Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Na ante-câmara do terrorismo vermelho

VIDA SIM, ABORTO NÃO
 agosto 11, 2010 por Wagner Moura


Dom Pestana, bispo emérito de Anápolis (GO), cercado por lideranças pró-vida como Dóris Hipólito e o Pe. Lodi da Cruz



Contra o estado de concuspicência
 de certo clero católico bolchevique com a maçonaria e demais inimigos da Igreja, o bispo emérito de Anápolis, Dom Manuel Pestana Filho, escreveu um desabafo que recebi por meio do Pe. Luís Carlos Lodi da Cruz, do Pró-Vida Anápolis.
Anápolis, 11 de agosto de 2010
Caros irmãos no Episcopado,
Suportem-me, que o menor dos irmãos lhes possa dirigir uma palavrinha amiga, mas angustiada de quem se prepara, temeroso, para partir.
Pelo amor de Deus! Estamos diante de uma situação humanamente
irreversível. A América Latina, outrora “Continente da Esperança”, como a saudava João Paulo II, hoje mergulha na ante-câmara do terrorismo vermelho, aliás, como prenunciava aos pastorinhos de Fátima a Senhora do Rosário.
Podem parecer, a essa altura, resquícios de uma idade de trevas, mas tudo acontece como se ouviu em dezembro de 1917 (“a Rússia comunista espalhará seus erros pelo mundo, com perseguições à Igreja, etc.”). Assusta-me a corrupção dentro da Igreja, o desmantelamento dos seminários, a maçonização de Cúrias e Movimentos.
Horroriza-me a frieza com que olhamos tal estado de coisas. Somos pastores ou cães voltados contra as ovelhas? Somos ou não, alem disso, cúmplices de uma política atéia empenhada em apagar os últimos traços da nossa vida cristã?
Perdoem-me, mas não poderia deixar de falar, sem me sentir infiel à minha consciência e à minha Igreja.
Parabéns a Dom Luiz Gonzaga Bergonzini e a Dom Henrique Soares da Costa.
In Xto et Matre,
Dom Manoel Pestana Filho

Comunismo de resultados

MÍDIA SEM MÁSCARA

Com a boca cheia e o peito estufado, os endinheirados entusiastas do totalitarismo
comunicam ao grande público que lutavam por uma "sociedade mais justa".
O Tribunal de Contas da União (TCU), aquele que Lula quer banir em nome da liberdade para roubar patrioticamente, irá rever as indenizações pagas aos famosos perseguidos políticos pela ditadura militar, os quais, nos últimos nove anos, multiplicam-se em progressão geométrica a cada vinte minutos.
Ao aprovar uma representação do Ministério Público que alegava que os pagamentos, feitos em prestações mensais, devem ser considerados como aposentadorias e pensões do poder público, o TCU poderá reduzir ou cancelar anistias de quase R$ 4 bilhões já aprovadas por aquele aparelho comunista denominado Comissão de Anistia.

"A revisão poderá gerar uma economia de milhões de reais aos cofres públicos. Não contesto a condição de anistiado político, mas os valores das indenizações concedidas a título de reparação econômica", diz o procurador do MP Marinus Marsico, autor da representação, para quem há ilegalidade na concessão de alguns benefícios. Ele cita o pagamento aprovado em 2007 à viúva de Carlos Lamarca, que teve direito a receber R$ 903 mil retroativos e remuneração mensal de R$ 11.444,40.

Carlos Lamarca foi aquele capitão que, no fim dos anos 60, desertou do Exército e matou brasileiros em nome do comunismo. Por este feito heróico, a Comissão de Anistia o homenageou postumamente com milhares de reais e uma promoção a coronel.

Outro barão da revolução, este ainda vivo para curtir a grana, é Diógenes Oliveira. Integrou a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e tem no currículo a participação em um atentado a bomba que mutilou o estudante Orlando Lovecchio Filho, em março de 1968. Este recebeu pouco mais de um salário mínimo do governo por invalidez. Já Diógenes foi premiado pela Comissão de Anistia com rendimento mensal vitalício de R$ 1.627,72.

Com a boca cheia e o peito estufado, os endinheirados entusiastas do totalitarismo comunicam ao grande público que lutavam por uma "sociedade mais justa". Sua noção de justiça vinha e vem de gente como Fidel Castro, Che Guevara e Mao Tse Tung, em cujos regimes o destino dos opositores era e é a cadeia ou o cemitério.

Essa parte da história permanece obscurecida sob um manto de folclore e autobajulação. Não é possível saber a opinião dos que morreram pelas mãos de Lamarca, Diógenes e companhia. Mas os carrascos e cúmplices estão aqui entre nós, colhendo o fruto polpudo de sua revolução enquanto proferem aulas de moral e ética nos palanques da vida. Seguem o ensinamento de Lênin: "
Devemos recorrer a todo tipo de estratagemas, manobras, métodos ilegais, disfarces e subterfúgios".

Para não falar mal do CRACK (ou seja, das FARC) o PT impede programa... DO PT!!!

TERRA
19 de agosto de 2010  16h42  atualizado às 17h29



ODILON RIOS
Direto de Maceió

Cavaleiro: leiam com muita atenção as partes em negrito. É o PT impedindo  que o PTistas em tese não-alinhados completamente com o projeto do PT (leia-se FORO DE SÃO PAULO) fale contra o crime e, PRINCIPALMENTE, CONTRA O RENTOSO "TRABALHO' DO PESSOAL DAS FARC. O paraíso para o crime organizado é a esquerdopatia no poder. Alguém tem ainda alguma dúvida? Se sim, a última parte em negrito resolve o problema. O chefe do PT de lá diz que as instâncias do PT é não tocar no crime organizado nem no crack.

O delegado aposentado da Polícia Federal (PF) em Alagoas José Pinto de Luna, candidato do PT a deputado federal, entra com uma representação, na próxima sexta-feira (20), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra o seu partido. Ele diz que não pode mostrar no horário gratuito no rádio e televisão sua atuação como superintendente da PF no Estado, prendendo deputados estaduais acusados de liderar uma quadrilha que desviou R$ 300 milhões da folha de pagamento da Assembleia Legislativa, além de parlamentares acusados em assassinatos.

"Gravamos quatro programas, para economizar tempo, e que deveriam sair pela ordem. No primeiro, eu apresentava meu nome, falava da minha atuação e falava dos deputados estaduais e sua relação com o crime organizado; no segundo, eu falava do crack e o crime organizado em Alagoas; no terceiro programa, mostraria que o crime organizado não deixa Alagoas crescer. E no quarto, sobre inclusão social. Pegaram este último e colocaram no ar", disse o candidato.

"Não quero que seja este programa até o final da eleição. Por isso, entro amanhã com uma ação no TRE contra o PT", disse. "Existe uma tentativa de impedir a minha candidatura, tanto dentro do PT como na coligação. Nunca fui censurado na minha vida. Isso eu não aceito", contou.

O presidente estadual do PT, Joaquim Brito, negou a censura e acusou Luna de usar a imprensa para se promover. "O delegado é xerife na Polícia Federal e não no partido. Ele tem de obedecer às instâncias do PT", disse.

Luna era candidato ao Senado, mas foi impedido pela Executiva nacional do PT, que determinou ao partido, em Alagoas, dar prioridade à reeleição do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros. O delegado foi vetado como vice na coligação ao Governo do Estado, formada pelo PT e PDT. Por isso, como última alternativa, saiu a deputado federal.

Dilma Goela Abaixo - A História que o PT não mostrará na TV




spreadmachine | 19 de agosto de 2010
Relato dos episódios protagonizados pela ex-ministra Dilma Rousseff durante sua gestão a frente da Casa Civil. Todas as informações contidas no vídeo são verídicas e foram extraídas de fontes oficiais.

Para relembrarmos e desmentir o desmentido: PT e FARC são amiguinhos sim. E portanto o PT é cúmplice de TODOS os crimes cometidos "nêsti paíz" envolvendo drogas.

Saiu no PRAVDA e antes estava no site das FARC esta carta das FARC PARA O FORO DE SÃO PAULO. O ano: 2007. Entre outras coisas as FARC dizem:

- CAMARADAS DO FORO DE SÃO PAULO, NESTE ENCONTRO NÃO PODEREMOS IR NÃO, OK? MAS LEIAM ESTA CARTA COM NOSSAS CONSIDERAÇÕES PARA A CURRIOLA SABER O QUE PENSAMOS E QUEREMOS.

Para baixá-la clique AQUI.


A tradução e publicação, como disse acima, ficou por conta do jornal RUSSO chamado PRAVDA, que não é nem um pouco defensor do "império ianque", não é mesmo? Veja abaixo que carta de irmão para irmão.




FARC: Saudação ao Foro de São Paulo 

Mesa Diretora, Companheiros Delegados e Companheiras Delegadas ao XIII Foro. San Salvador, El Salvador. Recebam nossa carinhosa e bolivariana saudação, muitos êxitos em suas deliberações.

Ao não podermos nos fazer presentes em tão importante evento, lhes entregamos este documento com nossos pontos de vista e agradecemos de antemão o fato de tê-lo em conta nas deliberações.

Queridos companheiros.

Em 1990 já se via vir abaixo o campo socialista, todas as suas estruturas fraquejavam como castelo de cartas, os inimigos do socialismo festejavam a mais não poder, se cunhavam teorias como a do fim da história, muitos revolucionários no mundo observavam atônitos e sem conhecer o que havia falhado para que ocorresse semelhante catástrofe.

A utopia se dissipava, a desesperança se apoderou de muitíssimos dirigentes que haviam dedicado toda sua vida à luta por conquistar um mundo melhor, idealizando-o com o modelo de socialismo desenvolvido da União Soviética.

Ao derrubar-se esse modelo, para muitos se acabou a motivação de luta e só ficamos uns poucos sonhadores que nos mantivemos e seguimos mantendo na teoria, na política e na realidade de novas expressões de socialismo, o que potenciou a decisão de luta e acelerou o crescimento e fortalecimento desse contingente de sonhadores que vê nessa luta por um mundo melhor algo realmente possível.

Na Ásia: China, Vietnam e Coréia do Norte tremulavam suas bandeiras socialistas sem dar espaço ao derrotismo e sem escutar os cantos de sereia para que abandonassem o sistema que se lhe opunha ao capitalismo.

Na América: Cuba ficou só, navegando na crise mais profunda que tocou viver a país algum, com seu comércio que alcançou níveis de queda que não poucos acreditavam impossível de reverter dado a brusca mudança nas fontes e condições de seu comércio exterior. O imperialismo acreditou equivocadamente que havia chegado o momento de acabar com o socialismo na América, aumentou sua agressão com o bloqueio econômico, comercial e financeiro, sem importar a vida de milhões de crianças e anciãos que sofreriam as conseqüências de tão louca manobra.

É nesse preciso momento que o PT lança a formidável proposta de criar o Foro de São Paulo, trincheira onde nós pudéssemos encontrar os revolucionários de diferentes tendências, de diferentes manifestações de luta e de partidos no governo, concretamente o caso cubano. Essa iniciativa, que encontrou rápida acolhida, foi uma tábua de salvação e uma esperança de que tudo não estava perdido. Quanta razão havia, transcorreram 16 anos e o panorama político é hoje totalmente diferente.

O outrora imperialismo arrogante e prepotente está afundado numa profunda crise que ninguém sabe quando nem como terminará. As brutais e ilegítimas agressões contra os povos de Afeganistão, Iraque e Líbano têm recebido respostas inesperadas e, a cada dia, jogam no desconcerto o governo norte-americano e seus aliados, que têm tido de carregar com o peso político e social que significam milhares de mortos e feridos, assim como de uma previsível derrota. Duras realidades como o déficit fiscal, o déficit na balança comercial, a queda dos falcões: Rumsfeld, Boltón e Negroponte e a crescente atitude crítica do povo norte-americano, agudiza ainda mais a crise dos que sonharam e ainda sonham com o poder mundial, acreditando mortas e enterradas as forças que se lhes pudessem opor.

Na América Latina, não fazemos mais que descrever, pois todos conhecemos os processos: Cuba, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Equador, Brasil Uruguai e Argentina, no total, oito países, se orientam pelo desenvolvimento de modelos de governo e de sistemas diferentes ao tradicional imposto pelo imperialismo ianque. Os povos optaram pela mudança, nada os deteve, a ameaça, a chantagem, a compra de votos, as fraudes milionárias, não foram suficientes para fazer mudar a opinião de milhões que buscaram e seguem buscando uma nova alternativa.

É no marco deste cenário político que se desenvolveu e se segue desenvolvendo o Foro de São Paulo. De um partido no governo que inicialmente fazia parte do Foro, o Partido Comunista Cubano, hoje são oito as forças governantes que, ademais de ser forças no governo, foram fundadoras deste importante movimento. Assim as coisas, qualquer pessoa pensaria que o haver avançado em lutados e esperados objetivos, faria do Foro de São Paulo um impulsionador da integração da América Latina, num aríete das lutas sociais, num ente solidário com a luta dos povos, numa força capaz de buscar e propor soluções políticas a conflitos internos que se apresentam como conseqüência da iniqüidade, da injustiça e da antidemocracia.

Porém, não é assim, há os que pensam que o fato de ter chegado ao governo os separa do Foro. Segundo tal e muito respeitável forma de pensar, uma coisa é ser oposição e outra ser governo, em razão a ter que desenvolver, em alguns casos, políticas que o Foro não comparte, como a política neoliberal. Pensam que a nova condição os inibe de participar e querem um Foro menos dinâmico, que não se faça sentir, que não seja propositivo, que não lute por objetivos que foram e seguem sendo válidos.

Ante tal situação, outros pensam que se deve acabar o Foro, que o melhor é dar-lhe enterro de terceira e criar um novo movimento.

Nas FARC cremos que não são corretas as duas apreciações anteriores e, pelo contrário, pensamos que os partidos que se encontram no Foro e que fazem parte dos governos têm o espaço, o justo direito e a necessidade de pleitear em seus países o fortalecimento do movimento tal como foi criado: sem exclusões, sem imposições e sem dogmatismo. Cremos, além disso, que se deve buscar que esta organização seja mais funcional, seja um ente catalisador das opiniões dos povos que sempre estão adiante de seus governantes, porque são os que sentem como se está exercendo o governo, se é justo, se é pulcro, se é humano, se tem cumprido com o que prometeu. Ter medo à crítica que possa fazer uma organização como o Foro de São Paulo é negar sua mesma essência como governo democrático, amplo e pluralista.

Pensar em criar outra organização atirando pela borda 16 anos de experiências, de credibilidade, é desperdiçar a oportunidade de converter o Foro num ente coordenador de diferentes partidos, movimentos e organizações políticas que, respeitando as diferenças, nos ratificamos na luta contra o imperialismo, o neoliberalismo, a solidariedade e a integração da América Latina.

Fazemos um reconhecimento aos companheiros do Grupo de Trabalho pela iniciativa de ajudar na solução ao conflito social, político e armado que vive a Colômbia desde há 60 anos, a declaração de Bogotá é, sem dúvida, um documento muito importante que, com o direito que nos assiste, pedimos seja difundido entre os assistentes ao Foro.

Na Colômbia há uma intervenção direta do Imperialismo Ianque, na atualidade há 1.400 oficiais do exército estadunidense dirigindo as operações do Plano Colômbia, do Plano Patriota e do Plano Victoria. Os Estados Unidos estão instigando e financiando a guerra com o pretexto do narcotráfico e, para isso, diariamente se estão gastando 17.5 milhões de dólares para perseguir e liquidar aos lutadores sociais, revolucionários e bolivarianos.

As fumigações estão acabando com a flora e a fauna da Amazônia, são milhares de toneladas de Glifosato e Paraqua, igual que os experimentos com o Fusarium Oxiporun. Que destrói a mata de coca, porém igualmente acaba toda a flora que tenha no lugar, contamina as bacias hidrográficas, pois os troncos dos vegetais, ao serem levados pelas águas, causam imensa perda ao sistema ecológico.

Cremos ser oportuno manifestar nossa inquietação e desagrado pela posição de alguns companheiros que, em forma e sob responsabilidade pessoal, publicamente dizem que as FARC não podem participar no Foro, por ser uma organização alçada em armas. A luta armada não se criou por decreto e tampouco se acaba por decisão similar, é a expressão de um povo que sofreu a devastação de sua população em mais de um milhão de pessoas que, nestes 60 anos, foram assassinadas, é a expressão dos milhares de militantes que foram assassinados do Partido Comunista e da União Patriótica, é a expressão de milhares de sindicalistas que foram assassinados nestes últimos anos.

Aos companheiros que pensam que não podemos participar, fraternalmente os convidamos a que nos acompanhem, não no acionar militar ao que as circunstâncias nos obrigaram, pois sabemos que não a compartem e respeitamos seus pontos de vista, os convidamos a participar da busca da solução política e, para isso, os fazemos partícipes da Plataforma para um Governo de Reconstrução e Reconciliação Nacional, aprovada por nossa 8ª Conferência realizada em 1993.

Com esta Plataforma de 12 Pontos convidamos reiteradamente a todos os setores sociais, econômicos e políticos de nosso país para que nos sentemos e, entre todos, construamos a Nova Colômbia.

Ao Foro, em seu conjunto, o convidamos a que prossiga em seus pronunciamentos e acionar pela solução política ao conflito social e armado na Colômbia, passo importante para alcançar a paz com justiça social pela qual tem lutado e seguirá lutando nosso povo, ao mesmo tempo que é passo necessário para impedir que este conflito possa ser utilizado para que o imperialismo tente ações desestabilizadoras na região.

Seguimos convidando a todos os partidos políticos, organizações sociais, de estudantes, operários, intelectuais, campesinos, indígenas e a todos os que estejam contra a injustiça, a buscar uma solução política. Convidamos a que nos acompanhem na luta pelo Intercâmbio Humanitário, com o que estaremos abrindo as portas para que centenas de colombianos e colombianas regressem a seus lares para compartir com seus seres queridos.


COMISSÃO INTERNACIONAL
FORÇAS ARMADAS REVOLUCIONÁRIAS DA COLÔMBIA
EXÉRCITO DO POVO, FARC-EP
MONTANHAS DE COLÔMBIA, 7 DE JANEIRO DE 2007”.

Conceito Fundamental d'"A Rebelião das Massas"

NADANDO CONTRA A MARÉ VERMELHA
QUINTA-FEIRA, AGOSTO 19, 2010


O filósofo espanhol Ortega y Gasset produziu, ainda na primeira metade do século XX (e antes ainda da Segunda Guerra Mundial!) um estudo fundamental para conhecer o que chamamos de "modernidade" ou, num descrição pessoal -minha- "a decadência intelectual como contraponto ao progresso material e científico".

O nome de Obra é "A Rebelião das Massas".

A edição que tenho em mãos (portuguesa), na página 80 apresenta um resumo fundamental do pensamento do genial espanhol:

"Tudo o que se segue (nota: no livro) é consequência ou corolário dessa estrutura radical que se poderia resumir assim: o mundo organizado pelo século XIX, ao produzir automaticamente um homem novo, introduziu nele apetites formidáveis, meios poderosos de toda a espécie para os satisfazer: económicos, corporais (higiene, saúde média superior à de todos os tempos), civis e técnicos (entendo por estes a imensidade de conhecimentos parciais e de eficiência prática que hoje o homem médio tem e de que sempre careceu no passado). Depois de ter introduzido nele todas estas potências, o século XIX abandonou-o a si mesmo e, então, seguindo o homem médio a sua índole natural, encerrou-se em si mesmo. Deste modo, encontramo-nos com uma massa mais forte que a de que qualquer outra época, mas, ao contrário da tradicional, encerrada hermeticamente em si mesma, incapaz de atender a nada e a ninguém, julgando que se basta a si mesma - em suma: indócil. A continuarem as coisas como até aqui, cada dia se notará mais em toda a Europa - e, como reflexo, em todo o mundo - que as massas são incapazes de se deixarem dirigir em qualquer sentido.

Nas horas difícies que se aproximam para o nosso continente, é possível que, subitamente angustiadas, tenham por um momento a boa vontade de aceitar, em certas matérias especialmente prementes, a direcção de minorias superiores.

Mas até esta boa vontade fracassará. Porque a textura radical de sua alma está feita de hermetismo e indocilidade, por que lhes falta de nascença a função de atender ao que está além delas, sejam factos, sejam pessoas. Quererão seguir alguém, e não poderão. Quererão ouvir, e descobrirão que são surdas".

‘As Farc nunca participaram do Foro de São Paulo’, diz Valter Pomar. Ou existe Papai Noel e existe a Cuca.

ESTADÃO
18.agosto.2010 18:02:30
por Rodrigo Alvares

Cavaleiro: Valter Pomar faz o de costume: mentir. Vejam a piada, desmentida não sei nem quantas vezes, inclusive aqui no Cavaleiro.

Marina Guimarães

O secretário executivo do Foro de São Paulo, Valter Pomar, do Partido dos Trabalhadores (PT), negou hoje (18) qualquer vínculo desse grupo de partidos da esquerda e da centro-esquerda latino-americanas, criado em 1990, com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). “As Farc não participam e nunca participaram do Foro de São Paulo”, disse Pomar, em entrevista a correspondentes brasileiros em Buenos Aires, onde se realiza o 16.º encontro da organização.

A Agência Estado insistiu na indagação sobre se nem em 1990, ano da criação do grupo pelo PT, na capital paulista, houve a participação no Foro de algum partido político ligado às Farc. “Eu estava lá. Não participou nem como um setor de partido”, afirmou. Segundo ele, todos os representantes da Colômbia que participam das reuniões do Foro pertencem a organizações e partidos legais. O secretário executivo do Foro disse que esse assunto voltou à tona por causa da declaração do candidato a vice-presidente na chapa do tucano José Serra, Indio da Costa (DEM), sobre a ligação entre PT e Farc.

“O Serra e o Indio adotam uma postura infantil, que é tratar o conflito da Colômbia como se fosse um caso de crime organizado contra o Estado”, afirmou. “Este jeito não resolve o problema. O que precisa ser discutido é como construir um processo de paz na Colômbia.” Pomar destacou a presença de bases militares dos Estados Unidos na América Latina para recomendar: “Diante desse cenário de uma forte presença e uma expansão militar dos EUA na América Latina, coincidindo com um momento em que há governos de esquerda, a Colômbia é um nó que precisa ser desatado.” Segundo ele, “a Colômbia serve de pretexto para a ampliação da presença militar norte-americana”.

“A posição de 100% dos países do Foro é de que se precisa de paz na Colômbia”, afirmou. “A paz na Colômbia remove um dos pretextos para a presença dos EUA na América Latina.” Para o petista, o problema da Colômbia vai além da questão do crime organizado. “No conflito militar colombiano tem o governo, a guerrilha, os paramilitares e o narcotráfico, tem tudo isso misturado. Não é só o crime. Porque se fosse, como é que se explica uma guerrilha que tem 50 anos? É um problema social, econômico e político que tem de ser solucionado.” Nesse sentido, a declaração final do foro, que termina na sexta-feira, vai representar um forte chamado à paz colombiana.

"O debate do cálculo econômico socialista e o desenvolvimento da teoria austríaca de processo de mercado" - Ubiratan Iorio


"O debate do cálculo econômico socialista e o desenvolvimento da teoria austríaca de processo de mercado" - Ubiratan Iorio from Mises Brasil on Vimeo.

Mais um crime do capitalismo

MÍDIA SEM MÁSCARA

Olavo de Carvalho desmascara as mentiras, trapalhadas e a ignorância de Paulo Henrique Amorim.
O sr. Paulo Henrique Amorim é, na mídia brasileira, o exemplo mais puro de fidelidade partidária. Por isso mesmo faz tempo que deixei de ler seus artigos: consulto os planos de marketing do PT e já sei tudo o que ele vai escrever nos doze meses seguintes.
Outro dia, porém, uma pessoa que ignora ou despreza esse meu hábito salutar enviou-me um texto publicado nosite daquele jornalista (www.conversaafiada.com.br/mundo/2010/08/02/uribe-o-heroi-do-pig-fez-a-maior-vala-comum-do-mundo/print/), que acabei lendo por não ser obra dele e sim de uma de suas leitoras, que las hay, las hay.

A referida, que assinava simplesmente "Marília", sem sabermos portanto se é uma criatura de carne e osso ou um
alter ego do proprietário do site, noticiava ali que fôra descoberta, em La Macarena, departamento de Meta, Colômbia, uma enorme vala comum - "a maior fossa do hemisfério ocidental" --, com os cadáveres de dois mil camponeses assassinados covardemente pelos paramilitares de direita, com a ajuda do Exército colombiano.
O fato, comentava a remetente, vinha sendo sistematicamente ocultado pela mídia colombiana, direitista como ela só, bem como pela igualmente reacionária Fiscalia, o equivalente colombiano do nosso Ministério Público.
Ficava portanto demonstrado, segundo a matéria, que "a Colômbia é, sem dúvida, um dos lugares do planeta no qual o horror do capitalismo se plasma da forma mais evidente, em seu paroxismo mais absoluto".
Na legenda de uma foto que para máxima credibilidade amorínica da denúncia mostrava três buracos sem nenhum cadáver dentro, concluía triunfalmente o editor do site: "Na foto, a maior - e mais funda -- obra de Uribe. Só Hitler foi capaz de ir tão longe - e tão fundo."
Seria até covardia exigir de devotas almas chavistas algum conhecimento histórico mesmo elementar, mas eu, o leitor e o mundo sabemos que os nazistas não sepultavam os mortos dos campos de concentração: cremavam tudo. Quem cavou uma vala comum para esconder cadáveres foram os comunistas em Katyn.
Também sabemos qual o procedimento-padrão da propaganda comunista para pintar o capitalismo como um regime genocida. O modelo foi fixado para toda a eternidade pelo Livro Negro do Capitalismo, de Gilles Perrault, resposta involuntariamente paródica ao Livro Negro do Comunismo de Stéphane Courtois. Convocado às pressas para abafar o escândalo dos 100 milhões de vítimas do comunismo produzindo como pudesse idêntico número de mortos do outro lado, Perrault descobriu um método infalível, constituído de dois itens. Primeiro: computou as mortes ocorridas em guerras internacionais, que Courtois excluíra propositadamente para concentrar-se na soma das vítimas civis assassinadas por seus próprios governos. Segundo: completando a fraude com o engodo, atribuiu ao capitalismo a culpa por todas as mortes ocorridas na II Guerra Mundial, na guerra civil da Rússia, na guerra do Vietnã, na guerra da Argélia e na guerra civil espanhola, rotulando como vítimas do capitalismo, indiscriminadamente, as populações dizimadas nesses conflitos pelas tropas comunistas, fascistas e nazistas. Para reforçar a soma, meteu nela até mesmo - santa misericórdia! - as vítimas do massacre de Ruanda, 500 mil mortos, todos eles sacrificados por incitação demagógica da "teologia da libertação". Resultado: debitando-se na conta capitalista as violências cometidas pelos comunistas, o capitalismo se revelava mesmo um regime tão cruel quanto o comunismo, ou até pior, quod erat demonstrandum.
No caso colombiano, o método empregado não foi diferente. Durante três décadas a área de La Macarena esteve sob o controle das Farc. Sem apresentar sequer um arremedo de motivo, "Marília" e seu editor dão por pressuposto, portanto, que o morticínio - se algum houve, digo eu - deve ter ocorrido no período de 2005 a 2010, quando as Forças Armadas ocuparam a região. Nem percebem que, datando assim o ocorrido, se desmentem ao acusar de participação no crime os "paramilitares", que então já estavam desativados, desarmados e muitos deles encarcerados. É verdade que, em outras áreas e épocas, esses combatentes mercenários esconderam cadáveres em fossas, mas quem os espremeu até que confessassem tudo -- e quem em seguida exumou os cadáveres -- foram as Forças Armadas da Colômbia, e não se vê por que fariam isso, denunciando-se a si próprias, se tivessem participado desses crimes ou de outros idênticos. Fixando o delito no período posterior a 2005, "Marília" e Amorim inocentam involuntariamente os paramilitares. Removido o episódio para época anterior, ficam inocentadas as Forças Armadas, que não estavam no local. Se queria fazer uma denúncia séria, a dupla deveria ter ao menos evitado a contradição entre o tempo e o lugar do delito.
Aliás, se tivessem mesmo a intenção de descobrir fossas clandestinas, "Marília" e Amorim deveriam ter buscado numa outra direção. As Farc mantiveram dezenas de milhares de seqüestrados em cativeiro, em condições infra-humanas, por mais de três décadas. É impossível que alguns milhares não tenham morrido nesse ínterim, de fome, de maus tratos ou a tiros, sem haver jamais notícia de que os narcoguerrilheiros tivessem a gentileza de remeter de volta aos familiares os cadáveres dos prisioneiros mortos, que assim desapareceram duplamente: sumiram da face da Terra e nunca entraram nas contagens de "desaparecidos".
Fica portanto demonstrada, pelo método Gilles Perrault, a maldade sem fim do capitalismo e especialmente do sangrento ditador Álvaro Uribe.
Com toda a evidência, "Marília" e Amorim não leram jamais um jornal da Colômbia, pois se o fizessem saberiam que a grande mídia daquele país é anti-uribista e colecionadora voraz de denúncias contra as Forças Armadas, os paramilitares e a "direita" em geral. Saberiam também que a Fiscalia não é nenhum antro de conservadores, mas, bem ao contrário, é uma ponta-de-lança das Farc, firmemente decidida a vingar por meios jurídicos os mais heterodoxos as derrotas acachapantes que a narcoguerrilha sofreu no campo militar (veja-se, a título de exemplo, o caso do coronel Luís Alfonso Plazas, aqui descrito em 18 de junho, http://www.olavodecarvalho.org/semana/100618dc.html). Saberiam, ainda, que nem a mídia nem as autoridades ficaram inativas ante a denúncia da "vala comum". Que inatividade pode ter havido numa investigação que mobilizou, tudo junto, a Chancelaria, o Departamento de Direitos Humanos da Vicepresidência, a Procuradoria da República, a Inspetoria Geral do Exército e o governo da província de Meta? A investigação (agradeço à minha amiga Graça Salgueiro o envio da notícia publicada em El Tiempo) concluiu que o cemitério está lá desde há mais de vinte anos, que os corpos foram ali sepultados um a um em épocas diversas e que, por fim, não se encontrou no local um só cadáver cujo sepultamento não estivesse oficialmente registrado na prefeitura respectiva (v. http://www.eltiempo.com/colombia/politica/presunta-existencia-de-fosa-comun-en-el-meta_7820294-1).
Mas não é só da mídia colombiana em geral que a dupla denunciante mantém austera distância. Nenhum dos dois parece ter lido sequer a notícia original da denúncia que veiculam. Se a conhecessem, saberiam que o sinal de alarma não foi dado por "uma comissão britânica", como dizem, mas sim pela senadora Piedad Córdoba e pelo deputado comunista Ivan Cepeda, dois parceiros tradicionais das Farc, quadrilha da qual a ONG inglesa "Justice for Colombia", que só entrou na história a título de megafone ex post facto, é também notória e incondicional aliada.
Para completar, está claro que "Marília" e seu editor não examinaram nem mesmo a foto que, na opinião de ambos, prova a crueldade nazista de Álvaro Uribe: se a tivessem ao menos olhado por instantes, teriam visto que ela não mostra nenhuma "vala comum", mas, precisamente ao contrário, várias covas separadas.
No entanto, quaisquer que sejam as minhas reservas quanto ao site do sr. Paulo Henrique Amorim, confesso que o nome da coisa é notável: a expressão Conversa Afiada evidencia, com clareza exemplar, que o conteúdo ali publicado só se distingue do vazio por um hiato.

Chávez proíbe a publicação de imagens sobre violência na Venezuela

G1
18/08/2010 14h28 - Atualizado em 18/08/2010 14h38

Cavaleiro: ontem eu escrevi que o paraíso para o crime significa a esquerdopatia no poder, pegando carona na declaração do vice dA lula. Cliquem AQUI e leiam. Abaixo mais uma prova disto.

Presidente acusa imprensa de tentar tirar proveito eleitoral do tema. Meios de comunicação classificam de censura a medida.


Da France Presse


A decisão da justiça venezuelana de proibir a difusão de imagens sobre violência foi mais um motivo de confronto entre a imprensa e o presidente Hugo Chávez, que acusa os meios de comunicação de tentar tirar proveito de um tema que preocupa o país, principalmente a um mês das eleições legislativas.



Edição do jornal venezuelano 'El Nacional' publica protesto contra o que chama de censura do governo à imprensa (Foto: AFP)


Na sexta-feira passada, o jornal "El Nacional" publicou a foto de uma das salas do necrotério de Caras, onde estavam amontoados vários corpos, uma imagem forte, que dias mais tarde foi reproduzida pelo jornal "Tal Cual", outra publicação também muito crítica em relação ao governo Chávez.

O governo questionou a publicação da imagem, chamando-a de "pornográfica", enquanto que nesta terça-feira um tribunal da capital proibiu a toda a imprensa escrita que divulgasse imagens violentas, uma ação que os meios de comunicação classificam de censura.

Segundo a sentença, a imprensa escrita "deve abster-se de realizar publicações de imagens violentas, sangrentas, grotescas, que de uma forma ou de outro vulnerem a integridade psíquica e moral das crianças".

A proibição será aplicada por um mês a contar de terça.

A Defensoria do Povo e o Conselho de Direitos da Criança anunciaram igualmente que abririam ações judiciais contra El Nacional.

"Uma pessoa só pode comover-se quando pensa nas consequências que pode ter na infância, exposta a estas situações", declarou a presidente deste Conselho, Litsbell Díaz.

Chávez também se referiu à fotografia do necrotério e às críticas pela crescente insegurança na Venezuela, ao afirmar que "há uma manipulação politiqueira e pornográfica do tema da violência e da criminalidade".

"Este tema da violência, do crime, converteu-se num fator antirrevolucionário de peso", acusou Chávez, insistindo que o "problema da segurança é um assunto mundial".

Há alguns dias, o presidente também criticou a transmissão no canal CNN do documentário "Os guardiões de Chávez", realizado por uma tv espanhola, que falava da violência em Caracas e a suposta presença de guerrilheiros colombianos na Venezuela.

Censura
Não é a primeira vez que Chávez enfrenta a imprensa. Em 2007, a popular emissora de tv RCTV saiu do ar porque o governo não renovou sua concessão e, há um ano, 30 emissoras de rádios foram fechadas pela mesma razão.

Da mesma forma, a justiça iniciou recursos administrativos contra o canal de notícias Globovisión, que Chávez chama de "terrorista midiático", e ameaçou fechá-lo em várias oportunidades.

"Mas nunca vimos uma atitude como esta", comentou o professor de Comunicação da Universidade Católica Andrés Bello, Marcelino Bisbal.

"Chama a atenção que a proibição dos conteúdos que tenham a ver com a violência e a insegurança tenha sido ditada por um mês. A coincidência: estamos em campanha eleitoral", enfatizou.

"A decisão judicial peca em amplitude e imprecisão", enfatizou, por sua vez, a organização de defesa da liberdade de imprensa, Repórteres sem Fronteiras.

O governo de Chávez não publica cifras da violência há anos e é a imprensa que todas as semanas divulga estatísticas baseando-se no número de corpos que chegam aos necrotérios do país.

Protesto
O editor do jornal Nacional, Miguel Henrique Otero, disse que a intenção da polêmica era a de "causar um choque para que as pessoas reajam ante a violência".

"Sua publicação chamou a atenção da sociedade, de uma maneira gráfica e oportuna, sobre uma realidade que se tornou cotidiana", considerou David Natera, presidente do Bloco da Imprensa Venezuelana, que agrupa os donos de jornais e revistas.

"El Nacional" acatou a decisão de um tribunal, mas optou por deixar vários espaços em branco em sua edição desta quarta-feira, preenchidos apenas pela palavra "censurado" em letras vermelhas.

"Estamos censurados. Isso é inconstitucional e atenta contra a liberdade de expressão", protestou Otero.
"Se aqui houvesse uma foto, vocês veriam um pai chorando por um filho que morreu", afirma a legenda de um dos espaços em branco publicados na edição de hoje.

Em Caracas, há cerca de 50 mortes violentas a cada fim de semana e, em todo o país, os assassinatos superaram 16.000 em 2009, segundo cifras extraoficiais que transformam a Venezuela no país mais violento da região.

O tema está no centro do debate político nos últimos dias, ante as cruciais eleições legislativas de 26 de setembro, nas quais o governo aspira manter pelo menos dois terços da maioria.

Estadistas não consultam marqueteiros

AUGUSTO NUNES
16/08/2010 às 18:44 \ Direto ao Ponto


A era dos marqueteiros produziu incontáveis espantos: acabou com todos os vincos e rugas, erradicou os cabelos brancos, instituiu a obrigatoriedade do uso do uniforme terno-azul-marinho-camisa-azul-celeste-gravata-vermelho-cheguei, aposentou os óculos de aros grossos, converteu arrogantes vocacionais em poços de humildade, permitiu a gargantas franzinas formularem incongruências com voz de tenor, transformou azarões em favoritos, elegeu perfeitas nulidades e promoveu bestas quadradas a gênios da raça. Mas não produziu um único estadista.
O sumiço dessa fina estirpe não pode ser debitado inteiramente na conta do profissionais do marketing político. Mas é impossível imaginar um marqueteiro soprando o que deve ser feito aos ouvidos de um estadista. Gente assim sabe que pesquisas de opinião captam um estado de ânimo condicionado por circunstâncias passageiras ─ e pelo imaginário popular. Sabe que a voz do povo não é ditada pela Divina Providência: é apenas a voz do povo, e não traduz necessariamente o que é melhor para um país.
Como os políticos comuns, profissionais do marketing político pensam na próxima eleição. Estadistas pensam na próxima geração. Em 1938, já que a maioria dos britânicos queria um tratado de paz com a Alemanha, os marqueteiros teriam sugerido a Winston Churchill que fosse mais polido com Adolf Hitler. Nos anos seguintes, sobraçando levantamentos do Instituto Gallup, teriam implorado a Franklin Roosevelt que mantivesse os Estados Unidos fora de uma guerra que, para sete entre dez americanos, era um problema europeu.
Na eleição que se seguiu ao triunfo contra a Alemanha nazista, Churchill também seria aconselhado a livrar-se do charuto, beber menos, esconder que dormia depois do almoço, emagrecer pelo menos 15 quilos, usar fotografias que amputassem a calvície e, sobretudo, parar de denunciar com tanta veemência a política expansionista da União Soviética. Cansados de guerra, os ingleses não queriam sequer ouvir falar em Guerra Fria. Churchill talvez não tivesse perdido a eleição. Mas perderia a chance de voltar nos anos 50, o lugar que lhe coube na História e o respeito que sempre merecerá  de todas as gerações.
A oposição brasileira precisa mais de líderes com visão histórica que de candidatos com chances de vitória. O país que presta está pronto para o combate frontal e sem prazo para terminar. Se o preço a pagar pela chegada ao poder for a rendição sem luta, os democratas preferem a derrota. O que está em jogo não é o Palácio do Planalto, é o futuro. Não se trata de escolher entre nomes, mas entre a liberdade e o autoritarismo. José Serra e todos os oposicionistas decentes devem mirar-se no exemplo do primeiro-ministro britânico. A farsa precisa ser desmascarada. A fraude não resiste ao confronto com a verdade. Quem se opõe tem o dever de denunciar com dureza os crimes e pecados do adversário.
Churchill perdeu as primeiras batalhas. Sabia, quando começou a guerra contra o inimigo primitivo e poderoso, que tinha o apoio declarado de menos que 5% dos ingleses. Mas também sabia que tinha razão. E a civilização sobreviveu.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Com 20 (vinte) anos de atraso, a grande míRdia fala que o Foro de São Paulo é lugar de bandido

FOLHA
18/08/2010 - 10h15

Ao longo desta semana, dirigentes dos principais partidos políticos da esquerda latino-americana se reúnem em Buenos Aires, Argentina, para participar da reunião do Foro de São Paulo.

"Com um discurso que defende a integração regional e rechaça o imperialismo americano, o grupo discute estratégias para derrotar o que eles chamam de contra-ataque da direita", informa neste podcast o correspondente da Folha em Buenos Aires, Gustavo Hennemann. Ouça.



Fundado em 1990 sob a liderança do PT, o Foro de São Paulo reunia partidos, movimentos sociais e grupos guerrilheiros que se articulavam para chegar ao poder. Hoje, os partidos que integram o Foro governam 11 países da América Latina, entre eles o Brasil.

Este ano, o encontro terá a presença do ex-presidente de Honduras, Manuel Zelaya, que guinou para a esquerda um pouco antes de ser deposto, em junho de 2009.

Indio reafirma PT-FARC e Temer diz que as FARC devem mesmo virar partido político




videoscanalverdades | 18 de agosto de 2010
Notem o absurdo da declaração de Temer, vice dA lula: as FARC devem deixar a GUERRILHA (obrigado Temer, exceto O lula todos sabemos que são as FARC são guerrilha) e virar partido político. Ele reafirma o que disse O lula, portanto.

Percebem como a esquerdopatia no poder é como o paraíso para criminosos? O PCC, segundo Temer, também poderiam/deveriam, então, deixar o crime e virar partido. O CV também.

Então, cidadão, segundo o vice dA lula, se você quiser virar partido você pode primeiro "criar" uma entidade criminosa. Depois, você vira partido político e vai para Brasília (ou para a Câmara, ou pro Senado, ou para uma prefeitura...) meter a mão nos cofres públicos.

Campanha Nacional pela criminalização do Homeschooling e do Autodidatismo

VANGUARDA POPULAR
ESCRITO POR EMMANUEL GOLDSTEIN  

Karl Marx avaliou, melhor que ninguém, a importância da educação 100% estatal. Somente o Estado pode garantir a universalidade de acesso a doutrinação.

Paulo Freire, autor da magistral pedagogia da libertação, demonstrou que “todo ato de educação é um ato político”. Deixou claro, portanto, a importância da educação marxista gratuita e de qualidade.

Também é indiscutível que o método popular e democrático de Antonio Gramsci, particularmente no que se refere às escolas, tem produzido efeitos altamente benéficos para a formação ideológica marxista das crianças, jovens e adolescentes em nossa República Popular Bananeira Brasileira, inclusive nas escolinhas do MST.

Prova disso são os excelentes resultados do Brasil nos exames internacionais. Vários pesquisadores progressistas, impressionados com tão fabuloso resultado, já declararam que, em pouco tempo, o Brasil será “o país mais inteligente do mundo”. 

Diante desse quadro, tornou-se fundamental CRIMINALIZAR o Homeschooling. O ensino em casa é uma ameaça ao estado democrático e socialista, uma afronta ao artigo XIV da Declaração Universal dos Direitos do Estado. Autodidatas ideocriminosos são um perigo para a  sociedade progressista.

Confira a seguir uma palestra sobre os perigos do Homeschooling. Doutrinação Marxista ou Morte! 




"Homeschooling" - Cleber Nunes from Mises Brasil on Vimeo.

Argentina denuncia a Chávez por delito de lesa humanidad

EL-ACONTECER
LUNES 9 DE AGOSTO DE 2010

Por ante la Justicia Federal Penal de Buenos Aires,Argentina, se introdujo una Querella contra el Presidente venezolano Hugo Chávez, por la presunta comisión del delito de Lesa Humanidad en perjuicio del niño RICARDO ANDRES ALVAREZ JIMENEZ  de 13 años de edad, quien padece de Cáncer muscular y quien ha venido recibiendo tratamiento de Quimioterapia en el Hospital General de Niños “Pedro de Elizalde (Ex-Hospital Casa Cuna en Buenos Aires).
Los hechos se sucedieron  cuando los padres del niño acudieron al Consulado venezolano donde fueron atendidos por el Cónsul José Alvarado, en virtud de la grave enfermedad que padece el niño, quien les solicitó la copia de la Historia Clínica a los fines de tramitarles ayuda del gobierno de Venezuela a solicitud de los padres. La situación se complicó cuando lospadres acudieron nuevamente al Consulado y les informaron que por tratarse de venezolanos Refugiados en Argentina por orden del Presidente Hugo Chávez no les brindarían ningún tipo de ayuda, inclusive, lospadres manifestaron que el niño sería evaluado por un Eminente Oncólogo de la Clínica Oscher en Nueva Jersey, por lo que requerían los Pasaportes y fueron negados igualmente, aun cuando medió en el presente caso la Cancillería de Argentina por razones humanitarias, inclusive solicitaron el medicamento Ifosfamida para el tratamiento de quimioterapia y se los negaron igualmente.
Por cuanto se evidenciaría la comisión de uno de los delitos de Lesa Humanidad es que se presenta la Querella ante la Justicia Penal, ya que no existe Inmunidad por el cargo que ostenta de Presidente de una Nación.
El padre del menor, un abogado Defensor de los Derechos Humanos, solicitante de Refugio en Argentina, acudió ante la Comisión Interamericana donde denunció el caso y viajará a Montevideo donde solicitará un derecho de palabra ante el Parlamento del MERCOSUR para denunciar esta actuación de Hugo Chávez. También lo hará en el Congreso de la Nación de Argentina.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".