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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Justiça para o coronel Plazas
MÍDIA SEM MÁSCARA
O escritor e jornalista colombo-francês, Eduardo Mackenzie, tem sido um dos mais aguerridos defensores do coronel do Exército Colombiano, Luis Alfonso Plazas Vega, tendo escrito inúmeros artigos provando sua inocência e a ilegalidade da condenação de 30 anos de cárcere que lhe foi imposta por uma Justiça corrompida e infiltrada. Hoje ele criou mais um site em defesa do Coronel Plazas que pode ser visitado através deste link: https://sites.google.com/site/justiciaparaelcoronelplazas/Home. O que segue abaixo é a tradução da apresentação do site. G. S.
A razão de ser desta página
EDUARDO MACKENZIE | 22 DEZEMBRO 2010
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA
Nota da tradutora:
O escritor e jornalista colombo-francês, Eduardo Mackenzie, tem sido um dos mais aguerridos defensores do coronel do Exército Colombiano, Luis Alfonso Plazas Vega, tendo escrito inúmeros artigos provando sua inocência e a ilegalidade da condenação de 30 anos de cárcere que lhe foi imposta por uma Justiça corrompida e infiltrada. Hoje ele criou mais um site em defesa do Coronel Plazas que pode ser visitado através deste link: https://sites.google.com/site/justiciaparaelcoronelplazas/Home. O que segue abaixo é a tradução da apresentação do site. G. S.
A razão de ser desta página
O coronel colombiano Luis Alfonso Plazas Vega, um heróico militar que, cumprindo ordens de seus superiores e do Presidente da República da Colômbia, Belisario Betancur, irrompeu com seus homens no Palácio da Justiça de Bogotá, em 6 de novembro de 1985, e libertou cerca de 260 reféns que estavam ali nas mãos de um comando do M-19, uma organização terrorista de extrema esquerda que havia atacado e tomado por assalto esse edifício nesse dia, assassinando os guardas civis do edifício e convertendo em reféns mais de 300 pessoas que se encontravam dentro, inclusive os magistrados da Corte Suprema de Justiça e do Conselho de Estado, e os empregados dessas duas instituições.
A batalha do Palácio da Justiça durou 28 horas. Ao cabo de dois dias de combate, e vendo-se perdidos, os comandos do M-19 assassinaram vários de seus reféns: onze magistrados, quatro magistrados auxiliares, dezesseis auxiliares de magistrado, dois advogados, sete empregados, dois visitantes. Na ação contra os terroristas morreram onze militares e policiais, e um transeunte que se encontrava na rua.
No momento de entrar no Palácio, os assaltantes mataram dois vigilantes civis, Gerardo Díaz Arbeláez e Eulogio Blanco, ambos empregados da empresa Cobaseg, entidade contratada pelo judiciário para vigiar o Palácio em substituição à Polícia. A vigilância policial havia sido retirada dias antes por petição do Presidente da Corte Suprema de Justiça, Alfonso Reyes Echandía: ele estimava "exagerada" a "militarização" do Palácio. Esse detalhe foi provado durante o processo que se adiantou posteriormente contra os membros da Polícia, o Coronel Pedro Herrera Miranda e o Coronel Arbeláez.
Quatro dos magistrados mortos, os pertencentes à sala constitucional, a saber, Alfonso Patiño Roselli, Carlos Medellín Forero, Manuel Gaona Cruz e Ricardo Medina Moyano, estavam condenados à morte pelo M-19 desde quando foi planejado o assalto. Esses magistrados iam definir, em 6 de novembro de 1985, as demandas de inexeqüibilidade da lei de extradição de narco-traficantes aos Estados Unidos. O Tratado de Extradição havia sido ratificado pelos Congressos dos dois países, e na Colômbia essa ratificação havia sido formalizada na Lei 27 de 1980. Só faltava a resposta do poder judiciário sobre a constitucionalidade dessa lei. Havia três demandas em curso e as três iam ser sancionadas contra os demandantes, quer dizer, ia-se ratificar a vigência da extradição. Dias antes os narco-traficantes, ferozes opositores da extradição, se inteiraram disso e patrocinaram o assalto.
Nesse dia, na sessão das quatro da tarde ia-se produzir a sentença contra as três demandas. Os quatro magistrados citados figuravam nos planos do M-19 como "reféns fundamentais". Durante o primeiro dia do assalto, o chefe do assalto, Luis Otero Cifuentes, assassinou o presidente da Corte Suprema de Justiça, Alfonso Reyes Echandía. Por isso o corpo deste ficou carbonizado. Otero o matou ao final de uma violenta discussão por telefone contra o Presidente Betancur, porque este não queria dialogar com ele. Essa discussão foi transmitida por todas as rádio-emissoras de Bogotá. É possível que Luis Otero tenha saído vivo do Palácio. Alguns pensam que ele está fora da Colômbia. O resto dos magistrados foram usados como escudos humanos e foram ultimados pelos atacantes em um ato de desespero, quando se viram perdidos.
Não se sabe ainda quantos foram, exatamente, os terroristas que participaram desse ataque. Em princípio, estima-se que vinte e nove terroristas perderam a vida no assalto. Deles, 14 não foram identificados, devido ao avançado estado de carbonização desses corpos quando foram achados. Clara Helena Enciso Hernández, uma das guerrilheiras assaltantes, escapou do edifício e conseguiu fugir da Colômbia. Três anos depois dois jornalistas a entrevistaram no México.
Segundo os dados conhecidos até agora, ingressaram no Palácio 35 guerrilheiros. Deles, quatro fugiram com vida (Clara Helena Enciso, Luis Otero Cifuentes, Ariel Carvajalino e Rafael Jaime Navarro Wolf). Outra guerrilheira, Irma Franco, está desaparecida desde então. Rumora-se que foi assassinada por organismos de segurança do Estado, porém a prova disso ainda não foi estabelecida judicialmente. Ariel Carvajalino foi dado baixa pela Polícia um ano depois. Esse homem pode ter estado envolvido no assassinato posterior do Sr. Guillermo Cano, diretor e fundador do diário El Espectador de Bogotá. Carvajalino era irmão de um dirigente das FARC, de cognome Andrés Paris.
Outros dez magistrados e magistrados auxiliares, oito empregados, 26 militares, cinco policiais e quatro civis, foram feridos durante os fatos do Palácio da Justiça.
Outros dez magistrados e magistrados auxiliares, oito empregados, 26 militares, cinco policiais e quatro civis, foram feridos durante os fatos do Palácio da Justiça.
O coronel Plazas Vega é hoje objeto de um processo judicial absurdo que suscita ampla reprovação na Colômbia. O general Jesús Armando Arias Cabrales, que foi Comandante da Operação, também está sendo julgado pelos fatos do Palácio da Justiça. Como o coronel Plazas, ele está doente e recluso em uma prisão militar. O coronel Edilberto Sánchez Rubiano, chefe de Inteligência da seção B2 da XIII Brigada, também está sendo julgado. Todos eles foram acusados de "desaparecimentos forçados", apesar de que uma das "desaparecidas", Clara Helena Enciso, foi abordada por jornalistas colombianos no estrangeiro.
Em troca, nenhum dos indivíduos que fazia parte da direção do M-19 no momento em que este decidiu atacar o Palácio da Justiça, e nenhum dos que faziam parte dessa direção no momento do ataque, foi julgado até hoje por tais fatos. Os jornalistas que entrevistaram Clara Helena Enciso não foram chamados para depor.
A principal investigação dos fatos do Palácio da Justiça foi concluída em 31 de maio de 1986 com um Informe do Tribunal Especial de Instrução de Bogotá. Este diz que "os integrantes do M-19 são os únicos e exclusivos responsáveis pelo ataque e ocupação do Palácio da Justiça".
Três sentenças posteriores declaram os assaltantes do M-19 como responsáveis pela morte dos reféns antes citados, em particular dos empregados da cafeteria, seqüestrados em seu local de trabalho pelo grupo assaltante antes que os militares ingressassem no Palácio. Essas sentenças são: a do juiz Uriel Amaya, de 31 de janeiro de 1989, a da juíza Flor Alba Díaz, de 24 de outubro de 1989 e da juíza Clemencia García Useche, de 15 de maio de 1992.
Em que pese isso, vinte anos depois dos fatos, em 2007, advogados ativistas, representando interesses obscuros, conseguiram fazer reabrir a investigação e acusaram o coronel Alfonso Plazas, sem acrescentar prova alguma, de haver cometido os delitos de "seqüestro agravado" e "desaparecimento forçado", delitos que não foram cometidos e que não existiam sequer na lei colombiana quando o Palácio da Justiça foi assaltado pelo M-19.
Apesar disso, em 16 de julho de 2007, o coronel Plazas foi detido em uma dependência militar, por ordem da juíza María Stella Jara.
Após uma investigação defeituosa e incompleta, salpicada de irregularidades, pois a instrução e a juíza utilizaram testemunhas falsas contra o acusado, como pôde demonstrar o advogado da defesa, o coronel Plazas foi condenado, em primeira instância, pela juíza María Stella Jara, a 30 anos de prisão, em 9 de junho de 2010. O advogado defensor interpôs o recurso de apelação. A Procuradoria Geral da Nação, que antes dessa sentença havia pedido a absolvição do coronel Plazas, também interpôs um recurso de apelação contra a sentença.
Com efeito, em 17 de setembro de 2009, o Procurador Geral da Nação, Alejandro Ordoñez Maldonado, por intermédio do procurador 19 judicial penal, Jesús Villabona Barajas, pediu a absolvição do coronel Plazas Vega já que "frente ao caso (dos supostos desaparecidos)não há prova que credite que o coronel Plazas tinha ingerência sobre esse assunto".
Na acusação contra o coronel Plazas, a fiscal Ángela María Buitrago, primeiro, e a juíza María Stella Jara, depois, fizeram a seguinte pirueta: estimaram no começo que o coronel Plazas havia cometido o delito de "seqüestro agravado" (que havia seqüestrado as pessoas aparentemente desaparecidas que trabalhavam na cafeteria do Palácio), e estimaram que esse delito havia sido "permanente" até quando entrou em vigor a lei 599 de 2000, que criou o delito de "desaparecimento forçado". A partir desse momento, o delito que a fiscal reprovava no coronel Plazas passou a ser, para ela, o de "desaparecimento forçado". Com isso, a fiscal violou o princípio de legalidade que estabelece que ninguém pode ser condenado por uma ação ou uma omissão que, no momento em que foi cometida não constituía uma infração ou um delito.
Na acusação contra o coronel Plazas, a fiscal Ángela María Buitrago, primeiro, e a juíza María Stella Jara, depois, fizeram a seguinte pirueta: estimaram no começo que o coronel Plazas havia cometido o delito de "seqüestro agravado" (que havia seqüestrado as pessoas aparentemente desaparecidas que trabalhavam na cafeteria do Palácio), e estimaram que esse delito havia sido "permanente" até quando entrou em vigor a lei 599 de 2000, que criou o delito de "desaparecimento forçado". A partir desse momento, o delito que a fiscal reprovava no coronel Plazas passou a ser, para ela, o de "desaparecimento forçado". Com isso, a fiscal violou o princípio de legalidade que estabelece que ninguém pode ser condenado por uma ação ou uma omissão que, no momento em que foi cometida não constituía uma infração ou um delito.
Se o primeiro delito imputado não existiu, como a juíza pôde estabelecer uma pretendida continuidade com o segundo, quando este tampouco existiu e quando nem a juíza, nem a fiscal puderam prová-lo?
A juíza María Stella Jara, por outro lado, fez o seguinte: como não podia condenar o coronel Plazas por seqüestro, porque não havia prova alguma de que ele tivesse seqüestrado alguém, decidiu, na sentença, retirar essa imputação e condená-lo por "desaparecimento forçado", delito tampouco provado e inexistente em 1985. Esse delito, "desaparecimento forçado", havia sido imputado ao coronel como uma continuidade do primeiro.
Ao fazer isso, a juíza violou o princípio de congruência, contemplado na Lei 600 de 2000. Esta lei diz que a sentença deve guardar harmonia com a resolução de acusação ou ata de formulação de denúncias, nos aspectos pessoal, fático e jurídico. Quer dizer, que deve haver correspondência entre a qualificação jurídica dada aos fatos na acusação e na consignada na sentença. Uma jurisprudência recente da Corte Suprema de Justiça da Colômbia (de março de 2010), pretende se distanciar desse princípio universal de Direito e estabelecer que "o juiz pode condenar por uma conduta punível diferente da imputada no documento de denúncias, sempre e quando não agrave a situação do processado com uma pena maior".
A juíza Jara invocou essa questionável variante jurisprudencial colombiana para poder fazer sua pirueta ilegal, pois passou por cima, uma vez mais, da condição exigida por essa jurisprudência: que tal mudança "não agrave a situação do processado com uma pena maior". Com efeito, a juíza Jara fez essa mudança em vista de que a fiscal, autora da instrução, não pôde sequer provar que o coronel havia sido autor de um "desaparecimento forçado". A fiscal Buitrago tampouco pôde provar que o coronel Plazas havia sido "co-autor próprio" de um "desaparecimento forçado". Por isso, no final, a fiscal não pôde senão qualificá-lo de "co-autor impróprio", sem ter conseguido sequer provar essa "co-autoria imprópria", o que lhe teria dado, necessariamente, uma pena muito inferior.
A juíza rechaçou essa qualificação e lhe deu outra, a de "autor mediato" (quer dizer, autor distante) e agravou sua situação ao condená-lo a 30 anos de prisão.
Em sua sentença, a juíza não diz que o coronel tenha cometido pessoalmente o delito de "desaparecimento forçado". Ela pretende que o coronel Plazas seja responsável por esse crime porque ele fazia parte de uma "estrutura ou aparato de poder organizado". Ao catalogar a Escola de Cavalaria e o Exército colombiano como uma "estrutura ou aparato de poder organizado" ou, pior, como um "entramado à margem da lei" (páginas 252), a juíza Jara se colocou fora do sistema jurídico colombiano, o qual não define nem concebe dessa maneira o Exército da Colômbia. Para fazer sua cabriola ilegal, a juíza apelou para a questionável e questionada teoria de um jurista alemão, Claus Roxim.
Esta teoria não foi incorporada ao direito positivo penal colombiano.
Porém, a juíza Jara acorreu a essa teoria para poder "situar", como ela diz na sentença, o acusado ante uma conduta potencialmente punível, em vista de sua própria incapacidade para inculpá-lo por haver cometido um verdadeiro delito.
A juíza Jara funda sua acusação em um fato: o coronel Plazas dava ordens durante a operação no Palácio e acompanhou um refém no momento de sair do Palácio e o acompanhou até a Casa do Floreiro, museu vizinho ao Palácio da Justiça onde os militares haviam instalado seu centro de comando provisório. Como nada disso é punível, ela deduz abusivamente que o coronel deu ordens para "desaparecer" algumas pessoas. O problema é que dentre o abundante material de testemunhos de civis e militares que ela recolheu, não existe um só testemunho que diga que alguém ouviu o acusado dar a ordem de torturar, ou assassinar ou "desaparecer" alguém.
O único testemunho que pretende ir nesse sentido é o de um tal Edgar Villamizar Espinel, testemunho que resultou falso pois foi dado por alguém cuja verdadeira identidade continua sendo um mistério. A defesa pôde provar que Villamizar não esteve nos fatos do Palácio da Justiça, pois estava em outra cidade, e que seu testemunho nunca foi prestado ante o tribunal. De fato, o senhor Villamizar nunca se apresentou ao tribunal para depor.
Apelando para a teoria de Roxim sobre o autor mediato e do "homem por trás", a juíza diz em sua sentença (página 282): "Embora não se tenha acreditado que o ajuizado levou a cabo pessoalmente a ação descrita no tipo penal, definitivamente pode-se inferir que teve o domínio do fato através da força que comandava, o que lhe assegurou a consumação do(fato) punível através da degradabilidade dos executores responsáveis, os quais resultaram ser peças essenciais de uma engrenagem completa dirigida ao crime".
Em outras palavras, a juíza não conseguiu estabelecer que o inculpado realizou o crime que ela lhe reprova. Esta diz que outras pessoas executaram esse crime. São os chamados "executores".
Até o dia de hoje nem a instrução, nem a juíza Jara, nem a Justiça colombiana puderam estabelecer quem são os "executores responsáveis" do suposto "desaparecimento" das onze pessoas que tratam de atribuir ao coronel Plazas, pois ninguém foi condenado por isso.
Se algumas pessoas foram "desaparecidas", a juíza deve estabelecer quem as "desapareceu", como e por quê. Porém, a investigação não conseguiu estabelecer nada disso.
Nessas circunstâncias, como pode-se dizer que o inculpado "teve o domínio" de alguns fatos? Quais fatos? Esses fatos não foram estabelecidos ainda, pois desses "fatos" não se sabe nada: nem como, nem por quê essas pessoas foram "desaparecidas". E, o mais importante: não se sabe quem ou quais os "desapareceram". Qual foi então o fato ou a operação que o inculpado "dominou"?
Se a juíza não sabe quais foram os "executores responsáveis", como pode falar de uma "engrenagem completa dirigida ao crime"?
Em sua impotência, a juíza optou por lançar mão de uma teoria trazida dos cabelos que consiste em dizer que pode-se atribuir responsabilidade penal a uma pessoa que não cometeu um delito penal. A cômoda teoria, que pode servir para tudo, sobretudo para cometer os piores abusos judiciais, como no caso do coronel Plazas, diz que uma pessoa pode ser condenada como responsável por um crime pelo fato de ter feito parte da "estrutura organizada de poder".
Essa noção não existe no direito positivo colombiano. É um desenvolvimento recente e questionável que não é aplicado pelos países democráticos por seus graves inconvenientes. Essa teoria pretende que se possa imputar a "autoria mediata" de um crime a uma pessoa que não cometeu o crime ou que não interveio diretamente na execução do crime, mas que"dominava a realização do crime servindo-se de um aparato de poder".
Na sentença não se encontra nem a confissão do acusado, nem a prova irrefutável de que ele tenha cometido o delito que lhe reprova a juíza. Onde está a prova material irrefutável de que ele ordenou, ou de que ele realizou pessoalmente, ou "controlou" a "operação" do "desaparecimento forçado agravado" de algumas pessoas? Em nenhum lugar.
Na sentença de 302 páginas não há o menor rastro de uma prova nesse sentido. Só há amálgamas, conjeturas e especulações duvidosas do advogado da parte civil, as quais são acolhidas pela juíza. Ela aceita como provas, e finca sua decisão final, sobre testemunhos espúrios, repudiados pelo Ministério Público e pela defesa.
Não há tampouco indícios sérios, repetidos e concordantes, contra o acusado. O que há certamente são elucubrações e teorias jurídicas insólitas.
Esse processo não buscava a verdade judicial. Buscava demonstrar uma tese e destruir física e moralmente o acusado. Nunca houve ali eqüidade nem garantias para a defesa. A instrução não conseguiu provar que Plazas Vega tivesse algo a ver com os chamados "desaparecidos" do Palácio da Justiça. Por isso, a Procuradoria Geral da Nação e a defesa do coronel Plazas pediram que o acusado fosse absolvido.
A fiscal e a juíza negaram-se a interrogar e investigar os ex-membros anistiados do M-10, os quais detêm, provavelmente, muitas verdades acerca do horrível crime que o M-19 cometeu no Palácio da Justiça. O interesse da juíza e da fiscal para saber quem é o verdadeiro responsável dessa tragédia é muito curioso.
Elas não podiam encontrar nada, pois se afastaram da única investigação séria que se fez desse triste episódio: a do Tribunal de Instrução, o qual assinou seu excelente informe em 31 de maio de 1986. Realizada por dois eminentes magistrados, Jaime Serrano Rueda e Carlos Upegui Zapata, com a ajuda de dez juízes de instrução, essa investigação sustém que não houve desaparecidos no Palácio da Justiça, que "os chamados desaparecidos pereceram no incêndio" desatado pelo M-19, que essas vítimas do terrorismo "foram consideradas desaparecidas porque seus cadáveres não foram identificados", pois seus restos foram encontrados em um alto grau de carbonização que impediu toda identificação nesses meses e nos anos seguintes.
Esse informe reitera que "existe um grupo de cadáveres que necessariamente corresponde aos desaparecidos". O informe conclui isto: "O Tribunal considera que existe prova suficiente no sumário para concluir que tais pessoas faleceram no quarto andar para onde foram conduzidos como reféns (pelo M-19) nos primeiros momentos dos acontecimentos".
A investigação do Ministério Público afastou-se desse enfoque por motivos ideológicos, pois queria provar o contrário: que os militares eram os culpados dessa tragédia e não os assaltantes. Dá a impressão de que as operadoras judiciais citadas só queriam, com esse processo, golpear os militares, o chamado "inimigo de classe", os defensores do Estado e do governo legítimo.
Em sua sentença, a juíza Jara chega até ao extremo de pôr em dúvida o sentimento heróico dos militares e policiais que intervieram e deram sua vida no Palácio para libertar os reféns e derrotar o assalto terrorista, ao falar do "provável interesse de salvaguardar a democracia"(página 263). Isso mostra que a juíza Jara fez uma leitura política dos fatos que constituem esse processo. Ela não fez um julgamento imparcial e exclusivamente jurídico.
Esse tom político repete-se em outras seções de sua longa sentença. Como quando ela apresenta, por exemplo, como uma acusação contra o inculpado, suas declarações à imprensa (página 260) durante os fatos do Palácio da Justiça, como se falar na defesa da democracia ante o descomunal ataque terrorista tivesse constituído um delito.
A evocação da "Solução Final" e do caso Eichmann na sentença do coronel Alfonso Plazas Vega (página 247), mostra um gravíssimo a priori ideológico, uma atitude militante e não imparcial da juíza. Ela considera de alguma maneira que a ação do coronel Plazas em defesa do Palácio da Justiça, assaltado de maneira sangrenta por terroristas marxistas, e em defesa de um regime democrático e eleito pelo povo em eleições livres, é da mesma natureza que os crimes contra a humanidade cometidos pelo regime nazista de Adolf Hitler.
Três fatos estranhíssimos ocorreram depois da proclamação da absurda sentença contra o coronel Plazas: a juíza María Stella Jara foi premiada com uma viagem de estudos à Alemanha, de dois ou mais anos. A fiscal Ángela María Buitrago, pelo contrário, foi destituída por ordem do Fiscal Geral da Nação, por faltas profissionais cometidas durante o desempenho de seu cargo. O Fiscal Geral não disse se as ilegalidades cometidas por ela na instrução do caso do coronel Plazas haviam sido levadas em conta por ele ao tomar essa decisão.
Finalmente, em 17 de agosto de 2010, dois jornalistas, Ricardo Puentes Melo e Claudia Morales, descobriram que René Guarín Cortés, parte civil pelo suposto desaparecimento de sua irmã Cristina Guarín Cortés, e o principal acusador do coronel Plazas, era um terrorista e seqüestrador membro do M-19. O pedigri de Guarín havia sido revelado pela imprensa de Bogotá em 1988, porém o país havia esquecido. E a fiscal Buitrago, que devia investigar tudo o que fosse relacionado com o processo, também havia passado ao largo dos antecedentes do histérico agitador, que contribuía com testemunhos falsos contra o coronel Plazas e organizava mítines em frente ao tribunal para insultar e provocar o citado militar na saída das audiências.
Guarín participou, em maio de 1988, com armas na mão, do seqüestro do publicitário Jorge Valencia Ángel. Este escapou da triste sorte que lhe preparava o M-19, graças à valorosa ação da Polícia.
Nada impede agora de pensar que Guarín operou fraudulentamente no processo do coronel Plazas. É claro que ele tratou de influir e desviar a sentença por ódios políticos, guiado por sua sede de vingança, algo que ele ocultou durante a instrução.
René Guarín havia viajado à Europa e, com ajuda de um ONG belga, filmou Ricardo Gámez Mazuera, uma falsa testemunha do processo, para que lançasse sua acusação contra Plazas. Guarín entregou em 2006 esse falso testemunho à fiscal Buitrago e esta o aceitou, apesar de que Gámez recusou-se a ratificar seu depoimento ante o consulado da Colômbia em Bruxelas, como exigiu o Ministério Público.
Entretanto, uma cópia desse falso testemunho foi parar mais tarde em uma revista bogotana. No dia seguinte, a agência Colprensa e a AFP difundiram a mentira, sem verificar nada. Em seguida, em 9 de abril de 2007, os jornais de Bogotá, Cali, Cartagena, Barranquilla, Manizales e Pereira, relançaram a mentira. Essa operação de desinformação foi determinante para o êxito da montagem contra os militares julgados pelo ocorrido no Palácio da Justiça.
Depois de haver repartido o caos e a morte no Palácio da Justiça, em 6 e 7 de novembro de 1985, o M-19 organizou o caos e a mentira no processo que conseguiu instaurar injustamente contra os militares que salvaram os reféns do Palácio da Justiça e preservaram a continuidade das instituições democráticas da Colômbia. Todavia, são os militares, e não os terroristas, os acusados e os condenados nesse processo, o mais escandaloso da história da justiça colombiana.
Esta página web é dedicada a reunir a mais ampla informação e documentação sobre o processo do coronel Alfonso Plazas Vega e sobre as circunstâncias de sua injusta condenação. Esta página denuncia igualmente os métodos ilegais que os instrutores e juízes do caso do coronel Plazas Vega utilizaram para tratar de levar adiante uma obscura empresa de represália e de destruição contra um militar que merece, ao contrário, a solidariedade e o respeito de seus concidadãos.
Nota do editor: Visite também o site http://www.freeplazasvega.org/
Tradução: Graça Salgueiro
Se a juíza não sabe quais foram os "executores responsáveis", como pode falar de uma "engrenagem completa dirigida ao crime"?
Em sua impotência, a juíza optou por lançar mão de uma teoria trazida dos cabelos que consiste em dizer que pode-se atribuir responsabilidade penal a uma pessoa que não cometeu um delito penal. A cômoda teoria, que pode servir para tudo, sobretudo para cometer os piores abusos judiciais, como no caso do coronel Plazas, diz que uma pessoa pode ser condenada como responsável por um crime pelo fato de ter feito parte da "estrutura organizada de poder".
Essa noção não existe no direito positivo colombiano. É um desenvolvimento recente e questionável que não é aplicado pelos países democráticos por seus graves inconvenientes. Essa teoria pretende que se possa imputar a "autoria mediata" de um crime a uma pessoa que não cometeu o crime ou que não interveio diretamente na execução do crime, mas que"dominava a realização do crime servindo-se de um aparato de poder".
Na sentença não se encontra nem a confissão do acusado, nem a prova irrefutável de que ele tenha cometido o delito que lhe reprova a juíza. Onde está a prova material irrefutável de que ele ordenou, ou de que ele realizou pessoalmente, ou "controlou" a "operação" do "desaparecimento forçado agravado" de algumas pessoas? Em nenhum lugar.
Na sentença de 302 páginas não há o menor rastro de uma prova nesse sentido. Só há amálgamas, conjeturas e especulações duvidosas do advogado da parte civil, as quais são acolhidas pela juíza. Ela aceita como provas, e finca sua decisão final, sobre testemunhos espúrios, repudiados pelo Ministério Público e pela defesa.
Não há tampouco indícios sérios, repetidos e concordantes, contra o acusado. O que há certamente são elucubrações e teorias jurídicas insólitas.
Esse processo não buscava a verdade judicial. Buscava demonstrar uma tese e destruir física e moralmente o acusado. Nunca houve ali eqüidade nem garantias para a defesa. A instrução não conseguiu provar que Plazas Vega tivesse algo a ver com os chamados "desaparecidos" do Palácio da Justiça. Por isso, a Procuradoria Geral da Nação e a defesa do coronel Plazas pediram que o acusado fosse absolvido.
A fiscal e a juíza negaram-se a interrogar e investigar os ex-membros anistiados do M-10, os quais detêm, provavelmente, muitas verdades acerca do horrível crime que o M-19 cometeu no Palácio da Justiça. O interesse da juíza e da fiscal para saber quem é o verdadeiro responsável dessa tragédia é muito curioso.
Elas não podiam encontrar nada, pois se afastaram da única investigação séria que se fez desse triste episódio: a do Tribunal de Instrução, o qual assinou seu excelente informe em 31 de maio de 1986. Realizada por dois eminentes magistrados, Jaime Serrano Rueda e Carlos Upegui Zapata, com a ajuda de dez juízes de instrução, essa investigação sustém que não houve desaparecidos no Palácio da Justiça, que "os chamados desaparecidos pereceram no incêndio" desatado pelo M-19, que essas vítimas do terrorismo "foram consideradas desaparecidas porque seus cadáveres não foram identificados", pois seus restos foram encontrados em um alto grau de carbonização que impediu toda identificação nesses meses e nos anos seguintes.
Esse informe reitera que "existe um grupo de cadáveres que necessariamente corresponde aos desaparecidos". O informe conclui isto: "O Tribunal considera que existe prova suficiente no sumário para concluir que tais pessoas faleceram no quarto andar para onde foram conduzidos como reféns (pelo M-19) nos primeiros momentos dos acontecimentos".
A investigação do Ministério Público afastou-se desse enfoque por motivos ideológicos, pois queria provar o contrário: que os militares eram os culpados dessa tragédia e não os assaltantes. Dá a impressão de que as operadoras judiciais citadas só queriam, com esse processo, golpear os militares, o chamado "inimigo de classe", os defensores do Estado e do governo legítimo.
Em sua sentença, a juíza Jara chega até ao extremo de pôr em dúvida o sentimento heróico dos militares e policiais que intervieram e deram sua vida no Palácio para libertar os reféns e derrotar o assalto terrorista, ao falar do "provável interesse de salvaguardar a democracia"(página 263). Isso mostra que a juíza Jara fez uma leitura política dos fatos que constituem esse processo. Ela não fez um julgamento imparcial e exclusivamente jurídico.
Esse tom político repete-se em outras seções de sua longa sentença. Como quando ela apresenta, por exemplo, como uma acusação contra o inculpado, suas declarações à imprensa (página 260) durante os fatos do Palácio da Justiça, como se falar na defesa da democracia ante o descomunal ataque terrorista tivesse constituído um delito.
A evocação da "Solução Final" e do caso Eichmann na sentença do coronel Alfonso Plazas Vega (página 247), mostra um gravíssimo a priori ideológico, uma atitude militante e não imparcial da juíza. Ela considera de alguma maneira que a ação do coronel Plazas em defesa do Palácio da Justiça, assaltado de maneira sangrenta por terroristas marxistas, e em defesa de um regime democrático e eleito pelo povo em eleições livres, é da mesma natureza que os crimes contra a humanidade cometidos pelo regime nazista de Adolf Hitler.
Três fatos estranhíssimos ocorreram depois da proclamação da absurda sentença contra o coronel Plazas: a juíza María Stella Jara foi premiada com uma viagem de estudos à Alemanha, de dois ou mais anos. A fiscal Ángela María Buitrago, pelo contrário, foi destituída por ordem do Fiscal Geral da Nação, por faltas profissionais cometidas durante o desempenho de seu cargo. O Fiscal Geral não disse se as ilegalidades cometidas por ela na instrução do caso do coronel Plazas haviam sido levadas em conta por ele ao tomar essa decisão.
Finalmente, em 17 de agosto de 2010, dois jornalistas, Ricardo Puentes Melo e Claudia Morales, descobriram que René Guarín Cortés, parte civil pelo suposto desaparecimento de sua irmã Cristina Guarín Cortés, e o principal acusador do coronel Plazas, era um terrorista e seqüestrador membro do M-19. O pedigri de Guarín havia sido revelado pela imprensa de Bogotá em 1988, porém o país havia esquecido. E a fiscal Buitrago, que devia investigar tudo o que fosse relacionado com o processo, também havia passado ao largo dos antecedentes do histérico agitador, que contribuía com testemunhos falsos contra o coronel Plazas e organizava mítines em frente ao tribunal para insultar e provocar o citado militar na saída das audiências.
Guarín participou, em maio de 1988, com armas na mão, do seqüestro do publicitário Jorge Valencia Ángel. Este escapou da triste sorte que lhe preparava o M-19, graças à valorosa ação da Polícia.
Nada impede agora de pensar que Guarín operou fraudulentamente no processo do coronel Plazas. É claro que ele tratou de influir e desviar a sentença por ódios políticos, guiado por sua sede de vingança, algo que ele ocultou durante a instrução.
René Guarín havia viajado à Europa e, com ajuda de um ONG belga, filmou Ricardo Gámez Mazuera, uma falsa testemunha do processo, para que lançasse sua acusação contra Plazas. Guarín entregou em 2006 esse falso testemunho à fiscal Buitrago e esta o aceitou, apesar de que Gámez recusou-se a ratificar seu depoimento ante o consulado da Colômbia em Bruxelas, como exigiu o Ministério Público.
Entretanto, uma cópia desse falso testemunho foi parar mais tarde em uma revista bogotana. No dia seguinte, a agência Colprensa e a AFP difundiram a mentira, sem verificar nada. Em seguida, em 9 de abril de 2007, os jornais de Bogotá, Cali, Cartagena, Barranquilla, Manizales e Pereira, relançaram a mentira. Essa operação de desinformação foi determinante para o êxito da montagem contra os militares julgados pelo ocorrido no Palácio da Justiça.
Depois de haver repartido o caos e a morte no Palácio da Justiça, em 6 e 7 de novembro de 1985, o M-19 organizou o caos e a mentira no processo que conseguiu instaurar injustamente contra os militares que salvaram os reféns do Palácio da Justiça e preservaram a continuidade das instituições democráticas da Colômbia. Todavia, são os militares, e não os terroristas, os acusados e os condenados nesse processo, o mais escandaloso da história da justiça colombiana.
Esta página web é dedicada a reunir a mais ampla informação e documentação sobre o processo do coronel Alfonso Plazas Vega e sobre as circunstâncias de sua injusta condenação. Esta página denuncia igualmente os métodos ilegais que os instrutores e juízes do caso do coronel Plazas Vega utilizaram para tratar de levar adiante uma obscura empresa de represália e de destruição contra um militar que merece, ao contrário, a solidariedade e o respeito de seus concidadãos.
Nota do editor: Visite também o site http://www.freeplazasvega.org/
Tradução: Graça Salgueiro
A superioridade dos piores
MÍDIA SEM MÁSCARA
Praticamente não há manobra política, tática ou estratégica, que não tenha surgido antes como artifício literário.
OLAVO DE CARVALHO | 22 DEZEMBRO 2010
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
Praticamente não há manobra política, tática ou estratégica, que não tenha surgido antes como artifício literário.
Já citei várias vezes a máxima de Hugo von Hofmannsthal, profundamente verdadeira, de que nada está na política de um país sem estar primeiro na sua literatura. Uma das decorrências dela é que, sem extenso conhecimento da história cultural e literária, o observador só capta, dos fatos políticos, a forma final ostensiva com que aparecem no noticiário do dia, sem nada enxergar das correntes profundas onde se formaram e onde poderiam, em tempo, ter sido modificados.
Praticamente não há manobra política, tática ou estratégica, que não tenha surgido antes como artifício literário. A razão disso é simples: ninguém pode fazer o que primeiro não imaginou, e explorar as possibilidades do imaginário social, tornando-as pensáveis na linguagem comum, é a função precípua dos artistas da palavra.
Na "direita" brasileira, a obsessão da economia, da administração e do marketing leva muitos pretensos "homens práticos" aos erros mais pueris e desastrosos, que poderiam ter sido evitados com um pouco de cultura literária.
Vou dar-lhes um exemplo chocante. Quando hoje em dia vocês vêem terroristas dando lições de moral, narcotraficantes e sequestradores passando pito em senadores e deputados, travestis vestidos de freiras forçando um padre a lhes dar a comunhão, ou o próprio presidente da República enaltecendo os bandidos das Farc como pessoas honestas, que têm todo o direito de ascender ao poder de Estado, vocês ficam naturalmente desorientados - e não sabem como reagir diante de condutas tão cínicas e descaradas, que vão se multiplicando aos olhos de todos, até o ponto de se impor como práticas normais e legítimas.
É um fenômeno que tende a expandir-se ilimitadamente e que só poderá ser detido à custa de uma trabalhosíssima e quase impossível reeducação de toda a sociedade. Mas poderia ter sido estrangulado na origem, se os liberais e conservadores, em lugar de ficar hipnotizados ante os acontecimentos mais vistosos, se dessem o trabalho de ver como essas coisas nascem e se desenvolvem numa discreta penumbra antes de aparecer estrepitosamente nas manchetes.
Essas e outras táticas abjetamente maliciosas, que já se tornaram parte do nosso cenário quotidiano, apareceram, como em geral todos os componentes do que viria a ser a técnica da "espiral do silêncio", no século 18; e, como não poderia deixar de ser, apareceram primeiro como um recurso de técnica literária.
A espiral do silêncio por Olavo de Carvalho
Seu inventor foi Denis Diderot, um gênio perverso da propaganda revolucionária. Para criá-la, ele se apoiou na velha tradição dramatúrgica do "bobo da corte" - o personagem de baixo nível social que, justamente por sua aparência desprezível, desempenha o papel de fiscal da classe dominante, com a permissão e sob a proteção desta última, à qual serve como espelho amplificador onde ela enxerga seus defeitos e fraquezas.
Tanto na dramaturgia quanto, com frequência, na própria realidade histórica, o bobo da corte foi durante séculos uma peça essencial no aparato perceptivo dos governantes, que através dele podiam tomar consciência de seus pontos cegos, evitando embriagar-se em ilusões perigosas e assegurando um domínio mais firme sobre a realidade das situações.
Diderot descobriu que, com pequenas modificações, o bobo poderia tornar-se um instrumento voltado, não à orientação e correção da classe dominante, mas à sua destruição. Bastava, para isso, acrescentar à inferioridade social do personagem alguns traços de perversidade moral genuína, conservando-o, ao mesmo tempo, no seu papel de fiscal e crítico da moralidade do mundo.
No diálogo O Sobrinho de Rameau, (1761) Diderot criou a figura daquilo que viria depois a chamar-se, nos estudos literários, o "heroi abjeto" (leiam o estudo magistral de Michael André Bernstein, Bitter Carnival: Ressentiment And The Abject Hero, Princeton University Press, 1992). É um tipo declaradamente inferior, não só do ponto de vista social como o velho bobo da corte, mas humano e moral. É um vigarista, um criminoso cínico, um sociopata na mais legítima acepção do termo - mas, por isso mesmo, está na posição perfeita para enxergar a sociedade inteira como um tecido de crimes, projetando nela a sua própria torpeza de alma e interpretando tudo pela ótica corrosiva de um discurso de acusação verdadeiramente infernal.
O exemplo frutificou, mas não somente na literatura. Alastrou-se pela retórica política e se tornou um lugar-comum da propaganda revolucionária. Cinco anos após a morte de Diderot, seu personagem já havia se multiplicado em milhares de criminosos de verdade, grandes e pequenos, que, exaltados pela Revolução, subiam aos púlpitos e às cátedras para verberar, do alto da sua incontestada autoridade moral, os pecados da sociedade.
Quando uma idéia literária se consagra como um topos, um lugar comum da retórica política, já é impossível impedir que as pessoas enxerguem a realidade sob a sua ótica deformante. Os fatos, por mais numerosos e evidentes, já nada podem. Digam eles o que disserem, o automatismo do imaginário os reconstruirá à sua maneira, dando-lhes, de novo e de novo, o sentido fictício que se consagrou no topos.
Fora da França, a transmutação do "heroi abjeto" em arma de combate político foi mais lenta, mas nem por isso menos irreversível. Primeiro veio a crença de que os criminosos são vítimas passivas da sociedade, e não autores dos seus próprios atos. Depois, a transfiguração das pretensas vítimas em símbolos dos valores morais genuínos, que a sociedade hipócrita usurpara. Por fim, o símbolo tornou-se realidade: criminosos, prostitutas e psicopatas já não somente "representavam" o melhor da sociedade, mas o carregavam em si como qualidade pessoal concreta.
Quando, desde os anos 50, o proletariado foi excluído da condição de protagonista maior da mutação revolucionária, e a Escola de Frankfurt consagrou em lugar dele os marginais de toda sorte, estava tudo pronto para que o cinismo dos piores se impusesse como encarnação da respeitabilidade máxima, acusando e humilhando a todos e jogando as pessoas de bem na lata de lixo da "espiral do silêncio".
Jim Caviezel chama o aborto de “a maior mácula moral do mundo ocidental”
JULIO SEVERO
22 de dezembro de 2010
22 de dezembro de 2010
James Caviezel
Matthew Cullinan Hoffman
ESPANHA, 20 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O ator James Caviezel, que fez papel de Jesus Cristo no filme “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson, disse numa entrevista recente na Espanha que ele considera o aborto como “a maior mácula moral do mundo ocidental”.
Caviezel estava no país para promover seu filme mais recente “The Stoning of Soraya M.” (O Apedrejamento de Soraya M.), que acabou de ser lançado ali. A publicação Sembrar perguntou a ele: “Em sua opinião, qual é a maior mácula moral do mundo ocidental?”
“O aborto, sem dúvida alguma”, respondeu Caviezel. “Como disse Madre Teresa de Calcutá, ‘o aborto acabará levando o mundo à guerra nuclear’. Quando um homem mata um homem numa situação de guerra, é ruim, muito triste. Atila [o Huno] foi mais longe. Ele disse ‘não só vou matar os homens, mas também as mulheres e crianças’. Ele levantou o padrão para outro nível”.
Contudo, acrescentou Caviezel, “o aborto vai muito mais longe: quando a própria mãe mata seu filho ela está indo contra sua própria natureza, contra seu próprio instinto. As pessoas falam sobre ‘direito de escolher’, mas quando uma mulher faz isso, quando ela destrói a vida de seu filho em gestação, então chegamos ao limite. Não dá para o nível se elevar mais com relação à maldade”.
“Nos Estados Unidos, houve 50 milhões de abortos desde 1973”, disse o ator, comentando que o número é igual ao número total de mortes na 2ª Guerra Mundial, e “um quinto de nossa população”.
“O triângulo demográfico está se invertendo. A base continua diminuindo, até que não haja mais jovens para sustentar a população. Então, o que acontece? A fase seguinte é o tão chamado ‘direito de morrer’, eutanásia”, disse ele.
Caviezel, católico devoto que tem estrelado em numerosos filmes cinematográficos importantes, foi conduzido por suas convicções pró-vida a adotar duas meninas deficientes da China. Seu papel no filme A Paixão de Cristo lhe rendeu aclamações no mundo inteiro.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/actor-jim-caviezel-calls-abortion-the-greatest-moral-defect-of-the-western
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HIPNOSE E TEIMOSIA
VIVERDENOVO
QUARTA-FEIRA, 22 DE DEZEMBRO DE 2010
Por Arlindo Montenegro
As mentiras repetidas à exaustão, acabam sendo cridas, pelos que emprenham pelos ouvidos. O espetáculo em curso parece bem isto: chegou o momento da hipnose coletiva, o "professor" aparece e a luz se torna penumbra. O espaço se enche de silêncio e mistério no cenário escuro insondável.
Ao fundo, quase inaudível a música martela acordes suaves, sonolentos, relaxantes, enquanto o "professor" fala pelos cotovelos balançando uma coisa brilhante, num compasso que prende as vistas e faz com que todos respirem no mesmo ritmo, suave, "você pode fechar os olhos?... você sente o assento e ouve a minha voz..."
Por instantes o distinto público, (exceto uns gatos pingados "resistentes" ao canto das sereias) é conduzido pelo ilusionista ao paraíso de cada possibilidade individual. E na viagem tudo se pode, tudo se realiza como se uma realidade material estivesse presente com as roupas particulares da felicidade de cada um. "Agora vou contar de 10 a zero e você vai acordar... feliz... descansado... 10...9...
Despois dos aplausos, o "professor" continua na cena, agora demonstrando como os hipnotizáveis (mais lerdos e sensíveis) podem assumir poses, personalidades ou mesmo uma rigidez tamanha, que servem de ponte ou de assento para os auxiliares da cena. Também é fácil induzí-los a cheirar alho e identificar o aroma de rosas, como podem comer uma coisa sentindo o gosto de outra... é a parte da palhaçada. Todos gostam de rir. E riem! Aprovam.
Lá num cantinho, um "resitente", um zebregueti que observa para entender o que está acontecendo de fato, uma daquelas pessoas teimosas que querem aprender e perceber todas as faces da mesma realidade, do momento ou da vida, sente uma tristeza incômoda diante daquele "professor" que tem a habilidade de fazer os outros de bobos, de ridicularizar com os ingênuos.
Se um só homem faz isto com centenas de pagantes num teatro, que mais pode fazer? Se a enganação é tão atrativa, quantos incautos podem mergulhar na credulidade ilusória de tudo poder sem o menor esforço? No teatro da vida está exposta a tragicomédia humana, a subjetividade plural patinando sobre o terreno de conceitos difusos – burguesia, imperialismo, oligarquia, liberalismo, esquerda, direita, comunismo, capitalismo.
Em todos e em cada ambiente institucional, os "professores" que ocupam a cena, convertem platéias ao fanatismo militante e crédulo, os "professores mobilizam para o saque, o roubo, o estupro, o assassinato na forma individual criminalizada ou na forma coletiva, dita heróica. A hipnose massiva é administrada pela propaganda que atinge cada lar, escola, igreja, espetáculo que reúne multidões.
O essencial é esquecido diante de tantas, diversas e atrativas coisinhas brilhantes nas mãos do professor e dos seguidores. Os penduricalhos são disbribuidos fartamente, como as miçangas oferecidas aos selvagens ingênuos pelos civilizados colonizadores. O espetáculo não pode parar! A prenhez de idiotice e "opinião" pode ser absorvida agora, com sons, cores, imagens, movimentos e muito barulho.
Os "professores" como os "doutores" que antecederam a nova leva de atores "líderes" iluminados pela propaganda, ocupam cada espaço da cena, induzindo a ação coletiva para todas as permissividades, para tomar tudo quanto apeteça no momento, para usar e descartar sem limites, anunciando aos quatro ventos o "direito humano" de matar por um celular.
Ou matar em série para conservar o poder e fingir a honra, diante do juri que fica sem o testemunho do "corpo morto que não pode ser ressuscitado e trazido, para ser perguntado e crido." E este é o traço natural de uma natureza humana afastada do espírito. Confundida pela distorção da propaganda e retida em currais. Os inconformados prontos para serem abatidos.
Os conformados prontos para o sacrifício das guerras continuadas, honrando símbolos, ideologias, sistemas de governo, direitas ou esquerdas, tudo para manter o controle nas mãos de uns poucos senhores, que determinam onde e quando se pode viver ou morrer. A democracia é a utopia agonizante. O coletivismo ascendente o estupro da natureza. No mais íntimo do ser, de cada ser humano, está preservada, intacta, a semente da esperança.
A teimosa esperança pode ser vista, tocada, protegida, revivida, diante do sorriso de uma criança, ouvindo o canto de um passarinho, cheirando e sentindo o sabor de um fruto maduro, admirando o arbusto coberto de jasmins perfumados alí na esquina ou rindo diante da cadela que amamenta um filhote de gato. A teimosa esperança é persistente e natural como a presença de Deus. A teimosa esperança veste a alva gratidão pela vida.
QUARTA-FEIRA, 22 DE DEZEMBRO DE 2010
Por Arlindo Montenegro
As mentiras repetidas à exaustão, acabam sendo cridas, pelos que emprenham pelos ouvidos. O espetáculo em curso parece bem isto: chegou o momento da hipnose coletiva, o "professor" aparece e a luz se torna penumbra. O espaço se enche de silêncio e mistério no cenário escuro insondável.
Ao fundo, quase inaudível a música martela acordes suaves, sonolentos, relaxantes, enquanto o "professor" fala pelos cotovelos balançando uma coisa brilhante, num compasso que prende as vistas e faz com que todos respirem no mesmo ritmo, suave, "você pode fechar os olhos?... você sente o assento e ouve a minha voz..."
Por instantes o distinto público, (exceto uns gatos pingados "resistentes" ao canto das sereias) é conduzido pelo ilusionista ao paraíso de cada possibilidade individual. E na viagem tudo se pode, tudo se realiza como se uma realidade material estivesse presente com as roupas particulares da felicidade de cada um. "Agora vou contar de 10 a zero e você vai acordar... feliz... descansado... 10...9...
Despois dos aplausos, o "professor" continua na cena, agora demonstrando como os hipnotizáveis (mais lerdos e sensíveis) podem assumir poses, personalidades ou mesmo uma rigidez tamanha, que servem de ponte ou de assento para os auxiliares da cena. Também é fácil induzí-los a cheirar alho e identificar o aroma de rosas, como podem comer uma coisa sentindo o gosto de outra... é a parte da palhaçada. Todos gostam de rir. E riem! Aprovam.
Lá num cantinho, um "resitente", um zebregueti que observa para entender o que está acontecendo de fato, uma daquelas pessoas teimosas que querem aprender e perceber todas as faces da mesma realidade, do momento ou da vida, sente uma tristeza incômoda diante daquele "professor" que tem a habilidade de fazer os outros de bobos, de ridicularizar com os ingênuos.
Se um só homem faz isto com centenas de pagantes num teatro, que mais pode fazer? Se a enganação é tão atrativa, quantos incautos podem mergulhar na credulidade ilusória de tudo poder sem o menor esforço? No teatro da vida está exposta a tragicomédia humana, a subjetividade plural patinando sobre o terreno de conceitos difusos – burguesia, imperialismo, oligarquia, liberalismo, esquerda, direita, comunismo, capitalismo.
Em todos e em cada ambiente institucional, os "professores" que ocupam a cena, convertem platéias ao fanatismo militante e crédulo, os "professores mobilizam para o saque, o roubo, o estupro, o assassinato na forma individual criminalizada ou na forma coletiva, dita heróica. A hipnose massiva é administrada pela propaganda que atinge cada lar, escola, igreja, espetáculo que reúne multidões.
O essencial é esquecido diante de tantas, diversas e atrativas coisinhas brilhantes nas mãos do professor e dos seguidores. Os penduricalhos são disbribuidos fartamente, como as miçangas oferecidas aos selvagens ingênuos pelos civilizados colonizadores. O espetáculo não pode parar! A prenhez de idiotice e "opinião" pode ser absorvida agora, com sons, cores, imagens, movimentos e muito barulho.
Os "professores" como os "doutores" que antecederam a nova leva de atores "líderes" iluminados pela propaganda, ocupam cada espaço da cena, induzindo a ação coletiva para todas as permissividades, para tomar tudo quanto apeteça no momento, para usar e descartar sem limites, anunciando aos quatro ventos o "direito humano" de matar por um celular.
Ou matar em série para conservar o poder e fingir a honra, diante do juri que fica sem o testemunho do "corpo morto que não pode ser ressuscitado e trazido, para ser perguntado e crido." E este é o traço natural de uma natureza humana afastada do espírito. Confundida pela distorção da propaganda e retida em currais. Os inconformados prontos para serem abatidos.
Os conformados prontos para o sacrifício das guerras continuadas, honrando símbolos, ideologias, sistemas de governo, direitas ou esquerdas, tudo para manter o controle nas mãos de uns poucos senhores, que determinam onde e quando se pode viver ou morrer. A democracia é a utopia agonizante. O coletivismo ascendente o estupro da natureza. No mais íntimo do ser, de cada ser humano, está preservada, intacta, a semente da esperança.
A teimosa esperança pode ser vista, tocada, protegida, revivida, diante do sorriso de uma criança, ouvindo o canto de um passarinho, cheirando e sentindo o sabor de um fruto maduro, admirando o arbusto coberto de jasmins perfumados alí na esquina ou rindo diante da cadela que amamenta um filhote de gato. A teimosa esperança é persistente e natural como a presença de Deus. A teimosa esperança veste a alva gratidão pela vida.
Obama, o primeiro presidente semi-gay dos Estados Unidos
DEXTRA
SEGUNDA-FEIRA, 20 DE DEZEMBRO DE 2010
Em entrevista recente ao site Big Think, Jimmy Carter, que até 2009 havia sido o pior presidente dos Estados Unidos, declarou que os Estados Unidos já estão preparados para um presidente gay. Confira:
SEGUNDA-FEIRA, 20 DE DEZEMBRO DE 2010
Em entrevista recente ao site Big Think, Jimmy Carter, que até 2009 havia sido o pior presidente dos Estados Unidos, declarou que os Estados Unidos já estão preparados para um presidente gay. Confira:
O país está pronto para um presidente gay?
Carter: Bem, eu acho que a população toda dos Estados Unidos já avançou imensamente na questão dos gays. Eu diria que a resposta é "sim". Não sei se na próxima eleição, mas no futuro próximo, porque, pouco a pouco, percebemos que esta questão da homossexualidade tem os mesmos aspectos adversos e progressistas de quando lidamos com a questão racial, cinquenta, quarenta anos atrás. Então, eu diria que o país está preparado para um presidente que pode ser uma mulher, que poderia ser, eu diria, agora, negro, e que poderia ser, também, um indivíduo gay,sim. Eu diria que a resposta é "sim".
Por que o país teria que "estar pronto" para um presidente gay? Quer dizer: não basta ter um presidente negro, marxista, queniano e muçulmano no cargo de presidente. Se ele ainda por cima fosse homófilo, aí seria perfeito, segundo esquerdistas da laia de Carter.
Ocorre que, como alguns blogueiros já notaram, os Estados Unidos JÁ TÊM um presidente gay. Ou semi- gay, pelo menos.
(foto: Moonbattery)
(fotos abaixo: I Own the World)
Transformar um distúrbio grave de comportamento que atinge uma parcela minúscula da população em uma questão política e de direitos humanos é simplesmente demência. Até porque, assim que elegerem um presidente ainda mais bicha do que este aí, os revolucionários imediatamente vão inventar alguma outra "causa" fantasiosa. Que tal eleger, depois, um travesti para presidente? São Francisco já tem um travesti 'transexual' como juíz. E lésbico, ainda por cima. Que tal eleger uma criatura destas para presidente, para deixar bem claro o quanto o país é esclarecido, tolerante e progressista?
O travesti 'transexual' e lésbico "Victoria" Kolawski, provável candidato
a presidente dos Estados Unidos nos próximos anos por isto aí
em que se transformou o Partido Democrata
A sobrevivência dos mais devotos
MÍDIA SEM MÁSCARA
Phillip Longman é membro da New America Foundation escreve no Washington Monthly.Seu último livro, em co-autoria com Ray Boshara, é The Next Progressive Era: A Blueprint for Broad Prosperity [A próxima era progressiva: um mapa para a prosperidade geral]
Phillip Longman: Big Questions Online, 11 de novembro de 2010
PHILLIP LONGMAN | 20 DEZEMBRO 2010
ARTIGOS - RELIGIÃO
ARTIGOS - RELIGIÃO
Ironicamente, a estrutura e a sensibilidade da sociedade secular estão causando sua própria morte.
"Deus morreu?". Eu tinha 11 anos quando vi aquela capa até hoje famosa da revista Timede 1966 sobre a mesinha de café do meu tio. A notícia de que Deus estava, se não morto, ao menos ausente, eu absorvi com a literalidade de quem ainda não era bem ainda um adolescente. Certamente parecia possível, já que eu nunca o tinha visto, apesar de muito tempo de igreja. E Deus também não parecia estar envolvido nos acontecimentos do mundo, agora que eu começava a entendê-los. Ninguém que eu conhecia invocava a autoria pessoal de Deus para explicar o mundo tal como eles sabiam que estava sendo deixado para minha geração. Como disse aTime, citando o teólogo jesuíta John Courtney Murray, "A grande máxima americana é: 'A religião é boa para as crianças, embora eu mesmo não seja religioso.'" No fim da infância, em uma época secularista, parecia ser mais ou menos isto, mesmo. Deus estava na mesma categoria que o Papai Noel.
Hoje, é claro, Deus voltou para valer, ao menos nas notícias. Na verdade, Deus está tão de volta que os assim chamados neo-ateus - Richard Dawkins, Christopher Hitchens, Sam Harris, e outros - estão em fúria, escrevendo livros que denunciam o crescente papel do fundamentalismo religioso nos assuntos mundiais, da inspiração que dá aos terroristas islâmicos até a mobilização dos "votantes com valores", nos Estados Unidos. Como isto aconteceu?Para os secularistas, a explicação menos perturbadora depende da conhecida desculpa das "forças da reação". Mudanças demais, liberdade demais e as ofuscantes luzes de neon da razão afetam algumas pessoas como um vírus, fazendo elas regredirem a um "pensamento mágico" e/ou "se agarrem" a outras formas de primitivismo. No Oriente Médio, insiste esta narrativa, a rápida urbanização, a modernização e a alienação criaram um ressurgimento do fundamentalismo religioso. Para as fileiras crescentes da Direita Cristã, continua este raciocínio, a "revolução nos valores" desencadeada nos anos 60 - feminismo, direitos dos gays, auto-realização, multiculturalismo - foi simplesmente demais para eles. Eles vão superar isto com o tempo, dizem eles, tentando se tranqüilizar; se não, a maioria dos seus filhos vai.
Eis aqui um sério problema com esta teoria: as pessoas muito religiosas de hoje tendem a ter um número relativamente grande de filhos, enquanto que os secularistas têm cada vez menos, quando os têm. Se você acredita na evolução (e qual secularista não acredita?), então você tem que levar em consideração esta explicação totalmente naturalista para o retorno de Deus.
Claro: tanto nos países pobres como nos ricos, sob todas as formas de governo, as taxas de natalidade estão declinando, por todo o globo. Mas elas estão declinando menos entre os que seguem leis religiosas estritas e possuem uma fé literal na Bíblia, na Torá ou no Corão. Na verdade, o padrão da fertilidade humana agora se encaixa neste padrão: os que tem menos probabilidade de procriar são os que não professam nenhuma fé em Deus; aqueles que se descrevem como agnósticos ou simplesmente espiritualistas têm apenas um pouco mais de probabilidade de permanecerem sem filhos. Subindo no espectro, os tamanhos das famílias crescem entre os unitaristas, judeus reformados, evangélicos convencionais ecatólicos relaxados, mas as taxas de natalidade encontradas nestas populações ainda estão muito abaixo dos níveis de reposição. Apenas quando vamos nos aproximando da esfera da prática e da fé religiosa marcadas por uma intensidade que poderíamos chamar, por falta de uma palavra melhor, de "fundamentalismo", é que nós encontramos bolsões de elevada fertilidade e, conseqüentemente, rápido crescimento populacional.
De acordo com um estudo publicado no American Journal of Sociology, três quartos do crescimento do protestantismo conservador nos Estados Unidos é explicado pelas taxas de crescimento populacional mais altas desta população, durante o século passado, em comparação com as dos evangélicos convencionais. Além do mais, a correlação entre a fé fundamentalista e altas taxas de fertilidade vão ainda mais longe no espectro da convicção e da prática religiosa. Assim, os Amish da linha conhecida como Andy Weaver, que são, talvez, os mais severos de todos em sua rejeição à modernidade, têm uma taxa de fertilidade mais alta (em média 6.2 filhos por família) do que os Amish da linha conhecida como Nova Ordem (4.8 filhos), que, tendo começado nos anos 60, fizeram concessões ao progresso, como permitir eletricidade em suas casas.
Da mesma forma, em Israel, os judeus ultra-ortodoxos, ou Haredim, com uma média de quase sete filhos por família, estão se reproduzindo muito mais do que os judeus simplesmente ortodoxos, para não falar dos israelenses mais seculares. Deste modo, observa-se agora uma profunda diferença de gerações na sociedade israelense, a qual reverte o padrão histórico que até as pessoas muito religiosas já supuseram que levaria inevitavelmente ao declínio dos antigos costumes e fé. Hoje, só 2.3 por cento dos israelenses com mais de 80 anos são Haredi. Mas tamanho é o impulso demográfico desta denominação que 16 por cento de todas as crianças israelenses com menos de 10 anos estão em seu rebanho.
Quando têm que se haver com o fato de que estão sendo ultrapassados demograficamente, os secularistas frequentemente respondem que muitos, se não a maioria dos filhos nascidos em famílias muito religiosas, irão rejeitar a fé de seus pais - tamanha é a suposta sedução da liberdade e da individualidade. Este raciocínio se encaixa na experiência de vida de muitos da geração Baby Boom que atiraram longe as cadeias da autoridade tradicional, nos anos 60 e 70, e não conseguem imaginar por que a humanidade não terminaria por alcançá-los e mesmo ultrapassá-los.
Testemunhando contra este raciocínio, entretanto, estão alguns obstinados fatos demográficos. Ocorre que nas famílias fundamentalistas, a coisa funciona mesmo. E quanto mais exigente a fé, mais esta regra se aplica.
Apenas cinco por cento das crianças nascidas entre os amish mais conservadores, por exemplo, migra para outra fé ou outros estilos de vida. A taxa de deserção é maior entre osamish da Nova Ordem, os mórmons e outras comunidades fundamentalistas comparativamente menos exigentes. Além disto, as deserções que eles possam experimentar são mais do que compensadas pelas conversões, com o saldo final líquido favorecendo as doutrinas mais conservadoras, de acordo com dados de pesquisa reunidos pelo Centro Nacional de Pesquisa de Opinião, da Universidade de Chicago. Desta forma, observa-se que 21 por cento dos convertidos abandonam denominações mais moderadas e liberais em favor de outras mais fundamentalistas e só 15 por cento fazem o caminho inverso. Há muitas correntes e contra-correntes que nos afetam a todos nós como indivíduos, mas, entre uma taxa mais alta de fertilidade e uma doutrinação mais bem sucedida, a corrente demográfica principal da história está claramente fluindo a favor do fundamentalismo.
Estas e outras descobertas relevantes feitas pela sociologia da religião aparecem em um impressionante livro novo de Eric Kaufmann, entitulado Shall the Religious Inherit the Earth?: Demography and Politics in the Twenty-First Century [Os religiosos herdarão a Terra? - Demografia e política no século 21.] O livro foi lançado no Reino Unido e será publicado nos Estados Unidos na próxima primavera. Formado em Ciências Políticas pela Universidade de Harvard e atualmente lecionando na Universidade de Londres, Kaufmann não apresenta quaisquer argumentos baseados na fé e não precisa deles para expor sua tese. O bom e velho darwinismo, aplicado empiricamente às condições modernas, já bastam.
Num mundo onde ter filhos raramente é acidental e quase nunca é economicamente recompensador, as taxas de nascimento cada vez mais refletem as escolhas de valores. E assim, pelo processo darwininano, os que seguem as tradições que preservam e celebram a antiga ordem para se "crescer e multiplicar", acabam plantando mais dos seus genes e idéias no futuro do que os que não o fazem. Como Kaufmann mostra, a fertilidade, com o tempo, funciona como os juros compostos. Ou seja, mesmo que as famílias fundamentalistas tenham apenas uns poucos filhos a mais do que as seculares ou moderadamente religiosas, se elas conseguirem fazer seus filhos manter firmes sua fé e seus valores fundamentalistas (sobretudo com relação à reprodução), a passagem das gerações vai multiplicar seu número e influência. Da mesma forma, os secularistas e os outros que escolhem ter apenas um ou dois filhos e que passam adiante estes valores para eles verão, com o tempo, sua população declinar rapidamente.
Ironicamente, a estrutura e a sensibilidade da sociedade secular estão causando sua própria morte. Nos anos 60, um secularismo em expansão pode ter feito a religião refluir severamente como uma força histórica, mas, ao fazê-lo, ele fortaleceu os demais bastiões da fé e pôs em marcha estruturas de reprodução e aculturação que podem permitir às formas mais fundamentalistas reconquistarem o futuro. Embora possa haver, é claro, uma razão mais profunda, não se precisa acreditar em nada além disto para entender por que o Deus que estava ausente em minha infância retornou.
Phillip Longman é membro da New America Foundation escreve no Washington Monthly.Seu último livro, em co-autoria com Ray Boshara, é The Next Progressive Era: A Blueprint for Broad Prosperity [A próxima era progressiva: um mapa para a prosperidade geral]
Phillip Longman: Big Questions Online, 11 de novembro de 2010
Original: Survival of the Godliest - Does strong religious belief provide an evolutionary advantage?
Tradução: Dextra
O Real Significado da Estátua da Liberdade que o History Channel Não Mostrou e Porque a Illuminati ainda Existe
A NOVA ORDEM MUNDIAL
TUESDAY, 21 DECEMBER 2010
Mark Dice
Infowars.com
Então, eu apareci em um programa do History Channel. Sinto-me honrado, mas eu ainda preciso mostrar como eles estavam errados e como os três investigadores mal arranharam a superfície do simbolismo da Estátua da Liberdade, e ainda menos sobre os Illuminati.
Alguns podem achar que ela foi dada aos Estados Unidos pelos franceses, mas poucos sabem que ela na realidade orquestrada pela maçonaria, a sociedade secreta, e não pelo governo daFrança.
A propaganda para o programa perguntava: "Será que a Estátua da Liberdade contem uma mensagem secreta? Existem símbolos secretos inserido nela? Seria ela um símbolo secreto gigante ? Será que ela realmente representa Lúcifer? A resposta a estas perguntas é sim."
Antes do episódio do programa "Decodificando por Brad Meltzer: Estátua da Liberdade", exibido pela primeira vez no History Channel dia 16 de dezembro de 2010, se você perguntasse à maioria dos americanos o que a Estátua da Liberdade representa, eles responderiam "América", "liberdade " ou "democracia".
É interessante como os Estados Unidos aceitaram
um "presente" de uma sociedade secreta, e em seguida colocaram em um porto em Nova York, você não acha? Eu poderia doar um monumento e ter uma cidade importante colocá-lo em um lugar onde todos possam vê-lo? Espero que sim, porque eu tenho algumas idéias em mente.
Frederic Bartholdi, o criador da Estátua da Liberdade, foi um maçom (não surpreendentemente), e muito familiarizado com o ocultismo e também com o simbolismo e filosofias dos Illuminati. As três figuras principais envolvidos com a estátua, Frederic Bartholdi, que projetou a estátua em si, Gustave Eiffel, que projetou a estrutura de suporte interno, e Richard Hunt, que projetou o pedestal, eram todos maçons.
O plano original de Bartholdi era para que uma estátua gigante deste tipo fosse colocada em um porto no Egito. Após a sua proposta ser recusada pelo governo egípcio, ele mudou um pouco seu design e ofereceu a estátua aos Estados Unidos.
O nome original da estátua era "A Liberdade Iluminando o Mundo", e não "Estátua da Liberdade". Novamente, a palavra "Iluminando" se encaixa perfeitamente com o tema dos Illuminati. Iluminando, Iluminismo, iluminação, o sol, inteligência, brilho, brilhante, Lúcifer. Você está percebendo? As pessoas inteligentes estão. Os zumbis, provavelmente, acabaram de parar de ler.
Uma imagem quase igual da Estátua da Liberdade fica na França, também em uma ilha, no rio Sena, em Paris, e foi criada em 1889, apenas três anos após a dos Estados Unidos. Se ele é um símbolo da "América", então porque é que há uma estátua quase idêntica na França? Na verdade, existem centenas de enormes "Estátuas da Liberdade" por todo o mundo.
Colosso de Rodes

Você não viu isso no programa, mas eu disse aos investigadores que a Estátua da Liberdade é essencialmente uma versão moderna do Colosso de Rhodes, que foi uma representação do deus grego do sol Hélios (Hélio é o deus do sol). O Colossus foi criado no século 3 antes de Cristo e retratava o deus Hélio segurando uma tocha e ficava localizado na ilha de Rodes, de frente para o mar. Ele tinha 107 metros de altura. Hélio também era representado como um olho que tudo vê, assim como os Illuminati.
"Esta gigantesca figura dourada, com a sua coroa de raios solares e sua tocha erguida, significava ocultamente o glorioso homem-sol dos Mistérios, o Salvador Universal." (Manly P. Hall - Os Ensinamentos Secretos de Todos os Tempos p. 189)
Há um poema impresso em uma placa que fica visível fora da Estátua da Liberdade em Nova Iorque, intitulado O Novo Colosso.

Houve também uma cerimônia maçônica, onde a placa abaixo foi posta perto da estátua. O texto da placa diz:
A estátua simboliza também um composto de uma grande variedade de antigas deusas que representam o princípio feminino.
Deixe-me explicar Lúcifer
Eu disse que para os Illuminati e os ocultistas, Lúcifer ou Satanás (basicamente a mesma coisa) é benigno. Filosoficamente, religiosamente, ou o que quer que seja, não importa. Lúcifer é bom para eles.
Lúcifer é simbolicamente o salvador por causa do conhecimento proibido, o auto-conhecimento e o raciocínio intelectual que ele (figurativamente, metaforicamente ou literalmente) dá aos humanos, junto com a capacidade de pensar racionalmente e elevá-los a deuses entre todos os outros animais na Terra.
Embora os Illuminati vejam os conhecimentos e informações como bens extremamente valiosos (e com razão), eles querem os manter para si próprios, e deixar os outros "no escuro". Aqui estão alguns autores ocultistas clássicos que explicam a visão ocultista de Lúcifer, ou Satanás.
"Assim,' Satanás', uma vez que ele deixa de ser visto no espírito supersticioso, dogmático e filosófico das Igrejas, cresce para a imagem grandiosa do que fez um ser terrestre virar um homem divino, que lhe deu, ao longo do longo ciclo de Maha- kalpa a lei do Espírito da vida, e fê-lo livre do Pecado de Ignorância, portanto, da morte " - Helena Blavatsky - A Doutrina Secreta VI, p. 198
"Assim Lúcifer - o espírito da Iluminação Intelectual e da Liberdade do Pensamento - é metaforicamente, o farol guia, que ajuda o homem a encontrar seu caminho através das rochas e bancos de areia da Vida, já que Lúcifer é o Logos em sua plenitude." Helena Blavatsky , HP - A Doutrina Secreta, v. II, p. 162
"Lúcifer, o portador da Luz! Nome estranho e misterioso para dar ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Manhã! É ele quem traz a luz, e com seus esplendores intoleráveis, cega as almas fracas, sensuais ou egoístas? Não duvide disso! " - Albert Pike - Moral e Dogma p. 321
"Tanto o afundamento da Atlântida e da história bíblica da queda do homem significam a involução espiritual - pré-requisito para a evolução do consciente." Manly P. Hall - Os Ensinamentos Secretos de Todos os Tempos p. 83
O perverso canalha do Aleister Crowley tinha isto para dizer:
"Esta serpente, Satanás, não é o inimigo do homem, seja ele quem fez da nossa raça deuses, conhecendo o bem e o mal, ele ordenou 'Conheça a ti mesmo' e ensinou a iniciação. Ele é o 'Diabo' do livro de Troth, e Seu emblema é o Baphomet, o Andrógino que é o hieróglifo da perfeição arcana" - Magia: A Teoria e Prática, p. 193
Independentemente da religião, há uma história na Bíblia que ajuda a explicar a filosofia do satanismo. Em Mateus 4:8-9, ele explica como Satanás levou Jesus ao topo de uma montanha e disse-lhe que lhe daria o controle sobre todos os reinos do mundo se ele adorasse a Satanás. Jesus, é claro, não aceitou esta oferta, mas esta história transmite um significado mais profundo do que parece superficialmente.
Então, quando Satanás disse a Jesus: "Tudo isto te darei a você se você se curvar e me adorares", ele disse parcialmente a verdade. Ele não estava divulgando as conseqüências que poderão ocorrer a partir de tais ações.
Não há necessidade de argumentar que Deus ou Satanás não existem. Uma interpretação literal ou figurada dessa filosofia ou o que seja "adoração" não muda nada, porque os efeitos são os mesmos de qualquer maneira. A passagem bíblica acima transmite a filosofia secreto do satanismo, seja você um cristão, muçulmano, judeu, hindu, ou até mesmo um ateu.
É interessante como maçons de alto nível negam ter qualquer coisa a ver com Lúcifer ou qualquer coisa Luciferiana, mas quando fica claro que eles incorporam Lúcifer em suas crenças, símbolos e filosofia, eles então dizem que nós entendemos mal.
Então, primeiro eles negam qualquer conhecimento sobre Lúcifer e em seguida, quando expostos como mentirosos, eles admitem isso, mas dizem que está tudo bem porque Lúcifer não é o diabo, e que ele é na realidade benigno.
A Tocha
Eu disse que a tocha que a Estátua da Liberdade está segurando representa a tocha de Prometeu, que significa Lúcifer no ocultismo. A história mitológica grega de Prometeu é a mesma alegoria de roubar o fogo (ou seja, o conhecimento) de Deus ou dos deuses, e dando aos seres humanos, assim causando a ira de Deus.
Helena Blavatsky explica em seu principal trabalho no ocultismo, "A Doutrina Sagrada" volume 2 (página 244), a alegoria de Prometeu, que rouba o fogo divino a fim de permitir aos homens prosseguir conscientemente no caminho da evolução espiritual, transformando assim no mais perfeito dos animais na terra e um deus em potencial, e os libertando para tomar o reino dos céus através da violência. Por isto também, a maldição pronunciada por Zeus contra Prometeu, e por Jehovah contra o seu "filho rebelde", Satanás".
Então não sou apenas eu fazendo a conexão entre Prometeu e Lúcifer. São os próprios ocultistas.
Aqui está Manly P. Hall, um dos maiores filósofos da Maçonaria, dizendo a mesma coisa em seu livro "Aulas em Filosofia Antigas" (página 163):
Os sete raios saindo da cabeça da Estátua da Liberdade representam os raios do sol, irradiando para fora de sua mente, e, simbolicamente, representa o espírito que irradia a partir da mente como conhecimento. Há sete deles, porque os chifres representam as sete artes e ciências liberais, assim uma base de conhecimento essencial.
A Illuminati adora o conhecimento, ou Gnosis, e eles gostam de deixar as outras pessoas no escuro, ou seja, mantidos na ignorância. A estátua também está segurando um livro, obviamente, símbolo do conhecimento e da informação, mais uma vez se encaixando com o tema do conhecimento e da informação, porque o conhecimento é poder, e é isso que os Illuminati têm.
Pequeno Círculo dos Mentirosos da Maçonaria
Freqüentemente se duvida que os Illuminati ainda estão operando por trás da fachada daMaçonaria. Muitas vezes se disacredita a existência de qualquer tipo de "círculo" dentro da Maçonaria, mas Manly P. Hall, um dos maiores filósofos da Maçonaria e reconhecido como tal pela revista oficial do Rito Escocês da Maçonaria, escreveu em seu livro "Lectures on Ancient Philosophy" (Aulas sobre Filosofia Antiga) na página 433, que: "A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade, uma organização exterior que esconde uma irmandade interior dos eleitos... A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens "livres e aceitos", intimados para se dedicarem às atividades éticas, educacionais, fraternais patrióticas e humanitárias. A sociedade invisível é uma fraternidade secreta solene, cujos membros se dedicam ao serviço de uma misterioso arcano Arcanorum (segredo dos segredos.)".
A Bíblia da maçonaria, um livro intitulado Morais e Dogma, escrito por Albert Pike, explica a filosofia maçônica, e é geralmente lida apenas por maçons dedicados.
Parte desta filosofia, Pike explica, é que "a Maçonaria, como todas as religiões, todos os mistérios, o Hermetismo e a Alquimia, esconde seus segredos de todos, exceto dos adeptos e sábios, ou eleitos, e usa falsas explicações e interpretações sobre seus símbolos para enganar aqueles que merecem somente serem enganados, para esconder a Verdade, que ele [o Maçon] chama de Luz, deles, e para leválos para longe dela [a luz/verdade]"(Pike, Albert - Moral e Dogma p. . 104-105)
Os Illuminati ainda existem
Sobre a questão da existência da illuminati ainda nos dias de hoje, eu mostrei aos "investigadores" no programa a carta de George Washington mantida na Biblioteca do Congresso, onde ele afirmou que acredita que os Illuminati continuaram a existir e estavam em funcionamento na América, mesmo depois que foi oficialmente dito que estes haviam sido descobertos e erradicados. Eu acho que George Washington era um teórico da conspiração.
Eu também disse aos investigadores sobre a crença de Winston Churchill acreditava que a Illuminati ainda existia na sua época. Ele deve ter sido um louco teórico da conspiração também.
Illuminati e Skull and Bones
Vamos olhar mais de perto a ligação dos Illuminati com a sociedade secretaSkull and Bones. No programa Decoded por Brad Meltzer, parece que eu mencionei isso em uma frase apenas, mas a conversa foi muito mais profunda do que eles mostraram na televisão.
Primeiro de tudo, vamos ser claros, "Skull and Bones" (Caveira e Ossos) não é uma fraternidade, mas sim uma organização de pós-graduação que recruta seus membros em famílias ricas e bem relacionadas. Se você acha que isso é apenas uma fraternidade de meninos ricos, então você é um completo imbecil e você deve voltar a assistir "Sports Center".
Qual é a conexão dos Illuminati com a "Skull and Bones"? Um grupo de estudantes que se autodenominam de Arquivo e Garra (File and Claw) invadiu a sede da Caveira e Ossos, em 1876, um edifício de propriedade dos Skull and Bones chamada Tomb (Tumba). Eles publicaram e espalharam um boletim de várias páginas ao redor da Universidade de Yale, pouco depois da sua invasão, explicando o que eles encontraram dentro.
Os intrusos do "Arquivo e Garra" encontraram um cartão escrito "Do Capítulo Alemão. Presentiado pelo Patriarca D.C. Gilman de D. 50". O cartão teria sido colocado em uma moldura e pendurado na parede dentro do edifício.
Um dos fundadores da Caveira e Ossos, William Huntington Russell, foi estudar no exterior na Alemanha, e ao retornar aos Estados Unidos fundou a sociedade secreta, em 1832.
Então, vamos lá. Um dos dois fundadores do "Skull and Bones" foi estudar na Alemanha, onde os Illuminati existiam apenas alguns anos antes, e então assim que ele voltou para os Estados Unidos, criou a sua própria sociedade secreta. Em seguida, após a invasão de alguns alunos de Yale (do grupo Arquivo e Garra) revelou-se uma placa na parede interna da sede do "Skull and Bones" dizendo que foi um presente do "Capítulo alemão."
A Skull and Bones é reconhecidamente uma das mais poderosas sociedades secretas e redes sociais no mundo, mas os tolos não vêem nenhuma conexão com os Illuminati em seus objetivos, os métodos de operações, rituais, crenças, símbolos ou qualquer outra coisa. Não. Não há ligação entre os Illuminati da Baviera e da sociedade Skull and Bones. Ei, não está passando o jogo de futebol?
Eu acho que nós devemos apenas acreditar que os membros e simpatizantes dos Illuminati simplesmente desistiram de seus objetivos após seus colegas serem descobertos.
Eu acho que o fato de que o FBI negou que a máfia existisse durante anos, até que finalmente mudou de idéia não faz as pessoas questionarem coisas de maneira diferente. Imagine, o FBI negar a existência da máfia! Bem, eles o fizeram, e agora essa alegação é uma tolice. O programa do History Channel negar o fato de que os Illuminati existem não é diferente.
E é claro, o fundador dos Illuminati, Adam Weishaupt, realmente não quis dizer quando ele escreveu: "Com esse plano que devemos controlar toda a humanidade. Desta forma, e pelos meios mais simples, vamos colocar tudo em movimento e em chamas. As ocupações devem ser distribuídas e forjadas, para que possamos, em segredo, influenciar todas as transações políticas. Eu considerei todas as coisas, e assim preparei, para que se a Ordem neste dia for destruída, em um ano irei restabelecê-la ainda mais brilhante do que nunca."
Sim, leia novamente. O fundador da Illuminati, escreveu em suas próprias palavras, que se ele e sua organização forem descobertos, ele seria capaz de ressuscitá-la novamente, e ele tinha planejado isso. Vá em frente gado. Acredite no que a TV lhe fala sobre o mundo.
Tire alguns segundos mais para ler algumas citações mais interessantes de Adam Weishaupt, o fundador dos Illuminati. Você pode verificar estas citações, elas são historicamente verificáveis e não uma lenda urbana ou hoax. Esse homem realmente escreveu estas coisas:
"Nem sequer uma única finalidade deve aparecer que seja ambígua, e que possa trair os nossos objetivos contra a religião e o Estado. Deve-se falar, por vezes, de uma maneira e de outra, mas que nunca contradiga a nós mesmos, e para que, com relação ao nosso verdadeiro modo de pensar, que nós sejamos impenetráveis".
"Isso não pode ser feito de outra maneira se não por associações secretas, que por graus, e em silêncio, apoderar-se do governo dos Estados, e fazem uso daqueles meios para este fim."
"A Ordem, pelo seu próprio bem, e, portanto certamente, colocará todo homem na posição onde ele poderá ser mais eficaz. Os alunos estão convencidos de que a Ordem irá dominar o mundo. Cada membro, por conseguinte, torna-se um príncipe ".
Então eu estava certo
Ao mesmo tempo que os investigadores do programa "Decoded Brad Meltzer" descartaram a idéia de que os Illuminati continuam a existir, ou que os criadores da Estátua da Liberdade eram filiados com os Illuminati, lembre-se, o programa concluiu que eu estava correto com a minha afirmação de que a estátua representa Lúcifer .
McKinley, a pesquisadora mais céptica do programa teve que ser censurada quando um teólogo concordou comigo em parte, dizendo que a Estátua da Liberdade, de fato, representa Lúcifer. McKinley teve de ser censurada porque ela falou um palavrão dizendo: "Oh (bip)" e colocou as mãos sobre o rosto, ela ficou chocada. Você pode ver o terror nos olhos dela quando ela continuou: "Como é que a Estátua da Liberdade representa Lúcifer?".
O teólogo passou a dizer-lhe, em parte, o que significa. O que foi deixado de fora é que os Illuminati vêem Lúcifer, novamente, se literal ou figurativamente, isso não importa, eles vêem-no como bom. Eles também são egoístas, bastardos gananciosos, que não querem que você possua esse conhecimento "bom". É como a Força em "Guerra nas Estrelas". OsIlluminati vêem o mundo em termos deles contra todos os outros. Conhecimento é poder. Eles têm, outros não. Eles governam como deuses por causa disso. Vivemos como escravos sem ele. Isto é o Luciferianismo. Eles mentiram para você sobre Lúcifer para começar, se fazendo de tolos como se não quisesse dizer nada para eles, então o que eles estão mentindo?
Chega de analogias com o "Guerra nas Estrelas". Eu estava certo sobre a Estátua da Liberdade, e que ela representa Lúcifer, e que foi projetada por um maçom interessados em símbolos ocultos, uma sociedade secreta, a maçonaria francesa, orquestrando a coisa toda, e os Estados Unidos não foi a primeira escolha para colocar a estátua.
Assim, só porque o significado oculto de Lúcifer não é o de um diabo mal com chifres, vivendo em um poço de fogo em chamas, mas sim ele é visto como o Cristo, o Logos, etc, a Gnose, isso não significa que eu estava errado no programa. Os maçons têm um círculo dedicado a um estranho misticismo e sistemas de crenças ocultistas. Uma vez que Lúcifer é bom para eles, eles construíram a estátua para secretamente representar isto para outros maçons Illuminati que tem o mesmo conhecimento. A maioria das pessoas não sabe disso, obviamente, porque até então isto foi um segredo.
Os livros de grandes filósofos da Maçonaria admitem isso, mas os maçons negam. Eles negam, mas ainda dizem a você que eles fizeram um juramento de segredo e, em sua mente pervertida, eles pensam que estão sendo honestos com você, porque eles estão dizendo que eles vão mentir e esconder coisas de você. A maioria dos maçons não são assim. Mas o círculo interno dos maçons Iluminado corruptos são.
Meu único arrependimento durante o programa foi o clipe curto dizendo que a estátua deveria ser demolida. Não é isso que eu quis dizer. Eu não acho que isso é "mau" ou que deveria ser demolida. Símbolos significam coisas diferentes para pessoas diferentes, então por favor não interprete mal o que você viu no show.
As pessoas podem negar que os Illuminati existem pelo tempo que quiserem. Isso é toda uma outra questão. Foi risível que Steven Bullock entrou no final e sem provas, simplesmente rejeita a idéia por completo, e então todo mundo o acompanha. Aliás, Steven Bullock apareceu em uma programa anterior do do History Channel intitulado "Mistérios da Maçonaria", há alguns anos, onde falou sobre quão grande é a Maçonaria.
TUESDAY, 21 DECEMBER 2010
Mark Dice
Infowars.com
Então, eu apareci em um programa do History Channel. Sinto-me honrado, mas eu ainda preciso mostrar como eles estavam errados e como os três investigadores mal arranharam a superfície do simbolismo da Estátua da Liberdade, e ainda menos sobre os Illuminati.
Alguns podem achar que ela foi dada aos Estados Unidos pelos franceses, mas poucos sabem que ela na realidade orquestrada pela maçonaria, a sociedade secreta, e não pelo governo daFrança.
A propaganda para o programa perguntava: "Será que a Estátua da Liberdade contem uma mensagem secreta? Existem símbolos secretos inserido nela? Seria ela um símbolo secreto gigante ? Será que ela realmente representa Lúcifer? A resposta a estas perguntas é sim."
Antes do episódio do programa "Decodificando por Brad Meltzer: Estátua da Liberdade", exibido pela primeira vez no History Channel dia 16 de dezembro de 2010, se você perguntasse à maioria dos americanos o que a Estátua da Liberdade representa, eles responderiam "América", "liberdade " ou "democracia".
É interessante como os Estados Unidos aceitaram
um "presente" de uma sociedade secreta, e em seguida colocaram em um porto em Nova York, você não acha? Eu poderia doar um monumento e ter uma cidade importante colocá-lo em um lugar onde todos possam vê-lo? Espero que sim, porque eu tenho algumas idéias em mente.
Frederic Bartholdi, o criador da Estátua da Liberdade, foi um maçom (não surpreendentemente), e muito familiarizado com o ocultismo e também com o simbolismo e filosofias dos Illuminati. As três figuras principais envolvidos com a estátua, Frederic Bartholdi, que projetou a estátua em si, Gustave Eiffel, que projetou a estrutura de suporte interno, e Richard Hunt, que projetou o pedestal, eram todos maçons.
O plano original de Bartholdi era para que uma estátua gigante deste tipo fosse colocada em um porto no Egito. Após a sua proposta ser recusada pelo governo egípcio, ele mudou um pouco seu design e ofereceu a estátua aos Estados Unidos.
O nome original da estátua era "A Liberdade Iluminando o Mundo", e não "Estátua da Liberdade". Novamente, a palavra "Iluminando" se encaixa perfeitamente com o tema dos Illuminati. Iluminando, Iluminismo, iluminação, o sol, inteligência, brilho, brilhante, Lúcifer. Você está percebendo? As pessoas inteligentes estão. Os zumbis, provavelmente, acabaram de parar de ler.
Uma imagem quase igual da Estátua da Liberdade fica na França, também em uma ilha, no rio Sena, em Paris, e foi criada em 1889, apenas três anos após a dos Estados Unidos. Se ele é um símbolo da "América", então porque é que há uma estátua quase idêntica na França? Na verdade, existem centenas de enormes "Estátuas da Liberdade" por todo o mundo.
Colosso de Rodes
Você não viu isso no programa, mas eu disse aos investigadores que a Estátua da Liberdade é essencialmente uma versão moderna do Colosso de Rhodes, que foi uma representação do deus grego do sol Hélios (Hélio é o deus do sol). O Colossus foi criado no século 3 antes de Cristo e retratava o deus Hélio segurando uma tocha e ficava localizado na ilha de Rodes, de frente para o mar. Ele tinha 107 metros de altura. Hélio também era representado como um olho que tudo vê, assim como os Illuminati.
"Esta gigantesca figura dourada, com a sua coroa de raios solares e sua tocha erguida, significava ocultamente o glorioso homem-sol dos Mistérios, o Salvador Universal." (Manly P. Hall - Os Ensinamentos Secretos de Todos os Tempos p. 189)
Há um poema impresso em uma placa que fica visível fora da Estátua da Liberdade em Nova Iorque, intitulado O Novo Colosso.
Houve também uma cerimônia maçônica, onde a placa abaixo foi posta perto da estátua. O texto da placa diz:
"Neste local em 5 de agosto de 1884, a pedra angular da Estátua da Liberdade Iluminando o Mundo foi colocada com uma cerimônia de William A. Brotte, William A. Brodie, Grande Mestre Macon do Estado de Nova Iorque. Membros da loja maçônica, representantes do Governo dos EUA e da Franca, oficiais do exército e da marinha, membros de Legações Estrangeiras e cidadãos ilustres estiveram presentes. Esta placa é dedicado aos maçons de Nova York, em comemoração do 100 º aniversário daquele acontecimento histórico."
| Pedra Maçonica na Estátua da Liberdade |
A estátua simboliza também um composto de uma grande variedade de antigas deusas que representam o princípio feminino.
Deixe-me explicar Lúcifer
Eu disse que para os Illuminati e os ocultistas, Lúcifer ou Satanás (basicamente a mesma coisa) é benigno. Filosoficamente, religiosamente, ou o que quer que seja, não importa. Lúcifer é bom para eles.
Lúcifer é simbolicamente o salvador por causa do conhecimento proibido, o auto-conhecimento e o raciocínio intelectual que ele (figurativamente, metaforicamente ou literalmente) dá aos humanos, junto com a capacidade de pensar racionalmente e elevá-los a deuses entre todos os outros animais na Terra.
Embora os Illuminati vejam os conhecimentos e informações como bens extremamente valiosos (e com razão), eles querem os manter para si próprios, e deixar os outros "no escuro". Aqui estão alguns autores ocultistas clássicos que explicam a visão ocultista de Lúcifer, ou Satanás.
| Madame Blavatsky |
"Assim,' Satanás', uma vez que ele deixa de ser visto no espírito supersticioso, dogmático e filosófico das Igrejas, cresce para a imagem grandiosa do que fez um ser terrestre virar um homem divino, que lhe deu, ao longo do longo ciclo de Maha- kalpa a lei do Espírito da vida, e fê-lo livre do Pecado de Ignorância, portanto, da morte " - Helena Blavatsky - A Doutrina Secreta VI, p. 198
"Assim Lúcifer - o espírito da Iluminação Intelectual e da Liberdade do Pensamento - é metaforicamente, o farol guia, que ajuda o homem a encontrar seu caminho através das rochas e bancos de areia da Vida, já que Lúcifer é o Logos em sua plenitude." Helena Blavatsky , HP - A Doutrina Secreta, v. II, p. 162
"Lúcifer, o portador da Luz! Nome estranho e misterioso para dar ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Manhã! É ele quem traz a luz, e com seus esplendores intoleráveis, cega as almas fracas, sensuais ou egoístas? Não duvide disso! " - Albert Pike - Moral e Dogma p. 321
"Tanto o afundamento da Atlântida e da história bíblica da queda do homem significam a involução espiritual - pré-requisito para a evolução do consciente." Manly P. Hall - Os Ensinamentos Secretos de Todos os Tempos p. 83
O perverso canalha do Aleister Crowley tinha isto para dizer:
"Esta serpente, Satanás, não é o inimigo do homem, seja ele quem fez da nossa raça deuses, conhecendo o bem e o mal, ele ordenou 'Conheça a ti mesmo' e ensinou a iniciação. Ele é o 'Diabo' do livro de Troth, e Seu emblema é o Baphomet, o Andrógino que é o hieróglifo da perfeição arcana" - Magia: A Teoria e Prática, p. 193
Independentemente da religião, há uma história na Bíblia que ajuda a explicar a filosofia do satanismo. Em Mateus 4:8-9, ele explica como Satanás levou Jesus ao topo de uma montanha e disse-lhe que lhe daria o controle sobre todos os reinos do mundo se ele adorasse a Satanás. Jesus, é claro, não aceitou esta oferta, mas esta história transmite um significado mais profundo do que parece superficialmente.
Então, quando Satanás disse a Jesus: "Tudo isto te darei a você se você se curvar e me adorares", ele disse parcialmente a verdade. Ele não estava divulgando as conseqüências que poderão ocorrer a partir de tais ações.
Não há necessidade de argumentar que Deus ou Satanás não existem. Uma interpretação literal ou figurada dessa filosofia ou o que seja "adoração" não muda nada, porque os efeitos são os mesmos de qualquer maneira. A passagem bíblica acima transmite a filosofia secreto do satanismo, seja você um cristão, muçulmano, judeu, hindu, ou até mesmo um ateu.
É interessante como maçons de alto nível negam ter qualquer coisa a ver com Lúcifer ou qualquer coisa Luciferiana, mas quando fica claro que eles incorporam Lúcifer em suas crenças, símbolos e filosofia, eles então dizem que nós entendemos mal.
Então, primeiro eles negam qualquer conhecimento sobre Lúcifer e em seguida, quando expostos como mentirosos, eles admitem isso, mas dizem que está tudo bem porque Lúcifer não é o diabo, e que ele é na realidade benigno.
A Tocha
Eu disse que a tocha que a Estátua da Liberdade está segurando representa a tocha de Prometeu, que significa Lúcifer no ocultismo. A história mitológica grega de Prometeu é a mesma alegoria de roubar o fogo (ou seja, o conhecimento) de Deus ou dos deuses, e dando aos seres humanos, assim causando a ira de Deus.
Helena Blavatsky explica em seu principal trabalho no ocultismo, "A Doutrina Sagrada" volume 2 (página 244), a alegoria de Prometeu, que rouba o fogo divino a fim de permitir aos homens prosseguir conscientemente no caminho da evolução espiritual, transformando assim no mais perfeito dos animais na terra e um deus em potencial, e os libertando para tomar o reino dos céus através da violência. Por isto também, a maldição pronunciada por Zeus contra Prometeu, e por Jehovah contra o seu "filho rebelde", Satanás".
Então não sou apenas eu fazendo a conexão entre Prometeu e Lúcifer. São os próprios ocultistas.
Aqui está Manly P. Hall, um dos maiores filósofos da Maçonaria, dizendo a mesma coisa em seu livro "Aulas em Filosofia Antigas" (página 163):
"O homem vagava sem esperança na escuridão da mortalidade, vivendo e morrendo sem luz ou entendimento em sua servitude ao Demiurgo e seu exército de espíritos. No fim, o espírito da rebelião entrou na criação sob a forma de Lúcifer, que sob o disfarce de uma serpente tentou o homem a revoltar-se contra os mandamentos de Jeová (o Demiurgo). Na Grécia, este personagem era conhecido como Prometeu, que trouxe o fogo impregnado dos deuses que iria liberar a vida latente nesta multidão de potencialidades de germes".Os "chifres" na cabeça da Estátua da Liberdade
Os sete raios saindo da cabeça da Estátua da Liberdade representam os raios do sol, irradiando para fora de sua mente, e, simbolicamente, representa o espírito que irradia a partir da mente como conhecimento. Há sete deles, porque os chifres representam as sete artes e ciências liberais, assim uma base de conhecimento essencial.
A Illuminati adora o conhecimento, ou Gnosis, e eles gostam de deixar as outras pessoas no escuro, ou seja, mantidos na ignorância. A estátua também está segurando um livro, obviamente, símbolo do conhecimento e da informação, mais uma vez se encaixando com o tema do conhecimento e da informação, porque o conhecimento é poder, e é isso que os Illuminati têm.
Pequeno Círculo dos Mentirosos da Maçonaria
| Manly P. Hall |
Freqüentemente se duvida que os Illuminati ainda estão operando por trás da fachada daMaçonaria. Muitas vezes se disacredita a existência de qualquer tipo de "círculo" dentro da Maçonaria, mas Manly P. Hall, um dos maiores filósofos da Maçonaria e reconhecido como tal pela revista oficial do Rito Escocês da Maçonaria, escreveu em seu livro "Lectures on Ancient Philosophy" (Aulas sobre Filosofia Antiga) na página 433, que: "A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade, uma organização exterior que esconde uma irmandade interior dos eleitos... A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens "livres e aceitos", intimados para se dedicarem às atividades éticas, educacionais, fraternais patrióticas e humanitárias. A sociedade invisível é uma fraternidade secreta solene, cujos membros se dedicam ao serviço de uma misterioso arcano Arcanorum (segredo dos segredos.)".
A Bíblia da maçonaria, um livro intitulado Morais e Dogma, escrito por Albert Pike, explica a filosofia maçônica, e é geralmente lida apenas por maçons dedicados.
Parte desta filosofia, Pike explica, é que "a Maçonaria, como todas as religiões, todos os mistérios, o Hermetismo e a Alquimia, esconde seus segredos de todos, exceto dos adeptos e sábios, ou eleitos, e usa falsas explicações e interpretações sobre seus símbolos para enganar aqueles que merecem somente serem enganados, para esconder a Verdade, que ele [o Maçon] chama de Luz, deles, e para leválos para longe dela [a luz/verdade]"(Pike, Albert - Moral e Dogma p. . 104-105)
Os Illuminati ainda existem
Sobre a questão da existência da illuminati ainda nos dias de hoje, eu mostrei aos "investigadores" no programa a carta de George Washington mantida na Biblioteca do Congresso, onde ele afirmou que acredita que os Illuminati continuaram a existir e estavam em funcionamento na América, mesmo depois que foi oficialmente dito que estes haviam sido descobertos e erradicados. Eu acho que George Washington era um teórico da conspiração.
Eu também disse aos investigadores sobre a crença de Winston Churchill acreditava que a Illuminati ainda existia na sua época. Ele deve ter sido um louco teórico da conspiração também.
Illuminati e Skull and Bones
Vamos olhar mais de perto a ligação dos Illuminati com a sociedade secretaSkull and Bones. No programa Decoded por Brad Meltzer, parece que eu mencionei isso em uma frase apenas, mas a conversa foi muito mais profunda do que eles mostraram na televisão.
Primeiro de tudo, vamos ser claros, "Skull and Bones" (Caveira e Ossos) não é uma fraternidade, mas sim uma organização de pós-graduação que recruta seus membros em famílias ricas e bem relacionadas. Se você acha que isso é apenas uma fraternidade de meninos ricos, então você é um completo imbecil e você deve voltar a assistir "Sports Center".
Qual é a conexão dos Illuminati com a "Skull and Bones"? Um grupo de estudantes que se autodenominam de Arquivo e Garra (File and Claw) invadiu a sede da Caveira e Ossos, em 1876, um edifício de propriedade dos Skull and Bones chamada Tomb (Tumba). Eles publicaram e espalharam um boletim de várias páginas ao redor da Universidade de Yale, pouco depois da sua invasão, explicando o que eles encontraram dentro.
Os intrusos do "Arquivo e Garra" encontraram um cartão escrito "Do Capítulo Alemão. Presentiado pelo Patriarca D.C. Gilman de D. 50". O cartão teria sido colocado em uma moldura e pendurado na parede dentro do edifício.
Um dos fundadores da Caveira e Ossos, William Huntington Russell, foi estudar no exterior na Alemanha, e ao retornar aos Estados Unidos fundou a sociedade secreta, em 1832.
Então, vamos lá. Um dos dois fundadores do "Skull and Bones" foi estudar na Alemanha, onde os Illuminati existiam apenas alguns anos antes, e então assim que ele voltou para os Estados Unidos, criou a sua própria sociedade secreta. Em seguida, após a invasão de alguns alunos de Yale (do grupo Arquivo e Garra) revelou-se uma placa na parede interna da sede do "Skull and Bones" dizendo que foi um presente do "Capítulo alemão."
A Skull and Bones é reconhecidamente uma das mais poderosas sociedades secretas e redes sociais no mundo, mas os tolos não vêem nenhuma conexão com os Illuminati em seus objetivos, os métodos de operações, rituais, crenças, símbolos ou qualquer outra coisa. Não. Não há ligação entre os Illuminati da Baviera e da sociedade Skull and Bones. Ei, não está passando o jogo de futebol?
Eu acho que nós devemos apenas acreditar que os membros e simpatizantes dos Illuminati simplesmente desistiram de seus objetivos após seus colegas serem descobertos.
Eu acho que o fato de que o FBI negou que a máfia existisse durante anos, até que finalmente mudou de idéia não faz as pessoas questionarem coisas de maneira diferente. Imagine, o FBI negar a existência da máfia! Bem, eles o fizeram, e agora essa alegação é uma tolice. O programa do History Channel negar o fato de que os Illuminati existem não é diferente.
E é claro, o fundador dos Illuminati, Adam Weishaupt, realmente não quis dizer quando ele escreveu: "Com esse plano que devemos controlar toda a humanidade. Desta forma, e pelos meios mais simples, vamos colocar tudo em movimento e em chamas. As ocupações devem ser distribuídas e forjadas, para que possamos, em segredo, influenciar todas as transações políticas. Eu considerei todas as coisas, e assim preparei, para que se a Ordem neste dia for destruída, em um ano irei restabelecê-la ainda mais brilhante do que nunca."
Sim, leia novamente. O fundador da Illuminati, escreveu em suas próprias palavras, que se ele e sua organização forem descobertos, ele seria capaz de ressuscitá-la novamente, e ele tinha planejado isso. Vá em frente gado. Acredite no que a TV lhe fala sobre o mundo.
Tire alguns segundos mais para ler algumas citações mais interessantes de Adam Weishaupt, o fundador dos Illuminati. Você pode verificar estas citações, elas são historicamente verificáveis e não uma lenda urbana ou hoax. Esse homem realmente escreveu estas coisas:
"Nem sequer uma única finalidade deve aparecer que seja ambígua, e que possa trair os nossos objetivos contra a religião e o Estado. Deve-se falar, por vezes, de uma maneira e de outra, mas que nunca contradiga a nós mesmos, e para que, com relação ao nosso verdadeiro modo de pensar, que nós sejamos impenetráveis".
"Isso não pode ser feito de outra maneira se não por associações secretas, que por graus, e em silêncio, apoderar-se do governo dos Estados, e fazem uso daqueles meios para este fim."
"A Ordem, pelo seu próprio bem, e, portanto certamente, colocará todo homem na posição onde ele poderá ser mais eficaz. Os alunos estão convencidos de que a Ordem irá dominar o mundo. Cada membro, por conseguinte, torna-se um príncipe ".
Então eu estava certo
Ao mesmo tempo que os investigadores do programa "Decoded Brad Meltzer" descartaram a idéia de que os Illuminati continuam a existir, ou que os criadores da Estátua da Liberdade eram filiados com os Illuminati, lembre-se, o programa concluiu que eu estava correto com a minha afirmação de que a estátua representa Lúcifer .
McKinley, a pesquisadora mais céptica do programa teve que ser censurada quando um teólogo concordou comigo em parte, dizendo que a Estátua da Liberdade, de fato, representa Lúcifer. McKinley teve de ser censurada porque ela falou um palavrão dizendo: "Oh (bip)" e colocou as mãos sobre o rosto, ela ficou chocada. Você pode ver o terror nos olhos dela quando ela continuou: "Como é que a Estátua da Liberdade representa Lúcifer?".
O teólogo passou a dizer-lhe, em parte, o que significa. O que foi deixado de fora é que os Illuminati vêem Lúcifer, novamente, se literal ou figurativamente, isso não importa, eles vêem-no como bom. Eles também são egoístas, bastardos gananciosos, que não querem que você possua esse conhecimento "bom". É como a Força em "Guerra nas Estrelas". OsIlluminati vêem o mundo em termos deles contra todos os outros. Conhecimento é poder. Eles têm, outros não. Eles governam como deuses por causa disso. Vivemos como escravos sem ele. Isto é o Luciferianismo. Eles mentiram para você sobre Lúcifer para começar, se fazendo de tolos como se não quisesse dizer nada para eles, então o que eles estão mentindo?
Chega de analogias com o "Guerra nas Estrelas". Eu estava certo sobre a Estátua da Liberdade, e que ela representa Lúcifer, e que foi projetada por um maçom interessados em símbolos ocultos, uma sociedade secreta, a maçonaria francesa, orquestrando a coisa toda, e os Estados Unidos não foi a primeira escolha para colocar a estátua.
Assim, só porque o significado oculto de Lúcifer não é o de um diabo mal com chifres, vivendo em um poço de fogo em chamas, mas sim ele é visto como o Cristo, o Logos, etc, a Gnose, isso não significa que eu estava errado no programa. Os maçons têm um círculo dedicado a um estranho misticismo e sistemas de crenças ocultistas. Uma vez que Lúcifer é bom para eles, eles construíram a estátua para secretamente representar isto para outros maçons Illuminati que tem o mesmo conhecimento. A maioria das pessoas não sabe disso, obviamente, porque até então isto foi um segredo.
Os livros de grandes filósofos da Maçonaria admitem isso, mas os maçons negam. Eles negam, mas ainda dizem a você que eles fizeram um juramento de segredo e, em sua mente pervertida, eles pensam que estão sendo honestos com você, porque eles estão dizendo que eles vão mentir e esconder coisas de você. A maioria dos maçons não são assim. Mas o círculo interno dos maçons Iluminado corruptos são.
Meu único arrependimento durante o programa foi o clipe curto dizendo que a estátua deveria ser demolida. Não é isso que eu quis dizer. Eu não acho que isso é "mau" ou que deveria ser demolida. Símbolos significam coisas diferentes para pessoas diferentes, então por favor não interprete mal o que você viu no show.
As pessoas podem negar que os Illuminati existem pelo tempo que quiserem. Isso é toda uma outra questão. Foi risível que Steven Bullock entrou no final e sem provas, simplesmente rejeita a idéia por completo, e então todo mundo o acompanha. Aliás, Steven Bullock apareceu em uma programa anterior do do History Channel intitulado "Mistérios da Maçonaria", há alguns anos, onde falou sobre quão grande é a Maçonaria.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".






