Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Não podemos ser definidos pela cor da pele, afirma Demóstenes
Chávez desató la fuga de cerebros
Por que o socialismo fracassou (e sempre fracassará)
26 de Julho de 2009 - por Mark J. Perry
A TENTATIVA DE ENQUADRAR A IMPRENSA E DE SILENCIAR OS REPÓRTERES. QUE ELES RESISTAM A UM CERCO INÉDITO EM PERÍODO DEMOCRÁTICO
Queridos,
Segue um texto longo, longo mesmo. Mas peço que vocês leiam porque se trata da exposição de um método. Demonstro o modo como o oficialismo está tentando calar a imprensa. Com ele, também presto uma homenagem aos repórteres que honram a sua profissão.
*
Há um movimento organizado para desacreditar o jornalismo e intimidar os jornalistas, especialmente os repórteres. Não se trata de nenhuma teoria conspiratória, com personagens secretas a se mover nas sombras. Eu nunca lido com isso. Meus “fantasmas” sempre são de carne e osso. O comandante da operação é até bem conhecido. Chama-se Franklin Martins, ministro da Comunicação Social e responsável último tanto pela área de comunicação propriamente dita como pela distribuição da verba publicitária do governo e de estatais. A manifestação mais visível e virulenta dessa ação é o tal blog da Petrobras. Ele é o melhor exemplo do que pode ser descrito como um método.
Blogueiros a serviço do oficialismo se encarregam, depois, de tentar difamar na rede os veículos da grande imprensa. Muitos deles já passaram por jornais, TVs ou revistas importantes e usam esse passado como prova de autoridade. Seus eventuais leitores se esquecem de perguntar por que, afinal de contas, foram banidos da imprensa de primeira linha e terminam seus dias exercendo este triste papel. Mas não quero me deter nisso agora. Volto à questão do método, não sem antes fazer uma advertência.
Chegou a hora de a chamada grande imprensa se dar conta desse movimento de desmoralização e reagir. Até porque é evidente que as chances de o atual grupo que governa continuar no poder não são pequenas. Mais oito anos na mesma toada, e será abolida a saudável vigilância do poder exercida pela imprensa em qualquer país democrático do mundo. Nesta segunda-feira, uma reportagem pôde ser tomada como estudo de caso. Professores de jornalismo, se ainda os há, deveriam levá-lo para a sala de aula — os que não forem de esquerda, claro, se os houver. Adiante.
A Folha publicou ontem uma reportagem de Fernando Barros de Mello, um jovem repórter muito cuidadoso e cioso dos bons procedimentos da profissão. Leiam a íntegra do que foi publicado. É importante ir até o fim. Reparem quantas são as estranhezas nas quais vocês tropeçam. Volto depois.
A Petrobras pagou, de 2003 a junho deste ano, R$ 203,1 milhões a um grupo de empresas de terceirização de mão de obra de Santo André (Grande ABC) que já utilizou laranjas e tem uma dívida milionária cobrada pela União, entre débitos tributários e previdenciários.
As empresas possuem o mesmo nome -Protemp-, têm fundadores ou sócios em comum, apresentam o mesmo endereço e estão abrigadas no mesmo site da internet.
A própria Petrobras enviou à Folha, em um primeiro momento, os valores como se fossem repassados a uma só empresa. Só depois confirmou que eram três diferentes CNPJs.
Dos 27 contratos com a Petrobras desde 2005, 11 foram por dispensa de licitação e 16 pelo sistema de convite, em que a estatal escolhe as empresas que apresentam propostas.
Segundo a Petrobras, a Protemp é responsável por funcionários que fazem de análise de dados meteorológicos ou fiscalização de topografia até serviços de limpeza e comunicação. A empresa diz não ter contratos com outros órgãos públicos.
Dois CNPJs que receberam verbas da Petrobras estão na Lista de Dívida Ativa da União desde fevereiro de 2009 e não podem obter Certidão Negativa de Débitos, o que impede a contratação. Quem está na lista, diz a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, “não está parcelando, não tem uma decisão judicial favorável (mesmo que liminarmente) e nem efetuou um depósito como forma de garantia, antes de discutir a validade ou não do tributo”.
A reportagem apurou que o primeiro débito previdenciário surgiu em 1999. Hoje, a União cobra dívida de R$ 16,99 milhões. A Protemp diz que os contratos foram feitos porque a empresa questiona débitos na Justiça e está parcelando a dívida. A Petrobras afirma que até o último contrato, de outubro de 2008, toda a documentação estava em ordem.
O grupo Protemp já prestava serviços à Petrobras antes de 2003, mas em volume menor: R$ 19,9 milhões entre 1995 e 2002, no governo Fernando Henrique Cardoso -crescimento de 920,3% em relação ao período da gestão Lula.
Laranjas
As empresas com o nome Protemp pertencem, já pertenceram ou foram fundadas pela empresária Sueli do Espírito Santo, sócia majoritária na Protemp SG Prestação de Serviços, aberta em 1998 em nome de Walter Fabri. À Folha Fabri, que trabalha na empresa até hoje, disse que nunca foi sócio. “Sempre fui funcionário.”
O endereço da sede foi alterado de uma sala em Santana do Parnaíba para o centro de Santo André em 2004. Em 2006, foi aberta a filial do Rio, a cem metros da sede Petrobras.
Na internet, a Protemp diz ter sido fundada em 1987. Na verdade, essa era a Protemp Serviços Empresariais, outra da lista de devedores e que recebeu verbas da Petrobras.
Criada por Sueli do Espírito Santo e Agostinho João Pinheiro (já morto), ela esteve em nome de duas moradoras da periferia de Santo André. Uma delas, Deolinda Malentachi (que também foi sócia de outra Protemp), morreu em novembro de 2007. Ela tinha uma participação majoritária na empresa, de R$ 296 mil. Mas não deixou bens. A documentação mostra que Deolinda deixou o negócio três dias antes de sua morte.
Já a Protemp Consultoria em RH está hoje em nome de ao menos uma laranja. Essa empresa, no entanto, não recebeu da Petrobras.
A Folha localizou, na periferia de Santo André, a aposentada Maria Aparecida da Costa, que aparece como sócia da Protemp Consultoria, mas diz ter sido colocada em uma confusão depois que ela perdeu seus documentos. “Pediram para eu assinar uns papéis”, afirmou.
Maria Aparecida afirmou que, agora, segue orientações de um advogado, que, segundo ela, a procurou há alguns meses. O advogado é Saulo de Lima, de Blumenau (SC). Ex-juiz, foi secretário na gestão do petista Dario Lima e defende o ex-prefeito em outro caso.
Voltei
Barros de Mello fez tudo certo. Ouviu as empresas, inclusive a Petrobras, consultou o cadastro de devedores, procurou os laranjas e falou com eles, evidenciou os procedimentos heterodoxos desses empreendedores. Tudo conforme tem de ser. E quem foi que entrou, então, na arena? O Blog da Petrobras — com os seus satélites fazendo o serviço sujo para tentar desqualificar jornal e jornalista. Publica o blog, sem economizar palavras:
Manchete da Folha está errada
Na matéria “Devedora da União recebe R$ 203 mi da Petrobras” (27/7, pág. A4), a Folha de São Paulo constrói uma tese, a partir de sua manchete, de que a Petrobras fez contratos com empresas devedoras da União. Na verdade, a Petrobras só tem relação comercial atualmente com a Protemp SG Prestação de Serviços, cujo último contrato foi assinado em outubro de 2008, mediante apresentação de todos os documentos exigidos pela legislação vigente.
Vamos ver…
Pra começo de conversa, a Folha de S. Paulo não construiu tese nenhuma. Cadê a tese? Desafio alguém da Petrobras a demonstrá-la. Reportou um fato. A Petrobras pagou mais de R$ 200 milhões a três CNPJs diferentes, todos de empresas com nome Protemp, e duas delas estão na lista de devedores da União. E estão!!! Mas atenção para isto: “Na verdade, a Petrobras só tem relação comercial atualmentecom a Protemp SG Prestação de Serviços, cujo último contrato foi assinado em outubro de 2008, mediante apresentação de todos os documentos exigidos pela legislação vigente.”
Ah, bom!!! Ter relações “atualmente” com apenas uma das três esquisitíssimas Protemps não anula as relações passadas com as outras. Ou anula? Os mais de R$ 200 milhões pagos, está claro, referem-se ao período de 2003 a esta data e dizem respeito a todas as empresas. Mas olhem que isso, na minha opinião, nem é o mais importante, embora estatais e governos não possam fazer negócios com devedores da União. A dívida é apenas um dos aspectos da reportagem da Folha. E os outros?
É razoável fazer negócios com empresas que têm tal histórico? Voltem lá ao subtítulo “laranjas”. Vejam como foram constituídas essas empresas. Olhem que maravilha:
“A Folha localizou, na periferia de Santo André, a aposentada Maria Aparecida da Costa, que aparece como sócia da Protemp Consultoria, mas diz ter sido colocada em uma confusão depois que ela perdeu seus documentos. “Pediram para eu assinar uns papéis”, afirmou.
Maria Aparecida afirmou que, agora, segue orientações de um advogado, que, segundo ela, a procurou há alguns meses. O advogado é Saulo de Lima, de Blumenau (SC). Ex-juiz, foi secretário na gestão do petista Dario Lima e defende o ex-prefeito em outro caso.”
Alguém precisa de mais explicações?
O método
Em que consiste o método de intimidação da reportagem? Em ignorar os problemas para os quais não há resposta e em submeter um aspecto ou outro do texto a torções, respondendo àquilo que não foi escrito. Recuperemos mais duas linhas da reposta da Petrobras: “O último contrato foi assinado em outubro de 2008, mediante apresentação de todos os documentos exigidos pela legislação vigente.” O “último” contrato está de acordo com a legislação vigente? E os outros? Barros de Mello, por acaso, referiu-se, em sua reportagem, ao “último contrato”? Mas a mágica do Blog da Petrobras para esconder débitos com a União vem agora.
A mágica
Leiam com atenção este outro trecho da resposta que está no Blog da Petrobras:
A Protemp SG Prestação de Serviços Limitada reiterou hoje, por meio de carta encaminhada à Petrobras, que não tem débito de nenhuma natureza, seja fiscal, previdenciário, com fornecedores ou empregados.
Notaram? Esse é o caso da Protemp SG Prestação de Serviços Limitada. Não se está falando das outras duas Protemps — NÃO POR ACASO, AQUELAS APONTADAS NA REPORTAGEM DA FOLHA. Elas vêm agora:
Durante a vigência dos contratos anteriores com as empresas Protemp SG Mão de Obra Temporária Ltda. e Protemp Sertviços Empresariais Ltda. também não existiam débitos junto ao INSS e FGTS e as certidões negativas foram apresentadas. Portanto, a Petrobras não celebra contratos com empresas devedoras da União.
Viram? Os débitos “não existiam durante a vigência dos contratos”, o que quer dizer que agora existem — como negar o que está na lista oficial? Então vamos ver se nós entendemos direito a situação. Há três Protemps. As três fazem praticamente a mesma coisa e têm uma mesma dona — depois de alguns “laranjas” terem passado por lá. Como duas das Protemps passaram a ter dívidas com a União (e não foi por falta de grana da Petrobras, né?), então há uma terceira Protemp, esta sem dívida. Entenderam ou preciso desenhar? Se esta vier a ter dívida também, faz-se uma quarta Protemp. Não será por falta de Protemp que essa gente vai ficar sem milhão.
E, assim, a Petrobras conclui, somando dois mais dois e encontrando cinco: “Portanto, a Petrobras não celebra contratos com empresas devedoras da União.” ERRADO! Celebra, sim. Celebrou com uma das Protemps, fazendo de conta que as outras, com as quais já havia trabalhado, não existiam.
Na Folha de hoje, há mais informações sobre a Protemp. Ela conta com 336 funcionários atuando na Petrobras, 183 deles só na área de comunicação. Mas a empresa não tem preconceitos. A exemplo das organizações de R. A. Brandão, é polivalente: atua também na área de limpeza, meteorologia e serviços médicos… Se a R. A. Brandão concorria com as Organizações Capivara, do Seu Creysson, esta deixa as Organizações Tabajara no chinelo.
Ah, sim: quase me esqueço de deixar uma vez mais registrado. Um dos funcionários que a Protemp tem na Petrobras é o ex-chefe do Gabinete Regional da Presidência da República em São Paulo e um dos mais próximos seguranças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em campanhas políticas. Seu nome é José Carlos Espinoza, um dos aloprados do escândalo do dossiê. Ele está na área de comunicação, e sua função é fazer a interlocução com os movimentos sociais. Mais um pouco, vão contratar Freud Godoy para a área de psicologia.
Concluindo
O que a Petrobras fez com o texto de Fernando Barros de Mello, chamando de erro uma apuração impecável e submetendo a linguagem a pequenas malandragens para esconder a verdade nas suas dobras, tornou-se uma constante da área de comunicação do governo. Os tontons-maCUTs da Internet se encarregam do resto.
Essa prática tem de ser denunciada. É nefasta para o jornalismo, especialmente se as próprias redações começarem a duvidar da apuração de seus repórteres. Intimidados, estes tenderão a se limitar ao despacho burocrático para que seus respectivos nomes não passem a freqüentar o lixão da Internet.
Que os repórteres resistam; que não cedam à tropa de choque do oficialismo e aos prestadores de serviço a soldo. A reportagem de Fernando Barros de Mello segue intacta, e o Blog da Petrobras, em vez de contestá-la, endossou-a de forma vexaminosa para ela e virtuosa para ele.
Dois pesos, duas medidas ou o revolucionário e a revolução.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Desinformação: a gente ve isto lá!
QUARTA-FEIRA, JULHO 29, 2009
Na noite do dia 28 de julho flagrei mais um destes momentos em que o pacato cidadão, desavisado sobre o modus operandi com o qual atua a mídia engajada brasileira, teria passado por despercebida uma notícia da maior importância. Refiro-me ao Jornal Nacional, da Rede Globo, a divulgar o que segue extraído logo depois de seu site[i]:Venezuela suspende relações com Colômbia
O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, anunciou que suspendeu as relações diplomáticas com a Colômbia. E que vai retirar o embaixador venezuelano do país. Foi uma resposta às declarações do governo colombiano de que a Venezuela teria fornecido armas às Farc, forças armadas revolucionárias da Colômbia. Ontem, o governo da Suécia confirmou que vendeu essas armas à Venezuela, no fim da década de 80.
Como que o que deveria ser a notícia mais importante do dia vem a aparecer como um bocejante pronunciamento protocolar, sem nem sequer ter havido nenhuma exibição de imagens ou algum aprofundamento sobre o histórico de ligações de Hugo Chavez com as Farc, já denuncia o quanto da manipulação que se encontra mais calcada na omissão do que na divulgação do fato. Aqui, claro, refiro-me não ao fato de a Venezuela suspender as relações com a Colômbia, o que se traduz pela subliminar inversão mesma dos papéis do bandido e do mocinho, mas pelo gravíssimo fato de que armas de grande poder destrutivo foram repassadas pela Venezuela às Farc – forças armadas revolucionárias da Colômbia.
Agora peço ao leitor para prestar atenção: a nota afirma que o governo colombiano declara que a Venezuela “teria” fornecido armas às Farc. O verbo “ter” aqui, colocado assim, no futuro do pretérito, pretende conceder à pessoa de quem se fala o benefício da dúvida. Esta técnica é muito salutar quando tratamos de pessoas ou instituições que são acusadas de algo sobre o que ainda não foram julgadas. Todavia, o governo da Colômbia não fez declarações no sentido de uma suposta remessa de armas, que aliás, não são simples fuzis, mas modernos e poderosos lança-foguetes: ele acusou formal e diretamente a Venezuela de assim ter procedido, e o fez amparado com provas evidentes.
No parágrafo seguinte, vem o Jornal Nacional a transmitir que a Suécia confirmou que “essas” armas foram vendidas à Venezuela. Aqui, mas uma manobra diversionista, pois não se trata de “essas” armas, mas “estas” armas. Explico: com o uso do termo “essas”, fica a impressão de que armas tais quais a Venezuela possui foram parar nas mãos dos guerrilheiros colombianos. Em síntese, fica algo abstrato, impessoal. Porém, o fato é que a Suécia confirmou terem sido “aquelas” armas sobre as quais o governo colombiano fez consulta formal, apontando o número de série das mesmas! Portanto, são “estas” ou até “aquelas” armas, mas não “essas” armas.
Ademais, arrojados lança-foguetes não são como o meu celular, que costumo esquecer por onde ando. São armas guardadas sempre com grandes cautelas de segurança, jamais em um mero posto de fronteira, por exemplo. Como que não um, mas vários destes lançadores, e ainda mais com munição, poderiam ter se esvaído de uma unidade militar sem que se houvesse um escândalo e um sério inquérito por parte daquele país? Ora, quando meros fuzis foram roubados do Exército Brasileiro, ele protagonizou um cerco às favelas cariocas até recuperar um por um, e um procedimento investigativo foi aberto para apurar as responsabilidades!
A matéria veiculada por O Globo evidencia uma clara manobra de amortecimento de impacto, de gerenciamento de danos. Divulgou o fato com aparência de fidelidade, mas o escondendo dentro da falta de destaque entre notícias menos importantes que ganharam mais luzes e com os malabarismos verbais possíveis para amenizar o tom da acusação e inverter o sujeito e o objeto da notícia. E o fez isto tão somente porque a verdade, já tendo sido denunciada por jornalistas mais honestos, profissionais ou voluntários, como o Reinaldo Azevedo ou respectivamente, Heitor de Paola e Graça Salgueiro, já não podia ser simplesmente tampada.
[i] http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1246632-10406,00-VENEZUELA+SUSPENDE+RELACOES+COM+COLOMBIA.html
10 mil desapareceram em distúrbios na China, diz líder uirgur
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Efe
Reuters
Pequim acusa Rebiya Kadeer de incitar os protestos em que ao menos 197 morreram
Veja também:
Entenda: Xinjiang, área de maioria muçulmana que incomoda Pequim
O governo de Pequim convocou o embaixador japonês no país para protestar contra a visita da dissidente. A presidente do Congresso Mundial Uigur (WUC, na sigla em inglês), que vive exilada nos Estados Unidos, estará em Tóquio até quinta-feira para falar sobre a situação de sua etnia na China, com vários representantes políticos japoneses, enquanto o governo do Japão considera que sua visita ao país não danificará as relações bilaterais entre os dois países.
"Como governo, entendemos que a visita (de Rebiya) foi resultado de um convite privado e não achamos que prejudique a relação Japão-China", disse o ministro porta-voz do governo japonês, Takeo Kawamura, citado pela agência de notícias Kyodo.
Rebiya, de 62 anos, denunciou em entrevista coletiva no Clube de Correspondentes Internacionais de Tóquio que houve cerca de "10 mil desaparecidos em uma só noite" durante os distúrbios na cidade de Urumqi, na província de Xinjiang, no oeste da China. A ativista quer saber onde estão as milhares de pessoas, caso elas estejam mortas e pediu ao governo do Japão que "se envolva seriamente no esclarecimento da situação".
Rebiya responsabilizou, além disso, o governo chinês de ter transformado em "violenta" uma manifestação que começou como pacífica e negou as acusações que a apontam como instigadora dos distúrbios. Pequim acusou a ativista uigur de ser uma "delinquente", por instigar os protestos em Urumqi, nos quais, segundo os números oficiais do governo chinês, morreram pelo menos 197 pessoas, 1.700 ficaram feridas e cerca de 1.400 foram presas. Segundo as organizações uigures no exterior, 800 pessoas morreram durante os protestos em Urumqi.
Rebiya se reuniu, além disso, com Seichi Eto, representante no Senado do governamental Partido Liberal-Democrata (PLD) e que pediu que o Executivo japonês envie uma missão de representantes à China para verificar os dados relacionados com os distúrbios. "Estou impressionada com o problema de direitos humanos que está ocorrendo em nosso país vizinho atualmente. Não podemos fechar os olhos para o que aconteceu", disse Eto, que considerou "natural" que o Japão envie uma missão de investigação à China, segundo a Kyodo.
Debate de Marcelo Pereira com Denis Mizne sobre re-cadastramento

Prezados participantes da PLD
Ontem foi re-lançado a campanha de recadastramento, que estão chamando de campanha do desarmamento. Ontem a Rádio Eldorado convidou ao Dr Marcelo Pereira, porta voz da Pela Legítima Defesa, a participar de um debate com aquele Denis Mizne, do Sou da Paz.
Ouça, clicando no link abaixo, o referido debate e se quiser deixe seu comentário no próprio site da Eldorado ou comente em nosso blog.
Clique aqui para entrar no site da Rádio Eldorado
Atenciosamente
Diogo Waki
Coordenador Paulista da PLD
Serviço de Prevenção da SESA – ESSA. AVISO DE SEGURANÇA INDUSTRIAL
Electricidade Estática nas Estações de Serviço
Com a generalização do Autoabastecimento nas Estações de Serviço, há que advertir as pessoas acerca da produção de incêndios como resultado da electricidade estática, enquanto se abastece de gasolina, o seu carro.
Foram investigados 150 casos deste tipo de incêndios e os resultados foram muito surpreendentes.
1- Dos 150 casos, eles ocorreram menos a homens e mais a mulheres, devido ao seu costume de entrar e sair do veículo enquanto se abastece a gasolina.
2- Na maioria dos casos as pessoas haviam entrado novamente nos seus carros enquanto na mangueira ainda estava a correr o combustível (o perigo dos gatilhos nos bocais das mangueiras). Quando o reabastecimento terminou e saíram para retirarem a mangueira, o fogo começou, como resultado da electricidade estática.
3- A maioria dos acidentados usava sapatos com sola de borracha e roupa de fibras sintéticas.
4- Nunca utilize o Celular quando se abastece combustível.
5- Como sabemos é o vapor que sai da gasolina que arde e causa o fogo, quando entra em contacto com cargas eléctricas estáticas.
6- Em 29% dos casos analisados, as pessoas entraram novamente nos seus veículos e logo de seguida tocaram nas pistolas das mangueiras durante o reabastecimento de gasolina. Isto ocorreu em carros de variadas marcas e modelos.
7- 17 incêndios ocorreram antes, durante ou imediatamente após a retirada do tampão do depósito do carro e antes que começasse o reabastecimento de gasolina.
8- A electricidade estática produz-se quando um passageiro fricciona as suas roupas contra o tecido dos assentos, ao entrar ou sair do veículo. Para evitá-lo, é recomendável que NINGUÉM entre ou saia do veículo enquanto se está a realizar o reabastecimento. Somente devem fazê-lo ANTES de começar, ou quando o reabastecimento já terminou e foi colocado o tampão do depósito.
9- REDOBRE AS PRECAUÇÕES se a gasolina se derramou ou salpicou o pavimento junto à bomba. Imediatamente se geram vapores altamente inflamáveis, que podem incendiar-se devido a chispas de electricidade estática, por ligação de equipamentos electrónicos (Celulares, comandos à distância, etc.) ou pela activação da chave de ignição do veículo. ANTES de pôr novamente em marcha o motor, a gasolina derramada deve ser recolhida ou neutralizada pelo pessoal da estação de serviço.
AO ABASTECER DE GASOLINA.
NO SEU VEÍCULO: Trave-o com o Freio de Mão, desligue o motor, o rádio e as luzes.
NUNCA: Nunca regresse ao seu veículo enquanto está a reabastecer de combustível.
POR PRECAUÇÃO: Acostume-se a fechar a porta do carro ao sair ou ao entrar. Assim se descarregará da electricidade estática ao tocar algo metálico.
Depois de sair do carro e logo que fechar a porta TOQUE A PARTE METÁLICA DA CARROÇARIA, antes de tocar na pistola de combustível. Deste modo a electricidade estática do seu corpo descarregar-se-á para o metal do carro e não para a pistola da mangueira.
Pede-se por favor que enviem esta informação a TODOS os seus amigos e familiares, especialmente àqueles que transportam crianças nos seus carros enquanto reabastecem de combustível. Obrigado por passar esta informação.
Shell é Segurança
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.