caro por ignorar essa distinção elementar: confiou na iniciativa espontânea de seus eleitores – massa espalhada e amorfa, incapaz de fazer face à força organizada da militância.


Não vejo no horizonte o menor sinal de que os adeptos do Sr. José Serra tenham aprendido a lição: hipnotizados pela esperança da vitória eleitoral, não vêem que tudo o que estão querendo é colocar na presidência um homem isolado, sem apoio militante, escorado tão somente na força difusa e simbólica da "opinião pública" -- um homem que, à menor sombra de deslize, terá contra si o ódio da militância revolucionária explodindo nas ruas e será varrido do cenário político com a mesma facilidade com que o foi o ex-presidente Collor.


Há pelo menos vinte anos venho advertindo aos próceres antipetistas que o voto, ainda que avassaladoramente majoritário, não garante ninguém no poder: o que garante é militância, é massa organizada, disposta a apoiar o eleito não só no breve instante do voto mas todos os dias e por todos os meios. Vejam a situação da governadora do Rio Grande do Sul e entenderão o que estou dizendo: quando a oposição se vangloriou de ter "varrido o PT do Estado gaúcho", não percebeu que o expulsara somente de um cargo público.


Não desprezo as vitórias eleitorais, mas sei que, por si, elas nada decidem a longo prazo. E não vejo que, até agora, as forças de oposição tenham tomado consciência disso.

E o Suriname, presidente?

Fonte: MÍDIA A MAIS
por Percival Puggina em 4 de janeiro de 2010


Brasileiros resgatados de violência no Suriname: onde estão o presidente Lula e suas fanfarronices?

S
empre pensei que as sociedades econômica, social e culturalmente mais desenvolvidas fossem dotadas de uma capacidade de análise superior e, portanto, menos sujeitas à influência dos demagogos. Lula tornou evidente que isso não é assim. O reconhecimento que ele obtém na comunidade internacional mostra duas coisas: 1ª) a máquina publicitária da esquerda vem trabalhando em favor do companheiro Lula porque descobriu ser ele um ícone mais palatável do que seus dois competidores: o velho e fracassado Fidel Castro e o doido de pedra Hugo Chávez; 2ª) aquela sua retórica de botequim (pasmem!) é tão convincente nas margens do Sena quanto nas barrancas do São Francisco.

Acabamos de assistir fato grave, que escapou à percepção da mídia nacional e internacional. Ou, se não escapou, foi sepultado sob a pá de cal do silêncio obsequioso ou adquirido. Em fevereiro de 2009, a brasileira Paula Oliveira, residente da Suíça, denunciou às autoridades daquele país ter sido agredida por skinheads, grupo de subcultura que, em certos locais, a Suíça é um deles, desenvolve tendências nazistas. Tão logo tomou conhecimento do relato da moça, nosso presidente subiu nas tamancas e declarou à imprensa que "o governo não pode aceitar e não vai ficar calado diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior". E acrescentou – conforme revista Veja, edição de 18 de fevereiro de 2009: a) que a embaixada brasileira fora acionada; b) que no Brasil "nós vivemos em paz, recebemos estrangeiros desde que Cabral aqui colocou os pés e os tratamos bem"; c) que nós queremos “é que eles respeitem os brasileiros lá fora como nós os respeitamos aqui, como nós os tratamos bem aqui".


Poucos dias depois dessa algaravia, ficamos sabendo que a moça se automutilara. Tudo fora uma farsa e Lula fechou a boca sobre o assunto. No último dia 16, aliás, saiu decisão suíça a respeito do caso, condenando Paula a pagar custas judiciais e periciais do processo e lhe impondo uma multa condicional (que será cobrada se ela incorrer em segundo crime).


“E daí?” perguntará o leitor. Pois é. E daí que antes de encerrar-se o ano, não uma moça, mas cerca de 80 brasileiros foram atacados no Suriname por um grupo de descendentes de quilombolas. Catorze saíram feridos, sendo dois em estado grave. Na confusão que se seguiu ao ataque, uma brasileira que estava grávida perdeu o bebê. Não me lembro, em muitas décadas, de incidente tão grave, envolvendo brasileiros no exterior. E o que fez nosso presidente ante o ocorrido com quase uma centena de conterrâneos nossos no país vizinho? Subiu nas tamancas? Botou a boca no trombone? Pediu respeito aos brasileiros? Falou sobre como nós os tratamos bem por aqui? Nada. Apenas telefonou ao secretário-geral da ONU para relatar o caso.


Esses dois episódios somam-se a dezenas de outras evidências dos parcos critérios do governo Lula em questões internacionais. Sua diplomacia é conduzida mais ou menos como o partidão tocava a UNE nos anos 60.

O influente

Fonte: INSTITUTO MILLENIUM
03/01/2010


Percival Puggina


O presidente Lula está na lista das personalidades mais influentes da década. Ainda bem que ele não influiu suficientemente quando se opôs:

a) ao Plano Real, que chamava de estelionato eleitoral;
b) à Lei de Responsabilidade Fiscal, que chamava de arrocho imposto pelo FMI;
c) à abertura da economia brasileira, que chamava de globalização neoliberal;
d) ao fim do protecionismo à indústria nacional, que chamava de sucateamento do nosso parque produtivo;
e) às privatizações, que chamava de venda do nosso patrimônio;
f) ao cumprimento de nossas obrigações com os credores internacionais, que chamava de pagar a dívida com sangue do povo;
g) à geração de superávit fiscal, que chamava de guardar dinheiro para dar ao FMI;
h) à primeira reforma da Previdência, que ele já teve sete anos para corrigir e não corrigiu;
i) ao Proer, que, segundo ele, era dar dinheiro do povo para banqueiro;
j) ao fortalecimento da agricultura empresarial, que o Influente queria substituir por assentamentos do MST.

Felizmente, escapamos de tais influências! Os governos anteriores suportaram a vaia petista e criaram as condições com que o país enfrentou a turbulência internacional de 2008/2009. Entre elas: responsabilidade fiscal, moeda forte, superação da imagem de país caloteiro, sistema bancário sólido e bem fiscalizado, gradual modernização do parque produtivo, duplicação da produção de grãos e a acelerada produção de divisas daí decorrente. Felizmente, também, reconheça-se, ao assumir o governo o Influente teve a sensatez de:

a) qualificar como “bravata” sua atuação como oposicionista;
b) convidar o tucano Henrique Meirelles para o Banco Central;
c) não atrapalhar o que ia bem.

Ah! Esquecia-me de dizer que o Influente ampliou muito os programas sociais criados antes dele (Bolsa-Escola, Bolsa-Alimentação e Vale-Gás) que migraram para o seu Bolsa Família. Mas, vale lembrar que também aqueles programas de FH haviam sido tenazmente combatidos pelo Influente que os qualificara como forma de ganhar o voto do pobre pela barriga (assista-o abaixo).



Vejamos, agora, onde o Influente, de fato, influenciou.

Ele influenciou a decisão brasileira de não declarar as narco-guerrilheiras Farc como organizações terroristas.
Ele influenciou a eleição de Evo Morales que fez campanha anunciando que agiria contra a presença da Petrobras na Bolívia.
Ele influenciou a eleição de Lugo, que fez campanha anunciando que agiria contra o acordo com o Brasil em Itaipu.
Ele influenciou a OEA a favor da readmissão de Cuba na organização e, dias depois, influenciou a decisão da OEA contra a destituição do golpista Manoel Zelaya em Honduras.
Ele sistematicamente protege regimes de esquerda quando são votadas, em organismos internacionais, moções de repúdio a violações de direitos humanos.
Visitou e recebeu afetuosamente todos os ditadores do planeta.

Ele é o Influente. Ele é o cara.

Sabem por quê?

Porque aquele discurso que tanto atrai o eleitor de poucas luzes nos países periféricos produz o mesmo efeito em alguns europeus. Refiro-me à ideia de que a economia funciona como um deserto, onde a areia muda de lugar conforme o vento, formando dunas e depressões, mas a quantidade de areia permanece imutável. Logo, se há acumulação é porque, em algum lugar, se formou uma depressão. É por causa desse raciocínio infantil que as esquerdas atribuem a pobreza à existência da riqueza. E o Influente, aonde vai, arranca aplausos ensinando isso. Mas os ricos do Brasil nunca riram tão à toa e nunca aplaudiram tanto um presidente.

(Zero Hora - 03/01/2010)

PAUTA PARA 2010 (ou Lula, o empregado brasileiro da Nova Ordem Mundial)

Fonte: ViVerdeNovo
SEGUNDA-FEIRA, 4 DE JANEIRO DE 2010


Por Arlindo Montenegro


O Congresso Nacional deixa no arquivo histórico, um ano muito produtivo: castelos milionários, atos secretos, viagens aéreas nacionais e internacionais para os amigos, muita corrupção revelada, Sarney desnudado e... nenhuma punição!

Entre os deputados, de lorota em lorota, um dos ilustres manifestou o respeito que reina na casa para com os eleitores: “a opinião pública que se lixe!” A turma do Poder Legislativo aproveitou para torrar 78 milhões, viajando com familiares, amigos e namoradas. O Deputado do castelo mineiro foi “perdoado” pelos pares.

Tudo dentro da Lei. O ministro do STF Gilmar Mendes mesmo, disse que essas crises políticas são passageiras. Uma entrevistazinha, uma promessinha e continua tudo na mesma. Pois a turma do STF também se beneficia com esses mimos do poder.

E se a imprensa ousar debater e denunciar as falcatruas, basta um ato jurídico para calar a boca do jornal, do jornalista, da televisão... E se sair no you tube, é só mandar retirar. E se um jornalista perguntar ao Ministro entrevistado, ele “não sabia”.

Sonegação fiscal, fraude nas licitações, desvio de verbas, empresas prestadoras de serviço (de propriedade de deputados) em nome de “laranjas”, falcatruas e furto continuado. E no Executivo intocável, blindado, basta citar a pontinha do iceberg: cartões corporativos. Secretos! No Planalto triplicaram os gastos, algo assim em torno de 600 mil Reais por mês na conta do dono da casa.

Como estamos em ano eleitoral, com o PT controlando a petroquímica, geração de eletricidade, telecomunicações, siderurgia, mais de 50% do mercado financeiro, avançando também na indústria de alimentos, tudo com as bênçãos dos empresários que ficam à sombra do governo, teremos mais fraudes, mais “persuasão monetária” de políticos e partidos, para alimentar o caixa dois eleitoreiro.

O Ministro Marco Aurélio Garcia, (pasmem!) um dos que sequestraram o embaixador dos Estados Unidos, disse no Canal Livre que é intolerável que as Farc da Colômbia seqüestrem pessoas... e confirmou que, aqueles amigos que guerrilheiros que tomam decisões no Foro de São Paulo, junto com ele e o PT, são narcotraficantes! E que na Venezuela há democracia e a imprensa é livre.

Questão de ponto de vista ideológico, só pode! Será que ele e o Sr. Presidente sabem que o bolivarianismo de Chávez foi estruturado por Raul Reyes, comandante morto das Farc? A história está nos computadores apreendidos. Mas eles “não sabem”. Como não sabem que as Farc treinam o mais aguerrido “movimento social”, o inefável MST, embrião do “exército do povo”.

Bom, gente, o negócio é que os poderes da República podem ser ditos PODREres! Tudo isto é muito bom para os cérebros que nos conduzem para o governo da nova ordem mundial onesca, como defende o nosso guia com o aplauso dos britânicos, russos, americanos e chineses. Está na pauta a Internacional Comunista da Nova Ordem Mundial.

Até o Papa já disse sim à Nova Ordem Mundial! E Manuel Molares do Val, articulista do El Tiempo, comentou que “esse governo vai concretizar na terra, o Reino de Deus prometido pelas grandes religiões monoteístas - a Judaica, a Cristã e finalmente a Islâmica, que proíbe os melhores prazeres terrenos mas oferece 72 virgens no paraíso.” Bem na linha de raciocínio catequético da Teologia da Libertação.

“É o Reino de Deus do profeta Al Gore, indicando que os seres humanos devem todos ser castigados, com grandes impostos do Governo Mundial, regido por sumos sacerdotes, que vigiam o vício do CO2 prejudicial à Natureza.” Das entrelinhas do documento que queriam aprovar na reunião do clima, se pode entender: um governo ditatorial, não eleito, que, através de regulamentos e leis, diluiria o poder dos estados nacionais. O ambientalismo seria a fachada para a unidade em torno de uma “nova religião”.

Está contemplado o recrutamento de acadêmicos para a “missão” da UNEP, promovendo uma "guinada final ao redor dos governos dos países membros", para atender as exigências de uma elite globalista, promovendo muita auto ajuda, espiritualismo-zen, espiritismo-materialista, misticismo, cursinhos, pressão contra os dissidentes, ataques aos opositores e... morte aos que pensam livremente!

Ainda bem que por aqui temos um estado economicamente forte cuidando de uma nação de fracos. Tomo de um documento de Ingo Schmidt, Tribuna Nacional, a descrição do que é isto:

“quase 50% do esforço individual ser confiscado sob forma de tributos, sem a correspondente contrapartida na prestação da justiça, da educação, da segurança e da saúde.” Situação que tende a se agravar com a “recente elevação do déficit primário nas contas do governo que já atingiu os 4,61% do PIB” e mais ainda com as “80.000 contratações de funcionários públicos autorizadas para o orçamento de 2010.”

As eleições mais modernas do planeta, utilizando a mais discutível tecnologia, nos conduzem para os braços da Nova Ordem Mundial e nos afastam do: “Estado ético, justo, baseado na tripartição dos poderes e na supremacia da lei; Estado federal mínimo, a serviço do indivíduo, garantindo justiça, segurança, ensino e saúde básicos; Estado defensor da liberdade de expressão; Estado próximo ao cidadão, fortalecendo os municípios e os estados federados”.

Entendeu, a intenção? Nova constituição, nos moldes da Nova Ordem. E o que dom Lula, seu PT, as Farc e os bolivarianos do Chávez querem.

Veja os vídeos:



"Obama é, com certeza, maior do que Jesus"

Fonte: JULIO SEVERO
5 de janeiro de 2010


"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois, a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."

(MOURÃO FILHO, Olímpio. Memórias: a verdade de um revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16)


“Quando Lula fala, o mundo se ilumina”

Jornal deifica presidente americano e descarta Cristo


Bob Unruh


© 2009 WorldNetDaily


O editorial de um jornal dinamarquês, citando tanto as políticas externas quanto internas adotadas pelo presidente Barack Obama, está deificando o líder político americano.





“Obama é, com certeza, maior do que Jesus — se tivermos de jogar esse absurdo jogo do Natal”, opinou o editorial não assinado ontem em Politiken, que se gaba de ser o maior jornal da Dinamarca, publicado desde 1884.

A tradução em inglês foi fornecida online por Julian Isherwood.


O editorial continuou: “Mas, provavelmente, é mais importante insistir em que com o triunfo dele hoje nos EUA, ele já garantiu para si um lugar nos livros de história — um espaço que ele tem boas chances de expandir de modo considerável nos próximos anos”.


O jornal diz que Obama “é provocativo ao insistir em estender a mão, onde outros só vêem animosidade”.


E embora “seus resultados tangíveis em curto prazo sejam escassos”, suas palavras “permanecem na consciência de sua audiência e têm efeitos de longo prazo”.


“Ele vem de origem humilde e defende os fracos e vulneráveis, pois ele pode se identificar com a condição deles”, disse o jornal. “E não estamos pensando em Jesus Cristo, cuja data de nascimento acabamos de celebrar. Estamos falando do presidente dos Estados Unidos Barack Hussein Obama”.


O editorial comentou que “seria natural chegar-se à idéia de uma comparação entre Jesus e Obama. Se se fizesse tal comparação, é certeza que Obama levaria vantagem”.




O editorial, escrito na ocasião de um voto legislativo em favor do plano de saúde de Obama que institui controle governamental total, citou “o direito de todos os cidadãos de não se arruinarem financeiramente quando sua saúde não está bem”, assim como “o maior pacote de ajuda financeira da história dos EUA, um importante acordo de desarmamento e o mais rápido restabelecimento da reputação americana da História”.

“Por outro lado, há os milagres de Jesus, dos quais todos ainda se lembram, mas que só beneficiaram poucas pessoas. Ao mesmo tempo, há as maravilhosas parábolas sobre sua vida e obras que conhecemos a partir do Novo Testamento, mas que têm sido interpretadas de formas tão diferentes durante os 2000 anos passados que é impossível dar um resultado claro de suas obras”, disse o jornal.


“Todos nós sabíamos que esse dia chegaria”, escreveu Jeremy Wiggins no blog da Associação da Família Americana.


“Sabíamos que alguém da esquerda acabaria tentando comparar Barack Obama com Jesus”, escreveu ele.


“O que quero saber é isto: Como é que dá para comparar uma pessoa que não fez NADA com alguém que fez TUDO? O presidente Obama se prostrou diante de reis, mas diante de Jesus reis vão se prostrar, pois ELE é o Rei dos Reis. Suponho que a comparação mais próxima que eu poderia usar na comparação de Obama com Jesus é comparando uma formiga com um edifício arranha-céu. Não só Jesus é VASTAMENTE maior do que Obama, mas eles nem mesmo estão na mesma categoria para se comparar!” escreveu ele.


WND fez várias reportagens sobre múltiplas referências e sugestões da deidade de Obama, inclusive quando o cantor britânico Sting disse que o presidente Obama poderá ser a resposta para os problemas do mundo — a resposta divina.


“De muitas maneiras, ele foi enviado por Deus, pois o mundo está uma bagunça”, ele disse em entrevista à Associated Press na época.




Antes, foi uma das redatoras de um jornal universitário que escreveu: “Obama é meu Jesus”.

Maggie Mertens, uma das redatoras do jornal da Faculdade Massachusetts’ Smith, disse: “Obama é meu amigo. E não estou dizendo isso porque ele é negro — estou dizendo isso em referência a uma camiseta estampada de uns dois anos atrás que dizia ‘Jesus é meu amigo’. Sim, foi o que eu quis dizer. Obama é meu Jesus”.


A confissão dela apareceu recentemente na seção de comentários do jornal universitário Smithsophian sob o título: “Eu O Seguirei: Obama como Meu Jesus Pessoal”.


“Embora os religiosos vejam isso como idolatria ou embora outros pensem que tudo nessa sentença ofende, temo que seja verdade”, escreveu ela.


Além disso, um artista que planejou apresentar um retrato de Obama numa pose como de Cristo com uma coroa de espinhos na cabeça cancelou o evento devido à “esmagadora revolta do público”.


E foi Louis Farrakhan, o líder do grupo muçulmano Nação do Islã, que declarou no ano passado que quando Obama fala, “é o Messias que está realmente falando”.


Houve também outro acontecimento durante a campanha de Obama quando um site perguntou: “Será que Barack Obama é o Messias?” Essa manchete sintetizou a onda de euforia que seguiu o crescimento espetacular do senador do Partido Democrata.


O site ficou famoso com uma declaração de Obama estrategicamente extraída de um discurso dele na Faculdade Dartmouth, em 7 de janeiro de 2008, logo antes da eleição do Partido Democrata para escolher um candidato à presidência. Foi nessa ocasião que Obama declarou aos estudantes: “Uma luz brilhará por essa janela, um raio de luz descerá sobre vocês. Vocês experimentarão uma presença divina, e de repente compreenderão que precisam ir votar” em Obama.


O site inclui isto:

SEJA O TEU NOME OBAMA
TUA MUDANÇA VIRÁ
TUA VONTADE SERÁ FEITA…

Fonte: WND


Traduzido por Julio Severo


Divulgação: www.juliosevero.com

Leia mais:


O primeiro ato de Obama como presidente, artigo escrito por Chuck Norris


Para ler mais sobre Obama neste blog, siga este link:
http://juliosevero.blogspot.com/search?q=Obama+gay

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".