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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Milícias palestinas disparam foguetes contra Israel

TERRA
16 de fevereiro de 2009

Cavaleiro do Templo: vejam isto e depois se perguntem, bem como aos seus amigos: QUEM É CANALHA naquele lado do mundo, Israel ou os que se autodenominam PALESTINOS (sempre lembrando que lá não são todos que são criminosos)? Contem quantos mísseis foram enviados.


Milicianos palestinos dispararam esta manhã dois foguetes contra o território israelense, que não causaram danos embora aconteceçam quando Israel e o movimento islamita Hamas finalizam detalhes para um acordo de cessar-fogo.


Um dos projéteis caiu na zona de Shaar Hanegev, enquanto o segundo em um kibutz da região de Sdot Neguev, informou a imprensa local.


Em ambos os fatos não se informaram de feridos, mas sim de alguns danos materiais, segundo as fontes.


No domingo um foguete disparado de Gaza explodiu em solo israelense em uma área de divisa à faixa sem causar danos, um dia depois que foi disparado outro projétil do tipo Grad, de 122 milímetros, contra a população israelense de Yavne, que também não deixou vítimas.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Carta de um palestino

CONSIDERAÇÕES SOBRE A VIDA VIVIDA OU DESCONSIDERAÇÕES SOBRE A VIDA ESCRITA
QUARTA-FEIRA, JANEIRO 28, 2009

Estive passeando pelo orkut procurando certas informações durante o auge do conflito de Israel com Gaza e achei uma interessante cara de um palestino. A primeira coisa que fiz ao ler a carta foi procurar seu nome no Google. Assim percebi que vários sites diferentes a tinham publicado também, sem ser o Orkut. Mas intrigado com a veracidade da carta eu resolvi escrever um email para o Achmed. E ele respondeu. Segue abaixo primeiro o meu email e sua resposta, depois segue a sua carta.

***

de Leandro Diniz 
para achmedassef@gmail.com
data 24 de janeiro de 2009 21:13
assunto sobre carta que está no orkut.
enviado por gmail.com


Caro Achmed Assef,

Gostaria de me informar sobre a autoria de uma carta que está sendo veiculada a você no orkut nesse enderço http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1514428&tid=5291848365276868866&start=1

Hoje em dia muita coisa falsa e montada aparece pela internet e não temos como comprovar nada. Mas como a carta seguia com seu email ao final, gostaria de saber se é tua mesmo.

Grato desde já,

leandroDiniz

--

de Achmed Moussaf Assef 
para Leandro Diniz 
data 28 de janeiro de 2009 03:08
assunto Re: sobre carta que está no orkut.
enviado por gmail.com


Querido Leandro

Sim a carta eh minha mas nao sei como foi parar no orkut pois nao tenho conta la.

Agradeco por divulgar e muito obrigado por tudo

salam

Achmed


2009/1/24, Leandro Diniz :

- Mostrar texto das mensagens anteriores -

***

Amigos,

Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e vivo no Brasil atualmente.

Desde que iniciou novamente os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser nesta guerra infeliz que tanto vem fazendo vitimas dos dois lados.

Nasci na Palestina, um pais que ainda não existe oficialmente e quando a situação ficou insustentável para minha família, tivemos o feliz e sagrado convite de um amigo de meus pais a virmos ao Brasil, e desde meus 5 anos de idade, moro neste lindo pais acolhedor.

Quando digo que a situação na Palestina ficou insustentável, não estou me referindo aos inúmeros conflitos com o exercito de Israel ou os religiosos judeus que mantinham suas casas lindas em território palestino, e que hoje essas mesmas casas foram tomadas a força pelos terroristas, mas sim de uma insustentabilidade provocada pelos próprios "governantes" palestinos em todos esses anos.

Para quem está no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de seu lar e de sua vizinhança não vai conseguir imaginar nunca o que é viver em Gaza. Somente de lembrar minha breve infância nas cidades em que vivi, me da aperto no coração e vontade de chorar, porem, ninguém que esta no conforto de seus lares também recebendo milhares de informações, fotos e noticias do atual conflito pode imaginar também o que é sentir-se traído por aqueles que se intitulam lideres palestinos.

Os lideres palestinos nunca quiseram um Estado. E eu posso falar isso em alto e bom tom, porque é uma verdade. Se quisesse teriam criado antes de 1948, quando ainda não existia o Estado de Israel, se quisessem o teriam feito em 48 também quando a ONU decidiu pela criação de dois Estados, mas nossos grandes Líderes preferiram incitar o povo a violência de lutar contra os judeus do local ao invés de fazer lobby por um Estado palestino viável.

Não quiseram também os lideres palestinos quando os territórios, chamados "ocupados por Israel" e que hoje estão em sua grande maioria em nosso domínio, criar um Estado palestino.

O que dizer então da mais recente escalada de violência, quando ocorreu a segunda intifada causada pelo grande líder Arafat que em 2000 rejeitou o melhor acordo de paz de todos os tempos propostos pelo premie israelense Ehud Barak e mais uma vez incitou o povo palestino a violência e a brutalidade através de homens-bomba, enquanto a família do Sr. Arafat vivia com regalias, mordomias e riquezas em Paris, tudo fruto de doações dignas estrangeiras mas que nunca chegaram ao povo sofrido da Palestina.

Ao invés de comprar comida, água, remédios e oferecer uma vida digna e boa ao povo palestino, nossos lideres preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que se não são anjos, também não são demônios como pregam nossos lideres.

As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo a odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vitimas do outro lado.

Os lideres palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento. Pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros paises ou ate mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza.

O Hamas, que há muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza, desde que em seu único ato inteligente na historia, transformou-se em partido político somente para dar legitimidade ao seu terrorismo praticado diariamente nas ruas de Gaza, matou, perseguiu, torturou e aniquilou todos os "inimigos" do Fatah, o partido moderado que hoje é representado pelo incapaz Mahmoud Abbas.

Senhores, como pode um grupo terrorista, dizendo-se líder do povo palestino matar nossos irmãos?

Como entender que eles não estão defendendo nosso povo, mas sim seus próprios ideais que não refletem a opinião da maioria desse meu povo palestino? Matar palestinos somente porque não concordam com seus atos e idéias é arcaico e acima de tudo terrorista. Sobrou a Cisjordânia para o Fatah e que se não tomarem cuidado, servira de base para mais atos de violência dos terroristas do Hamas.

Vocês podem argumentar que os terroristas do Hamas praticam atos sociais e de solidariedade, mas não acreditem em tudo que vêem na mídia e muito menos em tudo que ouvem. Para que vocês consigam compreender, faço uma analogia com os traficantes no Rio de Janeiro, pois é legitimo o que eles fazem? Aliciar crianças inocentes para o trafico de drogas, colocando armas pesadas em suas mãos? Acredito que não, mesmo que os traficantes promovam atos sociais e atos solidários com os moradores dos morros onde estão alojados. Continuam desrespeitando o direito de crianças crescerem com educação saudável e não para a guerra, como os terroristas do Hamas fazem hoje.

Amigos brasileiros que tanto respeito e tanto quero bem, faço um apelo como palestino, como muçulmano, mas acima de tudo como um ser humano que não agüenta mais ver a ignorância e a falta de conhecimento por parte de muitas pessoas neste lindo Brasil:

Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas. Há muita gente boa, inocente e que não quer mais conflitos com os israelenses e não os odeiam, assim como não odeiam os americanos.

Muita gente la, incluindo minha família está cansada de tanta dor e sofrimento e sabemos que devemos ter uma convivência pacifica com Israel, afinal, é de Israel que vem nossa água, nossa comida, nosso trabalho e nosso dinheiro.

Israel inclusive nos oferece ajuda militar sabiam?

Quando houve acordo com a Autoridade Palestina no governo de Arafat, a policia de Israel treinou muitos de nossos homens que não queriam envolvimento com o conflito para que pudessem trabalhar na ordem de nossas cidades. Israel ofereceu treinamento para seus supostos inimigos, inclusive com armamento para que tivéssemos nossa própria segurança.

Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel, receberam atendimento medico nos hospitais israelenses!! E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza, por exemplo.

Se nossos lideres não fossem tão burros e estúpidos, nosso povo sofrido não teria mais o que reclamar, pois em Israel estão as maiores oportunidades para um palestino que vive em gaza ou Cisjordânia e quem tem um mínimo de inteligência la sabe que não vai conseguir nunca varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos lideres maníacos do nosso lado.

Quanto ganharíamos se estivéssemos do lado de Israel e dos judeus? Por que aqui no Brasil a convivência entre os dois povos sempre foi motivo de orgulho e quando estamos em sociedade ganhamos em tudo?

Meu tio recebeu visto de trabalho em Israel. Todos os dias levantava cedo e ia trabalhar em Israel e voltava de noite para sua casa em Gaza. Quando o Hamas tomou o poder à força e iniciou seus diários ataques as cidades israelenses, meu tio perdeu o emprego e a fronteira foi fechada. A culpa é de Israel? Do meu tio que nunca odiou os judeus? Não, a culpa é dos terroristas do Hamas. Meu tio hoje continua não odiando os israelenses nem os judeus. Vive na Síria, onde a situação não é das melhores, mas la não ha. grupos terroristas como o Hamas ou o Hezballah que somente acabam com a vida dos cidadãos de bem.

O povo palestino foi expulso de diversos paises chamados "amigos dos palestinos", incluindo Jordânia, Líbano, Síria e Líbia.

O Egito fecha sua fronteira com Gaza porque não nos querem por la, inclusive no tratado de paz com Israel, na devolução do Sinai ao Egito, foi oferecido por Israel devolver Gaza também e os egípcios não quiseram porque chamaram de terra sem lei e o pior lugar do mundo para se viver.

Por que paises fortes e com um território gigantesco como Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros não tão grandes, mas muito ricos, como Kweit, Emirados Árabes ou Catar não nos recebem de braços abertos? Preferem somente financiar atentados terroristas e mandar todo seu dinheiro para lideres palestinos terroristas e que não pensam no bem estar da população, mas somente em enriquecimento próprio e incentivo ao ódio e intolerância?

Por isso, meus amigos, escrevo esta mensagem. Sei que esta carta não vai fazer nenhum dos dois lados pararem com o atual conflito e muito menos mudar o pensamento dos lideres que hoje determinam o rumo do meu povo palestino, mas se servir para fazer o povo brasileiro pensar nisso e entender que não precisamos importar um conflito que não serve pra nada aqui e também para que todos vocês realmente entendam quem são os principais responsáveis pela matança generalizada que ocorre atualmente em Gaza, fico feliz.

Israel não é culpado, esta se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente ataca nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo.

O povo palestino também não é culpado, o povo palestino, tirando esses terroristas que são minoria quer a paz, quer o convívio pacifico com Israel e com os judeus.

Quer uma vida digna e viver em seu território chamando-o de lar, sem precisar fugir para qualquer outro país maravilhoso como o Brasil como eu fiz, pois a Palestina é o melhor lugar para viver um palestino.

Pensem nisso antes de escolher algum lado no conflito, mas acima de tudo, escolham o lado da paz, da tolerância e do respeito com quem quer que seja.

Grato,

Achmed Assef
achmedassef@gmail.com 

NÃO, ISRAEL NÃO ATACOU A ESCOLA DA ONU. ERA UMA FARSA DO HAMAS. A ONU FOI OBRIGADA A ADMITIR A VERDADE. QUASE UM MÊS DEPOIS! CADÊ AS MANCHETES?

REINALDO AZEVEDO
Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009

A notícia não está em nenhum dos jornais brasileiros ou nos grandes sites noticiosos. Lembram-se aquele ataque das Forças de Defesa de Israel a uma escola da ONU, que matou 43 pessoas? Pois é. Não foi numa escola da ONU coisa nenhuma, o que os israelenses vinham dizendo desde o dia 6 de janeiro. Só na segunda-feira, quase um mês depois, Mawell Gaylord, coordenador de ações humanitárias da ONU em Jerusalém, admite a verdade: o morteiro foi lançado numa rua PERTO da escola, mas não contra a escola.

Ora, recuperem o noticiário dos jornais e sites do Brasil e do mundo naquele dia 6. Lembro-me de ter aqui ironizado que os israelenses, maus como pica-paus, não podiam ver uma escola da ONU que iam logo jogando morteiros. Talvez para se livrar do tédio, não é? Ah, acusaram-me de insensível facinoroso. Marcelo Coelho, da Folha, sugeriu no jornal e no seu blog que tenho certa simpatia pelo assassinato em massa de crianças... Mais: como eu alertasse aqui para o óbvio —
O HAMAS É A FONTE DAS NOTÍCIAS —, fui acusado de realismo estúpido. Coelho chegou a indagar algo como: “Para que jornalismo se já existem os militares?” Ou coisa assim. Chegou a minha vez de indagar: PARA QUE COELHO SE JÁ EXISTE O HAMAS?

O jornalismo dele, não sei para que serve. O meu existe, entre outras razões, para que os freqüentadores deste blog possam ler com mais acuidade o que é noticiado na imprensa.

Não se espante, leitor, se, naquele episódio, não tiverem morrido as 43 pessoas anunciadas. Todas, rigorosamente todas as ditas “atrocidades” cometidas por Israel têm origem no, como direi?, Departamento de Propaganda do Hamas: do grande número de crianças e civis mortos ao uso de bombas de fragmentação e fósforo branco para atacar pessoas. Este segundo caso, então, pode dar pano para manga. A tal substância não é considerada arma química. É empregada para iluminar alvos noturnos e criar cortina de fumaça para ação da infantaria. Israel nega que tenha feito qualquer coisa fora das leis internacionais. Como negava que tivesse jogado morteiro numa escola da ONU — e falava a verdade. De todo modo, abriu-se uma investigação.

Como se vê, o Hamas faz direitinho o seu trabalho. O ataque mentiroso à escola foi manchete do mundo inteiro. O desmentido, até agora, está apenas no Haaretz. O mundo também não se interessou em manchetar as torturas e execuções sumárias que se seguiram à retirada de Israel de Gaza.

A imprensa ocidental se deixou seqüestrar pela lógica terrorista. Esse caso da escola merece a justa designação: ESCÂNDALO. Quer dizer que os homens da ONU em Gaza demoraram um mês para fazer o que poderiam ter sido feito em cinco minutos? Escrevi aqui, certa feita, que o principal inimigo de Israel no Oriente Médio é a organização. Foi uma gritaria. Eis aí.

Bem, esperar o quê? O principal representante das Nações Unidas em Gaza é um sujeito que acredita que os próprios EUA tramaram o 11 de Setembro...

Pois é, leitores. Como diria aquele, quando já temos o terrorismo e a ONU, pra que certo jornalismo, não é mesmo?



quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Israel ataca túneis na fronteira entre Gaza e Egito

MSN NOTÍCIAS
REUTERS - 28.01.2009

Cavaleiro do Templo: finalmente um exemplo de reportagem. É assim que se faz cretinos ideólogos da mídia brasileira, aprendam e deixem de ser %%$$#%^^% pois sua função NÃO É VENDER IDEOLOGIA, é a nobre função de MOSTRAR OS FATOS. 

Por Nidal al-Mughrabi
GAZA (Reuters) - Aviões israelenses bombardearam túneis na fronteira entre Gaza e Egito, numa resposta à morte de um soldado de Israel. A violência na região abalou um frágil cessar-fogo antes da chegada de um enviado norte-americano à região.
George Mitchell, enviado do presidente dos EUA, Barack Obama, à região, planejava se reunir com líderes israelenses ainda na quarta-feira e falará com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, na quinta-feira.
Diplomatas ocidentais disseram que não se reunirão com representantes do Hamas, grupo que comanda a Faixa de Gaza e que é criticado pelos Estados Unidos e pela União Europeia por sua recusa em reconhecer o direito de Israel de existir, de renunciar à violência e aceitar os acordos de paz existentes.
A visita de Mitchell coincide com um pedido de Obama para a retomada das negociações de paz entre israelenses e palestinos.
Mas uma escalada da violência tem ameaçado as declarações separadas de cessar-fogo feitas por Israel e pelo Hamas em 18 de janeiro, após uma ofensiva israelense de 22 dias com o objetivo de pôr fim ao lançamento de mísseis contra o território do país.

Porque Israel está atacando o Hamas?

Este vídeo mostra o porque Israel está atacando o Hamas. Qual país aceitaria viver sofrendo ataques de foguetes palestinos diariamente?! Israel precisa devolver uma vida normal aos seus cidadãos, sem precisar correr para abrigos anti-bomba diversas vezes por dia.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Hamas, ameaça terrorista à civilização judaico-cristã

BRASIL ACIMA DE TUDO
14 de janeiro de 2009

Lembrai-vos de 11 de setembro, a data em que iniciou a história do século XXI, para que não se iludam com eventuais acenos de mão esquerda do presidente Barack Hussein Obama, membro do leniente partido democrata americano. Obama exercerá a  presidência dos Estados Unidos da América, defendendo os interesses nacionais e os objetivos permanentes do Estado, e continuará a política de combate ao movimento terrorista mundial, e tratando a rédeas curtas, os governantes simpatizantes do crime.
Do Observatório de Inteligência
Por Orion Alencastro


A base espiritual e cultural judaico-cristã da nação brasileira permitiu, ao longo dos séculos, o desenvolvimento da expressão do Brasil como país espiritualista, pacífico e não imperialista, imagem que deve nos envaidecer pela grandeza do povo moreno de Gilberto Freire, bom, generoso e simples a que pertencemos.


Não podemos aceitar que nossos governantes, políticos, alguns profissionais de comunicação e setores da mídia alinhados ao internacionalismo esquerdista, ensejem a exteriorização de percepções errôneas do campo externo e criem dissabores na respeitável convivência interna de imigrantes e descendentes, árabes ou judeus, muçulmanos ou israelitas, que procuraram este lado do Atlântico para desfrutarem de uma nova vida, com liberdade e paz social.


A civilização não pode mais admitir a insistência da pregação de ideologias e ameaças de terrorismo coletivo, nem tampouco a imposição de expansão e princípios que arrastam ao fanatismo aqueles que são instrumentados para o monopólio de religião irreverente à civilização judaico-cristã.


Hamas  conta com o apoio da esquerda internacional


O Hamas constitui uma organização terrorista de fundo islâmico, com representantes operando no Brasil, na Venezuela e na América Latina que, desde 2000, pratica sistemática ação de terror contra Israel, infiltra fanáticos homens-bomba suicidas em multidão urbana e lança mísseis, atemorizando a população israelita, mutilando e dizimando gente inocente .


Puro lixo ideológico que, além de não contribuir para a conscientização da questão do Oriente Médio, deturpa os fatos e a história. Está de acordo com a publicidade oficial do desgoverno brasileiro leniente às organizações terroristas, narco-terroristas e ao crime orgnizado.

O governo de Israel tem o legítimo direito de reagir para preservar a vida do seu povo, ciente de que a ignorância e o fanatismo do Hamas, com o apoio de material bélico do Irã e a torcida internacionalista de ditadores, tiranos e organizações comuno-socialista, fortalecem a sua ação terrorista.


A ONU e governantes como Luis Inácio da Silva deveriam gestionar para que o fanático Hamas cesse a beligerância e se estabeleça um acordo de paz, caso contrário, o povo de Davi terá que se manter em combate e guarda, sob pena de se tornar moralmente fraco diante da tentativa estratégica de uma hegemonia antisemita centrada no Irã.


Nós, latino-americanos, devemos desconfiar do ambiente da mídia que usa do apelo emocional dos feridos e mortos no conflito, à semelhança de assassinos e criminosos mortos em confronto com a polícia, um instrumento deliberado de geração de compaixão.


Em tais situações, é de se lamentar profundamente a perda de quaisquer vidas, mas é importante refletir sobre os agentes  que levaram ao silêncio dessas vidas.


No caso do presente conflito, a maioria das vítimas era inocente, crianças e jovens que nada entendiam do fanatismo do Hamas, organização terrorista que a mídia não pode fazer a mínima apologia.


É oportuna a leitura da matéria "A outra face da Lua", publicada neste site no último 7 de janeiro. Recomenda-se, ainda, assistir aos vídeos que se seguem, que mostram a doutrinação das crianças palestinas pelo Hamas que, de forma macabra, apela para o emocional da opinião pública e faz da vítima, o vilão.







A pedidos, publicamos novamente o artigo "A última fase da islamização da Europa", de Geert Wilders:

A Europa que conhecemos está mudando. Provavelmente vocês viram os monumentos famosos. A Torre Eiffel em Paris, a Trafalgar Square em Londres, os edifícios da antiga Roma e, talvez, os canais de Amsterdã. Ainda estão lá. Continuam tais quais eram cem anos atrás. Mas em todas essas cidades, às vezes, a poucas quadras do local para onde vão os turistas, há um outro mundo, um mundo que poucos visitantes observam, e que não aparece nos guias turísticos. É o mundo da sociedade paralela criada pela imigração das massas muçulmanas.

Por toda a Europa uma nova realidade está se formando: vizinhanças muçulmanas inteiras, onde muito poucos europeus nativos residem ou ali são vistos, mas que, se ali estão, lastimam. O mesmo acontece com a polícia: pouco vista, se for vista, lamenta ter sido vista.  É o mundo das cabeças cobertas de véus, em que mulheres andam em volta de tendas, levando carrinhos de bebês, cercadas de um grupo de crianças. Seus maridos – ou senhores das escravas, se preferem – caminham três passos à frente.


Com mesquitas nas esquinas mais importantes. As lojas têm sinais que você e eu não podemos compreender. Você terá dificuldade de encontrar alguma atividade econômica que lhe interesse. São guetos muçulmanos controlados por religiosos fanáticos, bairros muçulmanos que estão se expandindo vertiginosamente em todas as cidades européias, e que são fundamentos para o controle territorial de crescentes áreas da Europa, rua por rua, bairro por bairro, cidade por cidade.

Há milhares de mesquitas atualmente por toda a Europa. Com uma assembléia de fiéis maior do que a das igrejas cristãs. Em todas as cidades européias há planos para a construção de supermesquitas, que fariam parecerem anãs todas as igrejas da região. Claramente, sinalizam: nós dominamos.

Uma quarta parte de muitas cidades européias já é muçulmana: acabam de tomar Amsterdã, Marselha e Malmo na Suécia. A maioria da população menor de 18 anos de idade é muçulmana em muitas localidades. Paris está rodeada de um anel de bairros muçulmanos. Mohammed é o nome mais popular entre os jovens de muitas cidades. Em muitas escolas do primeiro grau em Amsterdã as propriedades rurais não podem ser mencionadas, porque isso significaria uma alusão aos suínos, e seria interpretado como um insulto pelos muçulmanos [o Islã proíbe o uso da carne de porco na alimentação]. Muitas escolas estatais na Bélgica e na Dinamarca servem para todos os seus alunos as comidas de animais somente quando foram sacrificados na forma “halal” prescrita pela lei muçulmana.

Em uma sempre tolerante Amsterdã os homossexuais são maltratados apenas pelos muçulmanos. E as mulheres não-muçulmanas rotineiramente ouvem dos muçulmanos: “prostitutas, prostitutas”. As antenas parabólicas não conectam as estações locais de televisão, mas as estações do país de origem. Na França, os professores das escolas são avisados de que não devem mencionar autores considerados ofensivos aos muçulmanos, inclusive Voltaire e Diderot. A história do holocausto judaico na II Guerra Mundial pode em muitos casos não ser ensinada, para não ferir a sensibilidade muçulmana. Na Inglaterra, tribunais muçulmanos que aplicam a lei da sharia já fazem parte oficialmente do sistema legal britânico.


Muitos bairros, na França, são áreas de acesso proibido para mulheres que não portem o véu muçulmano. Semana passada um homem quase morreu depois de ser maltratado por muçulmanos em Bruxelas, porque estava utilizando bebidas alcoólicas durante o Ramadã. Judeus fogem da França em número recorde, para escapar da pior onda de anti-semitismo desde a II Guerra Mundial. O francês agora é falado habitualmente nas ruas de Tel Aviv e Netanya em Israel. Eu poderia prosseguir indefinidamente contando casos como esses. Casos da islamização da Europa.


Um total de cinqüenta e quatro milhões de muçulmanos vive agora na Europa. A Universidade de San Diego recentemente calculou que uma surpreendente porcentagem de 25% da população européia será muçulmana daqui a doze anos. Bernhard Lewis previu que até o fim deste século a maioria será muçulmana. Estes são os números, mas os números não seriam ameaça se os imigrantes muçulmanos tivessem um forte desejo de se integrar. Mas há poucos sinais disso. O Centro de Pesquisa Pew informou que a metade dos imigrantes muçulmanos considera maior a sua lealdade ao Islã do que à França. Um terço dos muçulmanos franceses não se opõe aos ataques suicidas. O Centro Britânico para a Coesão Social informou que um terço dos estudantes muçulmanos britânicos estão a favor do califado espalhado por todo o mundo. Um estudo holandês relatou que metade dos muçulmanos holandeses admitem “compreender” os ataques do 11 de setembro.


Os muçulmanos exigem o que eles chamam “respeito”. E é desse modo que lhes damos esse respeito. Nossas elites estão desejosas de dá-lo. Para entregarem-se a eles. Em meu próprio país temos sido convidados, por um membro do gabinete, a transformar os dias festivos muçulmanos em feriados oficiais do estado. Por declarações de um outro membro do gabinete, a reconhecer que o Islã é parte da cultura holandesa. Por uma palavra de ordem geral da Democracia Cristã, a aceitar a sharia nos Países Baixos se houver uma maioria muçulmana. Temos membros do gabinete com passaporte de Marrocos e da Turquia.


As exigências muçulmanas são acompanhadas do comportamento ilegal, que vai desde as pequenas contravenções e violência à toa – por exemplo, contra os que trabalham em ambulâncias e os condutores de ônibus – até as arruaças de menor escala. Paris tem sido testemunha dos levantes nos subúrbios de baixa renda, a periferia urbana. Alguns preferem considerar que se trata de incidentes isolados, mas eu chamo isso de intifada muçulmana. Eu chamo esses agitadores de “colonizadores”. Porque é isso o que eles são. Eles não vêm se integrar em nossa sociedade, eles vêm integrar nossa sociedade em seus Dar-al-Islam.[2] Portanto, eles são colonizadores.


Grande parte da violência urbana que mencionei é direcionada exclusivamente contra os não-muçulmanos, forçando muitos europeus nativos a abandonar seus bairros, suas cidades, seus países. Os políticos evitam tomar posição contra essa desagradável sharia. Eles acreditam na equivalência de todas as culturas. Além disso, para efeito prático, consideram que os muçulmanos agora são eleitores que não podem ser ignorados.


Nossos inúmeros problemas com o Islã não podem ser explicados pela pobreza, repressão, ou pelo passado colonial europeu, como afirmam as esquerdas. Tampouco tem a ver com a questão palestina ou com a presença de tropas americanas no Iraque. O problema é o próprio Islã.


Segunda parte: o que é preciso saber sobre o Islã


Permitam-me apresentar um resumo do site educacional muçulmano Islã 101 (www.islam101.com). A primeira coisa que precisam saber sobre o Islã é a importância do livro do Alcorão. O Alcorão é a palavra pessoal de Alá, revelada por um anjo a Maomé, o profeta. Aqui é onde começam os problemas. Cada palavra no Alcorão é a palavra de Alá, e portanto, não é passível de discussão ou interpretação. É válida para todos os muçulmanos e para todos os tempos. Portanto, não existe algo como um Islã moderado. Claro, há uma grande quantidade de muçulmanos moderados. Mas não existe um Islã moderado.


O Alcorão clama por ódio, violência, submissão, assassinato e terrorismo. Exorta os muçulmanos a matarem e aterrorizarem os não-muçulmanos, e a cumprir seu dever de fazer a guerra: a violenta guerra santa, a jihad. A jihad é um dever para todo muçulmano.  O Islã é a lei para o mundo: pela espada. O Alcorão é claramente anti-semita, descrevendo os judeus como macacos e porcos.


A segunda coisa que vocês precisam conhecer é a importância do profeta Maomé. Seu comportamento é um exemplo para todos os muçulmanos, e não pode ser criticado. Agora, se Maomé tivesse sido um homem de paz, vamos dizer, como se Gandhi e Madre Teresa estivessem presentes em uma só pessoa, não haveria nenhum problema. No entanto Maomé foi um chefe guerreiro, um assassino de multidões, um pedófilo, e teve vários casamentos ao mesmo tempo. A tradição islâmica nos diz a forma como lutou nas batalhas, como assassinou seus inimigos e inclusive mandou executar prisioneiros de guerra. O próprio Maomé massacrou a tribo de judeus de Banu Qurayza. Ele opinou em matéria de escravidão, mas nunca aconselhou a libertação de escravos. O Islã não tem outra moral senão o progresso do Islã. Se é bom para o Islã, então é bom. Se é mau para o Islã, então é mau. Não há nenhum meio-termo ou um outro ponto de vista.


O Alcorão como a própria palavra de Deus, e Maomé como o homem perfeito, são as duas mais importantes facetas do Islã. Que ninguém se engane a respeito do Islã enquanto sendo uma religião. Certamente ele tem um deus, e uma vida futura, e 72 virgens. Mas em sua essência o Islã é uma ideologia política. O Islã quer governar cada aspecto da vida humana. Islã significa “submissão”.  Não é compatível com a liberdade e a democracia, porque aquilo pelo qual ele luta é a sharia. Se você quiser comparar o Islã com algo, compare-o com o comunismo ou com o nacional-socialismo, que são ideologias inteiramente totalitárias.


É o que vocês necessitam saber sobre o Islã, para compreender o que está acontecendo na Europa. Para milhões de muçulmanos o Alcorão e a vida de Maomé não tem 14 séculos de antiguidade, são uma realidade cotidiana, um ideal, um guia para todos os aspectos de suas vidas. Agora vocês sabem por que Winston Churchil considerava o Islã “a mais retrógrada força no mundo”, e por que ele comparava o Mein Kampf de Hitler com o Alcorão. 


NOTAS:

[1] Por exemplo, as aves brancas têm o seu pescoço cortado em forma de meia lua; o abate deve ser feito voltado para Meca etc.


[2] Dar-al-Islam significa “a terra do Islã”, território controlado pelos muçulmanos, no qual a religião islâmica é prevalecente e se aplica a lei da sharia.

   

* Publicado em: http://europenews.dk/en/node/14505


Tradução: André F. Falleiro Garcia


Fonte: http://www.sacralidade.com/mundo2008/0076.islamismo.html

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Para combater a guerra assimétrica: o lado atacado que não foi ouvido

CONDE LOPPEUX DE LA VILLANUEVA (CAVALEIRO CONDE)
SÁBADO, JANEIRO 10, 2009

As declarações criminosas do Hammas em destruir Israel e cenas de ataques de foguetes contra os judeus.

Conflito árabe-israelense: bate-papo entre conde e David Carvalho

SEXTA-FEIRA, JANEIRO 16, 2009



Conde Loppeux de la Villanueva e David Carvalho falam sobre os enredos do último conflito árabe-israelense na Faixa de Gaza, quando o exército israelense invadiu Gaza para combater o grupo terrorista Hamas. E as implicações da mídia no sentido da desinformação sistemática sobre o conflito. Imperdível!

http://www.mediafire.com/?nhyiylfzwvn

http://www.mediafire.com/?nuzhyvylmn3

Palestinos terroristas, os preferidos da mídia sociopata e suas belas ações...

Vejam quantas coisas boas são capazes de fazer os palestinos terroristas (e não são todos, evidentemente) que a mídia tanto ajuda ao tratá-los como coitadinhos.

Fonte: Conde Loppeux de la Villanueva



Um cinegrafista amador capta as cenas de um míssil atingindo um bairro residencial em Israel, ferindo gravemente uma mulher e uma criança. Só em 2008, mais de mil mísseis foram jogados contra Israel



Um militante do Hamas exorta as ações violentas do grupo terrorista e admite o uso de mulheres, crianças e velhos como escudo humano contra as bombas israelenses.



Um vídeo mostra militantes do Hamas usando as próprias crianças palestinas como escudo humano para "proteger" suas bases militares dos ataques israelenses.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Mais sobre judeus e palestinos

PAPÉIS AVULSOS (HEITOR DE PAOLA)

EM TODAS AS DISCUSSÕES SOBRE O CONFLITO DO ORIENTE MÉDIO EVITA-SE FALAR NO MAIS IMPORTANTE: 

O HAMAS NÃO É PALESTINO NEM ÁRABE, ASSIM COMO O HEZBOLLAH, A JIHAD ISLÂMICA E A AL QAEDA. TODOS SÃO MOVIMENTOS TERRORISTAS MUÇULMANOS.


PALAVRAS DO DOCUMENTO BASE DO HAMAS:


ISRAEL EXISTIRÁ E CONTINUARÁ EXISTINDO ATÉ SER OBLITERADO PELO ISLAM DA MESMA FORMA QUE JÁ OBLITEROU OUTROS ANTES.


PARA OS QUE DEFENDEM NEGOCIAÇÕES E TRÉGUA:


NÃO HÁ SOLUÇÃO PARA A QUESTÃO PALESTINA EXCETO ATRAVÉS DA JIHAD. INICIATIVAS, PROPOSTAS E CONFERÊNCIAS INTERNACIONAIS SÃO TODAS PERDA DE TEMPO E ESFORÇOS EM VÃO.


SÓ QUE O ISLAM NÃO SE CONTENTARÁ COM OBLITERAR ISRAEL, JÁ ESTÁ DESTINADO A DOMINAR O MUNDO INTEIRO, E COM GRANDE SUCESSO NA EUROPA. COMO ESCREVI EM VÁRIOS ARTIGOS É BOM O MUNDO TODO FICAR EM ALERTA. NUNCA FOI TÃO ATUAL A PRÉDICA DO PASTOR NIEMÖELLER


ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO





POR QUE TER PENA DAS CRIANÇAS PALESTINAS? 

POR SEREM 'VÍTIMAS DOS COVARDES ISRAELENSES? OU.....


ASSISTA O VÍDEO ABAIXO E DEPOIS PERGUNTE-SE:

CADÊ A UNICEF? CADÊ A ONU? 

E OS DIREITOS DAS CRIANÇAS?






segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O PT E A Guerra Entre Israel E O Hamas Na Faixa De Gaza

PAPÉIS AVULSOS (HEITOR DE PAOLA)

A declaração do PT sobre a operação de guerra israelense em Gaza é um retrato perfeito de como o conflito no Oriente Médio pode ser utilizado para fins ideológicos e partidários

Este comentário foi escrito pelo Prof. Franklin Goldgrub, autor de “O anti-sionismo – de esquerda, direita, liberal e islâmico" – Editôra Samizdat

Em primeiro lugar, associa Israel e Estados Unidos, segundo o conhecido mantra de que Israel é o braço do imperialismo no Oriente Médio, e atribui aos americanos a responsabilidade pelos “ataques” israelenses bem como o conseqüente dever de impedi-los.

Em segundo lugar, repete a conhecida comparação entre Israel e nazismo, que tem provado ser a cédula de identidade e o cartão de visitas do anti-sionismo militante professado pela esquerda.

Em terceiro lugar, atribui o conflito à “ocupação” israelense, argumento repetidamente usado para justificar o que tem sido chamado de “resistência palestina”, vinculando Israel ao colonialismo europeu dos séculos passados.

Ao assumir uma posição anti-sionista expressa nesses termos o PT não faz senão seguir a política adotada pela esquerda a partir da ideologização do conflito do Oriente Médio, decorrente da perda de influência francesa e inglesa na região (década de 50), substituída pelos Estados Unidos e pela União Soviética. 

A princípio parece estranho que a esquerda adira à posição anti-israelense defendida por regimes monárquicos de figurino medieval (alguns dos quais ainda persistem, como a Arábia Saudita e os Emiratos), bem como ao anti-sionismo visceral de suas sucessoras, as ditaduras castrenses (representadas principalmente pelo Egito, a Síria e a Líbia). Mais surpreendente ainda é a entente não oficial mas nem por isso menos conspícua entre a esquerda e o poder teocrático iraniano, cujas ambições nucleares são respaldadas pela Rússia, que procura recuperar o papel de potência, e a ainda comunista República Popular da China. 

Uma forma de compreender essa estranha relação entre a esquerda e as ditaduras árabe/muçulmanas é examinar a história da aliança entre a União Soviética com o Egito (Gamal Nasser) e a Síria (Hafez Assad), que inaugurou o que poderia ser chamado de “Realpolitik” ideológica no âmbito do conflito do Oriente Médio. A esquerda ocidental não fez senão herdar essas diretrizes e as adotou como próprias a partir do colapso do “socialismo real”

A partir do final da década de 60 e até a dissolução do regime soviético, os princípios ideológicos e éticos foram sacrificados às conveniências da Guerra Fria, isto é, à necessidade de combater e derrotar o capitalismo. Nesse sentido, regimes e crenças cujos valores são totalmente contraditórios com o ideário marxista foram considerados aliados no confronto com o ocidente. 

O fim da guerra fria, com a derrota da foice e do martelo, representou um duro golpe para os partidos políticos, sindicatos e movimentos da esquerda ocidental. As denúncias cada vez mais freqüentes dos crimes cometidos em nome do comunismo, o fracasso tecnológico das sociedades do leste europeu, o progressivo autoritarismo da revolução cubana, a transformação dos países do terceiro mundo que haviam adotado o modelo socialista em ditaduras brutais e ineficazes impactaram fortemente o pensamento e a prática do chamado campo progressista. 

Assim como aconteceu com a direita alemã na seqüência da derrota na primeira guerra mundial, a esquerda pós queda do muro de Berlim e pós colapso da União Soviética, procurou emergir dos escombros mediante um gesto dramático e convincente. Ao cabo da primeira guerra mundial, depois da derrota do Império Germânico e face à ameaça da revolução comunista, a direita alemã recorreu primeiramente à perseguição política, depois à eliminação física de seus adversários (Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht) e finalmente ao nazismo. 

O anti-semitismo pode ser analisado pela ótica do preconceito brutal e mesmo enquanto patologia assassina, mas representou acima de tudo uma estratégia altamente eficaz para permitir à direita teutônica manter o poder na esteira do fracasso militar que ela mesma havia provocado. 

Similarmente, os argumentos utilizados pelo atual anti-sionismo da esquerda podem parecer absurdos, porque se apóiam num conjunto de contradições, omissões, distorções e análises desprovidas de qualquer base histórica e lógica. Entretanto, assim como o anti-semitismo deu impulso ao nazismo, restaurando o orgulho abalado do cidadão alemão, permitindo o roubo e o confisco de bens dos judeus, bem como do respectivo mercado de trabalho, “compensando” o trauma do pós-guerra (como a inflação recorde que se abateu sobre a Alemanha), o anti-sionismo da esquerda é igualmente uma estratégia que nada tem de espontânea ou ingênua, concebida com a finalidade de recuperar a imagem da esquerda, duramente afetada pelo fracasso do socialismo real


Além dessa função abrangente, que explica a popularidade do anti-sionismo em toda a esquerda ocidental, trata-se, em cada país, de usar o conflito do Oriente Médio em função de interesses específicos relacionados à política local. Cada situação tem a sua particularidade. Chavez, na Venezuela, aproveita a guerra de Gaza para justificar a sua política anti-americana e arvorar-se em defensor dos palestinos, conservando ou mesmo aumentando a sua popularidade, estratégia nada casual, sobretudo quando usada em circunstâncias como as atuais, relacionadas à queda vertiginosa do preço do petróleo em função da crise econômica. 

No Brasil, não é preciso lembrar a perda do prestígio do PT (que contrasta com a popularidade irrestrita de Lula), em função dos vários escândalos em que o partido se envolveu. A classe média, notadamente, que além do acesso às notícias possui capacidade de análise, ressente-se da pesada carga tributária e sabe que está financiando uma política de paternalismo dirigida aos mais pobres, associada a vantagens concedidas aos setores bancário e industrial, os maiores beneficiários da política econômica do governo. 

A tentativa de recuperar a bandeira ética faz com que o PT mobilize a militância, servindo-se do conflito do Oriente Médio para restaurar a imagem de partido de esquerda, anti-americano e anti-capitalista. A finalidade é estancar a erosão diária ligada ao exercício do poder, com as habituais manifestações de acomodação, politicagem, favoritismo, clientelismo e corrupção


Ninguém melhor do que o estado judeu para encarnar os demônios da “agressão imperialista”, do “massacre da população indefesa”, do “genocídio”, papel que a aliança com os Estados Unidos torna ainda mais plausível e conveniente segundo a ótica progressista. O PT afivela assim a máscara da ética, de defensor dos oprimidos, de portavoz dos injustiçados, de corajoso representante do povo palestino... Não é improvável que a demonização de Israel se alimente também de arcaicas raízes anti-semitas presentes no “inconsciente coletivo” popular, que a prática tradicional da malhação do Judas no sábado de aleluia pode ilustrar. 

Evidentemente, esse mesmo PT nunca protestou contra o bombardeio de cidades israelenses, nem contra atentados terroristas (em Israel, em Mumbai, em Madrid, em Londres, em Nova York, etc), nem contra a opressão do povo árabe em geral (não há país árabe e/ou muçulmano que não seja governado por uma ditadura a única exceção, o Líbano, está em vias de perder essa condição, graças à Síria e ao Irã).

Muito menos protestou contra o genocídio de Darfur (300 mil mortos, 2 milhões de deslocados, visto que é praticado por um regime islâmico), nem contra a invasão do Tibet pela China, nem contra a repressão do povo birmanês pelo regime militar que governa Mianmar (apoiado pela China). Os exemplos poderiam ser multiplicados.


Mas quando aparece a possibilidade de demonizar Israel, o PT desperta de seu torpor diante das contínuas violações aos direitos humanos e se torna subitamente sensível ao sofrimento do povo palestino, cuja opressão brutal por parte das ditaduras do Hamas e do Fatah jamais havia suscitado qualquer crítica dos companheiros... 

Adendo e informação importante do nosso leitor, Samuel Groissman: Chama a atenção os comentários dos internautas que se vê a partir de um link no final da nota do PT. Tem gente dizendo declaradamente que judeu não presta. E eu tentei enviar um comentário e vi que assim como o meu, todos os comentários têm que passar por aprovação. Ou seja, todo anti-semitismo nos comentários dos internautas é aprovado pelo PT, mesmo os que tem conteúdo anti-semita.

Para ler a nota, e (tentar) postar seu comentário, clique 
aqui.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".