Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Perseguição aos cristãos na Índia

MÍDIA SEM MÁSCARA

Onda de violência anticristã faz vítimas na Índia. Os cristãos do país pedem orações.
Ali Enokido pede oração pelas igrejas perseguidas na Índia. Em Kerala, ativistas do grupo Sangh Parivar atacaram dois pastores por propagarem a fé cristã, durante a exibição de um filme sobre Jesus na colônia tribal de Ambalayur, distrito de Waynad. Quando a polícia chegou, manteve os dois homens seriamente feridos na delegacia, sem tratamento, além de confiscar o veículo deles e todo o material utilizado na projeção. A notícia é do site Portas Abertas.
Há dois dias, extremistas budistas queimaram vinte igrejas e ainda planejam destruir duzentos templos na província de Olisabang, ameaça

O BRASIL, O IRÃ, O ANTIIMPERIALISMO, A CAMISETA DA SELEÇÃO E OS INDECENTES

REINALDO AZEVEDO
quarta-feira, 14 de abril de 2010 | 19:00

Patético, e nisso não há nenhuma novidade, o papel desempenhado pelo Brasil na Cúpula de Segurança Nuclear de Washington, convocada e estrelada pelo presidente dos EUA, Barack Obama. Mais uma vez, lá estava o Brasil apegado a seu monotema: defender o diálogo com quem não quer dialogar — no caso, o governo do Irã. Fora da agenda, Lula e o primeiro-ministro da Turquia, Recep Erdogan, mantiveram um encontro de 15 minutos com Obama. O objetivo era convencer o presidente americano da desnecessidade das sanções, aquela conversa de sempre. Obama deve ter ouvido tudo atentamente e deu de ombros. Respondeu o óbvio: sanções fazem parte do processo de negociação. E está certo, não é? Não se trata de uma declaração de guerra.
Observem: o Brasil restou como o único país de alguma relevância a se opor severamente às sanções. Mais do que isso: tornou-se mesmo um militante da causa iraniana. E as coisas vão assumindo, nesse tema, um contorno cada vez mais suspeito. Já trato disso. A China não aderiu ainda à proposta, mas aceita conversar a respeito e já deixou claro que rejeita o comportamento do governo do Irã, o que o Brasil não fez. Ao contrário: Lula e o Itamaraty se tornaram porta-vozes de Mahmoud Ahmadinejad no mundo. O Brasil se fez um fiador da “verdade” iraniana: seu programa nuclear tem fins pacíficos.  Ahmadinejad e  os aiatolás só não aceitam a inspeção da Agência Internacional de Energia Atômica por uma questão de soberania… Sei!

O Brasil não deve ter entendido direito o caráter da cúpula proposta e realizada por Obama. Ou até entendeu e, por isso mesmo, fez declarações um tanto hostis à iniciativa. Vamos ver.

Quando o presidente americano e o  russo, Dmitri Medvedev, anunciaram a redução do arsenal nuclear, Lula tratou a coisa com menoscabo: segundo ele, tratava-se apenas da desativação de armamento obsoleto. E voltou a sugerir que países com armas nucleares deveriam dar o exemplo e destruir seu arsenal — só assim poderiam exigir igual comportamento dos outros.

O que há de histórica e moralmente delinqüente num raciocínio como esse, que não é só de Lula, não (aliás, originalmente, não é dele), mas do antiamericanismo que hoje pauta a política do Itamaraty? Duas coisas essenciais:

1)
 há uma diferença entre o armamento nuclear para dissuasão e para ataque; sei: isso não faz diferença para o PT;

2)
 NÃO há diferença entre o tipo de civilização, A CIVILIZAÇÃO POLÍTICA, que as armas nucleares americanas ajudaram a preservar e aquela que o Irã gostaria de destruir; mas isso também não faz diferença para o PT.

Qual o sentido, então, da iniciativa de Obama — e, desta feita, cá estou eu a aplaudir o presidente dos EUA, o que não costuma acontecer? Está buscando respaldo político e moral para o que está sendo dado como muito provável: o confronto com o Irã. Qual confronto? No limite, pode ser a guerra se o país insistir na rota tresloucada em que está. Notem: as sanções não são o primeiro passo rumo ao pior; elas são, por enquanto, uma alternativa. Trata-se de um sinal de que o equilíbrio dado no mundo rejeita um comportamento como o iraniano.

O governo brasileiro entrou nessa história com uma linguagem velha, com aspirações que já classifiquei aqui de “subimperialistas”, tentando se colocar como um ator global que se encontra no pólo oposto aos EUA, condição que, por razões ou geopolíticas ou comerciais, Rússia, China ou União Européia rejeitam. Um grande amigo meu acaba de voltar da China. É um grande empresário — e também um visionário. Está impressionado com o que viu: o equilíbrio “perfeito” — e maldito para a civilização, digo eu — entre tirania e tino para os negócios. Haverá o tempo, talvez não seja o caso de estarmos vivos, em que aquele “império” vai se confrontar com a civilização da democracia. Espertos, os chineses acham que ainda não é a hora.

Mas o Brasil de Lula, pelo visto, acha que já é chegado o tempo. Daí essa insistência, reitero, em se opor às sanções. Não só isso. O governo foi mais longe: tornou-se um advogado do Irã. Há dias, contra as evidências, o presidente afirmou que Ahmadinejad não pode ser tratado “como um terrorista”. Não? O Irã financia hoje o terror no Iraque, nos territórios palestinos e no Líbano. E promete “varrer Israel do mapa”.

Numa loucura que pode ser método — e começo a voltar, como o prometido, ao segundo parágrafo —, enviou uma missão comercial ao Irã enquanto o mundo, na prática, debatia formas de conter a ação de países como o… Irã!!! Miguel Jorge, ministro da Indústria e Comércio (tenho minhas dúvidas se sua biografia precisava disso), liderou um grupo de 80 empresas, que preferem manter seus respectivos nomes em sigilo (por quê?),  para intensificar as relações comerciais com aquele país, com abertura de linha especial de crédito. Como isso tudo parecia pouco, o ministro posou (Emir Sader escreveria “pousou”) para as fotos presenteando Ahmadinejad, o negador do holocausto judeu e que condena à forca os que se opõem a seu governo, com uma camiseta da Seleção Brasileira. Para todos os feitos simbólicos, trata-se de uma condecoração.

Nestes quase oito anos de governo Lula, a política externa brasileira não rejeitou as piores ignomínias porque haveria um objetivo estratégico: um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Flertou-se, nesse tempo, com as ditaduras mais odientas; cada voto do Brasil nos fóruns multilaterais deixou de lado qualquer princípio para angariar apoio a seu pleito. Pois bem: esse alinhamento incondicional com o Irã afasta o Brasil daquele propósito. Por que, então, de súbito, o país passa a atuar contra o que foi, durante um tempo, uma obsessão?

Não sei! Sei, aí sim, que isso cheira muito mal. Creio que um dia virá à tona uma história de contornos escabrosos. O tempo dirá. Encerro lembrando que o debate na intimidade do governo é de tal sorte destrambelhado que José Alencar, vice-presidente, chegou a dizer que o programa nuclear iraniano pode até ter como objetivo a bomba. Para ele, tudo bem. Segundo Alencar, arma nuclear também pode servir à paz desde que se preste à dissuasão. Não pensa isso sozinho, não. Está vocalizando uma cultura interna.

Alencar e todo o governo Lula fazem de conta que o mal ou o bem estão (a concordância está correta, antes que reajam)  na bomba em si, não nos valores que guardam essa bomba.

Como diria Lula, eu “estou convencido de que” estamos diante de uma política externa de primitivos morais. Não havendo nenhuma razão inconfessável para o alinhamento incondicional com o Irã (e isso seria coisa de indecentes), restam as razões confessáveis. E também elas são coisa de indecentes.

Um país dividido

BLOG DO MR. X

Sexta-feira, 9 de abril de 2010


Embora os demonize constantemente, a esquerda precisa dos conservadores -- ou ao menos dos seus impostos. Sem o dinheiro dos conservadores, a esquerda não consegue fazer "redistribuição de renda" nem nenhum de seus projetos megalomaníacos de transformação social.


Li faz algum tempo uma interessante discussão sobre a possibilidade de separar os EUA em dois países: metade com os estados tradicionalmente Democratas (Blue States) e metade com os estados tradicionalmente Republicanos (Red States). Uma divisão, hoje apenas ideológica, de acordo com a proposta se tornaria geográfica. (Aqui uma visão mais otimista e de centro sobre a questão)

É fato que na era obâmica, os EUA estão mais divididos do que nunca. De um lado, o pessoal de esquerda quer cada vez mais controle estatal sobre saúde, economia, direitos individuais. Também querem casamento gay, aborto ilimitado, imigração ilimitada, luta contra aquecimento global e divisão equitativa das riquezas entre todos os membros a sociedade. Do outro lado, os conservadores tradicionais que desejam um estado menor e fiscalmente responsável, com menos poder. Não querem forçar casamento gay, aborto e nem "justiça social", e acreditam que o "aquecimento global" seja uma mera trapaça para conseguir dinheiro e poder.

Como separar esses dois grupos, que pouco ou nada tem a ver um com o outro, que não parecem se ver mais como concidadãos?

O autor da idéia propõe um divórcio. Conservadores de um lado, progressistas do outro. Cada um com seu país.

A idéia é divertida, e, em princípio, lógica. Os conservadores poderiam viver em seu mundinho de sociedade tradicional e estado mínimo, e os progressistas se livrariam desses capitalistas cristãos, caretas, atrasados, chatos e racistas, podendo perseguir suas utopias apenas entre pessoas de mesma índole. (Os libertários poderiam escolher em qual dos dois paises ficar). A divisão, que na mente de um esquerdista mais exaltado incluiria até mesmo o Canadá, seria assim:


A idéia poderia ser adaptada a vários outros países. Por que não separar o Brasil de Direita do Brasil de Esquerda, por exemplo? Petistas para um lado, o resto do outro.

O problema é que a idéia, fascinante na teoria, jamais funcionaria na prática. Em primeiro lugar, a esquerda é universalista e totalitária. Enquanto os conservadores ficariam felizes de poderem se livrar dos progressistas e viver a seu modo sem interferências, os esquerdistas têm a necessidade de impor o seu modelo a todos, por bem ou por mal. Não lhes basta o isolamento entre seus semelhantes, como os amish: querem forçar os cristãos a aceitar o casamento gay, obrigar as minorias a lutar contra o racismo, exigir aos recalcados conservadores a aceitação dos direitos dos transsexuais, e assim por diante. Seu projeto transformador não exclui ninguém.

(Para sermos justos, devemos observar que também os conservadores pretendem em alguns casos impor normas de comportamento aos esquerdistas, como proibir o consumo de maconha, ou impedir desagravos à religião, e isso é vivenciado pelos progressistas como uma tirania; mas, ainda assim, raramente os conservadores impõe idéias radicais de transformação social)

Mas é claro que o principal problema é outro. Embora os demonize constantemente, a esquerda precisa dos conservadores -- ou ao menos dos seus impostos. Sem o dinheiro dos conservadores, a esquerda não consegue fazer "redistribuição de renda" nem nenhum de seus projetos megalomaníacos de transformação social.

Assim, se a separação física e demográfica de fato ocorresse, poderíamos antecipar um de dois prováveis resultados: um, o fracasso econômico e posterior conflito social no País de Esquerda, que devido às idéias econômicas de jerico e ao gasto exorbitante de dinheiro público, em poucos anos entraria em colapso. Milhões de refugiados emigrariam para o País de Direita, e o ciclo se repetiria. Ou, então, dois: o ditador esquerdista - esquerda, cedo ou tarde, sempre termina em ditadura - poderia tentar invadir o País de Direita para saquear seus recursos, ou sabotá-lo internamente.

Assim sendo, parece claro que tal divisão física é impossível. O problema é que, cada vez mais, tampouco parece possível que Esquerda e Direita, conservadores e progressistas, cheguem a um consenso sobre o rumo a seguir. Como um casal que se odeia mas é obrigado a conviver, conservadores e progressistas deverão continuar sob o mesmo teto. Ao menos até que a casa caia.

Red State, Blue State.

BREVIARIUM entrevista o pré-candidato à presidência da República Mario Oliveira - Parte II

BREVIARIUM




LEIA A ENTREVISTA OU OUÇA A GRAVAÇÃO:




 
Breviarium - Qual é a sua opinião sobre o homeschooling?

Mario Oliveira - Como eu disse, minha posição é de absoluto respeito às liberdades civis. Se os pais decidem fazer isso, tem de ser respeitado. O que deve ser deixado muito claro para os pais é que o investimento na educação é estratégico para o país. Se os pais conseguem dar uma educação de boa qualidade aos filhos, não haveria por que o Estado intervir.

Breviarium - Em vista de que, nos Estados Unidos, geralmente as crianças educadas em casa têm um desempenho melhor que o das crianças educadas nas escolas, elas tenderiam, em geral, a ter um desempenho melhor também no Brasil, não?

Mario Oliveira - Eu tenho uma certa dificuldades de avaliar isso agora pelo seguinte: para que as crianças sejam educadas em casa é fundamental que os pais tenham um bom nível educacional. Esse não é o caso do Brasil, de forma geral. Há muita gente aqui que não tem condições de educar os filhos em casa. Mas desde que os pais possam demonstrar que tem condições de educar os filhos de forma satisfatória e, como você mencionou, com os filhos podendo até mesmo alcançar um desempenho superior, eu não teria nada contra. Sempre é aquele conceito das liberdades civis. O que acontece aí, eu costumo dizer, é o seguinte:  quando há um confronto entre dois direitos, prevalece aquele que atende melhor o destinatário. Então, entre o “direito” do Estado de estar oferecendo educação e o dos pais de optar pela melhor forma de educar os seus filhos, prevalece a opção dos pais.

Breviarium - Embora no plebisito sobre o desamarmento o “não” tenha vencido, é extremamente difícil para o cidadão de bem comprar uma arma de fogo para que ele possa defender sua familia. O senhor buscaria tornar menos difícil a aquisição de armas de fogo por parte das pessoas de bem?

Mario Oliveira - Sem dúvida alguma. Principalmente em um Estado que não fornece um serviço público de segurança adequado. Caso o cidadão entenda que ele tem a necessidade de se armar, evidentemente que de forma legal, eu daria melhores condições e facilitaria esse procedimento.

Breviarium - O senhor é a favor da legalização do aborto?

Mario Oliveira - Não.

Breviarium - O senhor tem dito que o país vive uma situação de guerra civil, uma vez que 50 mil pessoas são assassinadas por ano no Brasil. Quais medidas concretas o senhor pretende implementar para reduzir o número de homicídios no país?

Mario Oliveira - Olha, isso é um problema muito sério. Na verdade, uma pequena correção: o número de mortes no Brasil é pelo menos 50% maior que esses 50 mil. Então estima-se por volta de 75 mil. O que nós precisamos reduzir no Brasil fortemente é a violência e a impunidade. Então eu considero que a vida é muito barata no Brasil. Para resolver essa questão, o primeiro ponto é valorizar a vida e a liberdade das pessoas. E, para os que transgredirem a lei, aplicar o conceito de rigorismo penal. O que é o rigorismo penal? São leis mais firmes, mais duras e que efetivamente segregrem o indivíduo da sociedade na medida em que ele cometa alguma infração, algum crime. Eu usaria todas as medidas para reduzir a criminalidade, os homicídios, porque eu entendo que é responsabilidade do presidente que o cidadão saia de casa inteiro, incólume, e volte inteiro, incólume. Inclusive, o artigo 85 da Constituição já estabelece que é responsabilidade do presidente a segurança interna. Então, qualquer medida que seja aplicada para reduzir a criminalidade eu vou implementá-la.

Breviarium - O que o senhor pensa da controvérsia sobre o aquecimento global? Existe aquecimento global?

Mario Oliveira - Essa é uma matéria que vem sido discutida de forma apaixonada por vários envolvidos. No caso mundial, a intervenção do homem na natureza cria, evidentemente, consequências. É uma questão de avaliar como isso pode ser minorado. No caso específico do Brasil, eu entendo que o maior problema ambiental que nós temos hoje existe é nas cidades. Devido à situação das nossas cidades, com a quantidade brutal de favelas que existe aqui, o primeiro passo é recuperar esse meio ambiente, recuperar os nossos rios e, principalmente, recuperar nossas favelas, porque a responsabilidade do presidente, do governante, é garantir condições para que as pessoas vivam em ambientes saudáveis – que é o que não ocorre no Brasil. Então, a questão do aquecimento global seria, em ordem de prioridade, a segunda prioridade do meu governo no meio ambiente. A primeira prioridade é recuperar o ambiente urbano.

Breviarium - Então o senhor contemplaria criar impostos para limitar a emissão de carbono?

Mario Oliveira – Na minha opinião, a melhor forma de você reduzir a poluição é cobrando fortemente de quem polui. Então, se as pessoas querem instalar fábricas poluentes, o custo para que elas sejam operadas ficaria tão alto que não se teria o retorno econômico previsto e acaba não havendo poluição.

Breviarium - O que o senhor pensa da ONU?

Mario Oliveira - A ONU já teve um papel importante no passado. Hoje, com as grandes multinacionais, com os grandes grupos econômicos que praticamente dirigem o mundo, a ONU tem apenas uma função homologatória do que se decide em outras instâncias.

Obama, o queniano: a esposa, a avó do cara e o embaixador queniano confirmam

PT contra o FICHA LIMPA

Veja este vídeo e depois leia o artigo anterior logo abaixo.

LOST IN THE E-JUNGLE

Compre Batom, sua filha merece Batom…


E aí, lembram-se deste aqui de baixo?



Pois é, né...

A descrição da propaganda no YouTube é esta:

"Publicidade abusiva.
Campanha destinada a influenciar o comportamento infantil."


Alguém acha que tudo isto é "Teoria da Conspiração"? Leia o artigo logo abaixo então.

Os custos sociais da pornografia

JULIO SEVERO

15 de abril de 2010


P. Langdale Hough

23 de março de 2010 (
Notícias Pró-Família) — Na semana passada no Clube Nacional de Imprensa em Washington, D.C., o Instituto Witherspoon informou sobre uma série de descobertas acadêmicas e recomendações acerca dos custos sociais da pornografia.

Em dezembro de 2008 um grupo variado de acadêmicos, médicos e jornalistas se reuniu em Princeton, New Jersey, para começar uma investigação inicial sobre os danos sociais do consumo da pornografia em homens, mulheres e crianças. Os acadêmicos participantes tinham vindo de uma ampla variedade de profissões especializadas. Psiquiatras, especialistas legais, médicos e economistas reuniram uma análise rigorosa das dimensões neurológicas, psicológicas, econômicas, sociais, políticas, legais e filosóficas do uso da pornografia. O resultado foi divulgado em 16 de março de 2010, quando o Instituto Witherspoon apresentou o documento “The Social Costs of Pornography: A Statement of Findings and Recommendations” (Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações).

Três observações importantes sobre o documento merecem ser feitas. Primeira, ele apresenta variado consenso profissional e especializado sobre as ramificações sociais da pornografia de internet, um consenso que está em divergência com boa parte das opiniões aceitas sobre a questão. Segunda, algumas implicações da evidência empírica apresentadas no documento provocarão controvérsia, em parte por causa de uma suscetibilidade libertária predominante com respeito ao consumo da pornografia. Em último lugar, é preciso fazer muito mais pesquisas, considerando o crescimento relativamente recente da pornografia de internet e o desafio de obter dados confiáveis de produtores e consumidores da pornografia de internet.

O que sustenta boa parte da opinião pública sobre a pornografia é a compreensão do consumo de pornografia como entretenimento inócuo, expressão sexual benigna ou ajudante matrimonial. Contudo, essa maneira de ver fica complicada com a onipresença de materiais pornográficos instantâneos, realistas e descarados, e o crescente volume de evidências empíricas que confirmam os danos que a pornografia cria naqueles que produzem e consomem a pornografia bem como naqueles que vivem e trabalham nos mesmos domicílios, empresas e comunidades onde há usuários de pornografia. Dentro dessas duas observações estão importantes afirmações específicas, algumas das quais podem ser achadas aqui e todas das quais estão inteiramente documentadas em Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações.

Com a chegada da era da internet, pessoas de todas as idades e classes, de ambos os sexos, têm agora acesso quase ilimitado a conteúdo de pornografia que é feito para todos os gostos e fantasias adquiridos por hábito. A acessibilidade instantânea dos materiais é aumentada pelo desenvolvimento aparentemente infindável de mídias digitais mais vívidas e realísticas e uma indústria responsável por quase um quinto de todos os filmes pagos dos Estados Unidos. No meio desses avanços técnicos, as comunidades terapêuticas e médicas relatam uma presença crescente de (e audiência para) pornografia explícita. Se, como sugerem alguns, estamos à beira de uma nova revolução de mídia 3-D, experiências pornográficas ainda mais dramáticas poderão logo ser disponibilizadas.

A onipresença da pornografia na era da internet vem acompanhada por um volume crescente de evidências que indicam que, independente da idade e do sexo, todos são afetados. A maior parte dos danos sociais ligados ao consumo da pornografia parece se originar de sua natureza psicológica como uma intensa experiência de treinamento de conduta e concessão de permissão dentro do contexto de aprendizado altamente eficaz da excitação sexual, onde ações são demonstradas, repetidas, incentivadas e/ou proibidas via imagens cheias de informações.

Estudos empíricos revelam a neurociência do consumo da pornografia. Alguns estudos mostram que o uso da pornografia mina o relacionamento conjugal e outros relacionamentos íntimos de seus usuários, pode tornar os homens sexualmente incompetentes com uma parceira real, e para alguns pode levar a atrações crescentes para com imagens e condutas de natureza pornográfica. Mulheres não só enfrentam novas expectações de conduta sexual, mas também se defrontam com mais chances de divórcio, infidelidade e casamentos menos felizes. Crianças, principalmente rapazes, são mais inclinados à violência, agressão e coerção sexual de colegas, são mais suscetíveis à coerção sexual por parte de colegas e adultos. As meninas adolescentes são mais inclinadas a tolerar abuso emocional, físico e sexual. Por último, embora seja preciso fazer muitas pesquisas nessa área, parece que a pornografia continua a ser um fator no tráfico de seres humanos para a exploração sexual. Em resumo, a pornografia tem custos sociais para os que estão envolvidos em nível principal (consumidores e produtores, sejam homens, mulheres ou crianças) e nível secundário (geralmente mulheres e crianças).

Essas descobertas, que são avaliadas de forma mais abrangente em Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações e sua pesquisa associada, são de preocupar profundamente. O grupo variado de especialistas que assinou o documento concorda que uma mudança nas expectativas e informações públicas sobre os custos sociais do consumo da pornografia — em parte modelada na campanha bem-sucedida contra o fumo nas últimas cinco décadas — é necessária. Embora nem todos estejam de acordo com todas as recomendações no documento, eles oferecem várias propostas para ajudar a demonstrar o tipo de abordagem que se precisa. Algumas das recomendações do documento incluem:

— uma conscientização maior por parte da comunidade terapêutica quanto aos danos do consumo da pornografia bem como pesquisas adicionais nessa área;
— maior atenção por parte dos profissionais da educação quanto a esse volume de pesquisas e os perigos e desafios que os adolescentes adultos estão enfrentando;
— maior interesse por parte de jornalistas sobre as consequências da onipresença da pornografia e um envolvimento de rigoroso jornalismo investigativo na indústria pornográfica;
— uma resposta rigorosa da indústria privada para com o uso da pornografia no ambiente de trabalho e uma conscientização dirigida a empregados com problemas de pornografia;
— a “desglamorização” do uso da pornografia por parte das celebridades e da cultura popular;
— e finalmente, um engajamento nessa questão por parte dos governos locais e federais, inclusive: legislação para tornar ilegal a pornografia nos servidores padrões usados pelas pessoas comuns; uso das posições de influência para uma campanha pública para mostrar que a pornografia — até mesmo quando não preenche a definição estreita e legal de “obscena” — necessariamente não se enquadra na liberdade de “expressão” conforme a Primeira Emenda protege; rotular todos os materiais pornográficos (impressos e digitais) com um aviso sobre o potencial viciador da pornografia e consequentes danos psicológicos possíveis para o consumidor; o redesenvolvimento e a mobilização da unidade do Ministério da Justiça dedicada à instauração de ações legais contra obscenidade para lidar com o fenômeno específico e complexo da pornografia de internet; e a criação de um novo direito privado (civil, não criminal) de ação, chamado a “exposição negligente de um menor ou um adulto indisposto a materiais obscenos”.

Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações foi escrito entendendo-se que a sociedade estará em melhores condições se os fatos sobre o uso da pornografia e suas consequências forem ampla e eficazmente circulados de modo que pessoas de todos os tipos consigam levá-las em consideração. Considerando que o interesse da indústria pornográfica no desenvolvimento de avanços tecnológicos novos e mais vividos nos meios de comunicação, é mais importante do que nunca que as famílias, os pastores, os profissionais terapêuticos, os educadores, os líderes empresariais e os servidores públicos fiquem mais conscientes das devastadoras conseqüências sociais da onipresença da pornografia na era da internet.

Há alguns sinais de que está havendo progresso. As classes psiquiátricas e terapêuticas recentemente começaram a fazer certas observações com relação aos custos do consumo da pornografia na conduta de um indivíduo. A Associação Americana de Psiquiatria em sua proposta revisão recentemente divulgada do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais pela primeira vez incluiu referências específicas à pornografia como possível fator em “Desordens Hipersexuais”. Se essa revisão permanecer no manual final, será um importante primeiro passo para autorizar indivíduos e famílias a buscar tratamento específico e cobertura de seguro para condutas resultantes de ou diretamente ligadas ao consumo de pornografia.

Incentivo você a considerar as descobertas e recomendações que se encontram no documento integral, disponível 
online junto com uma apresentação de vídeo das consultas e rascunhos das consultas dos documentos de pesquisas.

Traduzido por Julio Severo: 
www.juliosevero.com

Veja também este artigo original em inglês: 
http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10032313
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Julius Malema (Zimbábue) expulsa jornalista branco e ainda canta música do apartheid

MENTE CONSERVADORA (aqui e aqui)
Sexta-feira, 9 de abril de 2010

Julius Malema estava louvando as "reformas" do governo de Zimbábue, quando o jornalista Jonah Fisher disse:

- Você vive em Sandton (e não no Zimbábue).

Aí, Malema ficou bastante irritado e disse que aquele era um encontro de "um partido revolucionário".

"Esta é uma casa revolucionária. Não venha aqui com essa tendência branca. Não aqui. Você pode fazer isso em outro lugar. (...) Você pode ir embora. (...) Bastardo! Vá embora! Agente sangrento!" gritou Malema.

A música diz: "Vá ao telhado e diga-lhes: minha mãe fica feliz quando nós batemos nos De Boer (agricultores brancos da África do Sul)".

Glenn Beck: Obama é socialista

MENTE CONSERVADORA

sábado, 10 de abril de 2010
O apresentador da Fox News, Glenn Beck, fez uma análise da infância e juventude do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e constatou que ele é um socialista.

Seus pais eram comunistas ferrenhos, seu líder espiritual, o reverendo Jeremiah Wright, é extremamente esquerdista e Obama frequentou a Igreja Unida da Trindade, de Wright, que aplica uma teologia da libertação (marxismo) radical.

Além disso, Obama tinha concedido uma entrevista falando que, no seu tempo de College, escolhia seus amigos cuidadosamente, a saber, dava preferência para militantes negros e marxistas. Logo, Beck concluiu que as fundações de Obama são totalmente socialistas, a despeito de um dia o presidente ter dito que é apoiador dos livres mercados.




Revolução Cultural

Saiba quais foram os Fundamentos Teóricos e as Consequências Práticas da Revolução Cultural desencadeada a partir de meados da década de 1960.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

ACIDENTE??? QUEM ACREDITA??? LEIAM ABAIXO...

ESTADÃO

Um amigo indica e comenta:

Cômodo para os vermelhos, não?

Abraço
F.

___________________
 

Acidente de avião na Rússia mata presidente da Polônia

Acidente ocorreu durante intenso nevoeiro; além de Kaczynski, 95 outras pessoas morreram

10 de abril de 2010 Efe; Reuters; AP; BBC

O avião do presidente da Polônia, Lech Kaczynski, caiu neste sábado, 10, durante um voo rumo à cidade russa de Smolensk. O Comitê de Investigação da Procuradoria informou que 96 pessoas estavam a bordo do avião, entre elas Kaczynski. Não houve sobreviventes. Informações anteriores davam que 132 pessoas haviam morrido no acidente.

Sergei Karpukhin/REUTERS

Acidente aéreo mata 96 pessoas na Rússia

O acidente aconteceu no meio de um denso nevoeiro, quando o avião atingiu árvores quando se dirigia ao aeroporto de  Smolensk. O piloto do avião rejeitou sugestões de desviar o voo até Moscou ou Minsk, a capital de Belarus.

A Procuradoria Geral da Rússia confirmou que o presidente da Polônia, Lech Kaczynski, estava a bordo do avião que se acidentou neste sábado na cidade russa de Smolensk.

Kaczynski se dirigia à localidade russa de Katyn para prestar homenagem aos milhares de oficiais poloneses executados em 1940 pelos serviços secretos soviéticos. 
Líderes mundiais, incluindo o primeiro-ministro russo Vladimir Putin, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, já ofereceram suas condolências à Polônia.

Kaczynski, que possuia menos poderes que o primeiro-ministro mas tinha um papel significativo na política externa, era uma figura controversa na política polonesa.

Ele defendia uma agenda de extrema-direita católica, contra reformas rápidas de livre-mercado e favorecia a retenção de programas de bem-estar social.


Kaczynski foi eleito presidente em 2005. Foto: Alik Keplicz/AP Photo
Figuras públicas

A comitiva do presidente era composta pela nata da oposição conservadora do país e todo o comando das forças armadas. Veja, abaixo, uma breve biografia das vítimas mais proeminentes, cujos nomes foram divulgados pelo escritório da presidência polonesa.
Lech Kaczynski, 60, presidente da Polônia, um conservador nacionalista que estava no poder desde 2005. Ele fundou do Partido Lei e Justiça, agora na oposição, e era o irmão gêmeo do líder do partido e ex-primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.

Maria Kaczynska
, 66, primeira-dama da Polônia, economista e tradutora de inglês e francês, estava à frente dos trabalhos de caridade do governo. Seu tio foi assassinado em Katyn.

General Franciszek Gagor
, 58, chefe do Estado Maior do Exército desde fevereiro de 2006. De 2004 a 2006, foi representante da Polônia na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Bruxelas.

General Andrzej Blasik
, 47, chefe das Forças Armadas da Polônia desde 2007. Ele frequentou a escola militar da Universidade Aérea em Montgomery, Alabama (EUA), em 2005.

Vice-almirante Andrzej Karweta
, 51, comandante-chefe da Marinha desde novembro de 2009. De 2002 a 2005 serviu no Comando Aliado no Atlântico (SACLANT, na sigla em inglês) em Norfolk, Virginia (EUA).

General Tadeusz Buk
, 49, comandante das forças terrestres desde setembro de 2009. Serviu em 2007 como comandante das tropas polonesas no Iraque.

Slawomir Skrzypek
, 46, presidente do Banco Nacional da Polônia desde 2007. Colega de longa data do presidente ocupou o cargo de vice-prefeito de Varsóvia durante a gestão de Lech Kaczynski entre 2002-05.

Aleksander Szczyglo
, 46, chefe do Escritório Nacional de Segurança, foi ministro da Defesa durante o governo do irmão gêmeo de Kaczynski.

Jerzy Szmajdzinski
, 58, vice-presidente do parlamento, um político de esquerda e candidato da oposicionista Aliança Democrática da Esquerda para a eleição presidencial deste ano. Foi ministro da Defesa na época da guerra no Iraque.

Ryszard Kaczorowski
, 90, foi o último presidente da Polônia no exílio em Londres, de 1989-90. Em dezembro de 1990 passou a insígnia da presidência para o primeiro presidente eleito democraticamente na história do país, Lech Walesa.

Janusz Kurtyka
, 49, historiador que desde 2005 comanda o estatal Instituto Nacional Remembrance, que investiga os crimes da era comunista.

Anna Walentynowicz
, 80, ativista do movimento Solidariedade. Sua demissão em agosto de 1980 do estaleiro Lenin em Gdansk desencadeou a greve dos trabalhadores que conduziu à criação do movimento de liberdade, do qual se tornou um importante membro.

Piotr Nurowski
, 64, chefe do Comitê Olímpico da Polônia.

Krystyna Bochenek
, 56, vice-presidente do parlamento, era membro do partido do primeiro-ministro Plataforma Cívica.

Avião


O avião no qual o presidente voava, um Tupolev 154, foi construído há mais de 20 anos. Segundo informações do governo, já havia sido pedido que os líderes poloneses atualizassem suas aeronaves.

É possível que o acidente tenha sido causado por erro do piloto, disse Andrei Yevseyenkov, porta-voz do governo local de Smolensk.

O presidente russo Dmitry Medvedev mandou o Ministro Sergei Shoigu para o local do acidente e formou uma comissão especial encabeçada por Putin para investigar o caso.

Novas eleições


A Polônia realizará eleições presidenciais antecipadas após a confirmação da morte de Kaczynski, disse Pawel Gras, porta-voz do governo polonês. As eleições devem ser realizadas até o final de junho.

"De acordo com a constituição, temos que realizar eleições presidenciais antecipadas", disse Gras. "Por hora, o presidente da Câmara baixa do Parlamento, Bronislaw Komorowski, é o novo presidente interino."

A morte de Kaczynski, que ao lado de seu irmão era uma força dominante da política polonesa, traz incerteza política. "As consequências políticas serão duradouras, e isso possivelmente vai mudar todo o cenário futuro da política polonesa", disse Jacek Wasilewski, professor da Escola Superior de Psicologia Social, em Varsóvia.

Vida política


Kaczynski, de 59 anos, foi aliado do líder do partido Solidariedade, Lech Walesa, e junto com seu irmão gêmeo, Jaroslaw Kaczynski, fundou o partido Lei e Justiça, de direita. Ele deixou o partido quando se tornou presidente em 2005, mas continuou a apoiá-lo.

Embora o cargo do presidente seja fundamentalmente simbólico, ele pode vetar leis. Lech Kaczynski enfureceu o governo do primeiro-ministro Donald Tusk muitas vezes ao bloquear projetos de leis, como o que reformava o sistema de saúde do país.



Texto atualizado às 16h21.

O que é Mídia Social?



Vídeo da Semana - Mídia sem Máscara: A Jihad no Campus, palestra de Melanie Phillips.

MÍDIA SEM MÁSCARA

Quarta, 14 de Abril de 2010

Nas escolas e universidades da Inglaterra, estão sendo cooptados e doutrinados os novos guerreiros da jihad: os próprios filhos dos cidadãos ingleses muçulmanos. Muitos deles já participaram de atentados terroristas na própria Inglaterra e em outros países ocidentais. E o governo britânico, o que faz? Intoxicado pelo multiculturalismo suicida, covarde e "politicamente correto", simplesmente se nega a admitir que o país está em plena guerra religiosa.

Eis o que denuncia a jornalista inglesa Melanie Phillips.

China expande redes de espionagem social

PESADELO CHINÊS

Terça-feira, 13 de abril de 2010


Policial impede fotos durante prisão de manifestantes
Na região chinesa da Mongólia Interior, a polícia reconheceu ter recrutado 12.093 cidadãos de um total de 400.000 habitantes para trabalharem como espiões a serviço do regime, informou o diário australiano “The Sydney Morning News”.

O delegado Liu Xingchen disse à agencia oficial socialista Xinhua que a prioridade é colher informações e denúncias de “elementos não-harmoniosos”, leia-se não submissos à ditadura socialista.

Sabia-se da extensão espantosa da rede de espionagem social do regime, mas nunca se teve um depoimento oficial tão comprobatório.

Segundo o delegado Liu cada membro do sistema de repressão está obrigado ele próprio a recrutar 20 informantes. E se alguém recusar o “convite” pode entrar na lista negra dos “suspeitos”. 

A entrevista de Liu foi publicada pelo website China Digital Times. Nela, o delegado diz que o trabalho visa “preventivamente descobrir elementos não-harmoniosos que possam afetar a estabilidade”. Dessa maneira, o esquema tentaria “evoluir de uma atitude passiva, isto é, punitiva após o delito ser realizado, para uma atitude ativa resolvendo o caso antes de acontecer”.

Guarda de trânsito em Pequim
Na prática, equivale a prender qualquer um de quem o sistema socialista não goste acusando-o de poder vir a fazer algo “ruim”. As ambigüidades da definição do eventual “criminoso” se prestam para todos os abusos.

Liu reconheceu que populares queriam apresentar queixa às autoridades superiores, mas foram “dissuadidos” de fazê-lo.
De fato, oficialmente o cidadão pode apresentar queixas, porém a polícia reduz as denúncias valendo-se de ameaças ou prisão.

Nicholas Bequelin, pesquisador de Human Rights Watch, disse que a polícia socialista facilmente incita os cidadãos a delações, ameaçando seu emprego. 

Joshua Rosenzweig, do grupo Dui Hua, que procura tratamento melhor para os presos na China, confirmou que a polícia socialista vem aumentando as redes de espionagem social desde os anos 90.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".