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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Univision report connects Operation Fast and Furious scandal to murders of Mexican teenagers


 

THE DAILY CALLER

Published: 1:36 AM 10/01/2012

By Matthew Boyle

This still from a September 30, 2012 Univision broadcast shows a dead body on a street in the Mexican town of Villas De Salvarcar after a massacre allegedly committed by criminals using guns trafficked through Operation Fast And Furious. (Image: Univision)

The Spanish language television news network Univision unleashed a bombshell investigative report on Operation Fast and Furious Sunday evening, finding that in January 2010 drug cartel hit men slaughtered students with weapons the United States government allowed to flow to them across the Mexican border.

“On January 30, 2010, a commando of at least 20 hit men parked themselves outside a birthday party of high school and college students in Villas de Salvarcar, Ciudad Juarez,” according to a version of the Univision report in English, on the ABC News website.

“Near midnight, the assassins, later identified as hired guns for the Mexican cartel La Linea, broke into a one-story house and opened fire on a gathering of nearly 60 teenagers. Outside, lookouts gunned down a screaming neighbor and several students who had managed to escape. Fourteen young men and women were killed, and 12 more were wounded before the hit men finally fled.”

Read more: http://dailycaller.com/2012/10/01/univision-report-connects-operation-fast-and-furious-scandal-to-murders-of-mexican-teenagers/#ixzz284W8MvEC

Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortes

 

IMPLICANTE

1 DE OUTUBRO DE 2012


Por Flávio Morgenstern

hobsbawm Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortes

Sempre prestamos nossa homenagem aos falecidos e não tripudiamos sobre a morte alheia (a não ser em estrito cumprimento ao dever). Morreu nesse 1.º de outubro o historiador comunista Eric Hobsbawm. Considerado por muitos como o maior historiador do século – sobretudo por aqueles que desconhecem qualquer outro historiador.

Eric Hobsbawm é conhecido por sua obra A Era dos Extremos, que alega ser uma síntese do séc. XX. Faz parte de uma série de livros cujos títulos parecem espremer tudo o que é preciso ler sobre a realidade histórica em suas páginas (para alegria dos preguiçosos bibliofóbicos das universidades de Humanas brasileiras): Era das Revoluções, Era do Capital, Era dos Impérios, Era dos Extremos.

Estes cartapácios foram responsáveis pelo erro fundamental de análise do capitalismo do séc. XX como “imperialismo” – o termo originalmente designa a sanha de poder de um Estado usando a força militar para sua expansão territorial, e foi justamente o capitalismo que acabou com as eras (em sentido etimológico, i. e., dois mil anos) de imperialismo, em que todas as guerras eram disputas territoriais. Com o advento de um mercado de massas, passou a ser muito mais interessante trocar mercadorias com o seu vizinho e ambos enriquecerem no processo de trocas livres (mostrando o erro do jogo de soma zero do marxismo) do que disputar militarmente pelo controle territorial de uma região pelo Estado, quando o mercado permite o livre trânsito em paz.

Foi a ascensão triunfal do capitalismo que trouxe a paz à Europa. É difícil perguntar a um historiador quantas guerras afligiram apenas os maiores países da Europa Ocidental entre os últimos 3 séculos antes do século XX e ele responder de cabeça (perdemos a oportunidade de aplicar o teste a Hobsbawm). A partir do séc. XX, as únicas guerras que atingiram inimigos mortais como Inglaterra e França, foram deflagradas contra totalitarismos contrários ao mercado livre do Estado, unindo ambas contra o expansionismo alemão anti-liberal, aliado a outros estatismos ferozes e centralizadores como o fascismo italiano e o franquismo.

Era assim que a Europa era descrita por Bocage (1765-1805), em seu Soneto do Membro Monstruoso (sic)  – recomenda-se a leitura ao som dos fortes acordes de Kenny G:

Esse disforme, e rígido porraz
Do semblante me faz perder a cor;
E assombrado d’espanto, e de terror
Dar mais de cinco passos para trás;

A espada do membrudo Ferrabraz
Decerto não metia mais horror:
Esse membro é capaz até de pôr
A amotinada Europa toda em paz

Foi chegar a “Era dos Extremos”, que Eric Hobsbawm critica, e vemos, exatamente ao contráriode suas previsões, o surgimento de blocos econômicos comuns buscando o livre comércio e a integração cultural e comercial. A “amotinada Europa” viu-se unida não por um porraz hirto e veiudo, mas pelo comércio livre entre povos – a liberdade econômica que é nêmesis horrivelmente horrorosa dos comunistas e demais planejadores centralizantes.

A isso historiadores stalinistas capitaneados por Hobsbawm, que posteriormente passaram um Photoshop em sua própria história para se considerarem apenas marxistas, deram o nome de “imperialismo”, invertendo e imiscuindo conceitos sem rigor científico uns nos outros. Perguntando-se a qualquer universitário doutrinado na falsificação da realidade da historiografia marxista e de obras como “Era dos Impérios” sobre um exemplo de país imperialista, a resposta, em  102% dos casos, virá de pronto: os Estados Unidos da América.

hobsbawm eric 253x338 Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortesCuriosamente, se mostrarmos um mapa-mundi de 1917 para uma criança ou um alienígena, com EUA em seu canto e a Rússia beirando a Revolução no outro, e depois um mapa-mundi de 1968, ano da Primavera de Praga, em que apenas o marechal Josip Tito havia saído do bloco soviético e rompido com Stalin, mostrando novamente o tamanho dos EUA e o da agora União Soviética após duas guerras mundiais, e perguntássemos qual país no mundo é imperialista, a resposta seria óbvia. Nem se poderia notar um centímetro de avanço territorial americano, contra uma enxurrada de invasões, repatriações e até criação de países ad hoc como a Tchecoslováquia.

Entretanto, essa realidade óbvia passa a se tornar invisível, numa negação fulminante e raivosa da realidade, pelo revisionismo esquerdista de Hobsbawm e seus asseclas, que nunca se preocuparam em chamar de “imperialista” o país que mais invadiu, matou e tentou criar um império global através do Comintern no séc. XX. Hobsbawm, judeu de ascendência austríaca, vê em Israel uma nação “imperialista”, e por isso negou-se certa vez a tomar um vôo que fazia escala em Tel Aviv. Para ele, o melhor é jogar uma bomba atômica em Israel. Em sua simples questão aritmética, é melhor matar cinco milhões de judeus do que “ver uma superpotência nuclear matar duzentos milhões de pessoas”. Um Goebbels de esquerda é sempre aceito na Academia cum lauda.

Também é colocando o marxismo como verdade fundamental e escolhendo aspectos da realidade que merecem comentários (apenas aqueles que confirmem a fé socialista, jogando os outros dados da realidade na “lata de lixo da História”, como o bordão de Trotsky) que Eric Hobsbawm usa de um vasto arcabouço cultural para afirmar bobagens sobre, por exemplo, a fome na África e nos próprios países asiáticos assolados por um passado comunista como culpa do… capitalismo, que causou a primeira riqueza de massas (não só para o Estado) na História, ao contrário do brutal totalitarismo que defende (uma das teses risíveis de Era do Capital).

eric hobsbawm 271x300 Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortesA linguagem se torna assim uma “arena de ações políticas”, em que “aqueles que definem, criam”, trocando-se a análise histórica por um jogo de invenções de cacoetes simbólicos, como a “burguesia” e o “proletariado” – que, como Donald Sassoon explica, foram classes inventadas pelos primeiros socialistas, tornando-se conceitos tratados como verdades absolutas e óbvias até hoje. Entretanto, mesmo o historiador marxista E. P. Thompson constatou ser impossível distinguir proletário e burguesia por critérios econômicos – ora, se burgos são cidades comerciais em rotas de viajantes, como é possível chamar de “burguesia” a classe média brasileira (aquela que o PT definiu que é “classe média alta” se a família ganha a partir de R$ 1021,00 por mês), confundindo também a burguesia com a elite, sendo que aqueles que trabalham com comércio no país têm ganhos irrisórios, comparados àqueles que trabalham para o Estado? O que garante o futuro e a ascensão econômica no Brasil: abrir uma barraquinha de pastel ou prestar concurso público?  É outra realidade que os fãs de Hobsbawm passam a negar espavoridamente estudando o mestre.

Sem nenhum rigor lógico, e apenas escolhendo o que da História confirma suas teses utópicas, confundindo conceitos que é incapaz de definir impermeavelmente até nos títulos de seus livros, não é estranho que Hobsbawm seja autor de frases absolutamente bizarras como ”guerras são apenas instrumentos capitalistas”, “concordo que só existe socialismo ou barbárie e o séc. XXI será o século decisivo nesta luta” e que Lula “ajudou a mudar o equilíbrio do mundo”. Hobsbawm acreditava que Lula era o mais importante representante do marxismo no mundo hoje, e dizia ter uma “admiração ilimitada” por ele.

Coincidentemente a essa data, a última revista Dicta & Contradicta (leitura obrigatória para quem gosta de cultura, literatura, filosofia, política ou… qualquer coisa) traz um artigo do autor britânico David Pryce-Jones desmascarando mais algumas farsas do falsificador histórico stalinista.

Entre vertiginosas análises da vida de Hobsbawm, seu método é explicado:

Hobsbawm é sem dúvida inteligente e engenhoso; é capaz de manusear com facilidade as ferramentas de trabalho do historiador: pesquisar arquivos e fontes primárias e ser o mais objetivo possível no tema que tem às mãos. Um historiador marxista, porém, não pode seguir tais princípios; deve propor perguntas a respostas já dadas. Seu estudo orienta-se pela obrigação de provas que os dogmas, teorias, especulações, gostos e repulsas de Karl Marx são confirmados em todas as sociedades em todas as épocas. A historiografia marxista nada mais é que um longo juízo de valores a priori que elimina necessariamente tudo o que não lhe dê sustentação.

Pryce-Jones não poderia mostrar os erros de A Era dos Extremos sem escrever outro livro de 627 páginas. Mas destaca alguns pontos curiosos, que aparentemente nunca foram questionados por seus ídolos, que também costumam propor perguntas a respostas já dadas em seus livros. O livro:

- Não menciona o armamento secreto da Alemanha promovido pelos soviéticos durante o entreguerra;

- “Esquece” o quanto Hitler aprendeu com Lenin e Stalin a estratégia da violência (confirmado nos próprios escritos políticos do ditador austríaco). Parece ter uma noção inconsciente disso, por sumir com menções a Treblinka ou Auschwitz, além de outros campos de concentração posteriormente usados pela própria Alemanha Oriental. “P leitor deve ser poupado de qualquer coisa que possa conduzi-lo à equação bastante aceita dos sistemas totalitários semelhantes”.

eric hobsbawm 220x300 Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortes- Não traz nenhuma menção a Beria (vide sua história violenta e sua majestosa e cinematográfica queda em Ascensão e Queda do Comunismo, de Archie Brown), à polícia secreta NKVD (e o medo que ela provoca em Sussurros, de Orlando Figes), nenhuma análise do trabalho escravo nem da grande fome projetada na Ucrânia para roubar e matar camponeses infelizes. A única vítima do gulag a se rnomeada é Nikolai Vavilov. Sobre  Alexander Solzhenitsyn, autor de Arquipélago Gulag, considerado por qualquer um de seus leitores como o mais importante livro de não-ficção do século, Hobsbawm diz com um desdém particularmente hediondo que sua carreira de escritor foi “firmada pelo sistema” (Solzhenitsyn recusou-se a receber o Prêmio Nobel em Estocolmo por saber que não conseguiria voltar à União Soviética e criticar o sistema de dentro, e só emigrou para os EUA quando percebeu que, apesar da fama internacional, iria ser assassinado a qualquer momento).

- Defende Stalin, até mesmo seu Pacto com Hitler, que marcou “a recusa da URSS em continuar opondo-se a Hitler” (sic). A invasão dos países bálticos é apresentada por Hobsbawm sob o típico desdém marxista por pequenas nações. A Finlândia também sofreria com a URSS alguns meses depois.

- Também afirma que Stalin “modernizou” a Rússia (sem  citar quanto trabalho escravo foi necessário para a construção de obras como o Canal do Mar Branco, cantado em canções e poesias como um canal de concreto sobre o cemitério dos que morreram de inanição, frio e trabalho até a morte na sua construção, ou mesmo construindo as próprias cidades do gulagcomo Kolyma ou Norilsk. Mesmo um escritor stalinista ortodoxo como Alexandr Tvadorvsky, que reiteradamente renunciou à família em nome do Partido, quando o próprio irmão morreu sem se saber exatamente onde na construção do canal (elogiado por Gorki em um livro escrito às pressas), lamentou com peso na consciência:

O que é você, irmão?
Como está você, irmão?
Onde está você, irmão?
Em qual Belomorkanal?

(Irmãos, 1933)

Enquanto intelectuais abastados como Hobsbawm rendiam loas à União Soviética stalinista, havia canções rimadas (chastushki) em que os russos falavam sobre o trabalho escravo soviético:

O Plano Quinquenal, o Plano Quinquenal
O Plano Quinquenal em dez.
Não vou para a kholkhoz;
Na kholkhoz não há pão!

(kholkhoz eram as fazendas coletivas, modelo de socialismo mundial até hoje, que obrigaram a União Soviética a viver com 4 kg de salsichas e 2 pedaços de sabão por mês – para funcionários do Partido)

Eric Hobsbawm, como exemplo da maravilhosa explicação de Alain Besançon sobre a memória lembrar do nazismo, mas esquecer completamente as atrocidades do comunismo, acreditava que, sob Mao Zedong, “o povo chinês ia bem”, já que havia mais matrículas na escola. Como demonstra bem Pryce-Jones, o pensamento de Hobsbawm é o de que “a desumanidade nunca é desumana quando serve ao comunismo, mesmo que a realidade o estivesse destruindo”.

Mas seu grande momento se deu em 1994 (relatado pelo historiador Robert Conquest), quando  Michael Ignatieff – então jornalista político, mas depois presidente do Partido Liberal do Canadã – entrevistou Hobsbawm para a BBC:

Segundo o historiador, o Grande Terror de Stalin [mais de 20 milhões de mortos apenas na principal de três ondas, fora outros milhões de mortes fora dos Expurgos] teria valido a pena caso tivesse resultado na revolução mundial. Ignatieff replicou essa afirmação com a seguinte pergunta: “Então a morte de 15, 20 milhões de pessoas estaria justificada caso fizesse nascer o amanhã radiante?” Hobsbawm respondeu com uma só palavra: “Sim”.

Essa é a pessoa que dominou a visão histórica a partir da segunda metade do século passado. É o “pensador crítico” dos últimos tempos. Uma análise do expansionismo alemão desde Bismark até o Terceiro Reich lendo-se apenas historiadores neonazistas seria considerada pura falsificação e eombromação falseadora. Ainda hoje lemos sobre “A era dos extremos”, “dos Impérios” e “do Capital” apenas pela visão de um stalinista, que perdeu a coragem de dizer o quanto defende um totalitarismo quando precisa usar mais do que três letras.

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 26 de setembro de 2012

 

Published on Sep 26, 2012 by CanalMSM

Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 26 de setembro de 2012.
http://www.midiasemmascara.org/true-outspeak.html.

 

A conferência indicada:


Published on Sep 22, 2012 by nivaldocordeiro

Palestra proferida em São Paulo em 22/09/2012.

O atual jogo midiático das FARC

 


MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR CEL. LUIS ALBERTO VILLAMARÍN PULIDO | 01 OUTUBRO 2012
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO

Para as FARC, as conversações de paz são mais um ato guerra pela tomada do poder político; para o governo Santos, são a garantia de sua sobrevivência política e ambições pessoais.


Ainda não se oficializou o início das conversações de paz do governo Santos com as FARC, porém os terroristas já tiraram vantagens político-estratégicas iniciais, que talvez pelo fervor de boa-fé dos colombianos ansiosos para não sofrer mais violência e oportunismo politiqueiro do Congresso e do presidente, passaram desapercebidas aos meios de comunicação.

Os fatos falam por si:

1. Os contatos exploratórios se iniciaram em Cuba com a intromissão de Chávez e as bênçãos da ditadura castrista. A exclusividade da notícia foi para Telesur, que por sua estrutura e orientação ideológica deveria se chamar Telefarc.

2. Ao mesmo tempo, com a libertação dos militares e policiais seqüestrados e do jornalista francês, produziu-se o aparecimento público do Movimento Bolivariano das FARC apresentado com outro nome ribombante e enganoso.

3. Coletiva de imprensa dos terroristas em Havana, carregada de epítetos, frases desafiantes e a farsa de que a bandeira da paz na Colômbia é patrimônio do narco-terrorismo e de seus cúmplices nacionais e internacionais.

4. As FARC são santas pombinhas, enquanto que o Estado colombiano e a “oligarquia” são responsáveis por todos os males causados contra o país por parte dos terroristas.

5. Com a anuência de Santos as FARC não são seqüestradoras e, além disso, diz que devem ajudar a combater o narco-tráfico.

6. O terrorista Simón Trinidad, preso nos Estados Unidos, é membro do comitê negociador.

7. O camarada Carlos Lozano se escudou em seu ofício de jornalista para publicitar uma entrevista com Timochenko, na qual as FARC reafirmam que querem a paz comunista e que a Colômbia inteira lhes deve, por todos os crimes que os terroristas cometeram.

8. As conversações anteriores foram rompidas pela teimosia dos governantes que querem a desmobilização dos terroristas, sem lhes permitir que imponham todas as condições. Sob esta premissa sua luta é justa, não são terroristas e a Colômbia inteira está em dívida com as FARC. Uma vez mais o Estado inicia conversações com complexo de inferioridade.

9. Os terroristas chegam à mesa de conversações para desenvolver um programa preconcebido em um plano estratégico, como um salto qualitativo ao objetivo geral da tomada do poder. A equipe negociadora do governo, nomeada de última hora, chega sem um plano coerente, além de estar integrada por alguns personagens que em conversações anteriores demonstraram sua incompetência, mas, claro, desta vez têm a tarefa de preservar a imagem re-eleitoreira do presidente Santos.

10. Enquanto os terroristas apontam para legitimar seu movimento político dentro da Colômbia e a buscar reconhecimento como Estado em gestação com embaixadas na Venezuela, Equador, Bolívia, Brasil, Nicarágua, Cuba, Uruguai, Noruega e Argentina, a equipe negociadora do governo é uma ferramenta útil para a jogada egocentrista de Santos em três lados: ou é re-eleito, ou é prêmio Nobel da Paz, ou é Secretário Geral da ONU. Finalmente, quando os diálogos falharem, Santos justificará a necessidade de re-elegê-lo, pois como ele se auto-denominou, é o “verdugo dos terroristas” e, modéstia a parte, não há outro colombiano capaz de fazê-lo melhor que ele.

11. Para as FARC, as conversações de paz são mais um ato guerra pela tomada do poder político; para o governo Santos, são a garantia de sua sobrevivência política e ambições pessoais. Como sempre ocorre com as atuações de nossa questionada classe dirigente, a única perdedora é a Colômbia.

12. Não há compromisso das FARC em reparar as vítimas de suas atrocidades. Não se sabe nada dos seqüestrados desaparecidos pelo grupo terrorista, não se menciona nunca a enorme responsabilidade política e penal do Partido Comunista no narcoterrorismo contra a Colômbia, ninguém fala da devolução de terras roubadas pelas FARC aos camponeses, nem se menciona o terrorismo interno contra seus próprios integrantes que, a julgar pelos documentos apreendidos das FARC, supera mais de 1.500 assassinatos de guerrilheiros por “delitos” contra o marxismo-leninismo ao longo de cinco décadas.

Em síntese, devido à politicagem e à falta de foco estratégico do governo e sua equipe negociadora, as FARC já conseguiram uma importante vantagem político-estratégica, com a circunstância agravante de que chegarão a Oslo e Havana impondo condições e manipulando as conversações... como sempre fizeram.

Tradução: Graça Salgueiro

Eleições 2012 RJ: Candidato Ricardo gama verador 22500 pede e agradece o apoio de todos

 

Published on Oct 1, 2012 by Ricardo Gama

Vejam o vídeo, um resumo dos meus vídeos e o atentado que sofri.
http://www.youtube.com/watch?v=d2T0pQPmkko

Por ordem da Justiça Eleitoral, Facebook retirou do ar página relativa a disputa em Campo Grande

 

VEJA

01/10/2012 - 10:40

Justiça

A exemplo do que ocorreu com o Google, juiz entendeu que conteúdo na rede social era ofensivo a candidato a prefeito da cidade de Mato Grosso do Sul

Rafael Sbarai

Emocionado, Mark Zuckerberg anuncia, na Califórnia, estreia do Facebook na Nasdaq <br />

  Emocionado, Mark Zuckerberg anuncia, na Califórnia, estreia do Facebook na Nasdaq - Reuters

Assim como o Google, o Facebook também recebeu ordem judicial para tirar do ar conteúdos considerados ofensivos a Alcides Bernal, candidato à Prefeitura de Campo Grande (MS) pelo PP. Ao contrário do Google, porém, a rede social retirou o conteúdo do ar assim que recebeu a ordem, segundo consta do processo sobre o caso (no caso do Google, a remoção ocorreria depois). A reportagem do site de VEJA apurou que o Facebook concluiu que a página violava termos de uso do serviço. A rede, contudo, não informa quais termos teriam sido violados. O Yahoo também retirou conteúdo considerado ofensino a Bernal do site de fotos Flickr, de sua propriedade.

Leia também:
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Detenção de executivo do Google não resguarda direito de eleitores

De acordo com o processo, o juiz Flávio Saad Perón, da 35ª Zona Eleitoral de Campo Grande, concendeu liminar a Bernal no dia 30 de agosto, determinando a retirada do ar de uma página na rede social com os ataques ao candidato. A alegação é que a página continha "calúnias, injúrias e difamações contra o representante".

Em despacho do dia 16, o magistrado afirma que a rede já havia cumprido sua ordem. "A empresa Facebook comunicou, às f. 62/63, haver cumprido a determinação judicial, excluindo o perfil ‘http://facebook.com/pages/overdadeiro-alcides-bernal/37557728544853’ do site de sua responsabilidade."

Ao site de VEJA, a empresa afirmou que a exclusão de conteúdo não é prática recorrente. "O Facebook está comprometido em ajudar as pessoas a compartilhar conteúdo e tornar o mundo mais aberto e conectado. Recebemos ocasionalmente pedidos oficiais para remover conteúdo ilegal. Revisamos vigorosamente e ativamente todas as solicitações de autoridades, tendo em mente os direitos e a privacidade do usuário. Se necessário, restringiremos o conteúdo, mas da forma mais limitada possível", informou a empresa.

Em ano eleitoral, o Facebook já esperava receber mais pedidos e ordens judiciais de remoção de conteúdos. Segundo fontes ouvidas por VEJA.com, desde janeiro, a rede mantém um comitê com mais de 30 advogados, dedicados a tratar das demandas surgidas no período que antecede as eleições municipais do próximo domingo.

Na última quarta, o diretor geral do Google no Brasil, Fabio Coelho, foi detido pela Polícia Federal, em São Paulo, depois que a empresa se recusou a retirar do YouTube um vídeo em que Bernal é acusado de práticas criminosas. O executivo foi liberado em seguida.

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Revelações de Marcos Valério afetam imagem do ex-presidente no exterior

 

AUGUSTO NUNES

28/09/2012 às 21:29 \ O País quer Saber


Divulgadas por VEJA, as revelações de Marcos Valério que empurraram o ex-presidente Lula para o pântano do mensalão foram noticiadas com destaque em vários países. Confira oito exemplos:

Espanha: "O principal acusado do 'julgamento do século' acusa Lula de ser 'chefe' da trama de compra de votos"

Chile: "Réu afirma que Lula 'era o chefe' da rede de corrupção julgada no Brasil"

Panamá: "Lula 'era o chefe' da quadrilha julgada no Brasil"

França: "No Brasil, o operador do escândalo dos anos Lula afirma que o chefe de Estado sabia de tudo"

Argentina: "Lula é acusado de ter liderado uma enorme rede de corrupção"

Honduras: "Lula é acusado de chefiar rede de corrupção"

México: "Empresário acusado por corrupção envolve Lula na fraude"

Venezuela: "Lula é acusado de ser 'o chefe' da corrupção no Brasil"

ELEIÇÕES 2012: Malafaia e Serra

 

LAURO JARDIM

segunda-feira, 1 de outubro de 2012 12:39 \ Religião

 

Malafaia: em campanha

O pastor Silas Malafaia mudou de ideia e vai anunciar ainda hoje o apoio a José Serra nas eleições para a prefeitura de São Paulo. Malafaia fora convidado por Walter Feldman em agosto para integrar a coligação do PSDB, mas recusou a proposta (Mais detalhes em Em Busca do apoio do pastor).

No segundo turno, Silas teria dificuldades em apoiar tanto Fernando Haddad por causa do kit gay quanto Celso Russomano devido à ligação com a Igreja Universal. Hoje, Malafaia gravará um vídeo em que vai descer a borduna em Haddad e Lula.

Por Lauro Jardim

American Crossroads: "World"

 

Uploaded by AmericanCrossroads on Sep 28, 2012

It's about leadership

Da inversão de valores, o duplipensar e a defesa dos ideais

 

MÍDIA A MAIS

08 | 09 | 2012

Locke: liberdade

 

Por: Maria Júlia Ferraz

Certo dia, cuidando da correspondência eletrônica do site, deparei-me com um leitor que comentava quão monstruosas eram as coisas que publicávamos.

Sempre soube que algumas ideias defendidas por perspectivas não esquerdistas nem sempre eram bem-vindas. Mas a expressão chamou-me a atenção.

Padeço do mal da reflexão. Não exatamente como sugeria Descartes e sua dúvida metódica, mas próxima disso. Dessa forma, o cogito ergo sum (Penso, logo existo) tem a função de  me deixar espantada diante da vida, dos fatos e me impedir de ser escrava de ideologias, frases, crenças só por serem referências de grandes intelectuais.

Assim, fui em busca das monstruosidades que publicamos. E não estou sendo irônica. Fui tentar ver com outros olhos o que se publica aqui, afinal, acostumamos a perspectivas, ângulos, ideias... mas, acima de tudo, alteridade é um exercício de sabedoria.

De forma geral, é possível perceber que os clippings têm a marca dos redatores, os artigos assinados as peculiaridades de seus autores, mas os assuntos tratados não sugerem genocídio, nem obediência cega e servil, muito menos pedofilia, tortura, nenhum tipo de perseguição religiosa ou sexismo.

Pelo contrário, partilham da ideia elaborada por Locke ainda no século XVII, que atribuía ao homem o direito à vida, à liberdade e à propriedade.

Se o que publicamos não incentiva nenhuma prática negativa, ter pessoas que confundem posturas anti-esquerdistas com monstruosidades revela que estamos em um momento em que a inversão de valores ou (pior ainda!) o duplipensar é tão arraigado que defender valores ocidentais é passível de crítica!

Para que outras pessoas possam refletir sobre isso, elaborei uma breve e modesta lista de exemplos de valores monstruosos que defendemos:

- Direito à vida: Sim. Somos contra o aborto. A ideia de que a mulher é dona de seu corpo e deve ter o direito a interromper uma gravidez é magnânima demais para nós. Cometemos a monstruosidade de acreditar que o direito de nascer é superior aos argumentos feministas.

- Responsabilidade Penal para marginais, independente da idade: Não acreditamos que a idade torne o marginal menos cruel. Aliás, isso não é crença. É só pegar crimes cometidos por “menores infratores”. Há uma lista interminável de fatos que comprovam o quanto a impunidade faz com que esses psicopatas tornem-se cruéis e debochados. O argumento de que é a desigualdade social que gera tais monstros só aprisiona o cidadão de bem. Quem disse que todo cidadão de bem teve infância feliz com papai noel, coelhinho da páscoa e família de comercial de margarina? É importante diferenciar oportunidades de mero oportunismo. A visão romântica propagada por Jorge Amado em seu livro “Capitães de Areia” devia ser criticada e não saudada como exemplo de retrato dos marginais com menos de 18 anos. Por isso, somos contra a proteção exacerbada do ECA.

- Direito à segurança pública de qualidade: com a história dos Direitos Humanos, escrever que as pessoas que cometem crimes merecem punições severas é quase confessar falta de humanidade. Isso faz parte da ideia de que todo criminoso é fruto da desigualdade social. Mesmo argumento do coitadismo que cerca os “menores infratores”. A grande questão é que fica incoerente falar em melhores condições da segurança pública sem existirem leis punitivas eficientes e presídios que tenham como função manter o preso fora de circulação. No entanto, atualmente pensar em melhorias jurídicas é pedir para, dependendo da proposta, apanhar de estudantes e professores de direito, que querem ser os paladinos de uma nova ordem social, teoricamente mais justa. Justa com o delinquente e injusta com o trabalhador.

Esses são alguns dos aspectos.

Há outras inversões. A marcha das vadias é uma temeridade para aquelas que acreditam no valor feminino. Por mais que o nome contenha uma pretensa ironia, a proposta desse tipo de manifestação apenas reforça a visão da mulher como objeto. Acho merecido que nós mulheres ocupemos o mesmo lugar dos homens, ganhemos igual sem precisar ser quase um homem.

Ser mulher é diferente de ser homem. Aliás, que bom! Essa é a ideia!!

Então, não estamos defendendo uma masculinização das mulheres. Nem tampouco o retorno ao tempo em que as mulheres eram vistas como parte do lar (como as gregas “condenadas” ao gineceu). O que contestamos é qual a melhoria em expor os corpos para poder chamar atenção para nossos cérebros e sermos vistas com mais seriedade...

OK, OK. Eu sei que o objetivo inicial era fazer com que não houvesse a culpabilização da vítima em caso de estupro, com aquela velha justificativa: “Eu a violentei porque ela estava com roupa curta.” No entanto, a impressão que fica é que a intenção foi desvirtuada e é o incentivo à alienação de si mesma que está sendo imposta às mulheres.

É interessante até pensarmos que a origem do feminismo como luta para a busca da igualdade é consequência do próprio liberalismo. A esquerda mais ortodoxa nunca colocou a luta da mulher como prioridade, pois a questão para ela era outra. Aliás, tanto para Marx, como para Engels.
Não é a intenção desse texto entrar em um estudo mais aprofundado, mas fica aqui esse detalhe que muitas vezes é desconhecido.

Por todos os argumentos mencionados fica evidente que o duplipensar, a distorção de valores, amarrou o cidadão de bem a visões que, se ele pensar mais detalhadamente, vai perceber que nem sempre seriam as melhores alternativas para melhorias práticas no mundo real.

Como há pouco espaço para que essa reflexão seja feita longe da doutrinação esquerdista, é preciso que todos divulguem as contradições existentes nesses discursos. Por isso, mais que artigos de opinião, livros com teoria são sempre bem-vindos.

As resenhas que aqui publicamos têm essa função, além de incentivar a cultura, claro.

Entre o parecer bom (como já propunha Maquiavel) e o ser bom verdadeiramente há um grande abismo. Talvez isso valha para as aparentes monstruosidades que cometemos. Entre aparentarmos e sermos de fato monstruosos há uma realidade prática que mostra nossa verdadeira face. Que ela possa ser vislumbrada.

Eleições 2012 RJ: Candidato a vereador Ricardo Gama 22500, uma breve história sobre a sua vida

 

RICARDO GAMA

SEGUNDA-FEIRA, 1 DE OUTUBRO DE 2012

Muito legal o vídeo pelo colega Dárcio, um resumo de alguns vídeos que eu já fiz nesses últimos 4 anos, e a história do meu atentado.

Muito obrigado Dárcio, sem palavras.

 

Lição da sociedade aberta

 

Published on Oct 1, 2012 by nivaldocordeiro

O editorial do Estadão de hoje (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-absolvicao-da-politica-,938347,0.htm) destaca a visão correta do STF sobre a compra de votos do mensalão. "O mensalão foi a solução tóxica para as instituições democráticas encontrada pelos homens do então presidente" para formar maioria no Parlamento. O próprio julgamento é a demonstração de vitalidade das instituições democráticas, contra o totalitarismo latente no PT.

sábado, 29 de setembro de 2012

PT: FOTOMONTAGEM GROSSEIRA. Ou a nova classe média de Lula e Dilma. Ou as multidões nos comícios 2012 de Lula

 

AGÊNCIA BRASIL

 

GANHA R$ 291,00 POR MÊS?
TÁ NA CLASSE MÉDIA PETISTA

 

A classe media do Lula

CT: indiquei na foto alguns gigantes, além de não existir sombre alguma das pessoas umas nas outras. Ache mais erros você também.

 

20/09/2012 - 12h00

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Atualmente mais da metade da população brasileira (53%) fazem parte da classe média, o que significa um total de 104 milhões de brasileiros. Nos últimos dez anos, foram 35 milhões os brasileiros incluídos na classe média. Os dados foram divulgado hoje (20) pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República no estudo Vozes da Classe Média.

A pesquisa classifica como classe média os que vivem em famílias com renda per capita mensal entre R$ 291 e R$ 1.019 e tem baixa probabilidade de passar a ser pobre no futuro próximo.

De acordo com o estudo, a expansão desse segmento resultou de um processo de crescimento do país combinado com redução na desigualdade. A estimativa é que, mantidas a taxa de crescimento e a tendência de queda nas desigualdades dos últimos dez anos, a classe média chegue a 57% da população brasileira em 2022.

Os dados indicam que a redução da classe baixa foi mais intensa do que a expansão da classe alta. De 2002 a 2012 ascenderam da classe baixa para a média, 21% da população brasileira, enquanto da classe média para a alta ascenderam 6%.

O ministro da SAE, Moreira Franco, destacou o importância do crescimento da classe média para movimentar e impulsionar a economia do país, pois essa fatia da população responde por 38% da renda e do consumo das famílias. “Em torno de 18 milhões de empregos foram criados na última década, esses empregos formais foram associados a uma política adequada de salário mínimo que deu ganhos reais acima da inflação aos brasileiros”, disse Franco.

O crescimento da renda da classe média tem sido maior do que o do restante da população, de acordo com os dados apresentados no estudo. Enquanto na última década a renda média desse segmento cresceu 3,5% ao ano, a renda média das famílias brasileiras cresceu, no mesmo período, 2,4% ao ano.

“A classe média brasileira vai movimentar em 2012 cerca de R$ 1 trilhão”, estimou Renato Meirelles, do instituto de pesquisa Data Popular, que participou da elaboração do estudo.

O estudo usa como base dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Data Popular.

Edição: Talita Cavalcante

CONVOCAÇÃO DE TODOS PSICÓLOGOS PRÓ-FAMILIA, ASSISTENTES SOCIAIS E EDUCADORES, EM APOIO À RECONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA.

 

ADHT: DEFE3SAHETERO.ORG

 


Carta aberta a todos os psicólogos, educadores cristãos e/ou tradicionais de todo Brasil.


Por Marisa Lobo

Psicólogos pró-família, assistentes sociais e educadores em apoio à reconstrução da família.

Caros profissionais e/ou estudantes (Psicologia, Assistência
Social e Educação
) de todo Brasil,

Marisa Lobo Recentemente, criamos um Corpo de Psicólogos Pró-Família para discutirmos vários assuntos ligados à família e ao seu bem-estar:

as afrontas que a família vem sofrendo pela mídia, o descaso da atual Psicologia e outras ciências afins, a tentativa de “desconstrução” da família e sua redução a um simples amontoado de pessoas.

Um dos fatores que me levaram à criação deste Corpo de Psicólogos Pró-Família é que precisamos questionar a ridicularização, a banalização de nossa fé. Como profissionais, precisamos nos unir e exigir respeito na forma da lei, pois muitos profissionais e estudantes de todo o Brasil estão se escondendo por medo dos Conselhos e por não conhecerem seus direitos adquiridos de manifestar sua fé e dar sua opinião, direitos esses afirmados pela Constituição, mas negados pela Psicologia e por outras profissões.

O meu caso foi declarado pela Ordem dos Advogados do Paraná como perseguição religiosa. O relatório oficial da OAB/PR foi amplamente divulgado na mídia, mas escondido pelo Conselho de Psicologia. Há, senhores, um conflito ético, e estamos lutando pela nossa liberdade.

É momento de nos unirmos e nos ajudarmos, requerendo nossos direitos sociais, ou seremos, por omissão, engolidos por uma mentira criada por uma militância política de um Conselho que tem se mostrado totalmente parcial, persecutório e, portanto, antiético.

Precisamos fortalecer o movimento Corpo de Psicólogos Pró-Família (CPPF), para viabilizarmos discussões e colaborarmos com a elaboração de leis que favoreçam a família brasileira como medida protetiva e preventiva contra as drogas, aborto, violência doméstica, ao mesmo tempo que promovam a sexualidade saudável. Não podemos aceitar a desconstrução da família natural e tradicional (biológica), nem a desconstrução de Deus (nossa fé), nem a desconstrução da sexualidade (heterossexual).

Nossa intenção não é fortalecer preconceitos, mas justamente sermos justos e diminuí-los. Precisamos deixar claro que, para direitos adquiridos, não precisamos destruir a família natural, tradicional, biológica, mas, sim, reconstruí-la como medida protetiva, pois entendemos que a família é um fator de proteção, mas também de risco. Assim, fortalecendo os laços afetivos das famílias, estaremos contribuindo com a sociedade e com o cidadão nas quatro dimensões – biológica, psicológica, social e espiritual – em que se insere a família.

Destacamos que quem mais sofre com essa tentativa de desconstrução são as crianças, jovens e adolescentes desta Nação.

Entendemos a família como fator fundamental de proteção ao indivíduo e de sua ressignificação e resiliência, além de ser, igualmente, fator de combate ao preconceito. Por conseguinte, devemos lutar pela reconstrução da família, e não pela desconstrução proposta pela mídia, por grupos e pelas próprias profissões, muitas vezes contaminadas pelo relativismo que condenou o homem à escravidão da realização de desejos, que não são necessariamente os ideais de todo cidadão, nem tampouco significam felicidade.

Chamo a todos os psicólogos e profissionais conclamados a que se posicionem como cristãos e defendam estas causas com sabedoria, mas sem medo de sofrerem retaliação, pois é nosso direito e dever preservar a família, e só conseguiremos este feito em união organizada.


INSCRIÇÃO NO CORPO DE PSICÓLOGOS PRÓ-FAMÍLIA

Estamos inscrevendo psicólogos, educadores, assistentes sociais e estudantes de todo o Brasil, para nos ajudarem com artigos e referências técnicas que questionem a nova Psicologia e as profissões, com o intuito de fortalecer os laços familiares e não aceitar ações e teorias falaciosas e tendenciosas, cujo objetivo é destruir a família, apoiar o consumo de drogas, o aborto, a sexualidade do gênero neutro, a trigamia, enfim, sem valores nenhuns. Se não lutarmos contra isso, a referência de família acabará.
 
CONVOCAÇÃO
Convoco a todos que se importam com o tema a se inscreverem e a divulgarem esta ideia, reunindo o maior número possível de psicólogos no Brasil. Peço que divulguem este e-mail (marisalobo@psicologiacrista.com.br), pois vamos organizar encontros para essas discussões e precisamos da ajuda e da parceria de todos.



Precisamos questionar e denunciar estes pontos:
 
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Literatura
Precisamos de literatura de tudo o que for ligado a esses assuntos. Escrever um texto e mandar pelo e-mail marisalobo@psicologiacrista.com.br, para divulgação entre o grupo e para dar apoio aos estudantes.

Incentivar temas para monografias e/ou trabalhos de conclusão de curso

Incentivar alunos da graduação e/ou pós-graduação, mestrado e doutorado a fazerem monografias ou TCCs ligados a temas como:
 
: importância da fé no processo terapêutico (ou algo referente à fé).
Gênero Neutro: a questão do gênero neutro e como essa forma de pensar, como esse movimento pode prejudicar a saúde mental e a sexualidade da criança.
Drogas: questões sobre prejuízos cognitivos, comportamentais, sociais, saúde mental, relações, motivação, etc.
Aborto: complicação, síndrome do suicídio, sociedade, etc.
Sexualidade da infância: transtornos, conflitos.
 
Perseguição Religiosa
Precisamos incentivar nossos profissionais a se imporem em salas de aula. Precisamos denunciar toda forma de preconceito sofrido por alunos e professores em sala de aula, bem como profissionais em locais de trabalho.

Questionamento
Cada um que tiver um questionamento traga ao grupo, para que nos ajudemos mutuamente com material e referências, divulgando entre nós textos principalmente da Psicologia pura, e não desses movimentos anticientíficos de hoje.

Reuniões do Conselho de sua cidade:
Precisamos organizar reuniões do Conselho de Psicologia de seu Estado, para questionar essas novas teorias e movimentos e suas técnicas, e não achismos, pois a Psicologia de hoje está totalmente contaminada por falácias e ideias sem fundamentação teórica.

Encontros Estaduais e Nacionais
Temos que organizar encontros estaduais e nacionais para discutir essas questões. Precisamos de uma representante em cada Estado, para organizar os trabalhos estaduais

Precisamos de voluntários
Jornalistas
Designer para melhorar nosso site e rede social
Advogados
Secretárias

Meus endereços:

@Marisa_lobo
Marisalobopsic
41-78173494

Grata
Marisa Lobo, psicóloga e cristã


Corpo de Psicólogos Pró-Família

Nome
Data de nascimento
Cidade onde mora
Endereço
Curso e/ou profissão
Faculdade
Período do curso
Ano da formatura
Idade
e-mail
Fones
Igreja a que pertence
Fone
Pastor e/ou padre, se tiver

Que DEUS nos abençoe .
A família é a instituição criada por Deus, e vamos defendê-la!
Att,
Marisa Lobo

"ADENDO: A ADHT, Associação para Defesa da Heterossexualidade, da Família e Casamento Tradicionais; contra o aborto; e combate a quaisquer crimes de discriminação, de perseguição religiosa e outros; apoia integralmente esta iniciativa e dispõe de seus meios de comunicação para ajudar a conscientizar os cristãos Brasileiros e desafiá-los a fazer diferença e trabalhar para defender nossos princípios familiares, morais e cívicos para consolidação da democracia Brasileira. 

Endossamos o Desafio a todos os profissionais das áreas de
Psicologia, Assistência Social e Educação de todo Brasil a participarem em todos estes eventos. Faça o máximo esforço possivel, não fique fora. Envie um email com seus dados agora mesmo ao email marisalobo@psicologiacrista.com.br.



VAMOS IMPACTAR O BRASIL E A AMÉRICA LATINA


Karl Marx afirmou que “para criar um perfeito Estado socialista, você deve destruir a família. Você tem que pôr o governo e sua autoridade acima dos pais na educação dos filhos".

“Para o triunfo do mal só é preciso que os homens de bem não façam nada”.
(Edmund Burke).


_____________________________________


AGORA RESPONDA PARA SI MESMO:
QUAL DESTAS MULHERES VOCÊ QUER EM PROJETOS PARA O NOSSO PAÍS?

 

Marisa Lobo  

OU 

QUERO FAZER PORNÔ

PT 2012: Sobrou palco, faltou público

 

Published on Sep 27, 2012 by vejapontocom

A turnê eleitoral do ex- presidente Lula deveria incluir vinte capitais, parou na terceira.

O mensalão de Paes: Gravação mostra presidente de partido nanico comemorando acerto de um milhão de reais para apoiar reeleição de prefeito

 

LAURO JARDIM

sábado, 29 de setembro de 2012

7:06 \ Eleições 2012

 

O PMDB do Rio de Janeiro firmou um compromisso financeiro de 1 milhão de reais para ter o apoio de um partido nanico à reeleição de Eduardo Paes. É o que mostra um vídeo a que VEJA teve acesso com imagens do presidente estadual do PTN, Jorge Sanfins Esch, em conversas com correligionários do partido.No vídeo, Sanfins Esch garante que impediu uma candidatura própria do PTN, porque acertou o recebimento de 200 000 reais para bancar a campanha de candidatos a vereador do partido.

Sanfins Esch afirma que o acerto foi feito na convenção do partido em 30 de junho com o ex-chefe da Casa Civil de Paes, Pedro Paulo Teixeira, mas que ainda não recebeu os recursos. A coligação nega a promessa.

A convenção do PTN em 30 de junho foi a segunda do partido em menos de quinze dias. No dia 17 do mesmo mês, o partido chegou a homologar a candidatura a prefeito de Paulo Memória, mas Sanfins cancelou o encontro para depois declarar o apoio a Paes. Sanfins Esch esclarece no vídeo com correligionários o motivo da mudança de postura do PTN:

- Não tem condição de lançar candidatura própria (…). O cara dá 200 000 reais para dentro, dá uma prata para ele tirar a candidatura dele, dá todo o material de campanha, toda a estrutura para os candidatos. Chega lá dentro se bobear tem uma gasolininha extra para botar no carro. Po, não dá para recusar.

A coligação de Paes nega que tenha feito a promessa para repassar a quantia em espécie para o partido. A assessoria do prefeito afirma que dá suporte aos candidatos do PTN apenas com material de campanha e calcula que gastou em placas e panfletos 154 514 reais. A quantia total, no entanto, ainda não foi declarada no Tribunal Regional Eleitoral.

O segundo acerto revelado no vídeo diz respeito a uma dívida que Sanfins e três amigos cobram da prefeitura do Rio de Janeiro dos tempos em que trabalharam na RioLuz, órgão municipal responsável pela iluminação pública da cidade. Diante dos correligionários, Sanfins Esch diz que o presidente do PMDB do Rio, Jorge Picciani, se comprometeu a ajudá-lo.

Sanfins Esch explica em entrevista a VEJA que trabalhou no Conselho de Administração da RioLuz durante oito anos do governo Cesar Maia. Como o jetom pago pelo órgão era inferior aos de outras autarquias, Sanfins abriu um procedimento administrativo em 2008 na prefeitura junto com três ex-conselheiros para receber o valor retroativo e corrigido.

- O Picciani se comprometeu pessoalmente a liberar os meus recursos da RioLuz.

A prefeitura informa que o processo administrativo foi indeferido em 12 de dezembro por “falta de amparo legal” e que o valor não será pago.

Por Lauro Jardim

A organização milionária da mulher de Delúbio

 

ISTO É

28.Set.12 - 21:00 |  Atualizado em 29.Set.12 - 15:29


Mônica Valente comanda o escritório brasileiro de associação que recebe R$ 7 mi por ano para representar sindicatos

Josie Jeronimo

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DONA DO COFRE
O ex-tesoureiro do PT (á esq.), Delúbio Soares, diz que depende da mulher,... Mônica Valente,
para honrar suas despesas. Ela cobra um euro por filiado à associação que dirige

Exonerado do cargo de professor da rede pública de Goiás e vivendo oficialmente da renda de uma imobiliária virtual, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares costuma dizer que depende da mulher para honrar suas despesas. Mas não deve ser com os rendimentos do ofício de psicóloga que Mônica Valente tem conseguido ajudar o marido. Desde a militância à frente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na década de 90, Mônica aprofundou sua atuação profissional no mundo dos sindicatos de servidores. Membro do diretório nacional do PT, a mulher de Delúbio comanda o escritório brasileiro da Internacional do Serviço Público (ISP), entidade que desempenha o papel de intermediário entre os sindicatos de funcionários públicos e organismos globais, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT). A adesão das confederações à ISP custa um euro por filiado. Em conjunto, as 26 confederações filiadas à associação comandada por Mônica Valente repassam para ela R$ 7 milhões por ano das receitas obtidas com o imposto sindical. As informações foram confirmadas à ISTOÉ por dirigentes de entidades ligadas a esse braço brasileiro da organização internacional.

O destino desse dinheiro todo, porém, é um mistério até mesmo para as entidades que pagam pela filiação. A ISP recebe recursos das confederações que representam os servidores públicos e não presta contas. Por isso, a filiação à ISP gera polêmica na base das confederações. Sindicalistas contrários ao repasse de dinheiro à associação alegam não entender para que serve o dinheiro aplicado na entidade para a representação internacional. Argumentam que os resultados da atuação da organização comandada pela mulher de Delúbio deixam a desejar. Em dez anos de existência, por exemplo, apenas uma denúncia contra cerceamento dos direitos trabalhistas teria sido aceita pela OIT. “Ela não tem participação nas principais causas, não tem programa. É mais uma entidade em que os dirigentes se apegam à estrutura para ter benefícios. Recebe arrecadação das entidades e não tem transparência”, critica Sandro Pimentel, um dos coordenadores da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra). Servidores do Judiciário tentaram impedir na Justiça o desconto nos salários para bancar entidades, que segundo Adilson Rodrigues, diretor do Sintrajud, nem deveriam existir. “É um absurdo descontar um dia do salário do trabalhador para sustentar sindicatos de fachada. Os dirigentes se lambuzam no dinheiro suado do servidor. No dia a dia, a ISP é fictícia. A atuação internacional de um sindicato é algo pontual, não de filiação em tempo integral. Gastamos dinheiro para bancar uma entidade fajuta”, acusa Rodrigues.

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A denominação “internacional” que a associação comandada por Mônica carrega também não combina com a estrutura que o ISP tem no Brasil. Como uma espécie de “franquia” do órgão internacional, a associação registrou CNPJ em São Paulo em 2001, antes da entrada da mulher de Delúbio. Embora tenha mais de dez anos de existência e opere uma verba milionária, a associação que embolsa recursos das confederações sindicais se resume a uma sala no centro da capital paulista e é tocada hoje por apenas duas pessoas. Além de Mônica, a entidade também é representada por Jocélio Drummond. Durante a semana, a reportagem de ISTOÉ procurou a mulher de Delúbio e outros representantes da ISP, mas a secretária da organização insistiu que a entidade não contava com nenhum outro responsável além de Mônica e Jocélio, ambos fora do País, em viagem à Argentina. No papel de representantes dos servidores públicos brasileiros no plano internacional, os dois se revezam realizando palestras, recrutando integrantes das confederações para formar grupos de trabalhos – com o objetivo de discutir temas do funcionalismo – e participando de congressos dos sindicatos filiados. Em eventos da sede da Internacional, eles se apresentam como representantes do escritório brasileiro. Durante a greve dos servidores federais, este ano, a ISP também prestou consultoria às confederações analisando os pleitos dos servidores que seriam apresentados ao governo. “O principal trabalho na ISP é orientar nas demandas do funcionalismo e discutir o direito de greve”, diz João Domingos, presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), entidade que reúne 2,5 milhões de funcionários de órgãos municipais, estaduais e federais.

Mônica Valente não é novata no meio sindical. Antes de assumir a defesa de causas do serviço público, ela militou na ONG Instituto Observatório Social (IOS), ligada à CUT. O IOS atua hoje como parceiro da associação da mulher de Delúbio. Em 2011, o instituto recebeu R$ 200 mil da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e o mesmo valor da Petrobras para ação de comunicação institucional. Agora, no entanto, Mônica manipula um orçamento bem mais polpudo. A maior parte dos recursos milionários que bancam a entidade vem de descontos do contracheque de servidores públicos federais para as confederações.

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A obri­gação de dar um dia trabalhado por ano aos movimentos sindicais está prevista na Constituição. Mas um processo em tramitação no Tribunal de Contas da União (TCU) questiona a legalidade da transferência de dinheiro para as confederações de representação do serviço público, cujos funcionários não são regidos pela CLT. Servidores também entram na Justiça para questionar o desconto. Mesmo assim, entidades como a administrada por Mônica Valente recebem mais de R$100 milhões todos os anos.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".