Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Escola: “Consciência crítica”, o refúgio dos canalhas e Por uma escola sem partido

REINALDO AZEVEDO
Quarta-feira, Novembro 19, 2008

Segue o comentário de um professor. Volto depois:

Reinaldo, sou professor de História numa escola pública. No início do ano tive um atrito com a professora de Geografia/Sociologia da escola. Ela veio tirar satisfações porque eu estaria colocando alunos contra suas aulas ao fazer uma abordagem diferente das que ela fazia sobre determinado tema.

Extremamente indignada, dizia que eu devia tomar cuidado para não influenciar a "cabeça" dos alunos e que isso era muito sério. E veio com todo esse trololó de consciência crítica e blablablá... E, mais grave, fazia-se de vítima, pois apenas estava conscientizando os alunos contra a "sociedade de consumo e contra os EUA".

Motivo da confusão? Tive a infelicidade de defender a ação norte-americana na Bósnia, criticar o nacionalismo sérvio e o Milosevic. Um pecado, segundo ela, pois os americanos só foram lá para levar a sociedade de consumo, o que tornaria toda a região vítima do imperialismo.

Resumindo, em sua ótica autoritária, eu deveria seguir o péssimo livro didático que a escola adota e não discordar das "verdades inquestionáveis" que ele nos revela.

Se discordo, estou fazendo a "cabeça dos alunos".
Acredita?
E eles? Estão fazendo o que?
Edson Paiva

Comento
Acredito, sim, Edson. A “consciência crítica” é o refúgio e a desculpa da canalha para fazer proselitismo ideológico.


***

POR UMA ESCOLA SEM PARTIDO


Sim, VEJA voltará a fazer reportagens sobre a manipulação ideológica nas escolas, especialmente no ensino de história e geografia. E que se note: chegou a hora de trazer os pais para esse debate. A responsabilidade maior pela educação dos filhos, afinal, é deles. Essa é, sem dúvida, a conta mais pesada. E, é óbvio, eles pagam caro pela escola, seja a particular, seja a pública — sustentada pelos impostos. Um professor que renuncia aos fatos para fazer proselitismo ideológico comete uma variante do assédio moral. A questão não diz respeito apenas ao colégio A, B ou C — e isso não isenta o A, o B ou C. A dimensão é verdadeiramente (an)alfabética.

O tema é caro à revista, como sabem. Há três meses, VEJA dedicou-lhe uma capa. Assim começa a reportagem de Monica Weinberg e Camila Pereira, com a ilustração que se vê acima:

Tema para reflexão: vale a pena usar chocadeiras artificiais para acelerar a produção de frango? Deu-se com isso o início de uma das aulas de geografia no Colégio Ateneu Salesiano Dom Bosco, de Goiânia, escola particular que aparece entre as melhores do país em rankings oficiais. Da platéia, formada por alunos às vésperas do vestibular, alguém diz: "Com as chocadeiras, o homem altera o ritmo da vida pelo lucro". O professor Márcio Santos vibra. "Você disse tudo! O homem se perdeu na necessidade de fazer negócio, ter lucro, exportar." E põe-se a cantar freneticamente Homem Primata / Capitalismo Selvagem / Ôôô (dos Titãs), no que é acompanhado por um enérgico coro de estudantes. Cena muito parecida teve lugar em uma classe do Colégio Anchieta, de Porto Alegre, outro que figura entre os melhores do país. Lá, a aula de história era animada por um jogral. No comando, o professor Paulo Fiovaranti. Ele pergunta: "Quem provoca o desemprego dos trabalhadores, gurizada?". Respondem os alunos: "A máquina". Indaga, mais uma vez, o professor: "Quem são os donos das máquinas?" E os estudantes: "Os empresários!". É a deixa para Fiovaranti encerrar com a lição de casa: "Então, quem tem pai empresário aqui deve questionar se ele está fazendo isso". Fim de aula.

Se você clicar aqui, terá acesso a uma grotesca seleção de bobagens, todas elas ideologicamente orientadas, publicada pela revista. E vai notar que a estupidez é democrática: não poupa escola ou editora. A íntegra do texto que cito acima está aqui, com links abertos para reportagens e quadros.

Fred Martins, leitor deste blog, professor, comenta: “Sou professor de sociologia, filosofia, história e geografia. Existe mesmo essa imposição ideológica nas escolas, sobretudo nas particulares, Reinaldo, por incrível que pareça. Se você tenta ensinar que a Igreja teve um papel decisivo durante a Idade Média para manter a civilização ocidental, pode receber a acusação de estar sendo ‘muito doutrinador’ (...). Se eu ensino que Karl Marx é apenas uma opinião dentre tantas outras da sociologia e que [Max] Weber explica muito mais satisfatoriamente o capitalismo e suas contradições do ponto de vista dos fatos, corro o risco de ser demitido por estar contrariando ‘os grandes estudiosos do tema’.”

Não, Fred, não há nada de “incrível” no fato de que a tentativa de doutrinação é ainda maior das escolas particulares. A militância marxista — e, evidentemente, petista — do magistério foi em busca de alguns confortos oferecidos pelo nefasto capitalismo com o qual ela ambiciona acabar. E decidiu aparelhar a escola particular, também os cursinhos, para “dizer umas verdades” para os “filhos da burguesia” que ela tanto despreza. Essa gente chama esse proselitismo vagabundo e ignorante de “educação crítica”.

Ali Kamel, em O Globo, escreveu artigos essenciais sobre a manipulação ideológica dos livros didáticos. Neste blog, essa é uma preocupação permanente. Ao fim deste texto, vocês encontrarão uma série de links sobre o tema — apontando, também, as distorções hoje presentes nas provas oficiais. VEJA, reitero, certamente voltará à questão. Afinal, não custa lembrar que a prática contribui para fazer da escola brasileira uma das piores do mundo — e as particulares não escapam desse desempenho pífio. Que os pais sejam chamados ao debate, como fazem aqueles que hoje colaboram com o site Escola Sem Partido.

Leia ainda neste blog:

PS: Não enviem comentários para esses posts antigos. Acreditem: ninguém os lerá. Quem quiser escrever a respeito deve fazê-lo neste post.

O molusco e Sua Santidade

Quando o Papa João Paulo II veio ao Brasil pela primeira vez, nós estávamos em transição do regime militar para a democracia. O presidente era João Batista de Oliveira Figueiredo.

O Papa perguntou ao Presidente o motivo de ter tantos ministros, ao que obteve como resposta:
 - Santidade, Jesus não tinha 12 apóstolos? Eu tenho 12 ministros.

Em 2007, quando o *Papa Bento XVI* chegar ao Brasil e perguntar ao

Lula para que 34 ministros?

O molusco, certamente, responderá:

- Veza bem, companhero santidade... Ali Babá num tinha 40 ladrões? Tô quase chegando lá...

QUEM É PEDRO TOBIAS

Por e-mail (sic)


Terça-feira, 11 de Novembro de 2008


QUEM É PEDRO TOBIAS


É o Deputado PSDBista que disse preferir o PCC à Polícia Civil e que a greve reduz a corrupção.



Em nome da honra dos que já se foram e cuja memória resume-se ao nome lançado no mármore frio da Galeria dos Heróis exposta na Academia de Polícia é que não devemos silenciar diante de tamanha afronta. 


Não há que se pensar em medidas judiciais contra o parlamentar em razão de sua imunidade que decorre das Constituições Federal e Estadual.


Mas pelo dever de decoro parlamentar ele é sim obrigado a zelar e, não o fazendo, sujeita-se a sanções próprias por seu estatuto especial.


A Resolução nº 766, de 16 de dezembro de 1994, que institui o Código de Ética e Decoro Parlamentar, prevê, em seu artigo 2º, como deveres fundamentais do Deputado:


I - Promover a defesa dos interesses populares, do Estado e do País.


II - Zelar pelo aprimoramento da ordem constitucional e legal do Estado e do País, particularmente das instituições democráticas e representativas, bem como pelas prerrogativas do Poder Legislativo.


III - Exercer o mandato com dignidade e com respeito à coisa pública e à vontade popular.


O artigo 7º , a seu turno, prevê, como medidas disciplinares, advertência, censura, perda temporária do exercício do mandato e perda do mandato.


A censura será escrita, segundo o artigo 9º, § 2º , será imposta pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e homologada pela Mesa, se outra cominação mais grave não couber, ao Deputado que:


a) usar, em discurso ou proposição, de expressões atentatórias ao decoro parlamentar, assim entendidas, dentre outras, as que constituem ofensa à honra;

b) praticar ofensas físicas ou morais a qualquer pessoa, no edifício da Assembléia Legislativa, ou desacatar, por atos ou palavras, outro parlamentar, a Mesa ou Comissão, ou os respectivos Presidentes; 


Pela dicção do artigo 17, qualquer Parlamentar poderá apresentar, perante o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, denúncia relativa ao descumprimento, por Deputado, dos preceitos contidos no Regimento Interno no Código de Ética e Decoro Parlamentar.


Está disponível no site da Assembléia Legislativa a contabilidade dos gastos mensais do Deputado que, segundo tais dados, além de seu salário, recebe, todo mês, entre R$10.000,00 a R$15.000,00 para despesas de combustível, hospedagem, celular e até “consultoria”… 


Só com combustíveis ele diz ter gastado cerca de R$3.000,00 por mês. 


Isso resulta, em aproxidamente 1.200 litros de gasolina mensais que, calculando, significam, no mínimo, 12.000 Km percorridos a cada 30 dias, isto é, 400 km por dia!!!! 


Se alguém é inútil e não faz qualquer falta à população é ele e não a Polícia Civil.


Em quase 10 anos como Deputado, ele apresentou apenas 48 projetos de lei, sendo que, destes, 37 eram para dar nome a ruas!!!!!!!


Nós podemos provar nosso trabalho com os números de ocorrências registradas, prisões efetuadas, casos esclarecidos, inquéritos policiais instaurados e relatados, cédulas de identidade expedidas, pessoas desaparecidas que foram reencontradas, motoristas habilitados,  veículos registrados e licenciados etc etc etc… 


E ele?????


As informações estão disponíveis no site da própria Assembléia  www.al.sp.gov.br 


Vejam os quadros:

PEDRO TOBIAS

Setembro/2008 Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
1558,68

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3060,00

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
347,80

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
360,75

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
1500,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
794,10

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2024,62

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
521,41

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
56,25

TOTAL DO MÊS
10.223,61

Agosto/2008 Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
2815,69

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3115,00

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
447,60

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
14,00

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
468,33

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
1500,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
73,15

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2363,87

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
691,52

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
0,65

TOTAL DO MES
11.489,81


Julho/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
2642,27

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3110,00

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
28,90

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
5,80

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
860,42

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
74,65

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
3126,62

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
270,29

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
31,00

TOTAL DO MES
10149,95

Junho/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
3515,67

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3024,50

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
98,90

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
228,00

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
933,07

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
3000,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
82,65

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2800,66

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
826,69

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
62,40

TOTAL DO MES
14.572,54

Maio/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
3320,33

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3020,00

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
68,60

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
11,10

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
409,92

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
3245,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
473,65

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2944,44

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
1727,73

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
7,00

TOTAL DO MES
15.227,77

Abril/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
3766,23

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3000,00

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
67,90

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
25,90

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
1095,24

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
3000,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
583,05

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2393,94

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
773,11

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
64,25

TOTAL DO MES
14.769,62

Março/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
3378,81

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3000,00

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
40,80

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
6,40

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
802,08

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
3065,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
377,50

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2193,74

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
1142,36

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
185,10

TOTAL DO MES
14.191,79

Fevereiro/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
3500,83

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
3100,92

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
58,80

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
6,30

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
745,19

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
3000,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
520,65

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2389,39

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
659,95

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
35,00

TOTAL DO MES
14.017,03

Janeiro/2008

Data da atualização: 3/11/2008

Natureza da Despesa
Valor utilizado

A - COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES
2830,41

B - LOCAÇÃO E MANUT DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS, CONDOMÍNIOS E OUTROS
4100,92

C - MATERIAIS E SERVIÇOS DE MANUT E CONSERV DE VEÍCULOS ; PEDÁGIOS
69,60

D - MATERIAIS E SERVIÇOS GRÁFICOS, DE CÓPIAS E REPRODUÇÃO DE DOCS
12,90

E - MATERIAIS DE ESCRITÓRIO E OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
725,84

F - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS (CONSULTORIA, PESQUISAS ETC)
3685,00

G - ASSINATURAS DE PERIÓDICOS, PUBLICAÇÕES, INTERNET E OUTROS
73,15

H - SERV.UTIL.PÚBLICA (TELEF.MÓVEL/
FIXA, ENERGIA, ÁGUA, GÁS ETC)
2495,65

I - HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E DESPESAS DE LOCOMOÇÃO
628,77

J - SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO (EXPEDIÇÃO DE CARTAS E TELEGRAMAS)
35,30

TOTAL DO MES
14.657,54

PROJETOS DE LEI APRESENTADOS PELO DEPUTADO PEDRO TOBIAS DESDE 1999

Resultado da Pesquisa (48 Normas)

Lei 13184, de 22/08/2008
Dá denominação de -Idarilho Gonçalves Nascimento- ao viaduto localizado no km 309,150 da Rodovia Eng. João Baptista Cabral Rennó - SP 225, no Município de Santa Cruz do Rio Pardo.
Lei 13173, de 23/07/2008
Dá denominação de -Manoel Alves de Lima- ao dispositivo de acesso e retorno localizado no km 359,535 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros - SP 294, no Município de Piratininga.
Lei 13168, de 23/07/2008
Dá denominação de -Manoel Domingues- ao dispositivo de acesso localizado no km 380,540 da Rodovia SP 294, no Município de Duartina.
Lei 13115, de 27/06/2008
Dá denominação de -Abilio Dal Ben- ao viaduto localizado no km 297,912 da Rodovia SP 300, no Município de Lençóis Paulista.
Lei 13107, de 27/06/2008
Declara de utilidade pública a Legião Mirim de Agudos - L.M.A., com sede em Agudos.
Lei 13102, de 27/06/2008
Dá denominação de -Maximiano Gonçalves dos Santos Filho- ao dispositivo de acesso a Estrada Municipal localizado no km 223 da SP 225, no Município de Pederneiras.
Lei 13077, de 12/06/2008
Dá denominação de -Antonio da Conceição Videira- ao dispositivo de acesso localizado no km 341,730 da Rodovia Deputado Leonidas Pacheco Ferreira - SP 304, no Município de Itaju.
Lei 13056, de 06/06/2008
É declarada de utilidade pública a Associação de Pais, Amigos e Educadores de Autistas de Jaú - APAEA, com sede em Jaú.
Lei 13053, de 06/06/2008
É declarada de utilidade pública a Legião Mirim de Pederneiras, com sede em Pederneiras.
Lei 13003, de 15/05/2008
Dá denominação de -Investigador Aguinaldo Pinheiro Antunes- à Delegacia de Polícia de Itaju.
Lei 12996, de 15/05/2008
Dá denominação de -Frederico Paulo Weiser- ao viaduto localizado no km 357,012 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros - SP 294, no Município de Bauru.
Lei 12918, de 23/04/2008
O artigo 1° da Lei n° 10.491, de 29 de dezembro de 1999, passa a vigorar com a seguinte redação:-Artigo 1° - Passa a denominar-se -Prefeito Michel Neme- a ponte sobre o Rio Tietê - no trecho de Jaú,Pederneiras e Bauru - …
Lei 12862, de 26/03/2008
Dá denominação de -João Baptista Mazeto- ao dispositivo de acesso e retorno localizado no km 210,700 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros - SP 225, no Município de Pederneiras.
Lei 12858, de 26/03/2008
Dá denominação de -Antonio Falcão- ao viaduto que é parte integrante do trevo de retorno localizado no km 216,260 da Rodovia SP 225, no Município de Pederneiras.
Lei 12845, de 26/03/2008
Dá denominação de -José Svizero- ao viaduto localizado no km 217,650 da Rodovia Engenheiro Paulo Nilo Romano - SP 225, no Município de Pederneiras.
Lei 12767, de 21/11/2007
Dá denominação de -Edson Carlos Pfeifer- ao trevo de retorno localizado no km 404 da Rodovia Marechal Rondon - SP 300, no Município de Pirajuí.
Lei 12558, de 30/03/2007
Dá denominação de Dr. João Eduardo Franco Perlati ao Centro de Ressocializaçã
o de Jaú.
Lei 12452, de 22/12/2006
É declarado de utilidade pública o Instituto Bauru de Saúde - IBS, com sede em Bauru.
Lei 12360, de 24/04/2006
Dá denominação de Willibaldo Fernandes Gil ao viaduto localizado no km 201 da Rodovia SP 225, no Município de Pederneiras.
Lei 12318, de 12/04/2006
Dá denominação de Angelo Franciscato ao dispositivo de entroncamento localizado no km 353,850 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros - SP 294,
em Bauru
Lei
12226, de 11/01/2006
Institui a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo.
Lei 12174, de 20/12/2005
Dá denominação de Dr. Diltor Vladimir Araujo Opromolla ao Hospital de Base da 7ª Região Administrativa, em Bauru.
Lei 12119, de 11/10/2005
Dá denominação de -Dr. Osmar Francisco da Conceição- à Escola Estadual Jardim Europa, em Macatuba.
Lei 12082, de 04/10/2005
Dá denominação de Profª Sueli Aparecida Sé Rosa à EE Conjunto Habitacional Bauru I, em Bauru.
Lei 12060, de 26/09/2005
Dispõe sobre a substituição por ações de saúde mental do procedimento de internação hospitalar psiquiátrica no Sistema Único de Saúde do Estado. Lei 11836, de 17/01/2005
Declara de utilidade pública a Associação dos Idosos de Lins - ASDIL, com sede em Lins.
Lei 11789, de 09/09/2004
Dá denominação de -Engenheiro Marcello de Oliveira Borges- à Rodovia SP-346, que liga o Município de Espírito Santo do Pinhal à divisa de Minas Gerais. Lei 11724, de 25/05/2004
Declara de utilidade pública a Sociedade Creche Berçário -Rodrigues de Abreu-, com sede em Bauru.
Lei 11586, de 02/12/2003
Dá denominação de Dr. Ulysses Belluzzo à praça rotatória situada no km 332 da Rodovia SP 304, no Município de Bariri.
Lei 11583, de 02/12/2003
Dá denominação de José Ferreira Quental ao trevo localizado no km 329 da Rodovia Deputado Amauri Barroso de Souza - SP 304, no Município de Bariri
Lei 11414, de 08/07/2003
Declara de utilidade pública a Irmandade Beneficente São José, com sede em Gália.
Lei 11358, de 17/03/2003
Dá denominação de -Calil Assad Bucalem- ao viaduto localizado no km 428,983 da Rodovia Raposo Tavares - SP 270, que dá acesso à Rodovia Francisco Gabriel da Motta - SP 266, no Município de Cândido Mota.
Lei 11291, de 16/12/2002
Dá denominação de -Plínio Favaretto- à 173ª Circunscrição Regional de Trânsito - CIRETRAN,
em Cândido Mota.
Le
i 11290, de 16/12/2002
Dá denominação de -Cabo PM Edvaldo Rubens de Carvalho- ao viaduto localizado no km 345 da Rodovia Marechal Rondon - SP 300, no Município de Bauru. Lei 11230, de 30/07/2002
Declara de utilidade pública a Associação de Pais para Integração Escolar da Criança Especial - APIECE, com sede em Bauru.
Lei 11185, de 28/06/2002
Dá denominação de -Dr. Arnaldo Prado Curvêllo- ao Hospital Regional de Bauru. Lei 11168, de 28/06/2002
Dá denominação de -Hafiz Abi Chedid- ao Conjunto Habitacional de Tuiuti. Lei 11149, de 13/05/2002
Dá denominação de -Padre Antonio Jorge Lima- à Escola Estadual Bauru 2000, em Bauru.
Lei 11065, de 18/03/2002
Dá denominação de -Dr. Luiz Gonzaga Beluzo- ao Posto Fiscal de Bariri. Lei 10922, de 11/10/2001
Estabelece a obrigatoriedade de afixação, pelas farmácias e drogarias do Estado de São Paulo, de lista com relação dos medicamentos genéricos.
Lei 10799, de 09/05/2001
Dá denominação de -Jacob Sampaio Junior- à praça rotatória localizada no km 0,9 da Rodovia Vereador Manoel Alves Lopes, que dá acesso ao Distrito Industrial I, no Município de Ibitinga.
Lei 10773, de 01/03/2001
Declara Área de Proteção Ambiental a Bacia Hidrográfica do Rio Batalha. Lei 10646, de 19/09/2000
Dá denominação de Hakuo Yassunaga ao viaduto localizado no km 457 da Rodovia SP-300, em Promissão.
Lei 10614, de 19/06/2000
Dá denominação de -Doutor Roberto Carlos Ilhesca- à Delegacia de Polícia de Piratininga.
Lei 10589, de 09/06/2000
Declara de utilidade pública a -Creche Berçário São Judas Tadeu e São Dimas-, com sede em Bauru.
Lei 10586, de 09/06/2000
Declara de utilidade pública a -Casa da Esperança-, com sede
em Bauru. Lei 10442, de 20/12/1999
Altera a Lei nº 9.361, de 05 de julho de 1996, que criou o Programa Estadual de Desestatização.
Lei 10407, de 05/11/1999
Dá denominação de -Prof. João Simões Netto- à EEPG(A) Parque Santa Terezinha, em Bauru.

Pedro Tobias

Partido:
PSDB


Área de atuação:
Saúde

Base Eleitoral:
Bauru e região

Telefone:
14. 3886-6739/6761

Fax:
14. 3884-2997

Sala:
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e-mail:
ptobias@al.sp.gov.br

Aniversário:
14/03

Pedro Tobias nasceu no Líbano, formou-se em medicina na França e concluiu seu mestrado na Unesp.


Cumpriu dois mandatos de vereador em Bauru, cidade a que chegou em 1979.


Em 1998, foi eleito deputado estadual pela primeira vez, com cerca de 44 mil votos.


Em 2002, reelegeu-se com quase 124 mil.


Foi reeleito para a 16ª legislatura, com início em 15 de março de 2007.


COLABORAÇÃO: Policiais Civis


Flávio Lapa Claro



A CORTESIA NÃO COMPROMETE A VALENTIA!


Ele foi eleito e a área dele é saúde!


Que ele desse nome para os hospitais então, não para ruas, viadutos, pontes, rotatórias e avenidas.


O problema é que o brasileiro não sabe usar a democracia a seu favor, vejam o que aconteceu nos EUA. Elegeram o Obama, todos foram e quiseram mudar a história. (Cavaleiro  do Templo: com certeza os EEUU vão mudar, eu não tenho dúvida disto. Nunca mais serão o mesmo país depois do esqurdopata BARACK HUSSEIN OBAMA) 

O povo é imediatista, só vê seus interesses próprios, não pensa no bem comum, no bom andamento da sociedade.

Agora falo ... teremos eleições em 2010 ... cabe a nós fazermos algo para mudar a história!

Só no Brasil mesmo, um legislador que deveria cuidar dos interesses de um estado, de uma nação, fica somente dando nomes a ruas e avenidas e é só isso que ele fez até agora e continuará fazendo!

GRANDE LEGISLADOR, O POVO TEM AQUILO QUE MERECE!

Doença moral hedionda

MOVIMENTO ENDIREITAR
Seg, 17 de Novembro de 2008 14:48 Olavo de Carvalho

Há uma década e meia a Heritage Foundation de Washington e o Wall Street Journal publicam anualmente o Index of Economic Freedom, volumoso estudo comparativo dos controles estatizantes e da liberdade de mercado nas várias nações. Os critérios diferenciais abrangem a propriedade governamental dos meios de produção, a participação acionária do Estado nas empresas de economia mista, a incidência de impostos sobre a iniciativa privada e a dose maior ou menor de legislações restritivas.


É, de longe, a publicação econômica mais importante do mundo, a única que permite, numa visão abrangente, avaliar sem muita dificuldade os méritos respectivos do capitalismo e do socialismo, não segundo os argumentos concebidos para justificá-los, mas segundo o seu desempenho real no esforço para dar uma vida melhor ao conjunto da população dos países ao seu alcance.


Leia também:

 


Ano após ano, a realidade desse desempenho é ali mostrada com uma profusão de dados e com uma integridade metodológica que nenhum estudioso da área ousou jamais contestar. Essa realidade pode ser formulada em termos simples e inequívocos: quanto maior a dose de controle estatal, mais miséria, mais opressão, mais sofrimento; quanto maior o índice de liberdade econômica, mais prosperidade, mais respeito aos direitos humanos, mais oportunidades para uma vida digna oferecidas a faixas mais extensas da população.


Qualquer esquerdista intelectualmente capacitado a ler uma publicação desse tipo tem, diante dela, no mínimo a obrigação de ficar em dúvida quanto à superioridade moral excelsa que a propaganda política atribui ao socialismo e de moderar um pouco aquele tom de certeza absoluta e inquestionável com que sempre atribui ao adversário, pelo simples fato de ser pró-capitalista, as piores e mais baixas intenções.


Cavaleiro do Templo: tenho certeza que o professor Olavo foi excessivamente bondoso ao imaginar que exista tal criatura, tal tipo de esquerdista. Só o fato de pensar sobre o assunto já torna impossível que tal mente seja esquerdista, que tenha sequer simpatia pela promiscuidade sociopática.


Na mais modesta das hipóteses, uma consciência moral tão elevada quanto aquela que se arrogam os esquerdistas deveria ter ao menos um pouquinho de senso da verdade, ao menos um pouquinho da humildade necessária para admitir os fatos e tirar alguma conseqüência deles.


Mas isso está infinitamente acima do que se pode esperar dessas criaturas. Quanto mais deploráveis os resultados econômicos do socialismo, quanto maior a dose de crimes e violências necessários para produzi-los, tanto mais enfática a alegação de superioridade, tanto mais inabalável o sentimento de possuir o monopólio da bondade humana, tanto mais virulento o discurso esquerdista contra o capitalismo e seus defensores. Quanto mais extensas as provas do seu erro, tanto mais arraigada e intolerante a sua certeza, tanto menor a sua disposição de conceder ao adversário o benefício da dúvida ou até mesmo o direito à palavra, que com a maior desenvoltura lhe cassam ao mesmo tempo que, numa apoteose de cinismo, o rotulam de dogmático e intolerante.


Observar esse contraste, repetidamente, ao longo dos anos, é ser arrastado a uma conclusão que a alma rejeita, mas que a consciência impõe inexoravelmente: o socialismo não é uma opinião política como qualquer outra, é uma doença do espírito, uma deformidade moral hedionda, pertinaz e dificilmente curável.


A observação pessoal é confirmada por estudos consistentes como “La Fausse Conscience”, Joseph Gabel, “Intellectuals”, de Paul Johnson, “Modernity Without Restraint”, de Eric Voegelin, “Fire in the Minds of Men”, de James Billington e outros tantos inumeráveis.


Não há nada de estranho em que o mesmo diagnóstico se aplique ipsis litteris ao nazifascismo, já que este não passa de uma variante interna do socialismo -- obviedade histórica que na época dos fatos era universalmente conhecida e que só a propaganda maciça pode ter apagado da memória pública ao menos em alguns países.


Nem é de espantar que, observados de perto, na escala de suas atitudes pessoais, os mais destacados expoentes da ideologia socialista se revelem invariavelmente personalidades cruéis, sem moral, sem amor ao próximo, sem o mínimo de sentimentos humanos nem mesmo por seus familiares e amigos. Estudem as biografias de Karl Marx, de Lênin, de Stalin, de Mao-Tsé-Tung, de Pol-Pot, de Fidel Castro – sobretudo os depoimentos do médico pessoal de Mao e os das filhas de Stalin e Castro -- e vejam se há algum exagero em chamar esses indivíduos de monstros, ou de perversos os que os admiram.


Quem quer que, conhecendo esses fatos, ainda julgue que o oceano de crueldade e sofrimento produzido por esses personagens e pelos movimentos que lideraram é preferível aos “males do capitalismo”, decididamente não tem senso de proporções, não tem maturidade intelectual ou humana bastante para ser admitido como interlocutor respeitável num debate de idéias.


Desgraçadamente, é justamente esse o tipo de indivíduo que hoje dá o tom das discussões nacionais e se arroga, com sucesso, o papel de medida-padrão das virtudes humanas, à luz da qual devem ser julgados todos os atos, seres e situações. A covardia e o despreparo gerais da classe dominante no Brasil fizeram dela a cúmplice ao menos passiva da ascensão desses celerados ao primeiro escalão da hierarquia social, de onde hoje é quase impossível removê-los.


Fonte: www.olavodecarvalho.org

Trecho do Livro: Deu no New York Times | Larry Rohter



Livros Deu no New York Times Larry Rohter BooksLivro: Deu no New York Times


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Lula e eu


“Fiquei puto porque, como pode um cidadão que nunca conversou comigo, que nunca tomou um copo de cerveja comigo, que nunca tomou um copo d’água comigo, fazer uma matéria de que eu bebia? Isso me deixou muito puto.” Assim falou Luiz Inácio Lula da Silva numa entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em 2007, referindo-se à reportagem mais polêmica que eu escrevi em todos os meus anos como correspondente no Brasil.


O desabafo do presidente parece ser sincero, e contém várias frases de efeito. Só que, como muito do que Lula disse sobre tantas coisas ao longo dos anos, ele simplesmente não é correto.


O meu relacionamento com Lula, embora esporádico, data dos anos 70, quando ele estava surgindo como líder sindical e eu, um correspondente recém-chegado ao Brasil, o acompanhei e o observei. Já conversei bastante com ele, ouvindo declarações astutas e também bobagens, todas devidamente anotadas no meu bloquinho. Já tomei água, refrigerante e até uma cachacinha com ele. Então, fico perplexo quando ouço o presidente alegar que nunca teve nenhum contato comigo. A verdade é comprovadamente outra, como as matérias neste capítulo vão mostrar.


A primeira vez que encontrei Lula foi em maio de 1978, durante a primeira greve no ABCD paulista, que fez dele um líder nacional. Na época, eu era correspondente do The Washington Post e da revista Newsweek, e minhas primeiras impressões, baseadas nas entrevistas que ele dava a nós da imprensa, foram positivas, e nosso relacionamento inicial foi cordial. Na época, como agora, Lula chamou minha atenção como um líder astuto e sagaz, com bons instintos políticos. Sim, a linguagem dele às vezes derivava para a fanfarronice e o exagero, e ele tinha um jeito meio rude. Mas isso parecia ser exatamente o que a situação exigia naquele momento: um líder trabalhador franco e duro que pudesse enfrentar o general Ernesto Geisel e o general Golbery do Couto e Silva, que governavam o país na época, e mobilizar suas tropas contra as deles.


Naquele momento, o Brasil estava começando sua transição de volta à democracia, e a classe trabalhadora precisava de um escoadouro tanto para suas demandas salariais como para as frustrações que haviam crescido durante anos de exploração. Lula logo passou a personificar essas aspirações. É claro que ninguém na época poderia tê-lo imaginado como presidente de uma nação de 180 milhões de pessoas, ou que algumas das mesmas qualidades que faziam dele um líder trabalhador tão eficaz pudessem acabar sendo não tão desejáveis em um chefe de Estado. Depois de anos de pelegos dominando o movimento dos trabalhadores no Brasil, parecia um milagre que estivesse surgindo um autêntico “herói da classe operária”, para tomar emprestada uma frase de John Lennon que foi usada como título de minha primeira reportagem sobre Lula.


Eu era pessoalmente simpático a muitas das aspirações que Lula expressava em nome da classe trabalhadora industrial. Tendo sido criado em Chicago, fui trabalhar em fábricas assim que fiz 16 anos, a idade mínima com que as pessoas são autorizadas a trabalhar nos Estados Unidos. Trabalhei primeiro na linha de produção de uma fábrica de lâmpadas, ganhando o salário mínimo, e depois, como estudante universitário, consegui emprego em uma fábrica de espelhos, fazendo um trabalho que envolvia o manuseio de produtos químicos perigosos. Também trabalhei como carteiro, carregador e músico, e pertenci a dois sindicatos. Então, já conhecia algo do mundo do trabalho braçal, e das frustrações e do desejo de dignidade associados a ele. Depois que cheguei ao Brasil, também fui colher café e cortar cana-de-açúcar, apenas para ser capaz de entender melhor a natureza desses trabalhos - o que me levou a concluir que cortar cana deve ser o pior trabalho do mundo.


Quando uma greve geral foi convocada em abril de 1979, fui para o ABC pela revista Newsweek para escrever o que acabou sendo o primeiro perfil de Lula a ser publicado por um dos órgãos importantes da imprensa americana. Durante quase uma semana, acompanhei Lula em discursos, reuniões e discussões estratégicas; também fiz um par de entrevistas pessoalmente com ele, que se refletiram na reportagem da Newsweek reproduzida neste livro. Fiquei sabendo depois que Lula ficou contente com o resultado, e era mesmo para ficar. A exemplo de Lech Walesa, com quem era às vezes comparado naquela época, se quisesse fazer seu trabalho com eficácia, Lula precisava de proteção contra uma prisão arbitrária. Ter seu nome mais conhecido no exterior era uma forma importante de ele obter essa blindagem.


De perto, Lula parecia então ser uma mistura interessante de personalidade ainda em formação com uma capacidade tirada das ruas de sobreviver em ambientes hostis, uma pedra ainda por lapidar, cercado por bandos concorrentes de ideólogos e pragmáticos que manobravam para obter o apoio dele para suas metas conflitantes. Às vezes, a facção marxista-leninista parecia ter enchido a cabeça dele com noções simplistas antiquadas de luta de classes e política mundial. Eu atribuía sua disposição para repetir esses clichês, e sua imagem caricatural da vida nos Estados Unidos, à falta de conhecimento que ele tinha do mundo fora do Brasil, mas presumia que Lula superaria isso à medida que sua experiência e suas viagens se ampliassem.


Na maior parte do tempo, no entanto, Lula era um pragmático consumado, centrado principalmente nas questões básicas mais importantes e disposto a usar (e também descartar) o apoio de qualquer parte se ela servisse a seus propósitos. Na época, como agora, ele também tinha um inegável calor pessoal, que o tornava uma personalidade atraente, em especial para os trabalhadores que se esforçava em organizar e representar. Era um deles e falava sua linguagem, o que era algo novo e saudável para o Brasil.


Também fiquei impressionado na época com as generosas quantidades de álcool que ele consumia. Como tenho por hábito quando estou trabalhando, eu me limitava a tomar Fanta Laranja, e me lembro de Lula me provocar com bom humor por causa disso. “Que que é isso, meu caro? Um jornalista que não gosta de beber?” Enquanto ia de uma reunião a outra, ele bebia o que lhe oferecessem: cachaça, uísque, conhaque para se aquecer em manhãs frias, e mesmo a cerveja da qual ele afirma não gostar. Às vezes seus olhos ficavam injetados e sua fala, enrolada. Era difícil dizer se isso se devia ao álcool, porque ele estava visivelmente fatigado de tensão e falta de sono, e tendia, mesmo quando não tinha bebido, a falar alto e a divagar em público, pulando de um tópico a outro. Mas um líder sindical que bebia muito não me parecia nada estranho: em Chicago, a maioria dos chefes de sindicato em torno dos quais cresci eram irlandeses, e famosos por sua afinidade com bebidas alcoólicas, de qualquer tipo e em qualquer quantidade. Lula parecia pertencer à mesma linhagem.


Embora eu pensasse que Lula era muito capaz como sindicalista, as coisas ficaram mais complicadas quando o PT foi fundado, no começo de 1980. Como político, Lula era solicitado a manifestar posições políticas sobre muitos assuntos dos quais não sabia absolutamente nada, e muitas declarações questionáveis - que, suspeito, ele depois lamentou - terminaram saindo de sua boca, especialmente sobre questões de política internacional.


Deixei o Brasil em 1982, mas durante os anos que passei na China, na América Central, no México e no Caribe continuei a observar Lula a distância, mais por curiosidade pessoal do que por necessidade profissional. Eu estava no Brasil em férias durante a campanha de 1989, e prestei especial atenção a ele na época. A última vez que me lembro de ter falado com ele antes de voltar ao Brasil, em novembro de 1998, foi em El Salvador, em 1996, em uma reunião do Foro de São Paulo, que cobri. Ele e eu estávamos hospedados no mesmo hotel, então eu me reapresentei, ganhando um abraço caloroso e um cumprimento, “Como vai, meu querido?”. Em outras palavras, todos os meus contatos com Lula foram positivos e cordiais até o momento em que comecei a escrever sobre ele como chefe de sucursal do New York Times.


Quando voltei ao Brasil há uma década, inicialmente Lula não parecia ser uma figura central em minha tela de radar. Em 1999, ele já havia concorrido à Presidência três vezes e perdido, e quando eu refiz contato com alguns velhos amigos do PT, eles indicaram que Lula estava em dúvida sobre a sensatez de concorrer pela quarta vez em 2002. Além disso, FHC estava no poder, e o Brasil passava por uma crise financeira que deixou Wall Street e Washington em pânico, portanto, meu foco principal estava nessas histórias.


Quando olhamos para trás, Lula hoje parece quase predestinado a ter ganho a Presidência em 2002. Mas certamente não parecia assim naquela época, e a verdade é que ele se beneficiou de alguns lances de sorte. O primeiro foi a morte prematura, de câncer, de Mário Covas, do PSDB, que tinha uma poderosa base eleitoral como governador de São Paulo e teria sido um oponente formidável. Depois, bem no momento em que Roseana Sarney estava prestes a ultrapassar Lula nas pesquisas de opinião pública no começo de 2002, sua candidatura foi destruída por uma batida da Polícia Federal no escritório do marido dela em São Luís, que encontrou em um cofre pilhas de dinheiro inexplicado. As pesquisas indicavam que o país tinha fome de mudança, e até então Roseana Sarney, apesar de pertencer ao PFL e ser filha de um ex-presidente, parecia estar conseguindo se apresentar como uma “cara nova” e uma alternativa à velha briga de sempre entre tucanos e petistas.


O maior golpe de sorte de Lula, no entanto, foi que o PT conseguiu desviar a atenção do assassinato, em 20 de janeiro de 2002, de Celso Daniel, prefeito de Santo André, que era um dos principais assessores de campanha de Lula e que também se previa que fosse ministro, talvez da Fazenda, em qualquer governo do PT. Se aquela investigação tivesse sido levada a cabo com o mesmo vigor e energia que foram dirigidos contra Roseana Sarney, poderia facilmente ter torpedeado a candidatura do próprio Lula, pelas mesmas razões pelas quais a campanha de Roseana desmoronou. Mas terei muito mais a dizer sobre o caso Celso Daniel em breve.

Risco Daniel: Lula e sua cúpula já temem “exumação” do Caso Santo André e dossiê criado por Dantas

ALERTA TOTAL
Segunda-feira, Novembro 17, 2008

Edição de Segunda-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão


O risco de revelação de novas informações sobre o assassinato do prefeito petista Celso Daniel e a divulgação, súbita, de um dossiê bombástico produzido por aliados do banqueiro Daniel Valente Dantas são duas ameaças que tiram o sono da cúpula petista e do chefão Lula da Silva nos últimos dias. Os serviços particulares de informação que atendem à elite do desgoverno já deram o sinal de alerta sobre instabilidades políticas à vista, no curto prazo.

A ameaça já recebe o nome, na comunidade de informações, de “Risco Daniel”. Seja por causa do fantasma politicamente insepulto do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, torturado e morto barbaramente em um crime até hoje mal esclarecido, ou por causa do sempre ameaçador baú de malvadezas do banqueiro baiano Daniel Valente Dantas – o mesmo que o ministro da Justiça, Tarso Genro, promete punir com a reformatação da Operação Satyagraha, num jogo de cena digno do teatrinho de fantoches do João Minhoca.

Um indício de que existe uma ação desestabilizadora do desgoverno Lula veio de fora para dentro com o lançamento do livro "Deu no New York Times - O Brasil segundo a ótica de um repórter do jornal mais influente do mundo" (Ed. Objetiva, RJ). A obra foi escrita pelo jornalista norte-americano Larry Rohter, que foi oficialmente expulso (depois perdoado) porque escreveu um artigo para o New York Times revelando os hábitos etílicos do atual Presidente da República Sindicalista do Brasil.

Caso Celso Daniel

Escreve Rohter: "Mas nada tinha alarmado e assustado tanto o entorno de Lula do que uma reportagem que escrevi sobre o caso Celso Daniel, em fevereiro de 2004. O maior golpe de sorte de Lula foi que o PT conseguiu desviar a atenção do assassinato, em 20 de janeiro de 2002, de Celso Daniel, prefeito de Santo André. Se aquela investigação tivesse sido levada a cabo com o mesmo vigor e energia que foram dirigidos contra Roseana Sarney, poderia facilmente ter torpedeado a candidatura de Lula".

"Os irmãos de Celso Daniel, Bruno e João Francisco, disseram que, de acordo com o que o irmão tinha contado a eles, os membros mais importantes do PT não apenas sabiam do esquema de corrupção que provocou sua morte, como desempenharam um papel ativo na operação".

A sombra do Poderoso Zé

Em outra passagem do livro, Rohter lembra que o irmão de Celso Daniel compromete o ilustre advogado, blogueiro e consultor empresarial José Dirceu de Oliveira e Silva – que foi ministro-chefe da Casa Civil de Lula, mas que continua mandando nos bastidores mais ainda (embora sempre tente negar).

"Disse Bruno: `Pouco depois do enterro de Celso Daniel, Gilberto Carvalho me contou que tinha feito várias entregas em dinheiro vivo ao partido e que ficou apavorado quando estava transportando mais de 500 mil dólares em uma valise. E entregou o dinheiro diretamente a José Dirceu'".

"Uma pessoa que cumpria um papel importante no PT paulista, em uma longa entrevista, me disse que a atividade ilegal de levantamento de dinheiro em Santo André não era um caso isolado, como afirmavam os líderes do partido, mas era parte de um esquema generalizado para acumular grande soma em caixa 2 para a campanha" (de Lula em 2002).

Levantamento de grana – e não só de copo...

Larry Rohter prossegue em seu livro:

"Tinham sido dadas ordens a todos os prefeitos do PT para levantar dinheiro por todos os meios possíveis, e cada município havia recorrido a um mecanismo um pouco diferente para cumprir sua cota. Em Santo André eram as empresas de ônibus. Em Santos, era o programa da Aids. Em Campinas, onde o prefeito Toninho do PT tinha sido assassinado quatro meses antes de Celso Daniel, era o superfaturamento de obras públicas e de contratos de estacionamento. E em Ribeirão Preto eram os contratos de coleta de lixo".

"Eu sabia que o caso de Santo André era apenas a ponta do iceberg".

Apenas um detalhe: o prefeito de Ribeirão Preto, na época narrada, era Antônio Palocci Filho (atual deputado federal, ex-ministro da Fazenda, e que foi o sucessor de Celso Daniel na gestão financeira da campanha presidencial petista de 2002).

Ficou PT da vida?

"Fiquei puto porque como pode um cidadão que nunca conversou comigo, que nunca tomou um copo de cerveja comigo, que nunca tomou um copo d'água comigo, fazer uma matéria de que eu bebia? Isso me deixou muito puto".

A reclamação foi proferida em uma entrevista nervosa do chefão Lula da Silva à "Folha", em 2007.

Detalhes sobre a obra de Larry Rohter saíram no artigo “Tudo começou em Santo André”, de Sebastião Nery, na Tribuna da Imprensa de sábado.

Outra mentirinha...

Nery frisa que, ao contrário do que Lula reclamou à "Folha", ele conhece bem o Larry Rohter:

"O meu relacionamento com Lula data dos anos 70. Já conversei bastante com ele. Já tomei água, refrigerante e até uma cachacinha com ele. Também fiquei impressionado na época com as generosas quantidades de álcool que ele consumia. Me lembro de Lula me provocar com bom humor: `Que é isso, meu caro, um jornalista que não gosta de beber?' De uma reunião a outra, ele bebia o que lhe ofereciam: cachaça, uísque, conhaque".

"Em setembro de 2003. Brizola, companheiro de chapa de Lula, disse: `Quando eu fui candidato a vice do Lula, ele bebia muito. Eu o alertava que a bebida destilada é perigosa. Ele não me ouviu e, segundo dizem, continua bebendo. A bebida ataca os neurônios e talvez esse seja um dos motivos que o têm levado a perder a percepção das coisas'".

Leia abaixo as Rapidinhas Políticas e as Rapidinhas Econômicas

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Novembro de 2008.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".