Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Mal entre nós - segunda parte

DEXTRA
QUARTA-FEIRA, 15 DE DEZEMBRO DE 2010


Laura Schlessinger: Tegenwitch, sem data
Original: Evil Among Us
Tradução: Dextra

- Primeira parte do artigo AQUI -

A menos que você tenha estado em uma caverna durante todas as últimas semanas, você me ouviu no ar metendo o pau em um artigo recente publicado no Boletim da Associação de Psicologia Americana, chamado  "A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples" [Um exame meta-anlítico dos supostos efeitos do abuso sexual infantil usando amostragem das universidades].

Em resumo: os três pesquisadores sustentam que o abuso sexual infantil não causa necessariamente danos intensos e duradouros - e chegam a sugerir que quando houver um contato sexual "voluntário' entre um adulto e uma criança, ele seja tratado pelo termo "imparcial" "sexo adulto-infantil"!
Eu li e reli este estudo até ficar enojada e, ainda assim, escrever estas palavras quase me deixa sem fala - e vocês sabem o quanto isto é raro.
Quando eu ouvi falar pela primeira vez disto, eu não quis acreditar. Mas eu fiz minha própria pesquisa e não posso ressaltar o bastante o quanto isto aí é grave.
Este estudo é o primeiro passo no caminho da normalização da pedofilia - exatamente como a homossexualidade tornou-se corrente, ao ponto em que a tolerância não é mais suficiente: é preciso "assumi-la".
Quero recapitular para você minha própria história de como cheguei a esta história horrível: como eu primeiro fiquei sabendo deste estudo, como eu o examinei mais detidamente, conversei com especialistas na área, que criticaram severamente a metodologia dos autores e suas conclusões, e como recebi centenas de cartas indignadas, chocadas e sentidas de ouvintes que sabem muito bem o quanto são  "duradoros e profundos" os malefícios do abuso sexual infantil - e que não é nunca uma experiência "voluntária" e "neutra".
SOA O ALARME - Começou com uma carta

Eu estava no meio do meu programa, um dia, quando recebi um fax de Don, pai de dois filhos, que tinha acabado de ouvir Dom Giordano, que é apresentador de um talk show matutino em minha afiliada na Filadélfia, a WWDB, entrevistar um dos autores deste estudo. Don escreveu

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".