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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Lula se mete nas eleições da Venezuela e manda para o país Dirceu e João Santana; sua aposta na desordem institucional atravessa fronteiras

 

REINALDO AZEVEDO

07/05/2012 às 6:05

 

Luiz Inácio Lula da Silva, definitivamente, não está sabendo ser ex-presidente, conforme prometeu que faria. Certa feita, referindo-se a FHC, sugeriu que ele ficasse em casa cuidando de livros e netos. Netos, ao menos, Lula os tem. Não contente em investir na desordem institucional no Brasil, conforme escrevi no texto que manterei no alto da home ainda nesta manhã, o ex-presidente brasileiro está se metendo nas eleições venezuelanas para tentar garantir sobrevida política ao tiranete Hugo Chávez. Parece que o outro tem aquilo que lhe faz falta aqui: o direito de ficar no poder até quando Deus quiser.  Chávez, sim, sabe odiar sem amarras institucionais!

Reportagem de Frank López Ballesteros publicada ontem no jornal venezuelano El Universal informa as investidas e interferências de Lula no processo sucessório venezuelano. Em março, o Apedeuta se reuniu com o marqueteiro do PT, João Santana — que está prestando assessoria ao candidato Chávez — para saber detalhes da campanha eleitoral do Beiçola de Caracas. Quis conhecer as propostas de trabalho que seriam apresentadas ao PSUV, o partido do ditador. Em meados de abril, segundo o jornal, Santana desembarcou na Venezuela para se encontrar com o tiranete, levando a tiracolo ninguém menos do que José Dirceu. Dirceu é aquele senhor acusado pela Procuradoria Geral da República de ser “chefe de quadrilha”. Que encontro!!!

Valter Pomar
Antes, em março, quem passou pela Venezuela foi Válter Pomar, secretário de Relações Internacionais do PT e secretário-geral do Fórum de São Paulo, que reúne partidos e grupos de extrema esquerda da América Latina. As Farc já fizeram parte da turma — hoje, oficialmente ao menos, está afastada do Fórum… Pomar desfilou ao lado dos chefões do PSUV e, acreditem, decidiu desqualificar Henrique Capriles Radonski, o candidato da oposição.

Lula está mesmo empenhado. No encontro que manteve no fim de março com o governador do Rio, Sérgio Cabral, e com o prefeito da capital, Eduardo Paes, no Circo Libanês, o Apedeuta expressou ao governador o seu descontentamento pela suposta simpatia que Cabral teria pela candidatura de Capriles. Segundo a fonte do Universal, “a vinculação do governador com o oposicionista venezuelano é pessoal, não pública”. De todo modo, Renato Pereira, marqueteiro das campanhas de Cabral e Paes, teria se encontrado com a equipe de Capriles. O chefão petista não gostou. Segundo essa mesma fonte, Lula quer que seus aliados mantenham distância da oposição venezuelana.

É isto: se há regime autoritário na América Latina — e no mundo! —, Lula é a favor. Só exige, claro!, que seja de esquerda ou, ao menos, antiamericano. Eis o nosso Apedeuta. Justiça se lhe faça, não promove a destruição de instituições e de valores democráticos apenas em seu pais.

Texto publicado originalmente às 5h13 desta segunda

Por Reinaldo Azevedo

A ARROGÂNCIA DO PT

 

NIVALDO CORDEIRO

09/05/2012

Temos visto nos últimos dias um festival de truculência do partido governante, o PT, capitaneado pela presidente Dilma Rousseff, que mesmo na época da ditadura militar foi desconhecido. Alguns fatos são muito visíveis, como a reformulação da política econômica e a transformação dos banqueiros em bodes expiatórios. A redução abrupta e unilateral das taxas de juros só prova que a motivação revolucionária anticapitalista do partido governante não arrefeceu.

Não que os juros cobrados no Brasil estivessem em nível razoável. O problema é que há muitas maneiras de resolver o problema e o governo escolheu a via autoritária, carnavalesca. O pedido de Dilma Rousseff (uma ordem, na verdade), para que aFebraban se retratasse da nota escrita pelo economista Rubens Sardemberg foi um ponto culminante de arrogância. O documento estava sensato e o economista apenas escreveu o óbvio, que os bancos não têm poder sobre a demanda de crédito. A presidente parece ter-se sentido pessoalmente ofendida com essa opinião, em si técnica e correta.

A retratação da Febraban mostrou que mesmo este segmento empresarial, tão poderoso, está subjugado de forma impiedosa pelo partido governantes.

O ímpeto autoritário, todavia, está em outras manchetes de jornais. O teatrinho ridículo, pelo qual algumas personalidades midiáticas passaram a pedir em público o veto integral do novo Código Florestal, mostra que a presidente já decidiu fazer o veto, um desrespeito ao Congresso Nacional e à maioria ali constituída. Passa por cima, impiedosa, sobre a divisão de poderes.

Mas nada é mais preocupante do que o circo armado em torno da CPI do Cachoeira. Veja-se que todo fundamento do escândalo são as gravações telefônicas solertes, perpetradas pela Polícia Federal, que dessa forma passou a ser um agente político de primeira grandeza, a influir antecipadamente nos resultados das eleições deste ano (e na de 2014). A Polícia Federal assim tornou-se uma política politica, a serviço do partido governante. É evidente o viés seletivo das investigações, quando se sabe que pior fazem os membros do governo.

Sem prejuízo da culpabilidade dos investigados, salta aos olhos a motivação eleitoreira do caso. Não é à toa que o ex-presidente Lula, desde a primeira hora, foi um entusiasta da divulgação do escândalo e um apoiador da instalação da CPI. Ele percebeu o que toda gente percebe: o alto valor eleitoral desse escândalo, com poder de destruição profundo sobre alguns de seus adversários políticos mais notórios.

O que vemos é que o PT finalmente rasgou a Carta ao Povo Brasileiro, estando muito à vontade para implantar a sua agenda revolucionária. E não apenas no âmbito do Poder Executivo. Basta ver as recentes decisões do Supremo Tribunal Federal, que tem exorbitado e legislado em assuntos da competência do Congresso Nacional, avançando na agenda revolucionária no âmbito do marxismo cultural.

O surpreendente é o destemor e a pressa com que as “reformas” estão caminhando. O PT tem pressa e se sente à vontade para fazer cumprir o seu programa. Parece não haver, nem nos partido políticos e nem na sociedade civil, força capaz de segurar o ímpeto revolucionário. O PT considera que já acumulou forças suficientes para fazer valer sua vontade. Os fatos provam que a avaliação está correta.

CONVOCAÇÃO DE GUERREIROS

 

BLOG OFICIAL PASTOR MARCO FELICIANO


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CONVOCAÇÃO DE GUERREIROS

O povo do Estado Norte Americano da Carolina do Norte, que em votação popular aprovaram Emenda Constitucional que EXTINGUE  o casamento entre pessoas do mesmo sexo, tem meus aplausos e minha“inveja santa”, afinal com este Estado, torna-se o 30° Estado daquele País irmão que adota tal procedimento. Hoje restando apenas seis Estados e o Distrito de Columbia que ainda mantém tal dispositivo legal.

Que sirva de exemplo para autoridades de nosso País que se submetem a argumentos da chamada militância homoafetiva para legislar em contraponto à vontade da maioria do povo que rejeita qualquer mudança que nos leve a uma degradação da família.

Espero que minha proposta de plebiscito para consulta popular sobre o tema seja colocada em pauta para que também em nosso País possamos de uma vez por todas, consolidarmos um só pensamento traduzido em leis, mantendo a família composta de homem, mulher e filhos.

O terror provocado pelos ativistas gays as pessoas ou instituições que se contrapõe aos seus propósitos é incrível. Parlamentares amigos deixam de votar contra eles não por concordarem com eles mas por serem “chantageados”. Ameaçam expor publicamente mentiras contra todos os que se opõe a eles.

O ativismo homoafetivo, conta com os bons olhos da mídia e de todos os que são de esquerda, sobrando apenas alguns que não se curvam e não se calam contra o que é imoral.

Apresentei uma PEC Projeto de Emenda Constitucional semelhante a que levou o povo da Carolina do Norte as urnas. Consegui mais de um terço de votos dos parlamentares, e confesso, me assustei quando “irmãos de fé” negaram-se a assinar o PLEBISCITO.

Meu projeto foi apensado a outro projeto semelhante, e agora aguarda a decisão do presidente da câmara dos deputados para ser colocado em votação.

Precisamos de esforços agora. Por isso convoco aqui os GUERREIROS que lutam pela família brasileira, sejam de que religião for, que entendem que a sacracidade da família não pode ser quebrada. Precisamos de militância popular. Se conseguirmos convencer ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, que o assunto é de interesse do povo brasileiro, talvez tenhamos êxito.

Minha mídia é pequena, mas se todos nos envolvermos e cada um convencer seu líder a apoiar, podemos ter vitória. Peço a toda mídia cristã que divulgue meu pedido, e me dêem seu apoio para que possamos fazer algo do qual nossos filhos um dia irão se orgulhar.

Abaixo segue o email dos lideres de partidos, afinal, se os lideres pedirem ao Presidente da Casa, ele pode atender, e segue também o email do presidente da câmara dos deputados.

No email coloquem um pedido aos lideres e ao presidente da casa para que:

“Coloquem o: PDC 521/2011, apensado ao PDC 232/2011 – QUE TRATA DE PLEBISCITO SOBRE UNIAO HOMOAFETIVA em votação URGENTE.”

Email dos lideres:

Marco Maia Presidente da Câmara – marcomaia@terra.com.br / dep.marcomaia@camara.gov.br

Arlindo Chinaglia Lider do Governo –  lid.govcamara@camara.gov.br / dep.arlindochinaglia@camara.gov.br

Mendes Thame Lider da Minoria – lid.min@camara.gov.br / Dep.antoniocarlosmendesthame@camara.gov.br

Jilmar Tatto Lider do PT – lid.pt@camara.gov.br / dep.jilmartatto@camara.gov.br

Henrique Alves Lider do PMDB – lid.pmdb@camara.gov.br / dep.henriqueedurdoalves@camara.gov.br

Bruno Araújo Lider do PSDB – lid.psdb@camara.gov.br / dep.brunoaraujo@camara.gov.br

Guilherme Campos Lider do PSD – lid.psd@camara.gov.brdep.guilhermecampos@camara.gov.br

Arthur Lira Lider do PP – lid.pp@camara.gov.br / dep.arthurlira@camara.gov.br

Lincoln Portela Lider do PR – lid.pr@camara.gov.br / dep.lincolnportela@camara.gov.br

Sandra Rosado Lider do PSB – lid.psb@camara.gov.br / dep.sandrarosado@camara.gov.br

ACM Neto Líder do DEM – lid.dem@camara.gov.br / dep.antoniocarlosmagalhaesneto@camara.gov.br

André Figueiredo Líder do PDT – lid.pdt@camara.gov.br / dep.andrefigueiredo@camara.gov.br

Jovair Arantes Líder do PTB – lid.ptb@camara.gov.br / dep.jovairarantes@camara.gov.br

André Moura Líder do PSC – lid.psc@camara.gov.br / dep.andremoura@camara.gov.br

Luciana Santos Líder do PCdoB – lid.pcdob@camar.gov.br / dep.lucianasantos@camara.gov.br

Rubens Bueno Líder do PPS – lid.pps@camara.gov.br / dep.rubensbueno@camara.gov.br

Sarney Filho Líder do PV – lid.pv@camara.gov.br / dep.sarneyfilho@camara.gov.br

Antonio Bulhões Lider do PRB – lid.prb@camara.gov.br / dep.antoniobulhoes@camara.gov.br

Rosinha Adefal Líder do PTdoB – lid.ptdob@camara.gov.br / dep.rosinhadaadefal@camara.gov.br

Chico Alencar Líder do PSOL – lid.psol@camara.gov.br / dep.chicoalencar@camara.gov.br

Dr. Carlos Alberto Líder do PMN – lid.pmn@camara.gov.br / dep.drcarlosalberto@camara.gov.br

Dr. Grilo Lider do PSL – lid.psl@camara.gov.br / dep.drgilo@camara.gov.br

José Humberto Líder do PHS – lid.phs@camara.gov.br / dep.josehumberto@camara.gov.br

Aureo Líder do PRTB – lid.prtb@camara.gov.br / dep.aureo@camara.gov.br

Janio Natal do PRP – lid.prp@camara.gov.br / dep.janionatal@camara.gov.br

Se nos mobilizarmos, podemos fazer a diferença! Faça a sua parte!

Pastor Marco Feliciano

Deputado Federal  PSC/SP

Brasilia 05/2012

TUDO PRA VOCÊ, LEITOR! 630 GRAMPOS, TRANSCRIÇÕES… TEM ATÉ ÍNDICE. PODE BAIXAR AÍ NO SEU MICRO!

 

REINALDO AZEVEDO

09/05/2012 às 8:08

Quer saber tudo o que estará disponível aos parlamentares da CPI, leitor amigo? Pois não! Está aqui. Você tem que ter um programa para descompactar o arquivo, como o que está em www.jzip.com/pt, que é gratuito. Pode se divertir à vontade. São 630 grampos, transcrições etc. Uma fartura! E olhe que você pode baixar “esses trem” (como dizem Cachoeira e amigos) aí no seu computador porque está tudo protegido por “sigilo de Justiça”!!! Os correspondentes estrangeiros que atuam no Brasil devem achar que este é mesmo um país estranho.O irrevogável é revogável, como diria Mercadante; o sigiloso é público, e os homens públicos insistem em atividades… sigilosas! Pronto! Tudo aí! Os vigaristas de aluguel não precisam mais fazer ar de mistério e inventar conspirações inexistentes. Quem passou foi uma freirinha de um convento interessada no aprimoramento espiritual do Brasil.

Por Reinaldo Azevedo

Vaticano diz para a ONU: todos os pais têm o direito de dar educação escolar para os filhos em casa

 

JULIO SEVERO

9 de maio de 2012

Ben Johnson

TURTLE BAY, Nova Iorque, EUA, 1 de maio de 2012, (LifeSiteNews.com) — Numa vitória importante para os direitos dos pais no mundo inteiro, um representante do Vaticano disse que todos os pais têm o direito de dar educação escolar em casa aos filhos.

“O Estado tem de respeitar as escolhas que os pais fazem para seus filhos e evitar tentativas de doutrinação ideológica”, a missão permanente de observador da Santa Sé na ONU escreveu num comunicado divulgado na terça-feira.

Os pais “têm o direito e dever de escolher escolas cuja educação seja no lar, e eles têm o direito de possuir a liberdade de ter essa educação, que por sua vez tem de ser respeitada e facilitada pelo Estado”.

“Essa é uma vitória enorme”, Jeremiah Lorrig, diretor de relações com a mídia da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa(conhecida pela sigla em inglês HSLDA), disse para LifeSiteNews.com. “Ter o apoio do embaixador do Vaticano é incalculável para o movimento de famílias que educam os filhos em casa”.

Um crescente número de pais opta por educar seus filhos em casa por causa da péssima qualidade das escolas disponíveis, ou porque as escolas cada vez mais promovem valores que estão em conflito com a moralidade cristã tradicional.

Em julho do ano passado, o governador Jerry Brown sancionou uma lei que exige que as escolas públicas da Califórnia ensinem “o papel e contribuições” dos homossexuais na história dos Estados Unidos.

“O propósito dessa lei é muito óbvio e é promover a aceitação social da homossexualidade e transexualidade para todas as crianças, e ao mesmo tempo silenciar aqueles que têm convicções religiosas ou morais contra tais estilos de vida”, Brad Dacus, presidente do Instituto de Justiça do Pacífico, disse para LifeSiteNews.com.

O problema não começou com algum projeto de lei, disse ele. “Os distritos escolares da Califórnia já estavam implementando programas de orientação pró-homossexualismo, e também programas para que as crianças aceitem melhor os travestis”, antes mesmo que o projeto de lei 48 fosse elaborado como legislação, muito menos se tornasse lei”, disse Dacus. Por exemplo, a Escola Fundamental Redwood Heights em Oakland implementou um currículo de “identidade de gênero”. “Esses programas já estavam sendo implementados da pré-escola ou jardim-da-infância até a escola secundária”, disse ele.

“Esse tipo de material só traz mais confusão, dificultando que as crianças façam decisões, e solidifica uma orientação sexual diferente do que é mental e fisicamente saudável para as crianças”, Dacus disse para LifeSiteNews.

Em muitos países, os pais sofrem a negação do direito básico de escolher a educação de seus filhos. Em outubro do ano passado, uma comissão do Congresso Nacional do Brasil decretou que a educação escolar em casa “desrespeita a Constituição, o Código Penal, a Lei Nacional de Diretrizes Básicas da Educação e o Estatuto da Criança e do Adolescente”. A situação da educação escolar em casa na Alemanha é tão ruim que uma família fugiu para o Irã para ter o direito de educar seus filhos em casa.

“A chave é conscientizar”, Lorrig disse para LifeSiteNews. “Em muitos desses países que têm leis muito restritivas contra a educação escolar em casa, as pessoas estão perdendo seus filhos”.

O mesmo problema também existe nos Estados Unidos. O Instituto de Justiça do Pacífico e a HSLDA defenderam famílias da Califórnia que educam os filhos em casa de uma decisão do Supremo Tribunal da Califórnia que buscava restringir seus direitos.

Lorrig disse para LifeSiteNews que o maior problema é a incerteza. “Você nunca sabe onde os ataques de surpresa vão aparecer”, disse ele. Por exemplo, a HSLDA teve uma batalha com um juiz do Mississippi, o qual tentou impor maiores restrições nos pais que educam os filhos em casa. “Nunca houve problemas contra a educação escolar em casa no Mississippi”, disse Lorrig.

A HSLDA venceu esses casos. “Mas é uma constante luta entre a liberdade de educar de casa e o desejo de controlar os pais”, disse Lorrig.

O apoio do Vaticano fará uma mudança bem-vinda para a missão internacional da HSLDA. “Encontramo-nos realmente em batalhas na ONU, principalmente em lutas contra a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças”, disse Lorrig.

Se os EUA ratificarem esse tratado, avisou ele, poderá haver uma erosão dos direitos dos pais sobre a educação e muitos outros aspectos da vida de seus filhos menores. “Constitucionalmente falando, a Convenção dos Direitos das Crianças mudaria a estrutura das políticas de família nos Estados Unidos, minaria a soberania e colocaria essa autoridade nas mãos de remotos autoproclamados especialistas”, disse Lorrig.

A HSLDA facilita ou dá assessorial legal em favor de famílias que educam em casa em cerca de 25 nações no mundo inteiro.

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Vatican to the UN: all parents have the right to homeschool

Fonte: www.juliosevero.com

Triunfo estatal contra a família: Congresso Nacional reforça proibição à educação escolar em casa

Organização americana faz campanha em favor de uma emenda à Constituição para proteger direitos dos pais

A ameaça da ONU: A destruição dos direitos dos pais

Governo Mundial: De que modo os Acordos da ONU sobre os Direitos das Mulheres e das Crianças Minam os Valores da Família, os Valores Evangélicos e a Soberania dos Países

Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar

Família: beneficiária, refém ou vítima de políticas públicas?

Contradições da psicologia evangélica

O que está por trás da campanha estatal pelos “direitos das crianças”

Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA

O que Jesus faria? Educação escolar em casa

A Marca da Besta: A Educação do Futuro

A Meta da Educação Escolar em Casa

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

A doutrinação marxista das crianças no Brasil

Educação pública: parasita estatal na vida das crianças

É certo matricular os filhos na escola pública?

Carolina do Norte, dos EUA, aprova lei que bane casamento gay

 

FOLHA

08/05/2012 – 22h35

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DE SÃO PAULO
DA ASSOCIATED PRESS, EM RALEIGH

Os eleitores da Carolina do Norte, no sudeste dos Estados Unidos, aprovaram nesta terça-feira uma emenda constitucional que bane o casamento homossexual. De acordo com a medida, apenas o matrimônio entre um homem e uma mulher é considerado válido.

Com 35% dos votos apurados, 58% dos cidadãos do Estado aprovaram a alteração, contra 42% que se mostraram contrários. Apesar do resultado preliminar, projeções de emissoras americanas, como a CNN e a NBC, dão o resultado como fechado.

A lei também não permite as uniões estáveis, que não eram autorizadas no Estado. Com isso, a Carolina do Norte se torna o 30º Estado a considerar legal apenas o matrimônio entre casais heterossexuais.

A consulta foi alvo de campanha intensa de republicanos e democratas, em meio aos discursos pelas eleições presidenciais, que serão realizadas em novembro.

Membros do gabinete do presidente Barack Obama e até o ex-mandatário Bill Clinton chegaram a pedir votos contrários à medida, enquanto setores republicanos e religiosos fizeram anúncios em apoio.

DEBATE

A rejeição ao casamento gay na Carolina do Norte acontece em meio a uma discussão sobre o casamento gay na campanha eleitoral. O presidente Barack Obama é exigido por setores republicanos e democratas a revelar sua posição sobre o assunto.

A pressão para que Obama declare seu apoio ao casamento gay aumentou nos últimos dois dias, depois o vice-presidente, Joe Biden, disse se sentir "confortável" com o casamento entre pessoas do mesmo sexo e do secretário de Educação, Arne Duncan, apoiar explicitamente essas uniões.

Mais cedo, o Instituto Gallup divulgou uma pesquisa mostrando qque 50% dos americanos apoia o reconhecimento legal dos casamentos homossexuais, contra 48% contrários.

O apoio aos casamentos homossexuais varia muito em função do segmento social e ideológico. Enquanto 65% dos democratas e 57% dos independentes se posiciona a favor da legalização, só 22% dos republicanos aceita.

Além disso, as diferenças surgem em função da religiosidade dos americanos, já que 88% dos cidadãos americanos sem identidade religiosa apoia o casamento homossexual, mas os contrários ganham espaço entre os católicos (47%) e, sobretudo, nos protestantes (59%).

Apesar da escala nacional, os partidários superam os oposicionistas, em um ano em que os favoráveis ao casamento entre pessoas do mesmo sexo reduziram em três pontos. Em 2011, 53% dos americanos questionados era a favor e 45% contra.

A enquete, realizada pelo instituto Gallup entre 3 e 6 de maio, perguntou a 1.024 pessoas de todos os estados do país a opinião sobre o tema. A pesquisa tem uma margem de erro de 3%.

Cápsulas com 'pó humano' são apreendidas na Coreia do Sul Droga é feita na China, a partir de fetos e natimortos, segundo autoridades. Superstição diz que elas servem para curas e melhorar desempenho sexual.

 

G1

08/05/2012 05h06 - Atualizado em 08/05/2012 10h40

Da AFP

A Coreia do Sul intensificou a luta contra o contrabando de pílulas, procedentes da China, que contêm pó de carne humana, supostamente para curar doenças e melhorar o desempenho sexual, informou nesta terça-feira o governo de Seul.

Desde agosto do ano passado, a alfândega interceptou 17.451 cápsulas ou pílulas contendo pó de carne seca, retirada de fetos ou bebês natimortos. Estas cápsulas foram descobertas em pacotes enviados pelo correio ou durante apreensões nos aeroportos.

Introduzir estes comprimidos no país viola a lei que proíbe produtos que "ferem a dignidade humana e os valores", declarou à France Presse Kim Soo-Yeon, um funcionário da alfândega.

A maioria deles veio de cidades do nordeste da China, como Jilin e Yanji, e eram destinados a clientes sul-coreanos, de acordo com a Alfândega. Vários estavam escondidos em pacotes contendo medicamentos "regulares".

As autoridades da Coreia do Sul aumentaram o controle dos voos provenientes de "certas regiões chinesas" e realizam uma análise muito mais rigorosa das bagagens, disse Kim Soo-Yeon.

Por enquanto, as pessoas detidas não pareciam pertencer a uma rede estabelecida. Muitos dos presos asseguraram desconhecer a composição desses "medicamentos".

Além do aspecto ético, a alfândega alerta para o perigo de bactérias e outros organismos prejudiciais que podem estar presentes nestas pílulas.

De acordo com o jornal "Chosun Ilbo", essas cápsulas são vendidas por entre 40.000 e 50.000 wons cada (de 27 a 34 euros).

A venda dessas cápsulas é baseada em uma superstição, segundo a qual engolir pedaços de crianças pequenas pode curar doenças ou dar grande força física.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Acusado e acuado, Cabral agora só usa sua saída preferencial - a porta dos fundos.

 

TRIBUNA DA IMPRENSA

terça-feira, 08 de maio de 2012 | 05:10


Carlos Newton

Todos sabem que a Justiça não é séria, o Ministério Público idem, a Polícia idem. Nada vai acontecer ao empreiteiro Fernando Cavendish ou a seu ex-concunhado Sergio Cabral. O único efeito que o escândalo está tendo é que o governador passou a trafegar pelos fundos, que desde sempre deveria ter sido sua porta gloriosa e preferencial.

Chega a ser patético e comovente seu esforço para fugir da imprensa, como se viu no BNDES e no Teatro João Caetano, onde ele mandou erguer uma barreira de tapumes em torno do prédio, vejam só quanta paranóia.

Da outra vez em que foi envolvido num escândalo, no famoso dossiê preparado pelo então governador e seu ex-aliado Marcello Alencar, Cabral escapou milagrosamente da acusação de enriquecimento ilícito, porque contou com a prestimosa colaboração de um amigo de fé, irmão camarada, o publicitário Rogério Monteiro, conhecido no meio político com o apelido de “senador”.

Na época, Monteiro justificou o enriquecimento ilícito de Cabral dizendo que agência de publicidade pagava ao então presidente da Assembléia R$ 9 mil por mês, a pretexto da prestação de serviços de “consultoria”. Ou seja, Cabral foi “consultor” muito antes de José Dirceu, Antonio Palocci ou Fernando Pimentel. Foi ele quem deu origem a essa moda.

É claro que R$ 9 mil mensais não justificariam a vida sofisticada que a família Cabral já levava naquela época, com os filhos nos mais caros colégios do Rio de Janeiro e fazendo equitação na Hípica, morando no luxuoso apartamento de Cabral no Leblon, passando o fim de semana na mansão em Mangaratiba, com o possante iate ancorado no cais particular.

Mas o escândalo do dossiê parou por aí, porque Cabral ameaçou retaliar o ex-amigo Marcello Alencar com denúncias sobre o filho dele Marco Aurélio, que também ficou rico durante a gestão do pai e há muitos anos mora nos Estados Unidos.

Marcello amarelou e não divulgou as informações contra Cabral, e ficou tudo em família. E assim caminha a humanidade, na visão míope e distorcida dos políticos brasileiros.

ATENÇÃO BRA$ILEIRA$: aquela$ que “fingem gozar” $ão como atrize$ pornô?

 

Publicado em 08/05/2012 por MrCavaleiroDoTemplo

LINK do vídeo ORIGINAL na íntegra: http://www.youtube.com/watch?v=z-kGCZxZMec

Desculpem as palavras chulas que seguem, quero fazer umas considerações.

E$TA É A MULHER BRA$ILEIRA? $e ela não "gozar" é como uma atriz pornô, e$taria apena$ pen$ando em dinheiro quando vai relacionar-$e intimamente, $exualmente com um homem? E ainda por cima, esta$ mulhere$ que não "gozarem" não vão ganhar nada com i$to?

Lá no canal ORIGINAL tem muito mais coisas """interessantes""": http://www.youtube.com/user/CarolBarrosMelo/videos

Enfim, a psicopatia humanista aflora na MTV

 

LUCIANO AYAN

Fonte: Gnotícias

O apresentador de televisão PC Siqueira afirmou durante seu programa na MTV que achava a pichação, feita por ativistas gays na fachada de uma igreja católica no Paraná, “fantástica”. A imagem apresentada durante o programa mostrava a igreja pichada com a frase “Deus é gay”.

Durante o programa “PC na TV”, exibido no último dia 03/05, o apresentador incentivou os telespectadores a enviarem fotos de pichações feitas em igrejas, e cogitou a criação de um quadro, que seria chamado “Igreja pichada do dia”, onde “as mais geniais” pichações seriam divulgadas por ele em seu programa.

No último dia 04/05, o pastor e deputado federal Marco Feliciano fez um pronunciamento na Câmara dos Deputados sobre o assunto, e manifestou indignação com a atitude do apresentador. “Vou entrar com representação junto ao Ministério Público pela sua retirada do ar, com retratação da empresa, sobre a apresentação do dia 03 último, ontem portanto, intitulado Cosméticos, deus gay e sorvete de bacon”, afirmou.

Feliciano afirmou que PC Siqueira demonstra “incapacidade de atrair público”, e emendou dizendo que ele “extravasa sua ‘brutalidade na melhor forma’, segundo suas próprias palavras, e, em busca de sensacionalismo”.

O deputado afirmou que “não satisfeito com sua ‘contracultura’, o apresentador pede para que os telespectadores enviem fotos como as da igreja pichada e promete que as mais ‘geniais’ (palavras do apresentador) serão publicadas pela MTV Brasil, numa verdadeira cruzada ultrajante e herege, para impressionar pessoas de má fé e mal intencionadas e os levar a cometer este verdadeiro sacrilégio”, reclamou Marco Feliciano.

O pastor e doutor Rubens Teixeira afirmou ao site Notícias Cristãs que a atitude de PC Siqueira foi de incentivo ao crime, e listou os supostos crimes cometidos e/ou incentivados pelo apresentador: “Depois de assistir o vídeo deste apresentador, tive a impressão de que o Ministério Público e demais instituições públicas com o dever de ofício de agir, se lembrariam que pichar é crime previsto no artigo 65 da Lei de Crimes Ambientais, vilipendiar objeto de culto religioso também é crime, previsto no artigo 208 do Código Penal. E, por fim, incitação e apologia ao crime são crimes previstos no artigo 286 e 287 do Código Penal”.

Meus comentários

Quando eu aviso que ao lutar contra humanistas (e neo ateus, o que dá no mesmo) é o mesmo que lutar contra psicopatas (pois me indicaram que o termo sociopata não é mais adequado, e aceito a crítica), diziam que eu estava exagerado.

É interessante a sensação de saber que mais uma vez os fatos confirmam minha teoria.

PC Siqueira aparenta ter os mesmos problemas dos humanistas, que é a incapacidade de julgar os próprios atos e assumir responsabilidade de qualquer tipo por atos que tenha cometido. Explica-se: ao adotar a “causa do mundo melhor”, o sujeito só vê culpa no outro (como bem explicou Pondé) e portanto torna-se incapaz de julgar os próprios atos. Logo, qualquer ato feito em nome da “causa” está a priori justificado para eles. Esse é o maior dos perigos da crença esquerdista.

É por isso que PC Siqueira sabe que incitação ao vandalismo passa a ser correta, DESDE QUE seja a favor de sua causa anti-religiosa.

E, como não poderia deixar de ser, o blog neo ateísta do Paulopes deu total apoio a PC Siqueira.

Após pressão do Pastor Marco Feliciano, PC Siqueira resolveu pedir desculpas e retirar o vídeo (embora eu ache que isso não seja o suficiente, mas falarei disso adiante). O Paulopes ficou revoltado. Elementar, caro leitor.

Vejam o que diz Paulopes:

Trata-se, exagerou Feliciano, de uma “verdadeira cruzada ultrajante e herege para impressionar pessoas de má fé e mal intencionadas e os levar a cometer este verdadeiro sacrilégio, contra Deus Pai Todo Poderoso e Sua Casa, Lugar Sagrado e Venerável”.

Esperem um pouquinho. Se fosse o vídeo de um conservador pedindo que fossem pichados os bares gays com palavras ofensivas aos gays, haveria um exagero em caso de denúncia dessa ação? É claro que não, o que comprova que os humanistas realmente usam um peso e duas medidas. Mais uma evidência da periculosidade dessa gente.

O desespero de Paulopes prossegue:

Como deputado, Feliciano é medíocre e, como pastor, não tem conseguido se projetar tanto quanto Silas Malafaia, por exemplo, embora um seja tão conservador como o outro. É do Feliciano a “pérola” segundo a qual “os africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé”. Por conta de sua inexpressividade, Feliciano vive correndo atrás de holofotes, para tentar obter alguma visibilidade na imprensa. Isso explica ele ter encenado essa indignação com a pichação em uma igreja católica.

O fato de humanistas considerarem alguém medíocre, deve ser um sinal de que algo de bom ele deve ter feito, portanto a afirmação deles é irrelevante. A citação de Feliciano em relação aos africanos eu também não conhecia, mas é totalmente irrelevante para o fato dele estar certo ou não em protestar contra PC Siqueira.

Por fim, o parágrafo conclui com a cereja do povo: segundo Paulopes, a indignação de Marco Feliciano é “encenada”. Então podemos dizer que todas as indignações de gays ao serem ridicularizados são “encenações”? Ou só é encenação se for no caso de um cristão protestando contra um ato de incitação ao crime cometido por neo ateus?

Aqui, Paulopes fala de uma declaração de PC Siqueira:

O apresentador tirou da internet o vídeo do programa com a referência à pichação, disse não ter incentivado nenhum vandalismo e comunicou pelo Twitter que vai “pedir desculpas pela piada”. “Eu nem curto pichação”, disse. “Pra variar, [mais um exemplo de] cristãos incapazes de entender sarcasmo.”

Aqui sim temos uma encenação de PC Siqueira. Se aos 49 segundos do vídeo ele diz que “achou fantástica” a manifestação anti-religiosa (que era uma pichação) como ele poderia logo em seguida dizer “Eu nem curto pichação”? Lembremos que os psicopatas as vezes esquecem de fatos importantes durante suas mentiras, como já mostrei nesse vídeo da série Dexter.

Daí, para enrolar a platéia, disse que há cristãos “incapazes de entender sarcasmo”. Será que PC Siqueira quer abrir um precedente? Liberar toda e qualquer manifestação de ódio, que poderá ser considerada inexistente somente com a frase coringa “foi sarcasmo”? É preciso de uma ingenuidade sem igual para cair neste truque.

De resto, ainda podemos notar que a maioria absoluta dos neo ateus comentaristas do Paulopes APOIOU a pichação. Um dos principais truques psicológicos deles é dizer que, ao criticar PC Siqueira, os cristãos estão “contra a liberdade de expressão”. Como sempre, uma mentira bem safadinha. Na verdade, processar alguém por incitação ao ódio não é ser contra a liberdade de expressão. Isso seria caso a censura fosse prévia. Mas, ninguém proibiu PC Siqueira de dizer o que quis, apenas afirmou-se que ele deve responder pelos seus atos. Mas, é claro, humanista jamais entenderá um ato de seu grupo como incorreto.

Enfim, a única solução para a questão é iniciar uma série de processos contra a MTV. E, caso isso não seja feito, as incitações ao ódio vão aumentar e chegar naturalmente ao que já tem ocorrido na Espanha. Os processos contra a MTV e o PC Siqueira poderiam reduzir um pouco esse ímpeto.

Cabe ao cristão decidir o que irá quanto irá querer de vandalismo e violência praticado contra eles. Se processarem PC Siqueira e a MTV, parece que estão sem vontade de sofrer violência. Caso não processarem, vai parecer masoquismo.

Medo de perder eleições leva PT a evitar debate sobre aborto

 

JULIO SEVERO

7 de maio de 2012

Julio Severo

Líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) estão preocupados com a possibilidade de que o aborto, “casamento” gay e outras questões morais e éticas sejam introduzidas nas campanhas eleitorais municipais deste ano. O desespero principal é que essas questões possam trazer ameaças aos candidatos petistas, que ainda se recordam de como Dilma Rousseff estremeceu quando quase perdeu a eleição presidencial de 2010 por causa de posturas envolvendo o aborto.

Aliás, ela só não perdeu a eleição porque teve de assinar um compromisso público com líderes evangélicos de não permitir que seu governo promovesse o aborto…

O PT não quer a repetição desse perigo. Por isso, líderes petistas estão se manifestando publicamente pedindo que o aborto e outros assuntos não entrem nas campanhas eleitorais. O deputado estadual petista Edinho Silva disse: “A religião não pode ir para o embate político, isso é muito ruim, muito perigoso. Não devemos instigar a disputa religiosa em processo eleitoral”.

Uma reunião oficial de líderes petistas também já foi realizada, onde foi determinado que o aborto e outros questões morais devem ficar de fora das campanhas.

O entendimento ideológico do PT é que toda oposição ao aborto, ao “casamento” gay e outras ameaças morais configura “postura religiosa”. Já a aceitação do aborto e do “casamento” gay representa mentalidade aberta e progressista, defesa do Estado “laico”, etc.

Por isso, evitar “temas religiosos” é uma tentativa petista desesperada de proteger seus candidatos que defendem aberrações. Fernando Haddad, candidato do PT para a prefeitura de São Paulo, ficou famoso com o kit gay, que ele mesmo ajudou a promover. Se a questão gay entrar na eleição de São Paulo, Haddad pode perder feio.

Claro que José Serra, o opositor de Haddad, não fica atrás na obsessão gayzista. O Estado de São Paulo, sob o governo do PSDB, foi o que mais avançou na implementação de políticas anti-“homofobia”. Há o caso de uma dupla gay que, depois de estuprar um menino de 5 anos, foi favorecida pelo governo do PSDB do Estado de São Paulo. Há também o caso escandaloso onde um gay entrou no banheiro feminino, assustando uma menina de dez anos, mas pela lei anti-“homofobia” do PSDB do Estado de São Paulo, a preferência foi para o gay, não para a menina.

Para os eleitores, as escolhas são terríveis. Se correr, o bicho (Serra) pega. Se ficar, o bicho (Haddad) come.

Se os “temas religiosos” (oposição ao aborto, ao “casamento” gay e outras ameaças morais) prevalecerem, a população ganha.

Contudo, se as “mentalidades abertas e progressistas” (aceitação do aborto, do “casamento” gay e outras aberrações) prevalecerem, tanto Haddad quanto Serra podem facilmente ganhar.

Fonte: www.juliosevero.com

PSDB em São Paulo: Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo

PSDB em São Paulo: A menina, o banheiro e o marmanjo gay

Defensor da pedofilia defende kit gay

Dilma na eleição de 2010: Internet, aborto e religião afetaram as eleições presidenciais

Dois vídeo de Nivaldo Cordeiro: O significado de Hollande no poder e O socialismo não é solução para a Europa

 

Publicado em 06/05/2012 por nivaldocordeiro

A vitória de Françoise Hollande nas eleições de hoje na França é cheia de significados. Venceu o atraso, a irracionalidade. Imperou a lógicas daqueles que vivem à custa do Tesouro e não querem trabalhar. Certamente essa eleição colocará obstáculos à parceria com a Alemanha, empenhada em salvar o euro e salvar a racionalidade do processo econômico europeu. Isso poderá isolar a França e acelerar seu descenso econômico e político. As teses socialistas tradicionais são impotentes e inúteis diante dos desafios colocados para o governante.

 

Publicado em 08/05/2012 por nivaldocordeiro

O socialismo não é solução para a Europa. O artigo de João Pereira Coutinho de hoje, na Folha de São Paulo ("O naufrágio da Europa"), bem o demonstra. A eleição de Françoise Hollande, se tem algo de bom, é a capacidade de demonstrar que as teses socialistas estão mortas e enterradas. João Pereira Coutinho previu que até as próximas eleições legislativas na França, em meados do ano, isso ficará claro. As promessas populistas serão esquecidas por força da realidade imediata e dos contratos internacionais. O que esperar do futuro? O fortalecimento do extremismo políticos, de triste memória. O mundo cada vez mais com cara dos Anos 30.

Aquecimento global - A grande mentira

 

LOST IN THE E-JUNGLE

 

Infelizmente tenho que recorrer do apelo à autoridade para tentar demonstrar um argumento que venho alegando há anos: Aquecimento Global, Buraco na "camada de ozônio", "desenvolvimento sustentável" e outras histerias colettivas sempre foram besteiradas. Vejam essa palestra:

Vale lembrar que, hoje, depois de toda comoção a respeito do assunto, e depois do escândalo do ClimateGate, o próprio IPCC vêm "reconhecendo" que o clima é mais "misterioso" do que eles pensavam...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Governo acumula forças para enfrentar debate sobre a mídia

 

UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA

OBSERVAÇÃO: vejam o que nos espera…

Sex, 04/05/12 09h35

andrevargas

O secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, deputado André Vargas (PT-PR), diz em entrevista ao site da revista Carta Maior, que os meios de comunicação, a revista Veja em especial, não podem ser poupados das investigações da CPI do Cachoeira. "Se um deputado ou senador tem que responder por associação com o crime organizado, uma empresa de comunicação social também deve”, afirma.

Leia a íntegra da entrevista:

Carta Maior: Qual é o projeto do PT para a área de comunicações? O PT recuou do programa apresentado nas eleições?
André Vargas: O PT vem sistematicamente, nos seus documentos, retomando um debate que não é só das eleições, mas da história dos 32 anos do partido. A questão da democratização das comunicações está na nossa plataforma. A agenda política permanece não só a mesma, como vem se aprimorando, buscando um foco. O PT continua com suas bandeiras, mas tem a contingência de ser o partido do governo. E a condução do governo tem outro ritmo.

Carta Maior: Então, existe um descompasso entre o que o PT pensa para a Comunicação e a forma como o governo age?
AV: É natural que haja algum descompasso. Este é um governo de coalizão. Na nossa visão, o marco regulatório já deveria estar em discussão, mas o governo administra sua coalizão, sua governabilidade. O PT ajuda o governo nessa governabilidade, mas discorda e deixa isso bem claro em todos os seus documentos. Nós lutamos por um marco regulatório que, de fato, enfrente questões como o monopólio da mídia, a desconcentração, a propriedade cruzada, a questão do conteúdo regional, que rediscuta os contratos entre as afiliadas, o crescimento da internet etc.

Carta Maior: E como se dá a pressão do PT nesse governo de coalizão? Qual o peso dela?
AV: O partido dialoga de forma respeitosa com a presidente e este é tema recorrente. Nos seus documentos, o PT nunca deixou de manifestar sua opinião, sem deixar de entender que o governo tem o tempo dele e nós temos o nosso. Os grandes veículos exercem também sua pressão sobre o governo. Nós vivemos em um ambiente democrático. Mas a mídia [tradicional], em especial a Veja, não esconde que tem quase uma fixação pelo PT, que deve ser avaliada no campo da psiquiatria, da psicologia. Agora, a CPI do Cachoeira mostrará mais um pouco disso. Muita coisa que a gente suspeitava pode ser verdade. Os veículos de comunicação bateram também no PSDB, mas no nosso caso há um superdimensionamento.

Carta Maior: O senhor está dizendo que a grande mídia usou desses expedientes especialmente nos governos do PT?
AV: Isso ficou claro nos fatos que levaram à CPI do Cachoeira. É a primeira vez que a mídia não apoia uma CPI no seu nascimento. É simbólico isso. E só passou a apoiar forçando uma mudança de foco: elegeram a Delta [construtora responsável por obras do PAC] , e se esqueceram do Demóstenes [Torres, senador por Goiás] e do [Marconi] Perillo [governador de Goiás]. Mas a gente fala mídia como se fosse um ente absoluto. Não é assim. Não é mais porque a Globo falou que se torna verdade. Isso está muito relativizado. Não existe mais um jornal nacional no país. Jornal impresso, muito menos. Há jornal em São Paulo que pretende ser nacional e não chega no ABC paulista. O governo tem feito alguns movimentos, ainda que não do jeito que a gente gostaria. A questão da regionalização que a Secom [Secretaria de Comunicação da Presidência] faz. Eu gostaria que fizesse muito mais, mas já há mais investimentos na mídia da internet. Antes eram 500 veículos que recebiam publicidade oficial. Hoje já são mais de 8 mil. Já é alguma coisa.

Carta Maior: No debate sobre a mídia, a militância reclama que essa questão andou apenas no final do governo Lula e foi relegada a segundo plano no governo Dilma.
AV: Em toda transição entre governos existe uma reacomodação. E o primeiro ano de todo governo é atípico mesmo. Mas eu acredito que o governo Dilma irá fazer muito neste campo, porque as condições de efetivamente fazer estarão melhores do que as condições de efetivamente fazer que o Lula teve.

Carta Maior: E, neste aspecto, a CPMI do Cachoeira ajuda?
AV: Ajuda. Não fomos nós que criamos a CPI; não fomos nós que delegamos a um senador moralista ser sócio do crime organizado. Nosso governo investiga mais criminosos, a Polícia Federal tem melhores condições de investigação. Mas não fomos nós que criamos os fatos da CPI. O que nós entendemos é que a dinâmica dos fatos estabelece uma ligação a ser esclarecida entre a fábrica de crises que a grande imprensa se utiliza sistematicamente e o crime, principalmente no período em que o PT está no poder. Aliás, tem gente que estabelece semelhanças da capas da Veja de agora com as feitas no governo Collor, antes do impeachment. A revista nem foi criativa. Achou que havia escândalo suficiente para derrubar um governo e seguiu o roteiro. Se isso foi feito de forma criminosa, como fez o [Rudolf] Murdoch [o magnata das comunicações, controlador do jornal britânico News of the World, fechado por envolvimento em interceptação de conversas telefônicas de celebridades], esse é um debate legítimo ao qual a sociedade deve ter acesso. Isso será um subproduto da chamada CPI do Cachoeira. Vai estar presente nas investigações. O que nos move é esclarecer os fatos. Se as gravações obtidas[pela Veja] para construir as matérias foram feitas de forma ilegal, nós queremos apurar. Queremos saber que relações esse jornalista [Policarpo Júnior] tinha com Cachoeira. Se um deputado ou senador tem que responder por associação com o crime organizado, uma empresa de comunicação social também deve, pois não é uma empresa neutra. É uma empresa que influencia opinião. Por que este seguimento não pode ter uma avaliação? Porque não podem se subordinar a uma conferência nacional? Ouvir o povo? No caso da TV Globo, ela é concessão pública.

Carta Maior: Como enfrentar esses interesses, num ambiente de mídia concentrada e sem critério de regulação?
AV: A democracia é o melhor dos ambientes. Esse novo Brasil não está sendo construído só pelo PT, pelos partidos, mas também pelo povo. Quanto mais nós conseguimos empoderar essa multiplicidade de comunicações, redes e tudo, maior será o avanço. Nós temos hoje um processo de acesso à informação multiplicado, mas um processo de produção de informação ainda muito concentrado. Eu acredito que o governo está armazenando as condições para encarar esse problema de frente, como fez com os bancos. Nós estamos em uma fase de acúmulo de forças para fazer este debate. Que não é um debate simples de fazer.

Carta Maior: Acumulando forças como? E a maioria legislativa do governo?
AV: Nós não temos muita alternativa. Quando nos pronunciamos a favor da regulação e o PSB, do neto do Miguel Arraes [Eduardo Campos, governador de Pernambuco] falou contra o documento do PT [que propõe o novo marco regulatório, democratização da comunicação etc], deu para perceber que não seria fácil . E tudo isso passará pelo Congresso Nacional. Para falar muito claramente sobre a correlação de forças: a Emenda 3, a famigerada, perdemos. O Código Florestal, nós arregimentamos forças e contamos 180 votos. Mas quando foi a voto não chegamos a 120 votos. Esses são os aliados que temos.

Carta Maior: E como mudar essa correlação de forças?
AV: Onde é que o povo se manifesta nessa questão? Essa discussão não vai provocar uma passeata com 50 mil pessoas. Há poucas manifestações sobre isso no campo das redes e esse é um debate que a população ainda não assumiu. São importantes estratégias como a do FNDC [Fórum Nacional de Democratização da Comunicação], de fazer uma campanha de popularização do marco regulatório da comunicação. Mas o PT não pode fazer essa mobilização sozinho, inclusive porque o tema fica estigmatizado como sendo algo do PT. Este é um trabalho para o conjunto de partidos, entidades, grupos e movimentos envolvidos nesse debate. Aliás, muito me impressiona entidades do nível da OAB e a CNBB não entrarem nesta agenda, pois isso interessa também a esses seguimentos.

Carta Maior: Essa resistência não teria a ver com essa interpretação de que a regulação cerceará a liberdade de expressão?
AV: Por isso é que nossa visão é que a nossa campanha seja pela liberdade de expressão. Por que é isso o que nós defendemos: uma liberdade de ir e vir, de receber, mas também de oferecer, de interagir. E a convergência digital oferecer essa possibilidade.

Carta Maior: Por que o senhor assegura que o governo Dilma tem melhores condições de fazer esse debate que o governo anterior?
AV: O governo vai ter que enfrentar este tema, e ninguém do governo disse que não vai enfrentar. O governo tem um desafio histórico de dar conta dessa demanda, que é uma demanda estrutural da sociedade brasileira. Não é uma demanda utópica, uma questão qualquer. É uma questão de fundo. O governo, dentro do processo de governabilidade, está acumulando energia e força. Nós não temos dúvida de que o governo tem este compromisso. Mas o PT vai continuar dizendo e tensionando. Não nos compete avaliar perfil de ministros, mas compete reforçar uma posição que a presidente tem colocado: a de que é favorável à liberdade de imprensa – aliás, isso nunca foi uma dicotomia para nós. Nós somos favoráveis e somos frutos da liberdade de imprensa. A esquerda, o Lula, a Dilma, tudo isso é fruto da liberdade de imprensa. Mas também sofremos e padecemos da concentração da mídia que, muitas vezes, impõe uma visão que limita o desenvolvimento da sociedade. Nós não queremos que o PT se perpetue no poder, mas que a sociedade brasileira seja cada vez mais civilizada, aberta, sem preconceitos, onde todos tenham direito a comer, beber, vestir, emprego, universidade, lazer, esporte, enfim, a comunicar, a se ver, a ter identidade. Nós não cogitamos a hipótese de que isso não seja por uma via democrática. E a via democrática é o Congresso Nacional. Isso não quer dizer que não vamos debater os temas que não têm apoio da maioria do Congresso. Vamos debater, mas vai chegar a hora de votar. Mas existem passos que não demandam mudança de legislação. É importante, por exemplo, cobrar a instalação do Conselho de Comunicação, que está na Constituição.

Fonte: Carta Maior

Aquecimento Global com o Professor da USP Ricardo Augusto Felício no Programa do Jô

 

Publicado em 05/05/2012 por raulpauli

Entrevista concedida pelo Professor da USP Ricardo Augusto Felício ao Jô Soares em 02/05/2012 desmistificando o mito do aquecimento global.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".