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Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Omissão é quase um CRIME!!! Convocação Nacional Popular dia 21.04.2012



Publicado em 14/04/2012 por 
Convocação Nacional Popular
Dia 21.04.2012 - Não seja omisso, "OMISSÃO É QUASE UM CRIME" Dr. Hélio Bicudo....

Click no link e veja a relação das cidades:

As bandeiras para esse PROTESTO:

1.JULGAMENTO do MENSALÃO JÁ
2.FIM DO VOTO SECRETO PARLAMENTAR

Vista sua camiseta e carregue no seu peito esta nobre causa...CLICK NO LINK ABAIXO:
https://www.facebook.com/revoltadosonline/app_106171216118819

Biografia:

Hélio Pereira Bicudo (Mogi das Cruzes, 5 de julho de 1922), é um jurista e político brasileiro. Militante dos Direitos Humanos.

Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, turma de 1947.
Como Procurador de Justiça no Estado de São Paulo, destacou-se, juntamente com o então Promotor de Justiça Dirceu de Mello, no combate ao Esquadrão da Morte. Durante o governo Carvalho Pinto, em São Paulo, foi o primeiro presidente das Centrais Elétricas de Urubupungá - Celusa, construtora das usinas de Jupiá e de Ilha Solteira.

Foi ministro interino da Fazenda no governo João Goulart, substituindo Carvalho Pinto de 27 de setembro a 4 de outubro de 1963. Em 1986 foi candidato ao senado pelo PT, ficando em terceiro lugar, atrás dos eleitos Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso, ambos do PMDB.
Foi secretário dos Negócios Jurídicos do município de São Paulo na gestão de Luíza Erundina de 1989 a 1990 e deputado federal.

Em fevereiro de 2000, foi empossado como presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, com sede em Washington. É o terceiro brasileiro a ocupar a presidência da entidade.

Foi vice-prefeito de São Paulo de 2001 a 2004, durante a gestão de Marta Suplicy.

Fundador do PT, em 2005, desfiliou-se do partido. Em 2010 veio a público declarar apoio a Marina Silva no primeiro turno e a José Serra no segundo turno.

Criou e preside a Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FidDH), entidade que atua junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos denunciando e acompanhado casos de desrespeito aos Direitos Humanos no Brasil.

Assinado

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DIVULGUEM PARA TODOS: ateu engana todo mundo na igreja por dinheiro passando-se por religioso





Publicado em 18/04/2012 por 
O site da TROPA DOS LANTERNAS VERDES, a turma de ateus que se reuniu no evento: http://tropalanternaverde.blogspot.com.br/.

O vídeo na íntegra: http://www.youtube.com/watch?v=_94kNlki36A

PEÇO QUE DIVULGUEM PARA TODAS AS CONGREGAÇÕES, AMIGOS, PARENTES.

As igrejas estão absolutamente lotadas de pessoas com esta índole. Aproveitam-se da fé de pessoas humildes, na maioria das vezes, passando-se por religiosos, coisas que não são nem nunca foram.

Exponhamos este caso, esta confissão. Avaliemos as pessoas com quem lidamos, busquemos saber de suas vidas antes de entregar-lhes o que ele de fato querem.

Para quem não sabe, a Tropa dos Lanternas Verdes e muitos outros ateus militantes investem um tempo enorme na tentativa de retirar pessoas das igrejas e templos, principalmente através de denúncias - infundadas ou não - de pastores, padres, guias espirituais, etc. como se todos fossem usurpadores, mentirosos, gente sem escrúpulos que só quer aproveitar-se dos menos esclarecidos, aqueles que doam recursos para as igrejas.

Acabamos de ver um destes que se passam por religiosos mas não o são, sentado com a TROPA DOS LANTERNAS VERDES em bons momentos de diversão, sem que sua confissão tenha causado o menor escândalo nos seus amigos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Antiga suspeita de doação de Cachoeira a Lula arrepia o PT

 

BRASIL 247

Antiga suspeita de doação de Cachoeira a Lula arrepia o PT

Foto: Divulgação_Heinrich Aikawa/Instituto Lula

ROGÉRIO BURATTI, AMIGO E EX-ASSESSOR DO EX-MINISTRO ANTONIO PALOCCI, DENUNCIOU NA CPI DOS BINGOS, EM 2004, UMA SUPOSTA DOAÇÃO DE R$ 1 MILHÃO DO BICHEIRO À CAMPANHA DE LULA, ATRAVÉS DE EMPRESAS DE JOGO DO RIO E SÃO PAULO

17 de Abril de 2012 às 03:50

247 – Na semana passada, Lula mandou avisar a classe política seu interesse pela CPI do Cachoeira por intermédio de Paulo Okamoto, dirigente do Instituto Lula, "que está com os poucos cabelos que tem em pé, com tudo que há sobre o caso". "Se for verdade o que a imprensa está dizendo, o governador Marconi Perillo entregou o Estado para Cachoeira", teria avaliado Lula, segundo Okamoto. Em 2005, Marconi revelou que alertara Lula para o esquema do mensalão. Lula quer a cabeça do governador de Goiás, mesmo que para isso tenha que entregar Agnelo Queiroz (PT), governador do Distrito Federal, também envolvido no esquema.

O PT se deixou levar pelo entusiasmo de Lula, mas agora teme a investigação. Uma revelação na CPI dos Bingos, em 2004, feita por Rogério Buratti, amigo e ex-assessor do ex-ministro Antonio Palocci arrepia o diretório nacional: uma suposta doação de R$ 1 milhão do bicheiro Carlinhos Cachoeira à campanha de Lula, através de empresas de jogo do Rio e São Paulo. A informação é do jornalista Claudio Humberto.

Como temia a presidente Dilma, o estrago dessa CPI pode ser muito maior do que Lula imagina.

Debate "Capitalismo x Socialismo" na radiovlogs com Leonardo Bruno, o Conde Loppeux de la Villanueva, Daniel Fraga e outros...

A COMISSÃO DO EMBUSTE

 

O COYOTE

Esta entrada foi publicada em 17/04/2012, in COLUNISTAS.

POR EWERTON ALÍPIO

A Subcomissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça, criada pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDH) da Câmara, cuja finalidade é assessorar os membros da Comissão da Verdade, a qual tem a prerrogativa de apurar supostas violações aos direitos humanos praticadas no período que compreende 1964 a 1988 (regime militar), fez sua primeira reunião a portas fechadas, o que gerou protestos do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). “Todo e qualquer historiador isento, que são a maioria, eles dizem que a Comissão já nasce viciada, ou seja, ela não terá qualquer isenção, ela não terá qualquer imparcialidade. Por quê? Só um lado vai indicar todos os seus sete integrantes. O nosso lado (militar) não tem direito a indicar um sequer. Então, é uma Comissão que não vai apurar a verdade, vai apurar o que interessa pra eles”, denunciou Bolsonaro em entrevista ao programa Palavra Aberta, exibido pela TV Câmara. O deputado salientou que a Subcomissão promoverá reuniões secretas somente até o surgimento de depoimentos convenientes para o lado que quer resguardar os crimes dos comunistas: “Daí eles fazem uma sessão pública, chamando a imprensa e fazendo o seu circo, o seu carnaval”.


Aos crentes - usando a mesma palavra que o autor usou - do Brasil: suas filhas são "as mais safadas", você introduz o dedo em mulheres de saias pela rua afora e se você for "crente que se preza", têm ficha criminal. Entre outras coisinhas...

Direto do blog da TROPA DOS LANTERNAS VERDES, os anticristãos mais conhecidos do YouTube brasileiro. Vejam que pérola e reflitam se já está na hora dos crentes deste país agirem no mundo online, combatendo esta galerinha do mundo lúdico.

O link original é este: http://tropalanternaverde.blogspot.com.br/2012/04/como-reconhecer-um-crente.html

Estes são canais de dois dos fundadores da tal TROPA DOS LANTERNAS VERDES:

- EU, ATEU
http://www.youtube.com/user/EuAteu?ob=0


- BEMATEMATICAhttp://www.youtube.com/user/bematematica?ob=0

Bocolices nietszcheanas

 

CONDE LOPPEUX DE LA VILLANUEVA

segunda-feira, 16 de abril de 2012


Confesso, há certos blogueiros que servem de malhação de Judas, de nosso saco de pancadas. Eles apanham, não somente pelos posicionamentos ideológicos, como pela superficialidade com que divagam sobre assuntos complexos. A república brasileira é, atualmente, o paraíso dos palpiteiros. Recentemente, no dia 15 de abril de 2012, participei de um debate sobre capitalismo e socialismo, no programa do site Rádiovlogs, do vlogueiro Daniel Fraga. E uma deficiência que vejo na fala de certos interlocutores é a velha expressão “eu acho”. . . As pessoas dificilmente explanam fatos, realidades, acontecimentos, que justifiquem suas idéias. Simplesmente parece que conjecturar sobre capitalismo ou socialismo é pura defesa de gosto.

Já transformei vários blogueiros em saco de pancadas. Um deles foi o professorzinho esquerdista da PUC, Leonardo Sakamoto. A desonestidade intelectual dos seus argumentos e o  puxa-saquismo governamental foram causas de alguns artigos nada elogiosos do meu blog. E há também Rodrigo Constantino. Curioso notar que ele se identifica como liberal. Todavia, sendo um liberal, tem os mesmíssimos pontos de vista de Leonardo Sakamoto, no que diz respeito ao aborto, à eutanásia, ao casamento homossexual e ao ódio a religião. Em outras palavras, seria surpreendente encontrarmos um socialista e um liberal unidos por uma causa comum?  Nem tanto. . .ambos são filhos do racionalismo iluminista, com toda praga de totalitarismos e relativismos que esse pensamento gerou.

Neles, existe uma notória aliança: a associação espiritual com a morte. Não esperaria outra coisa de um comunista como Sakamoto. Contudo, de um liberal, ao menos, se supõe a defesa do direito à vida. Constantino cita Nietsczche para criticar a piedade dos cristãos. Nós, cristãos, somos os “cultores” do sofrimento humano! Desprezamos a vida em sua “potência plena” (essas foram as palavras do blogueiro). Porque os cristãos, no fundo, são vaidosos e hipócritas, que adoram ver gente sofrer. Que absurdo esperar que a lei proteja a vida dos nascituros doentes ou defeituosos, contra a sanha dos pais e dos engenheiros sociais! Como esses inúteis não sobreviverão, ou mais, não chegarão a “potência plena” de vida, a melhor caridade que se faz é matá-los.

Mas afinal, o que é “potência plena”? Nietszche idealizava o super-homem, a “vontade da potência”, e, no entanto, era um pobre doente que virou louco. Constantino idealizará um estereótipo de perfeição humana, para que alcancemos a tal “potência plena”? Um austríaco frustrado, embebido com algumas ideias niestzcheanas, também idealizou um novo homem, perfeito, belo, másculo, superior: Adolf Hitler. E deu no que deu. A guerra, os massacres de povos inteiros, o genocídio. E no fim, a derrocada da civilização europeia. E o nosso liberal de meia pataca se ofende quando é chamado de nazista?

A discussão sobre a anencefalia no STF espantou pela sua natureza pseudo-científica e anti-ética. Primeiro, porque reduziu a vida a um mero problema biológico, como se o processo mesmo definidor da vida se resumisse a um prognostico técnico previsto por médicos. E segundo, porque a ética relacionada ao direito à vida, instituída na Constituição e na legislação infra-constitucional, foi solenemente ignorada pela subjetividade de perspectivas dos ministros. Ou melhor, pelas crendices materialistas impregnadas no conceito da vida humana. Os médicos e ministros do Supremo são uma espécie autodeclarada de semideuses, autoridades eclesiásticas de uma nova ordem, definindo, ao arrepio da discussão moral, da filosofia e da própria complexidade visível da existência humana, quem deve viver e morrer. E, lembremos, pela presunção cega de que supostamente não há vida. O fato de crianças anencéfalas terem sobrevivido ao nascimento por algum tempo foi ignorado pelo STF. Como são frágeis demais para viverem, por que se dar ao trabalho de cuidá-las? Na prática, a Corte Suprema do país deu largo precedente para a eugenia pura e simples. O nascituro, filho de um casal, é portador de síndrome de Down? É fisicamente defeituoso? É pobre? Ou não atende a um estereótipo de “potência” para uma vida plena? Então se elimina os fracos.

Rodrigo Constantino é reflexo de uma humanidade cada vez mais mesquinha e covarde. Uma humanidade frouxa, que teme a dor e o sacrifício, pelo fato de não se responsabilizar por ninguém e, tampouco, pelos dramas da própria existência. A vida é também sofrimento e dor, para que haja madureza no homem. Quem não sofre, nunca cresce. O que está se produzindo é uma sociedade de gente imatura e de infância prolongada, por não aceitar a fase adulta da vida. Esse tipo de gente é tão estúpido, que muitas vezes prefere morrer a aceitar a dor.

O cristianismo nos ensina aceitar a dor como parte da vida e da existência. E da dor extrai-se alguma lição moral de superação e dignidade. Dignidade que é intrínseca ao ser humano, independentemente do seu estado.

O universo filosófico nietszcheano de Constantino é puramente infantil. É mero reflexo das compensações um filósofo louco, que não possuía qualquer firmeza espiritual, para o viés de sua enfermidade.

Câmara de Vitória/ES 'blinda' João Coser (prefeito/PT) e abafa CPI das desapropriações

 

CBN VITÓRIA/ES

22/11 - 21h52

 

Juliana Freitas
Rádio CBN Vitória (93,5 FM)

foto: Edson Chagas - GZ

Sessão na Câmara de Vitória

Confusão
O vereador Dermival Galvão tentou e não conseguiu concluir o discurso. A cada palavra que dizia, os manifestantes vaiavam e apitavam. Ele se irritou com as manifestações nas galerias e mandou um recado: "Eu sou do PMDB, o partido que fará o novo prefeito de Vitória. E pode vir PSDB, quem quiser que nós vamos dar uma surra".

Dermival também afirmou que encontrou o procurador-geral de Vitória na tarde desta terça na Prefeitura e que ele garantiu que marcará uma visita a Câmara até o dia 20 de dezembro. O documento com as assinaturas para a instauração da CPI das Desapropriações ficou com a vereadora Neuzinha e aguarda, sem data definida, apenas mais uma assinatura para que seja votado em plenário.

A maioria dos vereadores da Câmara Municipal de Vitória está decidida a evitar que as desapropriações realizadas pela prefeitura sejam investigadas pelo Legislativo municipal. Na tarde desta terça o requerimento do vereador Fabrício Gandini (PPS) solicitando a presença do procurador-geral da prefeitura, Jader Ferreira Guimarães, para prestar esclarecimentos sobre sobre a desapropriação de um terreno por R$ 7 milhões foi rejeitado por oito votos contra e quatro a favor.

Os vereadores Zezito Maio (PMDB ), Namyr Chequer (PCdoB ), Fábio Lube (PDT), Luisinho (PDT), Eliézer Tavares (PT ), Ademar Rocha (PTdoB ), Dermival Galvão (PMDB ) e Sérgio Sá (PSB) decidiram pela não convocação do procurador. Votaram pelo comparecimento à Câmara, os parlamentares Max da Mata (PSD), Fabrício Gandini (PPS), Neuza de Oliveira (PSDB) e Aloísio Varejão (PSDB).

Dois vereadores estavam ausentes da sessão, Serjão (PSB) e Esmael (PMDB). Já se colocando na posição de pré-candidato a Prefeitura de Vitória, Serjão justificou a ausência alegando que está de posse de vários documentos sobre a transação. "Agora vou avaliar o conteúdo. Não vejo necessidade de convocar o procurador para dar explicações".

O vereador Eliézer Tavares, aliado do prefeito João Coser, frisou em plenário que a convocação não é necessária, pois um convite pode ser feito à prefeitura para que a situação seja esclarecida. "A prefeitura pode vir aqui espontaneamente".

Com o placar negativo, o vereador Fabrício Gandini salientou que o resultado mostra a má vontade do poder Executivo em se explicar. "Esse é um dos motivos pra gente partir para uma ação mais incisiva, para uma CPI mesmo. Porque desde o início em que se falou dessa desapropriação nós temos buscado o Executivo para dar explicações. Em todas as esferas, tanto em relação a parte documental que a gente não recebe de forma alguma, e agora a convocação. Ficou claro o interesse do Executivo de não se explicar", frisou o vereador.

OUÇA A NOTÍCIA

Minoria, a oposição também não conseguiu se articular politicamente para conquistar o número mínimo de 5 assinaturas entre os 15 parlamentares da Capital para formalizar o pedido de abertura da CPI das Desapropriações. Somente os vereadores Max da Mata, Fabrício Gandini, Neuza de Oliveira e Aloísio Varejão assinaram o documento. Da Mata disse que essa CPI deveria ser o último recurso da Câmara em um procedimento investigativo, de fiscalização.

"A gente tentou seguir as etapas até para que não fossemos acusados de tratar a questão de um ponto de vista político-eleitoral. Existe um convite que eu protocolei nessa casa, pra que a procuradoria da prefeitura pudesse vir a Câmara de forma voluntária, e também existia a convocação do vereador Fabricio Gandini, que seria uma outra etapa se o convite não fosse respondido, e por último se essas demandas não fossem absorvidas, deveria ser a abertura da CPI".

Nesta terça, o clima foi de confronto em plenário e nas galerias. Integrantes do PSDB jovem realizaram um protesto em frente à Câmara antes do início da sessão. Assim que os vereadores deram início as discussões o protesto tomou conta das galerias. A ideia era pressionar os parlamentares a assinarem o pedido de CPI, destaca o presidente do PSDB jovem, Armando Fontoura.

"Nós estamos fazendo a manifestação a favor de uma CPI para essas desapropriações que ocorrem no município de Vitória. Nós do PSDB e companheiros da sociedade civil acreditamos que é hora da Câmara de Vereadores cumprir sua função constitucional e fiscalizar o Executivo. Por isso estamos clamando que os vereadores de Vitória tenham sensibilidade e assinem a CPI das desapropriações.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dançando sobre o cadáver de anencéfalos



Publicado em 16/04/2012 por 
http://twitter.com/JaysonRosa
http://www.facebook.com/CasandoOVerbo

LINK COM A MENSAGEM RECEBIDA DE UM DOS SENADORES CATARINENSE: http://imageshack.us/f/15/jayson2.jpg/

Lembrando que mandei um pedido a todos os senadores do meu estado.
Basta ligar para o Alô Senado, cujo número segue na imagem do link, se cadastrar e fazer sua reivindicação.

domingo, 15 de abril de 2012

Homofobia ou Perseguição Religiosa - Parte 2

Os crimes desnecessários

 

LUCIANO AYAN

 

O estudo da mente esquerdista nos apresenta tantos meandros e bizarrices que as definições correntes muitas vezes não são suficientes para explicar a situação em que estamos.

Por isso, muitas vezes precisamos de novas definições. É o caso do conservadorismo cético, defendido neste blog.

Outro termo que criei (novamente somente por causa da existência da esquerda) é crime desnecessário. De maneira simples, significa um crime que não precisava ter ocorrido. O motivo para a existência desse crime é fútil.

Para entender melhor esse conceito, vamos avaliar a questão dos acidentes de carro.

Eles ocorrem todos os dias, e em muitos casos vemos que pequenas desatenções são suas causas. Muitas vezes alguém está atrasado para o trabalho e acaba dirigindo em velocidade mais alta que o necessário. Imagine a situação em que essa pessoa atropela e mata um pedestre.

É claro que não podemos dizer que este é um acidente necessário. Mas da mesma forma não podemos qualificá-lo como um acidente desnecessário.

Agora imagine a mesma situação de atropelamento e morte de um pedestre, surgida a partir de um carro lançado em direção a ele durante um racha. Quer dizer, por causa de uma diversão irresponsável, uma vida é ceifada.

Este com certeza é o caso de um acidente desnecessário. O culpado pelo homicídio poderia passar sua vida muito bem sem sua mania, e enquanto realizava sua ação tinha pleno conhecimento de que colocava a vida dos outros em risco. Outro termo que a justiça encontrou para definir esse caso é o homicídio por motivo fútil.

A mesma coisa pode ser aplicada aos crimes.

Não é possível colocar todo suspeito na cadeia e nem antever os crimes que alguém irá cometer, como no filme Minority Report. Assim sendo, alguns crimes são impossíveis de serem previstos, e temos que conviver com isso. Especialmente os primeiros crimes da carreira criminosa de alguém.

Entretanto, por causa da estratégia de esquerda Apologia e Tolerância ao Crime, muitos criminosos que hoje poderiam estar na cadeia estão na rua. Isso ocorre através de medidas como indultos, afrouxamento de penas, sistemas de redução de penas, penas alternativas e até a aberração da impunidade aos menores.

Esquerdistas vivem dizendo que “é melhor educar uma criança do que punir um adulto”, mas essa é a falácia do falso dilema, pois é possível punir todos os criminosos adultos enquanto se educam as crianças.

Seja lá como for, esquerdistas passam a vida lutando para manter a sua mania de ser o mais tolerante possível com criminosos. Se um criminoso violento passar apenas 2 anos na cadeia, bom. Se passar somente 6 meses, melhor ainda.

Por causa desta tolerância ao crime, muitos crimes recorrentes ocorrem, especialmente aqueles praticados pelos menores. Mas estes crimes NÃO PRECISAM MAIS acontecer, pois os criminosos podiam estar na cadeia.

A constatação é óbvia: uma MANIA de esquerdistas por tolerância ao crime é responsável por crimes que são cometidos contra cidadãos, e muitos deles não são esquerdistas. Se os crimes desnecessários fossem cometidos somente contra esquerdistas, sem problemas, pois seria apenas a execução do livre arbítrio da parte deles. Embora todos queiram ficar livres de crimes, poderíamos dizer que eles assumiram o risco ao deixarem bandidos perigosos na rua. O problema é quando os crimes desnecessários ocorrem contra conservadores, que não são responsáveis pela tolerância ao crime. Em resumo, uma mania esquerdista é diretamente responsável por muitos crimes desnecessários, e o problema é agravado pelo fato de que muitas vítimas não são adeptas das manias que geraram esses crimes.

É como no exemplo dos rachas de carros. Se todas as vítimas fossem praticantes de racha, não haveria problema, pois isso seria um risco assumido pelos praticantes. O problema maior é quando as vítimas estão entre aqueles que nem de longe apoiam a prática de rachas.

Atenção, importante! Afirmar a consequência de uma crença não é o mesmo chamá-la de falsa. Isso seria a prática da falácia do apelo à consequência, em relação a qual me oponho. Existem vários outros motivos para renegar o esquerdismo, especialmente em relação ao seu dogma central, a crença no homem. Entretanto, tomando como premissa que o esquerdismo é falso, podemos (e devemos) apontar as consequências dessa crença.

Um dos principais motivos, portanto, para renegarmos a doutrina esquerdista, na maioria de suas variações, é que o esquerdismo gera muitos crimes desnecessários.

Descoberto de onde vem o arsenal do crime organizado



Publicado em 14/04/2012 por 
1. O desmonte de uma quadrilha fortemente armado que assaltava condomínios em São Paulo provou que usam armas super sofisticadas

2. De onde vem estas armas? do cidadão comum?

3. ONGs da "paz" continuam acusando os cidadãos comuns!

sábado, 14 de abril de 2012

Constantino, o eugenista

 

CONDE LOPPEUX DE LA VILLANUEVA

sexta-feira, 13 de abril de 2012


A decisão do STF sobre a permissão legal do aborto a nascituros anencéfalos abriu um precedente para a eugenia pura e completa. Por mais que existam exemplos de anencéfalos que sobrevivam ao parto e por mais não haja nenhuma evidência de que estes seres vivam uma vida “vegetativa”, contudo, os juízes do Supremo optaram pela morte. E baseado em que? Em meras especulações pseudo-científicas sobre a vida. Por que diria pseudo-científicas? Porque a vida não se resume a um mero complexo biológico ou físico. Há coisas muito mais além. Na verdade, a ideologia materialista reinante nas mentalidades pró-aborto resume a humanidade a um mero composto celular. Questões como a dignidade intrínseca do ser humano foram relativizadas, a ponto de negar humanidade a uma fase da vida humana.

Vejo um embusteiro tagarela na internet: o economista Rodrigo Constantino. Em seu artigo, publicado no dia 12 de abril de 2012, chamado “Católicos, aborto e Hitler”, ele escreve com as seguintes tintas, já que não admite a relação entre aborto e eugenia:

“Em primeiro lugar, considero altamente ofensivo comparar fetos anencéfalos aos judeus. Que história é essa? Judeus são seres humanos, como quaisquer outros. Já esses fetos não possuem nada que remeta ao que chamamos de humano. Não é eugenia eliminar o sofrimento de uma mãe que carrega na barriga um feto condenado a não viver!”

Resta-nos entender essa lógica bovina no seguinte âmbito racional: o que define o ser humano, na cabecinha vazia de Rodrigo Constantino? Quer dizer que alguém que nasce sem parte do cérebro é menos humano do que aquele que nasce com um cérebro inteiro? Podemos aplicar essa lógica aos aleijados: os homens sem braço são menos humanos do que os homens com braços. Um ser humano seria menos ser humano no ventre da mulher, por não ser identificado completamente a sua forma humana? De uma coisa, nós podemos rir, já que Constantino fala da “Razão”, com letra maiúscula: os fetos não remetem nada a que seja humano, embora a partir dali esteja se formando um para nascer. Vai entender chorumela de abortista!
A melhor forma de matar alguém é desumanizar a vítima. Mas ele insiste em falar besteira:

“A morte cerebral, mesmo em adultos, é considerada morte, e os médicos ficam autorizados a extrair órgãos para doação, quando permitido. Acho que alguns católicos acabam traindo seu antissemitismo até quando tentam "defender" os judeus”.*

A morte cerebral não nega a natureza e a dignidade de homem morto. A correlação entre os anencéfalos, que têm vida e alguém que morre cerebralmente é arbitrária e sem o menor nexo. A evidência mostra que os anencéfalos podem viver além do nascimento, o que denota que o argumento da “falta de cérebro” para viver é furado. Aliás, é discutível se a morte cerebral define a morte do corpo. Há casos de morte cerebral em que a pessoa voltou à vida.

Por outro lado, a comparação entre aborto, eutanásia e eugenia é mais que justa: Hitler, em 1939, aplicou a política de eugenia aos débeis mentais, aleijados, paralíticos e outros indivíduos considerados “inaptos racialmente”. Constantino pensa a mesma coisa, em um vídeo no youtube, quando diz que os cristãos cultuam o sofrimento e que a melhor forma de fazer caridade aos incapazes é matá-los. A eugenia parte de uma crença falsa da perfeição humana. Eles querem determinar quem deve viver ou morrer, a partir de estereótipos ou modelos idealizados de um ser humano. Hitler não considerava os incapazes dignos de viver, porque não se adequavam à idealização da raça ariana. Os judeus, os eslavos e os ciganos entravam na lista de pessoas a serem eliminadas.
“Em segundo lugar, não venham jogar Hitler para o lado dos defensores de um estado laico, por favor! Dizem que quando se apela para Hitler em um debate de internet, é porque faltam argumentos. Pode ser. Mas se os católicos fanáticos se sentem no direito de acusar quem aceita o aborto, nesses casos extremos, de parecido com Hitler, então eu me sinto no direito de resgatar o que o próprio Lúcifer dizia. É injusto o ataque dos católicos, até porque Hitler tinha palavras elogiosas ao Cristianismo, justamente a este lado mais fanático que os carolas raivosos demonstram, na "certeza" de que lutam pela boa causa”.

Rodrigo Constantino apela à desonestidade intelectual mais grosseira. Qualquer pessoa bem estudada sabe que Hitler, intramuros, odiava o cristianismo e desprezava seus valores. O Estado nazista era visivelmente secularista e tinha como ideologias oficiais, o socialismo e o racialismo biológico (o último, fruto das teorias darwinistas tão em voga na Europa do final do século XIX e começo do século XX). Mas é claro que Constantino vai tergiversar e falsificar a história, envolvendo falsamente os católicos ao nazismo. Só faltou ressuscitar a grande mentira histórica do século, ou seja, a das relações de Hitler com o Papa Pio XII. A pregação “cristã” de Hitler era tão somente demagógica, para conquistar votos dos católicos alemães. Que grande “católico” era o tiranete austríaco! Tão católico que quando tomou o poder, não pensou duas vezes em confiscar os colégios católicos e proibir a formação de seminaristas! Ou mais, cogitou até sequestrar e deportar o Papa Pio XII!

“Não custa lembrar também que Hitler, que se dizia católico ("Sou e sempre fui um católico e sempre serei"), afirmava que estava seguindo os mandamentos do Senhor quando eliminava os judeus ("Acredito hoje que minha conduta está de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso"), em boa parte com a omissão da Igreja Católica”.

Dizer-se católico faz de alguém católico? Percebe-se que Constantino é um ignorante na doutrina social da Igreja Católica, como também das relações conflituosas e difíceis que a Santa Sé teve com o nazismo. Bastava o liberal de meia pataca nos demonstrar qual a relação do pensamento tradicional da Igreja Católica com o nazismo, para nos evidenciar o “catolicismo” de Hitler. Contudo, Rodrigo Constantino não perde tempo nesses expedientes intelectuais sofisticados. Basta ele dar uma de ateuzinho de Wikipédia e site ATEA: lê uma orelhada de google e acha que já tirou conclusões sobre a história do nazismo e da Igreja Católica. Entretanto, a única coisa que Constantino nos evidencia é a sua completa ignorância sobre o assunto. É pura má fé.
“Aliás, no Index dos livros proibidos pela Inquisição (quem disse que os comunas que inventaram a censura?), Voltaire, Galileu, Victor Hugo e Kant estavam vetados (que perigosos!), mas "Mein Kampf", do nazista assassino, jamais constou na lista. Uma mancha e tanto para a Igreja...”

O argumento acima é um non sequitur. Curioso é pensar que Constantino defenda a censura do Mein Kampf, já que se diz liberal. Na verdade, é a falácia do espantalho: se a Igreja declarasse publicamente a censura do Mein Kampf, Constantino inventaria o argumento de que a Igreja censura qualquer idéia e no final, tudo ficaria como antes, no quartel de Abrantes!

Mas parece que o umbigocêntrico liberalóide da religiãozinha sectária da Ayn Rand se esqueceu de que a Igreja condenou publicamente o nazismo, em 1937, e que o preço a ser pago foi a prisão de milhares de católicos na Alemanha. Claro que isso não cai na agendinha liberal constantiniana. O negócio é a calúnia gratuita.
“Portanto, meus caros colegas católicos mais empedernidos, não tentem colar a imagem daqueles que aceitam o aborto em caso de feto anencéfalo ao nome de Hitler, porque isso é para lá de absurdo!”
Por que seria absurdo, se o próprio Constantino acha a mera vida de um aleijado algo indigno de se permitir, como disse no vídeo? Ao que parece, podemos tirar uma conclusão óbvia do liberal de meia pataca: Rodrigo Constantino não possui um espelho, já que tudo o que pregou se assemelha, e muito, à doutrina nazista de extermínio dos incapazes e inferiores. Entretanto, Constantino abusa do Wikipédia:


“O antissemitismo católico vem de longa data, como fica claro em "O Mercador de Veneza", de Shakespeare”.

Que eu saiba, Shakespeare vivia numa sociedade anglicana, elisabetana, do século XVI, e não católica. Será que Rodrigo Constantino vai censurar o grande teatrólogo inglês, porque ele acredita piamente que o autor fosse anti-semita? A figura do judeu agiota e explorador, que só pensa em dinheiro, não é um anedotário totalmente anti-semita. Até os judeus corroboram com esse estereótipo em piadas. Porque, de fato, existiam judeus que agiam assim. É normal que, numa época politicamente correta, qualquer crítica a grupos considerados “minorias” seja recebida com histeria.
“A "usura" sempre foi condenada pelos católicos. O pior caso foi na Espanha. Desde o momento de sua criação, a Inquisição espanhola lançara olhos cobiçosos sobre a riqueza judia. A Inquisição endossou com entusiasmo o virulento antissemitismo já promulgado por um notório pregador, Alonso de Espina, que odiava igualmente judeus e ‘conversos’. Alonso defendera a completa extirpação do judaísmo da Espanha - por expulsão ou extermínio. A 12 de maio de 1486, todos os judeus foram enxotados de grandes partes de Aragão. Torquemada parece ter aceitado o adiamento pela Coroa da expulsão de todos os judeus da Espanha até que o Reino muçulmano de Granada fosse final e definitivamente conquistado”.

Neste trecho, Constantino mescla um balaio de gatos, para destilar argumentos simplistas sobre os fatos extremamente complexos que ocorreram na Espanha do século XV, com o intuito bobo de caluniar o catolicismo. Eu não perderei tempo aqui rebatendo as argumentações históricas acima. Mas digamos que seja verdade que judeus e cristãos se odiassem durante uma boa parte da história: isso invalida o fato de que os cristãos estejam certos em defender a vida humana? Invalida o fato de que a perspectiva eugênica de Constantino serviu de justificativa para eliminar os judeus da Europa por Adolf Hitler?

“Sempre que católicos falam de uma cultura "judaica-cristã", vem à minha mente a imagem de água e óleo se misturando”.

Ao que parece, Constantino não sabe escrever: é cultura judaico-cristã! E a associação entre judaísmo e cristianismo é bastante factível: a fé judaica e a cristã possui na história bíblica hebréia a mesma origem. Isso não quer dizer que os católicos concordem com a visão religiosa judaica. Será que precisamos explicar o óbvio ao liberalóide?

“** Essa "certeza" de luta pela boa causa é que me assusta. É boa causa impor o sofrimento de 9 meses para uma mãe que vai parir um conjunto de tecido sem capacidade cerebral? É boa causa isso? Eu digo que NÃO! Eu digo que é uma CRUZADA MORAL que faz seus adeptos se sentirem pessoas melhores, superiores do ponto de vista moral, apenas isso”.

Pelo contrário, essa certeza de querer ditar para as pessoas quem deve viver e morrer é que preocupa qualquer pessoa com um mínimo de juízo. No começo, serão os anencéfalos. Depois, os portadores de síndrome de Down. E aí vêm os aleijados e portadores de outros tipos de retardamento. Até chegar a grupos considerados racial e mentalmente inferiores. E assim sucessivamente. A matança de seres humanos, no século XX, começa cheia de boas intenções. Isso porque Constantino, ao afirmar que uma pessoa aleijada ou anencéfala não deve viver, crê piamente que está fazendo caridade aos doentes!


“Essa gente ama a Humanidade, mas parece não se importar tanto com o próximo de carne e osso - e cérebro!”

Pior é Constantino, que além de não amar a humanidade em geral, despreza o ser de carne e osso que está no ventre da mãe para nascer.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O “penssamêntu du dya”

 

Constantino atacando a Igreja

Respondendo ao coitadinho que publicou o material de um jumento como seu “pensamêntu du dya”:

É verdade que a Igreja Católica nem sempre condenou o aborto?

Olá!
Sou religioso da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, estudante de teologia (4º ano) e uma matéria sobre aborto e história da Igreja me intrigou nessa semana. A reportagem é intitulada “Uma verdade inconveniente: a Igreja Católica já tolerou o aborto” traz a afirmação que já foi permitido o aborto na Igreja”. Acho que o assunto é por demais importante para ficar nos poucos parágrafos da revista. Gostaria de saber se a informação procede. Acredito que, independente da história, o que importa é o que fazemos hoje.
Abraços, e obrigado pelas matérias do site!
(o link da revista é: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/uma-verdade-inconveniente-a-igreja-catolica-ja-tolerou-o-aborto/)
Ronaldo Neri, scj

Resumo do artigo no Blog da Revista Super Interessante

Você sabia que, ao contrário do que pensamos, a Igreja Católica nem sempre condenou o aborto? A interrupção da gravidez só se tornou pecado em 1869, por causa de um acordo entre o papa Pio 9º e o imperador francês Napoleão 3º.

E isso aconteceu porque a França passava por uma crise de baixa natalidade que incomodava os planos de industrialização do governante. Então, motivado por questões políticas, o papa disse para a população que a partir daquele momento o aborto – em qualquer fase da gravidez – era pecado.

Até aquele ano, a Igreja oscilava entre condenar ou admitir o aborto em certas fases da gravidez de acordo com o contexto histórico. No entanto, a discussão sobre qual é o momento em que o feto pode ser considerado um ser humano sempre existiu. Santo Agostinho, por exemplo, defendia no século 4 que só 40 dias após a fecundação o embrião se tornava uma pessoa.

Sem entrar aqui na questão da validade cultural – e muito menos científica – dessas revistas que buscam polemizar ao invés de informar, para essa questão convém fazer um breve recorrido histórico sobre o tema do aborto[1].

Começando pela fundamentação bíblica, a mentalidade cristã primitiva é derivada da mentalidade hebraica. De fato, além do mandato do Decálogo de “Não matar” (Ex 20, 13 e Dt 5,17), não existe um mandato específico de “Não abortar”. Isso se dá pela clara razão de que para as culturas hebraica e cristã primitiva (do tempo dos hagiógrafos) o aborto era algo impensável. Como diz Grisez – em um povo que considerava a vida como um valor paradigmático a todos os demais valores (…) considerada como um dom de Deus, que via os filhos como uma bendição e a esterilidade como uma maldição, que aceitava a noção do poder criador de Deus já no seio materno e que podia crer em uma relação pessoal entre Deus e a criança ainda não nascida (…) a prática do aborto provocado encontraria bem pouca acolhida. Por isso o silêncio do Antigo Testamento sobre o aborto provocado indica que uma legislação sobre o tema seria inútil e não que se aprovava tacitamente o aborto.

O problema surge logo após o cristianismo cruzar as fronteiras de Israel, pois para a cultura greco-românica, o aborto provocado era uma prática habitual[2]. A posição contrária ao aborto é imediatamente tomada assim que se entra em contato com o novo problema. Um exemplo claro disso é a Didaché – composta antes do final do primeiro século – que coloca o aborto como um dos pecados que afasta do caminho da vida[3], referindo-o também como parte do caminho da morte: Perseguidores dos bons (…) matam os filhos e fazem perecer com o aborto a uma criatura de Deus[4].

Após a Didaché se dá uma linha continua de testemunhos inequívocos dos Padres da Igreja e dos escritores eclesiásticos – de oriente e ocidente – sem nenhuma voz discordante, incluindo diversos argumentos. Tetuliano, Santo Agostinho[5] e Cesário de Arles são os autores deste período que possuem mais intervenções em relação ao aborto. Apenas como exemplo podemos citar essa passagem de Agostinho: Às vezes, chega a tanto esta libidinosa crueldade, ou melhor, libido cruel, que empregam drogas esterilizantes, e, se estas resultam ineficazes, matam no seio materno o feto concebido e o jogam fora, preferindo que sua prole se desvaneça antes de ter vida, ou, se já vivia no útero , matá-la antes que nasça. Repito: se ambos são assim, não são conjugues, e se tiveram esta intenção desde o princípio, não celebraram o matrimônio, mas apenas pactuaram um concubinato[6].

Aqui cabe ressaltar, porque também o faz o artigo da revista a que nos referimos, a dúvida de Santo Agostinho e de outros teólogos – dentre eles Santo Tomás – sobre o início da vida. É verdade que pela tradução grega da Bíblia foi criada uma distinção entre “feto formado” e “feto não formado” (distinção derivada do pensamento grego e não existente no texto hebraico original de Ex 21, 22-23). Porém, ainda que estes teólogos – pelas poucas ferramentas científicas que possuíam – tivessem realmente tal dúvida, jamais defenderam que o aborto seria lícito. Pelo contrário, Santo Agostinho afirma que ainda que não estivessem formados (segundo a sua concepção) mereciam todo o respeito de uma vida humana por aquilo que chegariam a ser.

Se na teologia houve dúvidas em relação ao início da vida, o Magistério da Igreja, ainda sem entrar nessa questão específica durante os primeiros séculos, sempre condena claramente o aborto. Nos primeiros séculos, pela evidência do crime cometido, não existem textos doutrinais do Magistério, porém existem penas concretas – sanções canônicas – que demonstram a gravidade do pecado. Os primeiros documentos em relação a isso são os Concílios de Elvira (305) e de Ancira (314). Este último excluía da comunhão, por toda a vida, à mulher que realizasse um aborto e estabelecia uma penitência de dez anos para que pudesse voltar à comunidade eclesial (ainda sem poder comungar). Essas penas eram locais e variavam de tempo de um país para outro – porém, de modo ininterrupto e universal, o aborto sempre foi colocado entre os pecados mais graves e, consequentemente, mais severamente punidos.

Para ilustrar ainda mais – em referência ao tema histórico e esclarecendo também a polêmica teológica sobre o começo da vida – cito o número 7 da Declaração sobre o aborto provocado da Congregação para a Doutrina da Fé (1974): “É certo que, na altura da Idade Média em que era opinião geral não estar a alma espiritual presente no corpo senão passadas as primeiras semanas, se fazia uma distinção quanto à espécie do pecado e à gravidade das sanções penais (…) Mas, jamais se negou, mesmo então, que o aborto provocado, mesmo nos primeiros dias da concepção fosse objetivamente falta grave. Uma tal condenação foi de fato unânime. De entre os muitos documentos, bastará recordar apenas alguns. Assim: o primeiro Concílio de Mogúncia, em 847, confirma as penas estabelecidas por Concílios precedentes contra o aborto; e determina que seja imposta a penitência mais rigorosa às mulheres ‘que matarem as suas crianças ou que provocarem a eliminação do fruto concebido no próprio seio.’ O Decreto de Graciano refere estas palavras do Papa Estêvão V: ‘É homicida aquele que fizer perecer, mediante o aborto, o que tinha sido concebido’. Santo Tomás, Doutor comum da Igreja, ensina que o aborto é um pecado grave contrário à lei natural. Nos tempos da Renascença, o Papa Sisto V condena o aborto com a maior severidade. Um século mais tarde, Inocêncio XI reprova as proposições de alguns canonistas ‘laxistas’, que pretendiam desculpar o aborto provocado antes do momento em que certos autores fixavam dar-se a animação espiritual do novo ser. Nos nossos dias, os últimos Pontífices Romanos proclamaram, com a maior clareza, a mesma doutrina. Assim: Pio XI respondeu explicitamente às mais graves objecções; Pio XII excluiu claramente todo e qualquer aborto direto, ou seja, aquele que é intentado como um fim ou como um meio para o fim; João XXIII recordou o ensinamento dos Padres sobre o carácter sagrado da vida, ‘a qual, desde o seu início, exige a ação de Deus criado’. E bem recentemente, ainda, o II Concílio do Vaticano, presidido pelo Santo Padre Paulo VI, condenou muito severamente o aborto: ‘A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis’. O mesmo Santo Padre Paulo VI, ao falar, por diversas vezes, deste assunto, não teve receio de declarar que a doutrina da Igreja ‘não mudou; e mais, que ela é imutável’.

Antes de terminar e para completar o pensamento histórico, em contraposição ao artigo sensacionalista da revista Super Interessante, seria oportuno aclarar que o fato de Pio IX, em 1869, ter regulamentado a legislação referente ao aborto – aplicando a pena de excomunhão a quem o realizasse – não significa que o aborto não fosse até então considerado pecado grave (como já foi visto nos parágrafos precedentes). Não se tratava de um acordo político com Napoleão III, mas de uma reação clara frente à secularização do direito penal – desde 1787, partindo da Áustria, começam a retirar as penas mais duras aplicadas às pessoas que realizavam o aborto. Além disso, como a publicação desta pena foi feita em Acta Apostolicae Sedis, pode ser considerada como uma das medidas mais claras que existiam, pois dito instrumento começou a ser publicado apenas em 1865, ou seja, somente quatro anos de que fosse publicada tal pena.

Em conclusão, podemos notar que a ilicitude do aborto provocado é uma das questões mais claras em toda a história da Igreja e que as tentativas de refutar este ensinamento universal e ininterrompido não são baseadas em argumentos históricos, mas sim ideológicos.


[1] Para um maior aprofundamento sobre o tema em questão, convém consultar uma das obras mais completas neste sentido (cito a obra original, a qual possui traduções a outros idiomas):

G.G. Grisez. Abortion: the myths, the realities, and the arguments. The World Publishing Company: Washington, 1970.

[2] Não é necessário aprofundar neste ponto se consideramos que pelo direito romano quem tinha a pátria potestas possuía direito de decidir sobre a vida inclusive dos filhos já nascidos.

[3] Didaché II, 2 – não farás morrer a criança com o aborto, nem a matará depois de nascida.

[4] Ibid. V, 2.

[5] Santo Agostinho faz referencia ao tema nas obras De nuptiis et concupiscentia, De bono coniugali, Quaestiones in Heptateuchum, Enchiridion ad Laurentium de fide, spe et caritate e De civitate Dei.

[6] De nuptiis et concupiscentia. Livro 1, Capítulo 15)

Militares venezolanos se preparan para tomar el poder ante inminente muerte de Chávez

 

RADIO FANTA FE

abril 13, 2012 11:36 am

El ex secretario de Estados Unidos ante la Organización de Estados Americanos (OEA), Roger Noriega, afirmó que militares venezolanos se están preparando para tomar el poder ante la inminente muerte del presidente Hugo Chávez.

El ex diplomático advirtió que los militares involucrados en el plan, todos los cuales son acusados por la justicia de los Estados Unidos de tener vínculos con el narcotráfico, son “hombres despiadados” que “nunca entregarán el poder y la impunidad que éste les garantiza”.

En una columna de opinión en el Nuevo Herald de Miami, Noriega señaló que “estos militares vinculados al régimen, alarmados por el acelerado debilitamiento físico del presidente Chávez, han desarrollado un plan de emergencia –que involucra la suspensión de los derechos constitucionales– a ser ejecutado ante cualquier señal de agitación política.

Roger Noriega afirmó que a su entender, la muerte inminente de Chávez podría colocar a Venezuela en el sendero del colapso social y político y añadió que la cúpula militar instalada por Chávez en enero ya se está comportando como un régimen de facto determinado en preservar el poder a toda costa”.

Noriega, quien también fue subsecretario de asuntos hemisféricos del Departamento de Estado, citando fuentes facultativas cercanas a Chávez, dijo que el equipo médico del mandatario sólo ha estado tratando sus síntomas, haciendo énfasis en tratar de estabilizar al paciente y suministrándole dosis de radioterapia y quimioterapia de último recurso.

Señalo que Chávez, quien a lo largo de los últimos 10 meses ha tratado de ocultar que está perdiendo la batalla contra el cáncer, reveló –quizás inadvertidamente– la gravedad de la situación al orar por un milagro ante las cámaras de televisión durante una misa realizada en Semana Santa.

Según Noriega, la angustia y la desesperación expresada por Chávez durante el evento sorprendieron a su círculo íntimo, hasta el extremo de que algunos llegaron a cuestionar su salud mental, y llevó a los militares a acelerar la elaboración del Plan B, señaló.

En su columna, el diplomático aseveró que los lugartenientes y los aliados extranjeros de Chávez ya se están comportando como si “ya estuviese muerto”, tomando medidas para consolidar el poder y trazando planes para conformar “una junta revolucionaria” que tomaría “medidas represivas” para contener conatos de descontento.

Aseguró que estos esfuerzos estarían siendo liderados por Diosdado Cabello, un hábil operador político, designado por Chávez para llevar las riendas de la Asamblea Nacional y el partido de gobierno.

“El nombramiento de Cabello estaba destinado a tranquilizar a un grupo poderoso de narcomilitares: el general Rangel Silva; el general Clíver Alcalá, jefe de inteligencia; el general retirado Hugo Carvajal y media docena de altos oficiales que han sido clasificados como ‘capos de la droga’ por el gobierno de Estados Unidos”, puntualizó Noriega.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".