Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vamos perguntar ao Notícias do PT porque ele está removendo comentários?

Já é a segunda vez que insiro estes três comentários que estão no final deste artigo publicado no BLOG NOTÍCIAS DO PT. Vamos perguntar para eles porque estão removendo comentários? Cliquem AQUI e escrevam no site do inteleQUItual orgânico.

Vejam também o que está lá:


LANÇAMENTO DO BLOG

O petismo do Brasil inteiro está convidado (a) a colaborar com o Blog Notícias do PT, que foi criado para a postagem de fatos, assuntos e temas relacionadas à política nacional e ao Partido dos Trabalhadores. É um espaço aberto para o debate e troca de informações entre petistas. Participe!
Contato: floureiropt@gmail.com

PS.: Este pode ser também um espaço para denúncias, cuja análise da consistência e a eventual divulgação ficará, única e exclusivamente, sob a responsabilidade do Editor deste Blog.

Saudações petistas,
Flávio Loureiro, o Editor


TERÇA-FEIRA, 10 DE AGOSTO DE 2010



"FARC deveriam declarar cessar-fogo unilateral”, diz secretário do Foro de São Paulo


Vinte anos após sua criação, o Foro de São Paulo, organização que reúne os partidos de esquerda latino-americanos, realiza sua 16a. edição de 17 a 20 de agosto, em Buenos Aires. Para os movimentos progressistas, é um momento para fazer o balanço de mais de uma década de governo em boa parte dos países latino-americanos, avalia Valter Pomar, secretário-executivo do Foro e militante do PT (Partido dos Trabalhadores).

Em entrevista ao Opera Mundi, Pomar disse acreditar que estes governos tiveram forte impacto na vida da população. Porém, acha que “estes avanços ainda não se tornaram estruturais” e podem ser revertidos em caso de derrota eleitoral.

Pomar: "o melhor que as FARC podem fazer é anunciar disposição para acordo de paz."
Segundo ele, o Foro, depois de ter sido um espaço de resistência contra a ofensiva neoliberal, deve se converter em um espaço de formulação de estratégias que permitam fazer deste ciclo de governos progressistas “o ponto de partida de um novo modelo de desenvolvimento para a região”. Na entrevista, Pomar falou também sobre as FARC e defendeu que a melhor estratégia para o grupo guerrilheiro agora é declarar um cessar-fogo unilateral e negociar um acordo de paz com o novo governo colombiano.

Qual é o balanço de uma década de governos progressistas na América Latina?
Mais democracia, qualidade de vida, soberania e integração. Os exemplos são muitos. Incluem mudanças constitucionais, aumento da participação eleitoral, crescimento do número de organizações sociais, surgimento de novos meios de comunicação, eleição de juízes, mudanças em algumas Forças Armadas. Temos mais gente alfabetizada, mais serviços de saúde, menos fome, direito a casa, mais empregos, aposentadorias maiores. Há que lembrar também o controle sobre as riquezas naturais de cada país, assim como mais diálogo, cooperação e criação de instituições como a União das Nações Sul-Americanas, a Unasul.

Mas estes avanços ainda não se tornaram estruturais, não se converte ram num outro modelo de desenvolvimento, de tipo democrático-popular. Enquanto isto não ocorrer, a permanência do que fazemos a partir dos governos dependerá de estarmos no governo. E governos se ganham e se perdem. Para que se construa um novo modelo, permanente, é preciso democratizar a estrutura de propriedade e fazer com que a infraestrutura social se torne o centro da dinâmica da acumulação.

O sr. acha que a direita está em condição de recuperar o terreno perdido, como ocorreu no Chile?
Nunca devemos subestimar a direita, especialmente quando os EUA tentam recuperar sua influência na região. Também devemos lembrar que, à medida que a direita neoliberal típica perde espaço, estas forças buscam outros porta-vozes. No Brasil, a provável terceira derrota do PSDB e do DEM já faz setores conservadores especularem sobre uma alternativa distinta em 2014. Finalmente, devemos lembrar que o objetivo da esquerda não é eleger presidentes, mas, sim, mudar as sociedades. E pode ocorrer, como no Chile, de a esquerda chegar ao governo e não mudar a sociedade como pretendemos.

O sr. acha que existem ondas políticas que se alternam, e que depois da esquerda nos anos 2000 pode ser a vez da direita na década 2010?
A história não é circular. Se fosse, viria por aí uma onda de golpes militares, similares aos que sucederam o ciclo desenvolvimentista-populista dos anos 1950. Por outro lado, é preciso tomar cuidado com uma análise “politicista”, que dá excessiva atenção a eventos institucionais. A questão de fundo é saber se a esquerda que chegou ao governo na América Latina fará mudanças estruturais. Se conseguirmos, uma eventual vitória da direita numa eleição nacional terá pequeno impacto. Se não conseguirmos, estar no governo não terá grande significado.

Alguns governos, como o da Venezuela, consideram que existe um risco militar contra os governos de esquerda. A contra-ofensiva da direita é política. Uma das facetas desta contra-ofensiva política é militar, ou seja, a carta militar é jogada para fazer pressão política. Neste momento, considero pouquíssimo provável uma agressão direta dos EUA contra algum país governado pela esquerda. Agora, Honduras, as bases na Colômbia e a 4º Frota não são ficção. Estão relacionadas com algo simples: os EUA perderam terreno ideológico, político e econômico na região e no mundo, mas sua força militar é incomparável. Interessa a eles levar a disputa para o terreno militar, mesmo que sob a forma de pressão. Por isto é estratégico que o conflito na Colômbia deixe de ser militar e passe a ser político-eleitoral.

Leia mais:
FARC alimentam discurso de Uribe Iraque 2011, Afeganistão 2014, Irã...? O prazo dado ao presidente dos Estados Unidos Por que Chávez rompeu relações com a Colômbia EUA interpretam erroneamente a política externa do Brasil PT e PSDB divergem sobre resultado da Cúpula das Américas Reunião em Caracas convoca fundação da Quinta Internacional

A oposição brasileira voltou a acusar o PT de associação com as FARC, e Uribe acusou Chávez de protegê-la. Qual é a razão de existir da guerrilha hoje?
Não existe solução militar para o conflito na Colômbia. Nem o governo Santos acabará com a guerrilha, nem a guerrilha tomará o poder. É preciso um acordo. A melhor coisa que as FARC podem fazer neste momento é anunciar sua disposição de fazer um acordo de paz. E, para deixar claro que está falando sério, libertar as pessoas que mantém em seu poder, declarar um cessar-fogo unilateral e se dispor a aceitar uma mediação externa – da Unasul, por exemplo. Seria um ganho para o povo e para a esquerda colombiana e poria fim ao pretexto dos EUA e da direita colombiana para manter viva a guerra, que para eles é um negócio.

As FARC e outras organizações guerrilheiras participaram ou participam do Foro? Mesmo que não tenham sido integrantes formais, já estiveram presentes em reuniões da entidade?
A resposta para as duas questões é não. Mas isto não tem a menor relevância. Primeiro, porque, quando o Foro de São Paulo surgiu, havia luta armada e negociações em vários países da região. Exemplo clássico: a FMLN de El Salvador. Hoje o presidente de El Salvador é da FMLN. Motivo pelo qual não faz o menor sentido tratar com preconceito organizações que recorreram a luta armada que, sob determinadas condições históricas é um instrumento legítimo, do qual lançaram mão Nelson Mandela, Pepe Mujica, Daniel Ortega, Raúl Castro e outros. Segundo, porque o Foro é uma instituição aberta, com reuniões públicas, provavelmente frequentadas por agentes da CIA e por outros serviços mais eficientes. Terceiro, porque o importante é saber que papel o Foro pode jogar, agora, em 2010, para construir a paz na Colômbia. O resto é diversionismo: o sonho de José Serra e Índio da Costa é achar alguém que dê uma declaração que possa virar manchete em seus jornais oficiais.

Numa recente entrevista, Fernando Henrique Cardoso disse que, no poder, a esquerda latino-americana, e especialmente o PT, tinha virado social-democrata. O que acha dessa avaliação?
De qual social-democracia ele fala? Da revolucionária, que foi até a Primeira Guerra? Da socialista, que foi até o pós-Segunda Guerra? Da reformista, até a crise dos anos 1970? O risco dessa comparação é nos fazer perder de vista que o capitalismo latino-americano não é o europeu, não é imperialista. Portanto, a margem de manobra para compatibilizar capitalismo, democracia e bem estar social é muito menor. Por outro lado, a pressão dos EUA e a burguesia local fazem com que os social-democratas sinceros da América Latina sejam mais radicais que os europeus. Na prática, um social-democrata na America Latina vai entrar em conflito com o capitalismo e com o imperialismo. Assim, parece-me aproveitável neste raciocínio de FHC o reconhecimento indireto de que o PSDB é tudo, menos social-democrata.

Mas o sr. acha que os partidos de esquerda que estão no governo na América Latina abandonaram suas reivindicações revolucionárias?
Uma parcela dos partidos de esquerda que estão no governo hoje não existia em 1980, o que torna pouco válida a comparação. Por outro lado, não concordo que a maioria dos partidos de esquerda abandonou reivindicações de mudanças radicais. No fundo, há uma dificuldade em entender que vivemos um período de defensiva estratégica da luta pelo socialismo. O que é ser revolucionário num período em que as revoluções não estão na ordem do dia? Em minha opinião, é ter uma política de acumulação de forças que tenha como objetivo criar as condições para mudanças revolucionárias. Ser revolucionário significa defender que, para acabar com a exploração e a opressão capitalista, é necessária uma revolução político-social. A maioria dos partidos de esquerda latino-americanos tem, no seu interior, correntes revolucionárias e correntes não revolucionárias, numa combinação indispensável neste momento. E o único teste para saber se um partido é revolucionário ou não é ver se ele dirigiu uma revolução. Discurso, fé, autoproclamação e acusação dos inimigos não contam.

Com a esquerda no poder, qual é sua avaliação do papel dos movimentos sociais nesses países? A rigor, a esquerda não está no poder em nenhum país da região, exceto Cuba. Em Cuba, houve uma revolução em 1959, e o Estado cubano foi construído por esta revolução. Não há distinção qualitativa entre os objetivos do governo e do Estado. Já nos países em que, desde 1998, partidos de esquerda elegeram o presidente, o Estado é herdeiro de décadas ou séculos a serviço das classes dominantes. Parcelas expressivas do aparato de Estado seguem controladas diretamente por representantes delas, que na prática mantêm o poder, embora não tenham o governo. Os movimentos sociais foram essenciais para a vitória eleitoral. E são decisivos para construir o caminho que nos leve da condição atual de governo para a condição de poder.

Como qualificaria a política do governo Obama em relação a região? Obama mudou as palavras, mas não os gestos. A política geral para a região segue a mesma. No seu discurso de posse disse que os EUA estavam prontos para voltar a liderar. E o que os EUA têm pronto para isto? Seu aparato militar. Claro que para quem se iludiu com Obama deve ter tido uma decepção.

Qual é a função do Foro?
O Foro passou por várias fases. De sua criação a 1998, foi um espaço de resistência contra a ofensiva neoliberal. Depois, converteu-se num espaço de articulação da ofensiva eleitoral dos partidos de esquerda. Esta ofensiva se deteve em 2009, com a posse de Mauricio Funes, em El Salvador. Desde então, precisamos nos converter em um espaço de formulação e de articulação de uma estratégia que permitam fazer deste ciclo de governos progressistas e de esquerda o ponto de partida de um novo modelo de desenvolvimento, sem deixar de ser útil aos partidos de esquerda da região que ainda não são governo. Se não formos capazes de dar este salto, o Foro não será capaz de ajudar a esquerda latino-americana a conseguir respostas para problemas de fundo: mudar o model o e sair da condição de melhorar a vida do povo dentro do capitalismo para a condição de melhorar a vida do povo nos marcos do socialismo.

Em novembro passado, Chávez defendeu a criação da Quinta Internacional.
A intenção é boa, mas a proposta não é adequada. O próprio Chávez percebeu isto. Uma curiosidade: a esquerda ultrassectária existente em alguns países do mundo viu na proposta a chance de colocar uma cunha entre a esquerda brasileira, especialmente o PT, e a esquerda venezuelana, especialmente o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). Quebraram a cara. O melhor é reforçar o Foro de SP e ampliar a articulação entre o Foro e partidos de outras regiões do mundo, sem a pretensão de ser laboratório para ninguém: como o capitalismo é diferente em cada região, lutar contra ele exige esquerdas também diferentes.

3 comentários:


Cavaleiro do Templo disse...
Em entrevista para a FOLHA DE SÃO PAULO (http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u62119.shtml), Raúl Reyes, número 2 das FARC, disse: "Folha de S.Paulo - Qual é a sua avaliação do governo Lula? Reyes - Tenho muita esperança em que o governo Lula se transforme num governo que tire o povo brasileiro da crise. Lula é um homem que vem do povo, nos alegramos muito quando ele ganhou. As Farc enviaram uma carta de felicitações. Até agora não recebemos resposta. Folha de S.Paulo - Vocês têm buscado contato com o governo Lula? Reyes - Estamos tentando estabelecer --ou restabelecer-- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência. Folha de S.Paulo - O sr. conheceu Lula? Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo. Folha de S.Paulo - Houve uma conversa? Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele. Folha de S.Paulo - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele? Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos. Folha de S.Paulo - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil? Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil. Folha de S.Paulo - O sr. pode nomear as mais importantes? Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas... Folha de S.Paulo - Quais intelectuais? Reyes - [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros."
Cavaleiro do Templo disse...
Hugo Chávez, presidente da Venezuela, diz no vídeo abaixo: - Conheci LULA e RAÚL REYES (número 2 das FARC) em um dos encontros do FORO DE SÃO PAULO. http://www.youtube.com/watch?v=dO_Lqqm9pXA
Cavaleiro do Templo disse...
Direito de resposta concedido pela Justiça ao PT não nega relação do partido com as FARC: http://www.youtube.com/watch?v=EUHuYTgeX7w.

A marcha das Brigadas Vermelhas-Verdes

MÍDIA SEM MÁSCARA

A mídia internacional fica ansiosa para aceitar, sem comprovações, essas falsas acusações sobre uma suposta vitimização de muçulmanos nas mãos daquelas que são as vítimas reais. E igualmente ansiosos ficam seus camaradas esquerdistas em círculos governamentais internacionais.

A Aliança Vermelha-Verde* está em marcha. O Parlamento Europeu, controlado pelos esquerdistas, aprovou em Strasburgo a resolução endossando o Relatório Goldstone. Esse relatório, deve-se lembrar, nega o direito de autodefesa a Israel, alegando que as ações de Israel para se defender das agressões palestinas durante o curso da Operação Chumbo Moldado foram crimes de guerra.
A resolução fez mais do que acatar as reivindicações infundadas do relatório Goldstone. Ela buscou silenciar aqueles que estão tentando fazer a porção vermelha da Aliança Vermelha-Verde pagar um preço por instigar a jihad (guerra santa).
A resolução "expressa sua preocupação com relação à pressão imposta às ONGs envolvidas na preparação do Relatório Goldstone e em investigações posteriores, e convoca as autoridades de todos os lados para se absterem de quaisquer medidas que restrinjam as atividades dessas organizações".
Essa declaração foi inserida para defender as organizações israelenses apoiadas pela União Européia - espantosamente associadas com o New Israel Fund (NIF, Fundo Novo Israel), uma organização de extrema-esquerda - que tiveram um papel importantíssimo em fornecerem a Richard Goldstone e seus associados as falsas alegações de ações ilegais [que teriam sido cometidas] pelos soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI). Essas organizações - e o NIF - têm sido sujeitas, e de forma correta, a um escrutínio minucioso em Israel depois que seu papel na compilação do Relatório Goldstone foi revelado em janeiro pela organização estudantil israelense Im Tirzu.
Israel não é o único alvo da Aliança Vermelha-Verde. Suas operações se estendem pelo globo. Às vezes, como no caso do relatório Goldstone, a esquerda faz as acusações. Outras vezes, como no caso da ofensiva dos mísseis lançados pelo Hamas contra Israel, que precedeu a Operação Chumbo Moldado, os jihadistas atacam primeiro.
Em geral, os jihadistas são motivados a atacar os não-muçulmanos por causa de sua crença religiosa de que o islamismo deve dominar o mundo. E, em geral, a justificativa da esquerda pela agressão jihadista parte da sua crença neo-marxista de que o Estado-Nação liberal é a raiz de todos os males. Se a esquerda reconhece ou não que, se bem sucedido, seu conluio com os jihadistas levará à destruição da liberdade humana é algo que está sujeito a debate. Mas, se a esquerda entende ou não as conseqüências de suas ações, o fato é que ela tem tido um papel-chave em insuflar esse objetivo.
Massacrando os cristãos
Na Nigéria, no início de março, os jihadistas tomaram a iniciativa. Com a aparente colaboração do exército nigeriano dominado pelos muçulmanos, as gangues muçulmanas entraram em três vilarejos predominantemente cristãos ao redor da cidade de Jos e mataram mais de 500 civis inocentes, inclusive crianças, com facões, machados e punhais.
De acordo com relatos de testemunhas oculares, algumas vítimas foram escalpeladas e muitas foram estupradas. A maioria delas teve seus pés e suas mãos cortados. Bebês e crianças estavam entre os que foram chacinados.
O massacre foi premeditado. De acordo com porta-vozes do governo, os residentes muçulmanos foram avisados dois dias antes do ataque. Para assegurar que suas vítimas eram cristãs, os jihadistas dirigiam-se a elas em fulani, a língua falada pela maioria dos muçulmanos. Se as vítimas respondessem em fulani, estavam salvas. Caso contrário, eram golpeadas até a morte.
Poder-se-ia esperar que o massacre seria alvo de noticiários em nível mundial. Mas não foi o que aconteceu. Na verdade essa notícia mal foi notada.
Além disso, a cobertura insuficiente que esse acontecimento bárbaro recebeu da mídia foi contaminada pela obscuridade e falta de precisão. Os comentaristas e repórteres esconderam a identidade dos agressores e das vítimas, caracterizando a chacina jihadista como "violência sectária".
Eles também buscaram ofuscar o significado da chacina, afirmando que as gangues de muçulmanos decapitaram bebês em resposta a disputas por propriedades tribais.
Jessica Olien, do jornal The Atlantic, não apenas fez essas afirmações, como também não reagiu às dimensões da atrocidade, escrevendo o seguinte: "Vale a pena observar que a polícia confirmou apenas a morte de 109 pessoas".
Depois de minimizar o número de mortes, Olien voltou seus punhais literários contra as vítimas, afirmando que foram elas que fizeram com que isso acontecesse. Como disse ela, "é difícil não comparar o ataque do fim de semana com um que aconteceu em janeiro, no qual 150 pessoas da mesma comunidade muçulmana responsável pelo ataque de domingo foram brutalmente assassinadas. O ataque de 7 de março recebeu consideravelmente mais atenção internacional do que o incidente anterior".
Ah!, quanta injustiça. Segundo Olien, a atrocidade excessivamente noticiada retrata injustamente os cristãos assassinados como sendo vítimas. Ela sabe melhor: os muçulmanos estavam simplesmente retaliando os ataques que haviam sofrido.
Infelizmente para Olien e sua erudita justificativa para o barbarismo, está longe de ter sido esclarecido que as vítimas da violência de janeiro fossem muçulmanas. Escrevendo para o jornal Times de Londres, a baronesa britânica Caroline Cox afirmou que as vítimas principais da chacina de janeiro eram cristãs, e não muçulmanas.
De acordo com Cox, testemunhas oculares dos eventos de janeiro "indicaram que a matança começou quando jovens muçulmanos atacaram cristãos num domingo de manhã enquanto estes iam para a igreja. Os muçulmanos também foram mortos, quando aqueles que estavam sendo atacados começaram a revidar".
Cox continuou informando que o ataque de março seguiu um padrão agora familiar. Os ataques "são iniciados por muçulmanos extremistas bem armados, cantando slogans militantes, atacando e matando cristãos e outros cidadãos não-muçulmanos e destruindo casas e locais de culto. 'Nos primeiros estágios do ataque, os militantes muçulmanos levam os cadáveres para mesquitas onde os fotografam e enviam as fotografias para a mídia, criando a impressão de que esses mortos são vítimas muçulmanas".
A mídia internacional fica ansiosa para aceitar, sem comprovações, essas falsas acusações sobre uma suposta vitimização de muçulmanos nas mãos daquelas que são as vítimas reais. E igualmente ansiosos ficam seus camaradas esquerdistas em círculos governamentais internacionais.
Na esteira do massacre de março, a secretária de Estado americana Hillary Clinton e o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon emitiram declarações em que não fizeram quaisquer distinções entre as vítimas e os agressores. Ambos solicitaram aos "dois lados" que agissem com "moderação".
Na aparente disposição da esquerda de esconder a natureza dos ataques de janeiro e depois menosprezar o massacre de março, temos um exemplo da facilitação esquerdista quanto à violência dos jihadistas. Na Nigéria, logicamente, os jihadistas são os atores principais e os esquerdistas são meramente seus ajudantes.
Em Israel, os esquerdistas apóiam os jihadistas
Em Israel, os papéis são geralmente invertidos. Aqui é a esquerda que conduz os jihadistas pela mão. Veja, por exemplo, a campanha da esquerda contra os direitos de propriedade dos judeus em Jerusalém. Nos bairros Sheik Jarrah/Shimon Hatzadik, as edificações que pertenciam aos judeus foram confiscadas pela Jordânia em 1948, depois que ela conquistou a cidade. Por toda a década passada, os proprietários judeus lutaram nos tribunais para resgatarem seus direito às edificações e para removerem os árabes intrusos que se apossaram delas.
Tribunal após tribunal manteve os direitos dos judeus às propriedades. E, de fato, há mais de uma década, os invasores aceitaram um acordo no qual reconheceram os direitos dos reais proprietários e estes concordaram em permitir que os invasores ficassem ali contanto que pagassem o aluguel. Mas, quando os invasores pararam de pagar o aluguel, a esquerda os animou a se recusarem a desocupar os imóveis e a tentarem anular em juízo aquele antigo acordo. Finalmente, o caso chegou à Suprema Corte, que também reconheceu os direitos dos proprietários judeus e ordenou que a polícia executasse a ordem judicial e removesse os invasores ilegais.
A polícia removeu os invasores e dentro de poucas horas mudaram-se para lá inquilinos judeus, em consonância com um acordo com os proprietários legais dos prédios. Desde que se mudaram, os judeus têm sofrido constantes ataques de seus vizinhos árabes. Eles têm sido espancados e ameaçados de morte.
Nesse meio tempo, a esquerda transformou o caso dos invasores ilegais em uma causa célebre. Recentemente, milhares de esquerdistas fizeram uma manifestação anti-semita do lado de fora do complexo, exigindo que os judeus fossem retirados de suas casas. O argumento, logicamente, é que a permissão de que os judeus exerçam seus direitos legais de propriedade por residirem pacificamente em uma área predominantemente árabe é uma "provocação" inaceitável. Os invasores árabes que estão tentando roubar as propriedades, por outro lado, são as "vítimas".
Em vez de caracterizarem os manifestantes como anti-semitas, que estão atiçando o fogo da violência contra judeus inocentes por seu crime de morarem legalmente onde escolherem, a mídia local e internacional descreveu os manifestantes como "ativistas pacíficos" e "ativistas dos direitos humanos".
Por mudarem a realidade e por patrocinarem a causa dos jihadistas contra os direitos humanos de suas vítimas, esses manifestantes esquerdistas são tratados como celebridades por seus camaradas da mídia e em chancelarias do mundo ocidental. O Departamento de Estado americano disse que era "inaceitável" que os judeus se mudassem para suas casas.
Do mesmo modo, as Nações Unidas se apressaram em aceitar a afirmação da esquerda de que os direitos humanos exigem a negação dos direitos de propriedade aos judeus devido à sua etnicidade. Seu chefe do processo de paz, Richard Miron, disse: "Acho extremamente deploráveis as ações totalmente inaceitáveis de Israel nas quais as forças de segurança israelenses expulsaram judicialmente as famílias de refugiados palestinos (...) para permitir que os colonizadores tomassem posse de suas propriedades".
Esse é um comentário deprimente, que revela onde chegamos em nosso tempo, em que porta-vozes de democracias e supostos defensores dos direitos humanos estão dispostos a declarar publicamente que dar aos judeus igual proteção sob a lei é uma imposição inaceitável sobre seus vizinhos intolerantes. Mas a noção de que os judeus têm direitos iguais de comprar e possuir suas propriedades em áreas de Jerusalém, onde sofreram limpeza étnica ilegal por parte dos jordanianos em 1948, é agora uma grande causa combatida pela esquerda. E pode-se apenas pressupor que os jihadistas logo darão seu passo - para a gratificação de seus camaradas esquerdistas - contra os inocentes judeus de Jerusalém.
Isso nos traz aos acontecimentos que cercaram a visita de Joseph Biden, o vice-presidente dos Estados Unidos, a Israel. No primeiro dia de sua visita, num ato de rotina governamental, o Comitê de Planejamento e Edificações de Jerusalém aprovou os planos para construir 1.600 unidades habitacionais no bairro Ramat Shlomo. Esse bairro é um local com mais de 20.000 residentes, localizado entre os ainda mais populosos bairros de Ramot e Sanhedriya. De uma perspectiva israelense, ele é tão controvertido quanto Yad Eliahu em Tel Aviv ou Hadar em Haifa (ou seja, nada).
Mas não de uma perspectiva vermelha. Alguns minutos depois da decisão ter sido anunciada, a esquerda a usou como prova da venalidade de Israel. Por aprovar a construção de novas residências em sua capital, o governo foi condenado repetidamente. Os palestinos e a Liga Árabe embarcaram na onda. E agora, graças ao ataque violento dos esquerdistas contra Israel, qualquer vítima de assassinato em Jerusalém - ou em qualquer outro lugar de Israel - será considerada merecedora da justificada ira muçulmana.
Observando a acusação esquerdista, conduzida neste caso pela mídia israelense que estava espumando pela boca, Biden movimentou-se rapidamente. O homem, que veio a Israel em uma ofensiva cativante, já não conseguia esconder as verdadeiras simpatias do governo Obama. Depois de declarar seu inegável amor e fidelidade a Israel algumas horas antes, Biden mudou de rumo e condenou Israel por "enfraquecer" as perspectivas de paz.
Quando se referiu à sua condenação da decisão israelense de construir casas em sua capital, Biden disse: "Às vezes, apenas um amigo pode falar as verdades mais duras". E, ao menos quanto à dureza, ele está correto.
E assim, no espírito desse sentimento, deve ser dito: quando aqueles que pretendem apoiar a paz e os direitos humanos unem suas forças com a Aliança Vermelha-Verde, na verdade o que estão apoiando é a intolerância, a violência, o assassinato e, finalmente, a destruição da liberdade humana. Se os esquerdistas reconhecem ou não o significado de suas ações, já está na hora de serem responsabilizados pela sua defesa da jihad, da mesma forma como os jihadistas por executarem essa destruição.


* Vermelha = esquerdista. Verde = islâmica (verde é a cor do islã).


Publicado na revista Notícias de Israel.

Chávez e a bomba

HEITOR DE PAOLA




Eduardo Mackenzie



Cada vez que o governo colombiano faz concessões às FARC, estas respondem golpeando brutalmente. O carro-bomba que explodiu em Bogotá, em 12 de agosto de 2010, é a confirmação dessa triste lei.


O encontro com Hugo Chávez em Santa Marta, a renúncia da Colômbia de que haja uma verificação dos acampamentos das FARC na Venezuela e a entrega a Rafael Correa dos discos rígidos do computador de Raúl Reyes, foram importantes concessões que, em vez de aplacar esse bloco “revolucionário”, o reanimou.


Através de seus funcionários, Rafael Correa se empenha em dizer que esses discos que contêm informação precisa sobre as ações das FARC no Equador, Venezuela, Colômbia e outros países, são falsas provas “manipuladas” por Bogotá, como se a Interpol não houvesse verificado esses conteúdos. Não contente com esse presente, Correa exige que o presidente Juan Manuel Santos lhe dê os detalhes exatos da operação contra o acampamento permanente de Reyes no Equador. Nada menos.


Isso é o que alguns iludidos chamam nestes dias de “superar as diferenças” nas relações diplomáticas com Equador e Venezuela.


O presidente Juan Manuel Santos cedeu ante a pressão interesseira de Lula e reuniu-se com Chávez, e permitiu a este mentir uma vez mais com o cinismo de sempre: não, ele não apóia, nem apoiou, nem apoiará as FARC sim, ele é indiferente ante o fato de que a Colômbia tenha sete bases militares com os Estados Unidos.


Chávez se permite adotar este tipo de retórica, que contradiz o que dizia sempre e até na véspera, pois sabe que a verdadeira confrontação se está dando em outros cenários: seus amigos dentro do aparato judicial colombiano já estão fazendo o trabalho que é o de minar o piso jurídico dos acordos colombianos com Washington sobre as bases militares.


Ante esse panorama, o encontro de Santa Marta parece mais uma jogada de Lula para apertar a brida do novo governo da Colômbia, do que um presente genuíno das relações diplomáticas entre Bogotá e Caracas.


A verdadeira linha sobre a Colômbia foi expressada por Chávez há meses, quando se imiscuiu na campanha presidencial colombiana e tentou proibir os colombianos de votarem em Juan Manuel Santos por ser um “mafioso” e um “perigo” para a Venezuela e toda a América Latina. Essa linha real é coerente com o que o ditador faz desde 1999 e com o episódio da bomba em Bogotá em 12 de agosto de 2010.


O que ocorreu em Santa Marta não foi a conversão de Chávez às boas maneiras diplomáticas, foi o contrário: ele obteve concessões de Bogotá e espera que Santos se adapte à estratégia de Caracas, pela via de aceitar as aparências equivocadas, as palavras, em vez de se guiar pelos fatos obstinados da vida real.


Para isso as camarilhas governantes de Caracas, Quito e Brasília, sem falar de outras capitais, juram que o problema era o ex-presidente Álvaro Uribe e que vão deixar Santos governar tranqüilamente.


O ex-presidente Andrés Pastrana começou a construir o fracasso de seu governo quando pronunciou esta frase: “Eu acredito em Marulanda Vélez”. Essa idéia o colocou na tábua molhada que o conduziu diretamente à catástrofe da zona desmilitarizada de 42.000 km2 em poder das FARC.


Tudo porque acreditou no jogo das promessas irresistíveis. Quando María Ángela Holguín Cuéllar, chanceler da Colômbia, parece acreditar em seu homólogo venezuelano Nicolás Maduro, assume graves riscos em nome de seu país. Qual será sua posição frente à denúncia penal contra o presidente Hugo Chávez ante a Corte Penal Internacional (CPI), e ante a demanda contra o Estado da Venezuela imposta ante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pelo advogado Jaime Granados, em representação das vítimas das FARC e do ELN que se refugiam na Venezuela?


Com seu novo atentado em Bogotá, as FARC disseram à Colômbia que Chávez, apesar de suas frases em Santa Marta, não os expulsará e continuará sim, cobrindo seus crimes. A prova é que Chávez não condenou o atentado do 12 de agosto e não o fará jamais. Este foi preparado e executado com habilidade para que a responsabilidade recaia sobre outros: usaram o veículo roubado de dois militares para que a desinformação faça das suas durante anos nas redações dos jornais.


Não mudou nada, pois. Caracas espera que sua atual “operação candor”debilite a vigilância dos colombianos, precisamente porque sua estratégia de avassalamento continua de pé e se reforça. Ou será que os contatos de Piedad Córdoba com Fidel Castro em Havana, cujo conteúdo é mantido em segredo, pois a versão oficial é uma salva de frases vazias, é uma mera coincidência? Ela e Danilo Rueda foram lá, não para lutar “pela paz”, como diz a imprensa castrista, mas para receber instruções precisas do Foro de São Paulo.


Ou será que foi uma pura coincidência que no mesmo dia desse encontro, e da bomba em Bogotá, Luis Germán Restrepo Maldonado, precursor do novo sindicalismo colombiano, defensor do TLC com os Estados Unidos, dirigente de SINTRAEMPAQUES e fervoroso uribista, tenha sido assassinado em Medellín?


A ofensiva de Alfonso Cano está por trás desses atos criminosos. Aparentemente dissímiles, esses atos fazem parte de um todo.


Como faz parte dessa mesma totalidade o que ocorre no meio judiciário. Seis pessoas que haviam sido capturadas em 6 de agosto passado em Bogotá com 180 quilos de anfo, o mesmo explosivo de alta potencia empregado na bomba do 12 de agosto, foram deixadas em liberdade por um juiz irresponsável. Isso mostra que a gangrena que corrói o poder judiciário, na cúspide e na base, tem implicações na marcha da ofensiva terrorista.


O bloqueio da nomeação do Procurador Geral que a Corte Suprema de Justiça faz, a “exposição negativa” que um magistrado da Corte Constitucional prepara para afundar o pacto entre Bogotá e Washington sobre as bases militares, exposição que ele anuncia com grande desembaraço, e a incrível atitude de certos juízes ante delinqüentes apanhados com explosivos, mostra que é certo o que alguns viram desde há meses: no setor judiciário há parcelas de poder conquistadas pelas FARC e pelo chavismo, e as Cortes não parecem dispostas a reconhecê-lo nem a pôr fim a essa gravíssima anomalia. O presidente Juan Manuel Santos convidou as Cortes a assumir posições razoáveis, porém tudo indica que sem reformas estruturais desse setor, a Colômbia não poderá recuperar a constitucionalidade perdida.


Com sua nova esquadra infiltrada em Bogotá, com seus agentes instalados na Justiça, as FARC poderão acrescentar sua ofensiva global: atentados e assassinatos nas cidades e terrorismo judicial contra o Estado, contra o uribismo e, em particular, contra os altos comandos das Forças Armadas, tudo sazonado com pistas falsas para desviar as investigações. Quando se vê o afã de Piedad Córdoba para atribuir o carro-bomba de Bogotá à “extrema direita”, há que se perguntar: quanto ela sabe desse atentado? Essa imputação faz parte de uma manipulação?


Esperemos que a resposta do novo governo esteja a altura do desafio que Cano lançou com seus atentados em Bogotá e Medellín, e que os investigadores não se deixem levar dos narizes para becos sem saída.


Tradução: Graça Salgueiro

O PÃO NOSSO DE CADA DIA 2

VIVERDENOVO
SEXTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO DE 2010


Por Arlindo Montenegro

Um leitor, que identificou-se como Ruy, enviou material de pesquisa valiosa, complementando a informação sobre a origem e objetivo dos procedimentos de governos do mundo inteiro, em relação à alimentação e saúde humana. Tudo converge, há muito tempo, para a redução da natalidade e utilização de vacinas e doenças de laboratório para reduzir a população. Tem morrido muita gente! Menos que o desejável para o filho da rainha da Inglaterra. Mas pouco é documentado.

Reduzir a população é o modo aristocrático e acadêmico de dizer assassinar grandes contingentes populacionais, que eles chamam de “bocas inúteis”. São diversas as linhas de ação e toda elas subordinadas ao terrorismo cultural do tipo “ou vacina ou morre, vem aí uma epidemia... já é pandemia!” De fato a doença não existe. A vacina é o veículo de instalação dos elementos tóxicos que vão agir a médio e longo prazo, instalando a doença de fato.

O outro aspecto é a utilização da propaganda, que hipnotiza as pessoas (maioria) impossibilitadas do acesso a outras fontes de informação metódica, comparativa e sistemática para o saber essencial. Tudo vem do picadeiro circense da televisão encarregada de promover o “transe cultural”. E nesta situação fica plantada a mensagem: questionar o governo é heresia! Quanto mais enfrentar e cobrar!

Examinando documentos dos Ministérios da Agricultura, Meio Ambiente, Saúde e da Associação Nacional de Vigilância Sanitária, encontramos recomendações e interpretações contraditórias, procedimentos chocantes no que se relaciona à saúde dos brasileiros. São técnicos, cientistas assessores, consultores, com seus relatórios e pareceres desdizendo uns aos outros e justificando com toneladas de referências o uso de agrotóxicos e aditivos alimentares pra gente, porco, galinha, vaca...

Um fato é que agrotóxicos, fármacos e vacinas obrigatórias, contêm os mesmos princípios ativos. E grande parte, já é proibida em muitos países, onde pesquisadores independentes conseguiram aprovar leis em defesa da saúde. Muito do que chega às nossas mesas, vem carregado de metais pesados e componentes químicos nocivos e provocadores de doenças letais ou no mínimo redução das defesas, da imunidade natural do organismo.

A Lambda-cialotrina Piretroide 22, está no Abacaxi, um dos frutos mais contaminados e mais consumidos. Está em frutos e legumes. Os efeitos deste agrotóxico, vão ser sentidos no tecido adiposo, fígado, rim, sangue, músculos e no cérebro. Os Piretróides presentes nos inseticidas, organoclorados e organofosforados são causadores de distúrbios neuronais e cardio vasculares, arritmias do coração. Mas os médicos não sabem. Não têm tempo de ler sobre tudo.

O pimentão é campeão! A Anvisa mantém um “Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos” e num dos últimos comunicados informou que na maioria das amostras analisadas, “ observou-se uma grande quantidade de amostras de pepino e pimentão altamente contaminadas com endossulfan; de cebola e cenoura contaminados com acefato; e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós.

Tudo proibido na Europa e nos EUA! Aqui apenas “começam a avaliar” e “recomendam” que sejam banidas das nossas lavouras. Repito: “começam” e “recomendam”. Até o banimento, tem chão! E tem doença comendo o coração e o fígado da gente! Dor de cabeça, dor nas pernas, disenterias, asma, problemas respiratórios, coceiras, cânceres, problemas na visão, indisposições diversas. Mas quem sabe, quem informa, quem associa tanta ziquizira à alimentação?

Dos 167 “defensivos agrícolas”, digo pesticidas, venenos vendidos junto com as sementes e utilizados nas lavouras brasileiras, apenas 13 estão na lista dos “a serem banidos”: Metamidofós, Parationa-metílica, Forate, Fosmete, Triclorfom, Endossulfam, Carbofuran, Paraquate, Glifosato (Randup) – este é brabo! Há mais de 10 anos que ouço dizer que vai ser proibido. E a Monsanto deixa? - completando os 13: Abamectina, Tiram, Lactofem, Cihexatina.

Nem a manteiga se livrou da gordura transgênica responsável pelo endurecimento das paredes vasculares. Um dia a gente faz um esforço maior, o sangue tem de fluir mais depressa, aí os vasos duros estouram! E a gente cai duro. Esta gordura esta em biscoitos, em bolos prontos, achocolatados, doces, margarinas, sorvetes... é de lascar!

Com a saúde comprometida, como fica o aproveitamento escolar? Como fica a eficácia no trabalho? Como fica o orçamento com os fármacos paliativos? Conheci um vendedor de agrotóxicos de uma multinacional. Estava tão bem treinado que dizia ser melhor comer folhas envenenadas que ficar com fome. Na roça a gente pode comer a galinha, o ovo, o porco, a banha, a couve do terreiro... e a saúde é de ferro, não, de aço!

Mas na cidade, o pinto que vem da granja é vacinado quando sai do ovo. A galinha recebe antibióticos na ração de soja e milho híbrido, cultivado com uma bela carga de agrotóxicos. A porcada e as vacas idem. Leite, carne, ovos, sementes, frutos, verduras, legumes, cada um recebe sua carga de “defensivos”. E nós, só temos como defesa umas letrinhas bem miudinhas, com nomes estranhos, pra avisar que estamos prestes a ingerir o veneno nosso de cada dia.

Continuamos amanhã, que isto parece terrorismo. Mas é a real dura e crua! Vejam este vídeo. São duas partes juntas abaixo.

O MÉTODO ROZSA PARA COMPROMETER E PRENDER OPOSITORES

HEITOR DE PAOLA


Emilio Martínez


Na Bolívia, o governo do Movimento Ao Socialismo (MAS) utilizou amplamente uma suposta tentativa de levantamento armado ou auto-defesa em Santa Cruz de la Sierra para estigmatizar a oposição política e diversos setores da sociedade. Agora, o regime do coronel Hugo Chávez parece estar implementando o mesmo método para a perseguição de seus críticos, como no caso do engenheiro Alejandro Peña Esclusa, dirigente social-cristão que denuncia desde 1997 os vínculos do mandatário boliviano com as FARC.

Em 16 de abril de 2009, uma operação da Polícia boliviana, ordenada por Evo Morales, abateu a tiros no Hotel Las Américas o húngaro-boliviano Eduardo Rozsa Flores, o irlandês Michael Dwyer e o romeno Árpad Magyarosi. Também foi capturado o boliviano-croata Mario Tadic e o húngaro Elod Toaso, presos até o dia de hoje na Penitenciária de San Pedro.

Embora a versão oficial tenha falado de um enfrentamento com os “terroristas”, uma perícia realizada pelos experts húngaros demonstrou que os corpos apresentavam feridas de bala nas costas e outras com trajetória vertical, o que indicaria uma execução. Da mesma forma, empregados do hotel asseguram não ter encontrado marcas de disparos para as portas por onde entraram os efetivos policiais, senão que unicamente em direção aos corpos abatidos.

A investigação posterior desenvolvida na Bolívia, em meio de freqüentes denúncias de manipulação governamental da Justiça, não parece reunir as garantias de transparência nem do devido processo. A testemunha estrela do caso, Ignacio Villa Vargas, cognome “El Viejo”, um infiltrado do Ministério de Governo no provável grupo irregular liderado por Rozsa, fugiu do país e em uma conversa telefônica com o deputado Wilfredo Añez – gravada por este último –, revelou que o caso foi todo montado pelo irmão do vice-presidente, Raúl García Linera.

affair Rozsa também gerou o protesto das chancelarias da Irlanda e da Hungria, e os representantes irlandeses o estão levando ante o Parlamento Europeu e o Tribunal de Haya. Neste contexto, onde parecem haver implicados tanto da oposição quanto do governo, a única possibilidade de encontrar a verdade seria uma investigação internacional.

Recentemente, o governo venezuelano deteve Alejandro Peña Esclusa, líder opositor presidente de Fuerza Solidaria e cabeça da União de Organizações Democráticas da América (UnoAmérica), federação de ONGs latino-americanas anti-chavistas. A operação do serviço de inteligência (SEBIN) foi realizada com a desculpa de uma pretendida vinculação entre Peña Esclusa com o salvadorenho Francisco Sánchez Abarca, segundo o regime, associado ao anti-castrista Posada Carriles.

Do mesmo modo que no caso Rozsa, o suposto móvel dos “conspiradores” venezuelanos seria o “magnicídio”, denúncia que na Bolívia não conseguiu sustentação e foi sendo substituída gradualmente pela de “separatismo”.

Está sendo usado claramente um método similar ao aplicado na Bolívia, como “know how” para a estigmatização de opositores. Adicionalmente, o governo de Chávez pretende implicar Peña Esclusa com o caso boliviano, aduzindo que representantes de UnoAmérica haviam tido contato com Eduardo Rozsa Flores. O certo é que os delegados dessa federação de ONGs estiveram presentes no país em março de 2009, como parte de uma comissão investigadora que tinha o propósito de relevar a denominada “matança de El Porvenir”, no estado de Pando. O objetivo era elucidar aspectos do conflito violento que teve lugar nessa localidade do norte boliviano, não registrados pela missão da UNASUL, encabeçada pelo ex-guerrilheiro do ERP argentino Rodolfo Mattarollo.

Meios de comunicação próximos à Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA) e ao Foro de São Paulo, têm tentado sugerir algum tipo de contato entre um dos integrantes de tal delegação, o argentino Jorge Mones Ruiz, com Eduardo Rozsa Flores. O certo é que Mones Ruiz se fez presente em Santa Cruz como parte da mencionada comissão, mantendo entrevistas com refugiados do estado de Pando nessa cidade. Sua condição de militar aposentado, vinculado há duas décadas ao último motim “cara-pintada” sucedido no governo de Carlos Saúl Menen, o tornou alvo de críticas e acusações infundadas.

No caso boliviano, o julgamento dos que participaram da tentativa de conformação de uma auto-defesa regional é sem dúvida parte das obrigações legais da Justiça, porém a investigação deve incluir também os altos funcionários do governo. Na citada detenção da Venezuela a perseguição é completamente injustificada, tendo em conta a impecável trajetória democrática e institucionalista de Alejandro Peña Esclusa. Uma vez mais, uma investigação internacional e imparcial se impõe como única modalidade possível de esclarecimento da verdade, a menos que se queira legitimar o “método Rozsa” como procedimento para a perseguição e anulação sistemática de opositores.

Tradução: Graça Salgueiro


O Autor é Escritor e jornalista, autor do livro “La masacre del Hotel Las Américas”.

Brasil tem instituto de pesquisa chavista

MÍDIA SEM MÁSCARA

Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.

Recentemente, na Bolívia e no Brasil, apareceram duas sondagens que dão conta de um componente importante do socialismo do século XXI: a manipulação da opinião pública através de pesquisas fraudulentas. Contribuição original venezuelana que se converteu em um artigo de exportação com o selo "FEITO NO SOCIALISMO", o slogan publicitário do governo.
A primeira, da transnacional francesa IPSOS, assinala que o Presidente Morales conta com uma aprovação de 55% [1]. Em nosso trabalho "Chávez, Evo, IPSOS e Mockus", trazemos à colação o questionamento que fizéramos a esta empresa por seu trabalho doloso na Venezuela em 2006. Nesse mesmo trabalho também assinalamos que a manipulação confeccionada por tal pesquisadora e o presidente Evo contra a opinião pública boliviana em 2010, se traduziria no que a transnacional galega teria se garantido uma "uma longa - e rentável - vida com Morales" [2]. A prova está à vista.
Aproveitamos a oportunidade para denunciar a manipulação de IPSOS na eleição presidencial chilena, já que passou por baixo da mesa naquele momento: IPSOS predisse que Piñera obteria 36% no primeiro turno [3] e, como sabemos, obteve 44%. Quer dizer, a sondagem era obviamente falsa porque incorreu-se em um erro de predição de 380%! Algo estatisticamente insustentável, uma vez que sempre espera-se que o erro de predição seja igual a zero.
A segunda sondagem é da pesquisadora SENSUS. Na quinta-feira 05 de agosto, "casualmente" o dia do primeiro debate entre Dilma Rousseff e José Serra, esta firma difundiu uma pesquisa na qual a candidata do mediador das FARC, Lula da Silva, avantajava em 10% ao candidato opositor [4]. Esta pesquisa não só não nos surpreende, senão que estávamos à sua espera por duas razões.
A razão de maior peso está no campo estatístico. Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.

Naquela oportunidade SENSUS predisse, a dois dias da eleição, o seguinte: 
"A eleição está definida: o mais provável é que Lula ganhe no primeiro turno; segundo meus últimos dados, tem 59 por cento dos votos válidos contra 32 por cento do opositor Geraldo Alckimin", segundo declarou seu porta-voz Ricardo Guedes [5]. O resultado foi que teve-se que realizar o segundo turno porque Lula obteve 48,6% frente a 41,6% de Alckimin. Ou seja, que o erro de predição de SENSUS foi astronômico: 473%! Isto, repito, é inaceitável estatisticamente e só tem uma explicação: que a pesquisa é falsa!
A outra razão está no terreno político. O cliente das sondagens de SENSUS é a Confederação Nacional dos Transporte (CNT) brasileira, de simpatia lulista. Curiosamente, na visita realizada em abril de 2003 pelo presidente Chávez a Lula, informou-se em Recife sobre a imediata assinatura de um acordo comercial com tal Confederação:"A compra de 4 mil ônibus e a provação de um projeto avaliado inicialmente em 500 milhões de dólares, porém que alcançará os 2 bilhões de dólares nos próximos 10 anos, estão contemplados em um projeto que Hugo Chávez assinará em breve com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) do Brasil" [6].

Ao que tudo indica, dentro do mencionado acordo incluiu-se uma cláusula para que a CNT contratasse uma pesquisadora que tivesse como tarefa difundir periodicamente pesquisas falsas, entre outras, as que dão a Lula uma popularidade superior a 80%.


Referências:
Tradução: Graça Salgueiro

Google censura grito de socorro em favor de crianças indígenas

JULIO SEVERO
16 de agosto de 2010

Cavaleiro: depois deste artigo do Julio Severo, procurei e encontrei o vídeo. Baixei e hospedei em outro local, podemos assistí-lo abaixo e/ou clicarmos aqui para baixá-lo também.



Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, visitado por mais de 180 mil pessoas no Blog Julio Severo durante dois anos, é bloqueado pelo YouTube.

Julio Severo
O vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” (http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded), depois de dois anos no Youtube através do Blog Julio Severo com um número de 180.295 visitas, foi rejeitado pelo Google como tendo conteúdo “impróprio”.
Qual era esse conteúdo? Era apenas uma filmagem denunciando como crianças índias que nascem com qualquer problema físico são sentenciadas à morte pelos pajés (feiticeiros) de algumas tribos brasileiras.
Todos esses assassinatos de crianças vêm sendo cometidos bem debaixo do nariz do governo brasileiro e de antropólogos, que protegem essa prática sob o manto sagrado da “cultura indígena” — que não difere absolutamente em nada da cultura nazista.
Missionários da JOCUM que resgataram algumas dessas crianças sentenciadas à morte têm sido ameaçados, porque tiveram a “ousadia” de tirar essas crianças da esfera dos pajés, livrando-as literalmente da morte.
Contudo, o governo Lula, que deu asilo a um comunista assassino italiano, não tem disposição nenhuma de dar abrigo e proteção para essas crianças. Pelo contrário, o governo exige que elas sejam devolvidas às suas tribos, onde enfrentarão inescapáveis sentenças “culturais”.
Conheci pessoalmente um casal da JOCUM que adotou Hakani, uma menina indígena que havia sido condenada à morte. Ela vive hoje em Brasília, com esse casal. Se for devolvida à tribo, ela será assassinada.
Em 2 de julho de 2008, escrevi e publiquei um artigo como minha manifestação de grito em defesa dessas crianças ameaçadas.
Não fui o único a participar desse grito de socorro. Muitos outros também se mobilizaram para ajudar essas crianças, inclusive o Dep. Henrique Afonso, que criou um projeto de lei exclusivamente para protegê-las, mas o PT obstruiu tudo.
No artigo, há o vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, que não está mais disponível, porque a política do YouTube, cujo dono é o mesmo Google que vem favorecendo o homossexualismo de forma descarada, censurou o vídeo, sob a alegação de que tinha conteúdo impróprio.
Diante dessa censura, eu pergunto:
É impróprio denunciar o assassinato de crianças indígenas?
É impróprio se mobilizar na defesa delas?
É impróprio conscientizar o público do massacre de crianças inocentes nas tribos?
Há centenas de milhares de vídeos que o Google pode e deve censurar, por possuírem real conteúdo impróprio, indecente, pornográfico, violento e prejudicial. Mas calar a voz que clama pela vida das crianças é uma censura cruel, e esse tipo de censura tem um histórico que vem desde a Alemanha nazista até a Cuba e Coreia do Norte comunistas.
Se o conteúdo da denúncia de socorro do vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é impróprio, o que dizer dos seus opositores?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de governantes políticos e antropólogos que acobertam e protegem, sob as mais diferentes desculpas “culturais”, essa versão indígena da eugenia nazista?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de alguém para silenciar um grito de socorro em favor dos inocentes e ameaçados?
Peço a colaboração de todos para restaurar meu vídeo ao seu link original: http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded
Por favor, manifeste-se educadamente para o Google no Brasil, telefonando ou enviando fax:
Google Brasil Internet Limitada
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900 5º andar, Itaim
São Paulo, 04538-132
Brasil
Fone: 11-3797-1000
Fax: 11-3797-1001

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".