Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

A estupidez não tem limites, mas a inteligência tem...

Olhem que coisa linda apareceu no meu Orkut...

"VC DEVE SER MAIS UM CANALHA DIREITISTA QUE CONSPIRAM A TODO O TEMNPO COINTRA O GOVERNO POPULAR DO PARTIDO DOS TRABALHADORES...

VC É ELEITOR DE VEJA, DIOGO MAINARDI, O GLOBO, O ESTADÃO, QUER PRIVATIZAR TUDO E EODEIA FUNCIONÁRIO PÚBLICO!! Ainda DEVE SER FÃ DO OLAVO D ECARVALHO, AQUELE GOLPISTA.

GENTE COMO VC, RICAÇOS OU CLASSE MÉDIA FUDIDA DESLUMBRADA, NÃO IMPORTA, DEVE SER DESTRUÍDA.

É POR CAUSA DE GENTE ASSIM COIMO VC, QUE PAÍS ESTÁ NO SUBDESENVOILVIMENTO HÁ CINCO SÉCULOS!

PATIFE DIREITISTA!!!!

VERME!!"

Minha resposta:

"Em resposta ao seu recado absolutamente LOTADO de erros de português...

Errou em quase tudo. Como sempre, vocês nos acusam do que vcs são... Já li sobre a forma de vocês atuarem (no palco) e de apresentarem as suas "idéias" portanto não caio na sua nem na de seus amigos, bobalhão...

Vou dizer onde acertou: sou fã do Olavo e se você me provar que ele é golpista, viro fã do Lula.

Mais um tapa de luva em Vossa Senhoria: meu pai foi funcionário público a vida toda e te digo que nem todos os funcionários do Governo acham que o Lula os represente. Muito pelo contrário.

Por fim, aprende a escrever... Ou peça para alguém revisar seus textos... O Word tem corretor ortográfico, tem manuais dele (Word) no Orkut.

Parece até que vc é fã do Emir Sader...

Em tempo: A Veja está se candidatando a algum cargo? Como pode ser possível isto????"

Do Sr. Omega 3, que quer a classe média DESTRUÍDA. Qual seria a classe social dele, então??? Ricaço também não dever ser, já que os odeia também... Um proletário, coisa nem Marx era??? Ou uma alíenígena vindo do planeta de onde vieram, antes, estas merdas chamadas Socialismo e Comunismo??? Porque qualquer sistema que jogue fora a natureza humana e a História não nasceu na Terra.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Baixe o livro "Rompendo o Silêncio" (Gratuito)

Do portal MIDIA SEM MÁSCARA

"Investigando por conta própria alguns casos, tive a oportunidade de conversar com guerrilheiras presas no DOI-CODI paulistano sob comando do próprio Ustra que me garantiram que ele jamais nelas tocou, reforçando os argumentos que desmentem Beth Mendes. Houve tortura no DOI? Provavelmente sim. Ustra foi um torturador? Pelos relatos que tomei, muito provavelmente não. O coronel tem um livro sobre o período que chefiou o DOI, chamado Rompendo o Silêncio e que precisa ser reeditado o mais rápido possível."

Sandro Guidalli, em Mídia sem Máscara [ 08-12-2002 ]

Baixe o livro aqui em formato .PDF.

Antídoto contra o multiculturalismo

De um "orkuteiro", o Fernando:

Apesar de tudo o que é noticiado, ainda existem alguns indivíduos mentalmente prejudicados que acham que nenhuma cultura é superior à outra e que, portanto, não devemos afirmar a superioridade da cultura ocidental.

Contra isso, só mesmo um método didático paciente para desfazer a doutrinação politicamente correta. A beleza do método descrito abaixo é que ele aplica uma dose homeopática das culturas não-ocidentais segundo o princípio Similia similibus curantur.

Comece dizendo calmamente para o sujeito "DEIXE DE SER BURRO!" e explique que se numa cultura as mulheres são apedrejadas sob acusação de adultério e noutra cultura essa prática é considerada um barbarismo, é porque a segunda cultura é superior à primeira. Que se numa cultura uma crítica à determinada religião é pretexto para violência e quebra-quebra nas ruas, e em outra cultura essa crítica é rebatida com argumentação, é porque a primeira cultura é inferior à segunda.

Como nesse nível de burrice o sujeito ainda pode sentir dificuldade de absorver o conceito, ele pode grunhir alguma coisa. Então, com o auxílio de um alto-falante, repita no ouvido dele: "NÃO SE APEDREJA MULHERES SOB ACUSAÇÃO DE ADULTÉRIO!"

Se o sujeito resmungar que não vê motivo para comparar culturas (implicando que se ele não vê e não sabe algo é porque esse algo não existe) e falar a palavrinha mágica universalmente usada quando alguém quer evitar condenar algo merecedor de condenação ("maniqueísmo"), explique, ilustrando com um porrete, que a cultura ocidental é boa mas está sob ameaça de ignorantes úteis como ele e que as outras culturas praticamente não têm nada de bom a oferecer, portanto, ela deve ser afirmada como superior e defendida. Acrescente que a mais vasta campanha de ódio contra o Ocidente que já se viu no mundo - a onda antiamericanista e antiisraelense - vem prosseguindo sem qualquer protesto.

Se achar que pode ajudar no aprendizado, acerte uma pedra na cabeça do sujeito. Se ele se queixar, diga que isso é apenas uma manifestação da cultura não-ocidental praticada no Oriente Médio, por exemplo. Afinal, se todas as culturas não devem ser comparadas - como ele diz - um apedrejamento tem tanto valor quanto um diálogo.

Se no momento em que você for buscar a pedra, o sujeito reclamar que tudo de bom saiu do Oriente (provavelmente vai citar o Cristianismo) e que tudo de ruim saiu do Ocidente (provavelmente vai citar o marxismo, politicamente correto, Abu Ghraib, etc), pacientemente aplique-lhe um pesco-tapa (ensine que se trata de uma manifestação da cultura não-ocidental da nova KGB czarista, que ele mesmo achava que não podia ser comparada à cultura ocidental).

Ensine que o marxismo é apenas uma subcultura parasita da cultura ocidental moderna (segundo Olavo de Carvalho) e que ela só conseguiu hegemonia fora do Ocidente. Se essas culturas não-ocidentais fossem tão boas, teriam chutado o marxismo de volta para o Ocidente.

Além disso, acrescente que o Cristianismo (como tudo o mais que houve de bom) só floresceu e frutificou no Ocidente, de onde saíram missionários durante vários séculos, muitos deles martirizados sob as culturas não-ocidentais. A superioridade da cultura ocidental é o que a permite assimilar o que há de bom nas outras culturas sem ser assimilada por elas.

Finalize dizendo que o multiculturalismo que o impede de reconhecer superioridade na cultura Ocidental é justamente resultado do politicamente correto (e do relativismo marxista) que ele condena. Lukacs e os frankfurtianos descobriram que os milênios de herança judaico-cristã - o universo simbólico inteiro da civilização Ocidental - os impediam de implantar o marxismo que arrasou a maior parte do Oriente (Rússia e China, cujas culturas inferiores não ofereceram resistência).

Se o sujeito ainda protestar que há coisas boas nas outras culturas, citando obras artísticas e monarcas de séculos atrás, espanque-o deixando-o desacordado. Ele não vai poder se queixar de estar recebendo o tratamento ocidental que ele rejeita. Depois de um balde de água fria, explique que devemos comparar os valores ocidentais de hoje com os valores não-ocidentais de hoje. Acrescente que as outras culturas só valorizam a força (justificando o espancamento que ele recebeu) e que o diálogo é visto nas culturas não-ocidentais como um sinal de fraqueza.

Se depois das lições o sujeito ainda não aprendeu, o jeito é tomar todos os seus pertences e soltá-lo numa tribo de índios. Afinal, uma cultura onde o sujeito se pinta, toca tambor e come casca de árvore é tão boa quanto qualquer outra e propriedade é coisa do materialismo ocidental.

Olha como são angelicais os partidários da revolução esquerdista lat"R"ino-americana

Entrevista em víudeo com Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, o "CLEMENTE" - Militante do Grupo Tático Armado da ALN, ao Fantástico.

Clique aqui e assista ou faça o download para sua máquina.

Saiba detalhadamente como aconteceram os "justiçamentos" no Livro A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça

Observação do Cavaleiro do Templo: lembram-se do petista Celso Daniel?

A História Oficial de 1964

Do portal A VERDADE SUFOCADA - http://www.averdadesufocada.com/index

Olavo de Carvalho - O Globo, 19 de janeiro de 1999

Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964.

Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

Texto completo

Alexandre Garcia fala do Brasil esquerdista...

Precisamos entender, definitivamente, que este Brasil caótico é fruto de um projeto de pessoas que estão "ganhando" com o caos.

A história nos mostra que a esquerda revolucionária precisa do apoio da bandidagem e de grupos de pessoas menos "inteligentes", bem como de grupos que se dizem diminuídos enquanto seres humanos (como o dos homossexuais, por exemplo, e dos sem terra, problema este que poderia ter sido resolvido a muito tempo pelas diversas esquerdas que estiveram no Governo Federal mas que NADA fizeram de concreto). E depois do golpe, o que acontece com estes grupos? A história nos diz: são simplesmente removidos do processo ou mortos.

São 200 brasileiros vítimas de mortes violentar POR DIA, contra 18 mortos no Iraque no mesmo período e a mídia faz um escândalo imenso com as mortes lá longe. Detalhe: lá é uma guerra o que vive o país. Aqui então seria o que?

Nada é feito contra a corrupção e o Presi"M"ente nunca sabe de nada, mesmo que tudo ocorra do seu lado. Ora, todo mundo sabe que a esquerda vive em reuniões e que nada é feito sem que o "chefe" saiba. Até porque, quando isto acontece, dá-se o tal JUSTIÇAMENTO, a execução dos envolvidos, ato cometido pelos próprios "companheiros". Se não a execução, acontece a "queimada de filme", onde quase sempre atribuem ao acusado "atos direitistas" incondizentes com a "moral esquerdista".

É até um insulto juntar estas duas palavras, moral e esquerdista, por isto as aspas.

Quem não acredita em um Ser Supremo por que acha-se o próprio Ser Supremo (pois entendem que suas cabecinhas de m***a são capazes de criar uma sociedade completa sem o apoio da história, deixando de lado até mesmo o lado humano do ser humano como a liberade de expressão e a de ir e vir como bem mostra Cuba e China, os parceiros do esquedismo lat"R"ino-americano, e não a Suécia, por exemplo) não é capaz de julgar moralmente seus atos. É um sociopata como já foi definido neste blog anteriormente.

Mas vamos aos filmes...



Aberto os arquivos do MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 64

Do site www.averdadesufocada.com
Link para download do livro: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

O fim do regime militar e a Lei da Anistia não trouxeram a pacificação desejada. Crédulos, os militares voltaram às suas atribuições, confiantes na reconciliação de todos os brasileiros. As mãos foram estendidas em sinal de paz, por um dos lados - as mãos dos vencedores da luta armada - porém, para os vencidos, o combate continuou. Os derrotados trocaram as armas pelas palavras, fazendo questão de não deixar cicatrizar as feridas que procuram manter abertas até os dias de hoje.

Com a chegada ao Brasil dos primeiros banidos e auto-exilados a História começou a ser reescrita. Com os direitos políticos readquiridos, muitos voltaram a seus cargos, outros foram acolhidos por governos simpatizantes e outros ingressaram em partidos políticos recém fundados.

Aos poucos, a maioria dos “perseguidos políticos” ocupava cargos públicos, setores da mídia e universidades. Bons formadores de opinião, passaram a usar novas técnicas na batalha pela tomada do poder e pela tentativa de desmoralização das Forças Armadas.

A esquerda revanchista passou a descrever e a mostrar, da forma que lhe convinha, a luta armada no Brasil.

E o fez de maneira capciosa, invertendo, criando e deturpando fatos, enaltecendo terroristas, falseando a história, achincalhando as Forças Armadas e expondo à execração pública aqueles que, cumprindo com o dever, lutaram contra a subversão e o terrorismo em defesa da Nação e do Estado.

Passou a predominar no País a versão dos derrotados, que agiam livremente, sem qualquer contestação. As Forças Armadas, disciplinadas, se mantiveram mudas.

Aos poucos, a farsa dos revanchistas começou a ser aceita como “verdade” pelos que não viveram a época da luta armada e do terrorismo e que passaram a acreditar na versão que lhes era imposta pelos meios de comunicação social. No segundo semestre de 1985, em razão das acusações formuladas no livro Brasil: Nunca Mais e pelas suas repercussões na mídia, a Seção de Informações do Centro de Informações do Exército (CIE) - atual Divisão de Inteligência do Centro de Inteligência do Exército - recebeu a missão de empregar os seus analistas - além de suas funções e encargos normais - na realização de uma pesquisa histórica, considerando o período que abarcasse os antecedentes imediatos da Contra-Revolução de 31 de março de 1964, até a derrota e o desmantelamento das organizações e partidos que utilizaram a luta armada como instrumento de tomada do poder.

As pesquisas iniciais, realizadas ainda em 1985, mostraram, com clareza, que o trabalho ficaria incompleto e, até mesmo, impreciso historicamente, se fosse cumprido o planejamento inicialmente estabelecido. Assim, ampliou-se, no tempo e no espaço os limites físicos e cronológicos da pesquisa, retroagindo-se a Marx e Engels, passando pelos pólos irradiadores do Movimento Comunista Internacional e pela história do PCdoB – desde a sua criação em 1922 com a denominação de Partido Comunista do Brasil/Seção Brasileira da Internacional Comunista - prolongando-se até a primeira metade da década de 1980.

Foi um trabalho minucioso, realizado em equipe, em que, inicialmente, os documentos existentes àquela época no CIE foram estudados, analisados e debatidos, conduzindo a novas indagações e a novos interesses. Com isso, as pesquisas foram ampliadas significativamente, incluindo processos, inquéritos, depoimentos de próprio punho de presos, jornais, revistas, gravações de programas de televisão, entrevistas, uma extensa bibliografia nacional e estrangeira e alguns livros de ex-militantes da luta armada. Todas as pesquisas contribuíram para a elaboração desse livro, diferentemente do trabalho da equipe de D. Paulo Evaristo Arns que, para o livro “Brasil Nunca Mais”, pesquisou os processos e os inquéritos disponíveis na Justiça Militar, de onde extraiu, apenas, o que interessava, desde que fossem acusações e críticas aos militares e civis que os combateram e os derrotaram. Visando a resguardar o caráter confidencial da pesquisa e a elaboração da obra, foi designada uma palavra-código para se referir ao projeto - Orvil -, livro escrito de forma invertida. Em fins de 1987, o texto, de aproximadamente mil páginas, estava pronto.

A obra recebeu a denominação de “Tentativas de Tomada do Poder” e foi classificada como “Reservado”, grau de sigilo válido até que o livro fosse publicado oficialmente ou que ultrapassasse o período previsto na lei para torná-lo ostensivo.

Concluída e apresentada ao ministro do Exército, General Ex Leônidas Pires Gonçalves, este não autorizou a sua publicação - que seria a palavra oficial do Exército - sob a alegação de que a conjuntura política não era oportuna, que o momento era de concórdia, conciliação, harmonia e desarmamento de espíritos e não de confronto, de acusações e de desunião. Assim, a instituição permaneceu muda e a farsa dos revanchistas continuou, livre e solta, a inundar o País.

Muitos militares, considerando que a classificação sigilosa “Reservado” já ultrapassara o sigilo imposto pela lei e dispostos a divulgar o livro, resolveram copiá-lo e difundi-lo nos últimos 12 anos, na expectativa de que um número cada vez maior de leitores tomasse conhecimento de seu conteúdo.

Milhares de exemplares foram distribuídos a amigos, em corrente, e alguns exemplares foram entregues a jornalistas. Nós também recebemos um e nossos visitantes têm nos cobrado, permanentemente, a difusão do mesmo. Hoje, até órgãos do governo o possuem. Não o difundem porque a eles não interessa a divulgação do que ele contém.

Em abril de 2007, o Diário de Minas e o Correio Braziliense publicaram, por vários dias, extensa matéria sob o título “Livro Secreto do Exército é revelado”, em que abordaram, de forma irresponsável e panfletária, alguns aspectos que mais lhes interessavam sobre o livro. Logo em seguida, os telejornais fizeram coro à campanha. Um procurador, mais afoito e atirado, afirmou que os militares sonegam dados sobre os desaparecidos. E de repente, não mais que de repente, o assunto bombástico desapareceu da mídia, como sempre. Os críticos do livro se recolheram, deixando no ar algumas meias verdades e muitas mentiras.

O silêncio prolongado, embora excepcionalmente revelador, sugere algumas indagações, dentre outras:

a - Por que os jornais não difundem o livro sequencialmente em capítulos?

-Teriam matéria gratuita por um longo período e, por certo, bateriam recordes de venda;

- Mostrariam à Nação um pouco das “ações heróicas” dos angelicais ex-terroristas, que receberam treinamento de guerrilha em Cuba, União Soviética e na China. Terroristas, que mataram, “justiçaram”, seqüestraram e assaltaram.

- Alertariam a população para as verdadeiras intenções da luta armada - implantar no Brasil o comunismo - seguindo as idéias de Fidel Castro e Che Guevara. As mesmas intenções do atual bolivarismo.b

- Se o livro teve a mais baixa classificação sigilosa – “Reservado” - porque denominá-lo de Livro Secreto?

- Para criar impacto e vender mais?

- Para criar falsas expectativas no leitor?

- Por que não permitir ao leitor conhecer toda essa História?

- Por que não publicá-lo ostensivamente, se a classificação “Reservado” já está caduca?

Assediado pela imprensa, o General Leônidas confirmou a missão atribuída ao CIE de elaborar o livro em 1985 e a decisão de não publicá-lo em 1988, em nome da concórdia, do desarmamento de espírito e da pacificação nacional, como o fora em 1979 a “Lei da Anistia”. Em 29 de agosto último, a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República lançou, no Palácio do Planalto, em badalada cerimônia, que contou com a presença do presidente Lula, o livro “Direito à Memória e à Verdade”, praticamente uma cópia do livro “Os Filhos deste Solo” de Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio. Para os autores desses dois livros, os crimes praticados pelos militantes da luta armada, simplesmente, não existiram. São ”heróis” que precisam ser permanentemente homenageados.

No texto de uma matéria publicada no Correio Braziliense de 31/08/07, o articulista Lucas Figueiredo estabeleceu um ponto de contato, um elo de integração entre o livro “Direito à Memória e a Verdade” e o livro do CIE “As Tentativas de Tomada do Poder”, quando afirmou:

“A versão oficial do Exército sobre a morte de desaparecidos políticos é incorporada à história formal do período militar – Livro secreto agora é oficial”, como se o Orvil desse credibilidade às versões publicadas no livro ”Direito à Memória e a Verdade”.

Em razão de uma afirmação descabida, desonesta e mal intencionada e para que os leitores possam comparar, avaliar e concluir, resolvemos divulgar o “Projeto Orvil” no site - www.averdadesufocada.com, para consulta livre e gratuita. Ao mesmo tempo, o divulgaremos para todos os endereços eletrônicos disponíveis – particularmente os de jornais, revistas, escolas, universidades, associações de classe, etc - e o colocamos à disposição de outros sites que, como o nosso, estejam interessados em mostrar aos leitores que o livro não é secreto e nada tem a esconder, pelo contrário, ele mostra tudo aquilo que a esquerda não quer que o Brasil conheça.

Fonte: Os editores do site www.averdadesufocada.com

Link para download do livro em formato .PDF: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

Link da matéria: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=737&Itemid=78

"Orkuteiros" entregam carta a senadores sobre FORO DE SÃO PAULO, CPMF e 3º mandato

Do site POLÍTICA REAL - http://www.politicareal.com.br/

Representantes de 27 comunidades do Orkut que totalizariam mais de 520 mil internautas distribuiram hoje,30, no Senado Federal uma carta em que repudiam a possível aprovação do chamado “imposto do cheque”, a prorrogação da CPMF.

A carta que foi entregue em muitos gabinetes e que deverá ser entregue a todos até o final da semana, tem quatro páginas e é assinada pela “Nação Brasileira”. “Vimos pela presente, avisá-los que faremos campanha contra e boicotaremos , nas próximas eleições, cada senador, em seus respectivos estados, que votar contra o povo, a favor da CPMF”.

A carta também se posiciona contra a possível PEC do Terceiro Mandato do Presidente Lula.

A Carta questiona sobre o esquecimento da mídia em torno do “Foro de São Paulo”. Eles perguntam o que é isso e quais são os reais interesses.

Eles pedem que as autoridades judiciais “intimem”o Presidente Lula a entregrar “imediatamente” toda a documentação das reuniões do Foro de São Paulo.

NORDESTINOS – Segundo Chris Couto (para quem tem Orkut - http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6849651846483597970), fundadora da comunidade Partido Vergonha na Cara (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=26267705 e http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18793976), os senadores foram muitos gentis e se solidarizaram com as propostas dos orkuteiros:

- Os senadores Agripino e Tasso Jereissati são exemplos de senadores patriotas e honestos (? - eu não botaria minha mão no fogo), não somente com o povo dos estados que os elegeram, mas trabalham a favor de todos os brasileiros.

Fonte: site POLÍTICA REAL - http://www.politicareal.com.br/
Link: http://www.politicareal.com.br/noticia.php?id=9602
A julgar pelo contador de visitas do blog CAVALEIRO DO TEMPLO, temos visitas de fora do país. Portanto, logo abaixo coloco um vídeo sobre as passeatas FORA LULA que estão acontecendo em todo o país. Vejam como a grande mídia mente deslavadamente e não divulga o que a melhor parcela da população quer para si mesma, seus filhos, familiares e pro país.

Pois é, o brasileiro está mudando. Graças a Deus!!!

Proposta sobre 3º mandato é desarquivada

Do site FOLHA ONLINE - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u341665.shtml

O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), mandou desarquivar em abril deste ano uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que permite a reeleição sem limites para cargos majoritários --o que abriria caminho para a aprovação de um terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informa reportagem publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra só para assinantes do jornal ou do UOL).

O pedido, feito em fevereiro, partiu do deputado petista Fernando Ferro (PE). Ele solicitou o desarquivamento de propostas sobre a reeleição. O movimento petista pode acelerar a discussão levantada pelos deputados Devanir Ribeiro (PT-SP) e Carlos Willian (PTC-MG), que defendem a possibilidade de um terceiro mandato para Lula, uma vez que a emenda já foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara em 2000.

O relator na comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), considerou, na época, a proposta constitucional. O próximo passo é a discussão em comissão especial, que depende do presidente da Câmara para ser instalada.

De autoria do ex-deputado Inaldo Leitão (PR-PB), a proposição permite ao presidente da República, a prefeitos e governadores concorrerem a infinitas reeleições, desde que se licenciem do cargo seis meses antes da disputa.

Fonte: FOLHA ONLINE - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u341665.shtml

Crime e retórica: idéia que o crime é uma questão social domina as esquerdas, em detrimento da sociedade.

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br/

Resumo: Depois de toda uma geração de vítimas do crime ter sido sacrificada no altar das teorias da esquerda, uma mudança de direção política produziu maiores índices de aprisionamento – e menores índices de criminalidade – em países como os EUA.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Oakland, na Califórnia, sofre, há muito tempo, altos índices de criminalidade e, particularmente, alto índice de assassinatos. A julgar por um recente discurso de seu atual prefeito, o velho esquerdista Ron Dellums, a cidade terá um futuro muito parecido com seu passado.

Por que Oakland é tão violenta? Segundo o prefeito Dellums, “temos fechado nossos olhos às injustiças e desigualdades e, agora, estamos colhendo os amargos frutos daquela desconsideração de todo um grupo de indivíduos.”

Essa é a retórica das “raízes do crime” da década de 1960, ainda forte nas esquerdas
atualmente, apesar de montanhas de evidências do contrário que se têm acumulado nas décadas desde então.

Isso é o que torna o problema de Oakland mais do que o problema de Oakland – ou mesmo o problema dos EUA. O mesmo tipo de pensamento prevalece na esquerda em outros países, produzindo o mesmo tipo de terríveis resultados.

Como disse o escritor inglês Peter Hitchens: “A Inglaterra está rapidamente se tornando um lugar onde o homem bom teme o mau e o mau não teme nada.”

Ele disse ainda: “A pura e simples estupidez da maioria das declarações políticas sobre crimes desafia até os mais crédulos.” Ambas as afirmações se aplicariam tanto a Oakland quanto a Londres – e a muitos outros lugares.

Uma notícia de jornal sobre o discurso do prefeito Dellums dá conta de que ele estava “seguramente confortável com o que estava dizendo e falava de improviso.”

Por que estar desconfortável ou precisar de um discurso escrito para repetir as mesmas noções politicamente corretas que toda a esquerda – aqui e no exterior – tem repetido como um mantra por quase meio século? Você precisaria de algo escrito para recitar o alfabeto?

A idéia de que “injustiças e desigualdades” explicam o crime se originou há mais de dois séculos. Você vai encontrá-la, na Inglaterra, no livro de William Godwin de 1793, “Investigação sobre a justiça política”, e mesmo antes, em alguns escritores franceses.

Ela é a marca registrada da esquerda em todo o mundo.

Mesmo que tais idéias tenham existido por séculos, elas não se tornaram dominantes para aqueles responsáveis pelo sistema legal e policial até a segunda metade do século XX – mais especificamente, até os anos 1960 nos EUA.

Como eram os índices de criminalidade em 1960, antes que essas idéias invadissem os tribunais e os ramos legislativo e executivo do governo?

Até 1960, o índice de assassinatos estava declinando havia décadas – tanto entre os brancos quanto entre os negros – e era pouco menos da metade do que era em 1934.

Será que não havia nenhuma “injustiça e desigualdade” em 1960 e nas décadas anteriores?
Ninguém que seja velho o suficiente para lembrar daqueles tempos acreditaria nisso.

Foi precisamente a chegada ao poder em 1960 (nos tribunais e nos governos) daqueles que acreditavam que “injustiças e desigualdades” fossem as causas do crime que marcou o enfraquecimento da aplicação da lei e do aprisionamento de marginais – e marcou um dos mais dramáticos crescimentos do crime em nossa história.

Tendo declinado por décadas sem fim, o índice de assassinato abruptamente dobrou de 1961 a 1974. O número de cidadãos vítimas de crimes violentos, em geral, triplicou.

Tais tendências começaram em momentos diferentes em países diferentes, mas o padrão é muito similar. Na medida em que o índice de aprisionamentos declina, o índice de crimes decola – quer na Inglaterra, na Austrália, na Nova Zelândia ou nos EUA.

Depois de toda uma geração de vítimas do crime ter sido sacrificada no altar das teorias da esquerda, uma mudança de direção política produziu maiores índices de aprisionamento – e menores índices de criminalidade – em todos esses países, no final do século XX.

Não estamos ainda onde estávamos em 1960, com respeito tanto ao índice de criminalidade quanto à taxa descendente de assassinatos. As noções da esquerda são ainda fortes na mídia, na academia e na política.

A esquerda está ainda confortável quando fala sobre “injustiça e desigualdade” – mesmo de improviso – e, certamente, sem se confrontar com a vasta quantidade de evidências de que eles estão errados.

Publicado por Townhall.com
Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Fonte: portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br/
Link: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6151&language=pt

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Economia e Livre Iniciativa

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA - http://www.faroldademocracia.org/temas_det.asp?id_tema=24

Para começarmos a falar sobre Economia e Livre Iniciativa, necessariamente precisamos introduzir o conceito de propriedade privada. Os méritos para a compreensão da função da propriedade privada devem ser atribuídos primeiramente aos economistas clássicos, e mais precisamente, aos economistas austríacos, especialmente o filósofo Ludwig von Mises, ao terem demonstrado que, sem a propriedade privada dos meios de produção, não há preços, e portanto, não há uma avaliação racional sobre a utilização de recursos. Segundo os “austríacos”, este foi o principal fator para o colapso da economia dos países comunistas, e em especial, da União Soviética.

De forma absolutamente diferente do que estabelece a Constituição brasileira de 1988, ao arbitrar critérios absolutamente convencionais para definir uma “função social da propriedade privada”, podemos atribuir ao instituto da propriedade privada cinco valores apriorísticos, e portanto, fundamentais, a saber:

1. Do valor jurídico: a primeira forma de obtenção da propriedade privada é a “apropriação original”. Por este conceito, um indivíduo declara ser dono sobre um dado recurso natural jamais antes pertencente a outro indivíduo. O conceito de propriedade emerge sempre que pensamos em raridade dos recursos, e é por si mesmo, a medida solucionadora de disputas entre dois seres humanos. Mesmo o próprio local no qual um ser humano põe os pés sugere a necessidade de um critério pacífico de resolução de conflitos, dado que duas pessoas não têm como ocupar o mesmo lugar no espaço. Da apropriação original, surgem diversos destinos que uma pessoa pode dar ao seu bem: a troca, a doação, o empréstimo, gratuito ou oneroso, ou outras formas mais complexas de relacionamento com outros humanos, todas pacíficas e porque voluntárias, também mutuamente benéficas.

2. Do valor filosófico: do conceito de propriedade privada surge a garantia de liberdade de um ser humano. A primeira propriedade de uma pessoa é o seu próprio corpo. Um ser humano tem um elo lógico, naturalmente aceitável por qualquer um, para declarar seu corpo como sendo sua propriedade: é ele quem o ocupa, que o forma e que o mantém; qualquer outro critério que alguém alegue para declarar a sua propriedade sobre o corpo de outrem, digamos por exemplo, o fato de ser mais forte, ou mais claro, ou de ter sido encarregado de uma missão divina, é destituído de qualquer vínculo natural e lógico, mas antes, baseado em conceitos puramente arbitrários por ele mesmo estabelecidos.

3. Do valor moral: a liberdade, que é o fruto garantido pelo direito de propriedade, não tem um valor finalístico próprio, mas é ela mesma incondicionalmente ligada à procura da felicidade. Dado que não há, absolutamente, nenhum critério pelo qual um ser humano possa ditar a outro como ser feliz, a busca da felicidade, objetivamente considerada, deve envolver somente o juízo de cada indivíduo, e do que ele estabelece para si mesmo como sendo o alvo de suas aspirações. Quando alguém –um indivíduo, ou um grupo de indivíduos unidos por uma convenção, digamos, o Estado - começa a ditar restrições ao direito de propriedade, ou mais sutilmente, sobre as variações de uso da propriedade, por exemplo, sobre o modo como as trocas podem ser feitas, inexoravelmente inicia um processo de derrogação da liberdade e portanto, da felicidade humana individual.

4. Do valor econômico: Já vimos até aqui que, com a propriedade privada, surge a possibilidade de os seres humanos efetuarem trocas. Estas trocas, quando realizadas pacifica e voluntariamente, atendem ex-ante aos anseios dos seus protagonistas e permitem, com o uso de um meio de troca, ou seja, da moeda, uma avaliação cada vez mais apurada e precisa dos valores que uma dada população atribui a cada bem, dado que os indivíduos, com o objetivo de incrementarem suas condições de vida, tendem a balancear as relações de custo X benefício. Nos países comunistas, os preços eram convencionalmente estabelecidos por burocratas desvinculados de qualquer conhecimento sobre os custos de produção, daí que torravam capital material e humano em empreendimentos que inexoravelmente produziam menos do que o investimento feito.

5. Do valor praxeológico: a Praxeologia, a ciência desenvolvida pelo filósofo Ludwig von Mises, estuda a ação humana, e define categoricamente os eventos e situações em que o ser humano age, sempre com o intuito de prover uma melhoria de seu bem-estar. Neste aspecto, a acumulação dos frutos do trabalho tem o efeito de estímulo à produção de mais bens, os quais poderão ser trocados com os demais indivíduos que com ele se relacionam, o que acarreta, paulatinamente, um incremento geral no padrão de vida de todos os envolvidos.

Quando compreendemos o que acima foi exposto, podemos claramente entender que a defesa do instituto da propriedade privada possui um caráter apriorístico e fundamental, bem diferente, como apresentamos acima, dos equivocados conceitos estabelecidos pelos constituintes de 1988; em suma, não é uma dada propriedade particular que irá cumprir uma função – social(?) – da propriedade, se estiver em dia com determinadas obrigações ou requisitos estabelecidos por terceiros. O que define a segurança, tranqüilidade, estado de confiança mútua e paz no seio de uma sociedade é a compreensão mesma dos valores intrínsecos da propriedade privada, e que qualquer derrogação, mesmo parcial, sempre acarretará uma corrosão no edifício social.

Finalmente, devido ao fato de que a ação humana é sempre um ato individual, e que a busca da felicidade ampara-se sempre em critérios absolutamente pessoais e subjetivos, qualquer explicação macro-econômica da sociedade irremediavelmente escora-se em valores de juízo arbitrariamente - e por isto injustamente - estabelecidos por seus propositores. O Farol da Democracia Representativa acredita nestes valores e acrescenta a estes a contribuição do legado civilizacional judaico-cristão, como ingrediente harmonizador e imprescindível, e sugere aos leitores especialmente os textos e livros que seguem abaixo nesta seção.

Links Selecionados

Vá Procurar seus Direitos Klauber Cristofen Pires
Sociedade de Trincheiras Klauber Cristofen Pires
A Dignidade do Empresário Klauber Cristofen Pires
Pirataria se Ensina na Escola Klauber Cristofen Pires

Fonte: portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA - http://www.faroldademocracia.org
Link: http://www.faroldademocracia.org/temas_det.asp?id_tema=24

Che Guvara por ele mesmo...

... ou seja, um SATANISTA:

Não sou Cristo nem um filantropo; sou todo o contrário de um Cristo.”
Che "Quer vara", o sociopata assassino louco adorado por imbecis.

O Dossiê Emir Sader

Direto do blog do Pablo Henrique - http://blogdopablohenriquearqespemir.blogspot.com/

Montei este dossiê com a finalidade de impedir que a página principal de meu blog fique cheia de Emir Sader. Resolvi juntar tudo em um só lugar, para facilitar a pesquisa sobre esse nobre sociólogo de letras próprias e idéias do alheio.

Aqui estão os textos que eu e outras pessoas escreveram apenas para corrigir os erros de português de Emir Sader, críticas a respeito do (de) mérito de alguns de seus artigos e obras, bem como - especialmente - algumas denúncias que demontram o verdadeiro caráter desse senhor.

Dados gerais e acadêmicos do Sr. Emir Sader:

Emir Sader nasceu em São Paulo, no ano de 1943. Formou-se em Filosofia na Universidade de São Paulo. Fez Mestrado em Filosofia Política e Doutorado em Ciência Política, ambos na Universidade de São Paulo. Na mesma universidade, trabalhou como professor de filosofia e de ciência política. Foi, ainda, pesquisador do Centro de Estudos Sócio Econômicos da Universidade do Chile, professor de Política na UNICAMP e coordenador do Curso de Especialização em Políticas Sociais na Faculdade de Serviço Social da UERJ. Atualmente dirige o Laboratório de Políticas Públicas na UERJ, onde é professor de sociologia.

Em outras palavras, Emir Sader foi "moldado" com o nosso dinheiro.

Razões para o dossiê:

Eu poderia enumerar duzentas razões para fazer esse dossiê sobre a vida e a obra (ou seria "Vidia e óbria?) de Emir Sader. Vou me ater apenas às principais:

1) Emir Sader é idolatrado pela maioria quasibípede da esquerda brasileira;

2) Emir Sader é ateu, mas a esquerda-católica, essa excrescência anti-cristã, também idolatra o sociólogo; a CNBB até o chama para participar de congressos, dar palestras etc.;

3) EMIR SADER NÃO SABE ESCREVER!;

4) Emir Sader não consegue pensar;

5) Emir Sader é desonesto;

6) Emir Sader é sustentado com dinheiro público, isto é, com nosso dinheiro.

Em resumo, é isso. Quem quiser colaborar com este trabalho de utilidade pública, que não é custeado com dinheiro da contribuintalha, pode enviar comentários, links e notícias.

Depois de ler o blog, não guarde ódio. A misericórdia é a virtude suprema. Clique no link abaixo e leia o material completo.

Fonte: http://blogdopablohenriquearqespemir.blogspot.com/

Estradas x espanhóis

Quer dizer que o governo Lula entrega o patrimônio nacional para empresas estrangeiras e não cobra nem um centavo por isso? De graça, as companhias espanholas vão ficar 25 anos cobrando pedágio e ganhando dinheiro com estradas construídas com imposto pago pelo contribuinte brasileiro!

Quer dizer que o governo Lula monta um modelo de privatização que favorece o capital estrangeiro? Só multinacionais, que trazem capital de fora, mais barato, conseguem assumir pedágios tão baixos. Mais ainda: o dólar tão barato, outra proeza de Lula, favorece os estrangeiros, pois a tarifa em dólar fica maior e as companhias gastarão menos reais para enviar seus polpudos lucros aos acionistas lá fora.

Nunca na história deste país um governo foi tão servil às empreiteiras multinacionais. Uma privataria!

Essa turma que pede a reestatização da Vale, por ter sido vendida a "preço de banana", não vai pedir uma "CPI da doação das estradas"?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".