Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
17 de setembro de 2006
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
A resistência do mundo árabe é parte da luta antiimperialista
José Reinaldo de Carvalho
As guerras preventivas de Bush, sendo a guerra de Israel no Líbano mais uma delas, mostram quão distante está o mundo dos justos critérios para organizar a ordem internacional
No momento em que redigimos estas notas – 28 dias depois do início dos bombardeios israelenses sobre o Líbano – o Conselho de Segurança da ONU ainda não deliberou sobre um documento capaz de produzir o único, razoável e aceitável efeito esperado de algo que seja digno de ostentar o título de resolução desse organismo ao qual a comunidade internacional atribui a responsabilidade de atuar como guardião da paz e promotor da harmonia entre as nações. A única resolução aceitável, no caso do Líbano, para efeito de promover a paz é a cessação dos bombardeios e de quaisquer operações militares israelenses em território libanês, ou o que se convencionou chamar de cessar-fogo imediato.
É sempre positivo que países influentes no concerto internacional e detentores do poder de veto no Conselho de Segurança tomem a iniciativa e impeçam que os Estados Unidos decidam sozinhos sobre o curso dos acontecimentos. Igualmente importante, contudo, é não permitir que os organismos internacionais e a ONU, a fortiori, sejam instrumentalizados e obrigados a deliberar mediante uma pressão chantagista. Israel e os Estados Unidos condicionam o cessar-fogo à manutenção de sua presença como força de ocupação no Líbano e à liquidação física e logística do Hezbolá (do árabe Hizb Allah – Partido de Deus). É digno de asco o cinismo com que as autoridades da diplomacia norte-americana entravam as negociações, impedindo a rápida decisão sobre o cessar-fogo, para permitir o tempo necessário a Israel a fim de completar seu desígnio pelo holocausto da população libanesa. Somente então, cumpridas as condições impostas por Israel e os Estados Unidos, o “processo de paz” ingressaria numa nova etapa, através do envio de uma “força multinacional”, sobre cuja composição, e patrocínio, há muitas controvérsias.
Enquanto isso, a aviação israelense continua a bombardear intensamente o Líbano, a capital Beirute e seus arredores. Em quatro semanas de uma guerra desigual, os facínoras israelenses já provocaram um holocausto. O Líbano encontra-se em chamas e sob destroços – mais de mil mortos, população civil massacrada, infra-estrutura destruída, êxodo de cerca de 1 milhão de pessoas e prejuízos da ordem de 2 bilhões de dólares à economia do país. (O massacre de Cana, em 30 de julho, ficará para sempre na história como uma ata de acusação ao sionismo como sucedâneo do fascismo, como crime de lesa-humanidade pelo qual inapelavelmente um dia, ainda que tardio, terão de pagar, como ato de justiça em nome da dignidade do gênero humano, da razão e da excelência dos valores democráticos.)
Uma avaliação realista nos leva a duvidar da eficácia e da justiça dos entendimentos realizados entre os Estados Unidos e a França em 5 de agosto, base para uma eventual resolução do Conselho de Segurança sobre o “fim do conflito”. Na verdade, da maneira que as coisas estão sendo conduzidas, e dada a intransigência dos Estados Unidos e Israel em impor cláusulas que assegurem seus interesses expansionistas, somos levados a crer exatamente no oposto. Ao não enfrentar, sequer perfunctoriamente, as verdadeiras motivações que levaram Israel a atacar o Líbano em 12 de julho, corre-se o risco de confundir agressor e vítima, dar ainda mais força a Israel e atuar no sentido de agravar os fatores de crise e de guerra, não apenas no Líbano, que é tão somente o cenário atual, mas em toda a região (cenário permanente), ou pelo menos numa parte significativa desta, num arco que abrange Palestina, Síria e Irã.
Não foi o incidente fronteiriço em que forças da Resistência nacional libanesa, nomeadamente o Hesbolá, atacaram uma guarnição inimiga o que provocou a fúria de Israel. Nem é, portanto, a reação israelense algo “desmedido” e “desproporcional”, mas justificável, como pretendem a mídia estipendiária e os governos acovardados. Igualmente, não foi outro fato semelhante protagonizado por forças da Resistência palestina duas semanas antes o que levou o Exército israelense a atacar Gaza e a desencadear atos de terrorismo de Estado contra o governo legitimamente constituído da Autoridade Nacional Palestina. Esses incidentes apenas apressaram algo já metodicamente planejado e preparado.
A atual escalada belicista de Israel é a decorrência de uma estratégia conscientemente elaborada pelos Estados maiores imperialista e sionista. A existência e a atividade de Israel como Estado expansionista e cabeça de ponte do imperialismo norte-americano na região choca-se objetivamente com as aspirações nacionais dos povos árabes e o palestino. A opção de Israel e dos Estados Unidos pela violência decorre da concepção de que Israel só estará em plena segurança se destruir a Resistência nacional árabe e palestina e eliminar os países considerados rivais na região –, hoje Síria e Irã, como foi até recentemente o Iraque de Saddam Hussein. Assim, a guerra no Líbano é parte de um conjunto de ações que abrangem a anexação do território palestino; o impedimento da autodeterminação palestina que só existirá com a existência de um Estado soberano sobre um território íntegro; o desmantelamento do Líbano e a instalação de um enclave militar no território desse país; e a confrontação com a Síria e o Irã, adversários desses planos expansionistas de Israel e, portanto, considerados inimigos figadais dos sionistas.
Por sua vez, os Estados Unidos, que usam Israel como seu instrumento, encontram-se empenhados na execução do seu plano de reestruturação do Oriente Médio, no qual a diplomacia é o que menos conta, como não contava quando eles decidiram atacar o Iraque em 2003, a despeito da oposição do Conselho de Segurança e de constituir uma evidente violação de todas as normas do direito internacional. Do mesmo modo como naquela ocasião, Bush e seus operadores de política externa consideraram a ONU “irrelevante”, Condoleeza Rice declarou, numa coletiva à imprensa em 21 de julho, o que em outras épocas uma política externa conduzida com algum pudor silenciaria por se tratar de algo inconfessável. “Não vejo – disse a secretária de Estado do segundo governo Bush – qualquer interesse na diplomacia se for para voltar ao status quo anterior entre Israel e o Líbano. Penso que isso seria um erro. O que nós estamos presenciando de certa forma é um começo, são as dores do parto de um novo Oriente Médio e, seja o que for que façamos, devemos estar certos de que avançaremos para o novo Oriente Médio e não voltaremos ao antigo”. Entendamos o que disse a senhorita secretária de Estado.
Os Estados Unidos não aceitam que o Líbano permaneça livre da ocupação israelense, que durou 18 anos, desde 1982 a maio de 2000, quando as tropas sionistas foram escorraçadas do país pelo Hezbolá, que então se credenciou e se engrandeceu aos olhos do povo libanês não como organização “terrorista” ou “fundamentalista”, “a serviço do Irã”, mas como força de libertação nacional. “O Hezbolá goza de grande prestígio no Líbano porque libertou nosso país. Em todo o mundo árabe você escuta ‘o Hezbolá preserva a honra árabe, e apesar de ser muito pequeno enfrenta Israel’. E é claro que Nasrallah (secretário-geral da organização) tem o meu respeito”, disse o presidente libanês Emile Lahoud, em entrevista publicada no jornal alemão Der Spiegel – reproduzida no Brasil pelo sítio de internet UOL. A secretária de Bush não aceita também que o Hamas, outro movimento de Resistência nacional, indexado como “organização terrorista”, tenha vencido as eleições na Palestina, como não aceita que depois da tentativa do imperialismo norte-americano de dividir o Líbano, estimulando a chamada “Revolução do Cedro” em 2004, o Hezbolá tenha conquistado quase um terço das cadeiras do Parlamento nacional e tomado parte do governo do país, o que dissipou o perigo de uma guerra civil. O governo estadunidense não aceita que sua secretária tenha sido instada pelo primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, a cancelar a viagem ao Líbano quando ocorreu o massacre em Cana e que tenha dito que não negociaria enquanto não se declarasse o cessar-fogo. Ou que esse mesmo governante que os Estados Unidos supunham poder manipular indefinidamente tenha, também ele, agradecido de público ao Hezbolá “pelo sacrifício feito em nome do país”. A isso é que a secretária chama de “volta ao status quo”. E a isso é que os EUA declaram guerra, mancomunados com seus sicários israelenses.
Tudo está a indicar que o novo Oriente Médio de Bush e Olmert, e todos os herdeiros de Sharon, depende mais da repetição dos crimes da aviação israelense do que dos acertos entre Douste-Blazy e John Bolton. Para além da retórica, estão as manobras estadunidenses e israelenses protelatórias do cessar-fogo. No mundo unilateral e convulsionado pelas guerras preventivas de Bush, as únicas ações consideradas válidas na atual crise do Oriente Médio são a ocupação unilateral dos territórios palestinos; a construção do muro; a divisão da Palestina em três bantustões e a redução do seu território à décima parte; o desrespeito sistemático a anteriores resoluções da ONU; a nova (atual) invasão do Líbano; a destruição desse país; a nova invasão de Gaza; e as ameaças abertas de confrontação com a Síria e o Irã. Tem sido assim também no Afeganistão e no Iraque, que não são guerras passadas, mas conflitos em curso, em pleno desenvolvimento. No Iraque sucedem-se os massacres. Falluja e Hadhita são fatos da atualidade a mostrar que o novo Oriente Médio de Bush não será fruto de um entendimento para a paz, mas de uma carnificina.
Entretanto, mirando a perspectiva e tendo em conta as forças em confronto, algo nos diz que não existirá o novo Oriente Médio concebido pelo imperialismo norte-americano. E que do holocausto provocado por ele em conluio com seus aliados de Israel, poderão resultar vários cenários, difíceis de prever pela dureza dos confrontos que inevitavelmente se produzirão. Uma coisa é certa, porém. Da carnificina com que Bush empesta o ambiente no limiar do século XXI não surgirá a paz, nem a estabilidade.
No Oriente Médio não cabe outra solução duradoura que não passe por uma resolução abrangente e justa para o conflito árabe-israelense, que não se restringe ao Líbano. O ponto de partida terá de ser a decisão sobre a questão palestina, com a retirada de Israel de todos os territórios ocupados, a criação do Estado nacional palestino e o respeito à soberania de todos os países da região, o que pressupõe a convivência com a Síria e o Irã, tal como estes são.
A convicção de que o novo Oriente Médio do imperialismo norte-americano é uma miragem difunde-se cada vez mais não só nos países da região, mas entre as forças que em todo o mundo e mesmo nos Estados Unidos são solidárias com a Resistência árabe-palestina. E um espectro assustador a tirar o sono dos senhores da Guerra que habitam a Casa Branca e operam desde o Pentágono. É cada vez mais improvável um Oriente Médio dócil e submisso aos ditames do imperialismo estadunidense e de Israel. A derrota dos planos israelenses e norte-americanos quanto ao futuro do Oriente Médio está sendo desenhada também no terreno político. A atual guerra israelense no Líbano é o mais duradouro conflito entre os agressores sionistas e a Resistência árabe. E que diferença para 1967, quando Israel se impôs numa guerra de seis dias! Um mês depois de iniciado o atual conflito, não há perspectiva para Israel de silenciar e deter os Katiusha. Em 5 de agosto, ocorreram as primeiras batalhas terrestres entre o exército invasor e as forças da Resistência. É indisfarçável o sentimento de derrota em Israel e, inversamente, em meio ao horror semeado pelos bombardeios israelenses, é também patente um sentimento de orgulho nacional no Líbano por estar conseguindo levar adiante a resistência, pois nunca nenhuma força militar árabe agüentou por tanto tempo um ataque de Israel, que possui o mais poderoso exército da região. As conseqüências políticas são óbvias e inevitáveis. O Líbano, que há um ano estava à beira de uma guerra civil fomentada pelos EUA e Israel que instrumentalizam determinadas forças políticas internas, hoje conta com o Hezbolá, como fator político e militar decisivo para o enfrentamento do agressor externo.
Não é difícil prever que o mesmo sentimento de orgulho nacional e de ser possível resistir se espalhe a outros rincões do mundo árabe.
O mito da invencibilidade norte-americana também se esboroa no Iraque. Na semana seguinte ao massacre de Cana, generais estadunidenses e seus pró-cônsules no Iraque foram obrigados a admitir que o país se encontrava à beira da guerra civil. Três anos depois da ocupação, está longe, muito longe o momento em que os Estados Unidos poderão dizer que afinal “democratizaram”, “reestruturaram” e submeteram o Iraque. Tal é a sensação do fracasso que se debate abertamente nos círculos políticos e militares e mesmo às esconsas, dentro da Casa Branca e do Pentágono sobre uma irrecusável disjuntiva: permanecer no terreno sofrendo vergonhosas derrotas ou retirar as tropas.
George W. Bush e Condoleeza Rice talvez tenham razão num ponto. O holocausto dos libaneses é de fato as dores de um parto. Longas e lancinantes dores, não do nascimento do “novo Oriente Médio” de dominação colonialista, mas de uma nova luta antiimperialista, que objetivamente vai alterar a “novíssima” ordem mundial instaurada por Bush. Há muitas ilusões no mundo de hoje quanto ao desenvolvimento do cenário mundial. As guerras preventivas de Bush, sendo a guerra de Israel no Líbano mais uma delas, mostram quão distantes estamos duma “raison de Sisteme”, em que prevaleçam o multilateralismo e justos critérios de legitimidade para organizar a ordem mundial. Resistir e lutar, com firmeza, tenacidade e amplitude, com capacidade de unir todas as forças do progresso, da paz, da democracia e do socialismo parece ser a postura e a perspectiva do movimento antiimperialista em face do unilateralismo e do belicismo dos EUA e de seus aliados. A resistência em curso no Oriente Médio é parte desse movimento, acumula na mesma perspectiva.
(*)Ben Shapiro, tem 24 anos de idade. É graduado pela UCLA e Harvard Law School e autor do novo livro Project President: Bad Hair and Botox on the Road to the White House”, algo como “Projeto Presidente: cabelo ruim e Botox a caminho da Casa Branca”. É também autor do bestseller americano "Brainwashed: How Universities Indoctrinate America's Youth", em tradução livre: "Lavagem cerebral: como doutrinar a juventude das universidades da América”| 14 de janeiro de 2009 | |||||
Por Orion Alencastro A base espiritual e cultural judaico-cristã da nação brasileira permitiu, ao longo dos séculos, o desenvolvimento da expressão do Brasil como país espiritualista, pacífico e não imperialista, imagem que deve nos envaidecer pela grandeza do povo moreno de Gilberto Freire, bom, generoso e simples a que pertencemos. Não podemos aceitar que nossos governantes, políticos, alguns profissionais de comunicação e setores da mídia alinhados ao internacionalismo esquerdista, ensejem a exteriorização de percepções errôneas do campo externo e criem dissabores na respeitável convivência interna de imigrantes e descendentes, árabes ou judeus, muçulmanos ou israelitas, que procuraram este lado do Atlântico para desfrutarem de uma nova vida, com liberdade e paz social. A civilização não pode mais admitir a insistência da pregação de ideologias e ameaças de terrorismo coletivo, nem tampouco a imposição de expansão e princípios que arrastam ao fanatismo aqueles que são instrumentados para o monopólio de religião irreverente à civilização judaico-cristã. Hamas conta com o apoio da esquerda internacional O Hamas constitui uma organização terrorista de fundo islâmico, com representantes operando no Brasil, na Venezuela e na América Latina que, desde 2000, pratica sistemática ação de terror contra Israel, infiltra fanáticos homens-bomba suicidas em multidão urbana e lança mísseis, atemorizando a população israelita, mutilando e dizimando gente inocente .
O governo de Israel tem o legítimo direito de reagir para preservar a vida do seu povo, ciente de que a ignorância e o fanatismo do Hamas, com o apoio de material bélico do Irã e a torcida internacionalista de ditadores, tiranos e organizações comuno-socialista, fortalecem a sua ação terrorista. A ONU e governantes como Luis Inácio da Silva deveriam gestionar para que o fanático Hamas cesse a beligerância e se estabeleça um acordo de paz, caso contrário, o povo de Davi terá que se manter em combate e guarda, sob pena de se tornar moralmente fraco diante da tentativa estratégica de uma hegemonia antisemita centrada no Irã. Nós, latino-americanos, devemos desconfiar do ambiente da mídia que usa do apelo emocional dos feridos e mortos no conflito, à semelhança de assassinos e criminosos mortos em confronto com a polícia, um instrumento deliberado de geração de compaixão. Em tais situações, é de se lamentar profundamente a perda de quaisquer vidas, mas é importante refletir sobre os agentes que levaram ao silêncio dessas vidas. No caso do presente conflito, a maioria das vítimas era inocente, crianças e jovens que nada entendiam do fanatismo do Hamas, organização terrorista que a mídia não pode fazer a mínima apologia. É oportuna a leitura da matéria "A outra face da Lua", publicada neste site no último 7 de janeiro. Recomenda-se, ainda, assistir aos vídeos que se seguem, que mostram a doutrinação das crianças palestinas pelo Hamas que, de forma macabra, apela para o emocional da opinião pública e faz da vítima, o vilão. | |||||
Com mesquitas nas esquinas mais importantes. As lojas têm sinais que você e eu não podemos compreender. Você terá dificuldade de encontrar alguma atividade econômica que lhe interesse. São guetos muçulmanos controlados por religiosos fanáticos, bairros muçulmanos que estão se expandindo vertiginosamente em todas as cidades européias, e que são fundamentos para o controle territorial de crescentes áreas da Europa, rua por rua, bairro por bairro, cidade por cidade.
Há milhares de mesquitas atualmente por toda a Europa. Com uma assembléia de fiéis maior do que a das igrejas cristãs. Em todas as cidades européias há planos para a construção de supermesquitas, que fariam parecerem anãs todas as igrejas da região. Claramente, sinalizam: nós dominamos.
Uma quarta parte de muitas cidades européias já é muçulmana: acabam de tomar Amsterdã, Marselha e Malmo na Suécia. A maioria da população menor de 18 anos de idade é muçulmana em muitas localidades. Paris está rodeada de um anel de bairros muçulmanos. Mohammed é o nome mais popular entre os jovens de muitas cidades. Em muitas escolas do primeiro grau em Amsterdã as propriedades rurais não podem ser mencionadas, porque isso significaria uma alusão aos suínos, e seria interpretado como um insulto pelos muçulmanos [o Islã proíbe o uso da carne de porco na alimentação]. Muitas escolas estatais na Bélgica e na Dinamarca servem para todos os seus alunos as comidas de animais somente quando foram sacrificados na forma “halal” prescrita pela lei muçulmana.
Em uma sempre tolerante Amsterdã os homossexuais são maltratados apenas pelos muçulmanos. E as mulheres não-muçulmanas rotineiramente ouvem dos muçulmanos: “prostitutas, prostitutas”. As antenas parabólicas não conectam as estações locais de televisão, mas as estações do país de origem. Na França, os professores das escolas são avisados de que não devem mencionar autores considerados ofensivos aos muçulmanos, inclusive Voltaire e Diderot. A história do holocausto judaico na II Guerra Mundial pode em muitos casos não ser ensinada, para não ferir a sensibilidade muçulmana. Na Inglaterra, tribunais muçulmanos que aplicam a lei da sharia já fazem parte oficialmente do sistema legal britânico.
Muitos bairros, na França, são áreas de acesso proibido para mulheres que não portem o véu muçulmano. Semana passada um homem quase morreu depois de ser maltratado por muçulmanos em Bruxelas, porque estava utilizando bebidas alcoólicas durante o Ramadã. Judeus fogem da França em número recorde, para escapar da pior onda de anti-semitismo desde a II Guerra Mundial. O francês agora é falado habitualmente nas ruas de Tel Aviv e Netanya em Israel. Eu poderia prosseguir indefinidamente contando casos como esses. Casos da islamização da Europa.
Um total de cinqüenta e quatro milhões de muçulmanos vive agora na Europa. A Universidade de San Diego recentemente calculou que uma surpreendente porcentagem de 25% da população européia será muçulmana daqui a doze anos. Bernhard Lewis previu que até o fim deste século a maioria será muçulmana. Estes são os números, mas os números não seriam ameaça se os imigrantes muçulmanos tivessem um forte desejo de se integrar. Mas há poucos sinais disso. O Centro de Pesquisa Pew informou que a metade dos imigrantes muçulmanos considera maior a sua lealdade ao Islã do que à França. Um terço dos muçulmanos franceses não se opõe aos ataques suicidas. O Centro Britânico para a Coesão Social informou que um terço dos estudantes muçulmanos britânicos estão a favor do califado espalhado por todo o mundo. Um estudo holandês relatou que metade dos muçulmanos holandeses admitem “compreender” os ataques do 11 de setembro.
Os muçulmanos exigem o que eles chamam “respeito”. E é desse modo que lhes damos esse respeito. Nossas elites estão desejosas de dá-lo. Para entregarem-se a eles. Em meu próprio país temos sido convidados, por um membro do gabinete, a transformar os dias festivos muçulmanos em feriados oficiais do estado. Por declarações de um outro membro do gabinete, a reconhecer que o Islã é parte da cultura holandesa. Por uma palavra de ordem geral da Democracia Cristã, a aceitar a sharia nos Países Baixos se houver uma maioria muçulmana. Temos membros do gabinete com passaporte de Marrocos e da Turquia.
As exigências muçulmanas são acompanhadas do comportamento ilegal, que vai desde as pequenas contravenções e violência à toa – por exemplo, contra os que trabalham em ambulâncias e os condutores de ônibus – até as arruaças de menor escala. Paris tem sido testemunha dos levantes nos subúrbios de baixa renda, a periferia urbana. Alguns preferem considerar que se trata de incidentes isolados, mas eu chamo isso de intifada muçulmana. Eu chamo esses agitadores de “colonizadores”. Porque é isso o que eles são. Eles não vêm se integrar em nossa sociedade, eles vêm integrar nossa sociedade em seus Dar-al-Islam.[2] Portanto, eles são colonizadores.
Grande parte da violência urbana que mencionei é direcionada exclusivamente contra os não-muçulmanos, forçando muitos europeus nativos a abandonar seus bairros, suas cidades, seus países. Os políticos evitam tomar posição contra essa desagradável sharia. Eles acreditam na equivalência de todas as culturas. Além disso, para efeito prático, consideram que os muçulmanos agora são eleitores que não podem ser ignorados.
Nossos inúmeros problemas com o Islã não podem ser explicados pela pobreza, repressão, ou pelo passado colonial europeu, como afirmam as esquerdas. Tampouco tem a ver com a questão palestina ou com a presença de tropas americanas no Iraque. O problema é o próprio Islã.
Segunda parte: o que é preciso saber sobre o Islã
Permitam-me apresentar um resumo do site educacional muçulmano Islã 101 (www.islam101.com). A primeira coisa que precisam saber sobre o Islã é a importância do livro do Alcorão. O Alcorão é a palavra pessoal de Alá, revelada por um anjo a Maomé, o profeta. Aqui é onde começam os problemas. Cada palavra no Alcorão é a palavra de Alá, e portanto, não é passível de discussão ou interpretação. É válida para todos os muçulmanos e para todos os tempos. Portanto, não existe algo como um Islã moderado. Claro, há uma grande quantidade de muçulmanos moderados. Mas não existe um Islã moderado.
O Alcorão clama por ódio, violência, submissão, assassinato e terrorismo. Exorta os muçulmanos a matarem e aterrorizarem os não-muçulmanos, e a cumprir seu dever de fazer a guerra: a violenta guerra santa, a jihad. A jihad é um dever para todo muçulmano. O Islã é a lei para o mundo: pela espada. O Alcorão é claramente anti-semita, descrevendo os judeus como macacos e porcos.
A segunda coisa que vocês precisam conhecer é a importância do profeta Maomé. Seu comportamento é um exemplo para todos os muçulmanos, e não pode ser criticado. Agora, se Maomé tivesse sido um homem de paz, vamos dizer, como se Gandhi e Madre Teresa estivessem presentes em uma só pessoa, não haveria nenhum problema. No entanto Maomé foi um chefe guerreiro, um assassino de multidões, um pedófilo, e teve vários casamentos ao mesmo tempo. A tradição islâmica nos diz a forma como lutou nas batalhas, como assassinou seus inimigos e inclusive mandou executar prisioneiros de guerra. O próprio Maomé massacrou a tribo de judeus de Banu Qurayza. Ele opinou em matéria de escravidão, mas nunca aconselhou a libertação de escravos. O Islã não tem outra moral senão o progresso do Islã. Se é bom para o Islã, então é bom. Se é mau para o Islã, então é mau. Não há nenhum meio-termo ou um outro ponto de vista.
O Alcorão como a própria palavra de Deus, e Maomé como o homem perfeito, são as duas mais importantes facetas do Islã. Que ninguém se engane a respeito do Islã enquanto sendo uma religião. Certamente ele tem um deus, e uma vida futura, e 72 virgens. Mas em sua essência o Islã é uma ideologia política. O Islã quer governar cada aspecto da vida humana. Islã significa “submissão”. Não é compatível com a liberdade e a democracia, porque aquilo pelo qual ele luta é a sharia. Se você quiser comparar o Islã com algo, compare-o com o comunismo ou com o nacional-socialismo, que são ideologias inteiramente totalitárias.
É o que vocês necessitam saber sobre o Islã, para compreender o que está acontecendo na Europa. Para milhões de muçulmanos o Alcorão e a vida de Maomé não tem 14 séculos de antiguidade, são uma realidade cotidiana, um ideal, um guia para todos os aspectos de suas vidas. Agora vocês sabem por que Winston Churchil considerava o Islã “a mais retrógrada força no mundo”, e por que ele comparava o Mein Kampf de Hitler com o Alcorão.
NOTAS:
[1] Por exemplo, as aves brancas têm o seu pescoço cortado em forma de meia lua; o abate deve ser feito voltado para Meca etc.
[2] Dar-al-Islam significa “a terra do Islã”, território controlado pelos muçulmanos, no qual a religião islâmica é prevalecente e se aplica a lei da sharia.
* Publicado em: http://europenews.dk/en/node/14505
Tradução: André F. Falleiro Garcia
Fonte: http://www.sacralidade.com/mundo2008/0076.islamismo.html
Frontpage Interview’s guest today is Bill Warner, the director of the Center for the Study of Political Islam (CSPI). CSPI’s goal is to teach the doctrine of political Islam through its books and it has produced a series on its focus.
Mr. Warner did not write the CSPI series, but he acts as the agent for a group of scholars who are the authors.
FP: Bill Warner, welcome to Frontpage Interview.
Warner: Thank you Jamie for this opportunity.
FP: Tell us a bit about the Center for the Study of Political Islam.
Warner: The Center for the Study of Political Islam is a group of scholars who are devoted to the scientific study of the foundational texts of Islam—Koran, Sira (life of Mohammed) and Hadith (traditions of Mohammed). There are two areas to study in Islam, its doctrine and history, or as CSPI sees it—the theory and its results. We study the history to see the practical or experimental results of the doctrine.
CSPI seems to be the first group to use statistics to study the doctrine. Previous scientific studies of the Koran are primarily devoted to Arabic language studies.
Our first principle is that Koran, Sira and Hadith must be taken as a whole. We call them the Islamic Trilogy to emphasize the unity of the texts.
Our major intellectual breakthrough is to see that dualism is the foundation and key to understanding Islam. Everything about Islam comes in twos starting with its foundational declaration: (1) there is no god but Allah and (2) Mohammed is His prophet. Therefore, Islam is Allah (Koran) and the Sunna (words and deeds of Mohammed found in the Sira and Hadith).
Endless ink has been wasted on trying to answer the question of what is Islam? Is Islam the religion of peace? Or is the true Islam a radical ideology? Is a moderate Muslim the real Muslim?
This reminds a scientist of the old arguments about light. Is light a particle or is light a wave? The arguments went back and forth. Quantum mechanics gave us the answer. Light is dualistic; it is both a particle and a wave. It depends upon the circumstances as to which quality manifests. Islam functions in the same manner.
Our first clue about the dualism is in the Koran, which is actually two books, the Koran of Mecca (early) and the Koran of Medina (later). The insight into the logic of the Koran comes from the large numbers of contradictions in it. On the surface, Islam resolves these contradictions by resorting to “abrogation”. This means that the verse written later supersedes the earlier verse. But in fact, since the Koran is considered by Muslims to be the perfect word of Allah, both verses are sacred and true. The later verse is “better,” but the earlier verse cannot be wrong since Allah is perfect. This is the foundation of dualism. Both verses are “right.” Both sides of the contradiction are true in dualistic logic. The circumstances govern which verse is used.
For example:
(Koran of Mecca) 73:10: Listen to what they [unbelievers] say with patience, and leave them with dignity.
From tolerance we move to the ultimate intolerance, not even the Lord of the Universe can stand the unbelievers:
(Koran of Medina) 8:12: Then your Lord spoke to His angels and said, “I will be with you. Give strength to the believers. I will send terror into the unbelievers’ hearts, cut off their heads and even the tips of their fingers!”
All of Western logic is based upon the law of contradiction—if two things contradict, then at least one of them is false. But Islamic logic is dualistic; two things can contradict each other and both are true.
No dualistic system may be measured by one answer. This is the reason that the arguments about what constitutes the “real” Islam go on and on and are never resolved. A single right answer does not exist.
Dualistic systems can only be measured by statistics. It is futile to argue one side of the dualism is true. As an analogy, quantum mechanics always gives a statistical answer to all questions.
For an example of using statistics, look at the question: what is the real jihad, the jihad of inner, spiritual struggle or the jihad of war? Let’s turn to Bukhari (the Hadith) for the answer, as he repeatedly speaks of jihad. In Bukhari 97% of the jihad references are about war and 3% are about the inner struggle. So the statistical answer is that jihad is 97% war and 3% inner struggle. Is jihad war? Yes—97%. Is jihad inner struggle? Yes—3%. So if you are writing an article, you can make a case for either. But in truth, almost every argument about Islam can be answered by: all of the above. Both sides of the duality are right.
FP: Why, in your view, is there so much ignorance about the history and doctrine of political Islam in the West?
Warner: First, let’s see how ignorant we are about the history of political Islam. How many Christians can tell you how Turkey or Egypt became Islamic? What happened to the Seven Churches of Asia mentioned in Paul’s letters? Find a Jew who can tell you the Jewish history of dhimmitude (second class citizens who serve Islam). What European knows that white women were the highest priced slaves in Mecca? Everyone knows how many Jews Hitler killed, but find an unbeliever who can tell you how many died in jihad over the last 1400 years.
We are just as ignorant about the doctrine of Islam. An FBI agent gets two hours of training on Islam and most of that is how not to offend the imam. We are fighting in Iraq. Who utilizes the political, military doctrine of Islam to plan strategy? Who can find a single rabbi or minister who has read the Koran, Sira and Hadith? What governor, senator, congressmen or military leader displays a knowledge of the political doctrine of Islam? Try to find a course available in a college about Islamic political doctrine and ethics. Graduates are schooled in Islamic art, architecture, poetry, Sufism, and a glorious history that ignores the suffering of the innocent unbelievers. Graduates read comments about the Koran and Hadith, but do not read the actual doctrine.
FP: So why this ignorance?
Warner: Let’s start at the beginning. When Islam burst out of Arabia into a decaying Byzantine world, the unbelievers recorded it as an Arabic invasion. Similarly, the invasion of Eastern Europe was by Turks; the invasion of Spain was by Moors. Our scholars were incapable of even naming the invaders.
Mohammed killed every single intellectual or artist who opposed him. It was fear that drove the vast majority of the media not to reprint the Mohammed cartoons, not some imagined sensitivity. Fear is a fabulous basis for ignorance, but that is not enough to explain it all. What accounts for the almost psychotic aversion to knowledge about Islam? Beyond fear is the realization that political Islam is profoundly foreign to us.
Let’s examine the ethical basis of our civilization. All of our politics and ethics are based upon a unitary ethic that is best formulated in the Golden Rule:
Treat others as you would be treated.
The basis of this rule is the recognition that at one level, we are all the same. We are not all equal. Any game of sports will show that we do not have equal abilities. But everyone wants to be treated as a human being. In particular, we all want to be equal under the law and be treated as social equals. On the basis of the Golden Rule—the equality of human beings—we have created democracy, ended slavery and treat women and men as political equals. So the Golden Rule is a unitary ethic. All people are to be treated the same. All religions have some version of the Golden Rule except Islam.
FP: So how is Islam different in this context?
Warner: The term “human being” has no meaning inside of Islam. There is no such thing as humanity, only the duality of the believer and unbeliever. Look at the ethical statements found in the Hadith. A Muslim should not lie, cheat, kill or steal from other Muslims. But a Muslim may lie, deceive or kill an unbeliever if it advances Islam.
There is no such thing as a universal statement of ethics in Islam. Muslims are to be treated one way and unbelievers another way. The closest Islam comes to a universal statement of ethics is that the entire world must submit to Islam. After Mohammed became a prophet, he never treated an unbeliever the same as a Muslim. Islam denies the truth of the Golden Rule.
By the way, this dualistic ethic is the basis for jihad. The ethical system sets up the unbeliever as less than human and therefore, it is easy to kill, harm or deceive the unbeliever.
Now mind you, unbelievers have frequently failed at applying the Golden Rule, but we can be judged and condemned on its basis. We do fall short, but it is our ideal.
There have been other dualistic cultures. The KKK comes to mind. But the KKK is a simplistic dualism. The KKK member hates all black people at all times; there is only one choice. This is very straightforward and easy to see.
The dualism of Islam is more deceitful and offers two choices on how to treat the unbeliever. The unbeliever can be treated nicely, in the same way a farmer treats his cattle well. So Islam can be “nice”, but in no case is the unbeliever a “brother” or a friend. In fact, there are some 14 verses of the Koran that are emphatic—a Muslim is never a friend to the unbeliever. A Muslim may be “friendly,” but he is never an actual friend. And the degree to which a Muslim is actually a true friend is the degree to which he is not a Muslim, but a hypocrite.
FP: You mentioned earlier how logic is another point of profound difference. Can you touch on that?
Warner: To reiterate, all of science is based upon the law of contradiction. If two things contradict each other, then at least one of them has to be false. But inside of Islamic logic, two contradictory statements can both be true. Islam uses dualistic logic and we use unitary scientific logic.
Since Islam has a dualistic logic and dualistic ethics, it is completely foreign to us. Muslims think differently from us and feel differently from us. So our aversion is based upon fear and a rejection of Islamic ethics and logic. This aversion causes us to avoid learning about Islam so we are ignorant and stay ignorant.
Another part of the aversion is the realization that there is no compromise with dualistic ethics. There is no halfway place between unitary ethics and dualistic ethics. If you are in a business deal with someone who is a liar and a cheat, there is no way to avoid getting cheated. No matter how nice you are to a con man, he will take advantage of you. There is no compromise with dualistic ethics. In short, Islamic politics, ethics and logic cannot be part of our civilization. Islam does not assimilate, it dominates. There is never any “getting along” with Islam. Its demands never cease and the demands must be met on Islam’s terms: submission.
The last reason for our aversion to the history of political Islam is our shame. Islam put over a million Europeans into slavery. Since Muslims can’t be enslaved, it was a white Christian who was the Turkish sultan’s sex slave. These are things that we do not want to face.
Jews don’t want to acknowledge the history of political Islam, because they were dhimmis, second class citizens or semi-slaves, just like the Christians. Jews like to recall how they were advisors and physicians to powerful Muslims, but no matter what the Jew did or what position he held, he was still a dhimmi. There is no compromise between being equal and being a dhimmi
Why should a Hindu want to recall the shame of slavery and the destruction of their temples and cities? After Hindu craftsmen built the Taj Mahal, the Muslim ruler had their right hands cut off so that they could not build anything as beautiful for anyone else. The practice of suttee, the widow throwing herself on the husband’s funeral pyre, came about as a response to the rape and brutality of the Islamic jihad as it sweep over ancient Hindustan.
Blacks don’t want to face the fact that it was a Muslim who rounded up their ancestors in Africa to wholesale to the white slave trader. The Arab is the true master of the African. Blacks can’t accept the common bond they share with whites: that both Europeans and Africans were slaves under Islam. Blacks like to imagine Islam is their counterweight to white power, not that Islam has ruled them for 1400 years.
Dualistic logic. Dualistic ethics. Fear. Shame. There is no compromise. These are the reasons we don’t want to know about Islam’s political history, doctrine or ethics.
FP So is there such a thing as non-political Islam?
Warner: Non-political Islam is religious Islam. Religious Islam is what a Muslim does to avoid Hell and go to Paradise. These are the Five Pillars—prayer, charity to Muslims, pilgrimage to Mecca, fasting and declaring Mohammed to be the final prophet.
But the Trilogy is clear about the doctrine. At least 75% of the Sira (life of Mohammed) is about jihad. About 67% of the Koran written in Mecca is about the unbelievers, or politics. Of the Koran of Medina, 51% is devoted to the unbelievers. About 20% of Bukhari’s Hadith is about jihad and politics. Religion is the smallest part of Islamic foundational texts.
Political Islam’s most famous duality is the division of the world into believers, dar al Islam, and unbelievers, dar al harb. The largest part of the Trilogy relates to treatment of the unbelievers, kafirs. Even Hell is political. There are 146 references to Hell in the Koran. Only 6% of those in Hell are there for moral failings—murder, theft, etc. The other 94% of the reasons for being in Hell are for the intellectual sin of disagreeing with Mohammed, a political crime. Hence, Islamic Hell is a political prison for those who speak against Islam.
Mohammed preached his religion for 13 years and garnered only 150 followers. But when he turned to politics and war, in 10 years time he became the first ruler of Arabia by averaging an event of violence every 7 weeks for 9 years. His success did not come as a religious leader, but as a political leader.
In short, political Islam defines how the unbelievers are to be dealt with and treated.
FP: Can you touch briefly on the history of political Islam?
Warner: The history of political Islam starts with Mohammed’s immigration to Medina. From that point on, Islam’s appeal to the world has always had the dualistic option of joining a glorious religion or being the subject of political pressure and violence. After the immigration to Medina, Islam became violent when persuasion failed. Jihad entered the world.
After Mohammed’s death, Abu Bakr, the second caliph, settled the theological arguments of those who wished to leave Islam with the political action of death by the sword. The jihad of Umar (the second caliph, a pope-king) exploded into the world of the unbelievers. Jihad destroyed a Christian Middle East and a Christian North Africa. Soon it was the fate of the Persian Zoroastrian and the Hindu to be the victims of jihad. The history of political Islam is the destruction of Christianity in the Middle East, Egypt, Turkey and North Africa. Half of Christianity was lost. Before Islam, North Africa was the southern part of Europe (part of the Roman Empire). Around 60 million Christians were slaughtered during the jihadic conquest.
Half of the glorious Hindu civilization was annihilated and 80 million Hindus killed.
The first Western Buddhists were the Greeks descended from Alexander the Great’s army in what is now Afghanistan. Jihad destroyed all of Buddhism along the silk route. About 10 million Buddhists died. The conquest of Buddhism is the practical result of pacifism.
Zoarasterianism was eliminated from Persia.
The Jews became permanent dhimmis throughout Islam.
In Africa over 120 million Christians and animists have died over the last 1400 years of jihad.
Approximately 270 million nonbelievers died over the last 1400 years for the glory of political Islam. These are the Tears of Jihad which are not taught in any school.
FP: How have our intellectuals responded to Islam?
Warner: The basis of all the unbeliever’s thought has collapsed in the face of Islamic political thought, ethics and logic. We have already mentioned how our first intellectuals could not even name the invaders as Muslims. We have no method of analysis of Islam. We can’t agree on what Islam is and have no knowledge about our suffering as the victims of a 1400-year jihad.
Look at how Christians, Jews, blacks, intellectuals and artists have dealt with Islamic doctrine and history. In every case their primary ideas fail.
Christians believe that “love conquers all.” Well, love does not conquer Islam. Christians have a difficult time seeing Islam as a political doctrine, not a religion. The sectarian nature of Christian thought means that the average non-Orthodox Christian has no knowledge or sympathy about the Orthodox Christian’s suffering.
Jews have a theology that posits a unique relationship between Jews and the creator-god of the universe. But Islam sees the Jews as apes who corrupted the Old Testament. Jews see no connection between Islam’s political doctrine and Israel.
Black intellectuals have based their ideas on the slave/victim status and how wrong it was for white Christians to make them slaves. Islam has never acknowledged any of the pain and suffering it has caused in Africa with its 1400-year-old slave trade. But blacks make no attempt to get an apology from Muslims and are silent in the presence of Islam. Why? Is it because Arabs are their masters?
Multiculturalism is bankrupt against Islam’s demand for every civilization to submit. The culture of tolerance collapses in the face of the sacred intolerance of dualistic ethics. Intellectuals respond by ignoring the failure.
Our intellectuals and artists have been abused for 1400 years. Indeed, the psychology of our intellectuals is exactly like the psychology of the abused wife, the sexually abused child or rape victim. Look at the parallels between the response of abuse victims and our intellectuals. See how violence has caused denial.
The victims deny that the abuse took place: Our media never reports the majority of jihad around the world. Our intellectuals don’t talk about how all of the violence is connected to a political doctrine.
The abuser uses fear to control the victim: What was the reason that newspapers would not publish the Mohammed cartoon? Salman Rushdie still has a death sentence for his novel. What “cutting edge” artist creates any artistic statement about Islam? Fear rules our intellectuals and artists.
The victims find ways to blame themselves: We are to blame for the attacks on September 11, 2001. If we try harder Muslims will act nicer. We have to accommodate their needs.
The victim is humiliated: White people will not talk about how their ancestors were enslaved by Islam. No one wants to claim the victims of jihad. Why won’t we claim the suffering of our ancestors? Why don’t we cry about the loss of cultures and peoples? We are too ashamed to care.
The victim feels helpless: “What are we going to do?” “We can’t kill 1.3 billion people.” No one has any understanding or optimism. No one has an idea of what to try. The only plan is to “be nicer.”
The victim turns the anger inward: What is the most divisive issue in today’s politics? Iraq. And what is Iraq really about? Political Islam. The Web has a video about how the CIA and Bush planned and executed September 11. Cultural self-loathing is the watchword of our intellectuals and artists.
We hate ourselves because we are mentally molested and abused. Our intellectuals and artists have responded to the abuse of jihad just as a sexually abused child or a rape victim would respond. We are quite intellectually ill and are failing at our job of clear thinking. We can’t look at our denial.
FP: So summarize for us why it is so crucial for us to learn the doctrine of political Islam.
Warner: Political Islam has annihilated every culture it has invaded or immigrated to. The total time for annihilation takes centuries, but once Islam is ascendant it never fails. The host culture disappears and becomes extinct.
We must learn the doctrine of political Islam to survive. The doctrine is very clear that all forms of force and persuasion may and must be used to conquer us. Islam is a self-declared enemy of all unbelievers. The brilliant Chinese philosopher of war, Sun Tsu, had the dictum—know the enemy. We must know the doctrine of our enemy or be annihilated.
Or put another way: if we do not learn the doctrine of political Islam, our civilization will be annihilated just as Egypt’s Coptic civilization was annihilated.
Since unbelievers must know the doctrine of political Islam to survive, CSPI has written all of its books in simple English. Our books are scholarly, but easy to read. As an example, anyone who can read a newspaper can pick up A Simple Koran and read and understand it. It is not “dumbed down” and contains every single word of the original.
Not only is the language simple, but logic has been used to sort and categorize. Context and chronology have been restored. The result is a Koran that is an epic story ending in triumph over all enemies of Allah. All of our books and philosophy may be found at our center’s website.
Islam declares that we are the enemies of Allah. If we do not learn the political doctrine of Islam we will end up just like the first victims of Islam—the tolerant, polytheist Arabs of Saudi Arabia who became the Wahabbis (a very strict branch of Islam) of today, the most intolerant culture on the face of the earth.
FP: Bill Warner, thank you for joining us today.
Warner: Jamie, thank you for your kindness and efforts.
Source: FrontpageMag.com