Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
“Expatriación de Zelaya salvó a Honduras de una guerra”
Jueves, 07 de Enero de 2010
| General Romeo Vásquez Velásquez, Jefe del Estado Mayor Conjunto de las Fuerzas Armadas de Honduras |
Bogotá, 7 de enero.- La Unión de Organizaciones Democráticas de América, UnoAmérica, rechazó la persecución política iniciada contra la Junta de Comandantes de las Fuerzas Armadas de Honduras.
Según una nota publicada hoy en El Heraldo, “El Ministerio Público (MP) interpuso ayer ante la Corte Suprema de Justicia (CSJ) un requerimiento fiscal en contra de la Junta de Comandantes de las Fuerzas Armadas por expatriar al ex presidente Manuel Zelaya el pasado 28 de junio.”
UnoAmérica afirma que la expatriación de Zelaya era indispensable y obligatoria, para evitar un baño de sangre y para proteger al país de los planes de invasión de Chávez.
Dado que Chávez era el autor intelectual de la “cuarta urna”, él conocía perfectamente las implicaciones de esa iniciativa, abiertamente ilegal e inconstitucional. Todas las instituciones nacionales habían rechazado públicamente la legalidad de la “cuarta urna”. Era evidente que Zelaya podía terminar en la cárcel; en cuyo caso, Chávez tenía preparada una invasión con grupos paramilitares armados, a fin de “rescatar” a Zelaya y reponerlo en el poder, para lo cual se necesitaba la presencia del ex mandatario en territorio hondureño. La sorpresiva captura y expatriación inmediata de Zelaya malogró los planes intervencionistas de Chávez.
Ese mismo día, el 28 junio, molesto y desconcertado por lo ocurrido con Zelaya, Chávez hizo lo posible por reformular su plan violento; y así lo confesó abiertamente, al amenazar públicamente a Honduras, con enviar tropas para derrocar al gobierno de Roberto Micheletti.
El 5 de julio de 2009, Chávez envió a Zelaya al Aeropuerto de Toncontín en un avión venezolano, piloteado por militares venezolanos. Ese día, Chávez estuvo en contacto permanente con los manifestantes cercanos al aeropuerto. De haberse materializado el aterrizaje, se habría desatado la violencia. Afortunadamente, el profesionalismo y la prudencia de las Fuerzas Armadas impidieron una masacre.
A finales de julio de 2009, Chávez quiso organizar una invasión paramilitar a través de la frontera nicaragüense, con el apoyo de Daniel Ortega. La invasión estaría encabezada por Manuel Zelaya, acompañado por el canciller venezolano, Nicolás Maduro.
En esa oportunidad, mercenarios armados provenientes de Colombia y de otros países, viajaron hasta los campamentos fronterizos para reforzar la invasión. Chávez quiso integrar militares venezolanos a la iniciativa guerrerista, pero éstos se negaron a viajar a Nicaragua, lo cual ocasionó varias detenciones por insubordinación. Una vez más, las Fuerzas Armadas de Honduras desactivaron el plan violento de Chávez.
El 1 de septiembre de 2009, UnoAmérica acusó a Chávez ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) por "hacer apología al delito de rebelión y por promover la guerra en Honduras".
El 21 de septiembre, siempre con el apoyo de Chávez, Zelaya regresó subrepticiamente a Honduras, y trató de instigar de nuevo a la violencia, esta vez desde la Embajada del Brasil; pero los militares hondureños habían tenido suficiente tiempo -tres meses- para desmantelar el proyecto intervencionista de Chávez. A partir de ese momento, la presencia de Zelaya en el país ya no constituía un peligro.
No se puede acusar a los militares hondureños sin tomar en cuenta estos importantísimos asuntos de seguridad de Estado. De no haberse expatriado a Zelaya el 28 de junio de 2009, en menos de 24 horas Chávez habría invadido Honduras con grupos paramilitares, para reponer a Zelaya en la Presidencia, y los hondureños estarían hoy librando una guerra, en lugar de disfrutar la estabilidad y la paz de una democracia plena.
Aunque en el futuro los militares hondureños puedan ser amnistiados, la acusación presentada ayer por el Ministerio Público constituye un muy mal precedente, porque será utilizada por el Foro de Sao Paulo para fundamentar sus acciones ante la Corte Penal Internacional, donde la amnistía no los protegerá.
UnoAmérica considera que, lejos de acusar injustamente a los militares, las instituciones hondureñas deberían estar discutiendo cómo premiarlos, por haber defendido con tanta determinación y con tanta lealtad la democracia y las libertades.
Anistia é irreversível
Se há dogmas em matéria jurídica esse é um deles.
A notícia (de que se cogita revogar a lei da anistia) me pareceu esdrúxula. Mais ainda, quando li que a projetada revogação da lei de 1979 teria sido concebida nos altos escalões do governo federal ou quem sabe dos baixos. Sei que contou com a adesão do presidente Luiz Inácio, pelo menos com sua assinatura. E como uma lembrança puxa outra, recordei a figura do saudoso amigo e mestre José Frederico Marques que, em um de seus livros, ensina o que é corrente entre tratadistas: a anistia "é o ato legislativo em que o Estado renuncia ao direito de punir... É verdadeira revogação parcial, hic et nunc, de lei penal. Por isso é que compete ao Poder Legislativo a sua concessão. Lei penal ela o é, por conseguinte: daí não a poder revogar o Legislativo, depois de tê-la promulgado, porque o veda o art. 141 §§3º e 29º", da Constituição de 1946, aos quais correspondem os incisos 36 e 40 do artigo 5º, da Constituição de 1988.
Se há dogmas em matéria jurídica esse é um deles. A lei penal só retroage quando benéfica ao acusado ou mesmo condenado. Daí sua irrevogabilidade. Os efeitos da lei da anistia se fizeram sentir quando a lei entrou em vigor. O próprio delito é apagado. A revogação da lei de anistia ou que outro nome venha a ter importaria em restabelecer em 2010 o que deixou de existir em 1979. Seria, no mínimo, uma lei retroativa, pela qual voltaria a ser crime o que deixara de sê-lo no século passado. O expediente articulado nos meandros do Planalto, a meu juízo, retrata o que em direito se denomina inepto. Popularmente o vocábulo pode ter um laivo depreciativo. Na terminologia jurídica, significa "não apto" a produzir o efeito almejado. Por isso, não hesito em repetir que o alvitre divulgado é inepto, irremediavelmente inepto.
Em resumo, amigos do governo, mui amigos, criaram-lhe um problema que não existia. É claro que estou a tratar assunto importante com a rapidez de um artigo de jornal. Para terminar, a anistia pode ser mais ou menos justa, mas não é a justiça seu caráter marcante. É a paz. No arco-íris social, com suas contradições, essa me parece ser a nota dominante. Não estou dizendo novidade.
À maneira de post scriptum, lembro que a oposição, ao tempo encarnada no MDB/PMDB, foi quem levantou a tese da anistia e era natural fosse ela e desde o início falou em anistia recíproca. O setor governista não aceitava a reciprocidade, até que, algumas pessoas mais avisadas se deram conta de que, depois de período tão longo, em que tudo fora permitido, a anistia devia ser mesmo ampla, a ponto de abranger as duas partes em que o país fora dividido. Tive ocasião de dizer isso depois da anistia, quando localizada, em Petrópolis, casa onde a ignomínia da tortura fizera pouso. Ninguém contestou. Está documentado e publicado. Repito agora com a mesma tranquilidade.
O mundo agradece ao sr. Obama
O SUPOSTO DECRETO DOS DIREITOS HUMANOS PREGA UM GOLPE NA JUSTIÇA E EXTINGUE A PROPRIEDADE PRIVADA NO CAMPO E NAS CIDADES
Luiz Inácio Lula da Silva - sim, “O Cara” - resolveu fazer a sua própria Constituição. Ele assinou um decreto que tem o fedor de um golpe de estado branco. E não falta ao texto nem mesmo o AI-5 do lulo-petismo. Está anunciando uma espécie de programa de governo de Dilma Rousseff. Explico com um pouquinho de história.
O Regime Militar instituído em 1964 foi mais explícito e mais modesto. Por intermédio do Ato Institucional nº 4, concedeu ao Congresso - já expurgado dos “indesejáveis” - poderes constituintes e “cobrou” uma nova Constituição, que entrou em vigor em março de 1967. Seu objetivo era institucionalizar os marcos da “revolução”. Em 13 de dezembro do ano seguinte, viria o famigerado AI-5. Juntado à Carta, ele suspendia, a depender da vontade do governo, algumas garantias que ela própria, embora autoritária, assegurava. Lula preferiu fazer a sua “miniconstituinte” por meio de um decreto. Refiro-me àquela estrovenga chamada Programa Nacional dos Direitos Humanos (o nome é pura “novilíngua” orwelliana), consubstanciado no decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. É aquela peça tramada por Dilma Rousseff, Franklin Martins, Paulo Vannuchi e Tarso Genro, sob as bênçãos de Lula, que tenta revogar a Lei da Anistia e que gerou uma crise militar.
Ocorre, meus caros, que esse dado do decreto, acreditem!, está longe de ser a sua pior parte. A íntegra do documento está aqui. Vazado numa linguagem militante, que manda o saber jurídico às favas em benefício do mais escancarado, chulo e asqueroso proselitismo, o texto busca cantar as glórias do “novo regime” - o lulo-petismo -, tenta institucionalizar a patrulha ideológica no país como matéria de formação da cidadania, extingue o direito de propriedade e, POR QUE NÃO?, NO MELHOR MODELO CHAVISTA, CRIA UM OUTRO PODER ACIMA DA JUSTIÇA. Os direitos humanos, assim, são apenas a aparência civilizada de um claro, óbvio e insofismável esbulho constitucional.
É PRECISO QUE SE DIGA COM CLAREZA: O DECRETO 7.037 É UM CONVITE À INSTITUCIONALIZAÇÃO DE UMA ESPÉCIE DE “ESTADO NOVO LULISTA” - OU DE DITADURA DOS COMPANHEIROS. E NÃO É ASSIM PORQUE EU QUERO. É ASSIM PORQUE ASSIM ESTÁ NO TEXTO.
O decreto tem todas as características da ação solerte, traiçoeira. Foi redigido para enganar, para burlar as regras do estado democrático. Está cheio de cartas na manga, de malandragens, de vigarices intelectuais. Em modestos 6.465 caracteres, quase nada, ele “Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 - e dá outras providências”. Ocorre que tudo deve ser feito de acordo com o que está no “anexo”. E é lá que mora o perigo. Em extensíssimos 185.142 caracteres, a mistificação dá as mãos à ilegalidade para deixar registrado em papel o “golpe lulista”. Muito já se falou sobre a revisão da Lei da Anistia. Não que o documento toque no assunto. Trapaceiro, especifica na “Diretriz 25″:
Modernização da legislação relacionada com promoção do direito à memória e à verdade, fortalecendo a democracia.
Objetivo Estratégico I:
Suprimir do ordenamento jurídico brasileiro eventuais normas remanescentes de períodos de exceção que afrontem os compromissos internacionais e os preceitos constitucionais sobre Direitos Humanos.
Ações Programáticas:
a)Criar grupo de trabalho para acompanhar, discutir e articular, com o Congresso Nacional, iniciativas de legislação propondo:
- revogação de leis remanescentes do· período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos ou tenham dado sustentação a graves violações;
- revisão de propostas legislativas· envolvendo retrocessos na garantia dos Direitos Humanos em geral e no direito à memória e à verdade.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Antes, na Diretriz 23, fica claro que os terroristas de esquerda estão fora do alcance do decreto, a saber:
Reconhecimento da memória e da verdade como Direito Humano da cidadania e dever do Estado.
Objetivo Estratégico I:
Promover a apuração e o esclarecimento público das violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política ocorrida no Brasil no período fixado pelo art. 8o do ADCT da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.
Ação Programática:
a)Designar grupo de trabalho composto por representantes da Casa Civil, do Ministério da Justiça, do Ministério da Defesa e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, para elaborar, até abril de 2010, projeto de lei que institua Comissão Nacional da Verdade, composta de forma plural e suprapartidária, com mandato e prazo definidos, para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período mencionado…
AGORA, O QUE AINDA NÃO ESTAVA CLARO
Isso tudo vocês já sabiam. Como sabem que essas duas “diretrizes” violam os incisos XXXVI, XXXVII, XXXIX e XL do Artigo 5º da Constituição, conforme deixei claro no texto TERRORISTA CAÇA TORTURADOR? EM NOME DO QUÊ? Vamos agora àquilo que quase ninguém sabe (LULA SEMPRE SOUBE DE TUDO) porque, entre a celebração de Natal e de Ano Novo, poucos se lembraram de pôr os olhos naquela porcaria. Leiam com atenção o que se chama de “Objetivo estratégico VI”:
Acesso à Justiça no campo e na cidade.
Ações programáticas:
- a) Assegurar a criação de marco legal para a prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos, garantindo o devido processo legal e a função social da propriedade.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades
- b) Propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades; Ministério do Desenvolvimento Agrário
- c) Promover o diálogo com o Poder Judiciário para a elaboração de procedimento para o enfrentamento de casos de conflitos fundiários coletivos urbanos e rurais.
Responsáveis: Ministério das Cidades; Ministério da Justiça; Ministério do Desenvolvimento Agrário
- d) Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos.
Responsáveis: Ministério do Desenvolvimento Agrário; Ministério da Justiça
Como se nota, na prática, foram tornados sem efeito tanto o caput como o inciso XXII do Artigo 5º da Constituição, que asseguram o direito de propriedade. Os lulo-petralhas vão argumentar que o inciso seguinte, o XXIII, trata da “função social da propriedade. É verdade. Mas, em nenhum momento, isso implica que os “movimentos sociais” definam o que é e o que não é legal, o que é e o que não é aceitável. O modelo exposto acima, se querem saber, é o que vige hoje no Pará, com seu ciclo interminável de violência. O que o texto faz é criar uma instância que tira das mãos do Judiciário a prerrogativa de restaurar um direito que foi agravado. A rigor, o “manto” dos “direitos humanos” extingue a propriedade. Um juiz não poderia mais determinar que a propriedade invadida fosse devolvida ao dono. A SIMPLES INVASÃO JÁ MUDARIA O STATUS JURÍDICO DA ÁREA.
A má-fé jurídica resta ali evidente. Aquele que tiver a sua propriedade invadida terá de esperar o trabalho de “mediação”, que claramente se sobrepõe à Justiça, tolhendo a sua prerrogativa de determinar a reintegração de posse. É EVIDENTE QUE SE TRATA DE UM ATENTADO À JUSTIÇA E DE UMA VIOLAÇÃO À CONSTITUIÇÃO.
Num trecho chamado “Eixo Orientador II”, lê-se:
No caso do Brasil, por muitos anos o crescimento econômico não levou à distribuição justa de renda e riqueza, mantendo-se elevados índices de desigualdade. As ações de Estado voltadas para a conquista da igualdade socioeconômica requerem ainda políticas permanentes, de longa duração, para que se verifique a plena proteção e promoção dos Direitos Humanos. É necessário que o modelo de desenvolvimento econômico tenha a preocupação de aperfeiçoar os mecanismos de distribuição de renda e de oportunidades para todos os brasileiros, bem como incorpore os valores de preservação ambiental. Os debates sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global, gerados pela preocupação com a maneira com que os países vêm explorando os recursos naturais e direcionando o progresso civilizatório, está na agenda do dia. Esta discussão coloca em questão os investimentos em infraestrutura e modelos de desenvolvimento econômico na área rural, baseados, em grande parte, no agronegócio, sem a preocupação com a potencial violação dos direitos de pequenos e médios agricultores e das populações tradicionais.
O desenvolvimento pode ser garantido se as pessoas forem protagonistas do processo, pressupondo a garantia de acesso de todos os indivíduos aos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais, e incorporando a preocupação com a preservação e a sustentabilidade como eixos estruturantes de proposta renovada de progresso. Esses direitos têm como foco a distribuição da riqueza, dos bens e serviços.
Nunca antes na história destepaiz um “decreto” veio vazado nessa linguagem, com a clara satanização de um setor da economia - o agronegócio (justamente aquele que responde pela saúde econômica do Brasil) - e com essa sociologia de botequim, que repete a tara lulista dos marcos inaugurais. Qualquer pessoa medianamente informada sabe tratar-se de uma mentira cretina. Ao juntar no desfile de sandices a extinção da propriedade com os supostos problemas do aquecimento global, temos o verdadeiro samba-do-esquerdista-doido.
Pervertendo as crianças
Nada escapa ao decreto. As crianças também correm riscos. Leiam outros trechos:
- Estabelecer critérios e indicadores de avaliação de publicações na temática de Direitos Humanos para o monitoramento da escolha de livros didáticos no sistema de ensino.
- Fomentar a realização de estudos, pesquisas e a implementação de projetos de extensão sobre o período do regime 1964-1985, bem como apoiar a produção de material didático, a organização de acervos históricos e a criação de centros de referências.
- Incentivar a inserção da temática dos Direitos Humanos nos programas das escolas de formação inicial e continuada dos membros das Forças Armadas.
- Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos Humanos nas escolas de educação básica e em outras instituições formadoras.
Parece-me que a proposta de patrulha ideológica, inclusive nas escolas militares, está feita. Reparem que o decreto estabelece até parte do conteúdo dos livros didáticos. Ainda não é o extremo da selvageria antidemocrática. No trecho seguinte, vemos os “sovietes” tomando o lugar dos tribunais: “Estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos, especialmente em áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com dificuldades de acesso a serviços públicos.”
Concluindo
Um dos “eixos orientadores” do decreto é o “fortalecimento dos Direitos Humanos como instrumento transversal das políticas públicas e de interação democrática“. Essa conversa de “instrumento transversal” não passa de linguagem pseudo-acadêmica destinada a seduzir incautos. A “transversalidade” é a desculpa costumeira da empulhação de intelectuais mequetrefes para juntar alhos com bugalhos. O decreto que cria a tal Comissão da Verdade (?) mistura no mesmo texto medidas de proteção aos índios, aos gays, às mulheres, aos quilombolas e aos “profissionais do sexo”; pretende orientar a saúde, a educação, a cultura, a produção e a pesca artesanal (!); ataca o agronegócio, critica governos anteriores e canta as próprias glórias; tenta interferir nos livros didáticos, busca desmoralizar a Justiça e acena até com um novo padrão produtivo…
Muito dirão que quase tudo o que há naquela estrovenga depende de projeto de lei e que será o Congresso a dar a palavra final. E daí? O texto não se torna constitucional por isso. Ademais, dados os métodos de cooptação dessa gente, isso não significa uma garantia, mas um risco adicional.
E cumpre reiterar: o tal “decreto dos direitos humanos” (podem gargalhar), peça do mais rombudo revanchismo, passou pela Casa Civil. Dilma já está dizendo a que veio e o que pode vir.
Depois do “filho do Brasil”, eles querem nos oferecer a madrasta.
Entrevista de Roberto Micheletti para a Fox News
BOMBA!!! Entrevista al Manuel de Beunza
A TRAGICOMÉDIA ACADÊMICA - CONTOS IMEDIATOS DO TERCEIRO GRAU
Andei lendo seus contos. Raras inteligências perceberam tão bem quanto a sua o “vácuo atormentado” da sua geração. Não creio que essa experiência pudesse ser descrita senão pela mistura do engraçado e do tétrico, que você consegue dosar com muita habilidade. O Abominável Homem do Minhocão me deixou num estado indefinido entre o tremor de riso e o tremor de medo. Estou muito satisfeito de ter lido este livro (A Tragicomédia Acadêmica – Contos Imediatos do Terceiro Grau). Muito obrigado. (…)
Um abração e os melhores votos do
HONDURAS, UN GRAN TRIUNFO SUBESTIMADO Y AMENAZADO

Clique aqui para baixar e ler em espanhol:
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
BOMBA!!! Entrevista al Teniente Coronel Juan Reinaldo Sánchez, escolta personal de Fidel Castro durante 17 años
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Pensem nisso
Pensem nisso
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 5 de janeiro de 2010
http://www.olavodecarvalho.org/semana/100105dc.html
Um dos traços constantes da vida brasileira é a coexistência de dois tipos de política heterogêneos e incomunicáveis: de um lado, a política "profissional" cuja única finalidade é o acesso a cargos públicos, compreendidos como posições privilegiadas para a conquista de benefícios pessoais ou grupais (acompanhados ou não de boas intenções de governo); de outro, a política revolucionária, empenhada na conquista do poder total sobre a sociedade e na introdução de mudanças estruturais irreversíveis.
A segunda usa ocasionalmente os intrumentos da primeira, mas sobretudo cria os seus próprios, desconhecidos dela. Os "movimentos sociais", o adestramento de formidáveis massas militantes dispostas a tudo, a ocupação de espaços não só na administração federal mas em todas as áreas estrategicamente vitais e, last not least, a conquista da hegemonia cultural estão entre esses intrumentos, que para o político "profissional" são distantes e até incompreensíveis, tão obsessiva e autocastradora é a sua concentração na mera disputa de cargos eleitorais.
As próximas eleições presidenciais vão opor, numa disputa desigual, as armas da política revolucionária às da política "profissional". Estas últimas consistem apenas no meios usuais de propaganda eleitoral, enquanto as daquela abrangem o domínio sistêmico de todos os meios diponíveis de ação sobre a sociedade: o político "profissional" tem a seu favor apenas os eleitores, que se manifestam uma vez a cada quatro anos e depois o esquecem ou passam a odiá-lo. O revolucionário tem a vasta militância organizada, devotada a uma luta diária e constante, pronta a matar e morrer por aquele que personifica as suas aspirações.
Nas últimas décadas a expansão maciça da política revolucionária colocou os políticos "profissionais" numa posição de impotência quase absoluta, que reduz a praticamente nada as vantagens de uma eventual vitória nas eleições.
Se eleito, o Sr. Jose Serra terá de comandar uma máquina estatal dominada de alto a baixo pelos seus adversários, a começar pelos oito juízes lulistas do Supremo Tribunal Federal. O PT e seus partidos aliados comandam, além disso, uma rede de organizações militantes com alguns milhões de membros devotos, prontos a ocupar as ruas gritando slogans contra o novo presidente ao primeiro chamado de seus líderes. Comandam também o operariado de todas as indústrias estratégicas e a rede de acampamentos do MST espalhados ao longo de todas as principais rodovias federais e estaduais: podem paralisar o país inteiro da noite para o dia. Reinam, ademais sobre um ambiente psicossocial inteiramente seduzido pelos seus estereótipos e palavras de ordem, a que nem mesmo seus mais enfezados inimigos ousam se opor frontalmente.
Somente a política revolucionária entende o que é o poder na sua acepção substantiva. O velho tipo do político "profissional" entende apenas a disputa de cargos, confunde o mandato legal com a posse efetiva do poder. Sem militância, sem ocupação de espaços, sem guerra cultural, não há domínio do poder. Fernando Collor de Mello pagou caro por ignorar essa distinção elementar: confiou na iniciativa espontânea de seus eleitores – massa espalhada e amorfa, incapaz de fazer face à força organizada da militância.
Não vejo no horizonte o menor sinal de que os adeptos do Sr. José Serra tenham aprendido a lição: hipnotizados pela esperança da vitória eleitoral, não vêem que tudo o que estão querendo é colocar na presidência um homem isolado, sem apoio militante, escorado tão somente na força difusa e simbólica da "opinião pública" -- um homem que, à menor sombra de deslize, terá contra si o ódio da militância revolucionária explodindo nas ruas e será varrido do cenário político com a mesma facilidade com que o foi o ex-presidente Collor.
Há pelo menos vinte anos venho advertindo aos próceres antipetistas que o voto, ainda que avassaladoramente majoritário, não garante ninguém no poder: o que garante é militância, é massa organizada, disposta a apoiar o eleito não só no breve instante do voto mas todos os dias e por todos os meios. Vejam a situação da governadora do Rio Grande do Sul e entenderão o que estou dizendo: quando a oposição se vangloriou de ter "varrido o PT do Estado gaúcho", não percebeu que o expulsara somente de um cargo público.
Não desprezo as vitórias eleitorais, mas sei que, por si, elas nada decidem a longo prazo. E não vejo que, até agora, as forças de oposição tenham tomado consciência disso.
E o Suriname, presidente?

Brasileiros resgatados de violência no Suriname: onde estão o presidente Lula e suas fanfarronices?
Acabamos de assistir fato grave, que escapou à percepção da mídia nacional e internacional. Ou, se não escapou, foi sepultado sob a pá de cal do silêncio obsequioso ou adquirido. Em fevereiro de 2009, a brasileira Paula Oliveira, residente da Suíça, denunciou às autoridades daquele país ter sido agredida por skinheads, grupo de subcultura que, em certos locais, a Suíça é um deles, desenvolve tendências nazistas. Tão logo tomou conhecimento do relato da moça, nosso presidente subiu nas tamancas e declarou à imprensa que "o governo não pode aceitar e não vai ficar calado diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior". E acrescentou – conforme revista Veja, edição de 18 de fevereiro de 2009: a) que a embaixada brasileira fora acionada; b) que no Brasil "nós vivemos em paz, recebemos estrangeiros desde que Cabral aqui colocou os pés e os tratamos bem"; c) que nós queremos “é que eles respeitem os brasileiros lá fora como nós os respeitamos aqui, como nós os tratamos bem aqui".
Poucos dias depois dessa algaravia, ficamos sabendo que a moça se automutilara. Tudo fora uma farsa e Lula fechou a boca sobre o assunto. No último dia 16, aliás, saiu decisão suíça a respeito do caso, condenando Paula a pagar custas judiciais e periciais do processo e lhe impondo uma multa condicional (que será cobrada se ela incorrer em segundo crime).
“E daí?” perguntará o leitor. Pois é. E daí que antes de encerrar-se o ano, não uma moça, mas cerca de 80 brasileiros foram atacados no Suriname por um grupo de descendentes de quilombolas. Catorze saíram feridos, sendo dois em estado grave. Na confusão que se seguiu ao ataque, uma brasileira que estava grávida perdeu o bebê. Não me lembro, em muitas décadas, de incidente tão grave, envolvendo brasileiros no exterior. E o que fez nosso presidente ante o ocorrido com quase uma centena de conterrâneos nossos no país vizinho? Subiu nas tamancas? Botou a boca no trombone? Pediu respeito aos brasileiros? Falou sobre como nós os tratamos bem por aqui? Nada. Apenas telefonou ao secretário-geral da ONU para relatar o caso.
Esses dois episódios somam-se a dezenas de outras evidências dos parcos critérios do governo Lula em questões internacionais. Sua diplomacia é conduzida mais ou menos como o partidão tocava a UNE nos anos 60.
O influente
03/01/2010
PAUTA PARA 2010 (ou Lula, o empregado brasileiro da Nova Ordem Mundial)
SEGUNDA-FEIRA, 4 DE JANEIRO DE 2010
Por Arlindo Montenegro
Veja os vídeos:
"Obama é, com certeza, maior do que Jesus"
5 de janeiro de 2010
Professora de Filosofia Marilena Chauí
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/tag/marilena-chaui/
Jornal deifica presidente americano e descarta Cristo
Bob Unruh
© 2009 WorldNetDaily
O editorial de um jornal dinamarquês, citando tanto as políticas externas quanto internas adotadas pelo presidente Barack Obama, está deificando o líder político americano.
“Obama é, com certeza, maior do que Jesus — se tivermos de jogar esse absurdo jogo do Natal”, opinou o editorial não assinado ontem em Politiken, que se gaba de ser o maior jornal da Dinamarca, publicado desde 1884.
A tradução em inglês foi fornecida online por Julian Isherwood.
O editorial continuou: “Mas, provavelmente, é mais importante insistir em que com o triunfo dele hoje nos EUA, ele já garantiu para si um lugar nos livros de história — um espaço que ele tem boas chances de expandir de modo considerável nos próximos anos”.
O jornal diz que Obama “é provocativo ao insistir em estender a mão, onde outros só vêem animosidade”.
E embora “seus resultados tangíveis em curto prazo sejam escassos”, suas palavras “permanecem na consciência de sua audiência e têm efeitos de longo prazo”.
“Ele vem de origem humilde e defende os fracos e vulneráveis, pois ele pode se identificar com a condição deles”, disse o jornal. “E não estamos pensando em Jesus Cristo, cuja data de nascimento acabamos de celebrar. Estamos falando do presidente dos Estados Unidos Barack Hussein Obama”.
O editorial comentou que “seria natural chegar-se à idéia de uma comparação entre Jesus e Obama. Se se fizesse tal comparação, é certeza que Obama levaria vantagem”.
O editorial, escrito na ocasião de um voto legislativo em favor do plano de saúde de Obama que institui controle governamental total, citou “o direito de todos os cidadãos de não se arruinarem financeiramente quando sua saúde não está bem”, assim como “o maior pacote de ajuda financeira da história dos EUA, um importante acordo de desarmamento e o mais rápido restabelecimento da reputação americana da História”.
“Por outro lado, há os milagres de Jesus, dos quais todos ainda se lembram, mas que só beneficiaram poucas pessoas. Ao mesmo tempo, há as maravilhosas parábolas sobre sua vida e obras que conhecemos a partir do Novo Testamento, mas que têm sido interpretadas de formas tão diferentes durante os 2000 anos passados que é impossível dar um resultado claro de suas obras”, disse o jornal.
“Todos nós sabíamos que esse dia chegaria”, escreveu Jeremy Wiggins no blog da Associação da Família Americana.
“Sabíamos que alguém da esquerda acabaria tentando comparar Barack Obama com Jesus”, escreveu ele.
“O que quero saber é isto: Como é que dá para comparar uma pessoa que não fez NADA com alguém que fez TUDO? O presidente Obama se prostrou diante de reis, mas diante de Jesus reis vão se prostrar, pois ELE é o Rei dos Reis. Suponho que a comparação mais próxima que eu poderia usar na comparação de Obama com Jesus é comparando uma formiga com um edifício arranha-céu. Não só Jesus é VASTAMENTE maior do que Obama, mas eles nem mesmo estão na mesma categoria para se comparar!” escreveu ele.
WND fez várias reportagens sobre múltiplas referências e sugestões da deidade de Obama, inclusive quando o cantor britânico Sting disse que o presidente Obama poderá ser a resposta para os problemas do mundo — a resposta divina.
“De muitas maneiras, ele foi enviado por Deus, pois o mundo está uma bagunça”, ele disse em entrevista à Associated Press na época.
Maggie Mertens, uma das redatoras do jornal da Faculdade Massachusetts’ Smith, disse: “Obama é meu amigo. E não estou dizendo isso porque ele é negro — estou dizendo isso em referência a uma camiseta estampada de uns dois anos atrás que dizia ‘Jesus é meu amigo’. Sim, foi o que eu quis dizer. Obama é meu Jesus”.
A confissão dela apareceu recentemente na seção de comentários do jornal universitário Smithsophian sob o título: “Eu O Seguirei: Obama como Meu Jesus Pessoal”.
“Embora os religiosos vejam isso como idolatria ou embora outros pensem que tudo nessa sentença ofende, temo que seja verdade”, escreveu ela.
Além disso, um artista que planejou apresentar um retrato de Obama numa pose como de Cristo com uma coroa de espinhos na cabeça cancelou o evento devido à “esmagadora revolta do público”.
E foi Louis Farrakhan, o líder do grupo muçulmano Nação do Islã, que declarou no ano passado que quando Obama fala, “é o Messias que está realmente falando”.
Houve também outro acontecimento durante a campanha de Obama quando um site perguntou: “Será que Barack Obama é o Messias?” Essa manchete sintetizou a onda de euforia que seguiu o crescimento espetacular do senador do Partido Democrata.
O site ficou famoso com uma declaração de Obama estrategicamente extraída de um discurso dele na Faculdade Dartmouth, em 7 de janeiro de 2008, logo antes da eleição do Partido Democrata para escolher um candidato à presidência. Foi nessa ocasião que Obama declarou aos estudantes: “Uma luz brilhará por essa janela, um raio de luz descerá sobre vocês. Vocês experimentarão uma presença divina, e de repente compreenderão que precisam ir votar” em Obama.
O site inclui isto:
Fonte: WND
Leia mais:
O primeiro ato de Obama como presidente, artigo escrito por Chuck Norris
Para ler mais sobre Obama neste blog, siga este link:
http://juliosevero.blogspot.com/search?q=Obama+gay
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